Autor: REDAÇÃO

  • Veronika, a vaca que usa uma vassoura para se coçar. Não acredita? Veja

    Veronika, a vaca que usa uma vassoura para se coçar. Não acredita? Veja

    Estudo inédito mostra que Veronika, de 13 anos, utiliza o objeto de forma estratégica para se coçar, comportamento raro entre mamíferos não primatas e até então associado principalmente a chimpanzés

    Veronika, uma vaca austríaca de 13 anos, chamou a atenção de cientistas ao usar uma vassoura para se coçar, demonstrando uma capacidade inédita de uso de ferramentas entre mamíferos não primatas. Não se trata de um chimpanzé nem de um animal aparentado, mas de um bovino que apresenta um comportamento até então considerado improvável para a espécie.

    Embora o episódio possa parecer curioso, o registro representa o primeiro relato desse tipo em mamíferos não primatas. Até o momento, Veronika é o único caso conhecido, revelando habilidades que desafiam o que se sabia sobre as capacidades cognitivas do gado.

    O comportamento foi descrito em um estudo publicado na revista científica Current Biology, assinado por Antonio J. Osuna-Mascaró e Alice M. I. Auersperg. Os pesquisadores observaram a vaca agarrar o cabo da vassoura com a língua, levá-lo até a boca e, com o auxílio dos dentes, segurar o objeto. Em seguida, ela gira o pescoço e utiliza tanto as cerdas quanto a parte de madeira para se coçar.

    “Esperávamos passar horas no pasto aguardando que ela usasse uma ferramenta, mas Veronika nos surpreendeu. Ela começou a usar o cabo assim que o objeto foi colocado à sua frente”, afirmou Osuna-Mascaró em entrevista ao jornal The Telegraph.

    Segundo o pesquisador do Instituto Messerli, a vaca segurou o objeto com a língua de forma semelhante a uma mão, alinhou-o com o corpo e esfregou-o em áreas das costas que dificilmente conseguiria alcançar de outra maneira.

    O estudo também identificou que Veronika escolhe diferentes partes da vassoura conforme a região do corpo que deseja coçar. As cerdas são usadas principalmente no torso, enquanto o cabo é preferido para a região da barriga, embora, na maioria das vezes, ela opte pelas cerdas.

    De acordo com os autores, essa escolha não pode ser explicada pelo formato ou pela distribuição do peso do objeto. “Veronika adaptou dinamicamente sua técnica a cada região do corpo. As mudanças observadas sugerem antecipação da ação, uma característica associada ao uso inovador de ferramentas”, aponta o estudo, destacando que comportamentos comparáveis só foram documentados de forma consistente em chimpanzés.

    Comportamento começou ainda jovem

    Segundo Witgar Wiegele, dono de Veronika, o comportamento foi observado pela primeira vez há cerca de dez anos, quando a vaca tinha apenas três anos de idade. Na época, ele percebeu que o animal ocasionalmente pegava paus ou outros objetos alongados com a boca para se coçar.

    O caso chegou aos pesquisadores apenas recentemente, após um amigo do agricultor enviar um vídeo de Veronika aos cientistas Osuna-Mascaró e Auersperg.

    “Quando vi as imagens, pensei imediatamente que não se tratava apenas de um comportamento curioso, mas de um exemplo cientificamente valioso do uso de ferramentas por uma espécie tradicionalmente subestimada em termos de cognição”, afirmou Auersperg.

    O uso de ferramentas desse tipo é geralmente associado a primatas e a níveis elevados de complexidade cognitiva. “Pelo que sabemos, este é o primeiro caso documentado de gado utilizando ferramentas”, concluiu a pesquisadora.

    Veronika, a vaca que usa uma vassoura para se coçar. Não acredita? Veja

  • Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

    Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

    Usuários de iPhone testam um novo recurso do WhatsApp que permite adicionar foto de capa ao perfil, com privacidade ajustável. A função, semelhante ao Facebook, ainda está em desenvolvimento e não tem previsão para Android

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Donos de iPhone relatam que o WhatsApp criou a opção de adicionar uma foto de capa no perfil. O recurso ainda está em desenvolvimento, de acordo com o site especializado WaBetaInfo.

    O recurso funciona como a foto de capa no Facebook e adiciona uma camada de personalização no aplicativo de mensagens.

    O banner fica atrás da foto redonda de perfil e pode ser alterado por meio de um ícone em formato de lápis, no canto inferior direito da tela. É possível usar uma fotografia existente ou fazer um retrato na hora.

    A foto também terá nível de privacidade ajustável de acordo com as preferências do usuário, que poderá escolher deixá-la pública ou aparente apenas para seus contatos -como também é possível fazer com a foto de perfil.

    Fotos públicas podem ser usadas por estelionatários para aplicar golpes e tiradas de contexto com inteligência artificial.

    Por ora, o recurso só apareceu para testadores da versão do WhatsApp para iOS, o sistema operacional do iPhone.

    A Meta não respondeu se tem planos de levar o recurso para celulares Android nem indicou quando pretende fazer o lançamento oficial do recurso.

    A opção de usar uma foto de capa já está disponível no WhatsApp Business. Na versão para negócios, a imagem é pública por padrão.

    O usuário também tem a opção de remover a foto de capa depois de adicionar uma.

    Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

  • Conversas por Allan esfriam, e Corinthians foca em outras negociações

    Conversas por Allan esfriam, e Corinthians foca em outras negociações

    (UOL/FOLHAPRESS) – A negociação do Corinthians para contratar o volante Allan esfriou nos últimos dias.

    Apesar de conversas iniciadas há cerca de duas semanas, o negócio não evoluiu, e o clube passou a concentrar esforços em outras frentes no mercado.

    OUTROS FOCOS NO MERCADO

    Desde o início dos contatos com o estafe do jogador, o Timão não conseguiu avançar nas tratativas. Paralelamente, a diretoria intensificou a negociação por Alisson, do São Paulo, considerada hoje a principal prioridade do clube.

    Embora Allan e Alisson atuem na mesma posição, um acerto por um deles não inviabiliza a chegada do outro. O técnico Dorival Júnior avalia que os dois atendem a necessidades diferentes do elenco e podem ser complementares no meio-campo.

    Enquanto Allan é visto como primeiro volante -posição que o Corinthians busca reforçar-, Alisson é considerado um jogador mais versátil, capaz de exercer múltiplas funções e substituir Maycon, que deixou o clube no início do ano rumo ao Atlético-MG.

    IMPASSE NA NEGOCIAÇÃO TRAVA AVANÇO

    O principal entrave na negociação envolve a indefinição sobre o futuro de Allan no Flamengo. Na última semana, o clube carioca suspendeu as conversas com Corinthians e São Paulo até esta segunda-feira, data marcada para o retorno do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, do então de férias.

    Apesar disso, o Rubro-Negro tem dado liberdade para que o estafe do jogador conduza as tratativas e defina o destino do atleta. Nos bastidores, porém, a condução do processo passou a gerar incômodo no Corinthians.

    Parte da insatisfação corintiana se deu porque o estafe de Allan aguardava definições políticas no São Paulo antes de avançar nas conversas. Uma eventual permanência de Júlio Casares na presidência tricolor era vista como fator que poderia facilitar um acordo com o clube do Morumbi.

    O cenário, no entanto, mudou após o dirigente ser afastado cautelarmente do cargo em meio a um processo de impeachment, até a realização da Assembleia Geral de Sócios.

    A estabilidade política recente e a chegada de Marcelo Paz como executivo de futebol haviam sido apontadas ao Corinthians como trunfos no negócio. Na prática, porém, esse favoritismo não se confirmou.

    CORINTHIANS MONITORA ALTERNATIVAS

    Apesar do momento de baixa, a negociação com Allan segue em aberto. O jogador continua no radar do clube, mas a diretoria já monitora outros nomes no mercado e avalia alternativas que se encaixem melhor no custo-benefício desejado para a temporada.

    O atacante será baixa do Palmeiras no jogo desta terça-feira (20) contra o Novorizontino, às 20h (de Brasília). Ele cumpriu cronograma individualizado com a preparação física no gramado no treino da manhã desta segunda-feira (19)

    Folhapress | 14:45 – 19/01/2026

    Conversas por Allan esfriam, e Corinthians foca em outras negociações

  • Veja o que acontece com quem tem mais de R$ 250 mil no Master

    Veja o que acontece com quem tem mais de R$ 250 mil no Master

    Pagamentos do fundo já começaram para valores de até R$ 250 mil, mas investidores com aplicações acima desse limite enfrentam incertezas e podem recuperar apenas parte do dinheiro, dependendo da liquidação do banco, da qualidade dos ativos e do desfecho de disputas judiciais.

    (FOLHAPRESS) – Os ressarcimentos do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) a investidores do Banco Master começaram no último sábado (17), cobrindo valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Para quem tinha aplicações acima desse limite, porém, o pagamento do excedente depende de uma série de fatores ligados à liquidação do banco, segundo especialistas.

    Enquanto a parte garantida já está sendo devolvida, o montante que ultrapassa os R$ 250 mil não conta com proteção do FGC e passa a integrar a massa de credores da instituição. Esses investidores se enquadram como credores quirografários, sem garantia de recebimento, e só terão direito a algum ressarcimento se, ao final do processo, sobrarem recursos após o pagamento de dívidas trabalhistas, tributos e créditos com garantias reais.

    Os pagamentos começaram 60 dias após a liquidação do Master, decretada pelo BC (Banco Central) em 18 de novembro de 2025. Em comunicado ao mercado, o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima, afirmou que o tamanho da operação, que pagará R$ 40,6 bilhões a 800 mil investidores e será o maior resgate da história da instituição, impactou o tempo necessário para a conclusão dos trabalhos.

    De acordo com o FGC, até o momento, cerca de 569 mil pedidos já foram registrados, e aproximadamente 377 mil credores finalizaram o processo de solicitação da garantia e avançaram para a etapa de pagamento, iniciada nesta segunda-feira (19).

    Segundo o advogado especializado na defesa de investidores vítimas de fraudes, Jorge Calazans, o que determina se o investidor receberá algo acima do limite do FGC é o resultado final entre ativos efetivamente recuperáveis e o passivo total. “Há chance de recuperar algo, sim, mas é incerta, parcial e de longo prazo.”

    O advogado afirma que três fatores principais determinam quanto os investidores acima do limite do FGC podem recuperar: o tamanho real do rombo patrimonial, a capacidade de vender os ativos remanescentes em condições mínimas de mercado e o peso das classes preferenciais de credores, como trabalhistas e tributos.

    No caso do Master, há ainda o agravante das suspeitas de fraude. A prisão do controlador, solto dias depois, e as acusações de gestão fraudulenta indicam que pode ter havido destruição adicional de valor, o que piora a perspectiva econômica para quem possui valores acima do limite do FGC, segundo Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor de finanças do curso de administração da ESPM.

    O professor afirma que sinais de fragilidade no banco já vinham aparecendo havia algum tempo. Um deles era o custo de captação muito acima da média, como CDBs remunerando 140% do CDI, acompanhado por um crescimento dos depósitos elegíveis ao FGC.

    Outro indício, segundo ele, foi o veto do Banco Central à compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília). Para Santos Filho, essa decisão reforça a avaliação de que a carteira do banco era composta por ativos de baixa qualidade, possivelmente registrados como se fossem de boa qualidade, o que apontaria para um problema grave de governança.

    COMO RECUPERAR OS VALORES COBERTOS PELO FGC?

    Pessoas físicas devem baixar o aplicativo do FGC na Apple Store ou na Play Store. Pessoas jurídicas devem realizar o procedimento pelo site da instituição.
    Faça o cadastro utilizando os dados do titular do investimento ou da conta corrente. É necessário informar nome completo, CPF e data de nascimento, além de criar uma senha de acesso ao aplicativo. Em seguida, abra o e-mail informado no cadastro para visualizar o código de verificação solicitado.
    Após a validação, aparecerá a mensagem “Cadastro realizado”. Para acessar o aplicativo e suas funcionalidades, toque em “Fazer login”. Depois de logado, cadastre a conta em que deseja receber o dinheiro quando ele for liberado. Para isso, clique em “Meu perfil” e vá em “Contas bancárias”.
    Em “Instituição financeira”, busque pelo seu banco ou instituição de pagamento. Selecione conta corrente e informe os dados da conta que deseja cadastrar para receber a garantia.
    Solicite o pagamento da garantia na página inicial do aplicativo, clicando na instituição em que mantinha conta ou investimento.
    Ao finalizar o cadastro, a pessoa física poderá visualizar o valor que irá receber.
    Será necessário verificar a identidade por meio de biometria, com a câmera do celular, e realizar a assinatura digital confirmando a solicitação do pagamento da garantia.
    Em até dois dias úteis, o dinheiro será depositado na conta informada.
    E O EXCEDENTE?

    Para o excedente, o caminho é mais complexo e passa pela liquidação extrajudicial. Jorge Calazans afirma que, como forma de proteção, o investidor deve guardar todos os documentos relacionados ao investimento, como extratos, contratos e comprovantes.

    Em casos mais complexos, segundo o advogado, pode fazer sentido buscar também a responsabilização civil e penal dos administradores, a fim de ampliar as fontes de ressarcimento para além da massa do banco.

    O QUE DETERMINA SE HAVERÁ DINHEIRO PARA PAGAR O EXCEDENTE?

    A recuperação dos valores acima do limite do FGC depende de diversos fatores. Santos Filho afirma que, quanto maior o volume de ativos em caixa e quanto mais líquida for essa reserva, mais fácil tende a ser a liquidação. Por outro lado, se a carteira de crédito estiver muito concentrada ou houver disputas judiciais relevantes sobre os ativos, o processo tende a se prolongar.

    O professor também destaca a importância do histórico de provisões e da transparência das operações. Caso tenham ocorrido irregularidades na formação da carteira do banco, é possível que as provisões também tenham sido manipuladas. Nesse cenário, será necessário apurar primeiro o que de fato constitui ativo verdadeiro para, então, definir o tamanho real do patrimônio e iniciar o processo de liquidação.

    Salvatore Milanese, especialista em reestruturação e gestão de riscos no mercado financeiro, acrescenta que a qualidade dos ativos é determinante. O banco captou recursos no mercado e os aplicou em diversas operações. Se os créditos concedidos a empresas e pessoas físicas forem de boa qualidade e retornarem, os investidores com aplicações acima de R$ 250 mil poderão recuperar parte dos valores. Caso contrário, se os recursos tiverem sido direcionados a ativos ruins e de alto risco, sem perspectiva de retorno, a recuperação ficará comprometida.

    O QUE É GARANTIDO PELO FGC?

    O valor máximo coberto é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada conglomerado financeiro e inclui:

    Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio
    Poupança
    Depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado, como CDB e RDB
    Depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques, destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares
    LC (letra de câmbio)
    LH (letra hipotecária)
    LCI (letras de crédito imobiliário)
    LCA (letras de crédito do agronegócio)
    LCD (letras de crédito do desenvolvimento)
    Operações compromissadas que tenham como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.

    Veja o que acontece com quem tem mais de R$ 250 mil no Master

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Mbappé e técnico do Real defendem Vini Jr.

    Mbappé e técnico do Real defendem Vini Jr.

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Mbappé e o técnico Álvaro Arbeloa saíram de defesa de Vinicius Jr após o brasileiro ser vaiado na vitória sobre o Levante, no último sábado (17), no Santiago Bernabéu, pelo Campeonato Espanhol.

    O francês afirmou que “Vini é um ser humano” e que o elenco deve “protegê-lo melhor”. O camisa 10 destacou a qualidade do brasileiro e afirmou que o camisa 7 tem o apoio do time.

    “Não é culpa do Vini, mas sim de todo o elenco. A única coisa que digo à torcida é que vaie todo o elenco. [..] Vini é um ser humano. É um grande jogador. Tenho sorte de conhecê-lo e tenho muito carinho por ele. Temos que protegê-lo melhor, para que não esteja sozinho contra as pessoas. Não está sozinho no Real Madrid, todos estamos com ele. Quando está no seu melhor nível, é um dos melhores do mundo”, disse Mbappé, atacante do Real Madrid.

    O atacante pediu que a torcida vaie todo o time e não apenas um jogador: “Entendo as vaias. Antes de ser jogador, era um jovem que, quando não estava satisfeito, falava mal dos jogadores e vaiava. Eu entendo, mas as vaias têm que ser para todo o elenco e não para um jogador. Fomos mal como time e temos personalidade para mudar isso em campo”.

    Já o técnico Arbeloa pediu o apoio dos merengues para que Vinicius possa apresentar “sua melhor versão”. O comandante também descartou sacar o brasileiro do seu time titular.

    “O que desejo é o apoio do Bernabéu a todos os jogadores e, sobretudo, ao Vinicius. Está há muitos anos escrevendo sua história. Nos deu duas Ligas dos Campeões mágicas e ele precisa do Bernabéu para dar sua melhor versão. Como treinador, adoraria um Bernabéu ao lado de Vini e de todos os jogadores. […] Vini estará em campo sempre que disponível e que nos entregue o rendimento que está entregando. É um jogador fantástico. Preciso ter Vinicius em campo”, disse Arbeloa.

    O Real Madrid volta a campo nesta terça-feira (20), às 17h (de Brasília), para encarar o Monaco pela Liga dos Campeões. O time merengue é o sétimo colocado, com 12 pontos.

    MBAPPÉ NEGA PROBLEMA COM XABI

    De onde tirou que havia problema entre os jogadores e o treinador? Não é verdade dizer que Xabi não triunfou. Foi embora antes do fim dos campeonatos. Xabi, para mim, será um grande treinador. Tive uma boa reação com ele. Foi uma decisão do clube e temos que respeitar. Agora há um técnico novo e é a primeira experiência dele no profissional. Nós vamos ajudá-lo.

    O francês, porém, evitou julgar a decisão do clube de encerrar o vínculo com o treinador: “Falei com o Xabi quando tudo aconteceu, tenho um bom relacionamento com ele. Conversamos sobre a vida e queria apoiá-lo. Se foi justo ou injusto, não é minha responsabilidade”. comentou.

    A imprensa local vê uma “situação limite” para o atacante, apontado como um dos responsáveis pela saída de Xabi Alonso, assim como Jude Bellingham e Fede Valderde. O técnico espanhol deixou a equipe há uma semana, em comum acordo

    Folhapress | 08:15 – 19/01/2026

    Mbappé e técnico do Real defendem Vini Jr.

  • IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

    IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

    A imagem utilizada na peça publicitária é a mesma que aparece no perfil pessoal de Gabriela no Instagram. O uso de imagem de terceiros sem autorização prévia e expressa viola o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também contraria as normas da própria Meta

    (CBS NEWS) – Um bug na plataforma de automação de anúncios da Meta, que utiliza inteligência artificial, fez com que uma empresa brasileira exibisse fotos da filha de uma usuária em uma peça publicitária voltada à venda de produtos para a pele. A jovem nunca autorizou o uso de sua imagem.

    O problema começou há cerca de 30 dias, quando a farmacêutica Fátima Costa, de 65 anos, percebeu que anúncios da marca de cuidados com a pele Principia, no Instagram, passaram a exibir fotos de sua filha, a jornalista da Folha Gabriela Mayer.

    A imagem utilizada na peça publicitária é a mesma que aparece no perfil pessoal de Gabriela no Instagram. O uso de imagem de terceiros sem autorização prévia e expressa viola o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também contraria as normas da própria Meta, que proíbem o uso de dados sensíveis, como imagens de rosto, em anúncios.

    Funcionários da Meta ouvidos sob condição de anonimato afirmam que o episódio foi resultado de um erro na plataforma da empresa — uma “alucinação”, como é chamada no jargão da inteligência artificial. Segundo eles, o problema afeta apenas uma pequena parcela de usuários.

    A Principia afirma que nunca utilizou a imagem mencionada em seus materiais de divulgação. “Usamos apenas imagens com autorização de uso, diretamente com a Meta, sem envolvimento de agências. Questionamos a Meta assim que tivemos conhecimento desse caso e estamos aguardando uma posição quanto à autenticidade e à causa do possível uso dessa imagem nos anúncios”, informou a empresa.

    A marca utiliza a ferramenta Meta Advantage+ Creative, que promete editar automaticamente imagens e criar anúncios personalizados com base na forma como os usuários interagem com conteúdos publicitários. O anunciante define o objetivo da campanha, como ganhar seguidores, aumentar o engajamento ou ampliar as vendas.

    A Meta afirmou estar ciente do problema. “Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível”, disse a empresa.

    Pessoas com acesso ao departamento de soluções para negócios da Meta no Brasil negaram conhecimento sobre qualquer teste de ferramenta que exibisse fotos de conhecidos do público-alvo em anúncios. Segundo elas, a hipótese mais provável é a de um erro, já que a prática violaria as regras da própria companhia.

    A Principia reforça que trabalha exclusivamente com ferramentas da Meta, o que descartaria falhas em plataformas externas de personalização de anúncios. As edições feitas pela Advantage+ não aparecem na biblioteca de anúncios da Meta, o que dificulta a identificação das alterações realizadas automaticamente pela tecnologia.

    No caso relatado, mãe e filha se seguem mutuamente no Instagram, e Fátima afirma acessar com frequência o perfil de Gabriela. A farmacêutica destacou ainda que a imagem exibida no anúncio não estava armazenada em seu celular.

    Ao ver a propaganda pela primeira vez, Fátima pensou se tratar de um golpe financeiro, mas confirmou que o perfil utilizado era oficial da empresa.

    Nos contratos disponíveis ao público, a Meta se isenta de responsabilidade sobre textos ou imagens criados pela ferramenta Meta Advantage+. “Também não damos nenhuma garantia de que o conteúdo de anúncios será único e protegido por direitos de propriedade intelectual ou de que ele não violará os direitos de terceiros”, afirma a empresa em seus termos de uso.

    De acordo com as regras da Meta, caberia à Principia supervisionar os anúncios gerados por inteligência artificial a partir da ferramenta.

    Segundo a professora de direito digital da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Chiara Teffe, ainda é possível discutir quem deve ser responsabilizado pelo uso indevido de imagem e de dados pessoais. Ela destaca que não há precedentes para situações desse tipo.

    Pela descrição oficial da Meta, a Advantage+ não deveria utilizar fotos sem autorização. A ferramenta é projetada para otimizar peças publicitárias previamente fornecidas ou autorizadas pelo anunciante, como anúncios antigos, posts da própria conta, imagens de catálogo ou materiais licenciados.

    O CEO da agência de marketing PX/Brasil, Rico Araújo, explica que a Advantage+ reaproveita automaticamente conteúdos que tiveram melhor desempenho, inclusive posts antigos ou imagens de banco já utilizadas pela empresa. “Se não houver uma governança clara desses ativos — especialmente no uso de imagens com pessoas — o algoritmo apenas escala algo que já estava permitido”, afirma.

    Já o CEO da Polaris Group, Fernando Moulin, diz que a Meta tem oferecido descontos a empresas que adotam a Advantage+, embora ainda exista cautela no mercado. “A Meta tem a melhor propaganda: ‘ninguém conhece melhor como as pessoas interagem com o anúncio do que a gente’”, diz.

    Outra vantagem da ferramenta seria a possibilidade de testar múltiplas versões de um mesmo anúncio sem demandar grande esforço operacional. Ainda assim, nenhum dos três publicitários ouvidos pela Folha afirmou utilizar a ferramenta para criação automática de peças. “Eu, particularmente, não tenho usado criativos automáticos porque não fica claro o que vai ser gerado”, diz Araújo.

    O caso se soma a outras controvérsias envolvendo o uso indevido de imagens e direitos autorais por sistemas de inteligência artificial. Como mostrou a Folha, ferramentas do tipo utilizaram obras de autores como Clarice Lispector, Chico Buarque e Paulo Coelho para treinar modelos de IA sem autorização ou remuneração, além de recorrer a cópias piratas disponíveis na internet. Também já há registros do uso de imagens de pessoas famosas em anúncios criados por inteligência artificial sem consentimento.
     
     

     

    IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

  • Eduardo Paes descumpre promessa e anuncia pré-candidatura ao Governo do RJ

    Eduardo Paes descumpre promessa e anuncia pré-candidatura ao Governo do RJ

    Paes confirmou que é pré-candidato após reunião com o secretariado nesta segunda, na sede da prefeitura. Ele afirmou que deve anunciar oficialmente a saída até o Carnaval.

    (CBS NEWS) – O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou nesta segunda-feira (19) que vai renunciar ao cargo para disputar o governo estadual.

    É a primeira vez que Paes confirma publicamente a candidatura, que vinha costurando desde o ano passado. A decisão contraria as promessas reiteradas de que concluiria seu quarto mandato à frente do município.

    Paes confirmou que é pré-candidato após reunião com o secretariado nesta segunda, na sede da prefeitura. Ele afirmou que deve anunciar oficialmente a saída até o Carnaval.

    No sábado (17), o prefeito já havia indicado que era pré-candidato durante agenda no município de Santo Antonio de Pádua, no noroeste fluminense. Na fala, em tom jocoso, Paes pediu apoio ao prefeito da cidade, Paulinho da Refrigeração (MDB).

    Na semana passada, Paes comunicou a aliados que sairá no dia 20 de março. Ele também esteve com o presidente Lula para reafirmar o apoio à sua candidatura à reeleição, apesar de rusgas recentes na relação com o PT.

    O movimento foi uma consolidação do que já ocorria nos bastidores, em que Paes já falava abertamente sobre sua saída.

    A promessa de que concluiria o mandato foi feita durante as eleições e reafirmada em diferentes momentos ao longo de 2025.

    Na campanha, ele classificou como uma “obrigação” permanecer no cargo pelos quatro anos. Prometeu pela Portela, Vasco e o rei Momo. O compromisso foi renovado no primeiro ano de mandato, quando chegou até a ser chamado, de forma jocosa, de “mentiroso” pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.

    Em agosto, cometeu um ato falho ao dizer que o vice Eduardo Cavaliere tiraria sua “marca de prefeito mais jovem da história do Rio de Janeiro”. O sucessor tem 31 anos e Paes assumiu seu primeiro mandato aos 38.

    Em seguida, Paes buscou tirar da fala a conotação de despedida. Argumentou que fazia referência ao fato de que o vice assumiria o cargo dias depois em razão de uma viagem internacional já programada. Contudo, Cavaliere já havia sido prefeito interino em outras oportunidades semelhantes, inexistindo qualquer ineditismo como descrito no ato falho.

    Aliados do prefeito dizem avaliar que não haverá desgaste ao prefeito. Eles afirmam que pesquisas internas apontam o desejo do eleitorado do prefeito para que ele concorra ao governo, que vive uma crise financeira e na segurança pública.

    Paes intensificou a agenda de Cavaliere a partir do segundo semestre de 2025, num plano, segundo aliados, de acostumá-lo aos ritos do cargo. Parte dos secretários passou a se reportar a ambos.

    Eduardo Paes descumpre promessa e anuncia pré-candidatura ao Governo do RJ

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  • Governo da França reconhece falha que poderia ter evitado abuso de Gisèle Pelicot

    Governo da França reconhece falha que poderia ter evitado abuso de Gisèle Pelicot

    A mulher era dopada e violentada por estranhos recrutados por Dominique na internet enquanto estava desacordada. Ele foi condenado a 20 anos de prisão por um tribunal de Avignon

    (CBS NEWS) – Um relatório do Ministério da Justiça da França, publicado nesta segunda-feira (19), revela que falhas na investigação de um caso de estupro ocorrido em 1999 poderiam ter evitado os abusos sofridos por Gisèle Pelicot. O ex-marido dela, Dominique Pelicot, foi condenado em dezembro de 2024 por ter orquestrado estupros contra a então companheira entre 2011 e 2020.

    A mulher era dopada e violentada por estranhos recrutados por Dominique na internet enquanto estava desacordada. Ele foi condenado a 20 anos de prisão por um tribunal de Avignon.

    A investigação do governo francês mostrou que, antes de cometer esses crimes, Dominique poderia ter sido ligado a uma tentativa de estupro contra uma corretora imobiliária em 1999, em Villeparisis, na região de Seine-et-Marne, próxima a Paris. O caso só foi reaberto em 2022, quando ele admitiu a culpa após ser identificado por meio de DNA encontrado no local.

    Na época, Dominique já era investigado pelos estupros contra a esposa, descobertos em 2020, quando ele foi preso ao filmar mulheres em um shopping da região de Mazan. A polícia encontrou cerca de 4.000 vídeos de abusos contra Gisèle em seu computador.

    O relatório aponta, no entanto, que a identificação poderia ter ocorrido em 2010. Naquele ano, Dominique foi preso na região metropolitana de Paris, também por filmar mulheres desconhecidas, e teve uma amostra de DNA coletada. O material era compatível com o DNA registrado no estupro de 1999.

    O resultado da análise, porém, foi enviado por carta ao Tribunal de Justiça de Meaux, responsável pelo caso de Nanterre. O Ministério da Justiça constatou que não há indícios de que a corte tenha recebido o documento que poderia levar à condenação de Dominique.

    Diante da constatação, o ministério informou que mudará os protocolos de envio de resultados de análises de DNA, que ainda são feitos pelos correios. A recomendação é que esses documentos passem a ser transmitidos exclusivamente de forma digital.

    Na sexta-feira (16), a Promotoria de Nanterre informou à agência AFP que Dominique será alvo de novas investigações. Além do estupro de 1999, ele é investigado por um caso de violência sexual seguida de assassinato ocorrido na cidade em 1991. Nos dois episódios, as vítimas eram corretoras de imóveis.

    Dominique nega participação no crime de 1991, e o relatório do Ministério da Justiça aponta que o Tribunal de Justiça de Paris perdeu objetos apreendidos na cena, incluindo roupas que poderiam conter vestígios de DNA.

    CASO PELICOT

    O processo contra Dominique Pelicot ganhou repercussão mundial após Gisèle pedir que o julgamento fosse público, sob o argumento de que “a vergonha tem que mudar de lado”. Durante o julgamento, ela afirmou: “Quando ouço essas mulheres, esposas dos acusados, dizerem que seus maridos não são estupradores, eu pensava o mesmo. Quando decidi retirar o sigilo, queria que elas dissessem: ‘Se a senhora Pelicot fez isso, nós também podemos’. Não quero mais que elas sintam vergonha. A vergonha não é nossa, é deles. Não expresso nem minha raiva nem meu ódio, mas a determinação de mudar esta sociedade”.

    Dominique afirmou ter crescido em um ambiente familiar nocivo, com um pai “autoritário e tirânico”. Segundo sua advogada, ele sofreu uma série de traumas na infância antes de “cair na perversidade”. A defesa sustenta que o réu teria dupla personalidade.

    Ele recrutou cerca de 50 homens, principalmente por meio de fóruns online. Em depoimento, afirmou que deixava claro aos desconhecidos que a esposa não estava consciente e que eles não deveriam tentar acordá-la.

    Alguns dos réus contestaram essa versão e disseram ter sido enganados. Segundo eles, Dominique afirmou que Gisèle apenas estaria dormindo e consentia com as atitudes do então marido.
     
     

    Governo da França reconhece falha que poderia ter evitado abuso de Gisèle Pelicot

  • Governo discute proposta para que Banco Central passe a fiscalizar fundos de investimento, diz Haddad

    Governo discute proposta para que Banco Central passe a fiscalizar fundos de investimento, diz Haddad

    Haddad ressaltou que não fala em nome do governo ao apresentar a ideia, mas disse que a proposta está sendo discutida pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e pelo Ministério da Gestão e Inovação.

    (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) afirmou nesta segunda-feira (19) que diferentes áreas do governo discutem uma proposta de ampliação das atribuições de fiscalização do Banco Central, para que a autoridade monetária assuma uma tarefa que hoje é da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e passe a fiscalizar fundos de investimento.

    “Apresentei uma proposta que está sendo discutida no Executivo de ampliar o perímetro regulatório do Banco Central”, disse Haddad em entrevista ao UOL News. “O Banco Central precisa passar a fiscalizar os fundos.”

    Haddad ressaltou que não fala em nome do governo ao apresentar a ideia, mas disse que a proposta está sendo discutida pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e pelo Ministério da Gestão e Inovação.

    “Tem muita coisa que deveria estar no âmbito do Banco Central e está no âmbito da CVM, equivocamente”, afirmou Haddad.

    A proposta surge na esteira das suspeitas de utilização de fundos de investimento para práticas de crimes.

    Em agosto de 2025, a Receita Federal deflagrou a operação Carbono Oculto, mirando a infiltração do crime organizado na economia formal, incluindo uso de múltiplas camadas de fundos de investimento para ocultação de patrimônio.

    Em janeiro de 2026, veio a tona a utilização de fundos utilizados para inflar artificialmente ativos do Banco Master, numa espécie de ciranda financeira. Em um dos casos, um armarinho que antes tinha capital social de R$ 100 se transformou numa empresa de venda de crédito de carbono que valeria, supostamente, R$ 31 bilhões.

    GALÍPOLO ‘DESCASCOU O ABACAXI’ DO BANCO MASTER, DIZ HADDAD

    O ministro voltou a defender a atuação do Banco Central no caso do Banco Master, liquidado em novembro, e disse que o presidente da autoridade monetária herdou diversos problemas da gestão de Roberto Campos Neto.

    “O presidente nomeado pelo governo anterior [Campos Neto] trabalhou o tempo inteiro para sabotar esse governo”, disse. “O problema do Banco Master foi constituído na gestão anterior. Não cresceu nesse ano em que o Galípolo descascou o abacaxi, […] resolvendo com grande competência.”

    Ao elencar o que chamou de problemas herdados por Galípolo, Haddad falou também em “desancoragem das expectativas”, citando indiretamente o que seriam falas do ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, sobre possível desvalorização do real frente ao dólar.

    Também citou a expansão das fintechs. “O Banco Central inventou essa figura e disse ‘só vou fiscalizar vocês em 2029’. Tá aí o pepino todo, que a oposição explorou quando a gente quis trazer pra dentro da fiscalização da Receita Federal. Pra desviar a atenção porque provavelmente nós vamos pegar gente graúda da oposição. Estão com medo do quê?”.

    Questionado sobre críticas do mercado financeiro com relação ao cumprimento das regras fiscais, Haddad afirmou que “está faltando honestidade com número”, disse que Bolsonaro entregou o orçamento com déficit de 1,6% do PIB e que, considerando o déficit de 0,48% em 2025, houve redução de 70% no nível de endividamento anual.

    FUTURO DO GOVERNO

    O titular da Fazenda disse que espera ver aprovadas ainda este ano, no Congresso, a regulamentação da inteligência artificial e o Redata, pacote de incentivos para instalação de data centers em território nacional. O ministro disse que questões mais sensíveis, “que mexem com o bolso dos super-ricos”, não estarão na pauta de 2026.

    Sobre um futuro Ministério da Segurança Pública, ele afirmou que o presidente Lula tem deixado claro que a criação da pasta só ocorrerá se houver aprovação da PEC da Segurança.

    Governo discute proposta para que Banco Central passe a fiscalizar fundos de investimento, diz Haddad

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Cristiano Ronaldo vence Juventus na Justiça em disputa de R$ 61 milhões na pandemia

    Cristiano Ronaldo vence Juventus na Justiça em disputa de R$ 61 milhões na pandemia

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cristiano Ronaldo não precisará devolver à Juventus os 9,8 milhões de euros (cerca de R$ 61 milhões na cotação atual) recebidos durante a pandemia da Covid-19, conforme decisão da Justiça do Trabalho de Turim.

    A Justiça do Trabalho de Turim manteve a decisão do tribunal arbitral favorável ao jogador português. O entendimento é que a Juventus deve pagar a Ronaldo o valor bruto de salários referentes ao período da pandemia, e não o valor líquido, como defendia o clube.

    A Juventus pedia que Cristiano Ronaldo devolvesse cerca de 9,8 milhões de euros, valor pago durante a crise sanitária. O clube alegava que houve erro no cálculo das remunerações na chamada “manobra dos salários” durante a covid-19, mas não conseguiu reverter a decisão arbitral.

    O clube italiano também foi condenado a arcar com as despesas legais do processo. A Justiça determinou que a Juventus pague cerca de 50 mil euros em honorários advocatícios.

    A Juventus ainda pode recorrer da decisão. O clube avalia com seus advogados se apresentará recurso.

    O atacante será baixa do Palmeiras no jogo desta terça-feira (20) contra o Novorizontino, às 20h (de Brasília). Ele cumpriu cronograma individualizado com a preparação física no gramado no treino da manhã desta segunda-feira (19)

    Folhapress | 14:45 – 19/01/2026

    Cristiano Ronaldo vence Juventus na Justiça em disputa de R$ 61 milhões na pandemia