Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Vanessa da Mata afirma ter enfrentado assédios e tentativas de estupro

    Vanessa da Mata afirma ter enfrentado assédios e tentativas de estupro

    “No berço, lembro de um homem mexendo comigo, fazendo coisas de que eu não gostava. Lembro da angústia que aquilo me causava. Até hoje tenho claustrofobia quando me sinto presa”, relatou.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Vanessa da Mata, 49, que comemora 20 anos de carreira em 2025, surpreendeu os fãs ao revelar que conviveu com abusos e assédios ao longo de toda a vida. Em uma entrevista recente, a cantora contou ter sido vítima de diferentes formas de violência de gênero desde muito cedo.

    “No berço, lembro de um homem mexendo comigo, fazendo coisas de que eu não gostava. Lembro da angústia que aquilo me causava. Até hoje tenho claustrofobia quando me sinto presa”, relatou.

    Segundo a artista, que lançou o álbum “Todas Elas” em março, e os episódios se repetiram ao longo dos anos. “Quando eu jogava basquete, entrava no ônibus e já era mão na minha bunda, porque tenho uma bunda grande. Passei a vida escondendo isso, mas era muito difícil”, disse, lembrando que reagia aos assédios na praia e nas ruas e, muitas vezes, acabava partindo para a briga com os agressores. “Aprendi a me defender”

    Ela contou ainda que foi assaltada cerca de dez vezes. “Em duas dessas situações, houve tentativa de estupro. Você precisa aprender a dizer não mesmo quando já está na posição de vítima”, alertou. Vanessa explicou que permanece em estado de alerta diante da violência contra a mulher. “É o tempo todo. Você está no Brasil e vê acontecer direto. Quando é comigo, eu fico estatelada, mas quando é com outra, reajo.”

    A cantora relatou já também ter impedido um estupro. “Sou muito forte, geralmente mais que os meninos. Estava no carro quando vi um rapaz de moto em cima de uma menina. Abri a porta, meti a mão e perguntei: ‘Está precisando de ajuda?’. É mais forte do que eu. Não consigo ser espectadora”, comentou no podcast Desculpincomodar, apresentado pelo jornalista Sérgio Martins e pelo DJ Zé Pedro.

    Vanessa da Mata relembrou ter sido vítima de golpes no início da carreira, o que a levou a redobrar cuidados atualmente. “Meu empresário atual já provou várias vezes que é honesto, mas eu sempre tenho alguém que observa o trabalho dos empresários. Já fui roubada. Quem não foi? A capacidade de criar tira você do financeiro, e esse não é o meu talento. Então tenho quem cuide disso por mim.”

    Ao refletir sobre sua trajetória, ela reforçou sua determinação. “Sou uma criatura de muita ambição. Sempre fui. Não saí de uma cidade de 5 mil habitantes, em Alto Garças, no interior do Mato Grosso, fingindo não ser ambiciosa. Eu sou.”

    Vanessa da Mata afirma ter enfrentado assédios e tentativas de estupro

  • Após ser baleado, Vittor Fernando nega ter sido alvo de execução

    Após ser baleado, Vittor Fernando nega ter sido alvo de execução

    O influenciador Vittor Fernando relatou em vídeo como sobreviveu a um ataque a tiros durante viagem entre Rio e São Paulo. Baleado no ombro e na perna, passou por cirurgias de emergência e agora se recupera em cadeira de rodas. Ele pediu que parem as teorias de conspiração sobre o caso.

    (UOL/CBS NEWS) – O influenciador Vittor Fernando surgiu de cadeira de rodas e descreveu o que aconteceu no dia em que foi baleado em uma viagem do Rio de Janeiro para São Paulo. A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso.

    O QUE ACONTECEU

    Vittor negou as “teorias” sobre o ataque a tiros que têm rolado nas redes sociais, como a de que sua morte teria sido encomendada. “O que aconteceu comigo não foi um caso específico, não foi uma morte encomendada, não foi alguém que me perseguiu.”

    Ele inclusive negou que tenha sido atacado em razão da fantasia que usou no Halloween. Dias antes, Vittor usou uma fantasia de Fofão para uma festa de Halloween. Mais tarde, disse que a família do criador do personagem havia ameaçado processá-lo. “Não tem nada a ver com o Halloween, inclusive eu gostaria que vocês parassem de ficar indo em cima dessas pessoas. não tem a ver, e seria muito injusto da minha parte não falar nada sobre isso e deixar as pessoas achando que pode ter a ver. Eu sei que parece até engraçado, mas tem gente que realmente acha que isso teve a ver”, disse.

    “O que aconteceu comigo foi só mais um caso de você entrar numa rua errada no Rio de Janeiro ou em qualquer outro estado, mas eu acredito que no Rio de Janeiro isso acontece mais. […] Você entra numa rua errada e simplesmente tem o seu carro baleado porque você tava entrando num lugar que você não conhece e as pessoas dali não conhecem o seu carro, não conhecem você e simplesmente atiram. Eu sei que parece loucura, mas é real”, falou o influenciador.

    Vittor diz que ele e o namorado, o ator Gabriel Fuentes, viram uma mira a laser dentro do carro quando pararam para comer. “A gente encostou o carro pra comer e viu essa mira. […] A gente demorou até pra assimilar o que era aquele laser que tava dentro do nosso carro. A gente achou que poderia ser uma criança, que poderia ser inúmeras coisas, mas nunca a gente imaginou que seria uma arma.”

    Quando eles tentaram sair do local, foram alvejados com vários tiros. “A gente ouviu o chapisco de tiro no carro. […] A gente não conseguiu enxergar, e ouviu o chapisco no carro, porque era uma arma silenciosa. Não foi aquele estouro que acorda a vizinhança.”

    Nisso que a gente tentou escapar, uma das balas acertou o pneu do carro. Era uma rua de morro. A gente foi acelerando, acelerando, e caiu numa rua sem saída, porque a gente acabou entrando mais nessa cidade, nessa vila, não sei muito, a gente não sabe onde a gente tava. […] Tava muito escuro, era perto de um matagal. Vittor Fernando

    Gabriel foi atingido com um tiro no bíceps, enquanto Vittor foi acertado no ombro e na perna. “Eu vi que não tinha sido um ferimento leve, tinha sido um ferimento grave. […] Eu estava com muita dor e eu tava ficando com o corpo meio gelado.”

    Eles conseguiram socorro em uma parada na estrada e foram levados a um hospital. Vittor conta que tinha uma fratura exposta na perna e um estilhaço de bala dentro do coração e passou por cirurgias ortopédicas e cardíacas de emergência. “Os médicos dizem que foi um milagre esse estilhaço ter chegado no meu coração sem ter rasgado nada, eu não ter tido uma hemorragia interna e ter ido com Deus”, afirmou.

    De cadeira de rodas, Vittor está se recuperando das cirurgias com fisioterapia. Ele diz que ainda não pode fazer força com as pernas ou com o tórax em razão das cirurgias delicadas pelas quais passou.

    Eu tive uma sorte dentro do azar. Eu poderia ter sobrevivido com muitas sequelas, eu poderia não ter sobrevivido. Enfim, mil coisas piores poderiam ter acontecido. O carro levou mais de 13 tiros, se não me engano, e deu perda total. A gente tá sem carro, mas o que importa é a vida, a saúde e a minha recuperação. Vittor Fernando

    Por fim, o influenciador pediu para os seguidores pararem de criar “teorias de conspiração” sobre o caso. “Parem de criar caraminholas de teorias da conspiração”, disse.

    Em nota à reportagem, a Polícia Civil afirmou que “uma investigação está em andamento”. A reportagem também procurou a Polícia Civil de São Paulo, visto que o boletim de ocorrência do caso foi registrado em Queluz (SP). Assim que houver retorno, a nota será atualizada.

    Após ser baleado, Vittor Fernando nega ter sido alvo de execução

  • Esposa de Tirullipa perdoa traição em evento dos Legendários

    Esposa de Tirullipa perdoa traição em evento dos Legendários

    Stefânia Lemos, esposa de Tirullipa, relatou em evento dos Legendários que a exposição da traição do humorista foi decisiva para que ele abandonasse o álcool. O comediante, que afirma estar há três meses sem beber, disse ter enfrentado “o vale da humilhação” e reforçou o compromisso com a família.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Stefânia Lemos, esposa de Tirullipa, participou de eventos do grupo Legendários e subiu ao palco para dar seu depoimento sobre a traição do humorista.

    Ela disse que tudo valeu a pena porque Tirullipa parou de beber. “Ele dizia: não tem quem faça eu parar de beber. Nem você, nem minha mãe, nem minhas filhas. E eu entendi que aquela vergonha que eu passei foi a forma que Deus usou para que ele abandonasse mais um vício”, afirmou.

    “Ele está há três meses sem beber. Se foi para eu passar aquela humilhação, aquela vergonha, para eu viver essa vitória, eu aceito, Senhor. Tá tudo certo”, disse Stefânia Lemos.

    No mesmo evento, Tirullipa afirmou ter passado “pelo vale da humilhação” quando a traição foi exposta. “Aquilo me doía por dentro, eu não podia me defender porque Deus dizia assim: não é com palavras, não é indo para a internet, não é batendo neles. Você vai se ajoelhar e guerrear de joelhos no seu quarto”, declarou.

    Legendários é um grupo de trilhas que promete “levar os homens a encontrar a melhor versão de si mesmos e seu novo potencial”. Apenas homens podem participar das atividades secretas do grupo. Eles ficam incomunicáveis durante as trilhas, e após a conclusão da viagem cada participante recebe um número -sendo que o número 1, segundo o grupo, é Jesus.

    Famosos brasileiros participam do movimento. Além de Tirullipa, nomes como Eliezer, Thiago Nigro, Pablo Marçal e Neymar pai fizeram a trilha.

    Em janeiro, um homem morreu enquanto fazia a trilha em Mato Grosso do Sul. O administrador de empresas Fábio Adriano Machado Cherini, de 44 anos, morreu após ter uma parada cardíaca no acampamento dos Legendários. O grupo era acompanhado por uma equipe médica, cujo socorrista disse que Fábio apresentou confusão mental, mas tinha sinais vitais normais.

    Em agosto, vazaram áudios de Tirullipa falando com uma jovem, que seria filha de um ex-assessor. Nas mensagens de voz, ele a elogiava: “Neném, tudo o que eu te falei hoje, eu quero demais, isso vai depender só de você. Você não tem noção de quanto é gostoso estar ao seu lado, teu toque, teu abraço, tu é muito carinhosa, tu é apaixonante, tu é incrível, é perfeita em tudo”.

    Ele confirmou a traição, mas disse que o caso já havia sido superado. “Esse episódio exposto foi superado quando caí na real e ainda na época, conversei com minha esposa, reconheci meu erro e pedi perdão comprometido a buscar toda mudança necessária para que eu não perdesse o que tenho de mais importante: minha família”, escreveu no Instagram.

    Esposa de Tirullipa perdoa traição em evento dos Legendários

  • Morre Spencer Lofranco, ator de “Gotti: O Chefe da Máfia”, aos 33 anos

    Morre Spencer Lofranco, ator de “Gotti: O Chefe da Máfia”, aos 33 anos

    O ator canadense morreu em 18 de novembro, um mês após completar 33 anos. A família confirmou a notícia nas redes sociais. Segundo o TMZ, a causa da morte ainda é investigada. Lofranco atuou em filmes como “Jamesy Boy”, “Um Novo Amor” e “Invencível”.

    O ator canadense Spencer Lofranco morreu aos 33 anos. Ele era mais conhecido por interpretar John Gotti Jr. no filme “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018). A divulgação foi feita pelo irmão Santino em uma homenagem no Instagram realizada na quinta-feira, 20 de novembro. Em sua postagem, Santino escreveu: “Para a lenda Spencer Lofranco. Meu irmão. Viveste uma vida que poucos sonhariam. Mudaste a vida das pessoas e agora estás junto de Deus. Vou amar-te sempre e sentir a tua falta, Bear. Descansa em paz”. Ele informou ainda que Spencer faleceu em 18 de novembro, exatamente um mês após completar 33 anos.

    De acordo com o TMZ e outros veículos, a causa da morte ainda está sob investigação em British Columbia, Canadá. A filmografia oficial indica que Lofranco estudou na New York Film Academy e apareceu em sete filmes de 2013 a 2018, entre eles “Um Novo Amor” (2013), “Jamesy Boy” (2014), “Invencível” (2014), “Dixieland” (2015) e “King Cobra” (2016). Ele entrou para o elenco de “Gotti: O Chefe da Máfia”, no qual contracenou com John Travolta.

    Na declaração do Clube São Conrado de Voo Livre, publicada nas redes sociais, o grupo lamentou a perda do atleta, descrevendo-o como “ícone do voo livre” e ressaltando sua paixão pelo esporte e pelos voos. A entidade anunciou que as operações ficarão suspensas durante o fim de semana, em respeito à memória de Philip Haegler. (Obs: esse trecho refere-se ao outro texto de esporte que você solicitou; se quiser, posso ajustar para ficar claro que são dois assuntos distintos.)

    Morre Spencer Lofranco, ator de “Gotti: O Chefe da Máfia”, aos 33 anos

  • Filho de Ozzy diz que foi para reabilitação aos 17: 'Muita droga e álcool'

    Filho de Ozzy diz que foi para reabilitação aos 17: 'Muita droga e álcool'

    Jack Osbourne revelou que foi internado em clínica de reabilitação aos 17 anos, após abusar de drogas e álcool. Filho de Ozzy Osbourne, ele afirma estar sóbrio desde então e lembra do impacto da fama precoce com The Osbournes, que expôs sua vida por quatro anos.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Jack Osbourne, filho de Ozzy Osbourne (1948-2025), revelou que foi internado em uma clínica de reabilitação quando tinha apenas 17 anos. Ele abusava de drogas e álcool na época.

    O QUE ACONTECEU

    O filho do músico disse que era desafiador ter acesso a muito dinheiro enquanto era tão jovem. “Quando você dá dinheiro para caralh* para um jovem de 16 anos, sem nenhuma regra, em Los Angeles… Eu fiquei tipo: ‘Ok, vamos brincar’. Eu fiquei sóbrio aos 17”, disse, durante uma participação no reality britânico “I’m A Celebrity… Get Me Out of Here!”.

    Jack disse que usava “muitas pílulas, muito álcool e muita maconha” na época. Ele também disse que nunca teve um relapso e se manteve sóbrio desde então.

    Jack também afirmou que se incomodou com a atenção que recebeu durante o reality “The Osbournes”. “Eu sempre fui muito tímido. As filmagens deveriam durar apenas três semanas para um piloto, mas acabaram durando quatro anos. Ser observado era muito estranho. Não havia muita estrutura, e havia muita abundância e liberdade”, concluiu.

    Filho de Ozzy diz que foi para reabilitação aos 17: 'Muita droga e álcool'

  • Morre Mani Mounfield, ex-baixista do Stone Roses e Primal Scream aos 63

    Morre Mani Mounfield, ex-baixista do Stone Roses e Primal Scream aos 63

    Gary “Mani” Mounfield, um dos nomes mais emblemáticos do rock britânico, morreu aos 63 anos. Fundador do Stone Roses e integrante do Primal Scream por mais de uma década, o músico recebeu homenagens de colegas como Liam Gallagher e Tim Burgess.

    Gary “Mani” Mounfield, ex-baixista das bandas The Stone Roses e Primal Scream, morreu aos 63 anos. A família confirmou a notícia nesta quinta-feira, 20 de novembro, por meio de uma postagem nas redes sociais.

    “É com o coração partido que informo que meu irmão faleceu”, escreveu Greg Mounfield, sem revelar a causa da morte.

    Mani iniciou a carreira nos anos 1980 e foi um dos fundadores do The Stone Roses, grupo responsável por clássicos como Fools Gold, I Am the Resurrection e Waterfall. A banda esteve em atividade de 1983 a 1996 e voltou aos palcos entre 2011 e 2017.

    Durante o período em que o grupo esteve inativo, entre 1996 e 2011, Mani integrou o Primal Scream, conhecido por músicas como Country Girl e Movin’ on Up.

    A morte do músico repercutiu entre artistas britânicos. No X, o vocalista do Oasis, Liam Gallagher, lamentou profundamente a notícia. “Em choque e absolutamente devastado ao saber da notícia sobre Mani, meu herói. Descanse em paz”, escreveu.


    Tim Burgess, da banda The Charlatans, também homenageou o amigo no Instagram. “Postei esta foto há uma semana, no aniversário do Mani. Ela sempre me fazia sorrir, exatamente como ele fazia”, declarou o músico.

     
     
     

     
     
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    O artista era pai dos gêmeos Gene Clark e George Christopher, de apenas 12 anos.

    Morre Mani Mounfield, ex-baixista do Stone Roses e Primal Scream aos 63

  • Ariana Grande diz que Glinda de 'Wicked' mudou sua carreira para sempre: 'Uma faísca reacendeu'

    Ariana Grande diz que Glinda de 'Wicked' mudou sua carreira para sempre: 'Uma faísca reacendeu'

    Personagem vê sua ‘bolha’ ser estourada e ganha ainda mais espaço na continuação do filme de 2024; atriz fala sobre a música inédita que canta no longa e da experiência ‘terapêutica’ que teve no projeto

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ariana Grande, 32, perdeu a pré-estreia mundial de “Wicked: Parte 2” em São Paulo, mas está animada para falar do filme, que chega aos cinemas oficialmente nesta quinta-feira (20). De volta ao papel da bruxa “boa” Glinda, ela ganha ainda mais espaço na continuação do filme de 2024.

    “Glinda se equilibra silenciosamente entre a leveza e a escuridão o tempo todo e, definitivamente, isso vem muito mais à tona no segundo filme”, diz a atriz, para quem isso ficava muito mais camuflado antes. “O que mais gostei foi de fazer esse trabalho de sombras que vão cobrindo a personagem como resposta a todas essas diferentes decepções pelas quais ela passa agora.”

    A atriz diz que foi um privilégio fazer esse mergulho mais profundo na alma da personagem. “Eu diria que, no primeiro filme, Glinda está sob um feitiço, de precisar dessa validação externa”, compara. “No segundo filme, isso ainda existe, mas foi meio que distorcido e não está sendo usado para o bem. A cada passo do caminho, você vê essa bolha de privilégio sendo lentamente estourada. Ela está sendo convidada a olhar para fora de si mesma.”

    A bolha à qual a ela se refere no sentido figurado, às vezes, aparece para o público de forma mais literal -na forma da bolha na qual a personagem se transporta de um lugar para o outro. Mas é no passado de Glinda, que aparece em forma de flashbacks, que está a chave para um entendimento maior da personagem.

    “Sou muito grata a Jon [M. Chu, diretor do filme] por adicionar isso, porque acho que ela merece esse contexto”, diz a atriz. “Passei muito tempo pensando sobre infância da Glinda, sobre as crenças que foram projetadas nela e às quais ela se agarrou por toda sua vida, isso de certa forma a impulsionou a criar essa fachada, essa bolha de privilégio ao seu redor.”

    Ela ainda compara essa vivência prévia de Glinda à da amiga Elphaba, vivida por Cynthia Erivo. “É um trauma de infância semelhante ao que Elphaba tem”, diz. “É interessante porque, quando você realmente pensa sobre isso, ambas foram feitas para acreditar que não eram suficientes. Isso talvez seja parte do que elas reconhecem uma na outra quando se encontram pela primeira vez. Não é aversão, é: ‘Espera aí, estou, de um jeito estranho, me vendo no espelho?’.”

    Ariana destaca ainda um momento especial no filme, no qual interpreta “The Girl in the Bubble”, criada por Stephen Schwartz (responsável pelas canções do musical no qual o longa se inspira) especialmente para o filme. “Foi intimidante, gratificante, emocionante e aterrorizante, tudo ao mesmo tempo”, afirma ela, que destaca ainda a força que o momento dá à narrativa da personagem.

    “É o momento em que o público pode vê-la criando coragem para chegar à decisão de fazer as coisas certas”, avalia. “Ela sabe que tem um longo caminho pela frente, mas espiar o antes e o depois dessa decisão -que não aparece no espetáculo da Broadway- é uma dádiva. Estou muito grata por ter sido o veículo para isso.”

    A música pode levar Ariana ao palco do Oscar no ano que vem, assim como a atriz pode receber sua segunda indicação como coadjuvante -no momento, experts em premiações apontam que ela tem grandes chances de vender. Seja como for, a personagem já transformou a vida da ex-estrela mirim da Nickelodeon, que depois virou diva pop, para sempre.

    “Este projeto realmente curou minha relação com a criação em geral”, diz ela. “Não quero me emocionar, mas, sim, meio que me reconectou de dentro para fora. Espero que isso não pareça loucura, talvez esteja apenas na minha cabeça, mas acho que por muito tempo minha celebridade talvez fosse maior do que o trabalho que eu estava fazendo, que a minha dedicação ao ofício. Sentir-me vista de uma maneira que eu não sentia há muito tempo, pelo meu trabalho, tem sido muito terapêutico. Uma faísca reacendeu de alguma maneira.”

    Tanto é que ela já está de olho no futuro. Ariana terminou de filmar “Focker In-Law”, uma continuação de “Entrando Numa Fria” (2000) prevista para chegar aos cinemas em 2026 e não quer mais deixar seu lado atriz de lado. “É um ofício do qual senti falta”, afirma. “Estou agradecida por esses projetos e pela oportunidade de poder mergulhar nesses personagens.”

    Wicked: Parte 2
    Quando Estreia nesta quinta-feira (20) nos cinemas
    Classificação 10 anos
    Elenco Ariana Grande, Cynthia Erivo, Jonathan Bailey
    Produção EUA, 2025
    Direção Jon M. Chu

    Ariana Grande diz que Glinda de 'Wicked' mudou sua carreira para sempre: 'Uma faísca reacendeu'

  • Em rara aparição, Michael J. Fox fala sobre apoio da família no tratamento

    Em rara aparição, Michael J. Fox fala sobre apoio da família no tratamento

    Ator de 64 anos, que vive com a doença de Parkinson desde 1991, esteve em festa de gala beneficente ao lado da família, amigos e outros famosos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O ator Michael J. Fox compareceu a baile de gala de sua fundação ao lado da esposa e dos filhos. Em uma rara aparição, ele falou abertamente sobre o apoio contínuo da família desde seu diagnóstico de Parkinson.

    O ator, de 64 anos, promoveu o evento “A Funny Thing Happened on the Way to Cure Parkinson’s” – em tradução, “Algo Engraçado Aconteceu no Caminho para Curar o Parkinson”. O baile de gala, realizado em Nova York, teve como objetivo arrecadar fundos para a Michael J. Fox Foundation, dedicada à pesquisa da doença de Parkinson.

    Michael compareceu acompanhado da esposa, Tracy Pollan, e dos quatro filhos: Sam (36 anos), Aquinnah e Schuyler (30 anos), e Esmé (24 anos). Em entrevista à People, o ator destacou a importância do apoio familiar ao longo dos anos:

    “Eles são muito compreensivos e maravilhosos. Sempre estiveram lá para mim e continuam, ano após ano.”

    Tracy, de 65 anos, comentou que o tratamento de Michael é desafiador e exigente. Apesar disso, o marido mantém o otimismo e valoriza a ajuda e solidariedade da família:

    “O Michael é muito otimista, o que é maravilhoso e realmente o ajuda, mas é importante também entender que este é um grande desafio. É muito difícil para a família, para os cuidadores e, obviamente, para o paciente.”

    Além da família de Michael, o evento contou com a presença de figuras famosas: Meg Ryan, Clark Gregg, Richard Kind, Julianna Margulies, Katie Couric, Christina Geist, e o ator Denis Leary, que atuou como anfitrião da noite.

    Notícias ao Minuto [Michael J. Fox com a esposa Tracy Pollan e os filhos]© Getty Images  

    EXEMPLO DE LUTA

    Michael J. Fox, conhecido principalmente por interpretar Marty McFly na franquia De Volta para o Futuro, descobriu o Parkinson em 1991, aos 29 anos. Ele começou a perceber pequenos tremores nas mãos, inicialmente atribuídos ao estresse de sua intensa rotina.

    Após consultas e exames, recebeu o diagnóstico, mas manteve em segredo por anos, preocupado com o impacto na carreira. Somente em 1998 começou a falar publicamente sobre a doença, tornando-se, desde então, um dos maiores ativistas da área.

    Em 2000, fundou a Michael J. Fox Foundation for Parkinson’s Research, que comemora 25 anos em 2025. É a maior organização sem fins lucrativos dedicada a financiar pesquisas sobre a doença no mundo.

    Até nesta terça-feira (18), a fundação já destinou mais de US$ 2,5 bilhões para estudos e avanços científicos. Sobre o trabalho realizado, Michael declarou à People: “Você não sabe o quanto precisa até saber o quanto foi necessário. Estou muito feliz com o que fizemos. Muito feliz em ver o progresso.”

    Em 2015, Michael J. Fox foi homenageado com a Medalha Presidencial da Liberdade, uma das mais altas honrarias civis dos Estados Unidos. A premiação reconheceu sua contribuição extraordinária, principalmente no apoio à pesquisa sobre Parkinson.

    Atualmente, Michael continua a se dedicar à fundação, além de escrever livros de memórias, realizar palestras e dar entrevistas. Assim, continua promovendo seu trabalho e conscientizando o público sobre a doença.

    Em rara aparição, Michael J. Fox fala sobre apoio da família no tratamento

  • Irmãs defendem Cristiano Ronaldo após ida à Casa Branca: "Hipócritas"

    Irmãs defendem Cristiano Ronaldo após ida à Casa Branca: "Hipócritas"

    As irmãs de Cristiano Ronaldo reagiram às críticas pela presença do jogador na Casa Branca e no encontro com Donald Trump. Katia publicou um vídeo chamando de exagerada e hipócrita a reação de comentaristas, enquanto Elma respondeu em tom duro nas redes sociais, reforçando apoio ao irmão.

    Katia Aveiro, irmã de Cristiano Ronaldo, publicou um vídeo nas redes sociais para defender o jogador após as críticas recebidas pela visita dele à Casa Branca e pelo encontro com Donald Trump. A empresária afirmou que parte dos comentaristas que condenaram o gesto do irmão age de forma exagerada e hipócrita.

    No vídeo, descrito por ela como uma carta aberta, Katia destacou o impacto do atleta na história de Portugal. Segundo ela, Cristiano “construiu uma carreira que nenhum painel televisivo, nenhuma marionete de opinião e nenhum especialista de indignações conseguiu sequer sonhar em reproduzir”.

    Katia disse que a reação ao encontro com Trump foi desproporcional. Em suas palavras, “de repente instalou-se uma histeria tão grande que até assusta” e “é surreal ver certos grupos entrarem em modo pânico quando o Ronaldo faz algo que não cabe no guião deles”. Ela também afirmou que alguns tentam transformar uma simples visita à Casa Branca “num crime diplomático, moral e espiritual”.

    A empresária ainda lembrou o peso da trajetória de Cristiano para a imagem de Portugal. Segundo ela, “imaginar que isto vai arruinar a imagem do Cristiano Ronaldo é quase cómico”, ressaltando que o atleta saiu da pobreza, construiu carreira internacional e colocou o país em destaque global. Em outro momento, Katia afirmou: “Cristiano Ronaldo fez mais pelo país do que qualquer mesa redonda”.

    No encerramento do vídeo, Katia disse que o jogador “move o mundo” e lamentou que alguns comentaristas “acreditem no que dizem”.

     
     
     

     
     
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    Uma publicação compartilhada por Katia Aveiro (@katiaaveirooficial)

    A reação de Elma Aveiro às críticas ao irmão 

    Elma Aveiro também decidiu se manifestar sobre as críticas feitas por João Maria Jonet na SIC Notícias. O comentarista afirmou que ficou “chocado” com a ida de Cristiano Ronaldo à Casa Branca, e a irmã mais velha do jogador não deixou passar em branco, respondendo em seu Instagram.

    “Será que esses palhaços ainda não entenderam que ele não está nem aí para a opinião deles? Isso não é para quem quer, é para quem pode. Não têm mais nada para falar, porra”, escreveu Elma.

    Vale lembrar que Cristiano Ronaldo esteve na Casa Branca acompanhado de Georgina Rodríguez, participando de um jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman, na última terça-feira, 18 de novembro.
     

    Irmãs defendem Cristiano Ronaldo após ida à Casa Branca: "Hipócritas"

  • 'Fui apagada, mas o público foi lá e corrigiu', diz Letícia Rodrigues, que faz Sandrão em 'Tremembé'

    'Fui apagada, mas o público foi lá e corrigiu', diz Letícia Rodrigues, que faz Sandrão em 'Tremembé'

    Letícia Rodrigues, que vive Sandrão em Tremembé, celebra a repercussão da série e o reconhecimento do público após enfrentar situações de apagamento. Com 17 anos de carreira, a atriz destaca a preparação intensa para o papel e afirma que o sucesso abriu novas oportunidades e ampliou sua visibilidade profissional.

    (CBS NEWS) – Logo nos primeiros segundos da entrevista, uma cena improvável: Letícia Rodrigues entra na chamada de vídeo rindo, com gestos leves, voz suave e brincando com a própria pressa para ajustar o fone. Nada -absolutamente nada- lembra a postura dura e o olhar atravessado de Sandrão, personagem que ela vive na série “Tremembé”, do Prime Video.

    A discrepância era tamanha que, por alguns instantes, a sensação era de estar diante de outra pessoa. Era o início perfeito para entender o abismo entre atriz e personagem.

    Letícia, 33, tem 17 anos de carreira no teatro, na dança e no audiovisual. Já passou por produções como “Manhãs de Setembro”, mantém o solo “116 Gramas” -em que aborda gordofobia a partir da própria experiência- e é casada, desde 2022, com a designer Maria Luiza Graner. Mas foi só com Sandra Regina Ruiz, a Sandrão, que ela atravessou a fronteira da visibilidade ampla.

    A personagem, inspirada em uma figura real, é uma das tramas centrais de “Tremembé”. Mesmo assim, Letícia diz que nada a preparou para a proporção do fenômeno -a série se tornou assunto nacional, rompendo a bolha dos fãs de “true crime” e alcançando audiências que geralmente não acompanham esse tipo de produção.

    “A gente imaginava que seria bem recebida, mas não desse jeito. E o que mais me emocionou foi o público me separar da personagem”, diz ela, ainda surpresa. “Sempre sonhei em ser reconhecida enquanto atriz. Nunca imaginei que isso viria dessa forma.”

    A Sandrão da ficção, assim como a mulher que a inspirou, é retratada como uma liderança tão respeitada quanto temida dentro da prisão. Condenada por sequestro e assassinato no início dos anos 2000, ela cruzou caminhos com Elize Matsunaga e Suzane von Richthofen durante o período em que cumpriu pena. Ela está processando a Prime Video após o lançamento do drama.

    Para fazer um personagem tão imponente, a transformação física exigiu um novo corte de cabelo, camadas de protetor solar e a camuflagem de tatuagens. A mudança profunda estava no corpo, no ritmo, no peso do olhar. “A construção vinha de dentro. Era respiração, postura, silêncio. Era encontrar o tom exato daquela mulher.”

    Letícia destaca que escolheu se concentrar no material dramatúrgico, e não na figura real que estava interpretando. “Meu compromisso era com a Sandrão da série. É claro que usamos elementos reais, mas o meu trabalho era contar a história que estava ali.”

    A preparação, conta Letícia, foi exaustiva -e necessária para construir essa versão da personagem. “Foram dois meses de segunda a sexta, das nove às seis. Estudamos tudo, absolutamente tudo. Eu fiz o teste da forma como pediram e passei. Para alguém que nunca teve muitas oportunidades, isso foi muito feliz”, afirma.

    A atriz destaca duas cenas especialmente difíceis no processo. A primeira é a grande briga do episódio inicial. “Ensaiamos dezenas de vezes. Era muita gente, muitos movimentos coreografados e, ainda assim, precisava ter verdade. Foi como filmar uma sequência de cinema.”

    A segunda era a reconstituição do crime de Sandrão. “Gravamos de madrugada, estava muito frio, pouca luz. Foram poucos takes”, lembra. “Todo mundo tinha que estar absolutamente concentrado.”

    Apesar da recepção da série, Letícia revela ter enfrentado situações de apagamento -algumas matérias chegaram a publicar seu nome incorreto. A atriz foi às redes pedir reconhecimento, postura que acabou viralizando.

    “Eu nunca desrespeitei ninguém. Só pedi algo básico: reconhecimento profissional. Isso acontece há muito tempo com artistas menos conhecidos”, afirma. E completa: “Toda vez que me apagaram, o público foi lá e corrigiu. Isso me emocionou”.

    A relação com Marina Ruy Barbosa com quem dividiu cenas importantes foi, segundo ela, uma das surpresas mais positivas do processo. “Eu sou tímida. Encontrar alguém tão conhecida ao vivo dá um frio na barriga. Mas a Marina, a Carol [Garcia], a Bianca [Comparato] todas foram muito generosas. Criamos uma rede de apoio ali.”

    Com o sucesso da produção, a agenda de Letícia ganhou um ritmo que ela ainda está aprendendo a administrar. “Eu trabalho há 17 anos sem parar, mas viajar a trabalho nunca foi comum. E, nesta semana, tenho duas viagens: uma para falar de ‘Tremembé’ e outra para apresentar meu solo em Recife.”

    Além disso, ela participou recentemente de uma leitura solidária da ONU para refugiados e está analisando novos projetos. “Minha missão é ser intérprete. Quero que o público me veja em outras caras, outras histórias. E que Tremembé me ajude a prolongar minha vida na profissão.”

    'Fui apagada, mas o público foi lá e corrigiu', diz Letícia Rodrigues, que faz Sandrão em 'Tremembé'