Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Val Marchiori é internada para dar início à quimioterapia

    Val Marchiori é internada para dar início à quimioterapia

    Apresentadora e empresária inicia nesta terça-feira (14), sua primeira sessão de quimioterapia; “”Mais uma batalha a ser enfrentada”, disse Val Marchiori

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Val Marchiori, 51, foi internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para dar início ao tratamento contra o câncer de mama.

    A influenciadora colocará nesta manhã um cateter e passará pela primeira sessão de quimioterapia. Nas redes sociais, Val falou sobre seus sentimentos diante da nova fase. “Muita fé em Deus, muito medo também, não vou negar. É muito difícil, muito assustador, é Deus em primeiro lugar e muita oração”, disse em um vídeo publicado antes da internação.

    A socialite também postou uma foto segurando um crucifixo, simbolizando sua fé e esperança. “nesta terça-feira (14) começo um novo capítulo da minha história. De mãos dadas com meus filhos e meu marido, sigo para o hospital com o coração cheio de fé”, escreveu.

    Val afirmou que está enfrentando uma das maiores batalhas de sua vida, mas que se sente fortalecida pelo amor da família. “Mais uma batalha a ser enfrentada, talvez a mais difícil até nesta terça-feira (14). Fortalecida pelo amor e apoio dos meus filhos e do meu marido, que estão sempre ao meu lado me dando muito afeto e amor. Vamos em frente”, disse.

    A médica Dra. Dani Viese Roth explicou a importância do uso do cateter durante o tratamento. “Se a quimioterapia é forte o suficiente para destruir as células do câncer, imagine o impacto que pode causar nas veias finas do braço. O cateter é fundamental para protegê-las e garantir mais segurança no processo”, destacou.

    Val Marchiori é internada para dar início à quimioterapia

  • Wallas Arrais vence prova de fogo; veja quem está na baia

    Wallas Arrais vence prova de fogo; veja quem está na baia

    A prova era de resistência e com o poder conquistado, o participante poderá alterar radicalmente a formação da roça na próxima terça-feira (14)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Wallas Arrais venceu a prova de fogo realizada no último domingo (12) e exibida nesta segunda-feira (13) em A Fazenda 17.

    Na prova, que envolvia resistência e equilíbrio, o cantor derrotou Yoná Sousa, Will Guimarães, Martina Sanzi, Toninho Tornado, Tamires Assis, Nizam Hayek e Matheus Martins. Os quatro primeiros foram para a baia.

    Com o poder conquistado, Wallas poderá alterar radicalmente a formação da roça na próxima terça-feira (14). Os poderes só serão revelados durante o programa ao vivo.

    Wallas Arrais vence prova de fogo; veja quem está na baia

  • Zezé Polessa encarna cantora Nara Leão em musical solo dirigido por Miguel Falabella

    Zezé Polessa encarna cantora Nara Leão em musical solo dirigido por Miguel Falabella

    Zezé Polessa estreia o solo “Os Olhos de Nara Leão”, dirigido por Miguel Falabella, traçando um retrato afetivo e crítico da cantora que atravessou bossa nova, festivais e protesto. O espetáculo revisita seu olhar generoso, autonomia artística e legado na MPB

    (CBS NEWS) – Não faz nem cinco minutos desde que Zezé Polessa entrou em cena quando olha para o público e diz: “A falta de futuro não tem a menor importância -o problema é a falta de passado”. É o pretexto para revelar a intenção do musical solo “Os Olhos de Nara Leão”.

    Na peça, a atriz busca traçar um perfil fiel daquela mulher cuja estatura mediana ressaltava os dentes grandes e separados e que, apesar de vivido apenas 47 anos, ajudou a dar visibilidade a um grupo de músicos que, unidos, formam uma verdadeira seleção nacional: Chico Buarque, Edu Lobo, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Zé Keti, João do Vale, Nelson Cavaquinho e Cartola.

    “Nara tinha um olhar generoso para a arte”, afirma Miguel Falabella, autor e diretor do espetáculo que estreia dia 10 de outubro, no Teatro Renaissance, em São Paulo. “Estranhamente, tinha a noção da brevidade da sua existência, porque gravou muito e de tudo”, completa ele, que durante três anos gestou a peça ao lado de Polessa.

    Foi dela a ideia de levar para o palco a vida da capixaba Nara Lofego Leão (1942-1989), depois de se empolgar, durante a reclusão imposta pela pandemia, com o livro “Ninguém Pode com Nara Leão: Uma Biografia”.

    Com estilo romanceado, a obra de Tom Cardoso mostra como a menina reclusa, apelidada de “Caramujo” e “Jacarezinho do Pântano”, além de ofuscada pelo brilho do pai e da irmã mais velha -a futura modelo Danuza Leão-, deu a volta por cima e se transformou em uma das mais influentes e produtivas intérpretes da MPB entre os anos 1960 e 1980.

    “Eu conhecia a atividade política da Nara durante o regime militar, mas não sabia um décimo da relação dela com o cinema, as artes plásticas, o teatro, a poesia”, conta Polessa, que inicialmente pretendia adaptar o livro para o teatro, mas queria evitar a monotonia que marca produções biográficas além de driblar a diferença de idade -ela está com 72 anos.

    A solução surgiu durante uma conversa informal com Falabella, que entrou no projeto e logo apostou na liberdade artística oferecida pelo teatro para permitir que Nara retorne do passado -ou do futuro- para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. “Como Nara era uma artista fora da caixa, também abandonamos a caixinha do etarismo para que eu pudesse interpretá-la”, diz Polessa.

    A atriz aprofundou seus estudos sobre a cantora. “O respeito que Nara tinha pela singularidade é o que mais admiro. Ela foi uma adolescente triste, calada. Com 14, já fazia análise. Por outro lado, desfrutou de uma liberdade concedida pelo pai, principalmente depois que contraiu hepatite e passou dois meses sem ir à escola. Quando voltou, não se encontrava mais, queria tocar violão, ficava batucando com os colegas no fundo da sala”, conta ela, que evitou imitar o seu jeito de falar ou cantar ao interpretar canções como “A Banda”, “Diz que fui por aí”, “Marcha da Quarta-Feira de Cinzas”, “Opinião” e “Acender as Velas”, entre outras.

    Segundo Falabella, Nara foi uma mulher do seu tempo. “Era uma garota da alta burguesia, mas foi a primeira a olhar para além das suas fronteiras, a se interessar pelo morro. Algo totalmente impensável na época, especialmente para uma mulher. Na época, era vergonhoso tocar violão porque era coisa de vagabundo, mas Nara carregava seu instrumento pelas ruas de Copacabana como um ato libertário”, diz o encenador.

    Entre tantos perfis possíveis da cantora, Falabella descobriu o fio da meada ao ler um poema do francês Charles Baudelaire, “Os Olhos dos Pobres”, que valoriza a empatia. “O poeta diz ‘voltei meus olhos para os seus, querido amor, para neles ler meus pensamentos’ que, no caso da Nara, exemplifica seu interesse pela cultura do morro, então completamente ignorado pela elite”, diz Falabella, citando uma frase de Nara presente no monólogo: “vivíamos como em um quadro impressionista, no qual os burgueses contemplam o mar”.

    Em constante mutação, Nara jamais se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: acompanhou o nascimento da bossa nova que acontecia na sala de sua casa, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show “Opinião”, com João do Vale e Zé Ketti (além de escolher a desconhecida Maria Bethânia para substituí-la), resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock’n’roll e Jovem Guarda.

    “O grande legado de Nara foi ter sido uma mulher com a voz de seu tempo e que gravou verdadeiras pérolas. Não era boa cantora como Elis, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, mas era uma artista surpreendente em suas escolhas, com um olhar sensível para a sua época”, afirma Falabella, que não esconde detalhes deliciosos como o perfil de namoradeira.

    “Não é possível dizer que tinha um gosto definido pois foi de Ruy Guerra, com quem se casou, a Ferreira Gullar, passando por Jerry Adriani e Cacá Diegues, que foi seu último marido. Foi uma pessoa que soube viver.”

    Zezé Polessa contesta o título de musa da bossa nova colado em Nara pelo cronista Sérgio Porto. “Desconfio dessa fama porque o ambiente da música era perverso a ponto de não deixá-la cantar. João Gilberto dizia que era desafinada, justo a Nara que, quando ouvia uma canção pela primeira vez, logo decorava a letra e desvendava a harmonia”, comenta. “Ser musa é péssimo, é a posição da pessoa que serve apenas para ser admirada. Ela reagiu logo em seu primeiro disco, ‘Nara’, de 1964, no qual era esperado um repertório da bossa nova e ela deu uma banana, preferindo Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Keti.”

    Polessa conversou ainda com amigos da cantora em busca de detalhes para sua composição. Marieta Severo contou, por exemplo, que Nara era bem humorada e dificilmente se alterava. Já Chico Buarque lembrou que se surpreendia com as verdades ditas por ela, quando poucos tinham coragem para repetir.

    “Quando alguma música era censurada, Nara procurava justamente o ‘Diário de Notícias’, jornal que esteve sob intervenção do governo militar, para falar mal do Exército. ‘Os militares podem entender de canhão, metralhadora, mas não pescam nada de política’, ela dizia, sem grito ou agressão.”

    A descoberta tardia de um tumor maligno no cérebro, que lhe provocava fortes dores de cabeça e esquecimento constante, abreviou sua existência, drama tratado com discrição por Falabella em seu texto. Na peça, ela mesma diz “vou poupá-los do horror da doença”. “Isso prova que Nara não era musa, Nara era a música”, diz Polessa.

    OS OLHOS DE NARA LEÃO
    – Quando Sex., às 21h; Sáb., às 19h; Dom., às 17h; Até 21/12
    – Onde Teatro Renaissance – al. Santos, 2233, São Paulo

    Zezé Polessa encarna cantora Nara Leão em musical solo dirigido por Miguel Falabella

  • Alec Baldwin e irmão sofrem acidente de carro em Nova York

    Alec Baldwin e irmão sofrem acidente de carro em Nova York

    O ator Alec Baldwin e seu irmão Stephen colidiram com uma árvore após desviar de um caminhão de lixo em East Hampton, Nova York. O Range Rover ficou destruído, mas ambos saíram ilesos. Baldwin afirmou que se sente mal por ter batido o carro da esposa, Hilaria

    Alec Baldwin, 67, e seu irmão Stephen Baldwin, 59, se envolveram em um acidente de carro nesta segunda-feira (13) em East Hampton, Nova York. Segundo o site TMZ, o veículo em que estavam, um Range Rover, colidiu com uma árvore após uma manobra brusca, deixando a parte dianteira completamente destruída.

    Um caminhão de lixo também esteve envolvido no incidente, mas a empresa responsável afirmou que seu motorista não teve culpa. Alec Baldwin contou que o caminhão teria fechado o carro, levando-o a desviar rapidamente, o que provocou a batida.

    “Acabei batendo o carro da minha esposa [Hilaria] e me sinto péssimo por isso, mas está tudo bem. Eu estou bem, e meu irmão também”, disse o ator em um vídeo publicado no Instagram.

     
     
     

     
     
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    Alec Baldwin e irmão sofrem acidente de carro em Nova York

  • Taylor Swift lançará filme e série documental sobre a 'The Eras Tour'

    Taylor Swift lançará filme e série documental sobre a 'The Eras Tour'

    Taylor Swift lançará em 12 de dezembro, no Disney+, um filme e uma série documental em seis episódios sobre o show final da “The Eras Tour”. A produção promete revelar bastidores, emoções e histórias da turnê que se tornou a mais lucrativa da história da música pop

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Taylor Swift anunciou, nesta segunda-feira (13), que lançará um filme e uma série documental com seis episódios sobre o último show da “The Eras Tour”.Tanto o longa quanto a série chegarão ao Disney+ no dia 12 de dezembro.

    A turnê terminou no final do ano passado, faturando cerca de US$ 2 bilhões ao longo de 21 meses.

    “Era o fim de uma era e nós sabíamos disso. Queríamos lembrar cada momento que levou ao clímax do capítulo mais importante e intenso de nossas vidas, então permitimos que cineastas registrassem essa turnê e todas as histórias que se entrelaçaram ao longo dela”, escreveu a artista, nas redes sociais.

    A cantora está em evidência no momento em razão do lançamento do disco “The Life of a Showgirl”, que quebrou uma série de recordes. Em um dia, foram 2,7 milhões de vendas tradicionais (somando físicos e digitais, sem dados de streaming), segundo dados da empresa de monitoramento Luminate.

    Isso representa a maior semana de vendas da carreira dela e a segunda maior semana de vendas de qualquer álbum desde que a Luminate começou a monitorar, em 1991.

    O álbum foi lançado no começo deste mês, tornando-se o álbum mais pré-salvo no Spotify, superando “The Tortured Poets Department”, o último da cantora. Na mesma plataforma, ele também se tornou o álbum mais ouvido em um único dia de 2025, em apenas 11 horas.

    A crítica recebeu o disco de forma mista. A Variety, importante revista de entretenimento dos Estados Unidos, disse que “The Life of a Showgirl” é um “álbum de alegria contagiante”. Já o jornal inglês The Guardian deu duas estrelas para o disco, que afirmou ser “fraco em melodias”.

    Enquanto a agência de notícias Reuters avalia que “The Life of a Showgirl” apresenta “um fenômeno pop no auge de seu poder”, a revista musical NME disse que se trata de um “raro erro” de Swift, com letras constrangedoras.

    Taylor Swift lançará filme e série documental sobre a 'The Eras Tour'

  • Vídeo de Meghan Markle em local da morte de Diana irrita príncipe Harry

    Vídeo de Meghan Markle em local da morte de Diana irrita príncipe Harry

    A duquesa de Sussex gravou um vídeo passando pela Ponte de l’Alma, em Paris, onde a princesa Diana morreu em 1997. A atitude foi considerada insensível por críticos e teria causado grande desconforto a Harry, que vê o episódio como um dos momentos mais dolorosos de sua vida

    Meghan Markle voltou a ser alvo de críticas depois de uma publicação feita durante sua passagem pela Semana de Moda de Paris, encerrada em 7 de outubro. A duquesa de Sussex, que vive nos Estados Unidos com o príncipe Harry, gravou um vídeo dentro de um carro ao cruzar a Ponte de l’Alma, o mesmo local onde a princesa Diana, mãe de Harry, morreu em um trágico acidente em 1997.

    O registro foi publicado nas redes sociais e rapidamente gerou indignação, especialmente entre admiradores da família real britânica. Segundo o jornal Mirror, o príncipe Harry teria ficado extremamente irritado com a atitude da esposa, considerada por muitos desnecessária e insensível, justamente por remeter ao episódio mais traumático de sua vida.

    De acordo com o especialista em realeza Richard Fitzwilliams, ouvido pela revista OK! Magazine, o gesto de Meghan foi um grave erro, ainda que não tenha sido intencional. Suspeito que Harry esteja horrorizado e profundamente magoado, porque o vídeo toca em um momento extremamente doloroso de sua história. Mesmo que ela não tenha tido a intenção de ofender, foi um ato de grande insensibilidade, e erros assim têm peso, afirmou.

    Diana Spencer, conhecida como a princesa do povo, morreu em 31 de agosto de 1997, aos 36 anos, em Paris, quando o carro em que estava com o namorado, Dodi al-Fayed, se acidentou dentro do túnel da Pont de l’Alma durante uma perseguição de paparazzi. O motorista, Henri Paul, e Dodi morreram na hora. Diana chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O guarda-costas Trevor Rees-Jones foi o único sobrevivente.

    Na época, o príncipe Harry tinha apenas 12 anos e o irmão William, 15. A perda da mãe marcou profundamente o duque de Sussex, que já relatou em entrevistas e documentários o impacto emocional do trauma e as dificuldades que enfrentou em relação à saúde mental.

    Harry e Meghan se casaram em 2018 e, em 2020, decidiram se afastar das funções oficiais como membros seniores da família real britânica. Desde então, vivem na Califórnia, mantendo uma relação distante da monarquia.

    Vídeo de Meghan Markle em local da morte de Diana irrita príncipe Harry

  • Al Pacino lamenta nunca ter se casado com Diane Keaton, seu grande amor

    Al Pacino lamenta nunca ter se casado com Diane Keaton, seu grande amor

    Fontes próximas afirmam que Al Pacino considera Diane Keaton o grande amor de sua vida e se arrepende de não ter pedido a atriz em casamento. Os dois se conheceram nas filmagens de “O Poderoso Chefão” e viveram um relacionamento de idas e vindas por quase duas décadas

    O ator Al Pacino teria admitido a amigos próximos que se arrepende de não ter se casado com Diane Keaton, com quem viveu um dos relacionamentos mais marcantes de sua vida. Os dois se conheceram em 1972, durante as filmagens de “O Poderoso Chefão”, quando interpretaram Michael Corleone e Kay Adams, casal que também se unia na trama.

    O romance ultrapassou as telas e durou, entre idas e vindas, quase duas décadas. Segundo o jornal britânico Daily Mail, Diane sonhava em se casar, mas o ator nunca quis dar esse passo — algo que, segundo fontes próximas, ele considera hoje um de seus maiores arrependimentos.

    “Al reconhece que o grande amor da vida dele foi a Diane. Ele sempre a descreveu como uma mulher maravilhosa e se arrepende profundamente de não ter feito o pedido de casamento quando teve a oportunidade”, revelou uma pessoa próxima ao ator ao Daily Mail.

    Apesar do relacionamento intenso, nenhum dos dois chegou a se casar. Diane Keaton, que morreu no último sábado (11), aos 79 anos, teve outros relacionamentos com nomes como Warren Beatty e Woody Allen, mas sempre manteve uma vida independente. Em 2019, ela chegou a dizer à revista People: “Tenho 73 anos e acho que sou a única da minha geração que foi solteira a vida toda.”

    A atriz foi um dos grandes nomes do cinema americano, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (Annie Hall), de Woody Allen, e estrela de obras icônicas como O Poderoso Chefão e Alguém Tem Que Ceder.

    Diane Keaton se tornou mãe aos 50 anos, adotando dois filhos, Dexter e Duke. Sua morte comoveu Hollywood e gerou uma onda de homenagens nas redes sociais.

    Al Pacino lamenta nunca ter se casado com Diane Keaton, seu grande amor

  • Woody Allen diz que sorriso de Diane Keaton iluminava qualquer lugar

    Woody Allen diz que sorriso de Diane Keaton iluminava qualquer lugar

    A atriz Diane Keaton foi encontrada sem vida neste sábado (11), aos 79 anos, em sua casa em Los Angeles; o diretor prestou uma homenagem à estrela norte-americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Woody Allen prestou uma homenagem à atriz Diane Keaton, morta neste sábado (11), aos 79 anos. Nome consagrado de Hollywood, Keaton venceu o Oscar de melhor atriz em 1978 por sua atuação em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”, de Allen.

    “É gramaticalmente errado dizer ‘mais única’, mas todas as regras gramaticais devem ser suspensas quando falamos de Diane Keaton. Diferente de qualquer pessoa que o mundo já tenha visto ou que possa ver novamente, seu rosto e sua risada iluminavam qualquer espaço em que ela estivesse”, disse o diretor, que namorou Keaton.

    “Ela era tão encantadora, tão linda, tão mágica que eu questionei minha sanidade. Eu pensei: ‘é possível se apaixonar tão rápido?’”

    Keaton atuou ao lado de Allen na comédia de ficção científica “O Dorminhoco”, de 1973, e “A Última Noite de Boris Grushenko”, de 1975, antes de interpretar a desajeitada Annie Hall, no filme que a consagraria em 1978 como melhor atriz no Oscar.

    Os dois repetiram a parceria em “Interiores”, de 1978, e na comédia romântica de 1979 “Manhattan”, que traz temas favoritos do diretor, como a cidade de Nova York e relacionamentos amorosos complicados.

    A atriz recebeu ainda mais três indicações ao Oscar de melhor atriz, por sua atuação em “Reds”, de 1981, “As Filhas de Marvin”, 1996, e “Alguém Tem que Ceder”, de 2003.

    Woody Allen diz que sorriso de Diane Keaton iluminava qualquer lugar

  • Eliana confirma estreia na Globo aos domingos em 2026

    Eliana confirma estreia na Globo aos domingos em 2026

    Emissora definiu o dia de exibição da nova atração da loira; como já adiantou a coluna, formato será baseado em produção estrangeira

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Eliana, 51, foi confirmada como uma das apresentadoras da Globo nas novas atrações que estreiam em 2026.

    A partir do próximo ano, a loira passa a comandar um programa nas tardes de domingo, em um horário que deverá anteceder a exibição do futebol. A nova atração ocupará parte do espaço atualmente destinado ao Domingão com Huck.

    Mais detalhes sobre o formato serão divulgados durante o Upfront Globo 2026. O evento, voltado ao mercado publicitário, acontece na noite desta segunda-feira (13).

    Em vídeo publicado nas redes sociais da emissora, Eliana celebrou a novidade com entusiasmo. “O meu programa está chegando nas telas dos domingos da Globo para nossa alegria, vai ser incrível. Nos veremos todo final de semana. Eu estou tão ansiosa, estou tão feliz”, disse a apresentadora.

    A confirmação também foi destacada nas redes sociais da Globo Ads, plataforma voltada a anunciantes do grupo. “Se a @eliana falou, tá falado, né? Hoje é o dia que vamos apresentar ao mercado as novidades na nossa programação e as oportunidades pras marcas marcarem com a gente”.

    Desde que foi contratada pela Globo, em junho do ano passado, Eliana apresentou apenas uma atração aos domingos. A loira esteve à frente do The Masked Singer Brasil, que chegou ao fim em março deste ano e foi oficialmente cancelado três meses depois. Atualmente, a apresentadora comanda o Saia Justa, programa exibido pelo canal GNT, que também integra o grupo.

    Eliana confirma estreia na Globo aos domingos em 2026

  • Quem é Fernanda Marques, nova namorada de José Loreto que estava em 'Vale Tudo'

    Quem é Fernanda Marques, nova namorada de José Loreto que estava em 'Vale Tudo'

    Atriz já participou de produções como ‘Um Lugar Ao Sol’, ‘Onde Nascem os Fortes’ e ‘Beleza Fatal’; casal se conheceu no set da cinebiografia ‘Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você Feliz?’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – José Loreto confirmou que está em um novo relacionamento. No domingo (12), o ator publicou no Instagram uma sequência de fotos e vídeos durante uma viagem a Caraíva (BA) ao lado da atriz Fernanda Marques.

    Nos registros, os dois aparecem de mãos dadas e trocando carinhos, oficializando o romance que já vinha sendo comentado desde setembro, quando foram vistos juntos no festival The Town, em São Paulo.

    Fernanda é atriz, mas também é conhecida por sua atuação na moda. Nascida no Rio de Janeiro, ela começou a carreira como modelo e fez comerciais de TV antes de migrar para o teatro, aos 14 anos. Sua estreia na televisão aconteceu em 2017, na série “A Fórmula”, da Globo, e no mesmo ano participou de “Onde Nascem os Fortes”.

    O primeiro papel de destaque veio na novela “Um Lugar ao Sol” (2021), na qual viveu a personagem Cecília. Recentemente, apareceu como Vera no remake de “Vale Tudo”, personagem contratada por Marco Aurélio (Alexandre Nero) para seduzir o filho dele, Tiago (Pedro Waddington), no início da trama.

    Fernanda também integrou “Beleza Fatal”, novela exibida na plataforma Max, como Rebecca. A atriz também faz parte do elenco da série “Colônia”, do Canal Brasil, sobre o Hospital psiquiátrico Colônia de Barbacena, episódio que também é conhecido como “holocausto brasileiro”.

    O casal de atores se conheceu no set da cinecinebiografia do cantor Chorão “Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você Feliz?”. No longa, Marques vive Graziela Gonçalves, ex-esposa do cantor interpretado por Loreto.

    Esse é o primeiro relacionamento que Loreto assume publicamente desde o fim do namoro com Rafa Kalimann, em 2023. Fernanda estava solteira desde o término com o ator Cadu Libonati.

    Quem é Fernanda Marques, nova namorada de José Loreto que estava em 'Vale Tudo'