Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

    Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

    A empresária Kim Kardashian está no Rio de Janeiro para divulgar a série “Tudo É Justo”, em que interpreta uma advogada

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Não fui boa o suficiente, afirma Kim Kardashian desapontada ao ser perguntada sobre sua tentativa de conciliar compromissos da fama com os estudos de advocacia. “Assumi mais coisa do que conseguia, claramente. Tentei ser multitarefa ao máximo”, ela diz, dando risada depois.

    Kardashian está no Rio de Janeiro para divulgar a série “Tudo É Justo”, em que interpreta uma advogada, justamente aquilo que a celebridade americana ainda não conseguiu ser na vida real. Um dia antes de chegar ao Brasil, ela publicou no Instagram que fracassou na prova que lhe renderia o diploma dos sonhos.

    “Foi difícil gerenciar, decorar as falas da personagem e estudar ao mesmo tempo. Mas sabe de uma coisa? Me senti abençoada porque pelo menos sabia o que significavam os termos e a linguagem jurídica da minha parte do roteiro.”

    Em “Tudo É Justo”, Kardashian encarna Allura, uma advogada endinheirada que se une a três colegas para abrir um escritório para clientes mulheres. Ricas e poderosas, as parceiras estão cansadas dos homens tapados com quem trabalham e também com os que se relacionam, e decidem que é hora de fazer justiça com as próprias mãos.

    Kardashian diz estudar direito para ajudar pessoas a se livrarem de sentenças que considera injustas sem precisar perguntar sobre os termos difíceis a outros advogados. É inusitado, mas, além de atriz e socialite, a americana tomou para si a missão de reformar o sistema prisional americano.

    Isso porque, há sete anos, Kardashian ficou escandalizada com o caso de uma mulher negra condenada à prisão perpétua devido a um crime relacionado a drogas. Ela pagou advogados, falou com o presidente Donald Trump, e conseguiu perdão para a mulher. A partir daí, passou a ter aulas com advogados em um programa alternativo de direito da Califórnia que dispensa a faculdade tradicional.

    “Esse processo abriu minha mente para um mundo novo e me fez enxergar o privilégio de forma diferente. Amo estar consciente do que há no meu entorno e de como o mundo é injusto”, ela diz. “Vou seguir lutando por essas pessoas que não podem fazer por si mesmas. E preciso do diploma para ser mais eficiente”. O pai dela, Robert Kardashian, também advogado, morto em 2003, ficou famoso por atuar no julgamento de O. J. Simpson, caso histórico nos Estados Unidos.

    Kardashian é hoje a segunda celebridade mais rica dos EUA, segundo levantamento da revista Forbes, dona de um patrimônio estimado em US$ 1,7 bilhão, algo perto de R$ 9,6 bilhões. Na lista, a socialite está atrás apenas da apresentadora Oprah Winfrey, e à frente da cantora Taylor Swift, com quem tem uma rixa antiga. Kardashian fez fortuna especialmente como empresária -ela é fundadora da marca de roupas íntimas Skims.

    Mesmo assim, achou que era hora de ganhar dinheiro com algo novo e investiu na carreira de atriz. “Tem sido muito divertido experimentar, independentemente do título que isso me conceda.”

    “Tudo É Justo” deu a Kardashian seu primeiro grande papel. Antes ela havia feito pontas, como no filme “Relação em Risco”, de 2013, e na 12ª temporada de “American Horror Story”, lançada há dois anos, com um papel escrito especialmente para ela por Ryan Murphy, criador daquela trama e também de “Tudo É Justo”.

    A empreitada de Kardashian, porém, azedou. Veículos especializados detonaram a nova série, dizendo que o roteiro é fraco e a atuação de Kardashian é vazia. “Críticas ruins? Não vi críticas. Houve alguma?”, ela diz, na entrevista, fingindo cara de surpresa.

    O curioso é que a própria Kardashian fez piada dos comentários no dia anterior, quando subiu ao palco do teatro do hotel Copacabana Palace, onde anunciou o quarto episódio da série em um evento para jornalistas e convidados.

    “Os críticos de hoje são os tiktokers e eles adoraram”, ela se limita a dizer, após certa insistência.

    Ao seu lado na entrevista estava Naomi Watts, australiana indicada duas vezes ao Oscar de melhor atriz. Também de passagem pelo país, Watts, que interpreta uma das advogadas protagonistas da nova série, diz que a trama, apesar de abordar temas femininos, encontrou apelo também na comunidade

    LGBTQIA+.

    Ela atribui isso aos looks glamourosos que as personagens usam -de fato, em cada cena Kardashian surge num modelito extravagante. “Mas eles gostam também de ver mulheres no poder. Aliás, qualquer pessoa pode amar isso, exceto talvez os homens heterossexuais”, Watts brinca.

    Quase todos os rapazes héteros de “Tudo É Justo” são panacas. Um trai a namorada, outro obriga a amada a fazer cirurgias plásticas, e há ainda o que não admite o desejo da esposa de não ser mãe. “Todas nós amamos nossos homens, mas a série traz uma visão cafona, divertida e exagerada daquilo que poderia dar errado nessas situações”, diz Kardashian.

    Sua personagem, Allura, sonha em engravidar, mas é abandonada pelo marido. No terceiro episódio, toca uma música de Lana Del Rey na cena que mostra o casamento deles. Lana cantou também no casamento de Kardashian com o rapper Kanye West, encerrado há quatro anos de um jeito complicado. A arte imita a vida.

    TUDO É JUSTO

    – Onde No Disney+. Novos capítulos às terças-feiras
    – Classificação 18 anos
    – Autoria Ryan Johnson
    – Elenco Kim Kardashian, Naomi Watts e Sarah Paulson
    – Produção EUA, 2025

    Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

  • Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

    Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

    Apresentadora explica que Alexandre Iódice era seu amigo antes do relacionamento; na série da HBO Max, ela narra sua versão do relacionamento que durou até a morte do piloto em 1994

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Adriane Galisteu afirmou que o marido, o empresário Alexandre Iódice, não se incomoda com as lembranças e homenagens que ela faz a Ayrton Senna. A apresentadora voltou a falar sobre o piloto em “Meu Ayrton”, minissérie da HBO Max que estreou na quinta (6) e revisita a relação dos dois e foi questionada por fãs se seu atual companheiro não se incomodava com o assunto.

    “Nunca teve uma conversa porque o Ale já era meu amigo antes. A gente se conhece há bastante tempo. Ele sempre acompanhou a minha vida, assim como eu acompanhei a dele”, disse em entrevista a Quem.

    Segundo Galisteu, o respeito ao passado é um acordo básico da vida a dois. “Acho que, para um relacionamento funcionar, precisa de confiança e admiração. Quando você conhece alguém, tem que comprar o pacote todo, do passado e quem a pessoa é hoje. É fundamental não rasgar a foto para poder se relacionar”, afirmou.

    Ela também contou que esse assunto nunca precisou ser debatido em casa porque Iódice era seu amigo antes de começarem a namorar e também era fã de Senna.

    A apresentadora reforçou que o apoio do companheiro é cotidiano. “O Alê, mais do que meu marido, é meu parceiro. Está ao meu lado, não atrás nem na frente. A gente acorda junto, trabalha junto, tem uma história maravilhosa e um filho lindo. Ele me ama com defeitos, qualidades e passado. A mesma coisa sinto em relação a ele.”

    Galisteu disse ainda que mantém lembranças do período com o piloto e volta ao tema quando considera pertinente -datas marcantes ou quando é questionada. “Ele foi muito importante na minha história. Eu nunca carreguei isso como fardo. Carrego isso como um escudo, isso me dá força. Quando eu olho para trás e vejo onde eu estava, onde eu cheguei e tudo que passei para ser a mulher que eu sou hoje, vejo que ele tem muito a ver com tudo isso. Então, apesar de eu andar com as minhas próprias pernas e ter traçado esse caminho que foi difícil e continua não sendo fácil, vejo que aprendi a lidar com isso com uma força que vem muito dessa história”, afirmou.

    Entre as memórias guardadas, ela citou o Fiat Uno 1.0, de 1993, presente de Senna. O filho Vittorio também cresceu sabendo quem foi o tricampeão e o lugar dele na trajetória da mãe.

    Em “Meu Ayrton”, Galisteu narra sua versão do relacionamento, que durou pouco mais de um ano e terminou com a morte do piloto em 1994, no circuito de Ímola, na Itália.

    Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

  • Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

    Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

    A atriz falou sobre a relação do última tema de redação do Enem e sua personagem em ‘Mulheres Apaixonadas’, quando interpretava a vilã Dóris

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Regiane Alves, 47, contou que tem recebido diversas mensagens desde o último domingo (9), quando foi divulgado o tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

    A proposta deste ano convidava os candidatos a refletirem sobre as “perspectivas do envelhecimento na sociedade brasileira”. “Venho recebendo mensagens e lembranças de pessoas que citaram a Dóris na redação do Enem. Mais de duas décadas depois, o assunto continua atual e provocativo. É uma honra para nós, artistas, termos ajudado no avanço dessa discussão”, escreveu a atriz no X (antigo Twitter), mencionando a personagem que interpretou na novela Mulheres Apaixonadas (Globo, 2003).

    Na trama escrita por Manoel Carlos, Regiane deu vida à ambiciosa Dóris, uma jovem que tratava com desprezo e impaciência os avós idosos, Dona Flora e Seu Ladir, interpretados por Carmen Silva (1916-2008) e Oswaldo Louzada (1912-2008). No fim da novela, Dóris se arrepende de suas maldades e faz as pazes com os familiares.

    Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

  • Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal

    Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal

    Mídia britânica afirma que o ator terminou a relação e que a empresária tenta reconquistá-lo; clima entre os dois teria esfriado devido à rotina intensa de gravações do ator

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O romance entre Timothée Chalamet, 29, e Kylie Jenner, 27, chegou ao fim -pelo menos por enquanto. Segundo o jornal britânico Daily Mail, o ator teria encerrado o relacionamento de maneira repentina, pegando a empresária de surpresa.

    De acordo com fontes próximas ao casal, o término partiu de Chalamet. A publicação afirma que Kylie, descrita como “completamente maluca por ele”, está fazendo de tudo para reverter a decisão. “Ele terminou com a Kylie”, contou uma fonte ao jornal. “Isso já aconteceu antes, e ela o convenceu a voltar. Pode ser que consiga de novo.”

    Outro contato da reportagem acrescentou que o clima entre os dois azedou devido à rotina intensa do ator. “Há problemas no paraíso, mas não é definitivo. Ele está trabalhando muito, e ela sente que precisa correr atrás. Kylie se dedica mais do que ele nesse relacionamento”, disse.

    Chalamet está em alta por conta do longa Marty Supreme (2025), que tem despertado expectativas de uma indicação ao Oscar de Melhor Ator no próximo ano. Em recente entrevista, ele comentou sobre o trabalho no filme, mas preferiu não falar sobre a vida pessoal.

    Kylie e Chalamet começaram a se relacionar em janeiro de 2023 e marcaram presença em diversos eventos da temporada de premiações de Hollywood, sempre discretos, mas muito observados pela imprensa e fãs.

    Antes de se envolver com o astro de Duna, Kylie Jenner manteve um longo relacionamento com o rapper Travis Scott, com quem tem dois filhos. Além da vida pessoal movimentada, ela segue como uma das jovens empresárias mais bem-sucedidas do mundo, com fortuna estimada em mais de US$ 700 milhões – o equivalente a cerca de R$ 3,7 bilhões.

    Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal

  • Oh Yeong-su, de 'Round 6', é absolvido de condenação por caso de assédio sexual

    Oh Yeong-su, de 'Round 6', é absolvido de condenação por caso de assédio sexual

    O Tribunal Distrital De Suwon absolveu Yeong-Su nesta terça-feira (11) e reverteu uma decisão judicial adotada em abril, quando o artista foi condenado a prisão

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Oh Yeong-su, ator sul-coreno de 81 anos que estrelou o fenômeno “Round 6”, da Netflix, teve a sua condenação por assédio sexual anulada por um tribunal de apelações da Coreia do Sul. Segundo a Variety, a informação é da agência de notíciais Yonhap.

    O Tribunal Distrital De Suwon absolveu Yeong-Su nesta terça-feira (11) e reverteu uma decisão judicial adotada em abril, quando o artista foi condenado a oito meses de prisão e dois anos de suspensão. Na ocasião, a promotoria havia requisitado uma pena de um ano de prisão.

    Ele havia sido considerado culpado de assédio sexual contra uma mulher numa turnê teatral que aconteceu em 2017. Segundo a vítima, o ator teria abraçado e beijado ela sem consentimento.

    O tribunal de apelações reconheceu que existem suspeitas contra o artista, como o fato da mulher ter procurado aconselhamento para violência sexual seis meses após o suposto acidente e de Yeong-Su ter se desculpado com a suposta vítima por pedido da mesma.

    Por outro lado, alegou que existe a possibilidade da memória da mulher ter se distorcido com o passar do tempo e declarou que os interesses do réu devem ser protegidos enquanto restarem dúvidas sobre o caso.

    Em resposta à decisão tomada pelo tribunal de apelações, a suposta vítima afirmou que “continuará dizendo a verdade”. Ela se manifestou a partir de um comunicado da Womenlink, organização voltada aos direitos das mulheres.

    O imbróglio judicial em que Oh Yeong-su se envolveu vem ofuscando a sua carreira após o sucesso do seriado da Netflix, que lançou a sua terceira e última temporada neste ano. Atualmente, a Netflix desenvolve projetos derivados de “Round 6”, que segue sendo uma das séries mais vistas da plataforma.

    Oh Yeong-su, de 'Round 6', é absolvido de condenação por caso de assédio sexual

  • Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

    Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

    Silvânia Aquino anunciou sua saída da banda Calcinha Preta após mais de duas décadas de trajetória. A cantora publicou uma nota agradecendo aos fãs e à equipe. A decisão ocorre em meio a rumores de desentendimento com O’hara Ravick, que permanece no grupo ao lado de Daniel Diau e Bell Oliver.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A cantora Silvânia Aquino anunciou que está saindo da banda Calcinha Preta. O grupo segue com Daniel Diau, Bell Oliver e O’hara Ravick.

    A vocalista publicou uma nota de desligamento. “Foram anos de história, amor, dedicação e música, que me proporcionaram experiências únicas e uma conexão profunda com o meu público. Cada capítulo foi escrito com muito carinho e verdade, levando minha voz e meu coração a cada um de vocês”.

    A Silvânia Aquino de vocês é assim: verdadeira, emotiva e convicta de suas ações. Durante todos esses anos, a Banda Calcinha Preta foi a minha casa, o lugar onde cresci como artista. E essa história eu carregarei comigo para sempre, com o maior respeito e gratidão.

    A saída da banda vem em meio a rumores de desentendimento entre Silvânia e Ohara. Nas últimas semanas, a veterana não compareceu em duas apresentações.

    A história de Silvânia no Calcinha Preta iniciou em 2000. Ela se ausentou da banda entre 2016 e 2018, época em que formou o Gigantes do Brasil com Paulinha Abelha e Daniel Diau e na sequência a dupla Silvânia & Paulinha. Em 2018, os artistas voltaram ao Calcinha Preta. Com a morte de Paulinha em 2022, O’hara Ravick entrou no grupo.

    Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

  • Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

    Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

    O ator iraniano, conhecido pelo premiado filme O Sabor da Cereja (1997), de Abbas Kiarostami, morreu vítima de câncer, segundo a agência estatal IRNA. Ershadi também atuou em produções como O Caçador de Pipas e A Hora Mais Escura, consolidando sua carreira internacional no cinema

    O ator iraniano Homayoun Ershadi, conhecido por protagonizar o filme O Sabor da Cereja (1997), morreu aos 78 anos vítima de câncer. A informação foi confirmada pela agência estatal de notícias IRNA.

    Homayoun Ershadi ganhou reconhecimento internacional ao estrelar O Sabor da Cereja, dirigido pelo renomado cineasta Abbas Kiarostami. O longa, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, marcou o início de sua carreira tardia no cinema e se tornou um clássico do cinema iraniano.

    Nascido em Isfahan, no Irã, em 1947, Ershadi se formou em arquitetura antes de ingressar na indústria cinematográfica. Ao longo da carreira, também participou de produções internacionais como O Caçador de Pipas (The Kite Runner, 2007), O Homem Mais Procurado (A Most Wanted Man, 2014) e Zero Dark Thirty (A Hora Mais Escura, 2012).

    Em O Sabor da Cereja, Ershadi interpretou Badii, um homem de meia-idade que percorre as paisagens áridas nos arredores de Teerã em busca de alguém disposto a enterrá-lo caso seu plano de suicídio tenha sucesso. O filme combina humor, reflexão e mistério para abordar um tema delicado e tabu na cultura islâmica.

    Ainda nesta semana, o humorista português Bruno Nogueira anunciou a morte do pai durante um episódio de seu podcast Isso Não Se Diz. “Meu pai morreu esta semana. Eu vinha comentando com vocês sobre alguém muito próximo que estava mal. Esse sofrimento chegou ao fim”, disse o artista, explicando que manteve o episódio no ar porque o pai era um ouvinte fiel do programa.

     

    Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

  • Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, anunciaram o nascimento da filha, Blair Lucy, nas redes sociais. A bebê é a segunda neta de Jon Bon Jovi, que já havia comemorado a chegada da menina adotada por Jake Bongiovi e Millie Bobby Brown. O cantor chamou o momento de “novo capítulo da vida”.

    Jon Bon Jovi acaba de ganhar mais um motivo para comemorar: o cantor se tornou avô novamente. Seu filho Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, celebraram a chegada da primeira filha do casal, Blair Lucy, e anunciaram a notícia nas redes sociais.

    Nesta segunda-feira (10), Jesse Light publicou uma foto encantadora da recém-nascida no Instagram, apresentando oficialmente a menina aos seguidores. “Blair Lucy Bongiovi. Nossa doce garotinha chegou, e não poderíamos estar mais felizes. Bem-vinda ao mundo, bebê Blair”, escreveu na legenda da imagem, que logo recebeu uma enxurrada de mensagens carinhosas de fãs, amigos e familiares.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por JBL ️ (@jesse.light)

    Jesse e Jesse Light se casaram em 7 de maio de 2024, em Las Vegas, na mesma capela onde Jon Bon Jovi e Dorothea Bongiovi oficializaram a união em 1989. Os dois se conheceram em 2018, no Surf Lodge, em Montauk — o mesmo local onde aconteceu o pedido de casamento.

    A chegada de Blair já era esperada. O vocalista do Bon Jovi havia contado em entrevista ao programa The One Show, da BBC, que seria avô novamente. “É um novo capítulo da vida. Essa nova geração chega e, de repente, tenho uma neta — e outra a caminho”, disse o cantor, acrescentando que o melhor conselho que pode dar é “deixá-los ser eles mesmos”.

    Jon Bon Jovi se tornou avô pela primeira vez no último verão, quando o filho Jake Bongiovi, de 23 anos, e a atriz Millie Bobby Brown, de 21, anunciaram que haviam adotado uma menina. “Neste verão, recebemos nossa doce garotinha por meio da adoção. Estamos muito felizes em embarcar neste novo capítulo da paternidade com amor e privacidade”, declarou o casal em um comunicado no Instagram.
     

     

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

  • Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

    Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

    ‘O reencontro acontecerá’, escreveu; Maria Júlia foi vítima de complicações da rubéola. Artistas como Leticia Spiller, Maria Padilha e Ana Beatriz Nogueira prestaram solidariedade

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A atriz Tássia Camargo emocionou seus seguidores ao postar imagens da filha Maria Júlia neste sábado (8), dia em que ela faria aniversário.

    “No dia 8 de novembro de 1993 a minha princesa, o meu anjo dourado, a minha filha Maria Júlia nasceu. Hoje ela faria 32 anos. Tenho de acreditar que um dia o reencontro acontecerá”, escreveu na legenda de um vídeo feito com IA.

    Maria Júlia morreu aos 2 anos de idade, vítima de rubéola congênita tardia. Em uma entrevista recente, a atriz, que fez sucesso em novelas como “Tieta” e “Despedida de Solteiro”, contou que a filha começou a apresentar sintomas graves meses antes de morrer.

    “Ela sofreu demais. Nasceu perfeita, mas pouco antes dos dois anos, ficou surda. Depois ficou cega e passou a ter convulsões”.

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação compartilhada por Tássia Camargo (@tassiacamargo)

    A publicação no Intagram recebeu mais de cinco mil curtidas e comentários carinhosos de artistas como Cristiana Oliveira, Heloisa Périssé, Letícia Spiller e Ana Beatriz Nogueira.

    Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

  • Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site

    Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site

    Ace Frehley, ex-guitarrista e cofundador do Kiss, morreu aos 73 anos após sofrer uma queda que resultou em traumatismo craniano e AVC, segundo o portal TMZ. O músico, conhecido como “Spaceman”, foi responsável pelo icônico logotipo da banda e marcou gerações com seus solos de guitarra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ace Frehley, ex-guitarrista e cofundador do Kiss morto em outubro, teve a causa de sua morte revelada. Segundo o portal TMZ, o músico morreu em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda. Em setembro, Frehley cancelou sua agenda de shows após sofrer uma queda e ser hospitalizado. A família do artista optou por desativar os equipamentos que o mantiveram vivo até o mês seguinte.

    De acordo com um relatório emitido pelo legista do condado de Morris, em Nova Jersey, nos EUA, Frehley foi vítima de uma fratura na parte posterior do crânio, um hematoma subdural -acúmulo de sangue entre a camada externa que protege o cérebro e o próprio cérebro- e um AVC (acidente vascular cerebral). O documento classifica a morte do artista como acidental.

    Nascido em 1951, Paul Daniel ‘Ace’ Frehley começou a tocar guitarra a partir dos 13 anos, tendo crescido em uma família bastante ligada à música. Durante a sua juventude, ele integrou diversas bandas locais, das quais participava nos intervalos entre os seus trabalhos como carteiro, entregador e taxista.

    Em 1972, ele respondeu a uma chamada que buscava um guitarrista para uma nova banda em formação. Pouco depois, ele foi selecionado pelo vocalista e guitarrista Paul Stanley, pelo vocalista e baixista Gene Simmons, e pelo baterista Peter Criss. Segundo os colegas do grupo musical, ele teria aparecido para a audição mal vestido, mas a primeira impressão teria sido superada por uma impressionante performance.

    Um ano mais tarde, em 1973, surgiu o Kiss. Com pinturas de estrelas prateadas em seus olhos, que ficariam bastante conhecidas, ele adotou o título de “Spaceman” e foi o responsável pela criação do logotipo da banda, reconhecido por seu raio duplo.

    Cinco anos depois, Frehley lançou um álbum solo com o seu nome e atingiu o sucesso comercial. Naquele mesmo ano, todos os integrantes da banda lançaram discos solo. Ele deixou o grupo em 1982, após uma série de discussões internas numa época em que o guitarrista enfrentava o abuso de drogas.

    Após deixar o Kiss, o músico formou a banda Frehley’s Comet, que rendeu dois álbuns próprios, e deu início a sua carreira solo. Em 1996 ele voltou ao Kiss, para uma turnê de reencontro, e permaneceu no grupo até 2002.

    Em 2014, Frehley foi imortalizado no Rock and Roll Hall of Fame como integrante do Kiss. Ele recebeu créditos por 11 dos discos lançados pela banda e lançou oito álbuns durante a sua carreira solo. Seus solos de guitarra marcaram hits como “I Was Made For Lovin’ You”, “Detroit Rock City”, “Shock Me” e “Rock and Roll All Nite”, música que encerrou a última apresentação de sua vida, que aconteceu em setembro, nos Estados Unidos.

    O guitarrista se apresentou, junto ao Kiss, diferentes vezes no Brasil, e veio a São Paulo em 2017 para uma apresentação solo. Ele estava em turnê pela América do Sul e a apresentação aconteceu no espaço para shows Tom Brasil, hoje conhecido como Tokyo Marine Hall.

    O Kiss ficou conhecido pela sua contribuição aos gêneros hard rock e glam rock, além das apresentações marcados por maquiagens e figurinos exagerados e performances teatrais.

    Frehley se tornou o primeiro integrante original do Kiss a morrer. Ele deixou as filhas Monique e Lindsey.

    Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site