Autor: REDAÇÃO

  • Depois de 'porquinha', Trump ataca outra jornalista a chamando de 'feia'

    Depois de 'porquinha', Trump ataca outra jornalista a chamando de 'feia'

    Trump não gostou de um artigo da jornalista Katie Rogers e usou as redes sociais para dizer que o jornal para o qual ela escreve só diz mentiras a seu respeito e, por fim, chama a profissional de “feia por fora e por dentro”

    Depois de chamar de “porquinha” uma repórter, Donald Trump voltou a insultar uma jornalista, desta vez através de uma publicação nas redes sociais.

    O presidente dos Estados Unidos da América (EUA) recorreu esta quarta-feira à sua página na rede social Truth Social para criticar um artigo feito por Katie Rogers, do The New York Times.

    Começando por considerar que o meio de comunicação social tenta recorrentemente criticá-lo ou pôr em causa o seu trabalho, Trump mostra-se indignado por uma matéria recente da jornalista em que se supõe que o presidente dos EUA está perdendo “energia”.

    “Eles sabem que isto está errado, como aliás quase tudo o que escrevem sobre mim”, respondeu o governante.

    “A jornalista que escreve estas coisas sobre mim é uma repórter de terceira categoria, que é feia, por dentro e por fora”, disparou Trump, defendo ainda que nunca trabalhou “tanto na vida”.

    O presidente dos EUA concluiu a sua publicação reconhecendo que “haverá um dia em que ficarei sem energia, isso acontece com todos”, mas citou que teve “exame físico e um teste cognitivo recentes perfeitos”.

    “Cala a boca, porquinha”

    Vale lembrar que, recentemente, Donald Trump insultou uma outra jornalista, chamando-a “porquinha”.

    O episódio aconteceu a abordo do Air Force One. “Se cale. Cala a boca, porquinha”, disse Trump, apontando o dedo a Catherine Lucey, correspondente da Bloomberg na Casa Branca. 

    As imagens do incidente, que correram as redes sociais, provocaram uma onda de indignação entre jornalistas, entre eles Jake Tapper, um dos principais âncoras da CNN, que classificou o comportamento do chefe de Estado como “repugnante e completamente inaceitável”.

    Em sua defesa, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, considerou que a honestidade é uma das maiores características de Trump e que fizeram dele presidente do país.  
     
    “Acho que todos nesta sala devem apreciar a honestidade e a abertura que o presidente Trump demonstra quase diariamente”, começou dizendo Karoline Leavitt, em coletiva de imprensa para justificar ataques às mulheres.

    Questionada sobre declarações do presidente norte-americano, que apelidou de “porquinha” uma jornalista que o indagou sobre o caso Epstein, a porta-voz da Casa Branca defendeu que Trump é “muito mais respeitoso” do que Biden.

    Outros casos contra a imprensa

    Vale destacar ainda que Trump ameaçou revogar a licença da ABC News, após a jornalista Mary Bruce ter feito perguntas sobre os negócios da sua família na Arábia Saudita e sobre o homicídio do jornalista Jamal Khashoggi, que foi morto por agentes sauditas, em 2018.

    Desde o início do seu segundo mandato, em janeiro, Trump já processou judicialmente vários veículos de comunicação norte-americanos – incluindo o Wall Street Journal, o New York Times e a CBS – e, mais recentemente, anunciou que fará o mesmo com a britânica BBC.

    Depois de 'porquinha', Trump ataca outra jornalista a chamando de 'feia'

  • Cristiano Ronaldo escapa a castigo e há quem diga:’vergonha absoluta’

    Cristiano Ronaldo escapa a castigo e há quem diga:’vergonha absoluta’

    Cristiano Ronaldo poderá disputar os dois primeiros jogos de Portugal na Copa do Mundo de 2026, já que a FIFA decidiu aplicar ao jogador uma pena parcialmente suspensa. A medida, porém, gerou forte controvérsia internacional. No Reino Unido, por exemplo, o ex-atacante inglês Darren Bent questionou publicamente a decisão e sugeriu favorecimento ao astro português, fazendo referência ao recente encontro entre Ronaldo e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, em um jantar na Casa Branca promovido por Donald Trump.

    Em participação na rádio britânica talkSPORT, Bent foi perguntado por Andy Goldstein sobre o fato de Nicolás Otamendi (Argentina) e Moisés Caicedo (Equador) terem recebido suspensões normais. Ele respondeu dizendo acreditar que Ronaldo foi protegido pela entidade.

    “Eu preciso entender por que fizeram isso. Se você é o Otamendi ou o Caicedo, vai dizer: ‘Espera aí, isso não faz sentido. Por que eu fui suspenso e ele não?’. É absolutamente nojento, algo que não dá gosto de ver”, afirmou o ex-jogador.

    Bent também comentou a presença de Ronaldo no evento de Trump: “Todos vimos a selfie dele. Ele estava nos Estados Unidos, nesse jantar, e acho que também estava lá com o presidente da FIFA. Dá para confiar neles? Se fosse o Messi, fariam o mesmo. São os únicos dois jogadores que recebem esse tipo de tratamento. Entendo o motivo, mas não concordo nem um pouco. Eles fizeram isso porque Ronaldo vende ingressos”.

    O ex-atacante ainda opinou sobre o rendimento do português: “Pelo que vi na Euro 2024, ele não entrega mais. Mas, quando vai para o aquecimento… eu nunca vi algo igual. As câmeras ficam todas viradas para ele, até quando ele só chuta a gol. É como se tivesse saído um gol ali”.

    Mesmo assim, Bent reforçou que a situação é injusta para os demais atletas que disputarão o torneio. “Estamos falando de ética. Outros países também querem ganhar a Copa, e a Argentina vai defender o título. Há jogadores recebendo tratamento especial. Veja o Otamendi: não importa se é titular ou não, ele não poderá jogar porque está suspenso.”

    O apresentador Andy Goldstein concordou e classificou como “uma vergonha absoluta” o fato de Ronaldo ter evitado a suspensão total, dizendo não entender “como a FIFA acha que isso é uma boa ideia”.

    O que decidiu a FIFA?

    De acordo com o acórdão do Comitê Disciplinar da FIFA, ao qual a agência Lusa teve acesso, Cristiano Ronaldo recebeu suspensão de três partidas após o cartão vermelho direto na derrota para a Irlanda (2 a 0). Porém, dois desses jogos foram convertidos em pena suspensa por um período probatório de um ano.

    Como já cumpriu a primeira partida de suspensão no duelo contra a Armênia (9 a 1), o atacante está liberado para atuar nos dois primeiros jogos de Portugal na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Antes mesmo de marcar um golaço de bicicleta na vitória sobre o Al Khaleej, Cristiano Ronaldo emocionou torcedores ao presentear a criança que o acompanhava na entrada em campo. O gesto carinhoso rapidamente se espalhou pelas redes e ganhou repercussão internacional.

    Notícias ao Minuto | 12:02 – 24/11/2025

    Cristiano Ronaldo escapa a castigo e há quem diga:’vergonha absoluta’

  • Filhos de famosos que têm empregos "normais"

    Filhos de famosos que têm empregos "normais"

    Crianças que rejeitam o estilo de vida de Hollywood.

    Os filhos de celebridades muitas vezes seguem os passos de seus pais no mundo do entretenimento, aproveitando as portas abertas que a riqueza e a fama proporcionam. Mas, apesar da boa sorte, nem todos os herdeiros de pais famosos optam por uma vida sob os holofotes. Muitos, na verdade, escolhem um caminho mais humilde e ingressam em profissões bem distantes do estilo de vida luxuoso desfrutado por seus pais. Em vez disso, seguiram sua própria vocação e construíram seu próprio nome sem a exposição na mídia. Então, quem são esses filhos e filhas de ricos e famosos que têm empregos normais?

    Clique e descubra os filhos de celebridades que não trabalham na indústria do entretenimento.

    Filhos de famosos que têm empregos "normais"

  • STF confirma decisões de Moraes de início do cumprimento das penas da trama golpista

    STF confirma decisões de Moraes de início do cumprimento das penas da trama golpista

    Nas decisões de Moraes, ele definiu o local de prisão dos demais réus do núcleo principal da trama golpista. O ex-ministro Braga Netto, candidato a vice nas eleições de 2022, por exemplo, deve continuar preso na 1ª Divisão do Exército no Rio de Janeiro

    (CBS NEWS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou nesta terça-feira (25) de forma unânime as decisões do ministro Alexandre de Moraes que determinaram o encerramento da ação penal do núcleo central da tentativa de golpe de Estado e o início imediato do cumprimento das penas.

    Moraes oficializou nesta terça-feira (25) a condenação definitiva de Jair Messias Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão.

    O relator pediu ao presidente da Primeira Turma, Flávio Dino, o agendamento de sessões no plenário virtual da corte -ambiente remoto por meio do qual os ministros depositam seus votos e não há espaço para debate.

    Dino marcou o início do julgamento de referendo das decisões de Moraes para as 18 horas. Ele foi também o primeiro a votar, acompanhando o relator.
    Além dele, votam também Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

    Ele também determinou a prisão dos condenados da trama golpista que ainda estavam em liberdade. Os ex-ministros Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres e o almirante Almir Garnier, réus na mesma ação, foram presos e iniciaram cumprimento da pena à qual foram condenados na mesma ação.

    As decisões são um desfecho de um processo de ao menos oito meses contra o ex-presidente, ele foi tornado réu no caso em março deste ano e declarado culpado em 11 de setembro.

    O ex-presidente ficará preso no mesmo local onde está detido desde o último dia 22: a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

    O trânsito em julgado é o encerramento do processo e a partir de quando a pena começa a ser efetivamente cumprida. Até aqui, Bolsonaro cumpria medidas cautelares e desde o fim da semana prisão preventiva.

    “Em virtude de a defesa ter deixado transcorrer o prazo de novos embargos de declaração sem qualquer manifestação, conforme certificado pela Secretaria Judiciária, bem como por não existir previsão legal de qualquer outro recurso (…) declaro o trânsito em julgado da ação penal, independentemente da publicação do acórdão”, disse Moraes em sua decisão sobre Bolsonaro.

    Segundo ele, não cabe a apresentação de embargos infringentes, que poderiam rever a condenação do ex-presidente, porque não houve a quantidade mínima de dois votos pela absolvição de Bolsonaro.

    Nas decisões de Moraes, ele definiu o local de prisão dos demais réus do núcleo principal da trama golpista. O ex-ministro Braga Netto, candidato a vice nas eleições de 2022, por exemplo, deve continuar preso na 1ª Divisão do Exército no Rio de Janeiro.

    Nesta segunda (24), a Primeira Turma do tribunal validou, de forma unânime, a determinação de Moraes pela prisão preventiva de Bolsonaro.

    No mesmo dia, foi encerrado o prazo para as defesas dos condenados do chamado núcleo central da trama golpista apresentarem os segundos embargos de declaração, que permitem esclarecer pontos da decisão sobre a trama golpista.

    Dos réus do chamado núcleo central da trama golpista, apresentaram recursos as defesas dos ex-ministros Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier.

    A defesa de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, pediu apenas para ele ficar preso na Superintendência da Polícia Federal no DF ou no Batalhão de Aviação Operacional.

    O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixou o Brasil e foi para os Estados Unidos. Na última sexta (21), Moraes decretou como medida cautelar a prisão do parlamentar para evitar risco à aplicação da lei.

    STF confirma decisões de Moraes de início do cumprimento das penas da trama golpista

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  • Jornalista turco é condenado a 4 anos de prisão por ameaçar Erdogan

    Jornalista turco é condenado a 4 anos de prisão por ameaçar Erdogan

    Um tribunal condenou Fatih Altayli, de 63 anos, a quatro anos e dois meses de prisão. Ele já estava detido desde junho, quando foi acusado de fazer e divulgar publicamente uma ameaça contra o líder do paí

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um jornalista turco foi condenado nesta quarta-feira (26) por supostamente ameaçar o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

    Um tribunal condenou Fatih Altayli, de 63 anos, a quatro anos e dois meses de prisão. Ele já estava detido desde junho, quando foi acusado de fazer e divulgar publicamente uma ameaça contra o líder do país.

    Altayli vai recorrer da condenação. A Justiça turca determinou que o jornalista deve permanecer preso enquanto aguarda o julgamento do recurso apresentado pela defesa dele, segundo a imprensa local.

    O caso começou após uma declaração feita no programa “Comentários de Fatih Altayli”, em seu canal do YouTube. Na ocasião, uma pesquisa havia mostrado que mais de 70% da população se opunha à presidência de Erdogan, que está no poder há mais de duas décadas.

    O jornalista disse, à época, que não se surpreendia com o resultado da insatisfação popular. “Vejam a história desta nação”, disse ele. “Esta é uma nação que estrangulou seu chefe de Estado quando não gostavam dele ou não o queriam. Há vários sultões otomanos que foram assassinados, estrangulados ou cujas mortes foram forjadas para parecer suicídio”, acrescentou.

    Altayli argumentou que as acusações contra ele pareciam “absurdas e desnecessárias”. “Por que o presidente deveria ter medo de mim? Não sou membro de nenhuma organização, não sou nada disso. Nunca recorri à violência”, disse ele, segundo o jornal Cumhuriyet.

    O programa do jornalista no YouTube ficou fora do ar, mas foi retomado, com outros profissionais à frente. Como a maioria dos meios de comunicação na Turquia pertencem a empresas pró-governo ou são controlados diretamente pelo Estado, vários jornalistas independentes recorreram à plataforma de vídeos para fazer reportagens “sem censura”.

    Sindicato dos Jornalistas Turcos diz que 11 profissionais de mídia estão presos no país. A Turquia, por sua vez, alega que eles foram processados por atos criminosos, e não por seus trabalhos jornalísticos.

    Jornalista turco é condenado a 4 anos de prisão por ameaçar Erdogan

  • Dólar sobe por cautela fiscal e demanda sazonal

    Dólar sobe por cautela fiscal e demanda sazonal

    O dólar sobe com cautela fiscal e ruídos políticos, enquanto demanda sazonal por remessas pressiona o real. O IPCA-15 avançou 0,2% em novembro. Projetos no Congresso podem gerar impacto de R$ 100 bilhões. Crédito desacelera, confiança da indústria cai e o BC mantém política macroprudencial neutra.

    O dólar opera com viés de alta no mercado à vista por cautela fiscal em meio a ruídos políticos e pautas-bombas no Congresso. O ajuste ganha força com uma demanda sazonal de fim de ano maior para remessas ao exterior, que impede o real de acompanhar a alta externa dos pares emergentes frente à divisa americana em ambiente de apetite por risco e expectativas de corte de juros pelo Fed em dezembro.

    O IPCA-15 subiu 0,2% em novembro, acima da mediana esperada no mercado de 0,18% e após alta de 0,18% em outubro.

    Quatro projetos em tramitação no Congresso, impulsionados pelo desgaste entre o governo e os presidentes da Câmara e do senado, podem avançar e gerar impacto superior a R$ 100 bilhões nas contas públicas entre 2026 e 2027, elevando o risco fiscal.

    Lá fora, o destaque entre as moedas é a libra, que recua ante o dólar com investidores acompanhando o anuncio do orçamento de Outono do Reino Unido.

    Na agenda interna, as concessões de crédito livre caíram 0,1% em outubro, para R$ 609,4 bilhões. Para pessoas físicas, subiram 4,7%, enquanto para empresas recuaram 5,6%. Em 12 meses, o crédito total cresceu 10%.

    O Índice de Confiança da Indústria da FGV caiu 0,7 ponto em novembro ante outubro, para 89,1 pontos. Em médias móveis trimestrais, o ICI recuou 0,4 ponto, para 89,8 pontos, no oitavo resultado negativo no ano.

    O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central avaliou, em ata publicada nesta quarta-feira, que a política macroprudencial neutra segue adequada ao atual momento. Na semana passada, o colegiado manteve o Adicional Contracíclico de Capital Principal do Brasil em 0%.

    O MME classificou como prioritário o projeto de expansão da rede de gás canalizado da Gasmig, permitindo à empresa emitir debêntures para financiar as obras e ampliar sua infraestrutura em Minas Gerais.

    O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse hoje à GloboNews que é preciso reduzir a judicialização dos precatórios. Segundo ele, seria necessária uma união entre o Congresso, os Poderes Executivo e o Judiciário para reduzir a judicialização.

    Dólar sobe por cautela fiscal e demanda sazonal

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  • Bolsonaro e outros cinco condenados irão passar por audiência de custódia nesta 4ª

    Bolsonaro e outros cinco condenados irão passar por audiência de custódia nesta 4ª

    Bolsonaro foi condenado pela Corte em 11 de setembro, por comandar uma tentativa de golpe de Estado, ao lado de aliados próximos e membros das Forças Armadas. O cumprimento da pena é inicialmente fechado, já que a condenação é de mais de oito anos de prisão.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os outros cinco condenados pela trama golpista vão passar por audiências de custódia nesta quarta-feira, 26. No caso de Jair Bolsonaro, o procedimento ocorre pela segunda vez em menos de uma semana.

    A primeira audiência foi realizada no domingo, após Bolsonaro ser preso preventivamente por violar a tornozeleira eletrônica. Durante a audiência, o ex-presidente afirmou que a violação foi motivada por “paranoia” e “alucinação” causadas pelo uso de medicamentos psiquiátricos. Antes dela, ele tinha dito que “meteu ferro quente” no equipamento por “curiosidade”.

    A segunda audiência ocorrerá nesta tarde, já que na terça-feira, 25, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o trânsito em julgado da ação penal da trama golpista e determinou a execução da pena de 27 anos e três meses de prisão do ex-presidente.

    Bolsonaro foi condenado pela Corte em 11 de setembro, por comandar uma tentativa de golpe de Estado, ao lado de aliados próximos e membros das Forças Armadas. O cumprimento da pena é inicialmente fechado, já que a condenação é de mais de oito anos de prisão.

    Entre os militares condenados pelo STF estão o general Paulo Sérgio Nogueira, que comandou o Exército e foi ministro da Defesa; e Augusto Heleno, que chefiou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ambos atuaram na gestão de Bolsonaro e vão cumprir pena em uma unidade militar.

    O que é a audiência de custódia

    A audiência de custódia é um procedimento judicial que ocorre logo após a prisão. Ela tem como objetivo avaliar a legalidade e decidir sobre a manutenção ou a liberdade do preso.

    Especialistas na área apontam que a medida é importante para resguardar a integridade das pessoas presas e para evitar a prisão de inocentes no Brasil. Ao mesmo tempo, parlamentares e policiais questionam os atuais termos e alegam que, em vez de proteger a população, as audiências abrem margem para liberar suspeitos prematuramente.

    Dentre os críticos está o ex-presidente Bolsonaro. Em entrevistas, ele chegou a dizer que acabaria com as audiências de custódia. O assunto também foi abordado em publicações nas redes sociais, nas quais ele defendeu que o procedimento oferece risco à população.

    O ex-presidente também já afirmou que o encarceramento não deveria ser entendido somente como medida de ressocialização, \”mas, principalmente, por punição a crimes bárbaros cometidos contra a sociedade\”.

    Medida completou dez anos

    As audiências de custódia começaram a ser adotadas no dia 24 de fevereiro de 2015, em modelo de acordo envolvendo o CNJ e o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que seria replicado em todo o País. Já naquele ano, o instituto foi difundido para outros Estados após ser reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e, em 2019, passou a ser previsto no Código de Processo Penal.

    Com a audiência de custódia, a pessoa presa deve ser apresentada ao juiz em até 24 horas. O magistrado decide, então, sobre a legalidade da prisão e pela necessidade ou não da manutenção da prisão provisória, além de verificar se a pessoa presa sofreu maus-tratos ou tortura dos agentes na detenção e se cabe medida cautelar.

    Bolsonaro e outros cinco condenados irão passar por audiência de custódia nesta 4ª

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  • Juro médio cobrado no rotativo do cartão de crédito cai a 439,8% ao ano em outubro, de 443,7%

    Juro médio cobrado no rotativo do cartão de crédito cai a 439,8% ao ano em outubro, de 443,7%

    A taxa do parcelado passou de 178,3% ao ano para 178,0%. Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, passou de 90,3% (revisado) para 90,1%.

    O juro médio total cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito caiu de 443,7% ao ano em setembro (revisado) para 439,8% em outubro, informou o Banco Central.

    A taxa do parcelado passou de 178,3% ao ano para 178,0%. Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, passou de 90,3% (revisado) para 90,1%.

    O Congresso definiu em lei que os juros do rotativo e do parcelado não poderiam ultrapassar 100% do principal da dívida. O teto para os juros e encargos da modalidade passou a valer em janeiro de 2024.

    As taxas apresentadas pelo BC podem sugerir que os bancos estejam descumprindo a lei, mas o que acontece é apenas um registro estatístico. Para chegar às taxas anuais, a autoridade monetária extrapola o juro cobrado ao mês pela instituição financeira para o ano. Essa taxa nem sempre é efetivada, já que os consumidores normalmente ficam “pendurados” no cartão por apenas dias ou semanas.

    O BC não pretende descontinuar essa série histórica, que serve como referência para mostrar a velocidade de aumento ou redução dos juros e também é um dos componentes para se chegar à taxa cobrada pelo sistema como um todo.

    Juro médio cobrado no rotativo do cartão de crédito cai a 439,8% ao ano em outubro, de 443,7%

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  • Corinthians multa José Martínez por expulsão contra o Cruzeiro

    Corinthians multa José Martínez por expulsão contra o Cruzeiro

    (UOL/FOLHAPRESS) – O volante José Martínez foi multado pela expulsão na derrota do Corinthians para o Cruzeiro, no último domingo (23), pelo Campeonato Brasileiro.

    O jogador foi informado da punição pelo técnico Dorival Júnior e pelo executivo de futebol Fabinho Soldado durante a reapresentação do elenco corintiano nesta terça-feira (25).

    Ainda no vestiário do Mineirão, após a partida do fim de semana, Fabinho Soldado já havia conversado de forma firme com todo o grupo, incluindo Martínez.

    A medida foi administrativa, com desconto de um percentual do salário do atleta -valor que não foi divulgado.

    A informação foi publicada inicialmente pelo ‘ge’ e confirmada pelo UOL.

    A penalidade adotada foi diferente de outras situações recentes, até mesmo a outros atletas, em que a punição se restringiu ao pagamento de uma “caixinha”.

    Há algum tempo, o elenco alvinegro conta com um código disciplinar para casos de faltas, atrasos e condutas que contrariem o coletivo. Os valores arrecadados costumam ser destinados a ações internas envolvendo funcionários ao fim da temporada.

    Apesar do episódio, o clube trata o caso como resolvido após as medidas tomadas em relação ao jogador.

    Essa é a segunda punição aplicada ao volante em pouco mais de dois meses.

    Em outubro, o atleta não retornou ao Brasil após viajar durante o período de folga da Data Fifa daquele mês. Na ocasião, teve descontados seis dias de ausência das atividades do Corinthians e também deixou de ser relacionado para as partidas contra Santos e Atlético-MG, pela 28ª e 29ª rodadas do Brasileirão.

    Saiba mais sobre os potes e os procedimentos do sorteio final para a Copa do Mundo da FIFA 2026, cerimônia que ocorrerá em 5 de dezembro de 2025; há a chance de vários grupos da morte

    Folhapress | 09:15 – 26/11/2025

    Corinthians multa José Martínez por expulsão contra o Cruzeiro

  • Pai de Neymar superou Ronaldo e Santos na briga pela marca de Pelé

    Pai de Neymar superou Ronaldo e Santos na briga pela marca de Pelé

    (FOLHAPRESS) – A compra da marca de Pelé pela NR Sports, empresa gerida por Neymar da Silva Santos, pai do atacante Neymar, teve forte concorrência. O acordo foi oficializado na noite da última terça-feira (25), no museu que leva o nome do Rei do Futebol, em Santos.

    Uma ONG internacional, o Santos Futebol Clube e uma das empresas do ex-atacante Ronaldo Fenômeno também estiveram no páreo pelo negócio. O valor total da aquisição gira em torno de US$ 18 milhões (R$ 96,7 milhões).

    A tentativa do antigo camisa 9 da seleção brasileira foi considerada a menos ofensiva no mercado. A procura ocorreu “tardiamente”, quando as minutas do contrato entre a NR Sports e a empresa norte-americana Sports 10, que detinha os direitos da marca de Pelé, já estavam nos trâmites finais. Mesmo assim, houve conversas.

    O clube paulista estava na dianteira, mas foi surpreendido pela velocidade com que Neymar pai entrou e fechou a negociação, há pouco mais de um mês. Até mesmo integrantes da família de Pelé desconheciam o avanço nas tratativas.

    Segundo informações do jornalista Vagner Frederico, especializado na cobertura do Santos, sem o dinheiro exigido pelos norte-americanos, o clube paulista tentou costurar uma parceria comercial para exploração marca para só depois aportar o valor pedido pela compra, que já seria previamente fixado.

    A interferência de Neymar pai nas negociações criou um ruído na relação com o Santos. Presente no evento de anúncio do acordo, o presidente alvinegro, Marcelo Teixeira, disse poucas palavras.

    Já Neymar da Silva Santos afirmou que “não dá para você falar de Santos sem Pelé e, naturalmente, falar de Pelé sem Santos”. “A gente vai fazer um trabalho longo agora, com a expertise que temos”, afirmou.

    A ONG internacional já negociava havia mais tempo com a Sport 10, mas não chegou ao valor exigido. A ideia era fazer uma parceria com o Santos para promover ações sociais utilizando o nome do clube e o de Pelé.

    O acordo para a aquisição da marca dá à NR Sports os direitos de usar a imagem de Pelé e explorar comercialmente o licenciamento de produtos, acervos históricos e outras propriedades relacionadas ao ex-jogador, que morreu em 29 de dezembro de 2022.

    Com Pelé ainda vivo, cabia à Sports 10 definir estratégias comerciais e aparições do ídolo em eventos.

    O pai do jogador prometeu unir o nome do Rei do Futebol ao do filho e iniciar uma nova era de exploração da imagem do velho camisa 10, agora atrelada ao entretenimento.

    “Queremos fazer com que ela [a marca] participe não só do esporte mas de todo entretenimento possível”, disse.

    “A volta do Neymar nos trouxe uma experiência positiva em relação a Santos, Brasil e mundo. A gente andou o mundo inteiro e sabe que hoje nós temos o nosso príncipe. E isso [a compra da marca] vai ser importante para o Brasil, para fazer com que essas duas representações [Neymar e Pelé] possam se unir para uma agregar à outra. Claro que o Pelé é o maior de todos os tempos, mas vamos eternizar os dois não só como lembrança mas como marca”, acrescentou.

    Saiba mais sobre os potes e os procedimentos do sorteio final para a Copa do Mundo da FIFA 2026, cerimônia que ocorrerá em 5 de dezembro de 2025; há a chance de vários grupos da morte

    Folhapress | 09:15 – 26/11/2025

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