Autor: REDAÇÃO

  • Zeca Pagodinho celebra quatro décadas de carreira com shows em Portugal

    Zeca Pagodinho celebra quatro décadas de carreira com shows em Portugal

    O artista brasileiro fará shows em Lisboa e no Porto para comemorar os 40 anos de carreira; o sambista promete levar o público em uma viagem musical repleta de sucessos que marcaram épocas, bem como grandes clássicos do seu repertório

    Com uma carreira de quatro décadas de sucesso, Zeca Pagodinho leva a Portugal a sua tour “Zeca Padoginho 40 anos”. Lisboa recebe o artista em 6 de Novembro, no Sagres Campo Pequeno, com a cidade do Porto recebendo a tour em 8 de Novembro na Super Bock Arena.

    Um dos maiores nomes do samba traz a Portugal a sua tour com os maiores sucessos ao longo da sua longa carreira. Ao longo de quatro décadas, o artista consolidou-se como uma figura emblemática da música brasileira, conquistando corações com a sua voz única e talento inigualável. Para celebrar esta impressionante trajetória, o embaixador de Xerém anunciou uma série de grandes shows, prometendo atrair fãs de todas as idades.

    A turnê “Zeca Pagodinho 40 Anos” leva o público em uma viagem musical repleta de sucessos que marcaram épocas, bem como grandes clássicos do seu repertório, que enriquecem e perpetuam a tradição do samba brasileiro. Para além da sua carreira musical, Zeca é também reconhecido pelo seu compromisso com a preservação e promoção do samba. Tornou-se um defensor incansável da cultura brasileira, mantendo vivas as tradições do género e inspirando novas gerações a reconectarem-se com as suas raízes.

    Zeca Pagodinho iniciou a sua carreira nas rodas de samba dos subúrbios do Rio de Janeiro, como a lendária roda do Cacique de Ramos. Desde muito cedo, circulou entre sambistas da sua e de gerações anteriores, sendo o seu talento revelado pela cantora Beth Carvalho, na década de 80. O sucesso foi rápido e, em poucos anos, acumulou diversos prémios, incluindo quatro Grammy Latinos. Com 24 álbuns editados e mais de 12 milhões de cópias vendidas, Zeca é também conhecido pelo seu carisma e irreverência, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica como um dos maiores sambistas do Brasil.

    Zeca Pagodinho celebra quatro décadas de carreira com shows em Portugal

  • Emendas terão corte de R$ 7,1 bi no Orçamento de 2026 sem MP dos impostos, calcula governo

    Emendas terão corte de R$ 7,1 bi no Orçamento de 2026 sem MP dos impostos, calcula governo

    Sem a MP, que iria cobrar impostos de ricos, fintechs e bets, governo prevê corte de R$ 7,1 bilhões nas emendas parlamentares para manter equilíbrio do Orçamento de 2026

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – As emendas parlamentares terão um corte de R$ 7,1 bilhões no Orçamento de 2026 se o Congresso Nacional não compensar o espaço fiscal perdido com a derrubada da MP (medida provisória) de aumento dos impostos, segundo cálculo de técnicos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Na situação atual, o valor não poderá nem sequer ser incluído no Orçamento, para preservar a fatia das demais despesas discricionárias (que incluem custeio da máquina pública e investimentos) no gasto total, como prevê o acordo firmado no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Se o Legislativo insistir num montante maior de emendas, Lula poderá vetar o excedente, segundo esses técnicos.

    Essa é uma medida mais drástica do que um mero congelamento, quando os recursos podem ser liberados no futuro, caso haja melhora das condições financeiras do governo. O corte significa que as ações carimbadas pelos congressistas nem estarão previstas na peça orçamentária a ser aprovada até o fim de 2025 e cuja execução se dará em ano eleitoral.

    A previsão atual é que as emendas alcancem até R$ 52,9 bilhões no ano que vem, dos quais R$ 40,8 bilhões são obrigatórias (individuais e de bancada) e R$ 12,1 bilhões de comissão. O entendimento do governo é de que o corte reduziria o espaço para indicação dos parlamentares a R$ 45,8 bilhões.

    As emendas ainda poderão sofrer um contingenciamento adicional de R$ 4,5 bilhões em março, quando o governo fará a primeira revisão de receitas e despesas de 2026, caso até lá os parlamentares não aprovem o projeto de lei complementar que autoriza um corte nos benefícios tributários. Essa trava, porém, poderia ser revertida com mais facilidade até o fim do exercício se houver recomposição da arrecadação com outras medidas.

    O alerta sobre as emendas tem sido um dos instrumentos de pressão do Executivo sobre o Congresso, numa tentativa de abrir caminho à retomada de parte das medidas da MP ainda este ano. Parlamentares criticam o que veem como uma chantagem do governo, mas técnicos afirmam que é uma questão matemática a partir do acordo sobre as emendas mediado pelo STF.

    Sem a MP dos impostos, que também previa medidas de redução de despesas obrigatórias, o ritmo de crescimento das emendas poderia achatar as demais despesas discricionárias, parcela do Orçamento usada para pagar contratos de manutenção, limpeza, compra de materiais e pagamento de obras e investimentos.

    Para chegar a essa conclusão, os técnicos do governo levaram em consideração alguns fatores.

    O primeiro deles é o fato de que, sem as receitas da MP, o governo não poderia orçar a despesa no exato limite do arcabouço fiscal. O gasto previsto no Orçamento seria menor, na mesma medida da arrecadação perdida (R$ 20,9 bilhões), e o corte recairia sobre as discricionárias.

    O segundo fator é a impossibilidade de usar o espaço adicional de cerca de R$ 12 bilhões garantido pela nova PEC (proposta de emenda à Constituição) dos precatórios, que incorporou na base de cálculo do limite de 2026 um valor extra de despesas deste ano.

    O terceiro fator é a necessidade de acomodar despesas obrigatórias que antes seriam reduzidas pela MP.

    O texto geraria uma economia de cerca de R$ 15 bilhões no ano que vem, dos quais R$ 11 bilhões com a inclusão do Pé-de-Meia no piso da educação. O restante viria das mudanças no seguro-defeso (pago a pescadores artesanais no período em que a atividade é proibida), no Atestmed (sistema online para concessão de auxílio-doença sem perícia presencial) e na compensação previdenciária a estados e municípios.

    O Pé-de-Meia, que paga bolsas de incentivo a alunos do ensino médio, é classificado como despesa discricionária, então o ajuste não vai alterar a proporção desse tipo de gasto no Orçamento, embora implique redução de outras ações da área de educação. Como a proposta foi enviada com um excesso de R$ 3 bilhões em relação ao piso da educação, a necessidade de ajuste será da ordem de R$ 8 bilhões.

    Os outros R$ 7 bilhões são despesas obrigatórias, ou seja, a necessidade de reacomodá-los vai reduzir a proporção das discricionárias no Orçamento. Na soma de todos os fatores, o espaço para gastos mais flexíveis pode encolher até R$ 28 bilhões sem a MP.

    Técnicos do governo afirmam que, ao mediar o acordo, o ministro do STF Flávio Dino ressaltou que a expansão das emendas não pode se dar às custas das demais despesas discricionárias do Executivo. À luz desse entendimento, os R$ 7,1 bilhões seriam o corte necessário para manter a participação das demais obrigatórias no Orçamento.

    Há uma interpretação alternativa, ventilada no Congresso, de que o risco de achatamento das discricionárias impediria apenas o crescimento real das emendas, mas não autorizaria redução nominal dessas verbas de um ano para outro. Nesse cenário, o corte seria de R$ 2 bilhões, mas o governo rechaça esse entendimento.

    A avaliação entre os técnicos é que o ajuste deve se dar principalmente sobre as emendas de comissão, já que as demais são impositivas, isto é, obrigatórias. Na prática, em vez de distribuir R$ 12 bilhões às comissões, os parlamentares só terão R$ 5 bilhões nessa modalidade.

    As emendas que ficarem de fora do Orçamento até podem ser retomadas, mas o caminho é mais burocrático. Além da comprovação de melhora da situação fiscal, com aumento de receitas e redução de gastos obrigatórios, o Executivo precisará enviar um projeto para abrir crédito no Orçamento, o que dependerá de aprovação em sessão conjunta do Congresso. Só depois disso será possível executar as ações.

    Em um ano eleitoral, durante o qual há uma série de restrições à aplicação de verbas públicas, essa demora pode atrapalhar os planos de parlamentares que pretendem irrigar seus redutos eleitorais com emendas.

    Nos últimos dias, líderes e deputados governistas no Congresso afirmam que o governo estuda um arsenal de medidas para recuperar a arrecadação prevista com a MP dos impostos. A tentativa é costurar a aprovação de um texto que reúna trechos que já haviam sido alvo de acordo entre as bancadas.

    Estão nas negociações a regra que limita o uso de créditos tributários para abater impostos a pagar, permitindo o benefício apenas quando houver comprovação de efetivo pagamento do tributo que gerou o crédito, ou ainda a tributação maior das bets.

    Na semana passada, Lula citou a possibilidade de retomar o aumento da tributação sobre as fintechs citadas por Lula. Há ainda governistas que defendem o um novo decreto para ampliar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), já que o recuo parcial na ampliação anunciada em maio foi o que deu origem à edição da MP dos impostos.

    Emendas terão corte de R$ 7,1 bi no Orçamento de 2026 sem MP dos impostos, calcula governo

  • Marina Sena prepara estreia na Sapucaí no Carnaval 2026

    Marina Sena prepara estreia na Sapucaí no Carnaval 2026

    A cantora marcará presença em camarote que também terá presença Pedro Sampaio, Luísa Sonza e Ne-Yo

    SALVADOR, BA (UOL/CBS NEWS) – Pela primeira vez na carreira, Marina Sena vai se apresentar em um dos camarotes na Sapucaí no Carnaval 2026.

    A estreia vai acontecer no dia 16 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval, no Nosso Camarote, localizado no Setor 10 da Passarela do Samba. Além dela, o espaço já anunciou shows de Pedro Sampaio, Luísa Sonza e Ne-Yo.

    Na Sapucaí, o público do camarote vai conferir as músicas de sucesso e as mais recentes incluídos no álbum “Coisas Naturais”. Os ingressos para o show no Carnaval já estão à venda.

    Marina Sena prepara estreia na Sapucaí no Carnaval 2026

  • Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

    Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

    Nova modalidade substituirá débito automático e boletos; para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática

    Com a promessa de substituir o débito automático e os boletos, o Pix automático torna-se obrigatório nesta segunda-feira (13). Lançada em caráter opcional em junho, a extensão do Pix foi desenvolvida para o usuário autorizar pagamentos periódicos a empresas e prestadores de serviços, como microempreendedores individuais (MEI). O cliente autoriza uma única vez, com os débitos ocorrendo automaticamente na conta do pagador.

    A ferramenta pretende beneficiar tanto empresas como consumidores. De acordo com o Banco Central (BC), o débito automático beneficiará até 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito.

    Para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática. Isso porque o débito automático exige convênios com cada um dos bancos, o que na prática só era possível a grandes companhias. Com o Pix automático, bastará a empresa ou o MEI pedir a adesão ao banco onde tem conta.

    Como funciona

    • Empresa envia pedido de autorização de Pix automático a cliente
    • No aplicativo do banco ou instituição financeira, o cliente acessa a opção “Pix automático”
    • Lê e aceita os termos da operação
    • Define a periodicidade da cobrança, o valor (fixo ou variável) e o limite máximo por transação
    • A partir da data acordada, o sistema faz os débitos automaticamente
    • Cobrança pode ser feita 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados
    • Usuário pode cancelar autorização e ajustar valores e periodicidade a qualquer momento

    Tipos de contas

    O Pix automático só é válido para pessoas físicas como pagadoras e empresas ou prestadores de serviços como cobradores. O pagamento periódico entre pessoas físicas, como mesadas ou salários de trabalhadores domésticos, é feito por outra modalidade, o Pix agendado recorrente, serviço que os bancos devem oferecer obrigatoriamente desde outubro de 2024.

    Algumas contas pagas com Pix automático

    Contas de consumo (luz, água, telefone)Mensalidades escolares e de academiasAssinaturas digitais (streaming, música, jornais)Clubes de assinatura e serviços recorrentesOutros serviços com cobrança periódica

    Algumas empresas, principalmente micro e pequenas empresas, usavam o Pix agendado recorrente para cobranças periódicas. O Pix automático promete simplificar as operações de cobrança.

    No Pix agendado recorrente, o pagador tinha de digitar a chave com a conta da empresa, o valor e a periodicidade da cobrança, o que poderia levar a erros e divergências. No Pix automático, o usuário receberá uma proposta de adesão, bastando confirmar a cobrança, podendo ajustar valores e a frequência dos pagamentos.

    Segurança

    O Pix automático traz alguns riscos de segurança. O principal são falsas empresas que enviam propostas de cobrança que irão para contas de terceiros. Para minimizar o risco de golpes, o BC editou, em junho, uma série de normas para as empresas que aderirem ao Pix automático.

    Bancos e instituições de pagamentos deverão checar uma série de informações das empresas, divididas em três eixos: dados cadastrais, compatibilidade entre a atividade econômica e o serviço ofertado no Pix automático e histórico de relacionamento com o participante. Para impedir fraudes por empresas recém-criadas, somente empresas em atividade há mais de seis meses poderão oferecer a nova modalidade do Pix.

    As regras de segurança que os bancos deverão checar são as seguintes:

    • Data de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ);
    • Situação cadastral dos sócios e administradores no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e outras informações da empresaCompatibilidade entre a atividade econômica e o serviço oferecido para o Pix automático
    • Quantidade de funcionários, valor do capital social e faturamentoTempo de abertura da conta e uso de outros meios de cobrançaFrequência das transações com o participante

    Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

  • Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

    Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

    “Se houver interesse político dos governantes do mundo inteiro, se encontrará um jeito de colocar o café da manhã, o almoço e a janta para o povo pobre do mundo inteiro”, disse Lula

    Após participar do Fórum Mundial da Alimentação, em Roma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (13) que a fome não é um problema econômico, mas um problema político.

    “Se houver interesse político dos governantes do mundo inteiro, se encontrará um jeito de colocar o café da manhã, o almoço e a janta para o povo pobre do mundo inteiro”, destacou, durante coletiva de imprensa após o evento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

    Para Lula, só será possível acabar com a fome no mudo “quando houver indignação da humanidade”. “Há muito tempo, se dizia que a gente não ia ter capacidade tecnológica de produzir alimento para acompanhar o crescimento da humanidade”.

    “Hoje, nós produzimos quase duas vezes o alimento necessário. Não basta produzir, é preciso consumir, é preciso chegar até as pessoas. E fazer com que as pessoas recebam esse alimento. E é preciso ter renda.”

    Ao final da coletiva, o presidente voltou a classificar a fome como uma questão política e disse esperar discutir o tema em todos os fóruns mundiais dos quais participar.

    “O mundo é desigual porque a economia, tal como ela é pensada, leva à um mundo desigual”.

    “Podem gostar ou não gostar, mas, em todos os fóruns em que eu participar, os dirigentes políticos vão me ouvir falar da desigualdade racial, da desigualdade de comida, da desigualdade do salário, da desigualdade de tudo”, concluiu.

    Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

  • Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    No começo da tarde desta segunda-feira (13), a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448; a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em forte queda nesta segunda-feira (13), com investidores atentos às negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

    Depois de anunciar tarifas de 100% sobre produtos chineses na sexta-feira, o presidente Donald Trump moderou o discurso no final de semana, aliviando a tensão nos mercados globais.

    Às 14h08, a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448. O movimento é também de correção, tendo em vista que a divisa disparou mais de 2% na sexta-feira.

    Já a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos, endossada pelo otimismo das demais praças acionárias do exterior.

    A sexta-feira foi como um déjà vu para os investidores. No mais novo capítulo de sua cruzada comercial, Trump anunciou que vai impor tarifas adicionais de 100% sobre produtos da China a partir do dia 1º de novembro.

    A medida, segundo o presidente americano, é em resposta à “posição extraordinariamente agressiva” dos chineses de “impor controles de exportação para todos os tipos de produtos”.

    Na semana passada, o governo de Xi Jinping anunciou a adoção de controles de exportação que deve causar rupturas no fornecimento global de terras raras, produtos essenciais para uma série de indústrias, da automobilística à de defesa. Pelas novas regras, empresas estrangeiras precisarão obter autorização de Pequim para exportar ímãs críticos e outros produtos que contenham até pequenas quantidades de terras raras extraídas da China.

    “Ninguém jamais viu algo assim, mas, essencialmente, isso ‘paralisaria’ os mercados e tornaria a vida difícil para praticamente todos os países do mundo, especialmente para a China”, disse Trump em sua publicação na rede Truth Social. Ele também ameaçou cancelar uma reunião com Xi Jinping marcada para o final deste mês.

    Já o Ministério do Comércio chinês disse, no domingo, que o país não quer embarcar em uma guerra comercial, mas não tem medo de aplicar “medidas firmes e correspondentes” caso os EUA não voltem atrás nas sobretaxas adicionais de 100%.

    “A China exorta os EUA a corrigirem imediatamente suas ações equivocadas e, sob a orientação do consenso alcançado nas conversas entre os dois chefes de Estado, a preservarem os frutos das negociações arduamente conquistados”, disse o porta-voz da pasta em entrevista coletiva.

    O cenário reacende o risco de uma guerra comercial em grande escala, semelhante à do início do ano, quando Trump impôs tarifas de 145% sobre produtos chineses e Xi respondeu com 125% sobre mercadorias americanas. Depois de meses de cabo de guerra, as sobretaxas em vigor atualmente são de 30% sobre a China e de 10% sobre os EUA.

    Os temores de uma nova escalada de tensões geraram impacto no mercado financeiro na sexta-feira, com Bolsas em queda ao redor do mundo e dólar em alta no Brasil, também afetado pela pauta fiscal do país.

    No final de semana, porém, Trump adotou um tom mais conciliador, dizendo que quer “ajudar a China, não prejudicá-la”.

    “Não se preocupem com a China, tudo ficará bem! O respeitado presidente Xi acabou de passar por um momento difícil. Ele não quer uma depressão para seu país, e eu também não”, declarou o mandatário americano em sua plataforma Truth Social.

    Nesta segunda, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, endossou a moderação no tom ao afirmar que houve comunicações substanciais entre norte-americanos e chineses no fim de semana.

    “Houve uma desescalada significativa da situação”, disse Bessent em entrevista à Fox Business Network. “O presidente Trump disse que as tarifas não entrarão em vigor até 1º de novembro. Ele se reunirá com o presidente do Partido, Xi, na Coreia. Acredito que essa reunião ainda será realizada.”

    Os investidores, na análise de Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado da Ebury, estão “discretamente confiantes de que este é mais um caso em que o latido de Trump é pior do que a mordida”.

    A pauta tarifária deve continuar sendo o principal assunto da semana no mercado financeiro, diz Ryan, considerando que a paralisação do governo federal dos EUA continua sem fim à vista.

    A leitura predominante até o momento é que “shutdown” tem o potencial de impactar o ciclo de cortes de juros nos EUA. Com a paralisação, a divulgação de novos dados oficiais está suspensa. O relatório de emprego “payroll”, por exemplo, estava previsto para o fim de setembro e ainda não foi publicado.

    O mesmo deve acontecer com os dados de inflação do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês), esperados para quarta-feira (15).

    O Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) decidiu cortar os juros em 0,25 ponto percentual na reunião passada, no que foi a primeira redução de 2025. A continuidade do ciclo de afrouxamento, porém, depende da temperatura da economia norte-americana. Conforme a próxima reunião de política monetária se aproxima, marcada para os próximos dias 28 e 29, as autoridades do Fed seguem no escuro, sem acesso às estatísticas essenciais para tomar uma decisão.

    O cenário fiscal do Brasil também segue em pauta. Na sexta, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um novo modelo de crédito imobiliário que pode turbinar a popularidade do presidente a um ano das eleições, além de injetar estímulos na economia, o que pode forçar a a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em um patamar elevado por mais tempo.

    “Existe uma preocupação de que 2026 seja marcado por uma ampliação dos gastos públicos por conta da eleição presidencial de outubro. Por isso, há receios em relação à sustentabilidade da dívida pública brasileira”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    O novo modelo de crédito segue a esteira da derrubada da MP (medida provisória) dos Impostos no Congresso Nacional, na quarta-feira passada, medida que o governo considerava importante para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em ano eleitoral.

    Ao retirar do horizonte uma fonte de arrecadação para os próximos anos, o Congresso torna mais desafiadora a tarefa de cumprir as metas estabelecidas pelo arcabouço fiscal. A ala econômica do governo já afirmou estar estudando outras vias possíveis.

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

  • Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

    Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

    A apresentadora tropeçou e levou um tombo em casa, mas foi socorrida; ” Foi mais um susto, mas não se machucou”, afirmou Thiago Nielsen, representante de Mamma

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mamma Bruschetta, 74, sofreu uma queda em sua residência e precisou da ajuda do Corpo de Bombeiros para ser socorrida.

    O acidente doméstico ocorreu na madrugada desta segunda-feira (13). Com seu característico bom humor, a apresentadora compartilhou o incidente nas redes sociais, posando ao lado dos militares que a auxiliaram.

    Em sua publicação no Instagram, Mamma expressou sua gratidão. “Queridos bombeiros que me acudiram no tombo que sofri na madrugada. Verdadeiros heróis”, escreveu ela.

    De acordo com a assessoria da apresentadora, ela tropeçou antes de cair, mas felizmente não se machucou. “Ela está bem, graças a Deus. Foi mais um susto, mas não se machucou”, afirmou Thiago Nielsen, representante de Mamma, conforme informações da revista Quem.

    Mamma Bruschetta é conhecida por seu trabalho na televisão e por seu estilo irreverente. Recentemente, ela passou por tratamentos médicos, incluindo uma cirurgia para tratar um câncer no esôfago, e segue acompanhando sua saúde com regularidade.

    Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

  • Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

    Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

    O ministro do STF justificou a manutenção pela “garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a integral aplicação da lei penal”

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta segunda-feira (13) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para revogar a prisão domiciliar do ex-presidente.

    Moraes justificou a manutenção pela “garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a integral aplicação da lei penal”.

    “O término do julgamento do mérito da presente ação penal 2668, com a condenação do réu Jair Messias Bolsonaro à pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses, em regime inicial fechado, e o fundado receio de fuga do réu, como vem ocorrendo reiteradamente em situações análogas nas condenações referentes ao dia 8/1/2023, autorizam a manutenção da prisão domiciliar e das cautelares”, argumentou o ministro.

    No último mês, a defesa do ex-presidente havia pedido revogação de todas as medidas cautelares impostas contra ele no inquérito que investigava a coação do Judiciário, com apoio do governo Donald Trump.

    O pedido envolvia a reconsideração da prisão domiciliar de Bolsonaro e da proibição de utilizar redes sociais.

    O advogado Paulo Cunha Bueno disse que o pedido se devia ao fato de a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Eduardo não ter incluído o ex-presidente entre os acusados de coação contra o Supremo.

    Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

  • Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

    Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians não terá Hugo Souza, Romero e Félix Torres para o clássico contra o Santos, na quarta-feira (15), mas deve contar com Memphis Depay.

    SITUAÇÃO DOS CONVOCADOS

    Hugo Souza está suspenso e não jogaria de qualquer jeito. O goleiro será titular da seleção brasileira nesta terça-feira (14), às 7h30 (de Brasília), contra o Japão, em Tóquio. Não haveria tempo hábil para a volta do camisa 1. Felipe Longo será o seu substituto e fará a sua estreia no time profissional.

    O cenário de Romero é o mesmo. Também na terça, o paraguaio joga pela sua seleção contra a Coreia do Sul, às 8h, em Seul. Assim como Hugo, ele foi reserva no primeiro jogo da Data Fifa e vive a expectativa de jogar dessa vez.
    Félix Torres também é baixa. O zagueiro está com a seleção equatoriana e enfrentará o México às 23h45 desta terça-feira (14), véspera do clássico, nos Estados Unidos.

    Memphis tem mais tempo para voltar ao Brasil. O holandês foi titular no jogo entre Holanda e Finlândia, neste domingo (12), em solo holandês. O camisa 10 tem condições de jogo após se recuperar de um edema e briga por vaga no ataque com Yuri Alberto e Gui Negão. Ele chega a São Paulo entre nesta segunda-feira (13) e nesta terça-feira (14) e será avaliado pelo departamento de fisiologia do clube.

    OUTRO DESFALQUE E POSSÍVEIS RETORNOS

    Matheus Bidu também é desfalque para o clássico. O lateral-esquerdo está suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos e deve ser substituído por Angileri.

    Martínez faltou a treinos e não estará à disposição de Dorival para encarar o Santos. O jogador não apareceu na reapresentação do elenco, na última quarta-feira, e foi ausência nas atividades desde então. O venezuelano alegou problemas familiares.

    Trio deve voltar a ficar disponível. André Ramalho se recuperou de um estiramento na coxa, Charles voltou após sentir dores no joelho, e Rodrigo Garro deve retornar depois de tratar uma lesão muscular na panturrilha. Os três devem ficar, pelo menos, no banco de reservas.

    Carrillo tem cenário mais difícil. O peruano iniciou os treinos parciais com o elenco após se recuperar de uma lesão ligamentar no tornozelo, mas não deve ser relacionado por Dorival Júnior.

    Um provável Corinthians tem: Felipe Longo; João Pedro Tchoca, Gustavo Henrique e Raniele; Matheuzinho, Ryan (Charles), Maycon, Breno Bidon e Angileri; Yuri Alberto e Gui Negão (Memphis).

    Santos e Corinthians se enfrentam na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela 28ª rodada do Brasileirão. O Timão é o 12° colocado na competição, com 33 pontos somados.

    Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

  • Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos

    Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos

    Noa Argamani e Avinatan Or foram sequestrados pelo Hamas nos ataques em uma festa rave em Israel em 7 de outubro de 2023

    Nesta segunda-feira (13), o casal Noa Argamani e Avinatan Or se reencontraram após serem sequestrados e separados nos ataques de 7 de outubro de 2023, que o Hamas executou em um festival em Israel. O sequestro dos jovens marcou a invasão do grupo terrorista com milhares de imagens e vídeos do momento circulando as redes sociais.

    No ataque do Hamas na festa rave, Noa foi levada de moto e Avinatan ficou sendo ameaçado pelos terroristas. A jovem foi libertada em junho de 2024 e em Israel passou a fazer uma campanha pedindo um acordo de paz para a libertação dos outros reféns. “Eu não conseguia me mover, não conseguia respirar. Pensei que seriam os últimos segundos da minha vida”, disse ela.

    Agora, com o acordo de paz assinado entre Israel e o Hamas, os reféns, de ambos os lados, foram libertados. Dois anos depois do ataque do Hamas, Avinatan Or chegou em Israel e os dois finalmente puderam se reencontrar. 

    Avinatan Or, que possui nacionalidade britânica, cresceu e viveu em Shilo, na Cisjordânia ocupada. Antes do sequestro, ele e Noa tinham o projeto de se instalar em Beersheva, no sul de Israel, onde ele havia estudado engenharia.

    Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos