Autor: REDAÇÃO

  • Dólar sobe por cautela geopolítica e antes de falas de membros do Fed

    Dólar sobe por cautela geopolítica e antes de falas de membros do Fed

    O dólar subiu para R$ 5,49 nesta quarta-feira, impulsionado por tensões entre EUA e Venezuela e expectativa por falas do Fed. Trump anunciou bloqueio de petroleiros, enquanto Lula conduz reunião ministerial e edita MP de crédito. Correios enfrentam crise financeira e Kast reuniu-se com Milei na Argentina.

    O dólar opera em alta no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 17, rodando perto de R$ 5,49 por volta das 9h30, alinhado à valorização externa da divisa americana frente a seus pares fortes e várias divisas emergentes ligadas a commodities. Os retornos dos Treasuries também avançam.

    Investidores precificam alta de cerca de 2% do petróleo com a escalada das tensões entre o governo de Donald Trump e a Venezuela e aguardam nesta quarta fala de três membros do Fed em véspera da divulgação do índice de inflação ao consumidor nos EUA (na quinta, 18). São aguardados o diretor Christopher Waller (10h15); o presidente do Fed de NY, John Williams (11h05); e o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic (14h30).

    Na noite de terça-feira, 16, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o bloqueio total de petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela, elevando preocupações com a oferta global. Trump fará discurso à nação às 23h.

    Na agenda local, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou a 0,14% na segunda prévia de dezembro, após ter subido 0,32% na mesma leitura de novembro, divulgou a FGV. O IPC-S desacelerou de 0,26% para 0,24% na segunda quadrissemana de dezembro, com arrefecimento em quatro das sete capitais pesquisadas.

    O presidente Lula faz nesta quarta a última reunião ministerial de 2025, com balanço do governo, destaque para a isenção do IR até R$ 5 mil e discussão sobre a saída de ministros que disputarão as eleições de 2026.

    A crise financeira dos Correios já afeta o Postal Saúde, com cancelamento de consultas, descredenciamento de hospitais e dificuldades de autorização. A dívida da estatal com o plano chegou a R$ 740 milhões em setembro, mais que o dobro de dezembro de 2024. O Índice Geral de Reclamações da ANS dobrou desde fevereiro, embora a empresa diga atuar para manter o atendimento.

    O presidente Lula editou a MP 1.328, que destina R$ 6 bilhões em crédito do BNDES para financiamento de caminhões novos ou seminovos por pessoas físicas e jurídicas. A medida exige conteúdo nacional mínimo e critérios de sustentabilidade, conforme regras do MDIC.

    O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, reuniu-se com o presidente da Argentina, Javier Milei, em Buenos Aires. O encontro contou com equipes econômicas e delegações empresariais e teve como foco segurança, imigração e recuperação econômica, além da coordenação regional com países vizinhos.

    Dólar sobe por cautela geopolítica e antes de falas de membros do Fed

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  • Toninho não participará de última festa e da grande final de A Fazenda 17

    Toninho não participará de última festa e da grande final de A Fazenda 17

    Adriane Galisteu anunciou que Toninho não participará da festa final nem da grande final de A Fazenda 17 por recomendações médicas. Os finalistas confirmados são Duda, Dudu Camargo, Fabiano e Saory.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Após a definição dos quatro finalistas de A Fazenda 17 (Record), Adriane Galisteu informou ao público que Toninho não estará presente na festa final, na madrugada, e nem na grande final.

    A apresentadora contou ao público que o cantor passou mal. Por “recomendações médicas”, Toninho estará ausente da festa na madrugada desta quarta-feira (17) e da grande final, na quinta-feira (18).
    Tradicionalmente, os peões eliminados retornam para a última festa da temporada e também para a grande final, ao vivo.

    Duda, Dudu Camargo, Fabiano e Saory são o quarteto finalista de A Fazenda 17.

    Toninho não participará de última festa e da grande final de A Fazenda 17

  • Filipe Luís tentou inspiração no PSG e viu que seria difícil imitar

    Filipe Luís tentou inspiração no PSG e viu que seria difícil imitar

    (UOL/FOLHAPRESS) – Não é por acaso que Filipe Luís tem se declarado nos últimos dias ao jeito que joga o Paris Saint-Germain de Luís Enrique. Mais do que respeito pelo poderoso adversário da final do Intercontinental, nesta quarta-feira, a constatação de que o PSG é “difícil de se copiar” se deu por uma tentativa genuína do treinador do Flamengo.

    Além de mergulhar no que pode fazer a cada jogo no Fla, considerando os adversários no âmbito nacional e continental, Filipe Luís já tinha inserido o PSG na lista de alvos de estudo. Faz parte do lado metódico e minimalista do treinador.

    Não necessariamente por projetar com antecedência que estaria na final do Intercontinental. Mas o time francês fez parte do conteúdo dos estudos particulares de Filipe ao longo do ano.

    A ideia é simples: tentar transpor para o Flamengo alguns conceitos ou soluções aplicados por técnicos e times lá de fora. Filipe viu o Arsenal de Mikel Arteta como outro exemplo.

    Um ponto de atenção de Filipe Luís nessa busca por inspiração envolve jeitos de armar o time para achar espaços, construir jogo e marcar pressão – elementos que fazem parte da filosofia implantada pelo já multicampeão treinador do Fla.

    Vem daí, então, o elogio a Luís Enrique:

    “Assinou o quadro mais bonito do futebol, que é esse PSG autoral dele. O PSG é único no futebol, é muito difícil de se copiar pelas particularidades, só dá para admirar.”

    O duelo no Qatar agora coloca Filipe diante do que viu no vídeo. E com a tarefa de neutralizar os pontos positivos do adversário e achar brechas para fazer com que o Flamengo consiga o título.

    O PSG não terá o lateral-direito Hakimi, que se machucou nesta temporada e está fora há algum tempo. Isso já mexe naturalmente com a forma de atacar da equipe francesa.

    “O que Luís Enrique mostrou ao mundo é que no futebol moderno, para vencer todo mundo tem que correr. Ele perdeu a maior estrela e montou uma equipe sólida com jovens e conquistou o título mais sonhado, que é a Champions League. Ele mostrou isso ao mundo do futebol e é uma grande referência para que a gente possa seguir”, disse Filipe Luís.

    Do outro lado, o técnico do PSG responde com o mesmo respeito e uma dose de encantamento por esse Flamengo.

    “Flamengo joga muito bem com a bola, sai jogando de trás. Sem a bola pressiona muito bem, um time muito interessante. Fisicamente muito forte, com jogadores experientes, de muita qualidade, que sabem jogar jogos importantes. Creio que será uma final apaixonante, porque os dois times têm estilos parecidos”, afirmou.

    O The Guardian diz que Arrascaeta consolidou seu ‘status de lenda’ em 2025. O jornal diz que o meia orquestrou o Flamengo na dobradinha Campeonato Brasileiro/Libertadores e lembra ainda que ele foi importante na classificação do Uruguai para a Copa do Mundo

    Folhapress | 09:30 – 17/12/2025

    Filipe Luís tentou inspiração no PSG e viu que seria difícil imitar

  • 'Dizem que sou uma vergonha para a Igreja', desabafa Padre Fábio de Melo

    'Dizem que sou uma vergonha para a Igreja', desabafa Padre Fábio de Melo

    Padre Fábio de Melo celebrou 24 anos de sacerdócio com reflexão sobre críticas recebidas ao longo da trajetória. Ele comparou sua experiência à escolha dos discípulos por Jesus, destacou que a fé não nasce da perfeição e reafirmou o acolhimento como base de seu ministério, agradecendo aos fiéis pelo apoio.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Padre Fábio de Melo, 54, completou recentemente 24 anos de sacerdócio e usou as redes sociais para celebrar a data com um desabafo sobre as críticas que enfrenta de parte de alguns fiéis em relação ao seu ministério.

    Na publicação, o religioso iniciou com uma reflexão sobre os julgamentos que recebe ao longo da trajetória. “Ao longo da minha vida, muitos me disseram que eu não estava apto para ser padre. Alguns pedem a minha expulsão da Igreja, me chamam de vergonha para o sacerdócio”, escreveu.

    Em seguida, ele comparou sua experiência à forma como Jesus escolheu seus seguidores, destacando que a fé não se constrói a partir da perfeição. “Eu entendo essas críticas. Assim como outros, também sou alvo do moralismo que impede uma visão mais ampla. O ‘RH’ de Jesus foi o mais incomum, pois ele escolheu pessoas que muitos considerariam inadequadas. Os ‘perfeitos’ também estavam lá, mas não sobreviveram à sua missão, pois achavam-no louco”, refletiu Fábio de Melo

    Ao encerrar o texto, Padre Fábio de Melo reforçou que o acolhimento é a base de sua caminhada religiosa. “Há 24 anos, venho acolhendo as pessoas que cruzam o meu caminho, especialmente aquelas que não se sentem aceitas, as que ficam à margem. Só assim posso me sentir coerente no que faço”, afirmou. Ele ainda agradeceu aos que se sentiram tocados por sua atuação. “Se, em algum momento, meu ministério tocou sua vida, agradeço pela confiança. Isso já me faz sentir que valeu a pena ser quem sou.”

    'Dizem que sou uma vergonha para a Igreja', desabafa Padre Fábio de Melo

  • Rússia diz que tensão na Venezuela pode ter 'consequências imprevisíveis'

    Rússia diz que tensão na Venezuela pode ter 'consequências imprevisíveis'

    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse esperar que se evite uma escalada ainda maior. Para Alexander Shchetinin, diretor do Departamento para a América Latina da pasta, a situação pode trazer riscos para todo o Hemisfério Ocidental e seria um erro crítico

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Rússia afirmou nesta quarta-feira (17) que as tensões em torno da Venezuela podem ter “consequências imprevisíveis para todo o Ocidente”, em referência à escalada do conflito entre o país latino-americano e os EUA.

    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse esperar que se evite uma escalada ainda maior. Para Alexander Shchetinin, diretor do Departamento para a América Latina da pasta, a situação pode trazer riscos para todo o Hemisfério Ocidental e seria um erro crítico.

    Ele acrescentou que o povo venezuelano atravessa “tempos difíceis”. “Confirmamos nosso apoio às políticas do governo Nicolás Maduro, voltadas para a proteção dos interesses nacionais e da soberania da pátria”, falou.

    A manifestação da Rússia ocorreu logo após Donald Trump anunciar um bloqueio “total e completo” de todos os navios petroleiros venezuelanos sob sanção. Na rede Truth Social, o republicano disse que o governo venezuelano foi designado pelos EUA como “organização terrorista estrangeira” e justificou a decisão com acusações de terrorismo, tráfico de drogas, contrabando e tráfico de pessoas.

    Há uma semana, o presidente russo Vladimir Putin já havia falado com Maduro ao telefone para reafirmar seu apoio. O presidente russo disse ao líder venezuelano que “os canais de comunicação direta entre as duas nações permanecem permanentemente abertos” e garantiu que a Rússia continuará apoiando a Venezuela.

    Os dois líderes são aliados e anunciaram uma reaproximação em maio após um tratado de cooperação. Os países teriam assinado projetos russo-venezuelanos, especialmente nos setores econômico, energético e comercial -mas sem especificá-los.

    ENTENDA O BLOQUEIO

    Decisão foi anunciada uma semana após os EUA apreenderem um petroleiro na costa venezuelana. Isso, na prática, já vinha funcionando como um embargo informal. A partir de então, navios carregados com milhões de barris de petróleo permaneceram em águas venezuelanas para evitar o risco de apreensão.

    Ontem a Venezuela havia denunciado ao Conselho de Segurança da ONU o “roubo” daquela embarcação. Os EUA apreenderam o petroleiro como parte de suas operações militares no Caribe, e Washington afirma que o navio era usado em uma “rede ilegal de envio de petróleo que apoia organizações terroristas estrangeiras”. A Venezuela, por sua vez, chamou a ação de “ato de pirataria naval”.

    Ainda não está claro como o bloqueio será imposto na prática, nem se o governo americano usará a Guarda Costeira ou forças militares para interceptar embarcações. Nos últimos meses, os EUA deslocaram milhares de soldados e quase uma dúzia de navios de guerra para a região, incluindo um porta-aviões.

    O país repudiou a decisão do republicano ainda ontem. A declaração foi dada pela vice-presidente, Delcy Rodríguez, em um comunicado à imprensa publicado na mídia estatal venezuelana.

    Caracas argumenta que o bloqueio “revela as verdadeiras intenções” de Trump. “O presidente dos Estados Unidos pretende impor de maneira absolutamente irracional um suposto bloqueio militar naval à Venezuela com o objetivo de roubar as riquezas que pertencem à nossa Pátria”, indicou.

    ESCALADA RETÓRICA E MILITAR

    Trump afirmou que a Venezuela está cercada por forças militares dos EUA. Segundo a CNN, o presidente disse que o país está rodeado pela “maior armada já reunida na história da América do Sul” e sugeriu que o contingente militar na região ainda pode aumentar.

    O presidente dos EUA passou a classificar o governo Maduro como “regime ilegítimo” ao justificar o bloqueio. Ele acusou Caracas de usar receitas do petróleo para financiar tráfico de drogas, terrorismo, tráfico de pessoas, assassinatos e sequestros.

    As autoridades de Washington afirmam travar um “conflito armado” contra os cartéis de drogas, mas não apresentaram evidências concretas do envolvimento das embarcações atacadas, o que levou a ONU, especialistas e ONGs a questionarem as operações. A campanha americana destruiu 26 lanchas e afeta especialmente a Venezuela. Trump insiste que o objetivo é combater o narcotráfico, enquanto seu homólogo da Venezuela afirma que a campanha é um pretexto para tentar derrubar o governo em Caracas.

    Medida de ontem teve efeito imediato no mercado de petróleo. Os contratos futuros do petróleo bruto dos EUA subiram mais de 1% nas negociações asiáticas, para US$ 55,96 (R$ 308,30) o barril. No fechamento anterior, o preço havia atingido US$ 55,27 (R$ 304,50), o menor nível desde fevereiro de 2021.

    Rússia diz que tensão na Venezuela pode ter 'consequências imprevisíveis'

  • São Paulo encaminha renovação com a New Balance até 2032

    São Paulo encaminha renovação com a New Balance até 2032

    (UOL/FOLHAPRESS) – São Paulo encaminhou a renovação de contrato com a New Balance, fornecedora de material esportivo do clube, até 2032.

    O UOL apurou que o novo acordo ainda não está oficialmente fechado, mas é tratado como bem encaminhado nos bastidores. A ideia é ampliar o vínculo por mais seis anos, fazendo com que a parceria atravesse a gestão do centenário do Tricolor.

    O movimento acontece mesmo após o Grêmio anunciar contrato com a New Balance, o que encerra a exclusividade da marca com o São Paulo no futebol brasileiro.

    O vínculo atual entre as partes vai até o fim de 2026, mas a cláusula de exclusividade se encerra ao final deste ano, abrindo espaço para que outros clubes também utilizem a fornecedora a partir da próxima temporada.

    Há otimismo interno no Morumbis pelo desfecho positivo das conversas.

    O The Guardian diz que Arrascaeta consolidou seu ‘status de lenda’ em 2025. O jornal diz que o meia orquestrou o Flamengo na dobradinha Campeonato Brasileiro/Libertadores e lembra ainda que ele foi importante na classificação do Uruguai para a Copa do Mundo

    Folhapress | 09:30 – 17/12/2025

    São Paulo encaminha renovação com a New Balance até 2032

  • Meloni diz que é prematuro assinar acordo entre UE e Mercosul

    Meloni diz que é prematuro assinar acordo entre UE e Mercosul

    O lado sul-americano tem interesse no acordo pelos produtos agrícolas, enquanto o lado europeu se interessa pela exportação com tarifas mais baixas ou zeradas de veículos, máquinas, serviços e vinhos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, disse nesta quarta-feira (17) que seria “prematuro” para a União Europeia assinar um acordo comercial com o Mercosul.

    Falando ao Parlamento italiano antes de uma reunião de cúpula da UE, ela afirmou que o acordo precisa de garantias adequadas de reciprocidade para o setor agrícola.

    Meloni disse ainda estar confiante que as condições para assinatura do acordo comercial podem ser alcançadas no início do ano que vem.

    Havia a expectativa de que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viajasse para o Brasil neste sábado (20) para assinar o acordo, alcançado há um ano depois de 25 anos de negociações com o bloco formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

    Porém ela precisa ter o aval do Conselho da UE, que tem os 27 países-membros. A França já declarou sua oposição ao acordo e tem o apoio de Polônia e Hungria, o que deixa próximo de uma minoria de bloqueio antes inimaginável no conselho.

    Para barrar uma proposta no fórum, que funciona como um colegislador e é formado por ministros dos 27 integrantes do bloco, é preciso reunir ao menos quatro países e uma fatia correspondente a 35% da população da UE. O quarto país deve ser a Itália.

    Se Áustria e Irlanda, que já expressaram simpatia pela posição francesa, aderirem à minoria, muito provavelmente a Dinamarca, que ocupa a presidência temporária da UE, não submeteria o acordo à votação na quinta, acatando o pedido de adiamento.

    Para tentar convencer os franceses a aceitarem o acordo, o Parlamento Europeu aprovou o texto na terça-feira (17) com as salvaguardas pedidas para amenizar a intransigência da França, principal opositora do tratado.

    A Casa adotou uma regra mais severa que a proposta formulada pela Comissão Europeia. Bruxelas lançará uma investigação se a flutuação nos preços de mercadorias sensíveis for maior do que 5%, contra 10% do texto inicial. Será exigido também que os produtos do Mercosul sejam sancionados se não cumprirem com os exigentes padrões sanitários e ambientais do bloco.

    O lado sul-americano tem interesse no acordo pelos produtos agrícolas, enquanto o lado europeu se interessa pela exportação com tarifas mais baixas ou zeradas de veículos, máquinas, serviços e vinhos.

    Meloni diz que é prematuro assinar acordo entre UE e Mercosul

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  • Arrascaeta entra em lista dos 100 melhores do mundo de jornal inglês

    Arrascaeta entra em lista dos 100 melhores do mundo de jornal inglês

    (UOL/FOLHAPRESS) – O jornal inglês The Guardian colocou o brasileiro João Pedro, do Chelsea, e o uruguaio Arrascaeta, do Flamengo, entre os 100 melhores jogadores do mundo em 2025.

    A lista completa será divulgada ao longo da semana. Por enquanto, o jornal anunciou apenas 30 nomes, entre o 71º e o 100º lugar -o top 10 será divulgado na sexta-feira.

    João Pedro aparece na 76ª posição, enquanto Arrascaeta é o 87º. Outro brasileiro na lista é Antony, do Betis, 97º colocado.

    O veículo ouviu 219 pessoas ligadas ao futebol, entre elas Casagrande e Romário. Dunga, Juninho Pernambucano, Felipe Melo, Juninho Paulista, Silas e Paulo Roberto Falcão alguns dos outros brasileiros a participarem da votação.

    O The Guardian diz que Arrascaeta consolidou seu ‘status de lenda’ em 2025. O jornal diz que o meia orquestrou o Flamengo na dobradinha Campeonato Brasileiro/Libertadores e lembra ainda que ele foi importante na classificação do Uruguai para a Copa do Mundo.

    O majestoso craque retorna à lista após dois anos de ausência, depois de orquestrar uma histórica dobradinha do Campeonato Brasileiro e da Libertadores pelo Flamengo. Com 18 gols e 14 assistências no Brasileirão, sua melhor marca na carreira, o retorno do meio-campista foi impressionante, e foi apropriado que seu escanteio perfeito, cobrado com efeito para fora, resultasse no gol decisivo de uma final da Libertadores bastante disputada. Agora tricampeão da competição e aclamado por Diego Latorre como ‘o melhor jogador do continente’, De Arrascaeta consolidou este ano seu status de lenda entre os torcedores do Mengão. Ele também ajudou o Uruguai a se classificar para a Copa do Mundo The Guardian

    Nesta quarta, Arrascaeta tem chance de acrescentar mais um título à lista de troféus. Às 14h (de Brasília), no estádio Ahmad bin Ali, no Qatar, o Flamengo encara o PSG na grande decisão da Copa Intercontinental.

    Nenhum time brasileiro vence o Mundial desde que o Corinthians bateu o Chelsea por 1 a 0, há 13 anos, no Japão. De acordo com Filipe Luís, “o futebol mudou muito nesses anos”, motivo pelo qual ele preferiu não traçar qualquer paralelo entre a investida rubro-negra de 2025 e o sucesso alvinegro de 2012

    Folhapress | 05:15 – 17/12/2025

    Arrascaeta entra em lista dos 100 melhores do mundo de jornal inglês

  • Flávio Bolsonaro diz que pesquisas mostram rápido crescimento e que candidatura é irreversível

    Flávio Bolsonaro diz que pesquisas mostram rápido crescimento e que candidatura é irreversível

    Senador afirma que tendência nas pesquisas é mais relevante do que números atuais, diz aparecer à frente de outros nomes da direita e sustenta que decisão de disputar a Presidência não tem volta, mesmo com Lula liderando os cenários eleitorais.

    O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, afirmou nesta terça-feira, 16, que as pesquisas eleitorais indicam um “crescimento rápido” de sua candidatura. Ao comentar a mais recente pesquisa Quaest, divulgada na terça-feira, 15, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro destacou a “tendência de crescimento”.

    “O mais importante nessas pesquisas quantitativas não é exatamente o número que aparece agora, mas a tendência, se está em crescimento ou em queda. Faltam dez meses para a eleição e muita coisa ainda vai acontecer até lá”, disse Flávio.

    “Os levantamentos mostram um crescimento rápido, o que bate com o que eu tenho percebido nas redes sociais e também nos programas dos quais eu participo”, acrescentou.

    Segundo a pesquisa Genial Quaest, Flávio aparece à frente de todos os outros nomes da direita no primeiro turno da eleição presidencial de 2026, mas ainda atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

    Em um eventual segundo turno, Flávio está dez pontos porcentuais atrás de Lula, diferença semelhante à observada nas simulações envolvendo os governadores Tarcísio de Freitas, do Republicanos de São Paulo, e Ratinho Jr., do PSD do Paraná.

    No caso de Tarcísio, o desempenho contra Lula piorou. No levantamento realizado em novembro, o presidente tinha cinco pontos de vantagem sobre o governador. Em um mês, a diferença dobrou.

    Flávio avaliou que parte do eleitorado o enxerga como uma versão “mais equilibrada” e centrada do pai, percepção que, segundo ele, corresponde ao seu perfil pessoal. O senador afirmou ainda que sempre houve, inclusive entre bolsonaristas, a cobrança por uma postura mais moderada e menos conflitiva, mesmo ao sustentar que o governo Bolsonaro teve desempenho positivo.

    O senador declarou também que sua candidatura é “irreversível” e afirmou que a declaração inicial de que ela teria um “preço” foi feita de forma deliberada para “causar impacto”. Segundo ele, a repercussão gerou especulações e interpretações negativas. Flávio reiterou que esse suposto preço seria a liberdade do pai, atualmente preso na Polícia Federal, e a possibilidade de o ex-presidente disputar as eleições de 2026.

    Flávio Bolsonaro diz que pesquisas mostram rápido crescimento e que candidatura é irreversível

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  • Câmara aprova corte de benefícios fiscais com aumento de tributação de bets, JCP e fintechs

    Câmara aprova corte de benefícios fiscais com aumento de tributação de bets, JCP e fintechs

    Projeto aprovado na madrugada reduz incentivos tributários em 10% e eleva impostos sobre apostas esportivas, juros sobre capital próprio e fintechs, com impacto bilionário previsto para 2026 e objetivo de reforçar a arrecadação federal.

    (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira, 17, o projeto de lei que reduz em 10% parte dos benefícios fiscais do país e aumenta a tributação sobre bets, fintechs e os juros sobre capital próprio, mecanismo usado por grandes empresas para se financiarem. O texto segue agora para análise do Senado. A proposta foi aprovada com 310 votos favoráveis e 85 contrários.

    Relator da matéria, o deputado Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba, retirou do alcance do corte a desoneração da folha de salários e programas ligados à política industrial voltados aos setores de tecnologia da informação, comunicações e semicondutores. Incentivos previstos na Constituição também ficaram fora da redução, conforme prometido pelo governo.

    O relatório estabeleceu ainda um faturamento mínimo para que empresas enquadradas no regime de lucro presumido sejam atingidas pelo corte de benefícios tributários.

    Segundo o relator, o impacto do projeto em 2026 será de R$ 17,5 bilhões em recomposição de receitas. Desse total, R$ 2,5 bilhões virão do aumento da tributação do JCP, R$ 1,6 bilhão das fintechs e R$ 850 milhões das bets. Os dados, afirmou, foram fornecidos pelo Ministério da Fazenda.

    O objetivo da proposta é ampliar a arrecadação para evitar cortes de despesas no Orçamento de 2026. A oposição criticou a medida, afirmando que o governo Lula teria criado um instrumento para ampliar gastos. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, do PT do Ceará, rebateu e disse que os recursos não são para o governo, mas para o país.

    Para que o projeto pudesse surtir efeito sobre o Orçamento, ele precisava ser aprovado antes da votação da Lei Orçamentária Anual, prevista para quinta-feira, 18. Isso motivou a deliberação durante a madrugada, com apoio de partidos governistas e do centrão, enquanto PL e Novo tentaram obstruir a votação.

    O Congresso também aproveitou o texto para ampliar o pagamento de emendas parlamentares. A proposta autoriza a revalidação de emendas inscritas como restos a pagar entre 2019 e 2023 que haviam sido canceladas, permitindo a liquidação até dezembro de 2026. O projeto cria ainda um mecanismo para viabilizar o pagamento mesmo quando houver insuficiência de recursos para a execução integral dos objetos, em razão de atrasos.

    A redução de 10% dos benefícios incidirá sobre incentivos concedidos com base em nove tributos: PIS Pasep, PIS Pasep Importação, Cofins, Cofins Importação, Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados e a contribuição previdenciária do empregador.

    Ficam fora do corte os benefícios da Zona Franca de Manaus, da cesta básica, do Minha Casa Minha Vida, do ProUni, das imunidades constitucionais e dos incentivos concedidos por prazo determinado cujos beneficiários já tenham cumprido as exigências previstas, todos previstos na Constituição.

    O parecer divulgado na noite de terça-feira, 16, excluiu dois benefícios que inicialmente seriam reduzidos: a desoneração da folha de salários, que já tem previsão de extinção gradual até 2028, e programas da política industrial voltados aos setores de tecnologia da informação e semicondutores.

    Outra alteração foi o aumento do limite de faturamento das empresas do regime de lucro presumido que ficarão isentas do corte. A proposta original previa isenção para faturamento de até R$ 1,2 milhão. Após negociações com bancadas ruralista e empresarial, o piso foi elevado para R$ 5 milhões anuais, o que preserva as pequenas empresas enquadradas no Simples.

    As mudanças foram compensadas com elevação de outros tributos. O JCP teve a alíquota aumentada de 15% para 17,5%, afetando principalmente bancos, indústrias e o setor imobiliário.

    No caso das bets, a alíquota sobre a receita bruta de jogos passará dos atuais 12% para 15% de forma escalonada. Será de 13% em 2026, 14% em 2027 e 15% em 2028. O adicional de 3% deverá ser destinado obrigatoriamente à seguridade social.

    O texto também prevê a responsabilização solidária de empresas que fizerem propaganda de bets ilegais pelos impostos devidos e prêmios não pagos. Instituições financeiras e de meios de pagamento que não adotarem medidas restritivas contra casas de apostas sem autorização também poderão ser cobradas.

    Para as fintechs, a alíquota da CSLL será elevada gradualmente. Fintechs, instituições de pagamento, administradoras de mercado de balcão, bolsas de valores e de mercadorias passarão de 9% para 12% em 2026 e para 15% a partir de 2028.

    Já as sociedades de crédito, financiamento e investimento e as empresas de capitalização terão a alíquota elevada de 15% para 17,5% em 2026 e para 20% em 2028. Atualmente, a cobrança de 20% é aplicada apenas aos bancos.

    O projeto impõe ainda regras para a concessão, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários, financeiros e creditícios. A criação de novos incentivos ou a prorrogação dos existentes só poderá ocorrer com a redução simultânea de outros benefícios de mesma natureza e valor equivalente.

    Essas medidas deverão ser acompanhadas de estimativas sobre o número de beneficiários, prazo de vigência e mecanismos de transparência. Benefícios com duração superior a cinco anos só poderão existir se estiverem vinculados a investimentos de longo prazo. A prorrogação será vedada caso as metas de desempenho não sejam atingidas.

    Na noite de terça-feira, a sessão chegou a ser interrompida por cerca de uma hora para que o relator protocolasse o parecer. Alegando falta de tempo para analisar o texto, PL e Novo pediram o adiamento da votação.

    Apesar de o primeiro relatório ter sido apresentado após as 22h, partidos governistas e do centrão defenderam a aprovação imediata. Há acordo para que o Senado analise o projeto nesta quarta-feira, 17, na véspera da votação da Lei Orçamentária Anual.

    A oposição também criticou o aumento de impostos, e PL e Novo votaram contra a proposta. O deputado Joaquim Passarinho, do PL do Pará, afirmou que o projeto eleva a tributação sobre empresas que investem com capital próprio, enquanto mantém carga menor sobre as bets.

    O presidente da Câmara, Arthur Lira, argumentou que o prazo era curto e que sempre defendeu a redução dos benefícios fiscais. Segundo ele, embora a Constituição limite as isenções a 2% do Produto Interno Bruto, atualmente esse percentual se aproxima de 5%.

    O deputado Kim Kataguiri, do União Brasil de São Paulo, acusou parlamentares da base governista de votarem a favor do projeto em troca do pagamento de emendas parlamentares. Segundo ele, o valor seria de R$ 5 milhões por parlamentar, o que classificou como uma distorção do processo legislativo.
     
     

    Câmara aprova corte de benefícios fiscais com aumento de tributação de bets, JCP e fintechs

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