Categoria: ESPORTES

  • São Paulo anuncia renovação de contrato de Marcos Antônio até 2030

    São Paulo anuncia renovação de contrato de Marcos Antônio até 2030

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo anunciou, nesta quinta-feira (05), a renovação de contrato de Marcos Antônio. O novo contrato terá validade até 2030.

    O UOL já havia revelado os detalhes: multa rescisória para o mercado nacional de R$ 900 milhões, multa para o exterior fixada em 100 milhões de euros e grande aumento salarial.

    Clube trabalhava nas últimas semanas pela valorização do atleta, que sofreu grande investida do Flamengo neste início de temporada.

    O Flamengo chegou a sinalizar com uma proposta por 10 milhões de euros, mas teve portas fechadas pelo executivo do São Paulo, Rui Costa.

    Campeões da MLS, jogadores participaram de cerimônia em Washington; presidente dos Estados Unidos cita Pelé e comete gafe ao chamar Luis Suárez de brasileiro

    Folhapress | 05:00 – 06/03/2026

    São Paulo anuncia renovação de contrato de Marcos Antônio até 2030

  • Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

    Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A F1 inicia 2026 diante de uma ruptura técnica rara: aerodinâmica e motores mudam ao mesmo tempo, algo que não ocorria há 12 anos.

    A combinação amplia a margem de incerteza e altera a forma de correr. “Agora é como jogar xadrez. Você não pensa na próxima jogada, pensa duas à frente”, disse à reportagem o engenheiro Pat Symonds, consultor executivo da Cadillac F1 Team e um dos nomes mais influentes da categoria desde os anos 1990.

    A própria Cadillac simboliza essa nova fase. A equipe americana estreia como a 11ª do grid, com Sergio Pérez e Valtteri Bottas, atraída pelo regulamento que reformula as unidades de potência e amplia o peso da eletrificação -quase 50% da potência passa a ser elétrica. Para a marca de luxo da General Motors, o projeto também funciona como vitrine tecnológica para seus carros de rua.

    O mesmo movimento explica a entrada do Grupo Volkswagen. Por meio da Audi F1 Team e com os pilotos Gabriel Bortoleto e Nico Hulkenberg, a companhia assumiu o controle da Sauber, rebatizada para 2026, e passa a operar como equipe de fábrica em um campeonato que volta a seduzir grandes montadoras.

    A temporada começa neste fim de semana, com o GP da Austrália, que abre oficialmente o novo ciclo técnico da categoria. A largada será na madrugada de sábado (7) para domingo (8), à 1h (de Brasília).

    Além da eletrificação ampliada, a categoria abandona soluções pouco transferíveis à indústria, como o MGU-H, sistema que recuperava energia térmica, mas era caro e complexo para aplicação em carros de passeio. Permanece apenas o MGU-K, que recupera energia cinética.

    “A gestão da bateria nunca foi muito difícil no passado, mas agora é”, afirma Symonds. “Extrair o máximo da unidade de potência é o maior desafio.”

    Com isso, a F1 passa a operar em uma lógica energética mais próxima dos híbridos atuais, reforçada pelo uso obrigatório de combustíveis 100% sustentáveis.

    Embora o equilíbrio entre fabricantes tenha marcado os últimos anos, mudanças dessa magnitude costumam abrir espaço para hegemonias. Em 2014, com a introdução dos híbridos, a Mercedes iniciou uma sequência de oito títulos consecutivos.

    Largar na frente em um novo ciclo, portanto, é decisivo. A disputa começou ainda no desenvolvimento. Nos testes de pré-temporada, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) precisou intervir após divergências sobre a taxa de compressão dos motores. Rivais acusaram a Mercedes de explorar uma brecha para cumprir o limite com o motor frio, mas operar com taxa maior, e mais potência, quando quente.

    Além da própria Mercedes, McLaren, Alpine e Williams usam seus motores. Ferrari (Haas, Cadillac e a própria Ferrari), Honda (Aston Martin), Audi e Red Bull Powertrains Ford (Red Bull e Racing Bull) completam o grupo de fornecedoras. A partir de 2029, a GM promete estrear seu próprio motor na Cadillac.

    Como compromisso para 2026, a FIA determinou que a taxa de compressão será medida com o motor frio e também a 130°C a partir de 1º de junho. Em 2027, a verificação passará a ser feita apenas com o motor quente.

    A busca por eficiência tornou-se eixo central das estratégias de corrida e explica a disputa por qualquer vantagem.

    A divisão quase igual entre combustão e bateria também altera o comportamento dos pilotos. Para aproveitar a energia extra, a F1 substituiu o DRS pelo MOM (Manual Override Mode), o “modo ultrapassagem”, que libera potência adicional do motor elétrico quando o piloto decide atacar ou defender posição.

    O DRS abria a asa traseira para reduzir arrasto e facilitar ultrapassagens. O MOM, ao contrário, exige gestão ativa da energia ao longo da volta, transferindo parte da decisão estratégica para o piloto.

    A mudança está alinhada ao objetivo do regulamento. “A FIA fez bastante trabalho para permitir que os carros voltem a se seguir mais de perto, algo que tinha sido perdido entre 2022 e 2025”, disse Symonds.

    Piloto de testes da Cadillac, Pietro Fittipaldi afirma que o novo pacote pode reforçar essa proposta. Segundo ele, os carros terão menos carga aerodinâmica e serão mais difíceis de controlar. “Isso pode criar situações mais interessantes para quem está assistindo”, afirmou. “Se os carros conseguirem andar mais próximos, a tendência é termos mais ultrapassagens e mais disputas diretas.”

    Para usar o novo recurso, porém, será preciso recuperar energia ao longo da volta, muitas vezes tirando o pé do acelerador ou freando para acionar o MGU-K. “A estratégia de usar energia vai afetar muito a pilotagem, e um piloto mais eficiente pode ter vantagem”, diz Fittipaldi.

    Por isso, a palavra “integração” domina o discurso técnico da pré-temporada, com a forma como motor e a aerodinâmica funcionarão como um conjunto. Equipes de fábrica tendem a levar vantagem, pois conhecem as dimensões exatas de seus motores e podem integrá-los de forma mais precisa ao chassi.

    Assim, 2026 é tratado como um recomeço para a F1, um ciclo em que os motores voltam ao centro da disputa.

    Novo regulamento atrai montadoras, exige mais dos pilotos e abre nova era na F1

  • Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Liderados pelo argentino Lionel Messi, os jogadores do Inter Miami CF visitaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (5), na Casa Branca. O republicano recebeu o elenco da equipe para uma cerimônia após a conquista do título da MLS (Major League Soccer).

    Messi entrou no local do evento ao lado de Trump. Durante o discurso, o presidente americano relembrou ter visto o brasileiro Pelé atuar no país pelo New York Cosmos, clube que ajudou a popularizar o futebol por lá nos anos 1970.

    “Vocês vão me chamar de velho, mas eu vi o Pelé jogar, lembram? Ele jogava pelo Cosmos”, disse Trump.

    Em outro momento com os atletas, o presidente cometeu uma gafe ao se referir a Luis Suárez como “atacante brasileiro”. O uruguaio, que estava logo atrás do púlpito, reagiu com um sorriso.

    O encontro com Messi na Casa Branca ocorre pouco tempo depois da visita de outro astro do futebol. Em novembro de 2025, Trump recebeu Cristiano Ronaldo, que hoje atua na liga saudita, em um encontro ao lado do príncipe do país, Mohammed bin Salman.

    Donald Trump considera o Irã “um país gravemente derrotado”, e desvaloriza a possibilidade de vir a recusar participar na Copa do Mundo, que será organizado, de forma conjunta, por EUA, Canadá e México.

    Notícias ao Minuto Brasil | 20:12 – 05/03/2026

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

  • F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

    F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

    GABRIELE KOGA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em 2026, a F1 dá mais um passo para reduzir suas emissões de carbono. Neste ano, a principal categoria do automobilismo mundial implementa mudanças no regulamento técnico e inclui a adoção de combustível 100% sustentável e a reformulação das unidades de potência, que passam a ter participação ainda maior da energia elétrica. O objetivo faz parte da meta de zerar as emissões líquidas até 2030.

    As medidas entram em vigor em mais uma edição com 24 corridas, espalhadas por quatro continentes. Ao mesmo tempo em que mantém seu alcance global, a categoria encara o desafio de reduzir o seu impacto ambiental diante de sua complexa logística intercontinental.

    A abertura será neste fim de semana, com o GP da Austrália. A largada será na madrugada de sábado (7) para domingo (8), à 1h (de Brasília).

    O combustível desenvolvido para 2026 substitui o E10 -fórmula feita com 90% gasolina e 10% etanol, usado desde 2022. A atual composição será produzida de forma sintética pela captura de carbono, retirada diretamente do ar ou de emissões industriais, resíduos urbanos e biomassa não alimentar, ou seja, matéria orgânica não destinada ao consumo humano.

    “Ao contrário da gasolina convencional, que é produzida por meio do refino do petróleo bruto, esses componentes são fabricados convertendo as matérias-primas sustentáveis em moléculas de combustível por meio de processos químicos delicados”, explica um porta-voz da Aramco, empresa fornecedora de lubrificantes à equipe Aston Martin.

    Segundo a Aramco, que também produziu o combustível sustentável usado na F2 e na F3, categorias de acesso à F1, no ano passado, o principal desafio foi identificar componentes que atendam aos critérios de sustentabilidade determinados pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para a F1.

    “Cada componente pode ter seu próprio processo de produção único, adaptado à matéria-prima específica utilizada, e a mistura final de combustível deve cumprir os limites de emissões de gases de efeito estufa”, diz a fornecedora.

    Até então, o custo do combustível usado era contabilizado como parte do limite orçamentário que as equipes apresentavam à FIA. Com o aumento nos custos de pesquisa e produção das novas fórmulas, essa despesa deixa de integrar o teto anual de gastos.

    De acordo com a F1, o combustível foi projetado para substituir equivalentes fósseis sem necessidade de adaptações nos motores, o que permite seu uso em veículos de rua.

    A categoria também dá destaque à eletrificação dos motores, que aumenta de forma significativa e passa a dividir quase igualmente a entrega de potência com o motor a combustão.

    O brasileiro Pietro Fittipaldi, piloto de testes da Cadillac, explica que a mudança impacta a pilotagem e as estratégias de corrida.

    “A estratégia de como usar o acelerador e a energia ao longo da volta também vai ser muito diferente do que era no passado. Antes, era algo como 75% da potência vindo do motor a combustão e 25% da bateria. Agora, virou mais ou menos 50% a 50%”, conta Fittipaldi.
    Na prática, as equipes terão de rever abordagens tanto para voltas de classificação quanto para a corrida, já que a energia elétrica precisa ser gerenciada e recarregada.

    “Isso afeta bastante a forma como o piloto conduz o carro, já que ele pode ser mais eficiente no uso de energia ao longo da volta. Durante a corrida, isso pode se acumular. Um piloto que é mais inteligente na estratégia pode ganhar vantagem. A gente viu isso bem cedo no simulador e já começou a entender o que é mais importante para maximizar o potencial do carro”, explica.

    Se dentro da pista a meta é reduzir emissões e aumentar eficiência, fora dela o desafio é logístico. A temporada 2026 terá 24 etapas distribuídas na América, Europa, Ásia e Oceania. O transporte de carros, peças, estruturas de hospitalidade e equipamentos de transmissão envolve operações aéreas e marítimas de grande escala.

    Embora a F1 tenha tentado otimizar rotas -como a reorganização de etapas na América do Norte, aproximando Canadá e Miami-, o modelo de um calendário extenso e intercontinental impõe limites práticos à redução de emissões.

    No caso do Autódromo de Interlagos, que recebe a 21ª etapa do calendário, a operação aérea parte do México, sede da corrida anterior. “De lá, chegam oito aviões cargueiros com os materiais mais nobres, como carros e motores, no aeroporto de Viracopos, em Campinas”, explica Regina Yazbek, da Célere Intralogística, empresa responsável pela operação do GP São Paulo.

    “Para cada voo, são utilizadas entre 14 e 16 carretas. No total, de Viracopos até Interlagos, realizamos entre 115 e 120 viagens.”

    Além da ponte aérea, há também a carga marítima, que chega cerca de três semanas antes do evento. “São 600 toneladas transportadas em navios que atracam no porto de Santos, vindos de diferentes regiões, como Singapura e Europa”, afirma Yazbek.

    F1 adota combustível sustentável, mas ‘era verde’ esbarra em calendário global

  • Vitinha quebra o silêncio sobre o Real Madrid: “Seria estúpido”

    Vitinha quebra o silêncio sobre o Real Madrid: “Seria estúpido”

    Vitinha concedeu uma longa entrevista ao mais recente episódio do programa “Soltinhos pelo Mundo”, exibido pelo Canal 11, na qual quebrou o silêncio sobre os rumores que vêm se multiplicando nos últimos meses a respeito de uma possível troca do Paris Saint-Germain pelo Real Madrid.

    “Eu acho que não é o melhor para mim neste momento. Eu me sinto super bem aqui no PSG. Como já disse ao longo desta entrevista, e é de coração, sinto que as pessoas daqui gostam muito de mim, sinto que fiz por merecer esse amor também, e esse carinho. Adoro estar aqui, e minha família também adora estar aqui”, começou dizendo.

    “Nos sentimos bem aqui, não só em relação a morar, na casa, mas também no meu dia a dia, no trabalho que tenho, com um centro de treinamento que tem condições fantásticas. Temos um grupo fantástico, um treinador incrível. Seria estupidez se eu mudasse”, acrescentou o internacional português, de 26 anos.

    Formado no FC Porto, o meio-campista precisou “ralar” para se afirmar no mais alto nível, tanto que o então treinador Sérgio Conceição só lhe deu uma oportunidade depois de uma temporada pouco feliz em 2020/21, quando foi emprestado ao Wolverhampton, onde acabou sendo utilizado em apenas 22 jogos oficiais.

    Ainda assim, ele aproveitou essa chance com “unhas e dentes”. Na temporada seguinte, conquistou a titularidade absoluta e, depois de somar quatro gols e quatro assistências em 47 partidas, foi vendido ao PSG (clube com o qual tem contrato válido até junho de 2029) por cerca de 40 milhões de euros.

    “Não gosto de dizer que sou o melhor. Parece arrogante”
    Na mesma entrevista, Vitinha recusou atribuir a si próprio o título de melhor meio-campista do mundo:

    “Eu me considero, neste momento, um dos melhores. Não gosto de dizer que sou o melhor. Sempre parece arrogante, porque não passa de uma opinião. Quando você tem meio-campistas de alto nível, dois, três ou quatro jogando em nível de elite durante bastante tempo, tudo acaba virando opinião, títulos coletivos…”.

    “Então, eu nunca vou dizer — e não me sinto bem dizendo — que sou o melhor, mas sei que estou lá. Sei que, pelo menos, estou nesse grupo, e sem dúvida me incluo nele. Pelo que tenho feito nestes últimos dois anos, e mais recentemente neste último ano, sem dúvida me coloco aí”, refletiu.

    Para finalizar, ele aceitou o desafio de escolher alguns dos maiores craques da atualidade no meio-campo:

    “Provavelmente colocaria o Pedri, porque realmente é mágico, é espetacular vê-lo jogar. Quando joguei contra ele, consegui perceber isso de perto. Já dava para ver pela televisão, mas quando você está em campo contra ele, mesmo sabendo disso, ainda assim é difícil. Acho que ele é realmente fantástico. Depois, ali no top 3, pesa um pouco para mim, é difícil. Eu colocaria o João [Neves] e o Bruno [Fernandes]. Os dois, ali, comigo e com o Pedri. Então não faço um top 3, faço um top 4 — e podemos jogar em quatro, em losango.

    Vitinha quebra o silêncio sobre o Real Madrid: “Seria estúpido”

  • Joelho é problema desde dezembro, e Mbappé vive drama a 3 meses da Copa

    Joelho é problema desde dezembro, e Mbappé vive drama a 3 meses da Copa

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Era 7 de dezembro do ano passado quando Mbappé foi titular e jogou os 90 minutos na derrota do Real Madrid para o Celta de Vigo por 2 a 0, pelo Campeonato Espanhol. nesta quinta-feira (5), quase três meses depois, a situação clínica do astro francês preocupa por causa de um problema no joelho sentido naquela partida.

    VAI VIRAR DRAMA?

    De lá para cá, Mbappé tem sido poupado de alguns jogos. O francês não foi nem sequer relacionado para os últimos dois duelos do Real, contra Benfica e Getafe.

    O Real Madrid fala em uma entorse, mas o problema pode ficar mais sério. A imprensa espanhola veicula que há a possibilidade de que a situação evolua para uma lesão no ligamento do joelho esquerdo.

    O sinal de alerta foi ligado. Segundo o jornal Marca, da Espanha, Mbappé colocou seu caso nas mãos do médico francês Bertrand Sonnery-Cottet, referência no tratamento de lesões nos joelhos dos atletas de elite. Ele chegou a cuidar de casos sérios como o de Ibrahimovic, em 2022, e o de Benzema, em 2014.

    Por ora, Mbappé tem feito tratamento conservador. O propósito é evitar que o problema evolua para uma lesão grave no ligamento e precise de cirurgia. Neste caso, a chance de o francês perder a Copa do Mundo seria muito grande e há preocupação quanto a isso. Rodrygo teve uma lesão ligamentar diagnosticada nesta quarta-feira (4) e vai ficar de fora do Mundial.

    Mas excessos aconteceram. Na Espanha há o entendimento de que o francês e o próprio Real Madrid colocaram a integridade física do atleta em risco, uma vez que ele entrou em campo 12 vezes desde que sentiu o primeiro incômodo e foi titular na grande maioria.

    A tendência, segundo veículos espanhóis, é que Mbappé fique de fora dos próximos dois jogos do Real. A equipe enfrenta o Celta de Vigo, no fim de semana, e o Manchester City, na semana que vem.

    Veremos dia a dia. Ele verá como se sente, como se recupera e evolui. No momento, é melhor não dar um prazo. Vamos ver como ele se sente e, com base nisso, decidiremos. Queremos que ele retorne 100% e, quando isso acontecer, ele estará de volta.Arbeloa, técnico do Real Madrid

    JOGO COM BRASIL E COPA PERTO

    A seleção da França tem dois amistosos para disputar neste mês de março. Os franceses vão enfrentar o Brasil (dia 26) e a Colômbia (dia 29) nos dois últimos amistosos antes da convocação oficial para a Copa do Mundo. Os jogos serão disputados nos Estados Unidos.

    A lista para a Copa deve sair em maio. A seleção francesa está no Grupo I do Mundial e estreia no dia 16 de junho, contra Senegal. Noruega e uma seleção vinda da repescagem (Bolívia, Suriname ou Iraque) completam a chave.

    Caso se recupere e seja convocado, Mbappé disputará sua terceira Copa do Mundo. Aos 27 anos, ele tem um título (2018) e um vice (2022). O francês tem 12 gols marcados na história dos Mundiais e está a quatro de igualar o alemão Miroslav Klose como o maior goleador somando todas as edições.

    MBAPPÉ DESDE INCÔMODO EM DEZEMBRO

    11 jogos como titular
    3 jogos como reserva (entrou em um)
    5 jogos sem ser relacionado
    13 gols marcados
    1 assistência

    Joelho é problema desde dezembro, e Mbappé vive drama a 3 meses da Copa

  • Brasil perde para a Venezuela em amistoso com paralisação por raios

    Brasil perde para a Venezuela em amistoso com paralisação por raios

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A seleção brasileira feminina de futebol sofreu nesta quarta-feira (4) sua primeira derrota para a Venezuela, em amistoso disputado na cidade de Toluca, no México. Realizada no Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, a partida terminou com o placar de 2 a 1 para as venezuelanas.

    Antes desse encontro, a equipe canarinho havia vencido todos os dez confrontos anteriores.

    Romero e Higuera marcaram para a Venezuela, e Jaque Ribeiro fez para o Brasil. A partida, jogada a uma altitude de 2.600 metros, teve paralisação por quase 50 minutos por conta da chuva forte, com raios.

    A equipe dirigida por Arthur Elias atuou com uma jogadora a menos em quase dois terços do jogo, depois que a volante Maiara levou o segundo cartão amarelo aos 31 minutos do primeiro tempo e acabou expulsa.

    Aos 30 minutos do segundo tempo, o jogo foi paralisado por conta da chuva forte e da queda de raios no entorno do campo, em Toluca. A partida ficou 47 minutos parada até que a tempestade passasse e a bola voltasse a rolar.

    O Brasil ainda fará um terceiro jogo nesta data Fifa, marcado para sábado (7), às 20h, contra o México, no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México. Na última sexta-feira (27), a seleção venceu a Costa Rica por 5 a 2.

    Apesar da vitória de Fonseca no primeiro set no tie-break após 1h02min de disputa, a partida foi bastante equilibrada; brasileiro confirmou a vitória com um game de serviço perfeito, sem ceder pontos a Collignon no último ciclo da partida

    Estadao Conteudo | 10:12 – 05/03/2026

    Brasil perde para a Venezuela em amistoso com paralisação por raios

  • Com Fluminense 100%, Liga Ouro dá início em busca por vaga no próximo NBB

    Com Fluminense 100%, Liga Ouro dá início em busca por vaga no próximo NBB

    (UOL/FOLHAPRESS) – A Liga Ouro, divisão de acesso do NBB, começou no final de fevereiro e com isso, seis times começaram a jornada para tentar uma vaga na elite do basquete brasileiro.

    Buscando estar junto de seus rivais do futebol, o Fluminense começou bem a campanha. O time conseguiu três vitórias, a primeira contra o Instituto Viva Vida por 76 a 52, e a segunda contra o Brusque, por 76 a 71. A mais recente foi 85 a 65 contra o Joaçaba, também em casa.

    Porém, o time carioca tem um adversário na cola, o Tatuí, que está com um jogo a menos. A equipe do interior paulista também tem duas vitórias, contra o América Towers, por 74 a 73, e em cima do Joaçaba, por 91 a 89, ambas como visitante. Os dois são os destaques do começo de Liga Ouro e, por enquanto, estão indo direto para a semifinal do torneio.

    O outro time a vencer foi o Brusque, que derrotou o América na estreia por 86 a 84, estando na terceira colocação. E na terceira partida, venceu o Instituto Viva Vida por 97 a 86. América, Instituto Viva Vida e Joaçaba perderam as duas partidas que disputaram até aqui.

    Todos os times vão para o mata-mata, sendo que entre o terceiro e o sexto, disputam uma espécie de “quartas de final” para definir os outros dois semifinalistas. O campeão da Liga Ouro ganha o direito de pleitear uma vaga no NBB. Os dois últimos da fase de classificação da elite disputam a Liga Ouro no ano que vem.

    Janela de transferênicias é destinada a movimentos no mercado interno do futebol brasileiro; jogadores que atuaram nos torneios estaduais poderão trocar de clube

    Folhapress | 09:12 – 05/03/2026

    Com Fluminense 100%, Liga Ouro dá início em busca por vaga no próximo NBB

  • João Fonseca vence belga na estreia em Indian Wells e enfrenta russo em busca de revanche

    João Fonseca vence belga na estreia em Indian Wells e enfrenta russo em busca de revanche

    O brasileiro João Fonseca, atual 35º do ranking da ATP, superou o belga Raphael Collignon (77º) em sua estreia no Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, na madrugada desta quinta-feira, 5.

    Eles protagonizaram uma disputa acirrada, marcada por oscilações de desempenho e dores no pé direito do belga, que foi derrotado por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/2) e 6/4, em 1h42min de partida.

    Agora, o jovem tenista carioca de 19 anos enfrenta o russo Karen Khachanov, o 16º melhor do mundo, que eliminou o brasileiro no Masters de Paris no final do ano passado.

    Apesar da vitória de Fonseca no primeiro set no tie-break após 1h02min de disputa, a partida foi bastante equilibrada. A parcial de abertura do confronto teve quatro quebras de serviço, com dois momentos de perda de saque para cada tenista.

    Fonseca confirmou quatro games de serviço e Collignon cinco, o que levou a decisão para o desempate. Sete dos 12 games disputados chegaram à pontuação de 40-40, exigindo a disputa de vantagens para a definição dos vencedores em cada parcial.

    Diferente da primeira parcial, o segundo set foi definido por uma única quebra de serviço, que foi conquistada por Fonseca no terceiro game. Collignon precisou passar por atendimento médico por dores em seu pé direito após o breakpoint de João.

    O brasileiro dominou o segundo set confirmando todos os seus games de saque, buscando a vantagem em apenas dois deles. Ele confirmou a vitória com um game de serviço perfeito, sem ceder pontos a Collignon no último ciclo da partida.

    Janela de transferênicias é destinada a movimentos no mercado interno do futebol brasileiro; jogadores que atuaram nos torneios estaduais poderão trocar de clube

    Folhapress | 09:12 – 05/03/2026

    João Fonseca vence belga na estreia em Indian Wells e enfrenta russo em busca de revanche

  • Janela de transferências extra começa hoje no Brasil

    Janela de transferências extra começa hoje no Brasil

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma janela de transferências extra foi aberta no futebol brasileiro nesta quarta-feira (4) e vai até o dia 27 de março. Ela, no entanto, tem regras bem específicas para que novos jogadores sejam registrados pelos clubes.

    ENTENDA COMO FUNCIONA

    Ela é destinada a movimentos no mercado interno do futebol brasileiro. A causa principal é o fim dos Estaduais no próximo final de semana.

    Jogadores que atuaram nos torneios estaduais poderão trocar de clube. Para isso, é preciso a comprovação de participação nas competições. Atletas que atuaram e rescindiram contratos dentro do período da janela internacional (entre 5 de janeiro e 3 de março) também podem ser anunciados por novas equipes.

    O mesmo vale para jogadores que estavam emprestados. Eles podem voltar e serem novamente registrados pelos clubes ao qual pertencem. Para exemplificar: Rômulo, que está emprestado pelo Palmeiras e é destaque no Novorizontino, poderia voltar ao Alviverde.

    Transferências internacionais não estão permitidas. Os clubes tinham até nesta terça-feira (3) para anunciarem reforços vindos de times de fora do Brasil.

    A próxima janela de transferências internacional no Brasil se abre em 20 de julho. Ela ficará aberta até 11 de setembro.

    E AS AMEAÇAS?

    A Europa não é uma ameaça tão grande para os clubes brasileiros neste momento. Os principais mercados do Velho Continente estão fechados. Ucrânia, Suécia e Noruega são alguns dos poucos países de lá com janela aberta.

    Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul são as principais ameaças fora da Europa para os clubes brasileiros. No mais, somente ligas de menor porte estão com mercado aberto.

    Português chega para substituir Filipe Luís; o vínculo do treinador com o Rubro-Negro é válido até dezembro de 2027

    Agência Brasil | 06:50 – 05/03/2026

    Janela de transferências extra começa hoje no Brasil