Autor: REDAÇÃO

  • Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Ministério da Justiça deu cinco dias para a plataforma explicar como monitora e remove conteúdos ligados à tendência “No caso de ela dizer não”. Polícia Federal abriu investigação após vídeos simularem agressões contra mulheres viralizarem nas redes

    O governo federal deu prazo de cinco dias para que o TikTok explique quais medidas adotou para combater uma série de vídeos que circulavam na plataforma incentivando a violência contra mulheres. A cobrança foi feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a viralização de conteúdos ligados à tendência chamada “No caso de ela dizer não”.

    Segundo o ministério, os vídeos começaram a se espalhar nas redes sociais por volta do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e mostravam jovens simulando agressões contra figuras femininas.

    As publicações exibiam cenas em que homens davam socos, chutes ou simulavam ataques com faca contra manequins que representavam mulheres, acompanhadas de mensagens que sugeriam ou justificavam violência em caso de rejeição amorosa.

    Diante da repercussão, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal, que abriu uma investigação para identificar os responsáveis pelos conteúdos. Até o momento, pelo menos quatro perfis que divulgaram os vídeos já foram identificados pelas autoridades.

    O governo também solicitou explicações detalhadas ao TikTok Brasil sobre como funciona o sistema de moderação da plataforma. Entre os pontos questionados estão os mecanismos automáticos de detecção de conteúdo, a revisão feita por moderadores humanos, o monitoramento de tendências virais e o funcionamento do algoritmo de recomendação.

    Além disso, a empresa deverá informar se os perfis que divulgaram os vídeos receberam algum tipo de monetização ou benefício financeiro por meio da plataforma.

    As autoridades também pretendem analisar metadados das publicações para ajudar a identificar os usuários por trás dos perfis responsáveis pela disseminação do conteúdo.

    O Ministério da Justiça afirmou que a responsabilidade das redes sociais vai além de simplesmente remover postagens denunciadas. Segundo a pasta, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliaram a responsabilidade civil das plataformas, que devem agir de forma preventiva diante de conteúdos que possam configurar crimes, especialmente aqueles relacionados à violência contra mulheres.

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou sobre o caso e alertou que esse tipo de publicação pode configurar incitação ao feminicídio, agressões físicas e violência psicológica.

    Em resposta à agência de notícias AFP, o TikTok afirmou que os conteúdos citados já foram removidos da plataforma e que suas equipes trabalham para identificar e eliminar publicações que violem as regras da comunidade.

    O caso ocorre em meio à preocupação crescente com a violência de gênero no país. Um estudo acadêmico citado pelo governo aponta que o Brasil registrou cerca de 6.900 vítimas de feminicídio ou tentativa de feminicídio em 2025, número 34% maior do que o registrado em 2024.

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

  • Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Atriz britânica voltou a usar um vestido Versace que marcou sua passagem pela Met Gala de 1999. A peça reapareceu durante uma viagem à Índia, e Hurley compartilhou nas redes sociais a comparação entre o look antigo e o atual

    A atriz britânica Elizabeth Hurley, de 60 anos, surpreendeu os fãs ao reutilizar um vestido que havia usado há quase três décadas. A peça, da grife Versace, foi usada originalmente por ela na Met Gala de 1999, em Nova York, e voltou a aparecer recentemente durante uma viagem da atriz à Índia.

    O modelo preto chama atenção pelo decote profundo, fenda na coxa e aplicações de pedrarias em tons de rosa e laranja. Hurley compartilhou nas redes sociais uma comparação entre duas fotos: uma de 1999, quando usou o vestido no famoso evento de moda, e outra atual, em 2026, usando a mesma peça.

    Na legenda da publicação, feita no Instagram, a atriz comentou o retorno do look.

    “Viva a Versace! Para a aventura deste fim de semana na Índia, fui aos meus arquivos e resgatei uma das minhas peças favoritas, que usei pela última vez na Met Gala em 1999. Podem ter se passado 27 anos, mas alguns amores nunca desaparecem”, escreveu.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1)

    Em outra postagem, Hurley também falou sobre a relação que tem com a Índia, país que visita com frequência. Segundo ela, o local ocupa um espaço especial em sua vida há mais de duas décadas.

    “A Índia tem sido uma parte importante da minha vida por mais de 20 anos e eu valorizo cada momento neste país maravilhoso. Que noite mágica de volta ao paraíso, reencontrando algumas das minhas pessoas favoritas do planeta”, afirmou.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1)

    Atualmente, Elizabeth Hurley vive um relacionamento com o cantor Billy Ray Cyrus, pai da artista Miley Cyrus. O romance foi assumido publicamente nas redes sociais durante a Páscoa do ano passado.

    Os dois se conheceram em 2022, durante as filmagens de um filme de Natal. O relacionamento começou algum tempo depois, quando o cantor country finalizou o divórcio de sua terceira esposa, Firerose, em 2024.

     

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

  • Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Guarda Revolucionária diz que dois projéteis atingiram a base de Arifjan, que abriga forças americanas no Golfo. Arábia Saudita afirma ter interceptado mísseis iranianos, enquanto Teerã anuncia nova ofensiva contra Israel e alvos ligados aos Estados Unidos

    A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta terça-feira que lançou mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos no Kuwait. A informação foi divulgada pelas agências iranianas Mehr e Fars, embora o governo do Kuwait ainda não tenha confirmado oficialmente o ataque.

    Segundo as agências, dois mísseis teriam atingido a base de Arifjan, uma importante instalação militar localizada ao sul da Cidade do Kuwait. O local abriga o quartel-general avançado da componente terrestre do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio.

    Horas antes do suposto ataque, autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do próprio Kuwait haviam informado que detectaram mísseis lançados a partir do território iraniano. Alguns deles teriam como alvo bases militares dos EUA na região.

    O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou que sete mísseis balísticos foram disparados pelo Irã. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas americanas perto da capital Riad.

    De acordo com o governo saudita, todos os seis mísseis direcionados à base foram interceptados e destruídos pelas defesas do país. Um outro projétil, que seguia em direção ao leste do território saudita, também foi neutralizado.

    A Guarda Revolucionária do Irã também anunciou novos ataques contra Israel e bases militares americanas no Iraque, além de operações contra forças navais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a força de elite iraniana afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de instalações consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos EUA, que atua no Golfo.

    Segundo outra nota divulgada pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, esta ofensiva teria sido “a mais intensa e devastadora” desde o início do conflito, com ataques realizados durante mais de três horas.

    As forças armadas iranianas também afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses ataques.
     
     

     

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

  • Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, embarcação foi atingida por projétil não identificado no Golfo Pérsico. Tripulação está segura, mas ataque aumenta a tensão em uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte mundial de petróleo.

    Um navio porta-contêineres foi atingido por um projétil nas proximidades do estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. A informação foi divulgada pela UKMTO (United Kingdom Maritime Trade Operations), agência de segurança marítima vinculada às Forças Armadas do Reino Unido.

    Segundo o órgão, o capitão da embarcação relatou que o navio sofreu danos após ser atingido por um projétil ainda não identificado, mas informou que todos os tripulantes estão em segurança.

    O incidente ocorreu a cerca de 25 milhas náuticas (aproximadamente 46 quilômetros) a noroeste de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos. A área fica dentro do Golfo Pérsico, próxima ao estreito de Ormuz, ponto crucial para o comércio global de petróleo.

    A região vive um período de forte tensão após a escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que colocou a navegação no Golfo sob alerta máximo.

    De acordo com a UKMTO, 14 incidentes envolvendo embarcações foram registrados entre 28 de fevereiro, data em que começou a atual crise militar, e esta terça-feira. Desse total, quatro casos foram classificados como atividades suspeitas, como relatos de explosões ou detonações próximas, enquanto dez ataques atingiram diretamente navios.

    Segundo a agência, esses episódios já deixaram sete marinheiros mortos.

    O estreito de Ormuz é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do planeta, por onde normalmente passam cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo. No entanto, o fluxo de embarcações caiu drasticamente desde o início da ofensiva militar liderada por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

    Teerã respondeu com ameaças de bloquear completamente a passagem. O governo iraniano afirmou que poderá impedir a exportação de “um único litro de petróleo da região” caso os ataques contra o país continuem.

    Washington, por sua vez, declarou que qualquer tentativa de bloquear o estreito poderá levar a uma intensificação da ofensiva militar.

    Diante da sequência de ataques e das ameaças crescentes, companhias de navegação têm evitado a rota, o que fez o tráfego no estreito de Ormuz cair a níveis mínimos nas últimas semanas.
     
     

     

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

  • STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Darren Beattie, ligado ao Departamento de Estado e aliado de Donald Trump, recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para visitar o ex-presidente em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por participação em tentativa de golpe após as eleições de 2022

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de um assessor ligado ao governo dos Estados Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de prisão em Brasília. O encontro está marcado para o dia 18 de março, no complexo penitenciário da capital federal.

    A autorização permite que Darren Beattie, atual assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA para temas relacionados ao Brasil, visite Bolsonaro. Segundo a decisão judicial, Beattie poderá estar acompanhado de um intérprete, cuja identidade deverá ser informada previamente às autoridades.

    A defesa de Bolsonaro havia solicitado que a visita ocorresse nos dias 16 ou 17 de março, período em que o assessor norte-americano estará em missão oficial no Brasil. No entanto, Moraes rejeitou a mudança e determinou que o encontro siga o calendário regular de visitas da unidade prisional.

    Na decisão, o ministro afirmou que não há justificativa legal para alterar as regras da prisão. Segundo ele, os visitantes devem se adequar ao regime do sistema penitenciário, e não o contrário.

    Durante a viagem ao Brasil, Darren Beattie também deverá se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e uma das principais lideranças da direita brasileira.

    Beattie já fez críticas públicas ao ministro Alexandre de Moraes, a quem acusou de liderar um suposto sistema de censura contra Bolsonaro e seus apoiadores. O assessor chegou a defender a aplicação de sanções contra o magistrado.

    Bolsonaro está preso desde 25 de novembro de 2025, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão. A Corte considerou que ele participou da articulação de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Entre os crimes apontados na sentença estão organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.

    De acordo com as investigações, Bolsonaro nunca reconheceu oficialmente a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2022. Após o resultado, ele passou a questionar o sistema eletrônico de votação e incentivou manifestações de caráter antidemocrático em frente a quartéis militares.

    A crise política culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando milhares de apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, em Brasília, em uma tentativa de impedir o funcionamento das instituições e reverter o resultado eleitoral.

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Darren Beattie, ligado ao Departamento de Estado e aliado de Donald Trump, recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para visitar o ex-presidente em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por participação em tentativa de golpe após as eleições de 2022

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de um assessor ligado ao governo dos Estados Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de prisão em Brasília. O encontro está marcado para o dia 18 de março, no complexo penitenciário da capital federal.

    A autorização permite que Darren Beattie, atual assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA para temas relacionados ao Brasil, visite Bolsonaro. Segundo a decisão judicial, Beattie poderá estar acompanhado de um intérprete, cuja identidade deverá ser informada previamente às autoridades.

    A defesa de Bolsonaro havia solicitado que a visita ocorresse nos dias 16 ou 17 de março, período em que o assessor norte-americano estará em missão oficial no Brasil. No entanto, Moraes rejeitou a mudança e determinou que o encontro siga o calendário regular de visitas da unidade prisional.

    Na decisão, o ministro afirmou que não há justificativa legal para alterar as regras da prisão. Segundo ele, os visitantes devem se adequar ao regime do sistema penitenciário, e não o contrário.

    Durante a viagem ao Brasil, Darren Beattie também deverá se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e uma das principais lideranças da direita brasileira.

    Beattie já fez críticas públicas ao ministro Alexandre de Moraes, a quem acusou de liderar um suposto sistema de censura contra Bolsonaro e seus apoiadores. O assessor chegou a defender a aplicação de sanções contra o magistrado.

    Bolsonaro está preso desde 25 de novembro de 2025, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão. A Corte considerou que ele participou da articulação de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Entre os crimes apontados na sentença estão organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.

    De acordo com as investigações, Bolsonaro nunca reconheceu oficialmente a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2022. Após o resultado, ele passou a questionar o sistema eletrônico de votação e incentivou manifestações de caráter antidemocrático em frente a quartéis militares.

    A crise política culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando milhares de apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, em Brasília, em uma tentativa de impedir o funcionamento das instituições e reverter o resultado eleitoral.

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

  • Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA

    Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA

    Charlie Kirk, que era conhecido por propagar discurso de ódio contra minorias, morreu depois de ser baleado no pescoço enquanto participava de um evento na Universidade de Utah Valley, em 10 de setembro de 2025

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou Erika Kirk como conselheira na Academia da Força Aérea. Ela é viúva do ativista de direita Charlie Kirk, morto em um atentado em setembro de 2025.

    O nome de Erika consta no site da Academia da Força Aérea dos EUA como parte do Conselho de Visitantes, um colegiado que analisa a moral e a disciplina dos alunos, o currículo e o ensino, a infraestrutura da instituição, seus assuntos fiscais, métodos acadêmicos e outras questões relacionadas à academia.

    A instituição militar de ensino superior forma oficiais para a Força Aérea e a Força Espacial do país. Os alunos passam por quatro anos de formação e, ao completar o curso, recebem o posto de segundo-tenente.

    Erika substitui o marido, que era membro do conselho. Também são parte do grupo nomeado por Trump Dina Powell, ex-assessora do presidente que é presidente da Meta desde janeiro de 2026, o palestrante Dan Clark, o coronel da Força Aérea aposentado Doug Nikolai e o senador republicano Tommy Tuberville.

    Além dos nomes designados por Trump, fazem parte do Conselho de Visitantes outras dez personalidades, escolhidas pelo Congresso americano.

    Desde a morte do marido, Erika Kirk tomou a frente da organização de mobilização jovem de direita fundada por ele, a Turning Point USA. Ex-Miss Arizona, ela apresenta um podcast e costumava participar de eventos ao lado do marido para discutir o papel da fé cristã em seu casamento e em sua família.

    Charlie Kirk morreu depois de ser baleado no pescoço enquanto participava de um evento na Universidade de Utah Valley, em 10 de setembro de 2025. Um mês depois, Trump lhe concedeu a Medalha Presidencial da Liberdade de maneira póstuma. Essa é a mais alta honraria civil do país, e sua outorga é prerrogativa única do presidente americano.

    Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA

  • Rihanna deixa Los Angeles após atentado a tiros contra sua casa na cidade

    Rihanna deixa Los Angeles após atentado a tiros contra sua casa na cidade

    Ivanna Lisette dirigia um Tesla branco e disparou cerca de dez tiros em direção à residência de Rihanna em Beverly Hills; cantora estava no local no momento do ataque, mas não ficou ferida

    LONDRINA, PR (UOL/CBS NEWS) – Rihanna, 38, foi vista deixando a cidade de Los Angeles na tarde desta terça-feira (10). A cantora embarcou em um voo no Aeroporto de Van Nuys, rumo a destino desconhecido. De acordo com o portal TMZ, funcionários da artista se encarregaram de transportar sua bagagem até o aeroporto antes da viagem.

    Rihanna estaria em “pânico total” após o atentado a tiros que sua casa em LA sofreu anteontem. “Rihanna ouviu os tiros, mas inicialmente ficou confusa sobre o que havia acontecido. Ela não entende por que alguém atacaria sua família”, declarou uma fonte anônima à revista People.

    A suposta autora do ataque, Ivanna Lisette Ortiz, 30, já está presa. Ela foi detida nas proximidades da residência de Rihanna e segue sob custódia na cadeia do Condado de Los Angeles.

    Ivanna teria disparado dez tiros contra a casa de Rihanna. A motivação do crime ainda está sendo investigada.

     

    Rihanna deixa Los Angeles após atentado a tiros contra sua casa na cidade

  • Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Principais credores são os bancos; acordo foi fechado com Itaú e outros detentores de 46% da dívida; grupo reforçou que medida não afeta pagamento a fornecedores e que lojas funcionam normalmente

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A incerteza sobre a “continuidade operacional” do GPA (Grupo Pão de Açúcar), uma das maiores e mais tradicionais empresas do varejo brasileiro, que havia sido mencionada pela administração do grupo no último balanço, foi conhecida com mais detalhes nesta terça (10), quando a empresa anunciou acordo com os seus maiores credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial, que engloba dívidas de R$ 4,5 bilhões.

    Diferentemente do plano de recuperação judicial, pelo qual passa a Americanas, por exemplo, em que todas as dívidas do grupo (trabalhistas, com fornecedores, bancos etc.) são renegociadas na Justiça, na recuperação extrajudicial a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Segundo André Moraes, sócio do Moraes & Savaget Advogados, para iniciar o pedido extrajudicial, é necessária a adesão de credores que representem ao menos um terço das dívidas selecionadas,. Após o protocolo, a empresa tem um prazo de 90 dias para elevar esse apoio para a maioria simples (50% mais um), atingindo o quórum necessário para a validação.

    No caso do GPA, os maiores credores são os bancos. O acordo foi assinado com instituições que concentram 46% dos créditos sujeitos ao plano (R$ 2,1 bilhões), percentual superior ao quórum mínimo de um terço dos créditos afetados, conforme prevê a lei. São elas Itaú, Robobank, HSBC e BTG, apurou a reportagem.

    “Ficam expressamente excluídas obrigações correntes junto a fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas”, afirmou o grupo, em comunicado.

    As ações da empresa enfrentaram forte queda no pregão da B3 desta terça e chegaram a entrar em leilão logo no início das negociações, quando o tombo era de mais de 8%. Fecharam com perdas de 2,93%, a R$ 2,65.

    Segundo a companhia, o plano já produz efeitos imediatos e prevê a suspensão temporária das obrigações financeiras junto aos credores incluídos no processo. Com isso, a empresa tem 90 dias para ampliar a adesão ao acordo e negociar uma solução definitiva para sua estrutura de capital.

    O GPA afirmou que vai divulgar detalhes adicionais sobre o processo e os documentos da reestruturação em seu site de relações com investidores nas próximas semanas.

    EFEITO CASINO

    O período de 90 dias funciona como uma trégua nas cobranças enquanto a varejista tenta reorganizar o perfil de seu endividamento e buscar um equilíbrio financeiro. O que está sendo muito difícil, conforme apontam ex-executivos da empresa e fontes próximas ao atual comando, ouvidos pela reportagem.

    O Casino, que comandou o Pão de Açúcar entre 2012 e 2023, fez uma “limpa” nos ativos do grupo, na tentativa de aliviar o seu próprio endividamento na França. Entre 2012, quando passou às mãos do Casino, e 2023, quando os franceses deixaram o controle, o GPA encolheu 64% em receita bruta.

    Sob a gestão do Casino, o grupo usou o caixa da venda das Casas Bahia, em 2019, para comprar a varejista colombiana Éxito, o que, segundo essas fontes, era um ativo não estratégico para o Brasil. Foi uma compra da ordem de US$ 9 bilhões, desfeita cinco anos depois, por cerca de US$ 700 milhões. O restante do dinheiro de Casas Bahia teria sido dividido entre os sócios; já o GPA, que detinha 97% das ações do Éxito, ficou praticamente sem nada.

    De acordo com os executivos, esse capital poderia ter resolvido a dívida líquida do GPA. Mas os franceses seguiram abrindo mão dos ativos em negociações malfeitas, como a venda da CNova, o braço de comércio eletrônico do Casino, do qual o GPA detinha 33%.

    Por meio de sua assessoria de imprensa, o Casino respondeu que sua estrutura acionária e de governança “sofreu alterações significativas” desde abril do ano passado. As mudanças se referem à saída do ex-dono do Casino, Jean-Charles Naouri, que passou o controle do grupo para um consórcio liderado pelo bilionário tcheco Daniel Kretinsky. “Nesse contexto, o Casino não pretende comentar retrospectivamente sobre a gestão anterior do GPA.”

    Entre 2024 e o início de 2025, o Casino foi abrindo mão da sua participação, mas continuou como principal acionista. Essa posição, porém, mudou em maio do ano passado, quando a família Coelho Diniz, dedicada ao varejo no interior de Minas Gerais, se tornou o acionista mais relevante do grupo, somando 24,6% de participação.

    TENTATIVA DE MANTER A CONFIANÇA DOS FORNECEDORES

    A empresa fez questão de destacar no comunicado desta terça que o pagamento dos fornecedores segue normalmente. No último dia 3, o GPA enviou uma carta a fornecedores para tentar conter temores de ruptura no abastecimento das lojas. No documento, o CEO Alexandre Santoro afirmou que as negociações em curso envolviam apenas credores financeiros -principalmente bancos e detentores de dívida- e não afetariam os parceiros comerciais da rede.

    A carta veio no dia seguinte ao rebaixamento da nota do grupo de “A” para “CCC” pela agência de classificação de risco Fitch. A nota indica risco substancial de calote e capacidade muito fraca de pagamento. Foi o segundo corte consecutivo desde novembro, quando o grupo já tinha perdido o grau “AA”. A agência apontou o aumento do risco de refinanciamento das dívidas, a piora da liquidez e a expectativa de fluxo de caixa livre negativo nos próximos anos caso o endividamento não fosse reduzido.

    No comunicado desta terça, a varejista ressaltou estar em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais -grupos que foram excluídos do plano justamente para evitar impactos na operação do negócio. A companhia disse ainda que a recuperação extrajudicial foi desenhada para preservar a operação das lojas. Segundo a empresa, as unidades seguem funcionando normalmente e o abastecimento não será afetado.

    O GPA afirmou que o objetivo da reestruturação é fortalecer o balanço e melhorar a sustentabilidade financeira no longo prazo. A decisão foi autorizada de forma unânime pelo conselho de administração e faz parte de negociações que vinham sendo conduzidas nas últimas semanas com instituições financeiras e detentores de títulos da empresa.

    BALANÇO INDICAVA ROMBO

    No final de fevereiro, a divulgação do balanço de 2025, em que a administração mencionava “incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da companhia”, já expôs a dimensão do problema. O GPA possui cerca de R$ 1,7 bilhão em dívidas com vencimento já em 2026 e terminou o último trimestre com capital de giro líquido negativo em aproximadamente R$ 1,2 bilhão. O endividamento total do grupo girava em torno de R$ 4 bilhões.

    Além disso, a companhia revelou a existência de R$ 15 bilhões em disputas tributárias classificadas como “perdas possíveis” -valores que não estão provisionados no balanço, mas que representam um risco potencial. Também existe um passivo trabalhista da ordem de R$ 17 bilhões. Mas essas duas dívidas que somam R$ 32 bilhões não entraram no pedido de recuperação extrajudicial.

    O excesso de discrição da família Coelho Diniz piora o cenário. Desde que se tornaram os principais acionistas do grupo, em maio do ano passado, no lugar do Casino, os Coelho Diniz não deram entrevistas. A família mineira controla uma rede de supermercados de mesmo nome, no leste de Minas Gerais. Faturam cerca de R$ 2 bilhões ao ano e passaram a dar as cartas em uma empresa que fatura mais de R$ 20 bilhões.

    A nova estrutura acionária do GPA foi um dos motivos que levaram ao rebaixamento da nota do grupo. “A Fitch ainda possui visibilidade limitada sobre a estratégia da companhia a médio e longo prazos, bem como em relação ao apetite por risco e à capacidade de executar as medidas necessárias para fortalecer seu perfil de crédito”, informou a agência.

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) – As redes sociais dos torcedores de Real Madrid e Manchester City lamentaram o sorteio das oitavas de final da Champions League. Os demais fãs de futebol celebraram. Pela sexta vez em sete anos, os dois clubes mais ricos do futebol atual irão se enfrentar num mata-mata do torneio de clubes mais importante do mundo, naquele que vem sendo considerado o “clássico dos clássicos” a nível planetário. A partida de ida, em Madri, será nesta quarta-feira (11), às 17h (de Brasília).

    No ranking da consultoria Deloitte, que mede o faturamento das maiores potências clubísticas, Real e City alternaram-se no primeiro lugar entre 2021 e 2024. Em 2025, o City caiu para o sexto lugar, depois de uma eliminação precoce na Champions justamente contra o time espanhol.

    Pelo segundo ano consecutivo, o clube de Madri ultrapassou um bilhão de euros em faturamento (cerca de R$ 6 bilhões), o triplo do Flamengo, a agremiação mais rica do Brasil. O Real Madrid é o maior vencedor da Champions League, com 15 títulos conquistados. Seis dessas vitórias se deram nos últimos 12 anos.

    O Manchester City, por sua vez, estabeleceu-se como força dominante no mais rico e importante campeonato nacional do mundo, a Premier League. Foram seis títulos nas últimas oito edições. Na temporada atual, o City disputa o troféu ponto a ponto com o Arsenal. Neste momento está atrás na tabela, mas tem um jogo a menos, e o confronto direto entre ambos será na casa do City.

    A partida desta quarta opõe filosofias futebolísticas distintas. O City é comandado por um técnico autoral, o espanhol Pep Guardiola, há dez anos no clube, que coreografa milimetricamente as jogadas de ataque e de defesa. O Real Madrid aposta na improvisação e no talento individual de craques como Vinicius Junior e Mbappé -que é dúvida para o jogo, alternando técnicos que atuam como gestores de egos. A aposta da vez é Álvaro Arbeloa, ex-comandante das categorias de base do clube.

    O confronto entre Real e City representa também uma passagem de bastão na economia do esporte. O Real é o pioneiro dos clubes multiculturais e globalizados dos tempos atuais. Sob a presidência de Santiago Bernabéu, nos anos 1950, o time trouxe astros internacionais como o húngaro Ferenc Puskas, o argentino Alfredo Di Stefano e o brasileiro Didi. Bernabéu foi também um dos criadores do torneio continental que deu origem à Champions.

    Meio século mais tarde, o Manchester City inaugurou uma nova era na trilha do futebol globalizado. Adquirido em 2008 por um fundo dos Emirados Árabes Unidos, o clube -que era uma potência média no futebol inglês- se tornou uma máquina de títulos e uma franquia internacional. Clubes como o New York City, o Girona, da Espanha, e o Bahia, do Brasil fazem parte do grupo City. A estratégia é globalizar a marca ao mesmo tempo que os satélites revelam talentos para a nave-mãe.

    Real e City são também as mais perfeitas traduções do fenômeno identificado por Simon Kuper e Stefan Szymanski no livro “Soccernomics”. Baseados em evidências, os dois autores, especialistas em economia do esporte, mostram como a capacidade de gerar receitas astronômicas e pagar salários altíssimos aos jogadores vem gerando desequilíbrio no futebol mundial.

    Já há alguns anos o ranking da Deloitte vem consolidando um “top 10” que representa a hiperelite do futebol. Seis dos clubes de maior faturamento no mundo são ingleses, o que consolida a Premier League como o campeonato nacional mais interessante do mundo -e dá a exata dimensão da façanha do City, hegemônico numa disputa hipercompetitiva.

    Real Madrid e Barcelona também aparecem todos os anos no “top 10”, o que transformou a La Liga num campeonato restrito a duas superpotências.

    Completam o “top 10” o Bayern de Munique e o Paris Saint-Germain. A disparidade entre esses dois clubes e todos os outros em seus respectivos países acabou com a graça dos campeonatos alemão e francês. O Bayern venceu 12 das 13 últimas edições da Bundesliga, enquanto o PSG se sagrou campeão em oito das últimas dez disputas da Ligue 1.

    Nesse cenário hiperconcentrado, a Champions se tornou o único lugar onde todos os grandes se encontram. Neste ano, nove dos “top 10” estão na fase de mata-mata, o que gera a expectativa de vários confrontos diretos. O vencedor do “clássico dos clássicos” entre Real Madrid e Manchester City emergirá como um favorito natural na disputa. Nada, no entanto, está garantido. Outros gigantes estão à espreita no caminho até a final prevista para o dia 30 de maio em Budapeste.

    CONFRONTOS ENTRE REAL E CITY EM MATA-MATAS NA CHAMPIONS

    2019-20 – Oitavas de final
    Real Madrid 1×2 Manchester City
    Manchester City 2×1 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2021-2022 – Semifinal
    Manchester City 4×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    Real Madrid classificado

    2022-2023 – Semifinal
    Real Madrid 1×1 Manchester City
    Manchester City 4×0 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2023-2024 – Quartas de final
    Real Madrid 3×3 Manchester City
    Manchester City 1×1 Real Madrid
    Real Madrid classificado na decisão por pênaltis

    2024-2025 – Playoff eliminatório
    Manchester City 2×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    *Real Madrid classificado

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global