Autor: REDAÇÃO

  • CBF mexe na tabela para acomodar jogos de Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG

    CBF mexe na tabela para acomodar jogos de Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A CBF bateu o martelo a respeito das mudanças na tabela do Brasileiro para os jogos de Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG. Os ajustes foram necessários pela presença dos times nas finais de Libertadores e Sul-Americana.

    COMO FICOU?

    • 16/11 (data Fifa) – Red Bull Bragantino x Atlético-MG
    • 19/11 – Palmeiras x Vitoria
    • 19/11 – Fluminense x Flamengo
    • 22/11 – final da Sul-Americana (Atlético-MG x Lanús)
      25/11 – Atlético-MG x Flamengo
    • 25/11 – Grêmio x Palmeiras
    • 29/11 – Final da Libertadores (Palmeiras x Flamengo)
    • 3 de dezembro: Atlético-MG x Palmeiras

    QUAL O RACIOCÍNIO

    Para reduzir o choque com viagens, o UOL apurou que a CBF antecipou os jogos de Palmeiras e Atlético-MG que seriam na penúltima rodada, na data base de 3 de dezembro.

    Com isso, jogou lá para frente o confronto direto entre Galo e Palmeiras, que seria antes da final da Sul-Americana.

    Ao mesmo tempo, a CBF puxou para a próxima data Fifa o duelo entre Red Bull Bragantino e Atlético-MG. Assim, o Galo consegue se preparar para a final da Sul-Americana.

    O Palmeiras, por sua vez, vai enfrentar o Vitória no dia 19, aumentando a possibilidade de contar com os jogadores convocados por suas seleções. Vitor Roque é um deles. A data Fifa vai até o dia 19.

    Lá na frente, na semana que antecederá a final da Libertadores, os jogos de Flamengo e Palmeiras foram puxados para a noite de terça-feira (25). O Fla tem duelo com o Atlético-MG, enquanto o Palmeiras visita o Grêmio.

    O ex-jogador foi condecorado cavaleiro e o título de maior honraria do Reino Unido e dá o direito à pessoa a usar o prefixo “Sir”

    Folhapress | 19:23 – 04/11/2025

    CBF mexe na tabela para acomodar jogos de Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG

  • Lula fala em matança no Rio e diz que operação com 121 mortos foi desastrosa

    Lula fala em matança no Rio e diz que operação com 121 mortos foi desastrosa

    Declaração foi dada durante entrevista a veículos internacionais na COP30 em Belém; Operação foi alvo de embate entre governo federal e estadual

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou em matança e chamou a operação policial que matou 121 pessoas no Rio de Janeiro de “desastrosa”, durante entrevista a veículos internacionais nesta terça-feira (4).

    “O dado concreto é que a operação do ponto de vista da quantidade de mortes as pessoas podem considerar que ela foi um sucesso, mas do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa”, declarou a jornalistas.

    “Nós inclusive estamos tentando ver se os legistas da Polícia Federal participam da investigação do processo. Vamos ver se a gente consegue fazer essa investigação porque a decisão do juiz era uma ordem de prisão, não tinha uma ordem de matança, e houve a matança. Acho bom especificar em que condições ela se deu.”

    A declaração a veículos internacionais, entre eles, Reuters, AFP, AP e Xinhua, foi feita durante sua passagem por Belém (PA), em decorrência da COP30, a conferência climática da ONU sediada na cidade.

    Até o momento, o governo e o próprio presidente, por meio das redes sociais, já haviam se manifestado sobre o caso, falando a respeito da necessidade de haver um trabalho coordenado contra o narcotráfico.

    Horas após a entrevista coletiva, a conta oficial do presidente no X (antigo Twitter) também publicou uma manifestação sobre o tema, citando o envio ao Congresso do PL Antifacção, que endurece as penas para os crimes relativos a facções criminosas e a PEC da Segurança Pública.

    Na semana passada, o governo federal sancionou um projeto de lei que prevê pena de prisão para quem planeja ataque ou ameaça contra autoridades que combatem o crime organizado. Além disso, a proposta também criminaliza a obstrução de ações contra o crime organizado.

    A operação do Rio foi considerada a mais letal da história do estado. Diante do fato, o governo Lula travou embate com o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), que acusou o governo federal de ter faltado com apoio à gestão estadual e negado três pedidos de ajuda às Forças Armadas.

    As declarações foram rebatidas por meio de nota e em falas públicas dos ministros de governo. O chefe da pasta da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, negou as acusações de Castro horas depois, durante entrevista coletiva.

    Conforme mostrou a Folha de S.Paulo, auxiliares do presidente relatam que, desde seu retorno da viagem à Ásia na semana passada, o petista tem dado prioridade ao assunto e cobrado celeridade de sua equipe para o envio ao Congresso Nacional do projeto de lei chamado de antifacção, que busca atualizar a Lei das Organizações Criminosas e outras normas.

    Apesar de a segurança pública ser um tema de competência dos estados, há uma avaliação entre aliados do presidente de que essa crise poderá afetar a imagem da gestão petista, que vinha em uma espécie de maré positiva nas últimas semanas, com melhoria nos índices de aprovação do governo federal.

    Na ausência de Lula, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, realizou na semana da operação uma reunião de emergência sobre o tema com os ministros Rui Costa (Casa Civil) Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Macaé Evaristo (Direitos Humanos), Sidônio Palmeira (Secom) e Jorge Messias (AGU), além do secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto.

    Já à noite, após a reunião entre os ministros em Brasília, o governo emitiu uma nova nota, voltando a negar as acusações de Castro e informando que os ministros iriam ao estado nesta quarta. O governador fluminense participou de parte da reunião por ligação telefônica.

    O governo também autorizou a transferência de cerca de dez presos do Comando Vermelho para presídios federais de segurança máxima, após um pedido do governador.

    Lula fala em matança no Rio e diz que operação com 121 mortos foi desastrosa

  • O audiovisual deveria olhar com mais atenção aos protagonistas 40+, diz Marcos Pasquim

    O audiovisual deveria olhar com mais atenção aos protagonistas 40+, diz Marcos Pasquim

    Ator fala de etarismo e do atentado que deixou personagem entre a vida e a morte em ‘Dona de Mim’; ele conta ter dificuldade de defender atitudes reprováveis do advogado trambiqueiro Ricardo na novela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bastante requisitado para estrelar novelas entre os anos 2000 e 2010, Marcos Pasquim, 56, dá vida ao advogado trambiqueiro Ricardo em “Dona de Mim” (Globo). O papel, embora coadjuvante, tira o ator de sua zona de conforto.

    “Novelas, filmes e séries com advogados sempre me davam medo, pois são textos complexos em que mal conseguimos improvisar. Existe uma embocadura diferente, mas tem sido ótimo. Até agora, nenhum profissional da área veio querer me processar”, brinca ele sobre as falcatruas que o personagem faz.

    “O Ricardo é um capanga, e fica difícil defender as atitudes desse cara. Falta ética e ele só quer se dar bem. Ele sempre acha uma brecha na lei”, conta. Num capítulo da semana passada, Ricardo sofreu um atropelamento orquestrado por Jaques (Marcello Novaes).

    Ricardo foi demitido da Buaiz e, após ficar bêbado, ameaçou divulgar um vídeo comprometedor que mostraria a culpa de Jaques no sabotamento do carro de Abel (Tony Ramos). Esse imbróglio resultou num atropelamento que deixará o advogado em coma por alguns capítulos, lutando pela vida. A partir daí, muitas tramas vão se desenrolar antes de a verdade vir à tona.

    “Não terá o mesmo burburinho do atentado sofrido pela Odete Roitman [em ‘Vale Tudo’]. Desde sempre, o público fica sabendo da culpa de Jaques, mas entre os personagens haverá um mistério em torno dessa situação”, aponta o ator.

    IDADE NÃO É LIMITE

    “Quero atuar até uns 120 anos”, diz Pasquim antes de soltar uma sonora gargalhada ao telefone. Ele conta que a cada dia se sente mais preparado, seja de cabeça ou no quesito físico, para trabalhar.

    “Não me considero vaidoso, mas procuro cuidar da saúde e me preocupo com a qualidade da minha velhice. Tenho passado por momento complicados com minha mãe e meu pai. Na época deles, não havia muita informação como hoje. Óbvio que esse cuidado vai esbarrar na minha aparência, no meu corpo, mas isso não é o mais importante”, conta.

    Acostumado a ser protagonista, Pasquim afirma que vê uma mudança grande na escolha dos elencos da dramaturgia atualmente. Mas pondera que o que falará a seguir não se trata de uma crítica, mas uma visão sobre mercado.

    “Vemos hoje em dia jovens nos papéis de protagonistas e acho que seria legal o audiovisual olhar com mais atenção aos protagonistas de 40+. Não sei se essa escolha tem a ver com a busca de uma audiência mais nova. Dá para aprofundar histórias com personagens mais velhos”, afirma.

    Se antes, Pasquim era muito cobiçado para papéis que mostravam seu físico sem camisa, hoje isso mudou. “Não fico chateado [por não ser mais protagonista de novela], isso já passou. Em ‘Dona de Mim’ mesmo fiz duas ou três cenas descamisado, mas porque a trama pedia. Nunca foi algo que eu queria, mas era uma característica do Carlos Lombardi”, diz ele ao rememorar suas atuações em tramas com o autor de “Uga Uga” (2000) e “Kubanacan” (2003).

    Apesar de curtir ainda a fama de galã, ele ri da possibilidade de, em breve, poder atuar num novo tipo de núcleo: o dos avôs. “Ainda não fiz, mas adoraria”, afirma.

    O audiovisual deveria olhar com mais atenção aos protagonistas 40+, diz Marcos Pasquim

  • Governo Trump já elaborou planos para derrubar Maduro e tomar petróleo da Venezuela, diz jornal

    Governo Trump já elaborou planos para derrubar Maduro e tomar petróleo da Venezuela, diz jornal

    Americano pondera entre bombardeios, envio de grupo de operações especiais ou invasão, mas teme fracasso; governo busca justificativa jurídica para driblar Congresso ao realizar ações sem declarar guerra

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda uma série de ações possíveis para a Venezuela, o que inclui a possibilidade de ataques contra alvos militares da ditadura de Nicolás Maduro e a tomada de controle de campos de produção de petróleo, de acordo com uma série de autoridades do governo americano ouvidas pelo jornal The New York Times.

    O republicano, no entanto, teme os riscos de uma operação fracassada que coloque em risco tropas americanas, e ainda busca uma justificativa legal para ações que vão além dos ataques a embarcações no mar do Caribe e no oceano Pacífico.

    Trump, segundo as pessoas ouvidas pelo jornal americano, não tomou nenhuma decisão ainda, mas assessores próximos pedem inclusive que ele ordene operações para derrubar Maduro.

    No domingo (2), o presidente americano disse duvidar de uma guerra com a Venezuela, mas, ao ser questionado sobre a queda do ditador em um futuro próximo, respondeu: “Eu diria que sim. Acho que sim, sim”.

    Os principais nomes da gestão do republicano que pressionam por uma posição mais agressiva seriam o secretário de Estado, Marco Rubio, e o vice-chefe de gabinete e conselheiro de segurança interna, Stephen Miller.

    Outros assessores têm buscado o Departamento de Justiça para que o governo elabore uma tese jurídica que drible a necessidade de aprovação do Congresso ou de uma declaração de guerra para qualquer ação mais incisiva contra o regime venezuelano.

    “O presidente Trump tem sido claro em sua mensagem a Maduro: pare de mandar drogas e criminosos para nosso país. O presidente deixou claro que ele vai continuar a atacar narcoterroristas traficando drogas ilícitas -qualquer coisa além disso é especulação e deve ser tratada como tal”, afirmou Anna Kelly, uma porta-voz da Casa Branca.

    Trump autorizou recentemente a CIA, a agência americana de inteligência, a operar em solo venezuelano, o que envolve uma gama de ações possíveis, desde operações de informação e instigação de oposição a Maduro até atos de sabotagem ao regime e a prisão do ditador.

    Há, porém, a avaliação de que, se medidas do tipo funcionassem de fato, já teriam sido tomadas pelo governo americano, motivo pelo qual assessores mais agressivos e o próprio Trump cogitam ações militares.

    As opções na mesa envolvem bombardeios contra instalações militares, com o intuito de reduzir o apoio militar a Maduro e fazer com que o autocrata fuja ou fique mais vulnerável à captura. Críticos dessa abordagem, segundo o New York Times, afirmam que a estratégia pode ter o efeito oposto de aprofundar o apoio ao ditador.

    Além disso, cogita-se, ainda segundo as fontes ouvidas pelo jornal americano, o envio de um grupo de ações especiais para capturar ou matar Maduro, e uma terceira opção de invadir e controlar aeroportos e alguns campos de produção de petróleo.

    Os riscos dessas ações para as tropas envolvidas, por outro lado, sugerem que operações envolvendo drones e armamentos disparados das forças posicionadas no Caribe devem ser a preferência de Trump, em particular depois da chegada do USS Gerald Ford à região.

    Maduro é acusado nos EUA de ligações com o narcotráfico, algo que o ditador nega. A gestão Trump o considera também líder do chamado Cartel de los Soles, uma suposta organização narcotraficante que envolveria a alta cúpula política e militar do regime. A existência do cartel carece de evidências públicas.

    De todo modo, é sob esse argumento que a pressão americana na região tem operado. Já são mais de 60 mortos em ao menos 15 ataques a embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico no Caribe e no oceano Pacífico. Washington não tem fornecido evidências de que os barcos e tripulantes transportavam de fato drogas.

    Nas próximas semanas, o maior porta-aviões do mundo deve chegar ao Caribe. O USS Gerald Ford, com capacidade para dezenas de aeronaves e milhares de tripulantes, se junta a uma série de outros navios de guerra mobilizados pelos EUA na região e a tropas posicionadas em Porto Rico.

    Governo Trump já elaborou planos para derrubar Maduro e tomar petróleo da Venezuela, diz jornal

  • Área técnica do TCU propõe que Motta apresente informações sobre funcionárias fantasmas

    Área técnica do TCU propõe que Motta apresente informações sobre funcionárias fantasmas

    Proposta da unidade ainda precisa ser aprovada pelo relator do caso, o ministro Jhonatan de Jesus; se a medida for aprovada, Motta terá que explicar, em 15 dias, a escala de trabalho das servidoras

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A área técnica do TCU (Tribunal de Contas da União) propôs que a corte requisite informações ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) sobre duas funcionárias empregadas em seu gabinete com rotinas incompatíveis com as funções que deveriam exercer no Legislativo.

    O parecer, do dia 29 de outubro, foi revelado pelo portal Metrópoles e confirmado pela Folha de S.Paulo. A proposta ainda será analisada pelo relator do caso, o ministro Jhonatan de Jesus. Caso seja aprovada, Motta terá que explicar, em 15 dias, o regime e escala de trabalho a que das servidoras Gabriela Batista Pagidis e Monique Agra Magno eram submetidas.

    Conforme a Folha revelou em julho, Gabriela é fisioterapeuta e atende em clínicas durante a semana. Já Monique é assistente social na Prefeitura de João Pessoa (PB) há quatro anos. Motta mandou demitir as duas servidoras, após ser procurado pela reportagem em 8 de julho para explicar o caso. Na ocasião, elas se recusaram a dar informações detalhadas sobre os serviços prestados ao gabinete do deputado.

    A área técnica do TCU também pede que o tribunal peça comprovantes de registro de frequência ou controle semelhante de escala de trabalho das duas. Além disso, requisita os registros de acessos a ferramentas corporativas do órgão, como aplicativos de comunicação e de edição de documentos, e provas de entregas de trabalho ao longo do período que as servidoras exerceram a função.

    No caso de Gabriela, a unidade também pede que seja especificado se foi concedido à servidora horário especial de trabalho e, em caso positivo, como se deu o cumprimento de sua escala e das atividades no período especial.

    Já para Monique é solicitado que seja especificado a escala de trabalho a partir de abril de 2021, quando a servidora passou a ocupar outro cargo público na prefeitura de João Pessoa.

    Os técnicos avaliaram que o pedido de apuração, feito pelo Ministério Público do TCU, tinha pressupostos para ser aceito pelo tribunal o que havia interesse público na matéria tratada.

    “Sobre a acusação de contratação de funcionárias fantasmas relativa a Gabriela e Monique deve-se buscar comprovação de que as pessoas implicadas efetivamente exerceram as suas funções, e que não atuaram em cargos públicos inacumuláveis com a função comissionada exercida na Câmara dos Deputados”, disseram.

    Para revelar a existência dos casos, a Folha comparou informações de bancos de dados oficiais, de processos judiciais e de redes sociais, procurou órgãos públicos e teve acesso a documentos dos contratos, além de acompanhar a rotina das funcionárias.

    A reportagem verificou que Gabriela atendia em uma clínica de Brasília às segundas e quartas-feiras, durante todo o dia. Às terças e quintas à tarde, dava expediente em outra clínica no Núcleo Bandeirante, região administrativa do Distrito Federal que fica a 18 km da Câmara.

    A informação sobre os horários de trabalho foi confirmada pelos dois estabelecimentos. A jornada de segunda e quarta-feira consta também em sistema do Ministério da Saúde. Nas terças e quintas de manhã, turno no qual não trabalha como fisioterapeuta, ela vai a uma academia.

    Já a prefeitura de João Pessoa enviou à reportagem a folha de ponto de Monique, com carga horária de 30 horas semanais. Mesmo que o acúmulo de funções não fosse proibido pela Câmara, ela teria que trabalhar 14 horas por dia, sem almoço, para cumprir as duas jornadas de trabalho.

    O órgão ainda afirmou que, “desde o ingresso da servidora, no ano de 2021, não foi informada de qualquer outro vínculo existente”. “Toda a documentação exigida no ato de contratação foi apresentada, incluindo declaração de não haver vinculação a outra instituição pública”, acrescentou.

    Na ocasião, Motta afirmou, por meio de sua assessoria, que “preza pelo cumprimento rigoroso das obrigações dos funcionários de seu gabinete, incluindo os que atuam de forma remota e são dispensados do ponto dentro das regras estabelecidas pela Câmara”.

    A reportagem pediu acesso ao registro de ponto dos funcionários, mas o gabinete de Motta se recusou a fornecer a documentação. O parlamentar também não informou qual a função das funcionárias citadas e qual seu horário de trabalho.

    Área técnica do TCU propõe que Motta apresente informações sobre funcionárias fantasmas

  • Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade, mas limita a 20 dias

    Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade, mas limita a 20 dias

    Proposta original falava em um mês, mas houve resistência no plenário, apesar de apoio da bancada feminina; hoje, legislação prevê que direito a cinco dias corridos com remuneração

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o texto-base projeto que aumenta gradualmente a licença-paternidade a partir de 2027, com gastos custeados pelo Tesouro Nacional, mas limitou o período a 20 dias.

    A proposta previa até 30 dias, mas não houve acordo no plenário -apesar de o projeto ser defendido pela bancada femina da esquerda à direita, houve resistência dos demais deputados. Em 2022, foram eleitas 91 mulheres deputadas e 422 homens deputados.

    O texto, relatado pelo líder do PSB, deputado Pedro Campos (PE), estabelece que os pais terão 10 dias de licença a partir de 2027. A cada ano, serão acrescidos cinco dias de licença, até chegar a 20 dias a partir de 2029.

    Atualmente, a legislação prevê que o pai terá direito a cinco dias corridos de licença remunerada do trabalho para cuidar do filho recém-nascido.

    O projeto foi aprovado de forma simbólica, ou seja, sem que cada deputado precise registrar seu voto individualmente. Apenas o partido Novo e o deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP) registraram voto contrário.

    A medida foi endossada pelo governo Lula (PT), que aposta na medida como vitrine eleitoral, e também teve apoio da bancada feminina e da frente parlamentar pela licença-paternidade, presidida pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

    Nesta segunda-feira (3), a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) se reuniu com Campos, Tabata e outros defensores da proposta.
    O custo, que hoje é bancado pela empresa, passará a ser pago pela Previdência Social com a ampliação da licença. A mudança visa evitar resistências por parte do setor privado e igualar esse direito às condições da licença-maternidade, que já é paga pelo governo federal.

    Entre as críticas ao projeto também estava o impacto fiscal da proposta. Para 2027, o custo previsto é de R$ 3,3 bilhões. Com os 30 dias, o montante chegaria a R$ 6,55 bilhões em 2030.

    As fontes de custeio previstas para o projeto são o Rearp (Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial), que foi aprovado pela Câmara na semana passada, mas ainda depende de aval do Senado, e o projeto do governo que prevê corte linear de 10% em benefícios fiscais, que sequer foi votado.

    O Rearp permite que bens móveis e imóveis tenham seu valor atualizado no Imposto de Renda com o pagamento de um percentual menor de tributo sobre o ganho de capital.

    O projeto da licença-paternidade garante estabilidade no emprego por 30 dias após o retorno do trabalhador, estende o benefício a pais adotantes e assegura até 120 dias de afastamento ao pai em caso de falecimento da mãe.

    Defensor da presença do pai ao longo da criação dos filhos, Pedro Campos prevê no projeto que um juiz pode determinar a suspensão do benefício quando houver violência doméstica ou abandono material comprovados.

    A votação na Câmara busca atender à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de que o benefício seja regulamentado pelo Congresso, o que está pendente desde 1988.

    O projeto original da bancada feminina aumentava a licença-paternidade para 60 dias num prazo de cinco anos. O gasto, no entanto, poderia chegar a R$ 118,2 bilhões em uma década, segundo cálculo do governo revelado pela Folha em julho. Diante de resistências, Pedro Campos diz que buscou adequar o texto ao que era possível, considerando a necessidade de obter o voto da maioria.

    Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade, mas limita a 20 dias

  • Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

    Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

    A influenciadora Mariana Uhlmann afirmou que as decisões profissionais do marido afetam diretamente a rotina familiar; “Já teve alguns trabalhos que orei para não acontecer”, disse

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Mariana Uhlmann revelou que já pediu a Deus para o marido, o ator Felipe Simas, não conseguir papéis em filmes e séries. Casados há 13 anos e pais de três filhos, os dois mantêm uma relação que, segundo ela, exige diálogo constante diante das demandas da carreira artística.

    Em entrevista ao podcast evangélico PodCrê, Mariana contou que algumas propostas profissionais de Simas a deixaram desconfortável. “Já teve alguns trabalhos que orei para não acontecer e para que a porta se fechasse. Teve um específico que, quando ele recebeu, eu falei que não sabia se eu gostaria que ele fizesse isso, e a porta fechou”, disse, sem revelar o nome da produção.

    A influenciadora afirmou que as decisões profissionais do marido afetam diretamente a rotina familiar. “Ano passado, ele passou nove meses em São Paulo e ficou 45 dias longe das crianças. É difícil e mexe com a nossa família toda. Quando ele vai aceitar um trabalho, a gente conversa para entender se eu também estou preparada. É muito importante que tenhamos uma parceria.”

    No bate-papo, Mariana também comentou o incômodo que já sentiu com cenas de beijo de Simas. “Eu conheci o Felipe quando ele era jogador. E, lógico, não é uma cena que eu amo voltar para assistir. Mas sei que o que eu tenho com ele, ele não tem com nenhuma outra. Ali é o trabalho dele, e o que a gente tem em casa é muito sólido e real”, afirmou.

    A influenciadora disse que a fé tem um papel central na forma como o casal lida com os desafios da profissão. “A gente passou por muita coisa, e ele teve a maturidade de olhar no meu olho e falar para a gente orar junto. Fizemos um curso chamado Casados para Sempre e aprendemos que somos uma só carne. Não é uma cena que eu goste de ver, mas é o trabalho dele.”

    Atualmente no ar como o vilão Danilo, em “Dona de Mim”, e no Prime Video como Daniel Cravinhos, na série “Tremembé”, Simas tem se dedicado a papéis mais densos. Mariana reconhece o peso emocional que essas interpretações trazem. “Acho que é um pouco pesado entrar em um personagem assim, mas tenho muito orgulho do Felipe como ser humano, como homem, como marido, como pai e como ator. Eu admiro muito como ele leva a vida, e vejo que não é diferente com a atuação”, destacou.

    Ela relembrou um episódio em que o marido quis se aprofundar demais na preparação de um personagem. “Teve uma vez que ele resolveu dormir na rua para viver o personagem, e eu falei que já estava um pouco demais. Ele não foi, porque comecei a chorar e pedi para ele não fazer isso. Ele é muito intenso, mas traz uma coisa do Evangelho, que é o amor. Então ele tenta olhar todo personagem dele, por pior que seja, com esse olhar de amor.”

    Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

  • David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

    David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ex-jogador inglês e uma das personalidades mais conhecidas do mundo, David Beckham, 50, foi condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º no Castelo de Windsor. O momento foi registrado nas redes sociais do ex-atleta (assista abaixo).

    Esse é o título de maior honraria do Reino Unido e dá o direito à pessoa a usar o prefixo “Sir”. O reconhecimento foi pela contribuição de décadas para o esporte e em causas sociais.

    Ele foi à condecoração acompanhado da mulher, Victoria, e dos pais. O terno escolhido foi uma peça desenhada pela própria esposa, que é estilista.

    “Estou imensamente orgulhoso por esse reconhecimento. É uma honra que representa tudo o que vivi dentro e fora dos campos”, disse.

    Há 13 anos, Beckham já havia sido indicado para receber a honraria depois de virar um dos embaixadores para garantir as Olimpíadas para Londres em 2012.

    “Creio que é muito importante trabalhar juntos, todos os treinadores, para que a Federação Brasileira de Treinadores seja forte”, disse o técnico italiano

    Folhapress | 17:23 – 04/11/2025

    David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

  • CPI do crime organizado convida Castro, Tarcísio e ministros de Lula

    CPI do crime organizado convida Castro, Tarcísio e ministros de Lula

    Comissão foi instalada nesta terça-feira (4), com escolha de governista na presidência; requerimentos foram apresentados pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE)

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A CPI do Crime Organizado no Senado aprovou nesta terça-feira (4) convites para ouvir governadores, entre eles Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP), além dos ministros Ricardo Lewandowski (Justiça) e José Mucio (Defesa), do governo Lula.

    Os requerimentos foram apresentados pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI e autor do pedido que deu origem à comissão. Ao todo, 38 pessoas foram convidadas.

    A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Senado sobre o crime organizado foi instalada nesta terça e será presidida por um governista, o senador Fabiano Contarato (PT-ES).

    A escolha trouxe alívio ao governo federal, que temia que a CPI, sob controle da oposição, pudesse gerar ainda mais desgaste político para a gestão Lula.

    O placar foi de 6 a 5 na disputa contra o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que passou a ser o vice-presidente da comissão.

    A CPI terá 11 titulares e 7 suplentes. Os nomes dos titulares são Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Marcos do Val (Podemos-ES), Marcio Bittar (PL- AC) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

    Além de Rogério Carvalho (PT-SE), Fabiano Contarato (PT-ES), Otto Alencar (PSD-BA), Jorge Kajuru (PSB-GO), Angelo Coronel (PSD-BA) e Alessandro Vieira (MDB-SE).

    “Não permitirei que o debate sobre segurança pública seja sequestrado por discursos fáceis e populistas. O combate ao crime organizado exige seriedade e inteligência, não pirotecnia”, disse o presidente da CPI após a escolha.

    Na ocasião, o relator também apresentou o plano de trabalho, que será dividido em eixos temáticos.

    DIVISÃO DO PLANO DE TRABALHO

    – Domínio territorial;
    – Lavagem de dinheiro;
    – Sistema prisional;
    – Corrupção ativa e passiva em todos os setores;
    – Rotas para transporte de mercadorias ilícitas;
    – Crimes praticados por facções (tráfico de armas, contrabando, sonegação, furto, estelionato, crimes digitais);
    – Necessidade de integração dos órgãos, com destaque para as rotas usadas por facções;
    – Prevenção e repressão ao crime;
    – Orçamento.

    PESSOAS CONVIDADAS

    GOVERNO FEDERAL**

    – Ricardo Lewandowski, Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública;
    – José Mucio Monteiro Filho, Ministro de Estado da Defesa;
    – Andrei Augusto Passos Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal;
    – Leandro Almada da Costa, Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal;
    – Antônio Glautter de Azevedo Morais, Diretor de Inteligência Penal da Senappen;
    – Luiz Fernando Corrêa, Diretor-Geral da Abin

    ESTADOS

    – Clécio Luís, governador do Estado do Amapá;
    – Cézar Vieira, Secretário de Justiça e Segurança Pública do Amapá;
    – Jerônimo Rodrigues, Governador do Estado da Bahia;
    – Marcelo Werner Derschum Filho, Secretário de Segurança Pública da Bahia;
    – Raquel Lyra, Governadora do Estado de Pernambuco;
    – Alessandro Carvalho Liberato de Mattos, Secretário de Defesa Social de Pernambuco;
    – Elmano de Freitas, Governador do Estado do Ceará;
    – Antonio Roberto Cesário de Sá, Secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará;
    – Paulo Dantas, Governador do Estado de Alagoas;
    – Flávio Saraiva, Secretário de Segurança Pública de Alagoas;
    – Jorginho Melo, Governador do Estado de Santa Catarina;
    – Flávio Rogério Pereira Graff, Secretário de Segurança Pública de Santa Catarina;
    – Ratinho Júnior, Governador do Estado do Paraná;
    – Hudson Leôncio Teixeira, Secretário de Segurança Pública do Paraná;
    – Eduardo Leite, Governador do Estado do Rio Grande do Sul;
    – Mario Ikeda, Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul;
    – Ibaneis Rocha, Governador do Distrito Federal;
    – Sandro Torres Avelar, Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
    – Cláudio Castro, Governador do Estado do Rio de Janeiro;
    – Victor Cesar Carvalho dos Santos, Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro;
    – Tarcísio de Freitas, Governador do Estado de São Paulo;
    – Guilherme Muraro Derrite, Secretário de Segurança Pública de São Paulo.

    ESPECIALISTAS EM SEGURANÇA PÚBLICA

    – Lincoln Gakiya, Promotor de Justiça;
    – Renato Sérgio de Lima, Diretor Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
    – Joana da Costa Martins Monteiro, Professora e pesquisadora;
    – Leandro Piquet Carneiro, Professor e pesquisador.

    JORNALISTAS

    – Josmar Jozino, jornalista investigativo do portal UOL;
    – Rafael Soares, jornalista investigativo do jornal O Globo;
    – Cecília Olliveira, jornalista investigativa e fundadora do Instituto Fogo Cruzado;
    – Bruno Paes Manso, jornalista investigativo e pesquisador do NEV-USP;
    – Allan de Abreu, jornalista investigativo da revista Piauí;
    – Rodrigo Pimentel, articulista e consultor em segurança pública.

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  • Val Marchiori critica plano de saúde que negou R$ 60 mil em cirurgia de tratamento contra câncer

    Val Marchiori critica plano de saúde que negou R$ 60 mil em cirurgia de tratamento contra câncer

    Val Marchiori revelou que sua cirurgia custou R$ 60 mil, mas o convênio teria considerado o valor elevado e coberto apenas 11% do total

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Val Marchiori, 51, usou as redes sociais para relatar as dificuldades que vem enfrentando durante o tratamento contra o câncer de mama e denunciar a falta de amparo dos planos de saúde. A socialite contou que sua cirurgia custou R$ 60 mil, mas o convênio teria considerado o valor elevado e coberto apenas 11% do total. “Plano de saúde só ganha dinheiro e não cobre nada”, criticou.

    Em tom de desabafo, Val afirmou que a falta de respaldo jurídico agrava a situação de quem precisa de tratamento urgente. “Infelizmente, hoje não temos leis que realmente nos protejam. Eu, que estou em tratamento do câncer de mama, tenho enfrentado grandes dificuldades -e sei que muitas pessoas passam pela mesma situação. Planos que deveriam amparar acabam negando ou demorando para autorizar procedimentos que são urgentes e vitais”, escreveu a empresária.

    Val também falou sobre o maior desafio desde o diagnóstico: a quimioterapia. “São vários desafios, mas a quimioterapia tem sido muito difícil”, confessou a empresária que explicou ainda que a alta definitiva só deve vir após dez anos de acompanhamento. “Estou concentrada em concluir a primeira fase do tratamento”, comentou ela, que notou a perda de cabelo nos últimos dias. “Mexe com o psicológico. Parece que leva um pedacinho da gente”.

    Val tornou público o diagnóstico em 28 de agosto nas redes sociais. Na postagem, ela contou ter descoberto um carcinoma tipo 2 de 6 mm em fase precoce. Frequentemente, ela faz alerta sobre a importância dos exames preventivos.

    A empresária postou recentemente uma mensagem de otimismo no tratamento: “Não é o câncer que vai me derrubar. Nem que vai roubar a minha alegria, o meu sorriso, o meu amor pela vida.Porque a fé é mais forte, o amor é mais forte, e a vontade de viver é infinita.”

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