Autor: REDAÇÃO

  • Maxiane é a terceira líder do BBB 26

    Maxiane é a terceira líder do BBB 26

    Sister venceu Breno, Marcelo e Marciele na fase final da dinâmica; reinado da influenciadora digital sucede o do ator Babu Santana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na noite desta quinta-feira (29), a influenciadora digital Maxiane Rodrigues foi coroada como a terceira líder do BBB 26 (Globo). Ela se tornou a primeira mulher e primeira pipoca a vencer a liderança da temporada.

    Maxiane venceu Breno Corã, Marcelo Alves e Marciele Albuquerque na fase final da competição pela coroa. Ela escolheu os três colegas, Samira Sagr, Sarah Andrade, Jordana Morais e Solange Couto para compor o seu VIP.

    A primeira fase da prova foi feita em grupos de quatro pessoas e os jogadores precisaram concluir um desafio de revezamento, percorrendo um circuito com portas. Cada pessoa da equipe foi posicionada em um ponto do trajeto, de acordo com os números nos seus coletes.

    O primeiro jogador precisava acionar um botão para disparar o cronômetro e iniciar a prova. A pessoa pegava um bastão, ficava diante de duas portas e escolhia uma para seguir. A sorte decidia o próximo passo: um caminho rápido ou um trajeto com obstáculos.

    O jogador, então, passava o bastão para o próximo colega e assim sucessivamente, até chegar na última pessoa que precisava apertar o botão para finalizar o cronômetro e, consequentemente, terminar a prova.

    A equipe formada por Breno, Marcelo, Marciele e Maxiane completou o percurso em 23 segundos, o menor tempo da casa, e avançou para disputar a fase final, que era individual. Cada pessoa deveria escolher um totem e, de acordo com a mensagem exibida na tela, eliminava uma pessoa da prova.

    Confira as equipes e seus respectivos tempos.

    – Grupo 1: Edilson Capetinha, Juliano Floss, Leandro e Samira
    Tempo: 1m

    – Grupo 2: Breno, Marcelo, Marciele e Maxiane
    Tempo: 23s

    – Grupo 3: Alberto Cowboy, Jonas Sulzbach, Paulo Augusto e Sarah Andrade
    Tempo: 40s

    – Grupo 4: Ana Paula Renault, Babu Santana, Chaiany e Milena
    Tempo: time desclassificado

    – Grupo 5: Gabriela, Jordana, Sol Vega e Solange Couto
    Tempo: 41s

     

    Maxiane é a terceira líder do BBB 26

  • Vítima de incêndio na Suíça acorda do coma: "Tenho pesadelos"

    Vítima de incêndio na Suíça acorda do coma: "Tenho pesadelos"

    Vítima do incêndio em um bar na Suíça na madrugada de Ano Novo, acordou do coma induzido, quase um mês depois da tragédia que tirou a vida a 40 pessoas; jovem estava trabalhando no local e face à tragédia ficou com queimaduras graves e passou por diversas cirurgias

    Uma vítima do incêndio em um bar na Suíça na madrugada de Ano Novo, acordou do coma induzido, quase um mês depois do incêndio que tirou a vida a 40 pessoas.

    Roze, de 18 anos, ficou com queimaduras graves no trágico dia em que o bar Le Constellation ardeu. A jovem passou por diversas cirurgias e acabou sendo submetida a um coma induzido, para o corpo conseguir recuperar do trauma.

    À publicação francesa Sudinfo, a jovem conta que se lembra vivamente de tudo o que aconteceu naquela madrugada.

    Roze estava no local não para a festa, mas para trabalhar. Era quem geria as redes sociais do bar, assim como, de um outro estabelecimento pertencente aos mesmos donos. 

    “Me pediram para ir à festa de Ano Novo”, recorda. “Desci ao porão para tirar fotos e quando me virei vi o fogo começando. Subi e gritei que havia um incêndio e que tínhamos de sair, mas acho que poucas pessoas acreditaram em mim. No piso de cima não dava para ter noção do que acontecia no porão”, conta ainda da cama do hospital.

    Depois disso “tudo aconteceu muito rápido”. Em cerca de “cinquenta segundos” o bar inteiro estava em chamas – e quem lá estava dentro tinha poucas hipóteses para fugir. 

    Segundo a investigação ainda em curso, o incêndio teria começado a partir de faíscas de velas-foguete, que alcançaram a espuma de isolamento acústico no teto do bar e se incendiaram. As chamas consumiram o local e deixaram mais de 100 pessoas feridas, assim como 40 mortos.

    Para Roze, a parte psicológica tem sido um desafio desde que acordou do coma. “Tenho pesadelos. As cenas se repetem na minha mente e, às vezes, acordo a meio da noite”.

    Mas mais do que tudo, a jovem sente-se “brava” com os donos do Le Constellation.

    “Estou muito brava com eles, principalmente porque não aceito que culpem os funcionários que morreram. Eles precisam assumir a responsabilidade”, defende Roze.

    A jovem se prepara para deixar a Bélgica, onde está hospitalizada, já na próxima segunda-feira e regressar à Suíça, a casa. Não voltará a Crans-Montana, onde ocorreu o incidente, por estar “muito ligado ao trauma”, mas também não pretende esquecer o que aconteceu.

    “Gostava de ajudar outras pessoas. Ou, pelo menos, conhecer pessoas que passaram pela mesma coisa, outras vítimas de queimaduras”, conta.

    As mãos de Roze ainda estão parcialmente imobilizadas devido às queimaduras que sofreram. Deverão permanecer assim, pelo menos, durante mais alguns meses – mas o prognóstico é positivo.

    Os donos do Le Constellation, Jacques e Jessica Moretti, vale lembrar, são suspeitos dos crimes de homicídio por negligência, lesões corporais por negligência e incêndios por negligência. O homem chegou a ficar em prisão preventiva a 9 de janeiro, mas foi posteriormente libertado no passado dia 23.

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  • PT cita Banco Master para reforçar críticas ao mercado financeiro antes da eleição

    PT cita Banco Master para reforçar críticas ao mercado financeiro antes da eleição

    PT usará caso Master para atacar mercado financeiro e reforçar bandeiras de campanha de Lula

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O PT deve aprovar ainda nesta quinta-feira (29) uma resolução que usa o caso Banco Master para reforçar as críticas do partido ao mercado financeiro. O texto, ao qual a reportagem teve acesso, também defenderá a tarifa zero no transporte público e a redução da jornada de trabalho, dois temas que deverão aparecer na campanha de reeleição do presidente Lula.

    “Os escândalos financeiros, como o do Banco Master e outros, que expõem a corrupção e a promiscuidade entre parte do mercado e o crime organizado”, afirma a proposta de resolução que deverá ser aprovada, “revelam que a disputa em curso é estrutural” -o texto menciona outros fatores, como “a permanente ofensiva da extrema direita”.

    O partido deverá afirmar que a disputa política atual “trata-se do enfrentamento entre um projeto que defende a democracia e o desenvolvimento com soberania e justiça social e um projeto que busca subordinar o Estado brasileiro aos interesses do capital financeiro, das plataformas digitais sem controle democrático e de uma agenda autoritária”.

    O escândalo do Banco Master envolve operadores do mercado e da política. O dono do banco, Daniel Vorcaro, ficou preso por 12 dias no ano passado e agora é monitorado por tornozeleira eletrônica.

    O caso ganhou relevância depois de o Banco Central barrar a compra do Master pelo BRB, banco estatal de Brasília. As perdas para a empresa do governo do Distrito Federal podem chegar a R$ 5 bilhões, de acordo com um dos depoimentos dados à investigação.

    Na resolução debatida pelo PT, as críticas ao mercado financeiro aparecem em diferentes momentos.

    “A disputa eleitoral que se aproxima não será apenas entre candidaturas, mas entre projetos antagônicos: de um lado, o projeto democrático, popular e soberano que recolocou o povo no centro das decisões do Estado; de outro, o projeto autoritário, excludente e subordinado aos interesses do capital rentista e da extrema direita global, representado pelo bolsonarismo, independentemente de quem venha a ser seu porta-voz nas urnas”, afirma o documento em discussão.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para ser o candidato do bolsonarismo na eleição presidencial deste ano. Forças mais ao centro têm se organizado para também ter um candidato para disputar o poder com Flávio e Lula.

    O partido também defende a queda da taxa de juros. Na quarta-feira (28), o Banco Central decidiu manter a taxa em 15% ao ano, mas sinalizou que fará um corte em março.

    Além disso, o documento deverá incluir um trecho sobre segurança pública. O debate sobre o tema é uma deficiência histórica do PT. É consenso no mundo político que, em 2026, o assunto deverá ser um dos principais da campanha presidencial.

    “A extrema direita tenta disputar o imaginário social a partir do debate da segurança pública de forma irresponsável e sem apresentar soluções concretas, mobilizando termos como ‘narcoterrorismo’”, afirma o texto.

    “Essa narrativa, que opera pelo medo, reforça ações autoritárias e oferece respostas simplistas para problemas complexos, explorando a sensação de falta de segurança vivida pela população”, afirma o texto.

    O partido instruirá seus militantes a defender a redução da jornada de trabalho, a tarifa zero no transporte coletivo e propostas de aumentem a seguridade social para trabalhadores de aplicativos.

    PT cita Banco Master para reforçar críticas ao mercado financeiro antes da eleição

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  • Brasil criou 1,27 milhão de vagas formais no ano passado, pior saldo desde 2020, aponta Caged

    Brasil criou 1,27 milhão de vagas formais no ano passado, pior saldo desde 2020, aponta Caged

    Ao longo de 2025, houve 26,59 milhões contratações e 25,3 milhões de desligamentos; Ministro do Trabalho atribui resultado à taxa de juros; desemprego está na mínima histórica

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Em 2025, o Brasil teve o pior resultado na geração de empregos formais desde de 2020, com a criação de 1,27 milhão de novos postos entre janeiro e dezembro, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira (29).

    Ao longo de 2025, houve 26,59 milhões contratações e 25,3 milhões de desligamentos, com número de celetistas indo de 47,1 milhões para 48,4 milhões. O aumento no total de vagas formais é de 2,71%, percentual menor do que os registrados em 2023 (3,3%) e 2024 (3,69%).

    O resultado de dezembro também mostrou uma piora na comparação com 2024, com saldo negativo de 618 mil postos de trabalho formais. O número representa uma queda de 1,26% na comparação com o último ano.

    No acumulado do ano, todos os principais agrupamentos de atividades econômicas tiveram aumento nas contratações. O maior crescimento foi de serviços, com 758 mil postos formais, um aumento de 3,29%. O segundo setor com maior saldo foi de comércio, com 247 mil novos postos formais.

    Por estado, no acumulado de janeiro a dezembro, as maiores altas foram no Amapá, onde houve aumento de 8,4% no total de postos de trabalho formais, na Paraíba, onde houve aumento de 6%, e em Piauí, com 5,81%. O pior resultado foi no Espírito Santo, onde houve um aumento de apenas 1,52%.

    O ministro Luiz Marinho, de Trabalho e Emprego, atribuiu o resultado menor em dezembro à alta da taxa de juros. Nesta quarta (28), o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu manter a taxa Selic em 15%, percentual que permanece inalterado desde a metade de 2025.

    Segundo o ministro, a política monetária tem afetado investimentos e a desaceleração do ritmo de crescimento da economia. Ele afirma que, se houver demora na redução dos juros, ainda haverá um tempo para que isso seja sentido pelo mercado, o que comprometeria o resultado do restante do ano.

    “Procurei dialogar com Banco Central, mostrando o que a gente conseguia interpretar das atas e que poderia levar a um processo de desaceleração do ritmo [da economia]. Enxergava, institia que iríamos ter processo de diminuição de velocidade. É o que o BC esperava e trabalhou para diminuir, dada a sua responsabilidade de cumprimento nas metas. Mas isso reflete em queimar orçamento para pagar juros.”

    O ministro disse ainda que o tarifaço do presidente americano Donald Trump, que chegou a sobretaxar importações brasileiras em 50%, gerou impactos menores do que a Selic elevada, devido à abertura de mercado do Brasil para outros países. O setor de indústria, que foi um dos mais afetados pela política de Trump, teve a criação de 144 mil empregos formais.

    “O impacto do tarifaço foi amenizado pela política do governo para abrir novos mercados. Isso deu uma minimizada muito grande”, disse Marinho.

    O resultado negativo na formalidade surge apesar de o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrar que o Brasil vem seguindo uma tendência de renovar a mínima histórica de desemprego. No trimestre até novembro do ano passado, a taxa de desocupação foi a 5,2%, menor percentual desde 2012, início da série histórica.

    Brasil criou 1,27 milhão de vagas formais no ano passado, pior saldo desde 2020, aponta Caged

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  • Ex-jogador do Corinthians e Palmeiras atropela e mata idoso no RS

    Ex-jogador do Corinthians e Palmeiras atropela e mata idoso no RS

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ex-volante Magrão, que acumulou passagens por times como Palmeiras, Corinthians e Inter, se envolveu um acidente que acabou com uma pessoa morta no Rio Grande do Sul.

    Magrão dirigia pela BR-101, na região de Maquiné, na tarde da última sexta-feira. A cidade litorânea do Rio Grande do Sul fica a cerca de 130 km da capital Porto Alegre.

    Ele foi surpreendido com um homem que atravessava a estrada em local proibido e tentou desviar, mas não conseguiu evitar o acidente. A vítima era um idoso de 75 anos, segundo a PRF.
    O ex-jogador, que não se feriu, parou para prestar socorro e acionou as autoridades. O homem atropelado, no entanto, morreu no local – o teste de bafômetro do atual comentarista esportivo deu negativo.

    Ao UOL, Magrão emitiu um comunicado lamentando o ocorrido e se solidarizando com a família da vítima. Ele afirmou que está “profundamente abalado” com o acidente.

    O QUE MAGRÃO FALOU?

    Eu, Márcio Rodrigues, venho por meio deste comunicado informar que, infelizmente, estive envolvido em um acidente na BR-101, na tarde da última sexta-feira, dia 23 de janeiro.

    No momento do ocorrido, eu retornava do trabalho e trafegava pela rodovia dentro do limite de velocidade permitido, quando fui surpreendido por um pedestre atravessando a pista em local proibido para a passagem de pedestres. Tentei desviar, mas, infelizmente, não foi possível evitar o acidente.

    De forma imediata, estacionei o veículo em local seguro e tomei todas as providências cabíveis: acionei a Polícia Rodoviária Federal e o SAMU, buscando o pronto atendimento à vítima. Permaneci no local até a conclusão da ocorrência, realizei o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para ingestão de álcool, e prestei depoimento às autoridades competentes.

    Estou profundamente abalado com tudo o que aconteceu. Têm sido dias muito difíceis, nos quais tenho me apoiado na minha família. A dor de estar envolvido em um acidente dessa natureza é imensa.

    Tenho plena consciência de que o sofrimento que enfrento não se compara, em nenhuma medida, à dor da família da vítima. Que Deus conforte o coração dos familiares e amigos e conceda força a todos neste momento tão difícil.

    Ex-jogador do Corinthians e Palmeiras atropela e mata idoso no RS

  • Técnico do West Ham lamenta saída de Paquetá

    Técnico do West Ham lamenta saída de Paquetá

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Técnico do West Ham, Nuno Espírito Santo lamentou a saída de Lucas Paquetá, que desembarcou no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (29) para assinar com o Flamengo por cinco anos.

    “Lucas deixou claro que queria voltar para casa. É um jogador e uma pessoa especial […] Não se pode substituir o Lucas, porque ele é único. Ele é o número 10 por suas habilidades especiais. Você não encontrará muitos jogadores como Lucas no mercado. Temos que seguir com o que temos”, disse o técnico.

    O comandante, porém, destacou que a transferência do meio-campista poderia ter acontecido em outro momento. O West Ham briga contra o rebaixamento no Campeonato Inglês e ocupa a 18ª colocação, com 20 pontos, cinco a menos que o Nottingham Forest, primeiro fora do Z-3.

    “Com relação ao clube, não foi a melhor forma, acho que tudo poderia ser diferente, mas as circunstâncias são o que são, ele [Paquetá] queria ir para o Brasil. […] Se fosse em outra parte da temporada, se nós não estivéssemos na situação que estamos.”

    O time inglês receberá 42 milhões de euros (R$ 260 milhões) do Flamengo pela negociação. Paquetá se tornou a contratação mais cara da história do futebol brasileiro.

    O jogador se emocionou ao comentar o retorno ao Rubro-Negro: “Eu sei que talvez o Flamengo não precisasse de mim, mas eu precisava do Flamengo. Meu coração é Rubro-Negro”, disse à FlaTV.

    O valor da transferência foi fechado em 42 milhões de euros (R$ 260,5 milhões), com pagamento até 2028, e o meio-campista de 28 anos terá contrato de cinco anos. Essa se tornou a maior compra do futebol brasileiro

    Folhapress | 12:50 – 29/01/2026

    Técnico do West Ham lamenta saída de Paquetá

  • Toffoli manda PGR opinar se inquérito sobre influenciadores contra BC vai para 1ª instância

    Toffoli manda PGR opinar se inquérito sobre influenciadores contra BC vai para 1ª instância

    A PGR irá opinar se as apurações devem continuar sob supervisão do Supremo ou se elas devem ser enviadas para a primeira instância do Judiciário. Depois dessa manifestação, Toffoli decidirá sobre o prosseguimento da investigação

    (FOLHAPRESS) – O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu encaminhar para manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) a investigação sobre a rede de influenciadores que teria sido usada pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para descredibilizar o Banco Central.

    A PGR irá opinar se as apurações devem continuar sob supervisão do Supremo ou se elas devem ser enviadas para a primeira instância do Judiciário. Depois dessa manifestação, Toffoli decidirá sobre o prosseguimento da investigação.

    A Polícia Federal identificou aproximadamente 40 perfis que teriam sido contratados por Vorcaro para integrar o “Projeto DV”, referência às iniciais do empresário.

    O recrutamento dos perfis em redes sociais que fizeram um bombardeio digital contra Banco Central e investigadores no caso Master envolveu um contrato de confidencialidade de R$ 800 mil.

    A equipe responsável pela articulação das publicações enviou mensagens a influenciadores em meados de dezembro.

    Internamente, agentes da PF que acompanham o caso já chamam o esquema de “gabinete do ódio” de Vorcaro, em alusão à rede de influenciadores digitais de direita que era utilizada pelo governo de Jair Bolsonaro para espalhar fake news sobre o sistema eleitoral e sobre adversários políticos do ex-presidente.

    Ao Supremo, a defesa de Vorcaro rejeitou qualquer envolvimento com os perfis. 

    Os advogados disseram que o ex-banqueiro “nega veementemente qualquer envolvimento ou conhecimento sobre qualquer prática de difamação ou disseminação de fake news em face do Banco Central”.

    “[Vorcaro] cumpre rigorosamente as medidas cautelares que lhe foram impostas -embora entenda sua defesa que são desnecessárias e injustas- inclusive colaborando ativamente com as investigações em andamento, tendo respondido todas as indagações que lhe foram dirigidas em oitiva e acareação realizadas perante esta Suprema Corte no dia 30 de dezembro de 2025”, disseram.

    A informação sobre os contratos de influenciadores foi antecipada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. “Ofereceram valores expressivos”, disse o influenciador Rony de Assis Gabriel (PL-RS), que também é vereador por Erechim, a 370 quilômetros da capital gaúcha. Ele foi procurado, em 20 de dezembro, pelo marketeiro André Salvador, que disse estar com um trabalho de “gerenciamento de reputação e gestão de crise de um executivo grande”.

    Salvador contatou, em 21 de dezembro, o deputado estadual Léo Siqueira (Novo-SP). Na ocasião, o profissional de comunicação se apresentou como funcionário da agência Mithi, de Thiago Miranda, um dos sócios do Grupo Léo Dias. Ambos os parlamentares recusaram as propostas, de acordo com gravações de tela vistas pela reportagem.

    Toffoli manda PGR opinar se inquérito sobre influenciadores contra BC vai para 1ª instância

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  • Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

    Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

    Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (29), ele afirmou que está trabalhando para que o número de agentes federais seja reduzido em Minnesota. “Eu tenho equipe do CBP [Patrulha da Fronteira] e do ICE [polícia de imigração dos EUA] trabalhando em um plano de gradual de redução”

    (CBS NEWS) – Tom Homan, o encarregado das fronteiras e enviado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Minneapolis, disse que não quer ver ninguém morto e admitiu um plano para reduzir o número de agentes federais da imigração em Minnesota, mas com uma condição: a colaboração dos democratas à frente da cidade e do estado.

    Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (29), ele afirmou que está trabalhando para que o número de agentes federais seja reduzido em Minnesota. “Eu tenho equipe do CBP [Patrulha da Fronteira] e do ICE [polícia de imigração dos EUA] trabalhando em um plano de gradual de redução.”

    Entre as condições apresentadas está a necessidade de que as cadeias locais avisem o ICE sobre pessoas sob sua custódia que a agência pode remover do país. Segundo Homan, isso significaria que menos agentes precisariam estar nas ruas procurando por imigrantes que estão no país de forma ilegal.

    “Nos deem acesso a imigrantes ilegais, que representam ameaças à segurança pública, dentro da segurança e proteção de uma prisão”, disse Homan. Declarações parecidas já tinham sido dadas por Trump ao longo da semana.

    “Eu não estou aqui porque o governo federal levou esta missão de forma perfeita”, afirmou Homan. Desde segunda-feira, ele está na cidade que registrou a segunda morte de um americano em menos de um mês por agentes federais da imigração.

    No dia 7 de janeiro, um agente do ICE disparou contra Renee Good, 37, que não resistiu aos ferimentos. A agência alegou que ela tentou atropelar o funcionário federal, mas imagens do episódio desmentem a versão. No último sábado (24), agentes do CBP atiraram mais de dez vezes contra Alex Pretti, 37, durante a repressão aos protestos em Minneapolis. O enfermeiro também morreu em consequência dos disparos.

    Homan afirmou que não quer ver ninguém morrer. “Nem os oficiais, nem os membros da comunidade, nem os alvos das nossas operações”, disse ele, que negou que a operação contra imigrantes em situação irregular será abandonada. “Apenas estamos fazendo isso de maneira mais inteligente.”

    Em meio aos constantes protestos contra o ICE que têm sido registrados em Minnesota nas últimas semanas, Homan disse que aqueles que discordam das ações dos agentes devem protestar no Congresso, não no prédio da polícia. Também pediu que o que chama de “retórica de ódio” acabe e afirmou que tem “zero tolerância” para manifestantes que atacam ou impedem policiais de trabalhar.

    Questionado sobre o número de policiais que ainda estão na região, limitou-se a falar que “tem havido algumas rotações”. Evitou ainda comentar casos específicos e, quando questionado sobre as mortes de Good e Pretti, Homan se esquivou. “Não vou compartilhá-la [a opinião]. Vamos deixar a investigação acontecer.”

    A chegada de Homan em Minneapolis marcou a saída de Gregory Bovino, comandante da operação em Minneapolis, conhecido como um defensor da truculência das ações de deportação. Ele deixou o posto após a morte de Pretti, e Trump afirmou que algumas “pequenas mudanças” foram necessárias e definiu Bovino como um “cara meio excêntrico” que “talvez não tenha funcionado em Minneapolis”.

    Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

  • Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Filme com Hugh Jackman e Kate Hudson usa canções de Neil Diamond para contar a história real de uma dupla cover marcada por ambição, dificuldades financeiras, vício e superação, explorando a força emocional da música como elo entre passado, identidade e afeto

    (CBS NEWS) – Ao se falar em Neil Diamond, é comum que “Sweet Caroline” seja a primeira lembrança. Escrita para sua segunda esposa, a canção sobre amor e o entrelaçar de mãos marcou o primeiro grande sucesso do artista e, com o passar do tempo, teve a popularidade renovada ao se tornar um hino de celebração em partidas de futebol americano e outros esportes. Isso não significa, porém, que sua carreira – que vai de “America”, hit sobre a imigração para os Estados Unidos, a canções que flertam com a espiritualidade – se resuma a esse clássico pop.

    Em “Song Sung Blue”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (29), a redução da trajetória de Diamond, hoje aposentado das turnês, mas ainda dedicado às gravações, é justamente o motivo de inconformismo do personagem vivido por Hugh Jackman. Ele interpreta Mike Sardina, um cantor de beira de estrada que construiu sua carreira a partir de versões do músico americano. Na tela, o personagem defende um repertório tão diverso quanto o de seu intérprete, cuja voz surgiu nos palcos da Broadway e hoje ecoa nas salas de cinema ao redor do mundo.

    “Eu conhecia um décimo de tudo que Neil tem a oferecer antes desse projeto. Nós temos alcances vocais muito parecidos. Aprendo muito ao ver áreas da voz dele com as quais tenho dificuldade. Isso sem falar das letras encantadoras. Ele segue se reinventando conforme descobre novas coisas”, afirma Jackman à reportagem. Ele descreve o “diamante”, hoje com 84 anos, como uma eterna inspiração para a sua carreira.

    Reconhecido por seu papel como Wolverine, anti-herói de quadrinhos da Marvel com garras afiadas entre os dedos, Jackman agora atravessa os Estados Unidos com apresentações musicais. Entre desafios, como pular corda e outras acrobacias, ele reúne canções de marcos teatrais e números extraídos da própria filmografia, relembrando projetos como o circense “O Rei do Show” e outros sucessos.

    Em “Song Sung Blue”, a megalomania do artista entra em choque com shows de boteco que ajudam o personagem a sobreviver financeiramente. A luta pelo dinheiro se soma às batalhas diárias para superar o alcoolismo herdado da Guerra do Vietnã. Não por acaso, o título faz referência a uma música de Diamond sobre a necessidade de cantar a tristeza para encontrar alívio — ou, no caso do protagonista, o amor.

    Baseado em uma história real — e inspirado em um documentário independente que pode ser alugado no site pessoal do realizador Greg Kohs —, o longa acompanha a paixão que transformou Mike e Claire Sardina, vivida por Kate Hudson, conhecidos no meio artístico como Thunder e Lightning, na dupla cover definitiva para interpretar hits e raridades de Neil Diamond.

    Se há proximidade entre a multiplicidade de Jackman e a do cantor — que também passou por canções descontraídas como “Crunchy Granola Suite”, sobre a alimentação de um homem ligado à natureza —, Hudson também se liberta de estigmas de carreira. Ao interpretar uma mulher traumatizada por um acidente, ela se afasta de papéis cômicos que longas como “Como Perder um Homem em 10 Dias” impuseram à sua trajetória.

    Indicada ao Oscar de melhor atriz pelo papel, Hudson cita o vício e a tragédia como barreiras que podem ser superadas por meio da arte. “Lidar com a vergonha é algo muito complicado. Claire é um ser repleto de luz, mas são as pessoas ao redor e o seu sistema de apoio que realmente a ajudam. Isso vale não só para as artes, mas para qualquer grupo que construímos junto aos outros”, diz a atriz, que vem aparecendo em listas de apostas para a temporada de premiações.

    Para o diretor Craig Brewer, por outro lado, talvez a resposta esteja em um campo mais transcendental. Diversas cenas retratam as canções de Diamond como louvores. Sequências dedicadas a faixas como “Soolaimon” e “Holy Holy” desafiam Thunder e Lightning a alcançar os tais raios e trovões.

    “Já encontrei pessoas que queriam assistir ao filme porque os pais delas amavam Neil Diamond. Seria um modo de preservá-los na memória”, afirma o cineasta. “A música tem esse poder. Ela nos faz lembrar de eras que se passaram, amores que se perderam e pode até recuperar cheiros e sensações ligados a um lugar ou a uma história”, completa Brewer.

    SONG SUNG BLUE
    – Quando Estreia nesta qui. (29) nos cinemas
    – Classificação 14 anos
    – Elenco Hugh Jackman, Kate Hudson e Ella Anderson
    – Produção Estados Unidos, 2025
    – Direção Craig Brewer

    Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

  • Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Após o banco central dos EUA manter os juros inalterados, o presidente intensificou as críticas a Jerome Powell, voltou a pedir cortes imediatos nas taxas e afirmou que a política monetária atual prejudica a economia e a segurança nacional do país

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar duramente o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, ao cobrar um corte imediato dos juros, um dia depois de o BC dos EUA manter as taxas inalteradas. Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que Powell, a quem voltou a apelidar de “Atrasado Demais”, “voltou a se recusar a cortar as taxas de juros, embora não tenha absolutamente nenhuma razão para mantê-las tão altas”.

    Segundo o presidente norte-americano, a postura do Fed “está prejudicando o nosso país e a sua segurança nacional”. Trump disse que os EUA deveriam ter uma taxa “substancialmente mais baixa agora que até esse idiota admite que a inflação não é mais um problema nem uma ameaça”, acrescentando que Powell “está custando à América centenas de bilhões de dólares por ano em despesas com juros totalmente desnecessárias e injustificadas”.

    O republicano também relacionou sua defesa por juros mais baixos à política tarifária. De acordo com ele, por conta de “volumes enormes de dinheiro que estão entrando no nosso país por causa das tarifas, deveríamos estar pagando a MENOR taxa de juros de qualquer país do mundo”. Trump afirmou que outras economias só são vistas como “elegantes, sólidas e de primeira linha” porque “os EUA permitem que sejam”, mesmo mantendo superávits comerciais com os americanos. Ele não mencionou a quais países se referia.

    Na publicação, Trump declarou ainda que tem sido “muito bom, gentil e cuidadoso com países do mundo inteiro” e que, “com um simples movimento da caneta, BILHÕES a mais entrariam nos EUA”. Ao final, reforçou o apelo ao banco central: “O Fed deveria reduzir substancialmente as taxas de juros, AGORA!”. Os EUA “DEVERIAM ESTAR PAGANDO TAXAS DE JUROS MAIS BAIXAS DO QUE QUALQUER OUTRO PAÍS DO MUNDO”, repetiu.

    O ataque ocorre após o Fed, na véspera, manter os juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano e evitar sinalizar quando voltará a cortá-los, sob o argumento de não declarar vitória prematura contra a inflação.
     
     

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros