Autor: REDAÇÃO

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    Influenciadora morre após realizar cirurgia plástica: "Ela lutou"

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    Velório de Laura Cardoso, morta aos 98 anos, reúne familiares e fãs em São Paulo

    DAVI GALANTIER KRASILCHIK
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  • Briga contra o rebaixamento abre a 23ª rodada da Série B do Brasileiro

    Briga contra o rebaixamento abre a 23ª rodada da Série B do Brasileiro

    A bola volta a rolar pela Série B do Campeonato Brasileiro nesta terça-feira, apenas dois dias após o término da jornada anterior. A 23ª rodada tem início com três partidas decisivas e briga acirrada contra o rebaixamento, envolvendo Londrina, Náutico e Ceará, além da intensa perseguição do Juventude à liderança da competição, nas mãos do Criciúma.

    A programação começa às 19h30 no estádio Vitorino Gonçalves Dias, onde o Londrina busca fôlego extra. Com 20 pontos e afundado na zona de rebaixamento, a equipe paranaense encara o Atlético-GO, que soma 32 e sonha em se aproximar do bloco de acesso.

    Logo na sequência, às 21h30, o Estádio dos Aflitos recebe um confronto direto eletrizante contra a degola. O Náutico, com 27 pontos, mede forças com o Ceará. O time cearense soma 25 e é a primeira equipe fora do Z-4, sustentando uma perigosa vantagem de apenas dois pontos em relação ao Avaí, que abre a zona de descenso.

    O fechamento da rodada tripla desta terça-feira ocorre às 21h35, no estádio Hailé Pinheiro. O Juventude viaja até Goiânia com o objetivo claro de colar no Criciúma. O clube gaúcho tem 39 pontos e precisa do triunfo diante do Goiás para não deixar o líder catarinense abrir vantagem no topo, além de proteger sua posição contra a aproximação do Vila Nova, atual terceiro colocado.

    Do outro lado do campo, o time da casa entra motivado para tentar dormir dentro da zona de classificação aos playoffs. Com 32 pontos somados, o Goiás está a apenas três de distância do Sport, o primeiro time dentro do G-6, e pode assumir a posição caso conquiste os três pontos como mandante.

    A 23ª rodada da Série B segue a todo vapor na quarta-feira (19) com mais cinco confrontos. A bola rola às 19h30 para Fortaleza e São Bernardo no Castelão, mesmo horário de Avaí e Sport na Ressacada.

    Na faixa das 20h30, o Cuiabá recebe o Operário-PR na Arena Pantanal, enquanto o Vila Nova encara a Ponte Preta em Goiânia. O Botafogo-SP e o líder Criciúma fecham a noite às 21h30, em Ribeirão Preto.

    O encerramento oficial da rodada acontece na quinta-feira (20). O Athletic-MG joga contra o CRB às 19h30, antecedendo o encontro decisivo entre Novorizontino e América-MG, às 20h30, no interior paulista.

    Confira todos os jogos da 23ª rodada da Série B:

    Terça-feira (18)

    19h30

    Londrina-PR x Atlético-GO

    21h30

    Náutico-PE x Ceará

    21h35

    Goiás x Juventude-RS

    Quarta-feira (19)

    19h30

    Fortaleza-CE x São Bernardo-SP

    Avaí-SC x Sport-PE

    20h30

    Cuiabá-MT x Operário-PR

    Vila Nova-GO x Ponte Preta-SP

    21h30

    Botafogo-SP x Criciúma-SC

    Quinta-feira (20)

    19h30

    Athletic-MG x CRB-AL

    20h30

    Novorizontino-SP x América-MG

    Novas regras contra a cera aumentaram em cerca de 5% o tempo médio de bola rolando nos nove primeiros jogos da 23ª rodada do Brasileirão. A média passou de 52min54s para 55min29s, segundo a CBF

    Folhapress | 08:00 – 18/08/2026

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    Mais da metade dos trabalhadores termina o mês sem dinheiro, diz levantamento da Serasa

     (FOLHAPRESS) – 

     

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  • Derrota levou Guardiola a anunciar o divórcio: “Perdemos a paixão”

    Derrota levou Guardiola a anunciar o divórcio: “Perdemos a paixão”

    O documentário “A Beautiful Obsession”, da Prime Video, traz várias revelações sobre os últimos anos de Pep Guardiola no Manchester City, tanto no âmbito esportivo quanto pessoal. Em determinado momento, em dezembro de 2024, o treinador catalão contou aos jogadores que havia se divorciado, logo após a derrota para a Juventus.

    “Rapazes, quero confessar uma coisa a vocês. Estou divorciado da mulher mais bonita do planeta, minha mulher, minha ex-mulher. Eu a amo de uma maneira incrível, mas perdemos a paixão. Por muitas razões, perdemos a paixão”, começou Guardiola, no vestiário.

    “Eu a amo? Sim, absolutamente. Ela me ama? Sim. Mas perdemos a paixão. Como se joga futebol? Jogamos com base em algo que temos aqui dentro. Onde está a paixão? Na vida, seja o que for que vocês façam, façam com paixão. Eu não quero bons jogadores, quero jogadores com paixão”, destacou.

    Mais tarde, após uma nova derrota, desta vez para o Bayer Leverkusen, em novembro de 2025, Guardiola voltou a falar sobre o assunto e admitiu estar “exausto”.

    “Eu trabalho para vocês e abro mão da minha vida, do meu divórcio e da minha família, que está longe, de tudo, por vocês. E o que vocês me dão em troca? A atuação que tiveram, todos vocês… É uma vergonha, rapazes. Quando vejo isso, fico exausto, completamente esgotado, e tenho vontade de desistir. Quando vocês jogam assim, eu me sinto sozinho”, lamentou.

    A dor de dispensar De Bruyne…

    No verão de 2025, o Manchester City tomou a decisão de liberar Kevin De Bruyne. Pep Guardiola não esconde que esse foi um dos momentos mais difíceis que viveu na gestão do elenco, já que do outro lado estava um jogador por quem tem “um grande carinho”.

    “Isso me mata… Sem o Kevin, aquele período… esqueçam. Ele estava aqui [no escritório] chorando. Meu Deus. Tenho muito carinho por aquele jogador. Vivemos coisas incríveis juntos. Depois, temos que ser mais frios”, lembrou.

    Já o diretor-executivo do Manchester City, Ferran Soriano, revelou que a decisão de apostar em Rayan Cherki, que estava no Lyon, não foi unânime.

    “As informações que tínhamos sobre o Cherki não eram muito positivas, vou ser muito honesto. Todo mundo conhecia suas capacidades, mas havia a ideia de que ele era caótico”, afirmou Soriano.

    …e a discussão com Walker

    O mesmo documentário também revela uma discussão acalorada entre Pep Guardiola e Kyle Walker, em dezembro de 2024, depois de uma derrota para o Arsenal. O então capitão do City “explodiu” após ser apontado como um dos responsáveis pelo resultado negativo.

    “Você continua dizendo meu nome em todas as reuniões e em todo tipo de situação. Em todas as malditas reuniões, é o meu nome”, contestou Walker.

    Guardiola respondeu imediatamente: “Talvez porque você é o capitão.”

    “Você não queria que eu fosse capitão. Eu perdi a bola e, de alguma forma, você acaba trazendo meu nome para a conversa”, retrucou o defensor inglês.

    Haaland também foi alvo

    Outro momento de grande tensão aconteceu com Erling Haaland, no intervalo da final da Copa da Inglaterra.

    “Você está cansado?”, gritou Guardiola, ao ouvir a resposta do atacante. Haaland respondeu que não.

    “Então por que você não disputa a bola como fez com o [William] Saliba e com todos os outros jogadores, em uma maldita final? Se está cansado, me diga agora. Deixei seis jogadores de fora. Seis jogadores que me envergonho de ter deixado de fora. Onde está a sua qualidade? Movimentos nas costas da defesa? Na área? Vamos! Eu ainda amo você, Erling, como um pai. Ainda amo você. Mas não é disso que se trata. Mostre-me que você quer vencer”, enfatizou Guardiola.

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  • Quem são as celebridades que pedem o seu voto nas eleições 2026

    Quem são as celebridades que pedem o seu voto nas eleições 2026

     (CBS NEWS) – A fronteira entre a fama e a política volta a ficar mais estreita nas eleições de 2026. Nomes que construíram carreiras na televisã…
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  • Ex-metalúrgico, pai de Messi virou empresário para gerenciar carreira do filho

    Ex-metalúrgico, pai de Messi virou empresário para gerenciar carreira do filho

    (FOLHAPRESS) – “Não sei o que vou fazer sem você, não sei como seguir.”

    A frase de Lionel Messi na carta de despedida de seu pai, morto aos 68 anos no dia 8 de agosto, por causas não divulgadas pela família, mostra o tamanho de Jorge Messi na vida do filho, que colocou em xeque sua continuidade no futebol ao falar da perda.

    O craque, que definiu o empresário como “pai, amigo e representante”, diz que agora não sabe se vai seguir no esporte “por muito mais tempo”. “Sempre esteve ao meu lado, desde o início”, escreveu o argentino em suas redes sociais na última quarta-feira (12). “Você me levava a todos os treinos assim que chegava do trabalho.”

    A história profissional do atleta, oito vezes Bola de Ouro, três vezes campeão da Champions League e segundo maior artilheiro da história das Copas do Mundo, passa necessariamente pelo pai, um metalúrgico que se reinventou para estar à frente da carreira do filho.

    Assim como Messi, que se apaixonou por sua esposa, Antonela Roccuzzo, quando tinha nove anos, Jorge conheceu a mãe de seus filhos, Celia, ainda na infância. Em 1987, quando o jogador, terceiro dos quatro filhos do casal, nasceu em Rosário (300 km de Buenos Aires), ele era chefe de seção na siderúrgica argentina Acindar.

    Relatos sobre essa época na imprensa argentina mostram que sua vida pouco se diferenciava da de qualquer outro trabalhador da região: pegava ônibus, fretado ou carona com colegas para chegar à empresa em Villa Constitución, a 60 km de Rosário, onde trabalhava 12 horas por dia. No tempo livre, acompanhava os filhos Rodrigo e Matías, que já se arriscavam no campo.

    Daniel Ángel Reche, um colega de Jorge dessa época, descreveu o metalúrgico à emissora argentina Todo Noticias como “discreto, muito trabalhador, sempre disposto a ajudar e um excelente colega”.

    As habilidades de Messi viriam à tona quando ele tinha quatro anos, após ter ganhado uma bola de presente de aniversário dos pais. “Ficamos paralisados vendo o que ele sabia fazer”, disse Jorge a Luca Caioli, conforme o jornalista italiano registrou na biografia “Messi: O Garoto Que Virou Lenda” (L&PM Editores, 2014). “Ele nunca tinha jogado antes.”

    O pai foi um dos primeiros técnicos do jogador no Grandoli, clube que ficava a alguns quarteirões da casa da família em Rosário. Não era sua primeira aventura no futebol: o argentino jogou de forma amadora no Newell’s, time do coração da família, localizado na mesma cidade, até precisar prestar o serviço militar, segundo Caioli.

    “Quando jogava, amava o futebol”, disse Jorge ao biógrafo do filho. “Levantava e dormia pensando em futebol. Pode ser que tenha transmitido isso a Leo.”

    O Newell’s foi a casa de Messi de 1994 a 1999, período em que a família descobriu um problema de saúde no garoto que mudaria sua trajetória profissional e, consequentemente, a de Jorge.

    Uma deficiência do hormônio do crescimento fazia o garoto, aos nove anos, ter um crescimento mais lento do que o esperado para sua estatura corporal. A questão era o preço do tratamento: aproximadamente US$ 14 mil por ano, no momento em que uma profunda crise econômica impactava as empresas siderúrgicas da Argentina.

    “Não foi difícil para mim a transferência para o Barcelona porque eu sabia do que precisava. Precisava de dinheiro para os meus remédios que me ajudariam a crescer, e o Barcelona foi o único clube que me ofereceu. Então, assim que me fizeram a proposta, eu soube que tinha que ir”, afirmou Messi em 2010 ao jornal britânico The Guardian.

    O jogador e seu pai partiram de Rosário rumo à Espanha em setembro de 2000, quando a futura estrela do futebol tinha 13 anos.

    Messi lembraria dessa mudança como um dos momentos mais difíceis de sua vida. “Deixei minha cidade, meus amigos, minha gente. Os primeiros meses aqui foram muito difíceis. Houve momentos em que estávamos meu pai e eu em Barcelona e o resto da família em Rosário. Sofríamos. Sentia saudades de Matías, Rodrigo, minha irmã, minha mãe. Chorava sozinho, na minha casa, para que meu pai não me visse”, afirmou a Caioli.

    Meses após a chegada do garoto à cidade espanhola, a família decidiu se dividir: Rodrigo e Matías acompanhariam o pai e o irmão; Celia e a irmã, María Sol, ficariam em Rosário. Na Europa, Jorge tomou a frente de negociações envolvendo a carreira do filho, mesmo sem nenhuma experiência nisso.

    A história é comum: o pai de Neymar é empresário do jogador brasileiro; o de Kylian Mbappé também gerencia a carreira do filho. No entanto, Jorge é um dos exemplos mais famosos desse tipo de gestão familiar no futebol. Ele assumiu completamente a representação do filho por volta de 2001 e, no final dos anos 2000, era agente do maior jogador de futebol de uma geração, negociando contratos milionários com os principais clubes do mundo.

    O próprio Messi admitiu que não lia seus contratos em 2016, após ele e o pai terem sido acusados pela Justiça espanhola de sonegar impostos sobre os direitos de imagem do jogador por meio de empresas no exterior.

    “Eu não olho para o que assino. Se meu pai diz que devo assinar, eu assino de olhos fechados. Não me concentro nisso, não faço perguntas”, afirmou o craque durante um julgamento, que foi encerrado com multas e sem prisão. “O meu filho não sabe como se ganha dinheiro”, afirmou o pai no mesmo processo.

    Por causa de seu estado de saúde, Jorge não acompanhou o filho na última Copa do Mundo. Messi foi vice-campeão pela Argentina nos Estados Unidos. Ele morreu em Rosário, sua cidade natal.

    “Foi a primeira vez que não esteve em um campeonato”, disse o craque na carta de despedida. “Cada vez que terminava uma partida, esperava e sentia falta de uma mensagem sua. Aí me dei conta de que a situação era complicada de verdade.”
     
     

    Novas regras contra a cera aumentaram em cerca de 5% o tempo médio de bola rolando nos nove primeiros jogos da 23ª rodada do Brasileirão. A média passou de 52min54s para 55min29s, segundo a CBF

    Folhapress | 08:00 – 18/08/2026

     

    Ex-metalúrgico, pai de Messi virou empresário para gerenciar carreira do filho