Categoria: ESPORTES

  • Luciano acusa dores e pode encerrar sequência ‘invicta’ do DM do São Paulo

    Luciano acusa dores e pode encerrar sequência ‘invicta’ do DM do São Paulo

    VALENTIN FURLAN
    (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo chegou à sua terceira partida sem perder após o clássico com o Santos desta quarta-feira (4), mas pode ver outra sequência invicta cair: a do departamento médico.

    POSSÍVEL BAIXA

    Luciano acusou dores na coxa ao final do empate por 1 a 1 na Vila Belmiro. O camisa 10 iniciou o clássico no banco de reservas e foi a campo aos 15 do segundo tempo.

    Até aqui em 2026, o São Paulo não perdeu nenhum jogador sequer por lesão muscular, o que foi um problema grave na irregular campanha da temporada passada.

    O UOL apurou que o departamento médico ainda não sabe a gravidade do incômodo, e Luciano passará por exames na reapresentação da equipe.

    No ano passado, o clube teve quase 60 desfalques ao todo.

    O Tricolor volta a campo no próximo sábado, quando recebe o Primavera, no Morumbis, pela penúltima rodada da fase de liga do Paulista.

    RENOVAÇÃO EM PAUTA

    Como o UOL mostrou, Luciano já tem conversas por um novo contrato. A ideia, ainda inicial, é de um vínculo até 2028.

    A grande questão, por ora, é o formato do vínculo. A palavra é que clube e jogador discutem um formato fechado ou de uma temporada com um gatilho de renovação automática por mais 12 meses acoplado a uma meta.

    Luciano é muito bem quisto pela comissão técnica e pela diretoria do Tricolor. Nos últimos dias, foi mais uma vez personagem do clube, marcando gols nas importantes vitórias sobre Flamengo e Santos.

    O camisa 10, que chegou ao Morumbis em 2021, tem contrato até o final do ano. A partir de julho, já poderia assinar um pré-contrato com outra equipe.

    Luciano acusa dores e pode encerrar sequência ‘invicta’ do DM do São Paulo

  • Flamengo consultou Darwin Núñez e Richarlison, mas brecou conversas de início

    Flamengo consultou Darwin Núñez e Richarlison, mas brecou conversas de início

    BRUNO BRAZ
    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo mirou alto para o ataque, mas os alvos sequer passaram das consultas: Darwin Nuñez e Richarlison.

    SITUAÇÕES À PARTE

    Com Darwin Núñez as conversas encerraram assim que o Flamengo tomou conhecimento dos vencimentos do atacante: o uruguaio recebe 16 milhões de euros por ano no Al Hilal, da Arábia Saudita. Valores vistos como inacessíveis mesmo para a realidade do Rubro-Negro, algo que fez com que o clube da Gávea sequer apresentasse uma proposta.

    Já a consulta a Richarlison, do Tottenham, aconteceu na janela de junho de 2025. Na ocasião, ele alegou que não tem o desejo de retornar ao Brasil por agora. O atacante, porém, agrada ao técnico Filipe Luís, que o vê com características que ele necessita. Por isso, não está descartada a possibilidade do Flamengo fazer uma nova investida na janela do meio do ano.

    RECUSA DO CRUZEIRO POR KAIO JORGE

    Quem chegou mais próximo de ser contratado foi Kaio Jorge, do Cruzeiro. O Rubro-Negro chegou forte e ofereceu 32 milhões de euros pelo jovem que ficou balançado, mas foi segurado pela Raposa que não queria reforçar um rival.
    O clube mineiro alegou que só negociaria o atacante por uma proposta de 50 milhões de euros, algo que se tornou inviável ao Flamengo.

    MARCOS LEONARDO NÃO PREENCHE AS CARACTERÍSTICAS QUE FILIPE LUÍS QUER

    Um nome que foi bastante especulado após a recusa por Kaio Jorge foi o de Marcos Leonardo, também do Al Hilal. No entanto, o técnico Filipe Luís entende que o brasileiro não possui as características que ele quer para o ataque rubro-negro.

    O treinador deseja um atacante que ataque a profundidade, seja bom no “facão” e que também tenha uma veia goleadora.

    Flamengo consultou Darwin Núñez e Richarlison, mas brecou conversas de início

  • Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi

    Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi

    FLAVIO LATIF
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras goleou o Vitória por 5 a 1, na noite desta quarta-feira (04), na Arena Barueri, pela 2ª rodada do Brasileirão.

    A equipe comandada por Abel Ferreira teve sua melhor atuação do ano com três gols ainda no 1º tempo. Murilo, Gustavo Gómez e Maurício marcaram os gols da etapa inicial, Allan e Sosa completaram a goleada no 2º tempo. Dudu descontou para os visitantes.

    A boa atuação palmeirense ofuscou o protesto da Mancha Verde antes da bola rolar. A organizada não cantou o nome de Abel Ferreira e xingou o diretor de futebol Anderson Barros: “Barros, c**, fora do Verdão”.

    O Palmeiras deixa o ambiente mais tranquilo antes de enfrentar o Corinthians, pelo Paulistão, no próximo domingo. A equipe vinha de duas atuações ruins consecutivas: empate contra o Atlético-MG na estreia do Brasileirão e derrota para o Botafogo-SP com um time alternativo. Além de ter sofrido a goleada por 4 a 0 neste início de temporada para o Novorizontino, a pior da era Abel Ferreira.

    Com o resultado, o Palmeiras foi a 4 pontos na tabela, na 2º posição. Já o Vitória permanece com 3 pontos, na 11ª colocação.

    O Alviverde volta a campo no próximo domingo (8), às 20h30 (de Brasília), contra o Corinthians, na Neo Química Arena, pelo Campeonato Paulista.
    Já o Vitória joga no sábado (7), às 16h (de Brasília), contra o Jequié, pelo Campeonato Baiano.

    LANCES IMPORTANTES

    Murilo abre o placar para o Palmeiras. Aos 24 minutos do 1º tempo, Andreas Pereira cobrou escanteio fechado na primeira trave, Murilo superou a marcação e desviou para fazer 1 a 0.

    Gustavo Gómez amplia para o Palmeiras. Aos 28, Andreas cobrou falta, a zaga do Vitória afastou mal, e Murilo desviou para dentro da área. Gómez apareceu completamente livre dentro da pequena área e deu um leve desvio para vencer o goleiro. 2 a 0.

    Maurício faz o terceiro do Palmeiras após bela jogada coletiva. Nos acréscimos da etapa inicial, Andreas tabelou com Piquerez e devolveu de calcanhar para o uruguaio na linha de fundo. O camisa 22 cruzou rasteiro e achou Maurício livre, que não perdoou. 3 a 0.

    Dudu desconta para o Vitória. Aos 11, o meio-campista tabelou com Fabri e saiu na cara de Carlos Miguel. Dudu finalizou forte e no alto, sem chances de defesa. 3 a 1.

    Allan faz o quarto gol do Palmeiras. Aos 18 minutos do 2º tempo, o atacante recebeu bola na ponta direita, cortou para o meio e encheu o pé de fora da área.

    Sosa marca o quinto gol palmeirense. Aos 35, o atacante arriscou de fora da área, a bola desviou em Luan Cândido e encobriu o goleiro Gabriel. 5 a 1.

    PALMEIRAS

    Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira (Luis Pacheco), Allan (Sosa) e Maurício (Larson); Vitor Roque (Luighi) e Flaco López (Bruno Rodrigues). T.: Abel Ferreira.

    VITÓRIA

    Gabriel; Nathan Mendes (Mateus Silva), Riccieli (Dudu), Neris, Zé Marcos (Luan Cândido) e Ramon; Baralhas, Caíque e Fabri (Lawan); Erick (Matheuzinho) e Aitor. T.: Jair Ventura

    Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
    Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
    Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Leila Naiara Moreira da Cruz (DF)
    VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
    Cartões amarelos: Allan (PAL); Zé Marcos, Nathan Mendes e Ramon (VIT)
    Gols: Murilo, aos 24 minutos do 1º tempo, Gustavo Gómez, aos 28 minutos do 1º tempo, e Maurício, aos 45 minutos do 1º tempo, Allan, aos 18 minutos do 2º tempo, e Sosa, aos 35 minutos do 2º tempo (PAL); Dudu, aos 11 minutos do 2º tempo (VIT)

    Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi

  • Endrick faz golaço, Lyon bate o Laval e avança de fase na Copa da França

    Endrick faz golaço, Lyon bate o Laval e avança de fase na Copa da França

    (UOL/FOLHAPRESS) – Endrick brilhou mais uma vez pelo Lyon, marcou um golaço e foi importante na vitória por 2 a 0 contra o modesto Laval, da 2ª divisão, pelas oitavas de final da Copa da França. No Groupama Stadium, os donos da casa sofreram mais que o esperado, mas o brasileiro apareceu na reta final e abriu o placar. Já nos acréscimos, Afonso Moreira ampliou.

    Endrick foi titular e foi um dos que mais tentou pelo Lyon. Antes do gol, ele teve uma boa chance ao passar por dois marcadores e chutar de bico para defesa do goleiro. Já o Laval surpreendeu e teve as melhores oportunidades durante o jogo, exigindo boas defesas do goleiro Descamps.
    O adversário do Lyon nas quartas de final será decidido por sorteio. As quartas estão marcadas para acontecer na semana do dia 4 de março, também em jogo único.

    O Lyon volta a campo pelo Campeonato Francês. No sábado, o time de Endrick visita o Nantes, e o brasileiro deve ser titular novamente.

    COMO FOI O JOGO

    Com uma clara proposta de se defender e apostar nos contra-ataques, o Laval foi o primeiro a ter boa chance. Em lançamento rápido, o atacante Camara ganhou na velocidade e bateu forte, mas no meio do gol, para defesa do goleiro Descamps. Antes, Endrick teve disputa com os zagueiros após cruzamento na área, caiu e pediu pênalti, mas o juíz não marcou nada.

    Aos 17 minutos, Endrick caiu em campo e recebeu atendimento, mas não foi por causa de nenhuma lesão. O atacante tirou suas chuteiras para que algumas ataduras que o estavam incomodando em seus pés fossem retiradas. Ele teve que sair de campo para recolocar as chuteiras, voltou pouco depois e cobrou uma falta perto da área, mas mandou por cima do gol. Na sequência, Endrick arriscou rasteiro de fora da área, e o goleiro Hautbois quase se complicou e desviou para escanteio.

    Os visitantes tiveram outra grande oportunidade, e o Lyon respondeu com bola na trave. Em mais uma saída rápida, Camara girou em cima do zagueiro Mata, correu desde o meio de campo e chutou forte para outra defesa do goleiro do Lyon. Pouco depois, Merah aproveitou cochilo do zagueiro, roubou bola dentro da área, tirou demais do goleiro e acertou o pé da trave do Laval.

    Ainda antes do intervalo, o Laval exigiu mais uma vez de Descamps. O zagueiro Ouaneh deu de atacante, desceu pela esquerda, cortou um defensor e finalizou de fora para o goleiro do Lyon espalmar. A dupla brasileira Endrick e Abner também teve boa chance cada, mas desperdiçaram. O camisa 9, no entanto, estava impedido em seu lance.

    A segunda etapa começou com boa jogada de Endrick. O atacante deu caneta em um marcador, passou por outro dentro da área e chutou de bico para o goleiro defender com o pé. O Laval respondeu e exigiu defesaça de Descamps, que voou de mão trocada para evitar o gol.

    Quando tudo parecia se encaminhar para os pênaltis, Endrick brilhou. Aos 34 minutos, Sulc carregou aos trancos e barrancos, e a bola ficou viva depois de dividida. Endrick foi mais rápido que o marcador, deu um toque entre suas pernas e soltou uma bomba para abrir o placar: 1 a 0. Pouco depois do gol, o brasileiro caiu em campo com dores na posterior da perna direita, recebeu atendimento e voltou ao jogo.

    Já nos acréscimos, o Lyon fez o segundo. Afonso Moreira chegou na linha de fundo e chutou forte. A bola ainda bateu na trave antes de pegar nas costas do goleiro e entrar. Antes, o goleiro do Lyon tinha feito mais uma boa defesa.

    Endrick faz golaço, Lyon bate o Laval e avança de fase na Copa da França

  • Flamengo empata com Inter em casa e chega a quarto jogo sem vitória

    Flamengo empata com Inter em casa e chega a quarto jogo sem vitória

    ALEXANDRE ARAÚJO E BRUNO BRAZ
    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Flamengo e Internacional ficaram no empate por 1 a 1 na noite desta quarta-feira (04), no Maracanã, e permanecem sem vencer no Campeonato Brasileiro.

    Borré abriu o placar para o Inter no final do primeiro tempo, e Arrascaeta empatou em cobrança de pênalti na etapa final.

    Com o resultado, tanto o time da Gávea quanto a equipe colorada alcançam aos primeiros pontos no torneio – na primeira rodada, o Rubro-Negro perdeu para o São Paulo e os gaúchos foram derrotados pelo Athletico-PR.

    Pela terceira rodada, o Flamengo visita o Vitória, na terça-feira, enquanto o Inter recebe o Palmeiras, na quinta-feira.

    SEQUÊNCIA SEM VITÓRIA

    Campeão do Brasileiro e da Libertadores em 2025, o Flamengo chegou ao quarto jogo sem vitória na atual temporada. Antes do empate desta noite, a equipe rubro-negra havia sido derrotada pelo Fluminense, no Carioca, São Paulo, no Brasileiro, e Corinthians, pela Supercopa.

    PAQUETÁ VOLTA AO MARACANÃ

    O jogo desta noite marcou a volta de Paquetá ao Maracanã. Reforço recém-anunciado, ele fez a segunda partida com a camisa rubro-negra – estreou na Supercopa do Brasil, no último domingo, contra o Corinthians, em Brasília – e a primeira como titular.

    Antes de a bola rolar, a torcida fez uma homenagem ao jogador. Um mosaico 3D tinha imagens de diversos momentos do meia com a camisa do clube e a frase “talvez, o Flamengo não precisasse de mim, mas eu precisava do Flamengo”, que foi dita por ele ao desembarcar no Rio de Janeiro.

    Cria do Rubro-Negro, Paquetá retornou após pouco mais de sete temporadas na Europa. Ele estava no West Ham, da Inglaterra, e a negociação girou em torno de R$ 263 milhões. O valor coloca o jogador com o status de mais cara da história do futebol brasileiro.
    Paquetá foi substituído aos 18 minutos do segundo tempo, e deu vaga para Carrascal.

    PROTESTOS

    Houve também espaço para protesto antes do apito inicial. Antes do apito inicial, a torcida cantou “não é mole, não. Pra jogar no Mengo tem que ter disposição” e “queremos raça”. O Flamengo chegou ao duelo com o Inter após três derrotas consecutivas – dentre elas, o jogo que rendeu o vice da Supercopa.

    Os gritos voltaram no fim do primeiro tempo, após o Inter abrir o placar e, desta vez, com algumas vaias.
    Após o empate e certa pressão da equipe de Filipe Luís, houve cantos de apoio. Ao apito final, com o empate, porém, voltaram algumas vaias e cantos contra o time.

    ESTREIA NO INTER

    Recém-anunciado como reforço do Internacional, o atacante Alerrandro fez a estreia. Ele entrou aos 40 minutos do 2º tempo, na vaga de Borré. O jogador foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro em 2024 com 15 gols.

    COMO FOI O JOGO

    O Flamengo entrou em campo com uma formação um pouco diferente, tendo um quarteto ofensivo formado por Paquetá, Arrascaeta, Everton Cebolinha e Bruno Henrique. Os jogadores se movimentavam e trocavam posições, inclusive como referência no setor.

    O Inter, por outro lado, apostava em uma transição rápida. Quando não tinha a bola, a equipe formava duas linhas mais sólidas na marcação com a intenção de evitar espaços ao adversário. Com a bola, o Colorado buscava avanços em velocidade e explorava finalizações da entrada da área.

    Apesar da movimentação, o duelo foi morno e sem chances mais claras de gol. Nos minutos finais, porém, o Inter abriu o placar com um bonito gol de Borré, que causou protestos da torcida rubro-negra.

    O Flamengo voltou para o segundo tempo com Pedro na vaga de Bruno Henrique e Varela na de Royal. A equipe rubro-negra melhorou a intensidade quando tinha a posse, mas ainda cometia falhas de posicionamento e movimentação quando não tinha a bola. O Inter, que manteve a estratégia da etapa inicial, conseguia achar espaços e até assustar o adversário.

    Aos poucos, os cariocas foram se sentindo mais à vontade em campo e tendo maior presença no campo de ataque. Em um desses lances, Bernabéi cochilou e derrubou Varela na área.

    O gol fez o jogo ganhar em emoção. Com o apoio da torcida, o Flamengo partiu para cima e “empurrou” o adversário para o campo de defesa, mas cometia falhas na finalização das jogadas. O Inter, por outro lado, apostava nos contra-ataques, mas errava passes decisivos para concluir as tramas.
    Nos acréscimos, o time da casa aplicou uma pressão e criou chances para a virada, mas sem sucesso.

    LANCES IMPORTANTES

    Perigo. Aos 9 minutos do 1º tempo, Arrascaeta levantou a bola para a área e Everton Cebolinha subiu no segundo andar para cabecear com perigo.

    Passou perto. Aos 16 minutos do 1º tempo, Carbonero se desvencilhou da marcação de Emerson Royal, encarou Léo Ortiz e bateu da entrada da área. Bola passou rente à trave.

    De primeira. Aos 36 minutos do 1º tempo, a defesa do Inter afastou parcialmente. A bola sobrou e Paquetá, na área, bateu de primeira, mas Rochet fez a defesa.

    0 x 1. Aos 47 minutos do 1º tempo, Paquetá deu um passe errado no meio de campo. O Inter recuperou a bola, Carbonero limpou a marcação de Léo Pereira e acionou Borré na ala esquerda. O atacante deixou Léo Ortiz no chão e bateu para abrir o placar.

    Defendeu. Aos 4 minutos do 2º tempo, Carbonero avançou com liberdade, arriscou de longe e Rossi defendeu. No rebote, Bernabéi mandou para a fora, mas a arbitragem apontou impedimento.
    1 x 1. Aos 22 minutos do 2º tempo, Arrascaeta empatou em cobrança de pênalti, após Varela ser derrubado por Bernabéi na área.

    Para fora. Aos 45 minutos do 2º tempo, Alan Patrick cobrou falta da entrada da área, mas mandou para fora.

    FLAMENGO
    Rossi; Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, De la Cruz (Evertton Araújo) e Arrascaeta; Lucas Paquetá (Carrascal), Bruno Henrique (Pedro) e Everton Cebolinha (Samuel Lino). T.: Filipe Luís

    INTER
    Rochet; Bruno Gomes, Mercado (Félix Torres), Victor Gabriel e Bernabéi; Ronaldo (Bruno Henrique), Paulinho e Alan Patrick; Vitinho (Aguirre), Borré (Alerrandro) e Carbonero (Thiago Maia). T.: Paulo Pezzolano

    Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)
    Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Eduardo Goncalves da Cruz (MS)
    VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)Cartões amarelos: Paquetá, De la Cruz, Varela, Samuel Lino (FLA); Ronaldo, Vitinho (INT)
    Gols: Borré, do Internacional, aos 47’/1ºT; Arrascaeta, do Flamengo, aos 22’/2ºT

    Flamengo empata com Inter em casa e chega a quarto jogo sem vitória

  • Arábia Saudita pressiona Cristiano Ronaldo a acabar com a “greve”

    Arábia Saudita pressiona Cristiano Ronaldo a acabar com a “greve”

    Cristiano Ronaldo comemora, nesta quinta-feira, seu 41º aniversário em meio a um momento inédito da carreira, marcado pela recusa em atuar com a camisa do Al Nassr, clube que ele considera estar sendo alvo de tratamento desigual por parte do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita em relação aos principais rivais.

    O órgão detém a maioria do capital social dos quatro principais clubes do país, entre eles o Al Hilal, que apenas na já encerrada janela de transferências de verão contratou sete reforços (Kader Meité, Saimon Bouabré, Murad Al-Hawsawi, Rayan Al-Dossary, Sultan Mandash, Pablo Marí e, o mais midiático de todos, Karim Benzema, que entrou em rota de colisão com o Al-Ittihad Jeddah). Já Jorge Jesus pôde contar com apenas um reforço (Haydeer Abdulkareem).

    Diante disso, o internacional português entrou no que vem sendo chamado de “greve”, colocando inclusive em dúvida sua permanência no Oriente Médio, apesar de ter renovado contrato há menos de meio ano, até junho de 2027, demonstrando total comprometimento com o projeto esportivo traçado pelo país.

    Ainda assim, o próprio jogador tem mantido silêncio — com exceção de uma foto publicada na quarta-feira nas redes sociais, na qual aparece treinando, dois dias depois de ter ficado fora da lista de relacionados na vitória por 1 a 0 sobre o Al-Riyadh, no Prince Faisal bin Fahd Stadium.


    Segundo informações divulgadas nesta quinta-feira pela emissora britânica Sky Sports, as autoridades responsáveis pelo esporte saudita torcem para que esse gesto signifique que o protesto esteja perto do fim, dada a importância que o jogador formado no Sporting tem para o próprio governo.

    O Al Nassr enfrenta o Al-Ittihad Jeddah, comandado por Sérgio Conceição, às 17h30 (horário de Portugal continental) da próxima sexta-feira, em um confronto de grande dimensão, considerado “grande demais” para que Cristiano fique de fora, até porque a partida pode valer a liderança do campeonato nacional.

    “Os dirigentes estão surpresos com o fato de ele estar infeliz — apesar de receber cerca de 500 mil libras [576,8 mil euros] por dia — e querem que ele jogue na sexta-feira”, afirma a publicação, que lembra ainda que o madeirense “tem obrigação contratual de jogar, a menos que esteja lesionado”, e que uma nova ausência pode trazer problemas.

    Arábia Saudita ainda acredita em Cristiano Ronaldo

    O artigo destaca ainda que, apesar de toda a polêmica, Cristiano Ronaldo continua contando com o “total apoio” da Arábia Saudita, embora as instâncias mais altas não concordem com os argumentos apresentados por ele para justificar a recusa em jogar pelo Al Nassr.

    Isso porque, além das quantias financeiras e dos poderes que lhe foram oferecidos, as autoridades insistem que o investimento na janela de transferências de janeiro só não foi maior porque, no verão, mais de 100 milhões de euros já haviam sido gastos nas contratações de João Félix, Kingsley Coman, Mohamed Simakan, Saad Al-Nasser, Haroune Camara, Abdulmalik Al-Jaber, Iñigo Martínez e Nader Al-Sharari.


    Arábia Saudita pressiona Cristiano Ronaldo a acabar com a “greve”

  • Dorival diz que Corinthians pode ir além das copas

    Dorival diz que Corinthians pode ir além das copas

    FÁBIO LÁZARO E RENAN LISKAI
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dorival Júnior avaliou que o Corinthians pode ir além do bom repertório em jogos de copas, mas evitou criar expectativas na torcida mesmo após conquistar dois títulos. Na visão dele, para o time seguir competindo e lutar por taças em outras frentes é preciso ter um elenco mais qualificado.

    “Me deem um grupo em condição e eu vou brigar por coisas boas. Temos um grupo forte e se derem mais condições não tenho dúvidas que podemos fazer um campeonato bem diferente. Mas pra isso precisamos nos compor rapidamente. O campeonato está em andamento, equipes montadas, os outros times se reforçaram muito”, disse o técnico.

    A conquista da Supercopa não traz tanto sossego ao treinador. Dorival reforçou a pressa por reforços e destacou que o Corinthians pode correr riscos no restante do ano se não se reforçar.

    “Se não estivermos atentos e não focarmos na melhora do nosso grupo, a gente vai correr risco, porque vai ser um campeonato perigoso. Não podemos achar que as coisas estão resolvidas e o ano de 2026 será melhor que 25, não tem nada resolvido. É uma ilusão. Futebol é dinâmico e precisa ser monitorado para que não perca os caminhos necessários para buscar objetivos. E temos que estar ligados, buscando melhor a todo momento, para que as cobranças, que devem ser ainda maiores esse ano, estejam no alcance para que entreguemos. Precisamos trabalhar dessa forma, buscando melhorar a carências e necessidades que temos”, falou.
    *

    O QUE MAIS ELE DISSE?

    Próximos passos
    “Era uma situação que vinha incomodando. Toda semana, a primeira notícia estampada era o Corinthians de forma negativa e pejorativa. De uma maneira ou outra, começamos a mudar esse padrão de comportamento. Tenho que passar sempre ao torcedor o que é correto e da maneira mais clara possível. Estamos em processo de montagem do grupo. Não temos o elenco completo. Precisamos melhorar e qualificar o nosso grupo. Quando você tem uma boa equipe briga por taças e se coloca em condição de brigar por algo maior. Momento do Corinthians se definir nessa condição. Ou daremos um passo maior ou manter o que estamos fazendo. nesta quarta-feira (4) temos 12 jogadores da base, que é algo que gosto de desenvolver. E foi em cima desses jogadores que pautamos no ano anterior e nos deram resposta. E agora precisamos manter e valorizar esses jovens, mas com alguns elementos que podem reforçar.”

    Contratações até aqui
    “Primeiro, estamos usando muita criatividade porque não temos condição favorável nesse momento, como muitas equipes estão apontando dentro do país. Buscamos filtrar todas as informações sobre os atletas. Temos uma equipe especializada, que passam nome, passamos para a equipe de análise. Depois, os nomes são levados para mim e finalizamos as condições olhando de repente três quatro nomes vendo quais as melhores condições, quais se encaixam melhor. E numa reunião final chegamos a um nome. Todo nome passa por um crivo de pessoas para errarmos o mínimo possível. Pode acontecer, jogador não tem certificado de garantia.”

    Mudança de calendário
    “Difícil para todo mundo, não é confortável. Depois da Ponte, que foi difícil, tivemos três clássicos. Campeonato que exige muito das equipes que foram até mais tarde no Brasileirão do ano anterior. Está sendo difícil administrar isso. Com o Brasileirão em andamento. Estamos aprendendo a conviver em uma nova situação. Por isso temos que ter um elenco mais composto e preenchido para disputar em pé de igualdade com outras equipes e não ficarmos no meio do caminho. Vamos continuar o trabalho, independentemente do que aconteça.”

    Desabafo sobre a seleção. “Nunca existiu mágoa em sentido nenhum levando para esse lado, mas natural que gerou desconfianças da minha parte em relação ao meu trabalho. As críticas foram pesadas demais. Desconstruindo o trabalho de uma carreira toda. Hoje, nossos resultados são muito próximos do professor Ancelotti. Percentual praticamente igual. Entendimento do trabalho execut do naquele momento foi muito mal visto. Apenas isso que eu lamento. Não tinha dúvidas que faríamos um trabalho para a Copa e que teria sucesso. Ninguém queima etapas no futebol, mas percebi uma impaciência generalizada, para não usar outros termos que me causaram uma situação muito desconfortável. Inclusive de ex-atletas, companheiros que sempre tive relação clara e limpa, o que não existiu de boa parte desses profissionais. Ambiente não era totalmente favorável para desenvolver algo, mas estávamos ali. No quesito mata-mata, de uma Copa do Mundo, eu sei trabalhar. A prova dos resultados que temos aí não era com equipes favoritas. Aqui, no São Paulo, no Ceará, no próprio Flamengo, estava uma dúvida geral, e quando terminou e conquistamos os dois campeonatos, era o melhor time do Brasil e qualquer um faria aquele time jogar. Passei por tudo que vocês imaginam desde mascote da Ferroviária, 19 anos como atleta, 24 de treinador. Sou um sobrevivente, um passageiro da agonia. Mas estou colhendo por tudo que me preparei. Ser humano precisa se atentar em quem esta ao seu lado. Se um dia partir uma crítica dessa pessoa, ela quer seu bem. As outras poderiam criar mais do que críticas. A criação é muito mais difícil, por isso que as pessoas preferem críticas. E em termos de produção é quase zero. Essas pessoas eu só agradeço porque me fizeram crescer.”

    Situação de Martínez atrapalha?
    “Atrapalha bastante porque é um jogador de composição dentro de um elenco escasso. Hoje temos apenas uma opção dentro de uma função defensiva. Caso não aconteça contratações, vou fazer o que fiz ano passado e dar meu melhor, resultado a gente não administra. Nem sempre teremos os melhores jogadores em condições. A equipe do Corinthians reunida é forte. Ele está no nosso elenco e não poderia ter acontecido um problema desses. Todos temos problemas. Eu também tenho um passaporte que está estourando agora, tenho que renovar. Aconteceu algo que ninguém esperava na Venezuela. Temos de tentar entender. Quando ele chegar, vemos as explicações dele e quais decisões serão tomadas.”
    Angileri voltando. “O grupo o conhece bem, não tem segredo nenhum. Caso aconteça, ele vai ter de passar pelos processos necessários. Está bem adiantado, mas ainda não solucionado. Ele vai ter o tempo necessário para se integrar da melhor forma possível.”

    Desenvolvimento de André. “É um jogador com muitas qualidades. Quando o vimos atuando aqui na base era um menino voltando de lesão, não o conhecia. Percebi algumas características interessantes. Todos os jogadores foram muito bem preparados, passaram por, no mínimo, três meses de preparação. Estamos tentando lançar no momento certo, ele vinha entrando aos poucos, de repente ele encontrou um caminho e nos passa segurança. Cabe a nós administrar as oportunidades.”

    Garro e Bidon
    “Tive a mesma colocação no Flamengo com Gabigol e Pedro. Resposta é a mesma: grandes jogadores se entendem. Posso jogar com dois meias, por dentro. Ninguém mais que eu quero ver Garro e Bidon juntos e em condições. Tudo é questão de tempo.”

    Saber escolher quem vender
    “Daqui a alguns meses, o Corinthians precisa se preparar para saber quem vamos vender. Que os clubes venham aqui e queiram esse determinado jogador. Que estejamos dispostos a vender determinado atleta porque ele já está pronto, já nos entregou tecnicamente e segue o seu caminho. Esse é um momento que precisamos atingir futuramente.”

    Trunfo na Supercopa
    “Foi um jogo muito interessante não só por parte do Corinthians, mas também do Flamengo. As alternâncias táticas na partida são sempre desafios. O principal é que tivemos variações interessantes, mudanças de comportamentos interessantes. Fizemos uma marcação individualizada correndo um risco grande, porque deixamos três marcadores contra três atacantes. Mas a nossa equipe estava determinada. Um erro era provocado uma correção em seguida. Finalizamos a primeira etapa com a jogada muito bem ensaiada e pensava, repetida muitas vezes. O que buscamos é passar o maior número de subsídios dos atletas para encontrar a melhor condição de campo. Precisamos dar a melhor condição possível. São jogos muito importantes. Já foi assim na Copa do Brasil, um processo importantíssimo, e isso engrandece demais as conquistas que tivemos. Foram jogos eliminatórios e que exigiram muito da nossa parte e dos adversários. Esses jogos poderiam ser muito mais debatidos.”

    Time contra o Capivariano
    “Não temos como finalizar um mês jogando apenas com um time e com poucas mexidas. Precisamos tomar decisões e elas passam pela importância de cada partida. Precisamos estar em campo com os jogadores que tenham as melhores condições. Teremos um clássico pela frente. Entendem o motivo de precisarmos de um elenco um pouco maior? É justamente para que nosso nível e ritmo não caiam nos jogos.”

    Atuação de Lucas Silvestre
    “Ele está comigo desde 2010. Vem evoluindo muito claramente. Antes a isso ele já era observador técnico. Quando ele passou a ser da comissão, percebi um desenvolvimento rápido dele. Hoje ele é quem executa praticamente todas as funções na minha equipe. Faz montagem e desenvolvimento de treinamentos. Temos uma equipe muito composta. Nosso plano de jogo a cada rodada muda por completo muito por isso, da nossa equipe de comissão.”

    E se ele seguir carreira de técnico?
    “Eu fico muito tranquilo nesse sentido porque ele foi preparado dentro do campo. A preparação dele não foi apenas em observação, leitura ou qualquer coisa nesse sentido. Sinto ele muito preparado. Com certeza, ele vai ter um caminho mais tranquilo que tive na minha carreira. Minha torcida é que ele seja muito melhor do que eu fui. Nos últimos cinco clubes que passamos, ele teve três convites para permanecer como efetivo. Isso é uma decisão que ele vai ter que tomar, não sei se no fim da minha carreira ou durante ela. Mas torço para que ele seja preparado.”

    Como quer ser lembrado no Corinthians?
    “Eu cruzo com todos os tipos de torcedores, não deixo de frequentar um shopping, uma loja por conta do meu cargo, mesmo em fases ruins. E o feedback sempre é positivo. Espero que eu deixe aqui dentro uma história nesse sentido, mas muito em razão do meu trabalho, mas não só com resultados. Acho que está na hora de olhar o futebol pelo trabalho e não só o resultado.”

    Legado que quer deixar
    “Nunca planejei muito a minha vida. Ouço muito falar a respeito de planejamento. Tentei me preparar o máximo possível, estudei de muitas formas. Apanhei muito sobre a minha formação. Eu entendia que sendo um professor de educação física você estaria apto a ser um treinador, até porque eu não sabia se seria um jogador profissional. Então, tentei me preparar muito e fui fazer educação física porque é um curso que me daria a condição de participar de uma comissão técnica, se não fosse jogador. Mas eu queria estar no meio de uma comissão técnica. E a minha carreira foi direcionada a isso. Depois de atleta, ser treinador. Por um ano, executivo de futebol do Figueirense. Nos últimos anos de carreira eu prestava atenção dos meus treinadores, o que o elenco gostava, não gostava, anotando treinamentos e melhorando. Já comecei em clube da Série A, o Figueirense. O número de campeonatos é importante mas não é o principal, mas o reconhecimento de atletas, como foi contra o Flamengo. Filipe Luis eu lancei e hoje é treinador. Todas a conquistas eh valorizo e engrandeço, até um determinado momento. Acabou o jogo e eu já estava pensando no que faríamos na semana. Parece que é um alívio momentâneo.”

    Dorival diz que Corinthians pode ir além das copas

  • Depois de Paquetá, Flamengo pode estar a caminho de fechar com Vini Jr.

    Depois de Paquetá, Flamengo pode estar a caminho de fechar com Vini Jr.

    Vinícius Júnior tem sido uma das “novelas” mais longas do mercado de transferências, muito em razão da relação instável com o Real Madrid.

    Nesta terça-feira, foi o próprio José Boto, diretor esportivo do Flamengo, quem “piscou o olho” para o atacante brasileiro, deixando um recado ao clube espanhol.

    “O contrato dele está perto de acabar, ele me enviou um belo presente, uma camisa autografada. Só se pode lutar por esse tipo de jogador quando ele realmente quer vir”, começou dizendo José Boto, durante a apresentação de Lucas Paquetá como novo jogador do clube carioca.

    “Depende mais do Vini do que de nós. A porta está sempre aberta para o Vini. O contrato dele está perto do fim, não teríamos de pagar nada ao Real Madrid”, garantiu o diretor esportivo do Flamengo.

    José Boto também comentou a “novela” envolvendo a transferência de Lucas Paquetá para o Flamengo, assegurando que o negócio só foi possível graças à vontade do meio-campista.

    “Sem o Paquetá, essa transferência teria sido impossível, independentemente do dinheiro que tivéssemos. Sem o desejo dele, sem tudo o que ele fez para estar aqui hoje, e sem a ajuda da equipe dele, isso não teria acontecido”, afirmou o dirigente rubro-negro.

    “Isso mostra o quanto ele gosta do Flamengo, o quanto ele queria vestir essa camisa. Por esse valor, havia entre 10 e 15 clubes na Europa que poderiam tê-lo contratado”, completou.

    Relação entre Vini Jr. e Real Madrid é de altos e baixos

    Após a saída conturbada de Xabi Alonso, com quem Vinícius Júnior não mantinha uma boa relação, o atacante falou com a imprensa sobre as vaias vindas das arquibancadas do Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid.

    “Eu nunca quero responder a ninguém. Sei do meu potencial, sei até onde posso chegar. Claro que fico muito triste. Não quero ser vaiado dentro da minha casa, onde me sinto muito confortável. Nos últimos jogos, eu não me sentia assim, porque sempre que cometia algum erro, os torcedores me vaiavam. Mas eles têm o direito deles, pagam um ingresso muito caro. Eu não entendo, mas estou aqui para continuar evoluindo e lutando sempre por essa equipe e por esse clube que já me deram tanto”, disse Vinícius Júnior.

    Questionado sobre se teria contribuído para a demissão de Xabi Alonso, como apontou a imprensa espanhola, o brasileiro foi direto:

    “Não tem nada disso. Eu não posso fazer nada além do que faço em campo: entrar e dar o meu máximo. Nem sempre estarei no meu melhor momento técnico, mas sempre me esforço pela equipe. Sempre faço de tudo para que todos se sintam confortáveis. Quando alguém precisa de gol, eu tento dar assistência; quando preciso defender, eu defendo. Claro que não sou o melhor defensor do time”, explicou o atacante, voltando a comentar a postura da torcida.

    “A imprensa fala o que quer, e os torcedores acham que precisam me criticar. Mas acredito que a melhor forma de evoluir é chegar em casa e ser acolhido pelas melhores pessoas, dentro do Bernabéu, com os melhores torcedores do mundo. Sempre disse isso, mas isso exige muito dos jogadores. Tenho de estar sempre na minha melhor versão. No último ano tem sido difícil para mim, porque não consegui jogar como gostaria, mas é importante seguir em frente, porque quero continuar aqui por muito tempo”, afirmou, confirmando a intenção de renovar contrato com o clube merengue.

    Vale lembrar que, na atual temporada, o atacante do Real Madrid disputou 33 partidas com a camisa do clube espanhol, somando oito gols e nove assistências em todas as competições.

    Depois de Paquetá, Flamengo pode estar a caminho de fechar com Vini Jr.

  • Corinthians espera retorno da Caixa por naming rights e prêmio da Supercopa

    Corinthians espera retorno da Caixa por naming rights e prêmio da Supercopa

    FÁBIO LÁZARO
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians aguarda respostas da Caixa Econômica Federal para avançar em duas frentes estratégicas: a destinação da premiação pelo título da Supercopa do Brasil e a definição do valor dos naming rights da Neo Química Arena.

    NAMING RIGHTS

    A Caixa realizou uma licitação e definiu, nos últimos dias, a empresa responsável pelo valuation do estádio. Essa avaliação é considerada indispensável, pois o banco utiliza os números apurados como referência para projetar cenários financeiros e avançar em um eventual acordo.

    A proposta discutida prevê que o Corinthians “troque” a dívida de aproximadamente R$ 675 milhões com a instituição financeira pela exposição da marca no nome da arena. Sem o valuation concluído, porém, a Caixa fica impossibilitada de realizar as projeções necessárias para dar andamento às negociações.

    Internamente, o Corinthians interpreta a abertura da licitação como um sinal de interesse da Caixa no negócio. Ainda assim, o clube entende que a eventual formalização do acordo depende de uma série de etapas, inclusive de natureza política.

    Paralelamente, Corinthians e Caixa discutem o modelo de administração do fundo que controla a Neo Química Arena. Após a liquidação da Reag, qualquer alteração nesse formato depende do aval do banco estatal.

    A diretoria alvinegra avalia que ajustes no modelo de gestão podem tornar a exploração comercial do estádio mais eficiente. Por outro lado, mudanças estruturais exigem alinhamento com a Caixa, já que o financiamento impõe regras rígidas de governança e de destinação das receitas.

    PREMIAÇÃO DA SUPERCOPA

    Outro tema que depende de uma definição da Caixa é o destino da premiação da Supercopa do Brasil, conquistada pelo Corinthians no último domingo, em vitória sobre o Flamengo.

    O financiamento da Neo Química Arena prevê cláusulas que autorizam a retenção de até 50% do valor das premiações recebidas pelo clube. Em dezembro, por exemplo, a Caixa reteve metade da quantia referente ao título da Copa do Brasil.

    O Corinthians conta com o valor integral da Supercopa para reforçar o fluxo de caixa da temporada, mas só poderá definir o uso do recurso após a posição oficial da instituição financeira.

    A Caixa tem o direito de realizar a retenção diretamente na fonte, o que impede o clube de ter, neste momento, qualquer previsão sobre o recebimento parcial ou total da premiação. O título rendeu cerca de R$ 11,5 milhões ao Corinthians, sem considerar os descontos referentes a impostos.

    A principal prioridade do clube para esse recurso é o pagamento da dívida com o Talleres, da Argentina, referente à contratação do meia Rodrigo Garro. Há, contudo, divergências entre as partes em relação a valores específicos do débito.

    O Corinthians já foi condenado pela Fifa a pagar R$ 28,7 milhões, mas recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS). Apesar disso, a diretoria trabalha com a possibilidade de chegar a um acordo com o clube argentino antes de um eventual transfer ban.

    Corinthians espera retorno da Caixa por naming rights e prêmio da Supercopa

  • Sergio Ramos será um dos investidores na “compra” do Juventude; entenda

    Sergio Ramos será um dos investidores na “compra” do Juventude; entenda

    O tema da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) voltou a ganhar espaço nas discussões internas do Juventude. Na última terça-feira, dirigentes do clube e representantes da Five Eleven Capital, grupo que negocia a compra das ações da futura SAF, participaram de uma reunião virtual. O encontro teve como principal novidade a presença do zagueiro Sergio Ramos, ex-Real Madrid, apontado como um dos investidores ligados à proposta.

    Apesar da movimentação, não houve avanço concreto nas tratativas. A reunião teve como objetivo reaproximar as partes, já que o último contato entre clube e investidores havia ocorrido no começo de dezembro. A expectativa, porém, é que até o fim desta semana a Five Eleven apresente a primeira minuta de contrato. O documento será analisado pelo Departamento Jurídico do Juventude e, após possíveis ajustes, encaminhado ao Conselho Deliberativo.

    O Juventude não é o único clube que desperta interesse de Sergio Ramos no campo dos investimentos. Recentemente, o defensor também apresentou uma proposta para comprar o Sevilla, equipe espanhola onde foi revelado e pela qual atuou na temporada 2023/2024.

    Com 39 anos, Sergio Ramos deixou o Monterrey, do México, mas ainda não anunciou aposentadoria. Revelado pelo Sevilla em 2003, ele construiu uma trajetória marcante com a camisa do Real Madrid e também pela seleção da Espanha.

    As conversas entre o Juventude e o grupo espanhol começaram no fim de 2024. No início, a proposta previa a compra total do futebol do clube. Com o andamento das negociações, o formato foi alterado para um modelo de parceria: o investidor ficaria com 90% das ações da SAF, enquanto o Juventude manteria 10%.

    O valor oferecido pelo grupo é de R$ 400 milhões. Além da participação minoritária, o clube teria direito a royalties anuais e a um montante de saída (cash-out), estabelecido em contrato. Pelo desenho atual, o Juventude também continuaria responsável pelo próprio patrimônio, como o centro de treinamento e o estádio Alfredo Jaconi.

    Em agosto de 2025, o Conselho Deliberativo aprovou a continuidade das negociações, mas definiu pré-requisitos para a assinatura do acordo. Esses pontos não foram detalhados, mas a tendência é que estejam incluídos na minuta que será enviada pela Five Eleven.

    Sergio Ramos será um dos investidores na “compra” do Juventude; entenda