Morreu a atriz Brigitte Bardot aos 91 anos. A notícia foi publicada pelo jornal francês Le Figaro.
[Notícia em atualização]

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Justin Bieber compartilhou alguns momentos do Natal vividos em família, ao lado da esposa Hailey e do filho do casal, Jack Blues, que nasceu em 23 de agosto de 2024.
Mas o período também foi de reflexão para o artista. O cantor, de 31 anos, desabafou com fãs e seguidores sobre sua trajetória no mundo da música e confessou que viveu momentos difíceis.
“O Natal é aquela época para refletir e se perguntar o que você realmente quer. O que realmente te realiza?”, questionou.
“O Natal é um lembrete de Jesus e do dom gratuito do perdão que só Ele pode oferecer.” Bieber explicou ainda que, para ele, tem sido difícil “deixar o ressentimento para trás”.
“Espero que, onde quer que você esteja, possa ter apoio nesse amor que nos encontra exatamente onde estamos, não importa o que aconteça. Cresci em um sistema que recompensava meu talento, mas nem sempre protegia minha alma.”
O cantor, que ficou famoso em 2009 ao lançar o EP My World, explicou que passou por momentos muito complicados. “Houve momentos em que me senti usado, pressionado, moldado em algo que eu não escolhi completamente. Esse tipo de pressão deixa feridas que você não vê no palco”, afirmou.
“Carreguei raiva. Perguntei a Deus por quê. Mas Jesus continua a me encontrar no meio da dor — não justificando o que me feriu, mas me ensinando a não me tornar amargo”, disse ainda o artista.
“Passei por uma dor que me moldou antes mesmo de eu ter palavras para descrevê-la. Eu estava em um sistema que tirou mais de mim do que protegeu. Não quero destruir a indústria da música. Quero vê-la renovada — mais segura, mais honesta, mais humana”, concluiu.
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SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator e diretor Tyler Perry foi acusado de assédio sexual pelo ator Mario Rodriguez, que integrou o elenco do filme “Boo! A Madea Halloween” (2016), dirigido por Perry. A ação tramita no Tribunal Superior de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo a revista americana Variety, Rodriguez afirma ter sido assediado repetidas vezes ao longo de vários anos na casa que o cineasta mantém em Los Angeles. O processo inclui ainda um pedido de indenização por danos morais.
De acordo com a publicação, Rodriguez também move ação contra a produtora Lionsgate, distribuidora da comédia, sob a alegação de que a empresa teria ignorado suas denúncias. O ator pede uma indenização de US$ 77 milhões.
À Variety, o advogado de Perry, Alex Spiro, afirmou que, “após recentemente fracassar em outro caso contra o senhor Perry, o mesmo advogado agora apresenta uma exigência relacionada a um processo de mais de uma década atrás, que igualmente resultará em uma tentativa frustrada de extorsão”.
Spiro se refere a outra ação por assédio sexual aberta em junho contra Perry pelo ator Derek Dixon, da série “The Oval”, também criada pelo cineasta. O advogado de Dixon, Jonathan Delshad, é o mesmo que representa Mario Rodriguez no novo processo.

LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Viúva do empresário JP Mantovani desde setembro, após um acidente de moto, a cantora Li Martins, ex-integrante da banda Rouge, afirma que tem passado por uma crise financeira.
Em entrevista ao canal Amar, de Mariana Kupfer, ela diz que não tem conseguido trabalhos após o acidente fatal e que seu lado psicológico está afetado com essa situação.
“Tenho aprendido nesse processo a pedir ajuda. Estou construindo uma casa e larguei tudo para cuidar da minha filha e a minha saúde”, conta ela, emocionada. Com Mantovani, tem uma menina de 8 anos.
“Parei de cantar na turnê que eu fazia para poder estar na rotina da minha filha. Estou em busca de trabalho, pessoas alinhadas ao meu propósito”, comenta a cantora, ao afirmar que pretende exercer seu ofício, mas de uma forma que consiga estar mais tempo em casa para ficar com a filha.
Mantovani tinha 46 anos e morreu em um acidente de moto na Marginal Pinheiros, em São Paulo. A notícia comoveu fãs e amigos do casal, que acompanharam de perto a história de amor construída ao longo de quase uma década.

Uma suposta ingestão de “brisadeiro” — doce conhecido por levar maconha entre os ingrediente — provocou uma polêmica entre influenciadores nos últimos dias e ganhou grande repercussão nas redes sociais. O episódio teria ocorrido durante a festa de Natal promovida por Virginia Fonseca no Galpão VF, em Goiás, que reuniu diversos convidados famosos.
Após o evento, Carlinhos Maia afirmou publicamente que havia comido o doce. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, o influenciador disse que tinha conhecimento do conteúdo do brigadeiro e assumiu a escolha. “Eu comi brisadeiro, maconha dentro, fiquei muito doido. Eu sabia que tinha maconha no brigadeiro, comi porque eu quis”, declarou. A fala gerou críticas imediatas de seguidores e de outros convidados da festa.
Entre os que se manifestaram estava Lucas Guedez, amigo de Virginia Fonseca, que classificou a atitude como “sem noção total”. A declaração deu início a um bate-boca público. Em resposta, Carlinhos Maia rebateu o comentário e afirmou que Lucas também teria experimentado o doce. “Você comeu também. Eu levei um pedaço e dei. Comeu eu e você”, disse, em tom irônico, ao negar que o episódio tivesse sido tão grave.
Na sequência, Maia tentou contextualizar a situação, afirmando que a ingestão ocorreu em um ambiente controlado e sem a presença de crianças. Ele reconheceu que a atitude foi inadequada, disse já ter pedido desculpas a quem considerava importante e afirmou que seu comportamento é conhecido por ser espontâneo e sem filtros. O influenciador também ressaltou o carinho que tem por Virginia Fonseca e afirmou que não houve intenção de desrespeitar a anfitriã.
A repercussão dividiu opiniões nas redes sociais. Parte do público criticou o consumo da substância em uma confraternização que também contou com crianças, enquanto outros minimizaram o episódio. Após a polêmica, Carlinhos Maia afirmou não guardar ressentimentos em relação a Virginia, elogiando-a como mãe e empresária, mas fez críticas a pessoas que classificou como “bajuladores”.
Virginia Fonseca não se pronunciou diretamente sobre o caso. Fãs notaram, porém, que ela limitou os comentários em suas redes sociais. Na manhã deste sábado (27), a influenciadora e Lucas Guedez compartilharam um registro de uma chamada de vídeo, trocando mensagens de apoio e amizade. Em seguida, Lucas publicou um texto com indiretas, falando sobre diferenças de mentalidade e a decisão de se afastar de determinadas pessoas.

Um streamer norte-americano teria atropelado propositalmente um homem que o importunava durante uma transmissão ao vivo na plataforma Kick, na noite da véspera de Natal, em 24 de dezembro.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, mas que o Notícias ao Minuto optou por não divulgar, é possível ver um homem deitado sobre o capô do carro do streamer Clavicular (nome verdadeiro: Braden Peters), enquanto filma o influenciador pelo para-brisa do veículo.
O homem aparenta estar sob o efeito de algum tipo de substância, rolando sobre o carro e colocando a língua para fora diversas vezes.
Dentro do carro, um dos passageiros diz a Clavicular: “Dirige”. O streamer atende ao pedido e liga o Tesla que conduzia.
Quando o veículo começa a se mover, o homem já está na extremidade direita do capô. Um segundo depois, é possível ouvir um forte impacto, e o carro sofre um solavanco brusco.
“Meu Deus!”, exclama outra passageira, visivelmente abalada com o ocorrido.
Enquanto isso, o motorista de um carro à frente do veículo de Clavicular faz um gesto para que ele pare.
“Ele está morto?”, pergunta o influenciador, antes de voltar a acelerar. “Esperamos que sim”, dispara, mantendo a mesma expressão que teve durante todo o episódio.
Em outro vídeo divulgado nas redes sociais, o streamer aparece conversando com pessoas que aparentam ser seguranças no local. A elas, Clavicular afirma que viu “uma arma” nas roupas do homem e que havia outras pessoas “cercando” seu carro, algumas delas armadas.
Um dos passageiros do veículo afirma: “É legítima defesa”.
Segundo o site TMZ, a plataforma Kick apagou completamente a conta do streamer, que produzia conteúdos com dicas sobre aparência. A empresa não especificou qual política foi violada nem se manifestou publicamente sobre o caso, mas a decisão veio após diversos usuários questionarem como a transmissão ao vivo não foi interrompida imediatamente.
Na rede social X, Clavicular confirmou que foi banido: “Se o Kick não remover o banimento hoje, vou fazer uma transmissão na Twitch”, escreveu.
O mesmo veículo informa que não há, até o momento, informações sobre o estado de saúde do homem atropelado.
Já o streamer, pelo menos por enquanto, parece não ter enfrentado consequências legais. Em sua conta no X, ele compartilhou apenas uma imagem gerada por inteligência artificial do incidente, mostrando seu carro passando por cima do homem.
Na legenda, escreveu: “Brinca com coisas idiotas, ganha coisas idiotas”.
Play stupid games, win stupid prizes pic.twitter.com/o39FHyOv2W
— Clavicular (@Clavicular0) December 25, 2025
Este é o episódio mais recente envolvendo a plataforma Kick, depois de, em agosto, o streamer francês Raphaël Graven, de 46 anos — conhecido como Jean Pormanove ou JP — ter morrido enquanto dormia durante uma transmissão ao vivo.
A live já durava vários dias e contava com a participação dos streamers Owen Naruto Cenazandotti e Safine Hamadi.
Durante a transmissão, Jean Pormanove aparecia deitado e aparentemente imóvel sob um cobertor, até que um seguidor alertou os demais participantes de que ele estava “em uma posição muito estranha”. Ao perceber a situação, Naruto interrompeu a transmissão.
O homem, ex-militar, havia sido vítima de episódios de violência e privação de sono durante as lives. Além dele, outro participante frequente era um homem conhecido como Coudoux, que tinha uma deficiência. Ambos eram frequentemente alvo de agressões, insultos e humilhações. Apesar disso, os streamers alegavam que os vídeos tinham caráter humorístico.

Perry Bamonte, guitarrista e tecladista da banda The Cure, morreu “durante o Natal”, aos 65 anos, após uma breve doença, informou a banda britânica nesta sexta-feira.
“É com enorme tristeza que confirmamos a morte do nosso grande amigo e companheiro de banda, Perry Bamonte, que faleceu após uma breve doença, em casa, no Natal”, diz o comunicado publicado no site do grupo.
Na nota, o The Cure relembrou as contribuições de Perry Bamonte ao longo de suas duas passagens pela banda: a primeira, entre 1990 e 2005, e a segunda, de 2022 até agora.
“Calmo, intenso, intuitivo, constante e extremamente criativo, ‘Teddy’ foi uma parte acolhedora e vital da história do The Cure”, afirmou o grupo.
“Após cuidar da banda entre 1984 e 1989, ele se tornou membro efetivo do The Cure em 1990, tocando guitarra, baixo de seis cordas e teclado em Wish, Wild Mood Swings, Bloodflowers, sucessos acústicos e outros álbuns do The Cure, além de realizar mais de 400 shows ao longo de 14 anos. Ele retornou ao The Cure em 2022, fazendo mais 90 apresentações — algumas das melhores da história da banda —, culminando no concerto The Show of a Lost World, em Londres, no dia 1º de novembro de 2024. Nossos pensamentos e condolências estão com toda a sua família. Ele fará muita falta”, acrescenta o texto.
Segundo a Variety, Perry Bamonte entrou para a equipe do The Cure em 1984 por meio de seu irmão, Daryl, que era responsável pelas turnês da banda. O músico começou como assistente pessoal e técnico de guitarra do vocalista Robert Smith antes de se juntar oficialmente à formação do grupo em 1990, após a saída do tecladista Roger O’Donnell.
Bamonte deixou a banda em 2005 e, em 2012, passou a integrar o grupo Love Amongst Ruin, antes de se reunir novamente com o The Cure para a cerimônia de introdução da banda no Rock and Roll Hall of Fame, em 2019.
O retorno oficial ao grupo aconteceu em 2022, para a turnê mundial Shows of a Lost World, que começou na Letônia, em outubro daquele ano, e terminou em dezembro de 2023. Mais recentemente, em novembro de 2024, Bamonte participou de um show do The Cure em Londres e estava previsto para integrar uma nova turnê mundial programada para 2026.

SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu nesta quinta-feira (25), aos 59 anos, o ator e cantor Maurício Vogue. O anúncio foi feito nas redes sociais pelo grupo teatral Teatro Regina Vogue, do qual ele era diretor artístico. A causa da morte não foi informada.
Filho da renomada atriz e produtora teatal Regina Vogue, Maurício foi um dos grandes nomes da cena cultural da capital paranaense. O velório foi realizado nesta sexta-feira (26) às 9h no saguão do Teatro Guaíra, em Curitiba.
Ao longo da carreira, costurou uma trajetória marcada pela poesia cênica. Como diretor, foi amplamente reconhecido e recebeu oito troféus Gralha Azul, a principal premiação das artes cênicas do estado. Na música, foi vocalista por mais de dez anos da banda Denorex 80, por onde passaram nomes como Alexandre Nero.
Nascido em Paranaguá, no litoral do Paraná, Maurício radicou-se em Curitiba, onde desenvolveu grande parte de sua trajetória artística. Deu início à carreira profissional na União de Artistas Independentes Contemporâneos (UAIC), nos anos 1980 e 1990, onde a dança acabou por influenciar suas outras áreas de atuação artística.
“Ator, diretor e criador de rara sensibilidade, Maurício Vogue foi mais do que um artista premiado: foi alma, ritmo e pensamento de um teatro construído ao longo de décadas. Do teatro mambembe às grandes montagens, percorreu os palcos como quem entende a arte como pacto com o sensível”, afirma a homenagem feita pelo grupo Regina Vogue.
“Maurício não fazia teatro apenas para ser visto. Fazia teatro para ser vivido. Dirigia como quem convida ao risco, à presença e à verdade da cena. Formou artistas, construiu linguagens e deixou marcas que seguem em movimento – no gesto, na memória e na coragem criativa de quem com ele compartilhou o palco. Maurício Vogue permanece. Em cartaz. Sempre.”

ANA CORA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Um dos atores mirins mais famosos dos anos 1990, Macaulay Culkin, 45, falou abertamente sobre a solidão que marcou sua infância diante das câmeras em uma participação recente no podcast Mythical Kitchen. Protagonista de “Esqueceram de Mim (1990)” e “Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York”(1992), ele contou que, naquela época, tudo o que desejava era conviver com pessoas da própria idade. “É importante lembrar que muitas das coisas que fiz quando era criança não envolviam um elenco. Eu trabalhava sozinho”, disse.
Ao rever Esqueceram de Mim recentemente, o ator faz uma comparação bem-humorada, mas reveladora: “Às vezes penso que estou em Náufrago – com a diferença de que o personagem do Tom Hanks tinha uma bola de vôlei para conversar”. Culkin também comentou que muita gente pergunta como foi contracenar com Joe Pesci, mas a realidade no set era diferente. “Se você assistir ao filme, vai perceber que fazemos talvez duas cenas juntos. Depois disso, sou eu praticamente sozinho em uma casa.”
Embora não tenha abandonado a carreira de imediato, ele diminuiu o ritmo após “Riquinho” (1994) e só voltou às telas anos depois, em “Party Monster” (2003). A pausa, segundo Culkin, veio do desejo de viver experiências comuns da adolescência. “Eu queria sair, me divertir, namorar, andar com pessoas da minha idade, ir a festas. Você não imagina quantos bar mitzvahs eu perdi”, revelou.
Outro fator decisivo para se afastar dos holofotes foi a fama precoce e a consequente perda de privacidade. Culkin, que tinha apenas 10 anos quando estrelou “Esqueceram de Mim”, comparou o sucesso a um tubo de pasta de dente: “Depois que sai, não tem como colocar de volta”.
Ele também destacou que a trajetória não foi fruto de um plano calculado. “Não era como se eu ficasse pedindo aos meus pais para ser famoso. Eu simplesmente comecei a fazer, era bom nisso e continuavam me chamando”, concluiu o ator, que há dois anos foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Além de “Esqueceram de Mim” 1 e 2, entre os 10 e 13 anos ele participou de filmes como “Meu Primeiro Amor” (1991), “O Anjo Malvado” (1993), “Mestre da Fantasia” (1994), “Riquinho” (1994) e “Acertando as Contas com Papai” (1994).

SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A defesa de Sean “Diddy” Combs fez uma apelação e pediu a libertação imediata do rapper, tentando reverter uma pena de 50 meses à qual ele foi condenado. Segundo seus advogados, a punição, relacionada a duas sentenças por transportar pessoas para fins de prostituição, foi desproporcional.
Ainda segundo a defesa, a natureza de seus atos não seria criminal. Para a advogada Alexandra Shaphiro, a decisão da Justiça foi “injusta, incosntitucional e uma perversão da Justiça”. Ele pede para que Combs seja liberado da pena ou, então, que receba uma nova.
Segundo o The New York Times, o recurso de 84 páginas apresentado ao Tribunal de Apelações do Segundo Circuito dos Estados Unidos afirma também que, ao sentenciar Combs, o então juiz se baseou em conclusões próprias de que as vítimas teriam sido “coagidas”, “exploradas” e “forçadas” a manter encontros sexuais, apesar de o júri não ter chegado a essas conclusões.
“Ele está preso hoje, cumprindo uma pena de 50 meses, porque o juiz distrital atuou como um décimo terceiro jurado”, escreveram os advogados do rapper.
O pedido é a mais recente tentativa da equipe de Combs para reduzir a pena do cantor ou anular a condenação.
Em outubro, o magnata do hip-hop foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão, seguido de cinco anos de liberdade condicional, além de um pagamento de multa de US$ 500 mil.
Durante o julgamento, P. Diddy foi absolvido de crimes mais graves: conspiração para extorsão e tráfico sexual. Ele considerado culpado por duas acusações de transportepara fins de prostituição, crime envolvendo duas ex-namoradas.
O cantor responde a outros processos civis pendentes por agressão sexual, estupro e exploração sexual. As ações afirmam que ele teria usado sua fama e poder para silenciar as acusadoras com ameaças.
Atualmente, o rapper cumpre a sentenção na instituição correcional federal em Fort Dix, Nova Jersey, onde foi transferido no final de outubro.