Autor: REDAÇÃO

  • Siglas corporativas: o que significam e como impactam o ambiente de trabalho

    Siglas corporativas fazem parte do vocabulário diário de empresas em todo o mundo. Esses termos abreviados se tornaram essenciais para agilizar a comunicação, padronizar processos e facilitar a compreensão em um cenário cada vez mais globalizado. No entanto, para muitos profissionais, entender esse universo de siglas pode ser um desafio que vai além do simples domínio do inglês corporativo. Neste artigo, vamos explicar os principais significados, a importância do uso consciente e o impacto dessas abreviações no mercado de trabalho atual.

    O que são siglas corporativas?

    As siglas corporativas são abreviações de termos utilizados em ambientes de negócios e gestão. Em sua maioria, têm origem no inglês e são aplicadas para facilitar a comunicação em relatórios, reuniões e documentos estratégicos. Exemplos comuns incluem KPI (Key Performance Indicator), CEO (Chief Executive Officer) e ROI (Return on Investment). Essas siglas são criadas para simplificar expressões longas e permitir que conceitos complexos sejam mencionados de forma rápida e padronizada.

    Por que as siglas corporativas são importantes?

    Em ambientes empresariais, a clareza e a objetividade são essenciais. O uso de siglas corporativas contribui para:

    • Agilidade na comunicação: termos curtos reduzem o tempo de explicação em reuniões e documentos.
    • Padronização global: empresas multinacionais utilizam siglas comuns que facilitam a interação entre equipes de diferentes países.
    • Autoridade e profissionalismo: dominar esse vocabulário é visto como sinal de preparo e integração ao mercado.
    • Eficiência estratégica: relatórios e apresentações se tornam mais objetivos e acessíveis.

    As siglas mais utilizadas no mundo corporativo

    A lista de siglas corporativas é extensa e está em constante atualização. Algumas das mais comuns incluem:

    • CEO – Chief Executive Officer (Diretor Executivo)
    • CFO – Chief Financial Officer (Diretor Financeiro)
    • COO – Chief Operating Officer (Diretor de Operações)
    • KPI – Key Performance Indicator (Indicador-chave de desempenho)
    • OKR – Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados-chave)
    • ROI – Return on Investment (Retorno sobre o investimento)
    • ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança)
    • B2B – Business to Business (Negócio para Negócio)
    • B2C – Business to Consumer (Negócio para Consumidor)

    O impacto das siglas corporativas na comunicação

    Embora as siglas corporativas sejam criadas para simplificar, seu excesso pode gerar barreiras de compreensão. Profissionais recém-chegados ao mercado, por exemplo, podem sentir dificuldade em acompanhar discussões que utilizam termos técnicos de forma massiva. Isso gera a necessidade de treinamentos internos e glossários corporativos para nivelar o conhecimento da equipe.

    Além disso, empresas que exageram no uso de siglas correm o risco de criar uma comunicação excludente. O equilíbrio está em utilizar abreviações quando elas realmente trazem clareza e produtividade, sem transformar o discurso corporativo em um código fechado.

    Siglas corporativas e a globalização

    Com o avanço da globalização e a integração de mercados, as siglas corporativas passaram a ser utilizadas de forma padronizada em diferentes idiomas. Palavras como CEO e ROI já fazem parte do vocabulário de executivos no Brasil, China, Estados Unidos e Europa. Essa unificação facilita negociações internacionais e fortalece o entendimento de métricas e estratégias em comum.

    Como aprender e dominar siglas corporativas

    Para se destacar no ambiente de negócios, é essencial conhecer as siglas corporativas. Algumas dicas para dominar esse vocabulário incluem:

    • Estudo contínuo: manter-se atualizado com as novas tendências e siglas que surgem.
    • Leitura de relatórios: relatórios financeiros e estratégicos são fontes ricas em abreviações corporativas.
    • Participação em treinamentos: cursos de gestão e liderança incluem glossários específicos.
    • Uso de glossários digitais: diversas empresas disponibilizam listas oficiais de termos utilizados internamente.

    O futuro das siglas corporativas

    Com o avanço da tecnologia, a tendência é que as siglas corporativas se tornem ainda mais presentes. Termos ligados a ESG, inovação e transformação digital já dominam apresentações estratégicas. Novas áreas, como inteligência artificial e sustentabilidade, também trazem abreviações próprias que devem se popularizar nos próximos anos.

    Isso significa que profissionais que dominam esse universo terão vantagem competitiva no mercado. O conhecimento dessas siglas não é apenas um detalhe técnico, mas uma habilidade essencial para quem busca posições de liderança ou atua em empresas com operações globais.

    Considerações finais

    As siglas corporativas são muito mais do que simples abreviações. Elas representam uma linguagem própria do ambiente de negócios, capaz de aproximar profissionais, facilitar a comunicação e dar suporte a decisões estratégicas. Entretanto, seu uso consciente é fundamental para garantir clareza, inclusão e eficiência. Conhecer e dominar esses termos é um diferencial que pode impactar diretamente a carreira e os resultados de uma empresa.


  • Mendes diz que STF está unido na defesa de democracia e que espera 'tempos mais pacíficos'

    Mendes diz que STF está unido na defesa de democracia e que espera 'tempos mais pacíficos'

    Gilmar Mendes classificou o novo presidente do Supremo, Edson Fachin, como um ministro “cordial, que tem boas relações com toda a Corte”

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que tem as “melhores expectativas” sobre a gestão do ministro Edson Fachin, que assumiu a presidência da Corte nesta segunda-feira, 29. “Nós vimos ontem o Tribunal bastante unido em termos da defesa das instituições, da defesa da democracia”, disse a jornalistas após sua participação em evento do Lide – Grupo de Líderes Empresariais realizado na manhã desta terça-feira, 30, em Brasília.

    O magistrado classificou o novo presidente do Supremo como um ministro “cordial, que tem boas relações com toda a Corte”.

    “Minha expectativa é que vamos ter tempos mais pacíficos pela frente. E espero, então, que o presidente Fachin possa colocar toda a energia da Corte, toda a energia do Judiciário, para a distribuição adequada, boa, da Justiça”, afirmou. “Acredito também que nós precisamos e merecemos um tempo de paz. Nós precisamos poder trabalhar para as pessoas dentro do Brasil em condições de normalidade”, complementou.

    Gilmar ainda disse que a aplicação da Lei Magnitsky pelos EUA para punir autoridades brasileiras “tem a ver com a dependência tecnológica que temos com os Estados Unidos”.

    Ele disse que está participando da articulação de um projeto de lei “anti-embargos” para evitar esse tipo de sanção. “Nós estamos nos debruçando sobre um debate de lei anti-embargos para proteger autoridades e entidades que sofrem sanções secundárias, como bancos e prestadores de serviços. É preciso entrar um pouco neste mundo e discutir isso. E acho que o Congresso é o locus adequado para esse tipo de proteção”, afirmou.

    Mais cedo, em discurso no evento, o ministro disse que a concentração de dados estratégicos nas mãos das big techs, assim como sua “crescente influência sobre políticas nacionais”, configuram uma forma de “dominação” e de “neocolonialismo digital”.

    “Trata-se de uma forma de dominação menos visível que a colonial tradicional, mas igualmente limitadora da capacidade de autodeterminação dos Estados”, afirmou no painel.

    Na conversa com jornalistas, o ministro também negou qualquer tensão com o Congresso, que ele atribui a uma “lenda urbana”. “Às vezes, há um desentendimento ou outro, que é muito mais sonoro do que efetivo. Não há tensão, pelo contrário, nós temos o melhor entendimento e reconhecemos a importância do Congresso Nacional, inclusive na defesa da democracia no Brasil”, afirmou.

    Mendes diz que STF está unido na defesa de democracia e que espera 'tempos mais pacíficos'

  • Marido de Adriana Birolli sofre etarismo em comentários nas redes sociais

    Marido de Adriana Birolli sofre etarismo em comentários nas redes sociais

    A atriz Adriana Birolli e o diretor Ivan Zettel se casaram no último domingo (28), no salão de eventos Casa do Alto, no Rio de Janeiro

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O casamento entre a atriz Adriana Birolli, 38, e o diretor Ivan Zettel, 62, foi alvo de comentários maldosos nas redes sociais. Algumas pessoas têm usado a publicação de fotos da cerimônia para criticar a diferença de idade entre ambos.

    “Esse é o pai dela ou o noivo?”, perguntou uma seguidora. “Nossa, ela é tão linda. Achei que ele era pai dela”, comentou outra. Esses foram alguns dos comentários que ainda constavam na publicação na manhã desta terça-feira (30).

    Porém, a grande maioria dos fãs rebateu as mensagens. “Ninguém tem nada a ver com sua vida, viva o amor, sim”, postou uma.

     
     
     

     
     
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    Uma publicação compartilhada por Adriana Birolli Oficial (@adrianabirolli)

    “Quantos comentários maldosos, sem noção e infelizes. Existem pessoas mais amargas que tentam amargar a vida dos outros. Querida, sejam muito, mas muito felizes”, desejou outro perfil. Nem Adriana nem Ivan se pronunciaram.

    Ambos se casaram no último domingo (28), no salão de eventos Casa do Alto, no Rio de Janeiro. A cerimônia foi reservada a familiares e amigos próximos.

    A noiva escolheu um vestido versátil do stylist Dudu Farias, feito com a colaboração da irmã da atriz, Letícia Birolli, segundo a assessoria.

    Adriana e Ivan se conheceram nos bastidores de um trabalho. Os dois noivaram em 2023 e moram juntos desde 2020.

    Ivan Zettel é diretor de televisão e trabalhou na direção de novelas da Globo e da Record como “Roda de Fogo”, “Dono do Mundo”, “Anos Rebeldes”, “De Corpo e Alma”, “O Cravo e a Rosa” e “A Padroeira”.

    Marido de Adriana Birolli sofre etarismo em comentários nas redes sociais

  • Batata, ovos e verduras reduzem pressão inflacionária em agosto em SP

    Batata, ovos e verduras reduzem pressão inflacionária em agosto em SP

    Os tubérculos, ovos e verduras foram os responsáveis pela deflação de 1,43% no mês passado, acumulando uma queda de 4,42% nos últimos 12 meses

    A queda dos preços dos tubérculos, ovos e verduras reduziu a pressão sobre a inflação de agosto no estado de São Paulo, segundo a pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), feita juntamente com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

    Os três gêneros alimentícios foram os responsáveis pela deflação de 1,43% no mês passado, acumulando uma queda de 4,42% nos últimos 12 meses.

    “Com a boa safra e mais variedade nas gôndolas, conseguimos perceber que os produtos in natura deram um alívio importante no bolso do Consumidor”, avaliou Acácio Maciel, diretor regional da APAS em Campinas. 

    No caso dos tubérculos, a retração foi de 6,98% em agosto, o que resultou na somatória de uma queda de 13,83% no acumulado de 2025 e de 37,53% em 12 meses. A batata retrocedeu 5,49% no mês.

    A justificativa para os preços é o cenário de abundância na oferta dos produtos, com preços menores em razão das colheitas e condições climáticas apropriadas.

    A cebola registrou uma queda de 11,11%, um dos destaques do mês. Já os ovos caíram 3,6% em agosto, quinto mês consecutivo de queda. Mas ainda acumulam alta de 11,83% no ano e de 17,01% em 12 meses. A explicação é que os custos altos de ração e energia seguem pressionando o setor.

    Por fim, as verduras tiveram queda de 5,82% em agosto, permanecendo praticamente estáveis no acumulado do ano (0,18%) e em 12 meses (1,42%).

    Batata, ovos e verduras reduzem pressão inflacionária em agosto em SP

  • Mbappé brilha com hat-trick, Real Madrid atropela Kairat e lidera Champions

    Mbappé brilha com hat-trick, Real Madrid atropela Kairat e lidera Champions

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Real Madrid contou com o brilho de Mbappé, não tomou conhecimento e atropelou o Kairat, do Cazaquistão, por 5 a 0, pela segunda rodada da fase de liga da Liga dos Campeões, nesta terça-feira (30), em Almaty, Cazaquistão.

    O Tartaruga Ninja foi o nome do jogo, anotando o triplete, como se diz na Espanha. O camisa 10 chegou a cinco gols na competição, se isolando como artilheiro da Champions. Camavinga e Brahim também marcaram na goleada de mão cheia.

    Com a vitória, o Real Madrid assume provisoriamente a liderança da fase de liga da Champions, com seis pontos em duas rodadas. O Kairat perdeu as duas e é o lanterna.

    O Real volta a campo no final de semana, recebendo o Villareal pelo Campeonato Espanhol, no sábado (4). O Kairat recebe o Zhetisu, pela liga do Cazaquistão, no domingo (5).

    VINI CAPITÃO, MBAPPÉ RESOLVENDO

    Vini Jr. começou o jogo como capitão do Real Madrid na Liga dos Campeões. Apesar da faixa, o brasileiro teve atuação apagada e desperdiçou uma chance no primeiro tempo. Sem conseguir brilhar, deu lugar a Rodrygo na metade do segundo tempo.

    O nome do jogo foi Mbappé: o francês estava inspirado, e marcou três gols no jogo, se consolidando como artilheiro da Champions. Além do hat-trick, deu caneta e passe de calcanhar para uma boa chance de Vini Jr. no começo do jogo.

    Com os três desta terça-feira (30), Mbappé chegou a cinco gols na Liga dos Campeões. O Tartaruga chegou a 60 gols na história da Champions, igualando van Nistelrooy como o sexto principal goleador na lista de todos os tempos.

    Rodrygo saiu do banco para pedir passagem a Xabi Alonso: fez duas belas jogadas pela ponta esquerda, deu caneta e a assistência para o gol de Camavinga, quarto do Real no jogo.

    GOLS E LANCES IMPORTANTES

    Quase o primeiro gol. O Real Madrid chegou pela primeira vez com a dupla Mbappé-Vini. Mbappé deu um belo passe de calcanhar para Vini Jr, que arrancou e tentou cavar na saída do goleiro, mas mandou para fora.

    Kalmurza defendeu. Outra boa chance do Real. Arda Guler tabelou com Vini Jr. e rolou para Mbappé, que bateu colocado. Kalmurza voou no cantinho para espalmar para escanteio.

    Mbappé abriu o placar de pênalti para o Real Madrid. Mastantuono chegou antes do goleiro na dividida na área, e foi derrubado. Pênalti para o Real, Mbappé foi para a bola e bateu cruzado, deslocando o goleiro, para abrir o placar.

    Quase um golaço. Mastantuono acionou Mbappé na área, o camisa 10 deu uma caneta no marcador antes de finalizar de canhota para quase colocar no ângulo de Kalmurza. Seria um gol de placa no Cazaquistão.

    Mbappé ampliou de cavadinha. Courtois recebeu um recuo bandido, afastou a bola e acabou dando uma assistência para o francês, que cavou na saída do goleiro para fazer o segundo gol dele e do Real Madrid no jogo.

    Perdeu! Mbappé fez dois gols? Sim, mas perdeu um incrível. Tabelinha Vini-Mbappé, o brasileiro deu um passe açucarado para consagra o hat-trick do francês, que acabou tirando demais do gol e mandou para fora.

    VAR anulou pênalti para o Kairat. A esperança durou pouco. Gromyko caiu na área após dividida com Ceballos, e o juiz apontou a marca da cal. Mas, o VAR chamou para revisão e a penalidade foi anulada.

    Hat-trick do Tartaruga. Após jogada espetacular de Rodrygo pela esquerda, eo brasileiro rolou para Arda Guler dar um leve desvio antes de Mbappé encher o pé de fora da área e marcar o seu terceiro gol no jogo.

    Virou goleada. Em mais uma excelente jogada pela esquerda, Rodrygo escapou de dois marcadores e serviu para Camavinga apenas escorar de cabeça para o fundo do gol.

    Brahim fechou a conta. Goleada de mão cheia em Almaty. Gonzalo dominou na entrada da área e ajeitou para Brahim Diaz, que bateu cruzado para sacramentar a goleada. O gol saiu e o juiz apitou o fim do jogo.

    Mbappé brilha com hat-trick, Real Madrid atropela Kairat e lidera Champions

  • Papa Leão 14 reúne de Schwarzenegger a Marina para discutir justiça climática

    Papa Leão 14 reúne de Schwarzenegger a Marina para discutir justiça climática

    Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, Frederico Assis, enviado da COP30 para combate à desinformação, e dom Jaime Spengler, presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) encabeçam a delegação brasileira no encontro com o Papa Leão 14

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – Encontro organizado pelo papa Leão 14 reunirá de Arnold Schwarzenegger a Marina Silva a partir desta quarta-feira (1°), em Castel Gandolfo, para discutir justiça climática. Centenas de fiéis e lideranças do setor debaterão por três dias o legado e a urgência da encíclica “Laudato Si’”, que completou dez anos em maio.

    Um mês antes, a morte de Francisco aos 88 anos encerrava um papado de resgate do papel social da Igreja Católica, em que a defesa ambiental e os alertas sobre a mudança climática provocada pela queima de combustíveis fósseis e pelo uso descontrolado do solo ocupavam espaço central.

    A encíclica, espécie de carta papal sobre temas centrais para o Vaticano, tinha como eixo a ecologia integral, a compreensão de que “não há duas crises separadas, uma ambiental e outra social, mas uma única e complexa crise socioambiental”.

    “Cada um dos 1,4 bilhão de católicos pode ser um defensor do meio ambiente e nos ajudar a exterminar a poluição”, declarou nesta terça-feira (30), no Vaticano, o ex-governador da Califórnia, ator e fisiculturista, em uma óbvia referência à franquia que o transformou em uma grande estrela de Hollywood, “Exterminador do Futuro”.

    Schwarzenegger é católico e republicano, mas trafega em um universo bem diferente do instalado por Donald Trump na Casa Branca. É um defensor das causas ambientais e colaborou ativamente, como governador, para a avançada legislação relacionada à questão climática na Califórnia.

    “Estou muito animado… com o fato de a Igreja Católica e o Vaticano estarem se envolvendo nisso, porque precisamos da ajuda deles”, declarou o austríaco naturalizado americano, sublinhando o complexo momento de seu país de adoção e do planeta.

    Trump retirou pela segunda vez os EUA do Acordo de Paris e promove um retrocesso ambiental sem precedentes no país, que inclui desmonte do acompanhamento científico do clima no planeta e o resgate de projetos anacrônicos de produção de combustíveis fósseis.

    Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, Frederico Assis, enviado da COP30 para combate à desinformação, e dom Jaime Spengler, presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) encabeçam a delegação brasileira no encontro, que ainda terá representantes de grupos indígenas e ambientalistas.

    Leão 14, primeiro americano a se tornar pontífice, foi um cardeal alinhado com as determinações de Francisco, colecionando manifestações públicas sobre sustentabilidade e mudança climática.

    No começo deste mês, o pontífice inaugurou em área adjacente à residência de verão do Vaticano, em Castel Gandolfo, um centro de treinamento ecológico, com 55 hectares, que engloba jardins, instalações de ensino profissionalizante e de educação para crianças da região.

    O projeto, concebido por Francisco, consome 55% da área total do Vaticano. “”Se nós, o menor Estado-nação do mundo, conseguimos fazer isso, qual é o potencial dos outros Estados que são maiores do que nós?”, perguntou na inauguração do centro Manuel Dorantes, padre americano que vai dirigir o local.

    Em julho, Leão 14 já tinha aprovado também um rito inédito permitindo que padres celebrem missas que exortam os católicos a cuidar da Terra. A educação ambiental já desponta como uma das marcas do início de seu papado. Em boa hora, diz o ministro para Mudanças Climáticas de Tuvalu, Maina Taila, outro convidado do encontro.

    “A mudança climática não é um cenário distante”, disse o representante de um dos países mais afetados pelo aumento do nível do mar provocado pelo aquecimento global. “Já estamos nos afogando. Nossa sobrevivência depende da solidariedade global urgente.”.

    Papa Leão 14 reúne de Schwarzenegger a Marina para discutir justiça climática

  • Josh Hartnett sofre acidente de carro após gravações no Canadá e é levado ao hospital

    Josh Hartnett sofre acidente de carro após gravações no Canadá e é levado ao hospital

    Josh Hartnett foi levado para hospital depois de ter sofrido um acidente de carro. O ator, de 46 anos, voltava das gravações de uma série no Canadá na madrugada da última quinta-feira

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Josh Hartnett, 46, viveu um susto na madrugada da última quinta-feira (25) ao se envolver em um acidente de trânsito no Canadá. O ator, conhecido por sucessos como “Pearl Harbor” (2001) e “Oppenheimer” (2023), voltava das gravações de uma série da Netflix quando o carro em que estava colidiu com uma viatura da Royal Newfoundland Constabulary (RNC), a polícia local.

    Segundo comunicado oficial da RNC, a batida ocorreu por volta da 1h da manhã, em um cruzamento.

    O impacto causou “danos significativos” em ambos os veículos. Hartnett, que estava em um SUV conduzido por um motorista de 59 anos, foi levado ao hospital com ferimentos leves. O policial que dirigia a viatura também precisou de atendimento médico por precaução.

    A notícia rapidamente ganhou repercussão na imprensa internacional. Hartnett, que atualmente mora no Reino Unido com a esposa, a atriz Tasmin Egerton, e os quatro filhos, havia passado anos longe dos holofotes antes de retomar a carreira em produções de destaque.

    Recentemente, ele esteve no elenco de Oppenheimer, longa premiado de Christopher Nolan, e também apareceu em gravações da série Verity, em Nova York, ao lado de Dakota Johnson. O projeto canadense que o trouxe de volta às ruas do país ainda não teve maiores detalhes divulgados pela Netflix.

    Apesar do susto, fontes próximas ao ator afirmam ao TMZ que seu estado de saúde é estável e que ele deve retomar as filmagens nos próximos dias.

    Josh Hartnett sofre acidente de carro após gravações no Canadá e é levado ao hospital

  • Dívida pública bruta do Brasil se mantém em 77,5% do PIB em agosto, mostra BC

    Dívida pública bruta do Brasil se mantém em 77,5% do PIB em agosto, mostra BC

    O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) persegue uma meta fiscal de déficit zero, mas a margem de tolerância permite que o resultado efetivo seja negativo em até R$ 31 bilhões

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A dívida bruta do Brasil se manteve em 77,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em agosto -saldo de R$ 9,6 trilhões. Dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (30) mostram estabilidade em relação ao mês anterior. No ano, houve aumento de 1 ponto percentual.

    A dívida bruta -que compreende governo federal, INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e governos estaduais e municipais-, é um dos principais indicadores econômicos observados pelos investidores na hora de avaliar a saúde das contas públicas do país.

    A comparação é feita em relação ao PIB para mostrar se a dívida do governo é sustentável. A trajetória da dívida bruta é hoje um dos focos de preocupação do mercado financeiro.

    O resultado mensal foi influenciado, de um lado, pela pressão de 0,8 ponto percentual de alta gerada pelos gastos com juros da dívida. No sentido contrário, o efeito contábil do crescimento do PIB retirou 0,5 ponto percentual, as emissões líquidas de dívida e o efeito da valorização cambial contribuíram com alívio de 0,2 ponto e 0,1 ponto, respectivamente, freando o crescimento da dívida bruta do país em agosto.

    A elevação dos juros gera uma pressão adicional sobre o endividamento da União. Cada um ponto percentual de aumento da taxa básica (Selic), mantida por 12 meses, eleva a dívida bruta em R$ 54,4 bilhões (0,44 do PIB), segundo o BC.

    Neste mês, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa básica (Selic) em 15% ao ano pela segunda vez seguida e repetiu a intenção de conservar os juros altos por tempo “bastante prolongado” para assegurar a convergência da inflação à meta.

    Em agosto, a dívida líquida, que desconta os ativos do governo, subiu 0,6 ponto percentual em relação ao mês anterior e atingiu 64,2 % do PIB -saldo de R$ 8 trilhões. Esse foi o maior resultado da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001, batendo o recorde observado no mês anterior.

    Ainda segundo dados do BC, o setor público consolidado brasileiro registrou déficit primário de R$ 17,3 bilhões em agosto, ante resultado deficitário de R$ 21,4 bilhões no mesmo mês do ano passado. Esse foi o melhor resultado para meses de agosto desde 2021, quando houve superávit de R$ 16,7 bilhões.

    O montante engloba os resultados de governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social), governos estaduais e municipais e de empresas estatais.

    O resultado negativo refletiu déficit registrado em todas as instâncias, de R$ 15,9 bilhões do governo central, de R$ 1,3 bilhão de estados e municípios e R$ 6 milhões das empresas estatais.

    Quando às contas do governo central, trata-se do melhor resultado para o mês de agosto desde 2021, ainda que negativo. Na comparação interanual, houve uma melhora de 28,6%.

    A despesa total do governo central teve um crescimento real de 5,3% em agosto, ante igual mês do ano passado. Já a receita líquida de transferências subiu 11,1% no mês passado, livre do efeito de preços.

    “Esse aumento [da receita líquida] foi estimulado por dois fatores: pagamento de dividendos de empresas estatais e arrecadação de IOF [Imposto sobre Operações Financeiras]”, disse o chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, na apresentação dos dados.

    Considerando os meses de agosto, de um ano a outro, as contas dos governos regionais passaram de um superávit de R$ 400 milhões para um ligeiro déficit. O resultado reflete uma redução de receitas, seja de transferências da União para os estados (queda de 5,7%, em termos reais), como menor arrecadação de impostos estaduais, como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

    Nos oito primeiros meses de 2025, o setor público consolidado acumula déficit de R$ 61,792 bilhões, contra rombo de R$ 86,222 bilhões no ano passado. Já nos 12 meses encerrados em agosto, o déficit primário acumulado é de R$ 23,1 bilhões (0,19% do PIB).

    O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) persegue uma meta fiscal de déficit zero, mas a margem de tolerância permite que o resultado efetivo seja negativo em até R$ 31 bilhões. Há ainda despesas fora da regra, como parte das sentenças judiciais (precatórios) e as devoluções de descontos indevidos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

    “Quer a gente olhe o resultado do mês ou quer a gente olhe o resultado no acumulado do ano, o sentido do resultado primário é o mesmo: de uma redução no déficit”, disse Rocha.

    Dívida pública bruta do Brasil se mantém em 77,5% do PIB em agosto, mostra BC

  • ‘Agora vamos focar em uma boa recuperação’, diz Popó após alta de cirurgia

    ‘Agora vamos focar em uma boa recuperação’, diz Popó após alta de cirurgia

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Popó teve alta nesta terça-feira (30) após ser submetido a uma cirurgia em decorrência da briga generalizada ao final da luta com Wanderlei Silva pelo Spaten Fight Night.

    “Estou recebendo o atendimento do hospital desde domingo, aqui no hospital. Fiz uma cirurgia e tive que ficar sedado, mas tudo correu bem. (…) Eu estou livre, graças a Deus. Tudo correu bem, estamos bem. É isso que importa”, disse Popó, em postagem nas redes sociais.

    “Agora vamos focar para uma boa recuperação! E orar para que não haja sequelas em mim e nem no meu oponente.”

    Popó teve um sangramento interno, foi submetido a exames na cabeça e não teve complicações. A assessoria do tetracampeão mundial atualizou o estado de saúde do boxeador na tarde desta segunda-feira (29).

    O atleta, porém, teve uma fratura na mão e precisou passar por cirurgia. A lesão seria decorrente da confusão ao final da luta com Wanderlei.

    O boxeador havia anunciado nas redes sociais que seria submetido a um procedimento cirúrgico. Ele se manifestou na noite de domingo, em postagem nas redes sociais.

    O lutador de MMA se pronuncia sobre a briga generalizada após sua luta contra Popó no Spaten Fight Night, em São Paulo; “É muito triste. Estou muito chateado. Estou magoado por dentro e por fora”, disse

    Folhapress | 12:15 – 30/09/2025

    ‘Agora vamos focar em uma boa recuperação’, diz Popó após alta de cirurgia

  • Alckmin conversou com secretário dos EUA dois dias depois de aceno de Trump a Lula

    Alckmin conversou com secretário dos EUA dois dias depois de aceno de Trump a Lula

    Vice-presidente e Howard Lutnick discutiram tarifaço em videochamada; contatos e atuação de empresários ajudaram a pavimentar caminho para química entre Lula e Trump

    BRASÍLIA, DF E WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Dois dias depois de Donald Trump fazer um aceno ao presidente Lula (PT) na Assembleia-Geral da ONU, o vice-presidente Geraldo Alckmin teve uma conversa com sua contraparte americana, Howard Lutnick, secretário do Comércio.

    A reunião virtual ocorreu nesta quinta (26), segundo confirmaram pessoas a par do tema. A conversa estava agendada desde antes da Assembleia-Geral da ONU e foi mantida -em mais um sinal de que contatos entre as duas equipes mantidos abaixo do radar ajudaram reduzir as tensões após a declaração de Trump de que houve ‘química’ com Lula.

    Trata-se da segunda conversa de alto nível de Alckmin com autoridades dos EUA desde a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

    Em 11 de setembro, mesmo dia em que o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que o ex-presidente ficasse preso por 27 anos, Alckmin teve uma reunião virtual com Jamieson Greer, chefe do USTR, o órgão responsável por comércio exterior.

    Essa conversa foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela reportagem.

    As interações foram alguns dos diálogos que o governo brasileiro teve com os americanos e que levaram Lula a chegar a Nova York com a expectativa de que pudesse haver um encontro construtivo com Trump -ainda que breve.

    Desde julho, quando o republicano oficializou a sobretaxa de 50% a produtos brasileiros, empresários e integrantes do governo intensificaram a tentativa de interlocução com a gestão americana.

    O ministro Mauro Vieira (Itamaraty) teve o primeiro encontro com seu homólogo, Marco Rubio, secretário do Departamento de Estado, no mesmo dia em que foi anunciado a nova alíquota, em 9 de julho.

    A realização da reunião entre Vieira e Rubio teve ajuda da Embraer, que foi poupada da sobretaxa de 40%, mas atua junto aos americanos para eliminar a tarifa de 10% ainda vigente.

    A reunião ocorreu no escritório de advocacia King & Spalding, que representa a Embraer nos EUA. O pedido para a reunião ser fora do Departamento de Estado partiu dos americanos, que queriam manter o diálogo privado e evitar interferências.

    Desde aquela conversa, Vieira conversou com Rubio ao menos duas vezes por mensagem. O brasileiro disse ao homólogo que o país estava comprometido a desescalar a tensão com os EUA.

    Em outra frente, empresários buscaram a Casa Branca em busca de isenções às tarifas e ajudaram a pavimentar o caminho para uma conversa entre Trump e Lula.

    Há cerca de três semanas, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, se reuniu com o próprio Trump, conforme revelado pela Folha. Na ocasião, Joesley discutiu tarifas aplicadas sobre a carne e sobre a celulose. Também defendeu que a disputa comercial entre os dois países poderia ser resolvida por meio do diálogo entre os dois governos.

    Há cerca de dez dias, integrantes do governo passaram a receber sinais de que o presidente americano estaria disposto a conversar com o petista. As mensagens partiram da Casa Branca, que demonstrou mais disposição do que o Departamento de Estado, que adotava uma postura de maior beligerância.

    Alckmin conversou com secretário dos EUA dois dias depois de aceno de Trump a Lula