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  • Alckmin: encontro de Lula e Trump é um 1º passo para resolver tarifaço

    Alckmin: encontro de Lula e Trump é um 1º passo para resolver tarifaço

    “Quero saudar o encontro, embora rápido, mas o encontro entre os presidentes Lula e Trump [na assembleia geral da ONU], que deram, ao menos, um primeiro passo. Vamos tentar dar os passos subsequentes para a gente ir removendo esses problemas e podermos caminhar mais rapidamente para resolver a questão do tarifaço”, disse, em evento na instituição de ensino Insper, em São Paulo.

    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (26), em palestra na capital paulista, que o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um “primeiro passo” para a resolução do tarifaço imposto pelos EUA ao Brasil. A reunião deverá ocorrer na próxima semana.

    “Quero saudar o encontro, embora rápido, mas o encontro entre os presidentes Lula e Trump [na assembleia geral da ONU], que deram, ao menos, um primeiro passo. Vamos tentar dar os passos subsequentes para a gente ir removendo esses problemas e podermos caminhar mais rapidamente para resolver a questão do tarifaço”, disse, em evento na instituição de ensino Insper, em São Paulo.

    Alckmin defendeu que o comércio entre os países deve ser “ganha-ganha”, ou seja, com ambos participantes obtendo sucesso, e baseado em regras. 

     

    “Comércio exterior bem feito é ganha-ganha. Ele é mais eficiente: eu compro dele, mais barato. Eu sou mais eficiente: eu vendo para ele. A sociedade ganha. Só que precisa ter regras, porque senão o grande vai matar o pequeno”.

    O vice-presidente ressalvou, no entanto, que a atuação da Organização Mundial do Comércio (OMC), instituição que tem como missão assegurar as regras do comércio internacional, foi limitada pelos Estados Unidos.

    “Temos que ter regras para o mundo todo, regras de comércio. Só que infelizmente não funciona. Por quê? Eu entro com uma representação [na OMC] e ganho na primeira instância. [A decisão] não vale enquanto não tiver decisão da segunda instância. Aí, na segunda instância, os Estados Unidos não designam os seus representantes. Ela [a OMC]   não pode agir. Então, meio que a OMC ficou inócua”, disse.

    São Paulo (SP), 26/09/2025 - Vice-Presidente, Geraldo Alckmin, durante palestra no IV Encontro Anual - Centro de Gestão e Politicas Públicas, no INSPER. Foto: Paulo Pinto/Agência BrasilSão Paulo (SP), 26/09/2025 - Vice-Presidente, Geraldo Alckmin, durante palestra no IV Encontro Anual - Centro de Gestão e Politicas Públicas, no INSPER. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    São Paulo (SP), 26/09/2025 – Vice-Presidente, Geraldo Alckmin, durante palestra no IV Encontro Anual – Centro de Gestão e Politicas Públicas, no INSPER. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

    No último dia 23, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pretende se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima semana. Ele teceu elogios ao chefe de Estado brasileiro chamando-o de “homem muito agradável”, com quem teve “uma química excelente” durante breve encontro.

    Trump discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas logo depois o presidente Lula. Tradicionalmente, o presidente do Brasil faz o discurso de abertura das assembleias anuais da ONU. 

    O presidente norte-americano disse que as tarifas aplicadas contra o Brasil e outros países são uma questão de defesa da soberania e da segurança de seu país.

    Alckmin: encontro de Lula e Trump é um 1º passo para resolver tarifaço

  • BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

    BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

    Quem for banido do Pix só poderá apresentar um novo pedido de adesão após 60 meses -antes esse prazo era de 12 meses. Não foram informadas quantas instituições podem ser atingidas pela mudança.

    NATHALIA GARCIA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (26) mudanças no regulamento do Pix para apertar regras de penalidades e reforçar a segurança do sistema financeiro.
    Entre as novidades, prevê excluir do serviço instituições que não cumpram a exigência de patrimônio líquido mínimo de R$ 5 milhões. Quem for banido do Pix só poderá apresentar um novo pedido de adesão após 60 meses -antes esse prazo era de 12 meses. Não foram informadas quantas instituições podem ser atingidas pela mudança.

    A autoridade monetária também determinou a ampliação do bloqueio cautelar para pessoas jurídicas -anteriormente essa norma era aplicável apenas a pessoas físicas.

    Esse mecanismo permite ao banco bloquear os recursos na conta do cliente que recebeu o dinheiro em caso de suspeita de fraude, para que seja feita uma análise mais aprofundada da operação.

    Além disso, a partir de agora, as instituições que criarem ou aceitarem uma marcação de fraude em uma transação devem obrigatoriamente restringir a iniciação ou o recebimento de operações via Pix daquele cliente envolvido.

    A autarquia também propôs um debate, no grupo estratégico de segurança do Pix, para definir critérios para que uma transação seja qualificada como “fundada suspeita de fraude” ou “suspeita de fraude”.

    O Banco Central deu ainda direito para as instituições estabelecerem limites de valor por transação via Pix com base apenas no perfil de risco e no comportamento do cliente, desvinculando a obrigatoriedade de ter o mesmo limite da TED (Transferência Eletrônica Disponível).

    Conforme os parâmetros atualizados do manual de penalidades do Pix, as multas são distribuídas em faixas considerando a capacidade econômica das instituições.

    Quando uma instituição deixar de informar ao BC fatos que possam comprometer a integridade ou a segurança do Pix, por exemplo, o valor-base da multa aplicável vai de R$ 300 mil a R$ 1 milhão -cifra que deve ser multiplicada em função do porte do participante envolvido.

    Conforme o normativo, as instituições podem ser punidas com exclusão do Pix em episódios que potencialmente causem danos maiores ao sistema. O mesmo vale para casos de reincidência de descumprimentos do regulamento, que já tenham sido punidos antes com multa.

    Por outro lado, se houver reparação dos danos causados (desde que comprovada documentalmente), o regulamento prevê uma redução de 20% no valor da multa aplicada à instituição.

    “O documento contempla novos parâmetros que conferem ao BCB [Banco Central do Brasil] capacidade para aplicar medidas efetivas, proporcionais e dissuasivas”, afirmou a autoridade monetária em nota.

    O aperto em brechas tecnológicas e regulatórias já constava na agenda regulatória do BC para este ano, mas o tema ganhou mais urgência depois dos ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos.

    Neste ano, foram registrados até agora oito incidentes cibernéticos, com desvios que somam cerca de R$ 1,5 bilhão ao todo -cerca de R$ 850 milhões foram recuperados.

    BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

  • Eduardo rejeita ajuda financeira nos EUA e dá recado a Valdemar

    Eduardo rejeita ajuda financeira nos EUA e dá recado a Valdemar

    Segundo pessoas próximas, o encontro ocorreu em meio ao aumento da tensão entre Eduardo e Valdemar. A crise se agravou após declarações do presidente do PL, que disse a aliados que o deputado teria entrado em rota de colisão com ele por querer mais recursos para se manter nos Estados Unidos.

    O grupo político do deputado Eduardo Bolsonaro, que atua com ele nos Estados Unidos, enviou um recado direto ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmando que não aceita qualquer tipo de ajuda financeira e pedindo apenas “distância”. O comunicado foi feito por meio do líder da legenda na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), durante reunião realizada nesta quinta-feira (25) em Miami.

    Segundo pessoas próximas, o encontro ocorreu em meio ao aumento da tensão entre Eduardo e Valdemar. A crise se agravou após declarações do presidente do PL, que disse a aliados que o deputado teria entrado em rota de colisão com ele por querer mais recursos para se manter nos Estados Unidos.

    Incomodados com as falas, Eduardo e seus aliados responderam que não pretendem receber apoio financeiro do partido e que continuarão atuando de forma independente. Afirmaram ainda que não estão à venda e que não pretendem negociar qualquer tipo de contrapartida para manter sua atuação política no exterior.

    Durante a reunião, Sóstenes chegou a perguntar se o grupo desejava algum tipo de suporte financeiro do PL. A resposta foi negativa. A decisão também foi vista como um gesto político, marcando o distanciamento em relação a Valdemar, especialmente após as falas do dirigente partidário sobre a atuação do deputado.

    Nos bastidores, Valdemar tem dito a interlocutores que o parlamentar reclama do que considera ser uma desigualdade na distribuição de recursos do partido. Segundo ele, Eduardo se queixaria de que Michelle Bolsonaro, madrasta do deputado e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, recebe mais apoio financeiro para suas atividades políticas do que ele próprio.

    A divulgação dessas declarações irritou ainda mais o grupo ligado a Eduardo Bolsonaro. Os aliados do deputado disseram que atuaram até agora sem qualquer ajuda do presidente do partido e que pretendem seguir dessa forma. Para eles, as falas de Valdemar seriam uma tentativa de enfraquecer politicamente o parlamentar, o que aumentou o clima de conflito interno.

    Ao recusar apoio financeiro, o grupo de Eduardo reforçou que não vai negociar autonomia política em troca de recursos. Segundo aliados, o deputado avalia inclusive a possibilidade de deixar o PL, o que reforça a disposição de manter distância de Valdemar Costa Neto e sua influência dentro do partido.

    Com o impasse, a relação entre o presidente do PL e o deputado segue estremecida, e não há previsão de uma reaproximação no curto prazo.

    Eduardo rejeita ajuda financeira nos EUA e dá recado a Valdemar

  • A causa da queda nas vendas de carros da Tesla

    A causa da queda nas vendas de carros da Tesla

    A Tesla está sendo guiada na direção errada?

    Uma onda recente de protestos pacíficos contra a fabricante norte-americana de carros elétricos Tesla também resultou em vandalismo em diversos veículos, concessionárias e estações de recarga na América do Norte e na Europa. Como consequência dessas manifestações globais, as ações da Tesla foram afetadas, enquanto as vendas dos carros em geral despencaram. Então, quem, ou o quê, é o culpado pela queda na sorte da Tesla? Qual o papel de Donald Trump e Elon Musk nisso?

    Clique na galeria a seguir e descubra o que está impulsionando a reversão nas vendas de carros da Tesla.

    A causa da queda nas vendas de carros da Tesla

  • INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

    INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

    Atendimentos serão para quem já está na fila de espera; o Ministério da Previdência Social informou que a maior parte dos atendimentos será feita por meio de telemedicina (perícia conectada

    O INSS promove neste fim de semana, dias 27 e 28 de setembro, um mutirão de perícia médica em 35 cidades. O Ministério da Previdência Social calcula que cerca de 5 mil pessoas serão beneficiadas.

    A maior parte dos atendimentos será feita por meio de telemedicina (perícia conectada), o que deve ampliar o acesso da população, especialmente em regiões com escassez de peritos.

    A iniciativa tem como objetivo reduzir o tempo de espera e evitar que os segurados enfrentem longo deslocamento. 

    Serão realizadas perícias iniciais para Benefício por Incapacidade Temporária, o antigo auxílio-doença, e também avaliações médicas de requerimentos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e nas revisões desses benefícios assistenciais.

    Os atendimentos serão exclusivamente para segurados que já haviam agendado a perícia e estão na fila de espera. 

    O maior número de vagas foi ofertado para a Região Sul. Serão 800 atendimentos na cidade de Joinville (SC), 400 vagas em Curitiba e 374, em Cascavel, ambas no Paraná.

     Veja onde terá mutirão do INSS:

    Amazonas

    • Tabatinga (sábado)
    • Manacapuru
    • Itacoatiara
    • Presidente Figueiredo (domingo)
    • Iranduba

    Bahia

    • Irecê
    • Paripiranga
    • Caetité (sábado)
    • Barreiras
    • Santa Rita de Cássia
    • Eunápolis
    • Cruz das Almas
    • Nazaré

    Ceará

    • Ubajara

    Pará

    • Goianésia do Pará
    • Redenção/Pará
    • Marabá
    • São Geraldo do Araguaia
    • Rondon do Pará
    • Jacundá
    • Xinguara
    • Parauapebas
    • Conceição do Araguaia (sábado)

    Paraná

    • Campo Mourão
    • Maringá
    • Cascavel
    • Francisco Beltrão
    • Marechal Candido Rondon
    • Medianeira
    • Ponta Grossa
    • Cianorte
    • Curitiba

    Rio Grande do Sul

    • Santa Rosa
    • Frederico Westphalen
    • Santa Catarina
    • Joinville
       

    INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

  • Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

    Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

    “Ou nos unificamos ou vamos jogar fora uma eleição ganha outra vez”, disse Ciro Nogueira; fala ocorre em semana de desânimo no entorno do governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), disse que está passando dos limites a “falta de bom senso” da direita, e que isso poderá custar ao grupo político a eleição de 2026, ajudando a reeleger Lula (PT).

    A fala foi feita no X, antigo Twitter, após uma semana de desânimo no entorno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e indefinição por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito da sua sucessão à Presidência em 2026.

    “Já está passando de todos os limites a falta de bom senso na Direita, digo aqui a centro direita, a própria direita e seu extremo. Ou nos unificamos ou vamos jogar fora uma eleição ganha outra vez”, disse.

    “Por mais que tenhamos divergências, não podemos ser cabo eleitoral de Lula, do PT e do PSOL. Não podemos fazer isso com o Brasil”, continuou.

    Ciro é entusiasta de uma unidade da direita em torno de Tarcísio, hoje considerado o nome mais viável do grupo político, de acordo com pesquisas.

    Ele tem sido alvo de críticas por alas mais radicalizadas do bolsonarismo, que insistem, entre outras coisas, em Bolsonaro como candidato em 2026. O ex-presidente, além de ter sido condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista, já está inelegível por atacar o sistema eleitoral em 2022.

    Como mostrou o Painel, Tarcísio tem demonstrado desânimo com a possibilidade de deixar o Bandeirantes para concorrer ao Planalto. Ele tem citado acontecimentos recentes, como a oposição de Eduardo Bolsonaro à sua candidatura e a atuação de Lula diante do tarifaço de Donald Trump.

    Após sua publicação, o empresário Paulo Figueiredo respondeu ao senador, em tom de ironia.

    “É verdade Ciro. Concordo com a falta de bom senso. Acredita que ainda tem meia dúzia que levam fé em acordos Caracu com o establishment? Que tem velhaco que não entendeu que a crise diplomática com os EUA só tem fim com anistia ampla, geral e irrestrita? É gente sem noção…”, afirmou.

    Paulo está articulando com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sanções ao Brasil junto a autoridades do governo dos Estados Unidos. Eles têm defendido que a única saída para reverter as penalidades comerciais é a aprovação de uma anistia aos condenados nos ataques golpistas de 8 de janeiro, incluindo Bolsonaro.

    A proposta hoje na Câmara teve urgência aprovada no plenário, mas enfrenta resistência da cúpula da Casa e do STF (Supremo Tribunal Federal). Assim, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) disse querer transformar o texto em um projeto de redução de penas, algo que, em tese, contaria com o apoio de mais parlamentares.

    O texto, relatado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP), segue enfrentando resistência na esquerda, em alas do centro e também na direita.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, apesar da postura mais radicalizada de parlamentares do PL de insistir em uma anistia ampla, Bolsonaro aceitaria um projeto de redução de penas, de acordo com aliados próximos, contanto que houvesse garantia da manutenção de prisão domiciliar.

    A prioridade do ex-presidente é evitar regime fechado em presídio ou na carceragem da PF, algo que pode ocorrer ainda neste ano, se o STF rejeitar os recursos de sua defesa.

    Ciro Nogueira utilizou o argumento da saúde para responder ao Paulo Figueiredo nas redes sociais. Ele disse ter duas grandes preocupações.

    “Primeira: a oposição a Chaves imaginava que haveria uma alternância de poder que até hoje nunca aconteceu e o país só derreteu”, disse.

    “Segunda: acho uma crueldade deixar um homem de bem e honesto, como Jair Bolsonaro, preso por muito mais tempo, nas condições de saúde em que está, ameaçando a vida dele, caso a oposição não vença as eleições do ano que vem”, completou.

    Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

  • Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

    Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

    A queda do dólar foi global, com divisas fortes e de mercados emergentes ganhando força pela possibilidade de mais cortes de juros pelo Fed

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar caiu 0,51% nesta sexta-feira (26) e encerrou a semana cotado a R$ 5,337, com o foco do mercado voltado a novos dados de inflação dos Estados Unidos medidos pelo PCE (índice de preços de consumo pessoal, na sigla em inglês).

    Métrica de inflação preferida do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) para balizar as decisões de política monetária, o indicador veio em linha com o esperado pelo mercado e provocou reajustes nas apostas sobre a trajetória dos juros por lá.

    A queda do dólar foi global, com divisas fortes e de mercados emergentes ganhando força pela possibilidade de mais cortes de juros pelo Fed. O clima foi mais ameno na Bolsa brasileira, e o Ibovespa fechou perto da estabilidade, em variação positiva de 0,09%, a 145.446 pontos.

    Segundo o Departamento do Comércio dos EUA, o PCE subiu 0,3% em agosto, depois de alta de 0,2% em julho. Nos 12 meses até agosto, o indicador avançou 2,7%, depois de ter subido 2,6% em julho.

    O núcleo do índice, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, teve alta de 0,2% no mês passado, mesma taxa de julho. Nos 12 meses até agosto, houve alta de 2,9% no núcleo, igual a julho. Os resultados ficaram em linha com todas as medianas das projeções de economistas ouvidos pela Reuters.

    A leitura do mercado é que a convergência dos dados às expectativas indica que o “status-quo atual permanece intacto”, de acordo com Bret Kenwell, analista da eToro, permitindo que o Fed continue no caminho de cortar as taxas de juros mais duas vezes neste ano.

    O banco central dos EUA trabalha com um mandato duplo, isto é, observa de perto dados de inflação e do mercado de trabalho para decidir sobre a política monetária. O PCE é o indicador favorito do Fed para a meta de inflação de 2%, enquanto o relatório “payroll” e outros indicadores laterais fornecem mais pistas sobre o estado do mercado de trabalho.

    Segundo Kenwell, a meta de inflação de 2% parece ser uma “baixa prioridade” pelo Fed no momento, com os dirigentes mais focados em restaurar o equilíbrio entre empregos e inflação.

    O presidente do Fed, Jerome Powell, justificou o corte de 0,25 ponto percentual na semana passada pelo esfriamento do mercado de trabalho, embora tenha deixado claro que o banco central continua vigilante em relação à inflação.

    “A inflação pode não estar revertendo, mas também não está reacelerando”, disse Ellen Zentner, da Morgan Stanley Wealth Management. “A menos que haja uma grande surpresa positiva no relatório de empregos da próxima semana, o Fed deve permanecer no caminho certo para realizar outro corte de juros no final de outubro.”

    O relatório fornece algum alívio para os operadores que, após uma bateria de dados nesta semana, reverteram parte das apostas de mais cortes nos juros.

    Na quinta, o Departamento do Trabalho informou que o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu em 14 mil, para 218 mil, ante expectativa de economistas consultados pela Reuters de 235 mil. Ou seja, mais trabalhadores mantiveram seus postos, contrariando as projeções.

    Além disso, o PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA cresceu a uma taxa anualizada revisada para cima de 3,8% no segundo trimestre. O percentual representa uma elevação ante a estimativa anterior, de 3,3%.

    “O Fed tem navegado em um cenário bastante contraditório, em que existem algumas evidências de fraqueza no mercado de trabalho, o que normalmente se combate com redução da taxa de juros, mas também existem evidências de um crescimento econômico mais acelerado e de alguma pressão inflacionária, o que exige juros mais altos”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Operadores agora esperam mais um corte na reunião de outubro. Uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa concentra 88% das apostas na ferramenta Fed Watch, do CME Group, enquanto os 12% restantes acreditam em uma manutenção.

    A perspectiva reinjetou ânimo e apetite por risco nos mercados. O índice DXY, que mostra o desempenho do dólar em comparação a outras seis moedas fortes, caiu 0,31%, a 98,15 pontos, indicando fraqueza da divisa globalmente.

    “A combinação da força contínua na atividade econômica geral e de um Federal Reserve que provavelmente continuará reduzindo as taxas de juros provavelmente fornecerá suporte contínuo para ativos de risco”, disse Greg Wilensky, da Janus Henderson Investors.

    Já na cena corporativa, Vale e Petrobras, as empresas de maior peso no índice Ibovespa, fecharam em queda. A mineradora caiu 1,92%, acompanhando os preços do minério de ferro na China, a petroleira recuou 0,33%.

    Braskem desabou 14,8%, depois que a companhia divulgou que contratou assessores financeiros e jurídicos para avaliar opções para sua estrutura de capital. Analistas do UBS BB também cortaram a recomendação das ações para neutra, reduzindo o preço-alvo de R$ 15 para R$ 10.

    Fora do Ibovespa, Azul e Gol dispararam na esteira da dissolução do processo de fusão, anunciado na véspera pela Gol.

    Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

  • BC adia lançamento do Pix parcelado, antes previsto para este mês

    BC adia lançamento do Pix parcelado, antes previsto para este mês

    O adiamento deve ser comunicado oficialmente aos participantes do mercado na próxima semana, durante encontro do Fórum Pix

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O lançamento do Pix parcelado, antes previsto para setembro, foi adiado pelo Banco Central. A nova funcionalidade do sistema, que já é oferecida por bancos e fintechs de forma independente, passará ainda por novas etapas do trabalho de regulamentação.

    A informação foi antecipada pelo jornal O Globo e confirmada pela Folha com pessoas a par das discussões. Procurado, o BC não se manifestou até a publicação da reportagem. O adiamento deve ser comunicado oficialmente aos participantes do mercado na próxima semana, durante encontro do Fórum Pix.

    De acordo com um interlocutor, as regras do Pix parcelado devem ficar prontas em outubro, enquanto o manual de experiência do usuário e o detalhamento dos procedimentos operacionais devem ser apresentados em dezembro.

    Depois disso, haverá ainda um tempo de convivência entre os produtos atuais e o Pix parcelado. Segundo o cronograma original, o fim desse período de coexistência de modelos estava previsto para março de 2026 -prazo que agora está em discussão.

    Segundo relato feito à Folha, o desenvolvimento técnico do produto acabou se mostrando mais complexo do que o antecipado. Um dos pontos de atenção envolve questões relativas ao endividamento dos brasileiros, diante da maior facilidade na contratação de crédito.

    Especialistas alertam que a modalidade pode levar o consumidor a pensar que está fazendo uma transferência parcelada, quando, na verdade, está tomando um empréstimo. Recomenda-se atenção às taxas cobradas, especialmente quando comparadas a outras formas de pagamento ou modalidades de crédito, como o parcelamento direto no cartão.

    Segundo os bancos e instituições financeiras do país que já oferecem o Pix parcelado, as taxas variam conforme o perfil do cliente. A cobrança hoje vai de 1,59% a 9,99% ao mês, mas pode ser maior ou menor após a análise de crédito.

    Outro ponto são as normas envolvendo as formas de pagamento desse crédito. Os produtos hoje disponibilizados pelo mercado possuem regras variadas, com pouca clareza sobre as consequências em caso de inadimplência dos clientes.

    Somado a isso, a equipe responsável pelo Pix também precisou voltar esforços para as medidas emergenciais de segurança do sistema financeiro após ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos.

    No mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Pix parcelado será mais uma alternativa de pagamento ao cidadão, ao comércio e ao varejo.

    “Isso vai permitir que as 60 milhões de pessoas que não têm cartão de crédito possam fazer pagamento de valores mais elevados de maneira parcelada com menor tarifa e de maneira mais competitiva”, disse Galípolo, em evento organizado em São Paulo.

    De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Google em julho, 22% dos entrevistados afirmaram já ter usado o Pix parcelado. O principal atrativo citado pelos usuários é sua flexibilidade, por não comprometer o limite do cartão de crédito.

    Neste modelo, a instituição financeira onde o Pix está registrado oferece essa possibilidade em troca de pagamentos de juros mensais.

    BC adia lançamento do Pix parcelado, antes previsto para este mês

  • Aposentados do INSS vão receber R$ 2,5 bilhões em atrasados da Justiça

    Aposentados do INSS vão receber R$ 2,5 bilhões em atrasados da Justiça

    Atrasados são valores retroativos que o segurado tem direito de receber referentes diferenças de valor entre aposentadorias, pensões e outros benefícios ou assistenciais calculados de forma errada

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Justiça Federal liberou R$ 2,5 bilhões para pagar atrasados a 157,6 mil aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que derrotaram o órgão em 116 mil ações judiciais.

    Atrasados são valores retroativos que o segurado tem direito de receber ao provar erro do INSS. Eles podem ser referentes diferenças de valor entre aposentadorias, pensões e outros benefícios previdenciários ou assistenciais calculados de forma errada.

    Os valores são pagos por RPV (Requisição de Pequeno Valor), de até 60 salários mínimos.

    Para receber, é preciso que a ação judicial tenha chegado totalmente ao final e que a data da ordem de pagamento do juiz seja algum dia do mês de agosto.
    O total a ser depositado pode ser encontrado no campo “Valor inscrito na proposta”. Quando o dinheiro é pago, o status da consulta mostrará “Pago total ao juízo”.

    O dinheiro é liberado pelo CJF ao TRF (Tribunal Regional Federal) responsável pelo processo na região do segurado. A data de pagamento depende de cronograma do TRF.

    Em geral, os tribunais levam cerca de uma semana para fazer o chamado processamento, etapa na qual são abertas contas em nome do segurado ou de seu advogado no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.

    Para verificar se tem direito aos valores e se eles já foram liberados, os beneficiários ou seus advogados devem fazer uma consulta no site do TRF de sua região.

    Para São Paulo e Mato Grosso do Sul, o TRF responsável é o da 3ª Região, e o site para consulta é o trf3.jus.br. É preciso informar seu CPF, o número da OAB do advogado da causa, ou o número do processo.

    O montante liberado pela Justiça é maior, de R$ 2,9 milhões, envolve outras ações, como indenizações salariais a servidores, por exemplo. O dinheiro será destinado a 247,8 mil beneficiários que venceram 194,3 mil processos.

    COMO SEI EM QUANDO VOU RECEBER?

    A data de pagamento dos atrasados depende de quando o juiz mandou o INSS quitar a dívida e de quando a ação chegou totalmente ao final. Os atrasados de até 60 salários mínimos, chamados de RPVs, são quitados em até dois meses após a ordem de pagamento do juiz.

    Valores maiores viram precatórios, que são pagos apenas uma vez por ano. O pagamento da RPV é feito após uma etapa chamada de processamento, em que são abertas contas em nome do segurado ou de seu advogado no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.

    VEJA QUANTO SERÁ PAGO EM CADA REGIÃO DO PAÍS

    TRF da 1ª Região (sede no DF, com jurisdição: DF, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)
    – Geral: R$ 878.146.861,89
    – Previdenciárias/assistenciais: R$ 753.449.675,88 – 36.268 processos, com 43.233 beneficiárias (os)
    TRF da 2ª Região (sede no RJ, com jurisdição: RJ e ES)
    – Geral: R$ 229.412.406,56
    – Previdenciárias/assistenciais: R$ 169.019.388,81 – 7.120 processos, com 10.157 beneficiárias (os)
    TRF da 3ª Região (sede em SP, com jurisdição: SP e MS)
    – Geral: R$ 402.281.857,72
    – Previdenciárias/assistenciais: R$ 330.483.036,12 – 10.924 processos, com 14.028 beneficiárias (os)
    TRF da 4ª Região (sede no RS, com jurisdição: RS, PR e SC)
    – Geral: R$ 601.140.843,08
    – Previdenciárias/assistenciais: R$ 525.549.518,26 – 28.542 processos, com 40.816 beneficiárias (os)
    TRF da 5ª Região (sede em PE, com jurisdição: PE, CE, AL, SE, RN e PB)
    – Geral: R$ 515.188.062,01
    – Previdenciárias/assistenciais: R$ 439.662.254,73 – 21.120 processos, com 35.034 beneficiárias (os)
    TRF da 6ª Região (sede em MG, com jurisdição: MG)
    – Geral: R$ 246.003.520,51
    – Previdenciárias/Assistenciais: R$ 223.713.392,95 – 12.024 processos, com 14.359 beneficiárias (os)
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  • Tive convites dos EUA, mas não penso em deixar o Brasil, diz Barroso

    Tive convites dos EUA, mas não penso em deixar o Brasil, diz Barroso

    “Não estou pensando em deixar o Supremo prontamente, e muito menos eu penso em deixar o Brasil. Eu prefiro o Brasil, eu gosto mesmo do Brasil”, afirmou o ministro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Às vésperas de deixar a presidência do STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Luís Roberto Barroso disse nesta sexta-feira (26) que não pensa em deixar o Brasil, mas que tinha convites de instituições acadêmicas dos Estados Unidos para passar uma temporada fora.

    Em julho, o governo Donald Trump anunciou a proibição da entrada nos EUA de ministros do Supremo considerados “aliados” de Alexandre de Moraes. Barroso é um dos que teria tido o visto revogado.

    Questionado nesta sexta se iria deixar o Supremo ao sair na presidência e quais os seus planos para o futuro, Barroso evitou dar uma previsão sobre a saída da corte, mas disse que pretende ficar no país.

    “Não estou pensando em deixar o Supremo prontamente, e muito menos eu penso em deixar o Brasil. Eu prefiro o Brasil, eu gosto mesmo do Brasil. Mas eu tinha mesmo o convite de mais uma instituição dos Estados Unidos para ir passar uma temporada lá, e eu espero isso em algum lugar do futuro”, afirmou, em conversa com jornalistas.

    Lei Magnitsky

    Barroso afirmou ter sido pego de surpresa com a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, que impôs sanções financeiras ao magistrado e a pessoas próximas a ele.

    O presidente do Supremo afirma que, na origem, a Magnitsky tinha outro propósito, e avalia que a tendência é de arrefecimento das sanções.

    “Eu acho que o país vai se pacificar progressivamente depois de acabarem os julgamentos de todos os grupos. As feridas vão começar a cicatrizar. Mas eu acho que, do ponto de vista político, o núcleo crucial era o mais emblemático. Acho que agora é um pouco um desdobramento”, afirmou. A ação do chamado “núcleo crucial” da trama golpista é a que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Encontro com Lula

    Luís Roberto Barroso disse que conversou rapidamente com o presidente Lula (PT) na quinta-feira (25), durante a posse do novo presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho.

    O presidente do STF disse que Lula pareceu otimista sobre a rápida conversa que teve com o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, na Assembleia-Geral da ONU.

    “Conversei pouco mais de 30 segundos, muito brevemente, e o presidente me pareceu otimista. Otimista e cauteloso, mas me pareceu otimista, acho que sim. Talvez se tenha aberto uma janela de negociação”, disse.

    Contratação de escritório de lobby

    O ministro do Supremo disse ter sugerido a Lula a contratação de um escritório de lobby nos EUA para driblar as barreiras impostas pela gestão Trump contra a diplomacia brasileira.

    “Eu, logo no começo, disse que a diplomacia não está conseguindo entrar, não por culpa dela, mas porque as portas estão fechadas, e eu acho que é preciso contratar um escritório de lobby. Havia muita resistência, porque no Brasil isso tem uma conotação ética negativa”, afirmou.

    Barroso contou que o governo brasileiro não seguiu a sugestão. A iniciativa privada, porém, contratou escritórios e atuou para quebrar resistências do lado americano.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, um grupo de empresários brasileiros foi aos Estados Unidos no início de setembro para distensionar a relação diplomática entre o governo Trump e o Brasil. Joesley Batista, um dos donos da gigante de carnes JBS, foi recebido em audiência pelo próprio Trump.

    Voto impresso

    Barroso disse que um dos destaques da sua atuação na corte foi ter trabalhado contra a implementação do voto impresso, ainda que a postura tenha resultado em ataques contra ele.

    “Uma das coisas importantes que eu fiz, já não na Presidência, mas aqui no Supremo, foi o meu empenho em impedir o voto impresso. Embora tenha me custado um preço pessoal alto, de muito ódio, a começar pelo ex-presidente, que depois se irradiou”, disse Barroso.

    Enquanto presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em 2021 ele fez várias criticas à proposta do voto impresso e defendeu a ausência de fraudes no processo eleitoral desde 1996, quando as urnas eletrônicas começaram a ser usadas.

    Para ele, a impressão do voto resultaria em fraudes, problemas na recontagem e colocaria em risco a segurança do sistema e o sigilo do voto.

    De acordo com Barroso, o projeto de desacreditar o processo eleitoral, que seria importante para o sucesso da tentativa de golpe em caso de derrota eleitoral, começava com o voto impresso.

    “A proposta era voto impresso com contagem pública manual. Então você imagina, primeiro, que ia ter que transportar esses votos nesse país. E, segundo, se a gente está lidando com grupos radicais, foram capazes de invadir esta sala aqui do Supremo, o Congresso e o Planalto, você imagina o que não poderiam fazer nas sessões eleitorais. Portanto, eu acho que ali se jogou uma cartada decisiva na democracia brasileira”, afirmou.

    Pacificação do país

    Barroso disse que se lamentou pelo fato de deixar a presidência do STF sem conseguir pacificar o país, com “ainda muitos núcleos raivosos” espalhados no cenário político brasileiro.

    “Eu gostaria de ter sido a pessoa que pudesse ter feito um resgate maior da civilidade no país, que é perfeitamente possível”, disse. O presidente do STF disse que os julgamentos da trama golpista e do 8 de janeiro dificultaram a pacificação.

    “Os julgamentos do 8 de janeiro, o volume que foi, que demorou, e o julgamento do golpe dificultaram muito criar esse ambiente de total pacificação, porque quem teme ser preso está querendo briga e não pacificação. Então, eu diria que a minha única frustração foi não ter conseguido fazer a pacificação”, completou.

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