De férias na Grécia, Simaria posa de biquíni em cenário paradisíaco

Simaria (Foto: Reproduçnao/Instagram)

Chora, não! Simaria está colocando o bronzeado em dia e aproveitando os dias de sol e altas temperaturas do verão europeu em Mykonos, na Grécia. A cantora publicou clique em seu Instagram na manhã desta segunda-feira onde aparece de biquíni com o corpo bronzeado em piscina. Simaria está hospedada em no Cavo Tagoo, lodge da ilha onde as diárias de uma suíte de luxo com piscina e vista para o mar saem a partir de R$eight mil. A cantora fez vídeos para mostrar a vista do local. Assista:

“Bom dia”, escreveu a cantora na legenda do clique e ainda declarou estar “apaixonada” pelo resort. Nos comentários, os fãs elogiaram a boa forma de Simaria. “Quando você humilha ninety nine% das inimigas com esse corpo. Que mulher maravilhosa e cheia de exemplo para dar”, escreveu uma fã.

Veja algumas imagens do resort onde Simaria está hospedada:

Hotel Cavo Tagoo em Mykonos (Foto: Reprodução)
Piscina privativa em suíte no hotel em que Simaria está hospedada (Foto: Reprodução)

Hotel Cavo Tagoo (Foto: Reprodução)

Suíte no Cago Tagoo tem pisicna privativa e sai a partir de R$8 mil (Foto: Reprodução)

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Sophie Charlotte adia segunda gravidez: “Otto é muito pequeno ainda”

Sophie Charlotte e Otto (Foto: Reprodução/Instagram)Sophie Charlotte e Otto (Foto: Reprodução/Instagram)

Sophie Charlottejá está nostálgica com o final de Os Dias Eram Assim. Na pele de Alice na série, a atriz sofreu, amou e chorou muito durante os capítulos, mas já está morrendo de saudades:


“Não posso dar spoiler. Como vocês viram, a cena da Nanda (Julia Dalavia) falando que é portadora do vírus HIV já foi muito emocionante e o que posso dizer pra vocês é que vai ter muita emoção. Podem se preparar para chorar muito. Vou ate fechar o olho para vocês nao lerem meu olhar. A gente está se despedindo e estamos em clima de saudade. Montamos uma família e está sendo bem dificil”, disse durante o Prêmo de Cinema que aconteceu no Theatro Municipal no Rio, na terça-feira, 05. 

Sophie Charlotte viveu Alice apaixonada por Renato, personagem de Renato Góes (Foto: TV Globo)Sophie Charlotte viveu Alice a fotógrafa apaixonada por Renato, personagem de Renato Góes (Foto: TV Globo)

Mãe de Otto, de 1 ano e 5 meses, do casamento com o o ator Daniel de Oliveira, ela pretende aumentar a família, mas não agora: “Tenho vontade de ter mais filhos, mas quero dar um tempinho. O Otto é ainda muito pequeno e seria complicado. Duas crianças pequenas em casa é difícil”, diz. 

Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte e o pequeno Otto (Foto: Reprodução Instagram)Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte e o pequeno Otto (Foto: Reprodução Instagram)

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Top plus size Ashley Graham revela ter sofrido abuso sexual na infância

Ashley Graham (Foto: Reprodução / Instagram)Ashley Graham (Foto: Reprodução / Instagram)

Em um livro de memórias prestes a ser lançado nos Estados Unidos, a top plus size Ashley Graham revela ter sido abusada sexualmente por um homem quando tinha 10 anos de idade.


A modelo conta, em sua biografia, que um rapaz de 18 anos, filho de um casal de amigos de seus pais, a “forçou a tocar em seu pênis ereto” quando estavam se secando na lavanderia após saírem da piscina da casa em que morava. Ela diz que o episódio a fez sair correndo assustada.


Graham também escreveu sobre como foi crescer com um pai verbalmente abusivo. Embora sofresse críticas em relação ao seu peso vindas de agentes de modelos, os comentários dele a magovam muito mais. Ela relembra o dia em que contou à sua família que um funcionário da Ford Models a pediu para emagrecer, mas seu pai, sem o menor cuidado, disse que precisava, sim, perder peso. A conversa a teria deixado trêmula. “Fiquei chorando no banco de trás de um táxi”. 


A modelo abriu o coração também a respeito do uso de drogas no início da carreira, quando se mudou para Nova York. “Experimentei cocaína e êxtase porque queria ser popular”.


Dois anos após se mudar para a cidade, diz, o uso de drogas e álcool quase a fez ser demitida da agência de modelos após perder um voo por ter bebido muito na noite anterior. Este momento, segundo ela, mudou sua vida. “Atingi o fundo do poço”.


Apesar de tantos contratempos em sua vida pessoal e profissional, Graham conseguiu se tornar a primeira plus size a estampar a capa da revista “Sports Illustrated Swimsuit Issue” e quebrar muitas outras barreiras para mulheres curvilíneas. O livro “A New Model: What Confidence, Beauty, and Power Really Look Like”, ainda sem tradução em português, será lançado em maio nos EUA.


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Miss Canadá rebate críticas ao seu corpo: “Me sinto ótima”

A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)

A Miss Canadá Siera Bearchell, de 23 anos, disputou o Miss Universo no último domingo (29) e foi alvo de comentários gordofóbicos durante a transmissão do concurso. Ela também foi questionada por um jornalista como se sentia sendo tão maior que as outras candidatas. A Miss, então, respondeu pelo seu Instagram.


“Como você se sente sendo tão maior que as outras candidatas. Um jornalista me fez essa pergunta. Fiquei quase sem palavras. Eu pensei: Como eu me sinto sendo eu mesma? Como eu me sinto tendo confiança em quem eu sou? Como eu me sinto em cumprir o meu sonho de representar o Canadá no Miss Universo? Como eu me sinto sendo um exemplo de modelo para tantas mulheres jovens que lutam para encontrar alguém para admirar? Como eu me sinto em redefinir o conceito de beleza? Minha resposta: Me sinto ótima.”


Na segunda-feira, a Miss voltou a se pronunciar na rede social, agradecendo ao apoio que teve. “Essa é a geração da diversidade de corpo. Esse é o tempo de começarmos a trabalhar juntos para redefinir a visão global de beleza. Obrigada por cada mensagem, cada comentário e cada história que vocês compartilharam comigo. Eu estava orgulhosa ao ponto de chorar de me representar, representar meu país e as mulheres do mundo. Eu prometo pra vocês que isso é apenas o começo.”

A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)A Miss Canadá Siera Bearchell (Foto: Reprodução/Instagram)

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Zezé di Camargo diz que se casou porque Zilu engravidou e assume que traiu a ex

Zilu e Zezé di Camargo (Foto: Reprodução)Zilu e Zezé di Camargo (Foto: Reprodução)

Zezé di Camargo assumiu publicamente, em entrevista ao programa vespertino “Fofocando”, que se casou com Zilu Godói porque tinha 19 anos e ela ficou grávida de sua primeira filha, Wanessa Camargo. O cantor, que estava ao lado da atual namorada, Graciele Lacerda, disse que decidiu viver para si mesmo quando pediu o divórcio. 


“Eu não estou dizendo que ela fez isso de propósito, mas foi um descuido. Eu não tinha onde morar, não tinha como me sustentar e levei ela para a casa dos meus pais e ficamos lá por três meses até conseguir um lugar para morar. Eu falei ‘vou me casar com você, já que teve a confiança de engravidar de mim e serei um homem honrado’. Criei meus filhos, dei estudos, trabalhei, corri atrás e percebi que, aos 42 anos, ainda não tinha vivido. Pensei que era o momento de viver para mim”, explicou.


O sertanejo ainda assumiu que se apaixonou por Graciele enquanto estava casado com Zilu e disse que sabia que o erro era dele, já que era um homem casado, o que o motivou a revelar toda a história para sua família.


“Confessei para ela [Zilu], que entrou em pânico e em desespero, arrumei a mala e tentei sair de casa duas vezes. Me lembro de uma cena em que eu estava dentro do carro, com minhas coisas, ela escorou no carro, chorando, e me disse ‘eu aceito que você tenha quem quiser, mas não saia de casa, pelo amor de Deus’. Juro por Deus que chegou a este ponto. Muita gente não sabe como foram as coisas. Na minha cabeça eu estava errado, estava com outra pessoa e fiquei tentando que isso acontecesse [a separação] de uma maneira natural. Esse foi meu erro. Se eu tivesse acabado de uma vez, talvez não teria virado esse buchicho todo”.


Briga entre Wanessa e Graciele


Zezé também relembrou de uma briga física entre Graciele e Wanessa, que aconteceu há 5 anos, em que a filha teria chegado de uma festa e puxado o cabelo da namorada, derrubando-a no chão.


“É minha filha, amo de paixão, mas errou. Em um momento em que não estávamos esperando, eu estava abraçado com a Graciele, por volta de 4h da manhã, quando vi a Graciele deu berro e sumiu do meu braço. Quando vi, ela estava no chão, a Wanessa chegou por trás, sem que ninguém visse, puxou o cabelo dela e a jogou de costas no chão. Eu, imediatamente, me coloquei entre elas e não deixei que nada mais acontecesse”, falou.


O cantor declarou que, neste caso, foi justo ao defender a namorada, já que ela foi a pessoa agredida. “Por isso eu usei o termo covarde por ter agredido por trás, também usei o termo ‘estava fora de si’, estava descalça, tinha chegado de uma festa, acho que tinha bebido. Razão eu não dou porque agressão não justifica nada. Eu não vou poupar porque é minha filha, da mesma forma que se fosse uma situação inversa. Jamais eu faria isso. Eu estou sendo justo com quem cometeu o delito. A única coisa que fiz foi separar”.


Casamento e filho com Graciele


Zezé ainda deu a entender que pretende se casar com Graciele e que já está procurando uma nova casa para comprar que seja bem ampla. e que pretende ter filho com ela, mesmo já tendo feito vasectomia. “Estou procurando uma casa mim, para ela, para os amigos, uma casa grande porque sou muito social. Quero viver nesta casa momentos especiais com ela”.


Sobre filhos, ele disse que já pensou várias vezes sobre o assunto e dependerá do momento e da namorada. “Eu sou vasectomizado, mas tem como reverter. Meu irmão, Luciano, fez isso. Se ela, um dia falar, ‘eu quero’ aí não tem choro nem vela”, finalizou ele que é pai de  Wanessa, Camilla e Igor. 

Zezé di Camargo e Graciele Lacerda (Foto: Reprodução/Instagram)Zezé di Camargo e Graciele Lacerda (Foto: Reprodução/Instagram)


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Por que sua filha não precisa de uma escola de princesas

Meninos e meninas devem brincar juntos sem divisão de brinquedos conforme o gênero (Foto: Thinkstock)Meninos e meninas devem brincar juntos sem divisão de brinquedos conforme o gênero (Foto: Thinkstock)

Educar um filho não é uma tarefa fácil. Por mais que os pais queiram passar só os ensinamentos positivos que receberam, muitos costumes e atitudes retrógradas são reproduzidas sem mesmo serem notados ou avaliados. A notícia de uma escola de princesas, divulgada na última semana, levou a alguns questionamentos sobre a criação dos filhos.


Em entrevista, a educadora infantil Olivia Coelho, que é mestranda em Estudos da Infância e criadora do projeto Empoderamento Infantil, falou sobre a importância do aprendizado sem limitações de gênero na infância. “Se uma criança vive em um contexto sexista, isso fará parte do que ela entende por realidade. Muitos dos costumes sociais não são necessariamente ‘ensinados’ pelos pais ou pela escola, muitas vezes são reproduções sociais que influenciam na construção do nosso imaginário social”, explica.


A educadora vê de forma positiva o contexto atual, em que as mulheres têm mais participação no mercado de trabalho. “Atualmente vivemos em um momento de desconstrução do sexismo em alguns setores da sociedade como, por exemplo, o mercado de trabalho. As crianças estão acostumadas a entender a mulher como trabalhadora, não apenas do lar. É preciso criar contextos favoráveis para continuar desconstruindo os estereótipos de gênero na sociedade.”


Os benefícios desse tipo de criação que não limita as pessoas por gênero são sentidos da fase adulta. “Crianças que convivem em espaços mais igualitários são expostas a diversas situações de diversidade, o que é importante para uma maior tolerância e respeito na vida adulta. Se a família entender que respeito à diversidade e igualdade de gênero são valores importantes no desenvolvimento das crianças, certamente, o feminismo será um instrumento rico para ser explorado com os filhos”, afirma.


A educadora indica os filmes “Mulan” e “Valente” para ajudar na educação menos sexista das crianças, assim como os livros “Até as princesas soltam pum”, de lan Brenman e Ionit Zilberman, e “O Menino de Vestido” de David Wallians.


Veja abaixo cinco dicas de Olivia Coelho para educar os filhos de forma meno sexista:


COISA DE MENINO/A?
“Procure não criar limitações por gênero, não impedir as crianças de brincar, fantasiar e criar justificando que não é coisa de menino/a. Por exemplo, se um menino de 3 anos usar uma saia e falar que é uma princesa, respeite esse momento, fantasiar é uma característica natural dessa faixa etária. Não há nada para se preocupar. Limitar o brincar das crianças pode ser prejudicial para o desenvolvimento lúdico e impede que possam explorar sua criatividade ao máximo.”


SEXO FRÁGIL X SEJA MACHO?
“Evite comparações negativas com o sexo oposto, como dizer que um garoto caminha ‘que nem uma menininha’, ou que uma garota ‘parece um menino’ ao falar. Tente criar um ambiente onde as relações de gênero sejam igualitárias, onde ser ‘menino’ ou ‘menina’ não se transforme em adjetivo negativo para nenhuma atitude.”


FALE COM ELES
“Converse sobre igualdade e respeito sem distinção entre meninos e meninas. Tente desconstruir estereótipos como ‘meninos não choram’ e ‘meninas são mais sensíveis’. Seja franco e honesto ao falar de sentimentos. É importante falar para sua filha sobre a necessidade de se proteger, é importante também falar para seu filho sobre o significado de consentimento, e vice-versa. O essencial é que as crianças se sintam seguras e amadas. Cabe aos pais e mães ou cuidadores garantirem essa segurança. Mostre-se comprometido.”


BONECA X CARRINHO?
“Inove. Ao invés de seguir presenteando seus filhos com os mesmos brinquedos ‘carrinhos azuis para meninos’ e ‘bonecas cor-de-rosa para meninas, conversem sobre que outros brinquedos eles teriam vontade de experimentar. Juntos. Exercite a criatividade no brincar e procure envolver os meninos e as meninas nas brincadeiras e jogos, fazendo ambos se sentirem convidados e capazes. Legos são um ótimo exemplo.”


EXEMPLO EM CASA
“Dê o exemplo. As crianças estão sempre atentas as nossas falas e nossas atitudes. Se as crianças veem que o pai não ajuda em casa e sobrecarrega a mãe, vão compreender que isso é aceitável. Converse com a família sobre igualdade na divisão de tarefas, é preciso que todos estejam em harmonia.”



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Sem pressão: o desabafo de dez famosas sobre a silhueta pós-gravidez

Famosas não deram trela para os padrões de beleza (Foto: Getty Images)Famosas não deram trela para os padrões de beleza (Foto: Getty Images)

O corpo pós-gravidez é como uma entidade: quem não alcançou o peso desejado sente os efeitos da baixa-autoestima e diz muito sobre a importância do corpo perfeito de uma mulher (e como ele define o gênero diante da sociedade).


Normalmente, o termo ‘corpo pós-gravidez’ é usado como uma ferramenta para reforçar os padrões de beleza e, principalmente, para celebrar as mulheres que recuperaram a boa forma depois de ter um bebê. Porém, nem todas as celebridades estão de acordo com esse padrão. Para combatê-lo, têm se manifestado publicamente contra a pressão da boa forma pós das à luz. Confira quem são elas:


Kerry Washington
Quando a sua agente comentou que ela tinha conseguido voltar ao corpo que tinha antes da gravidez, a atriz de “Scandal” não perdeu tempo em corrigir o equívoco: “Ela quis me elogiar, mas nós tivemos essa longa conversa em que eu falei ‘Sabe de uma coisa? Eu tento não usar esse termo, porque o objetivo não é andar para trás na vida. Eu não estou focada em ‘voltar’ para nada, mas ser a melhor versão de mim mesma agora. O meu corpo é o lugar em que um milagre aconteceu. Eu não quero voltar a ser quem era antes do milagre”, disse para a revista Self.


Blake Lively
A atriz de “Gossip Girl” comentou em uma entrevista no programa de televisão australiano “Sunrise” que esse tipo de comentário sobre o corpo é ‘injusto’. “É muito injusto. É como se dissessem: é assim que você pode ficar depois de ter um bebê. Eu acho que o corpo de uma mulher após dar à luz é bem incrível. Você não precisa estar pronta para a desfilar pela Victoria’s Secret logo em seguida porque você acabou de fazer o maior milagre que a vida pode oferecer. Quero dizer, você deu à luz um ser humano! Eu gostaria de ver isso ser celebrado”.


Chrissy Teigen
“Eu acho que algumas pessoas estranham muito se você recupera o corpo rápido demais, porque, na verdade, você deveria estar em casa com esta coisinha, cuidando dela, e não se preocupar tanto com isso. Mas você nunca vai ter o direito de resposta e você nunca vai estar certa para todo mundo, então apenas viva e faça o que você faz de melhor”, disse para a People.


Olivia Wilde
“Eu acredito em um mundo em que as mães não precisam compartilhar qualquer evidência física da sua experiência como grávida. Nesse mesmo mundo, eu acredito que existe espaço para os exercícios físicos serem uma dádiva tanto para a mente quanto para o corpo. Eu não quero perder o meu tempo correndo atrás de uma definição subjetiva de perfeição”, explicou para a revista Shape.


Jennifer Love Hewitt
“Eu pensei que seria consumida tentando fazer o meu corpo voltar a ser o que era, mas agora que sou mãe eu não quero mais ser essa garota. Porque essa garota não tinha um bebê e um marido incrível ou essa experiência maravilhosa que eu estou tendo agora”, disse para a Us Weekly.


Jennifer Garner
Durante o programa de Ellen DeGeneres, a atriz explicou que, provavelmente, sempre terá uma barriguinha de gravidez, e que isso não é um problema. “Eu não estou grávida, mas eu tive três filhos e existe uma barriguinha. Eu recebo os parabéns das pessoas que conheço direto… De agora em diante, meninas, eu terei uma barriguinha, e é a minha barriguinha de grávida. Ela não vai a lugar algum. O seu nome é Violet, Sam e Sera [nome dos seus filhos]”.


Anne Hathaway
Em sua página no Instagram, a estrela do cinema explicou que não existe problema em ganhar peso durante a gravidez, ou em qualquer momento da vida, diga-se de passagem. “Não existe vergonha em ganhar peso quando você está grávida (ou em qualquer outro momento). Também não existe vergonha se você demorou mais do que esperava para perder esse peso (se você quiser perdê-lo). Não existe vergonha em começar a chorar e fazer os seus próprios shorts porque os do verão passado são curtos demais para as coxas desse verão. Corpos mudam. Corpos crescem. Corpos diminuem. É tudo amor (não deixe ninguém te dizer o contrário)”.


Liv Tyler
“Seja gentil consigo mesma. Todo mundo é diferente. O corpo de todo mundo é diferente, assim como é a experiência de dar à luz de cada uma”, disse para a People.


Adele
A cantora britânica contou em um show alguns dos efeitos da gestação que, muitas vezes, ficam escondidos por conta dos padrões irreais impostos às gestantes: “Quando eu fiquei grávida, eu tinha tanta testosterona em mim que eu cresci uma barba. Eu a tirei na noite passada. Isso é verdade. Eu não estou brincando. Eu tenho uma barba e eu tenho orgulho dela. Eu a chamo de Larry”.


Kate Winslet
“Eu tenho uma barriga de gravidez amassada, os seios não vestem bem depois de duas crianças… Eu estou bem. Eu tenho 33 anos. Eu não olho no espelho e digo ‘Ah, eu estou fantástica!’. É claro que não. Ninguém é perfeito. Eu só não acredito na perfeição. Mas eu acredito em dizer ‘É assim que eu sou e olhem para mim não sendo perfeita! Eu tenho orgulho disso’.”



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Mulher barbada mais jovem do mundo dá lição de autoestima e vira estrela do Instagram

A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)

Em tempos de valorização da beleza real, a britânica Harnaam Kaur ganha as redes como referência absoluta. Aos 16 anos, uma síndrome de ovário policístico estimulou o crescimento de uma barba farta, que ela não esconde, prefere exibi-la com muito orgulho. Os pelos faciais fazem parte de seu estilo pessoal, tanto quanto seu turbante azul poderoso e delineado impecável.


Mas a autoaceitação não veio fácil. Kaur precisou enfrentar anos de ataques preconceituosos, durante a infância, até se transformar em uma poderosa ativista e referência de autoestima, assim como estrela do Instagram. Seu objetivo é combater os estereótipos de gênero e qualquer padrão de beleza socialmente estabelecido.


Agora, aos 25 anos, ela entrou para o Guinness Book como a mulher mais jovem a carregar uma barba cheia e encara com bom humor as reações de desconhecidos na rua. “Desde que minha história veio à tona, algumas pessoas chegam a me reconhecer, mas quando não, costumam fazer cara de espanto. Acho engraçado. Elas olham para os meus olhos… Então para a minha barba… E depois para os meus seios”, contou ao jornal The Guardian. Só não tolera abusos verbais ou fotos sem autorização.


Tal postura, no entanto, foi duramente conquistada. Na infância, possuía uma autoestima bastante frágil por ser uma menina gorda, negra e cuja puberdade se deu aos 10 anos de idade. “Fui chamada de ‘homem’, ‘leão’, ‘ogro’, ‘gorda’”, conta. Enquanto criança tímida, ela não conseguia enfrentar as agressões.

“Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’” (Foto: Reprodução Instagram)

Nervosa com a possibilidade de a filha continuar sendo destratada socialmente, a mãe de Kaur decidiu levá-la a um salão de beleza. “Foi horrível”, relata. “A cera sendo colocada, depois o papel e então o puxão… Eu gritei tão alto que uma mulher que fazia o cabelo do outro lado da porta jogou longe a revista que tinha em mãos. Eu não parava de chorar. Repeti isso por vários dias, porque meus pelos cresciam muito rápido. E entre uma depilação e outra, ainda raspava o que ia crescendo. Eles repetiam o procedimento até minha pele queimar.”


Em vez de cessar o bullying, as depilações só contribuíam para que Kaur alimentasse uma enorme vergonha de sua aparência. “Já chegaram a me ameaçar com faca, me tocarem com o pênis”, conta. Aos 15 anos, ela passou a faltar nas aulas, considerar o suicídio e a se machucar. “Eu queria punir meu corpo por ser desse jeito. Queria machucá-lo.”


Até que um dia ela esvaziou um pote de remédios em sua mão. “Foi a virada”, conta. “Pensei, ‘Dane-se!’. Se quem pratica bullying está vivendo, por que eu não deveria viver?”


Desde então, ela trocou o salão de beleza por brincadeiras no parque com o irmão e ainda agregou ao seu estilo um turbante, que funciona como um símbolo de sua força e uma maneira de projetar sua identidade com orgulho.


Apesar de ter recuperado sua autoestima, ela ainda sofre pressão para retirar a barba e o bigode. “As pessoas me dizem: ‘Você parece um homem’. Você não vai conseguir casar ou trabalhar”, conta. Ela resiste.


Como ativista do resgate da autoestima e antibullying, ela acredita que a sociedade pode ser “curada pelo empoderamento, por mulheres fortes”. Por isso usa as redes sociais para alcançar pessoas como ela. “Uma a cada cinco mulheres tem ovário policístico e muitas se aproximam de mim para saber como combater o bullying e aceitar a si mesmas”, diz. “Eu quero que elas pensem que, se eu estou na passarela [ela desfilou recentemente para uma marca de joias], elas também podem. Quero quebrar o molde.”


Sua visibilidade nos meios de comunicação tem a transformado em uma espécie de imã de fetichistas também. “Eu dou risada, apago e logo bloqueio”, diz. “Não passei por tudo isso para me tornar objeto de ninguém. Tem muita gente rasa por ai, então acho que preciso de um homem ou mulher forte para que realmente me diga o quer comigo.”


Kaur também se posiciona contra a ideia de que são os órgãos genitais que nos definem. “Eu não acredito no gênero. Quem foi que disse que vagina é de mulher e pênis é de homem, ou que rosa é para meninas e azul para meninos? Estou sentada aqui com uma vagina, dois seios e uma bela barba. Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’.”



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Mulher barbada mais jovem do mundo dá lição de autoestima e vira estrela do Instagram

A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)

Em tempos de valorização da beleza real, a britânica Harnaam Kaur ganha as redes como referência absoluta. Aos 16 anos, uma síndrome de ovário policístico estimulou o crescimento de uma barba farta, que ela não esconde, prefere exibi-la com muito orgulho. Os pelos faciais fazem parte de seu estilo pessoal, tanto quanto seu turbante azul poderoso e delineado impecável.


Mas a autoaceitação não veio fácil. Kaur precisou enfrentar anos de ataques preconceituosos, durante a infância, até se transformar em uma poderosa ativista e referência de autoestima, assim como estrela do Instagram. Seu objetivo é combater os estereótipos de gênero e qualquer padrão de beleza socialmente estabelecido.


Agora, aos 25 anos, ela entrou para o Guinness Book como a mulher mais jovem a carregar uma barba cheia e encara com bom humor as reações de desconhecidos na rua. “Desde que minha história veio à tona, algumas pessoas chegam a me reconhecer, mas quando não, costumam fazer cara de espanto. Acho engraçado. Elas olham para os meus olhos… Então para a minha barba… E depois para os meus seios”, contou ao jornal The Guardian. Só não tolera abusos verbais ou fotos sem autorização.


Tal postura, no entanto, foi duramente conquistada. Na infância, possuía uma autoestima bastante frágil por ser uma menina gorda, negra e cuja puberdade se deu aos 10 anos de idade. “Fui chamada de ‘homem’, ‘leão’, ‘ogro’, ‘gorda’”, conta. Enquanto criança tímida, ela não conseguia enfrentar as agressões.

“Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’” (Foto: Reprodução Instagram)

Nervosa com a possibilidade de a filha continuar sendo destratada socialmente, a mãe de Kaur decidiu levá-la a um salão de beleza. “Foi horrível”, relata. “A cera sendo colocada, depois o papel e então o puxão… Eu gritei tão alto que uma mulher que fazia o cabelo do outro lado da porta jogou longe a revista que tinha em mãos. Eu não parava de chorar. Repeti isso por vários dias, porque meus pelos cresciam muito rápido. E entre uma depilação e outra, ainda raspava o que ia crescendo. Eles repetiam o procedimento até minha pele queimar.”


Em vez de cessar o bullying, as depilações só contribuíam para que Kaur alimentasse uma enorme vergonha de sua aparência. “Já chegaram a me ameaçar com faca, me tocarem com o pênis”, conta. Aos 15 anos, ela passou a faltar nas aulas, considerar o suicídio e a se machucar. “Eu queria punir meu corpo por ser desse jeito. Queria machucá-lo.”


Até que um dia ela esvaziou um pote de remédios em sua mão. “Foi a virada”, conta. “Pensei, ‘Dane-se!’. Se quem pratica bullying está vivendo, por que eu não deveria viver?”


Desde então, ela trocou o salão de beleza por brincadeiras no parque com o irmão e ainda agregou ao seu estilo um turbante, que funciona como um símbolo de sua força e uma maneira de projetar sua identidade com orgulho.


Apesar de ter recuperado sua autoestima, ela ainda sofre pressão para retirar a barba e o bigode. “As pessoas me dizem: ‘Você parece um homem’. Você não vai conseguir casar ou trabalhar”, conta. Ela resiste.


Como ativista do resgate da autoestima e antibullying, ela acredita que a sociedade pode ser “curada pelo empoderamento, por mulheres fortes”. Por isso usa as redes sociais para alcançar pessoas como ela. “Uma a cada cinco mulheres tem ovário policístico e muitas se aproximam de mim para saber como combater o bullying e aceitar a si mesmas”, diz. “Eu quero que elas pensem que, se eu estou na passarela [ela desfilou recentemente para uma marca de joias], elas também podem. Quero quebrar o molde.”


Sua visibilidade nos meios de comunicação tem a transformado em uma espécie de imã de fetichistas também. “Eu dou risada, apago e logo bloqueio”, diz. “Não passei por tudo isso para me tornar objeto de ninguém. Tem muita gente rasa por ai, então acho que preciso de um homem ou mulher forte para que realmente me diga o quer comigo.”


Kaur também se posiciona contra a ideia de que são os órgãos genitais que nos definem. “Eu não acredito no gênero. Quem foi que disse que vagina é de mulher e pênis é de homem, ou que rosa é para meninas e azul para meninos? Estou sentada aqui com uma vagina, dois seios e uma bela barba. Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’.”



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Alicia Kuczman: “Voltei a ser modelo após ser excluída por um problema de saúde”

Alicia Kuczman, 23 anos (Foto: Divulgação)Alicia Kuczman, 23 anos (Foto: Divulgação)

“Nasci em Cascavel, cidade de 300 mil habitantes no Paraná. Minhas lembranças do passado não se parecem nada com as típicas de quem cresce no interior. Apesar de adorar estudar, detestava ir ao colégio. Só tirava notas altas, mas não tinha amigos. Andava pelos corredores com um livro aberto cobrindo o rosto. Eu era diferente e sofria agressões por causa disso. O auge foi a comunidade dedicada a mim no Orkut. ‘O que você faria se a Alicia estivesse se afogando?’ era a pergunta de uma enquete. As opções eram ‘Cuspia nela’, ‘Chutava’, e por aí vai. A última alternativa era de longe a mais clicada: ‘Todas as anteriores’.


Chorava para não ir ao colégio, mas minha mãe trabalhava num hospital, como assistente social, e ficar em casa com meu pai, Osvaldo, 57, era outro pesadelo. Ele é um engenheiro inteligentíssimo, porém bipolar. Minha memória mais longínqua é de ele me batendo sem motivo. Tinha só 3 anos e sabia que não havia feito nada para merecer aquela surra. A cena se repetia a cada vez que ele mudava de humor com ataques físicos ou verbais. Ele me chamava de burra, dizia que eu não ia dar em nada, me mandava parar de importuná-lo com a minha ‘voz de taquara rachada’. Minha mãe, Herta, 54, passava a maior parte do dia fora e, na maioria das vezes, não presenciava nada. Quando meu irmão, Vinícius, três anos mais novo, e eu contávamos a ela o que havia acontecido, ela explicava que aquilo era reflexo da doença psicológica de meu pai. Mas, para mim, não era desculpa. Só eu sabia o que passava.


A forma que encontrei de me proteger foi criar meu próprio mundo. Minha diversão era costurar e bordar as roupas que inventava. Aos 11 anos, comprei uma pilha de revistas de moda num sebo e forrei as paredes do meu quarto com minhas preferidas. Sonhava um dia me ver estampada em uma página daquelas, embora não me achasse bonita o suficiente para estar ali. Mesmo com pouco mais de 50 quilos distribuí­dos em 1,77 metro de altura, cabelos louros levemente ondulados e olhos azuis.


Aos 12, me matriculei num curso de corte e costura para fazer peças mais elaboradas, como a calça de cintura alta que ainda não havia chegado à cidade. Cheguei a pensar que poderia ter uma marca. Assim, entraria no fascinante mundo da moda. De tanto falar no assunto, convenci minha mãe a me acompanhar em pequenos testes de modelo que apareciam em Cascavel. ‘Você é muito pequena’, diziam. ‘Ainda não está na idade.’ Eu insistia, insistia, e ela acabava me levando de novo e de novo ouvindo que ainda não estava pronta para ‘modelar’.


Em uma tarde de 2009, descobri que estavam convocando meninas em Cascavel para uma seleção. As escolhidas iriam a Florianópolis se apresentar para agências de São Paulo em busca de new faces. Minha mãe conseguiu uma brecha no trabalho e me acompanhou no teste. Fiquei eufórica quando o booker nos chamou de canto. ‘Essa menina tem tudo para acontecer’, disse a ela. ‘Precisa ir para Florianópolis.’ Pela primeira vez, achei que meu sonho poderia virar realidade. A coisa que mais queria na vida era sair daquela cidade. Mas ainda havia um problema: não tínhamos dinheiro para viajar. Apesar de nunca ter faltado nada em nossa casa, vivíamos com tudo muito contado. Mas o pessoal da agência queria tanto que eu participasse daquela seleção que conseguiu um desconto e nós fomos.

Aos 3 anos, meu pai me espancava sem motivo”


Embarquei com minha mãe para Santa Catarina num ônibus lotado de meninas altas, bonitas e cheias de sonhos. Ficamos hospedadas no mesmo hotel onde o teste aconteceu. No grande dia, conversei com cada um dos agentes, enfileirados atrás de uma mesa comprida. Eram muitos, algum haveria de me escolher. Levei um susto quando soube que quase todos queriam trabalhar comigo, a dificuldade agora era decidir por um só. Três meses depois, com 16 anos, estava trabalhando na extinta Lumière, morando em São Paulo num apartamento da agência com outras 11 garotas – nenhuma das que foram comigo para Florianópolis. Durante um ano e meio, participei de castings e mais castings, mas pouca coisa acontecia. Sem dinheiro, me alimentava de bolachas e croissant de pacote, até papel higiênico tive de pedir emprestado. Já estava com tudo pronto para pegar o caminho de Cascavel e abandonar a (tentativa de) carreira, quando fui fazer meu último trabalho, um lookbook de uma marca de roupas.


Durante o shooting, o maquiador e o fotógrafo me chamaram para conversar. ‘Você tem de mudar de agência’, disseram. Ligaram para a Way (a mesma de Carol Trentini e Alessandra Ambrósio) e me indicaram. Desde a semana em que pisei ali, nunca mais parei de trabalhar. Um mês depois, fui a recordista de desfiles do Fashion Rio e segui para as semanas de moda de Nova York, Milão e Paris. Minha vida agora era pelo mundo. Foi durante um ensaio de moda que conheci o diretor de cinema Marcos Mello, 35. No último dia de trabalho, ele, que estava capturando imagens em vídeo, me pediu para dançar em frente à câmera. ‘Tu acabas de ganhar um marido’, disse no fim. Saímos dois dias depois e, desde então, não desgrudamos mais. Isso já faz quatro anos e meio. A vida parecia muito melhor do que eu havia imaginado.

Alicia Kuczman (Foto: Reprodução/Instagram)Alicia Kuczman (Foto: Reprodução/Instagram)

Nas poucas vezes que voltava a Cascavel, duas por ano, olhava aqueles paredes cobertas por revistas e achava graça. ‘Trabalhei com aquela ali’, dizia para minha mãe. ‘Essa que está perto da porta ficou minha amiga’, mostrava outra. Ela vibrava com minha felicidade. Diferentemente do meu pai, que continuava me atacando nas crises e não se conformava de eu ter parado de estudar no fim do ensino fundamental.

Não tinha dinheiro. Me alimentava de bolachas”


Nos dois anos seguintes, fiz sucesso, ganhei dinheiro. Morava em um apartamento alugado em Nova York, vivia para lá e para cá. Trabalhava até 36 horas seguidas com a maior disposição. Fiz campanhas para Osklen e Alexandre Herchcovitch, posei para as principais revistas do mercado – Marie Claire entre elas. Era uma vida cansativa, mas eu não tinha do que reclamar. Em meados de 2013, me percebi inchada pela primeira vez. No corpo e principalmente no rosto. Mas não liguei. Como tomava um remédio regular para meu hipotireoidismo [inflamação da tireoide, glândula que, entre outras coisas, controla o metabolismo] desde os 11 anos, achei que era uma disfunção passageira. Mas um dia, aterrissando em Nova York, comecei a sentir dores absurdas do lado direito da barriga. Por sorte, Marcos estava comigo e me levou correndo para o hospital. Fizeram milhões de exames e não descobriram nada. Tomei uma, duas, cinco doses de morfina e continuava urrando, com o corpo contorcido e vomitando bílis sem parar. Horas depois, descobriram: estava com um cisto de 6 centímetros no ovário, que gerou um deslocamento do órgão – até hoje não confirmaram se a doença tem relação com a tireoide, mas acredito que sim. Os médicos disseram que precisavam operar às pressas e não podiam garantir que o ovário seria salvo.

Me achavam magra demais. Perdi trabalhos”


A cirurgia foi um sucesso, mas minha barriga ficou inchada por duas semanas. Tinha vários contratos fechados no Brasil e todos foram cancelados. Ninguém podia esperar por mim. A dor passou, mas fiquei oito meses sem menstruar. Mesmo assim, não voltei logo ao médico. Displicência minha que teve graves consequências. Em abril de 2014, fui passar dois meses na Austrália a trabalho. Apesar de feliz, me sentia fisicamente esquisita. Vivia com fome, comia loucamente e emagrecia sem parar. Minha calma habitual foi substituída por acessos de irritação incontroláveis. Durante esse período, não fiz nenhum trabalho. Meu agente dizia que o mercado estava me achando magra demais. Havia acabado de acontecer um caso de anorexia na Semana de Moda de Sydney que ganhou repercussão na imprensa e, definitivamente, eu estava fora dos padrões. Na mesma época, comecei a adoecer por qualquer coisinha. Tomava um vento, tinha sinusite. Esfriava, ficava gripada. Ainda comia um quilo de castanhas por dia e raramente dormia mais de três horas por noite. Só apagava quando meu corpo não aguentava mais de exaustão.


De volta ao Brasil, tive um ataque de pânico no meio de uma sessão de fotos. Os termômetros cariocas marcavam 30 graus e eu tremia de frio no estúdio. Pedi uma pausa, mas a situação só piorava. Os músculos do meu corpo começaram a ter contrações involuntárias. A stylist conseguiu uma bacia de água quente e mandou que botasse os pés lá dentro. No mesmo minuto, meu corpo desarmou, como se derretesse. Era só o primeiro de outros tantos ataques de pânico que viriam em seguida. Nem sei de onde tirei forças, mas consegui terminar o trabalho. O cliente era antigo e pareceu compreender a situação. Mas nunca mais me chamou para nada.


Finalmente marquei um médico, que pediu exames de sangue. O resultado foi alarmante: meu TSH [hormônio que estimula a tireoide] estava tão baixo que era indetectável. Estava com hipertireoidismo, disfunção na tireoide oposta à que tinha antes que, em vez de desacelerar o metabolismo, deixa-o extremamente acelerado. Os sintomas já sabia de cor: perda de peso, sudorese, depressão, pele ressecada, unhas e cabelos fracos, que caíam em tufos cada vez que me penteava. Desesperada, passei por oito endocrinologistas em um intervalo de um ano e meio. Os primeiros me mandaram tomar Rivotril ‘para não incomodar ninguém’. Outros, dependendo do dia em que ia visitá-los, receitavam remédios para perder ou aumentar o apetite. Em uma semana, chorava sem parar e não conseguia pregar o olho. Na seguinte, ficava absolutamente apática. Nesse perío­do, meu peso chegou a ter variações de 7 quilos em sete dias. ‘Alicia embuchou’, diziam pelas costas. ‘Cresceu e ficou gorda.’ Ninguém me chamava mais para nada.

Meu corpo parecia derreter. Era um ataque de pânico”


Sozinha, observei meu corpo e descobri que o inchaço ficava controlado se alternasse a dose do remédio. Até que finalmente encontrei uma médica que me ouviu com paciência e decidiu aprofundar o tratamento. Foram oito meses em que continuei engordando e emagrecendo rapidamente – sem contar outros efeitos horríveis, como taquicardia (não podia andar depressa nem fazer sexo) –, mas a doutora Carolina Mergulhão finalmente conseguiu ajustar a dosagem do medicamento. Numa ida a Cascavel, tive uma crise de ansiedade e corri para a sala em busca de ajuda. Meu pai estava lá sozinho e não tive outro jeito a não ser pedir socorro a ele. ‘Acho que vou morrer’, disse. ‘Posso deitar no seu colo?’ Ele fez um sinal positivo com a cabeça e me aconcheguei em suas pernas. Ninguém disse nada. Não precisava. Dias depois, ele falou pela primeira vez que me amava. Aos poucos, voltei a dormir, trabalhar, viver. Hoje, reconheço
minha força e o poder de transformação que carrego em mim. E quando me dizem: ‘Como você está magra, ‘Como está linda’, respondo prontamente: ‘Regulei a tireoide’. Simples assim.”


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