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  • Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master

    Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master

    Dias Toffoli se declarou suspeito para analisar o caso e sorteio foi feito pelo sistema eletrônico de distribuição de processos da Corte para escolher um novo relator; mandado de segurança para garantir a abertura da CPI foi protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)

    O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) foi escolhido nesta quarta-feira (11) novo relator da ação para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master.

    Zanin foi escolhido após Dias Toffoli se declarar suspeito para analisar o caso e deixar a relatoria do mandado da segurança. O sorteio foi feito pelo sistema eletrônico de distribuição de processos da Corte.

    No mês passado, Toffoli também deixou a relatoria do inquérito que investiga as fraudes no Master após a Polícia Federal (PF) informar o presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a ele em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da 

    A operação Compliance Zero foi deflagrada no ano passado. O ministro é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.

    CPI

    O mandado de segurança para garantir a abertura da CPI foi protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O parlamentar alega que o requerimento para a criação da comissão já foi protocolado e cumpriu os requisitos legais.

    Segundo o parlamentar, há omissão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao deixar de instalar a CPI.

    “O requerimento obteve um total de 201 assinaturas, cumprindo o requisito de mais de 1/3 (um terço) dos membros da Câmara dos Deputados, possui objeto certo e prazo definido, preenchendo, assim, todos os requisitos previstos no art. 58, § 3º, da Constituição Federal”, disse o deputado.

    Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master

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  • WhatsApp cria recurso para pais poderem controlar conta dos filhos menores de 13 anos

    WhatsApp cria recurso para pais poderem controlar conta dos filhos menores de 13 anos

    Responsáveis vão poder decidir quem pode entrar em contato e em quais grupos os filhos podem participar; mensagens de visualização única serão desativadas de contas de pré-adolescentes

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O WhatsApp vai disponibilizar a opção de contas gerenciadas pelos pais e responsáveis para que possam controlar as conversas de menores de 13 anos. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (11) e o recurso estará disponível nos próximos meses.

    O ECA Digital determina que plataformas online adotem, por padrão, níveis elevados de proteção para crianças e adolescentes. Pela lei, no entanto, o aplicativo deveria oferecer configurações mais restritivas automaticamente para esse público. No caso das contas gerenciadas, elas são opcionais.

    O WhatsApp afirma, no entanto, que esse novo controle não tem a ver com o ECA. A empresa diz que tem trabalhado em um novo tipo de conta para pré-adolescentes há quase dois anos, com base no feedback que recebeu de pais e especialistas ao redor do mundo. E o recurso será lançado globalmente.

    Segundo a empresa, para ter acesso à ferramenta, os pais precisarão do próprio telefone e do filho para vincular as contas. Depois de configurada, a conta será controlada pelos pais, que poderão decidir quem pode entrar em contato e de quais grupos o filho poderá participar.

    Os pais não terão acesso ao conteúdo das mensagens que os filhos recebem ou enviam, mas vão ser notificados, por exemplo, quando receber algo de um número que não está salvo em seus contatos.

    Caso a criança queira enviar mensagem para um novo contato, ela deverá adicionar a pessoa aos contatos, o que enviará um alerta para o pai, mãe ou responsável.

    Os pais também vão ser informados quando os filhos receberem convite para entrar em um grupo. Somente a partir da autorização dos responsáveis, eles vão podem fazer parte do grupo. Quando novos contatos forem adicionados ao grupo, os pais também serão notificados.

    Nessa configuração, os adolescentes também não terão mais a opção de receber ou enviar mensagens de visualização única.

    A empresa disse que o recurso de controle foi criado a partir de uma demanda dos próprios pais, que relataram a necessidade de adaptações no aplicativo para o uso de menores de 13 anos.

    Os novos controles e configurações parentais são protegidos por um PIN no dispositivo gerenciado. Somente os pais podem acessar e alterar as configurações de privacidade, garantindo que eles tenham o poder de personalizar a experiência de sua família.

    O anúncio da nova ferramenta para o WhatsApp vai ao encontro do que outras redes sociais têm adotado após serem alvo de uma onda de processos judiciais e críticas da comunidade científica de terem criado um ambiente virtual potencialmente danoso para a saúde mental de jovens.

    Em fevereiro do ano passado, por exemplo, o Instagram passou a reconfigurar automaticamente as contas de adolescentes no Brasil e em outros países da América Latina. Os perfis dos usuários com menos de 18 anos passaram a ter uma série de restrições, as quais só poderão ser retiradas com a autorização dos pais.

    Thiago Tavares, presidente da Safernet Brasil, diz que a introdução de algum tipo de ferramenta de controle no WhatsApp é um avanço ainda mais tendo em vista que esta é a plataforma mais usada pelos brasileiros.

    “Sem sombra de dúvida é um avanço, já que 97% da população conectada à internet usa o WhatsApp e não havia nenhum tipo de controle parental até agora. Obviamente, não é uma ferramenta perfeita, mas é uma camada adicional de segurança.”

    Para ele, a mudança faz com que o WhatsApp se torne mais seguro para crianças do que seus concorrentes, como Telegram, Signal e Discord, onde não há esse tipo de ferramenta de controle.

    Tavares, no entanto, destaca que a efetividade da ferramenta depende de um passo anterior: a verificação etária.

    Já o psicólogo social e especialista em educação digital do Instituto Alana Rodrigo Nejm afirma que a criação de novas ferramentas ainda está longe de resolver o problema. “Essas ferramentas colocam uma nova camada [de proteção], mas o ponto principal é a idade mínima. Na própria loja dos aplicativos há uma idade mínima recomendada de 12 anos, e a classificação indicativa não é à toa”, diz.

    Segundo o ECA Digital, a partir do próximo dia 17 de março, as plataformas digitais passam a ser obrigadas a aferir a idade de seus usuários. As empresas, no entanto, defendem que a medida é complexa e precisam de mais tempo.

    “É um esforço que não é trivial, os órgãos de controle reconhecem a complexidade. Só que, sem a verificação etária, não é possível colocar em prática as ferramentas de controle e proteção que estão previstas no ECA Digital. Por isso, precisamos desse esforço para que os usuários tenham sua idade conferida”, destaca Tavares.

    Para ele, apenas as ferramentas de controle não são suficiente para tornar o ambiente digital seguro. Segundo ele, o foco excessivo nessas ferramentas jogam nos pais uma responsabilidade que deveria ser das big techs: a maior regulação nas plataformas. “O ambiente digital continua doente. Não adianta apenas criar um cercadinho para as crianças e achar que elas estão protegidas. As empresas precisam investir mais na moderação de conteúdo.”

    Nejm concorda e destaca que ainda há dúvidas sobre o tipo de conteúdo que continuará circulando entre menores, mesmo com contas gerenciadas. Os conteúdos impróprios muitas vezes não chegam por estranhos, mas por outras crianças, “o que mostra que estamos longe de ter ferramentas realmente adequadas”, afirma. Ele também aponta que algumas funções exigem autorização dos responsáveis, enquanto outras apenas enviam notificações, o que pode gerar sobrecarga e dificultar o acompanhamento pelas famílias.

    O especialista do Instituto Alana também rebate críticas de que esse tipo de recurso representaria vigilância excessiva. “O ECA digital veda a vigilância massiva, não é disso que se trata”, afirma.

    WhatsApp cria recurso para pais poderem controlar conta dos filhos menores de 13 anos

  • Zelador diz sentir saudade de Ana Paula, que está no BBB 26, e que sister divide doces com ele

    Zelador diz sentir saudade de Ana Paula, que está no BBB 26, e que sister divide doces com ele

    Ana Paula Renault ganhou um ano de chocolates da Nestlé como prêmio no reality show; Natanael brincou e pediu que a jornalista ganhe o prêmio para comerem juntos depois

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O zelador do prédio onde mora Ana Paula Renault disse sentir saudade da veterana e contou que costuma ganhar parte dos doces que ela recebe de fãs. O vídeo foi publicado no perfil da sister no Instagram na tarde desta quarta (11).

    A participante citou o funcionário durante uma conversa no reality, após conquistar um prêmio de um ano de chocolates da Nestlé. Segundo ela, já tem com quem dividir o estoque.

    “Meu um ano de Nestlé eu vou ter que dividir com o Sr. Natanael. Ele sabe que eu como doce todo dia. Sempre que estou comendo doce, reparto lá para ele”, disse a sister na casa do BBB 26.

    Em vídeo nas redes sociais, Natanael respondeu à menção e mandou um recado à moradora. “Estou com muita saudade de você. Vê se ganha esse chocolate Nestlé para comermos depois”, brincou.

    Zelador diz sentir saudade de Ana Paula, que está no BBB 26, e que sister divide doces com ele

  • Trump diz que EUA derrubaram liderança do Irã 'duas vezes'

    Trump diz que EUA derrubaram liderança do Irã 'duas vezes'

    “Derrubamos a liderança deles duas vezes. Agora há um novo grupo assumindo. Vamos ver o que acontece com eles”, disse Donald Trump sobre a guerra dos Estados Unidos contra o Irã

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que as forças americanas “derrubaram” a liderança do Irã duas vezes.

    Trump afirmou que as forças americanas destruíram a Marinha iraniana. Em conversa com repórteres em Cincinnati, no estado de Ohio, o presidente falou sobre o conflito e a liderança do Irã, mas não citou nomes.

    “Derrubamos a liderança deles duas vezes. Agora há um novo grupo assumindo. Vamos ver o que acontece com eles”, disse Donald Trump.

    Mais cedo, a agência de notícias Reuters informou que o recém-empossado líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, teria sofrido ferimentos leves, mas que seguia no comando do país, segundo uma autoridade iraniana.

    A fonte não deu detalhes sobre quando Khamenei teria se ferido nem explicou por que ele não fez nenhuma declaração pública desde a nomeação.

    Trump diz que EUA derrubaram liderança do Irã 'duas vezes'

  • Stone demite 370 funcionários; sindicato fala em substituição de trabalhadores por IA

    Stone demite 370 funcionários; sindicato fala em substituição de trabalhadores por IA

    Segundo a empresa, cortes fazem parte de ajuste para ganho de eficiência; desligamentos ocorreram em meio à negociação do acordo coletivo; sindicato estuda ir à Justiça

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Stone demitiu 370 funcionários nesta terça-feira (10). A empresa diz tratar-se de ajuste pontual em sua estrutura como “parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência”. O sindicato de tecnologia vê relação com a substituição de trabalhadores por IA (inteligência artificial).

    Segundo a companhia de meios de pagamento, a operação continua normalmente, sem impacto para clientes ou parceiros. A Stone tem entre 11 mil e 12 mil funcionários e as demissões representam cerca de 3% do quadro.

    Para o Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo), houve demissão em massa. Segundo nota nas redes sociais, a medida surpreendeu trabalhadores e representantes sindicais por ocorrer durante negociações do acordo coletivo.

    O órgão diz que poderá entrar com ação coletiva na Justiça, pedindo reintegração, e destaca entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) de que demissões coletivas devem ser precedidas de negociação.

    Informações são de que a Stone teria estudo mostrando ser possível obter os mesmos resultados com menos trabalhadores. O departamento de tecnologia foi o que mais sofreu cortes. O uso de IA está em curso na empresa, como em outras companhias.

    Em julho de 2025, a empresa vendeu a Linx, negociação que lhe trouxe dinheiro em caixa. A compra foi feita pela companhia de tecnologia Totvs por R$ 3,05 bilhões, em uma operação financiada com o próprio caixa da companhia e com instrumentos de dívida ainda a serem contratados. A Linx lidera o mercado de software para varejo, atendendo mais de 60 mil empresas, segundo seu site.

    Stone demite 370 funcionários; sindicato fala em substituição de trabalhadores por IA

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  • Carlos Alberto de Nóbrega recebe alta após três dias internado em SP

    Carlos Alberto de Nóbrega recebe alta após três dias internado em SP

    O apresentador teve um quadro de pressão alta e pneumonia: “O Carlos Alberto está se recuperando bem. Ele teve alta hoje e já deixou hospital para continuar o tratamento em casa”, disse assessoria do SBT

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Carlos Alberto de Nóbrega, 89, recebeu alta hoje após ficar três dias internado no Hospital Sirio Libanês.

    O apresentador deu entrada no hospital no domingo para uma avaliação médica e, durante os exames, foi identificado um início de pneumonia. “O Carlos Alberto está se recuperando bem. Ele teve alta hoje e já deixou hospital para continuar o tratamento em casa”, disse assessoria do SBT ao UOL.

    Na segunda-feira, ele publicou um vídeo ao lado da esposa, Renata de Nóbrega, 49. para falar com os seguidores sobre a internação. “Eu vim tratar de uma coisa e descobri outra: estou com uma pneumonia pequena. Certamente vou ficar aqui mais um dia ou dois. Graças a Deus estou bem. A pressão já está baixa, mas a preocupação é a pneumonia, por conta da minha idade”, disse Carlos Alberto no vídeo.

    Apresentador completa 90 anos amanhã. Em entrevista ao UOL no ano passado, o apresentador de A Praça É Nossa disse querer trabalhar até os últimos dias de sua vida. “Aposentar? Isso é coisa pra velho”, brincou ele

    “Só Deus sabe até quando eu fico. Sempre digo: enquanto eu tiver condições de fazer A Praça de maneira digna, que não seja velho gagá, eu continuo. Se um dia eu sentir que não dá mais, eu paro. A televisão não vai parar comigo, eu é que paro com ela. Mas, quando vai ser isso? Só aquele homem lá de cima sabe”, disse Carlos Alberto de Nóbrega, em maio de 2025, ao UOL.

    Carlos Alberto de Nóbrega recebe alta após três dias internado em SP

  • Pentágono diz que 6 dias de guerra já custaram bilhões aos EUA, diz jornal

    Pentágono diz que 6 dias de guerra já custaram bilhões aos EUA, diz jornal

    Estados Unidos estão em conflito contra o Irã desde o final de fevereiro deste ano; a estimativa apontada não incluiu alguns dos custos associados à operação, revelou o The New York Times

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Autoridades do Pentágono disseram, em uma reunião a portas fechadas com parlamentares, que a guerra no Irã já custou aos Estados Unidos o valor de US$ 11,3 bilhões (ou R$ 57,9 na cotação atual) em apenas seis dias, segundo informou o jornal The New York Times.

    A reunião entre governo Trump e parlamentares ocorreu no Capitólio. A estimativa apontada não incluiu alguns dos custos associados à operação. O jornal citou três pessoas familiarizadas com o evento.

    “Por esse motivo, os parlamentares esperam que o número aumente consideravelmente à medida que o Pentágono continua a calcular os custos acumulados apenas na primeira semana” – The New York Times

    EUA estão em conflito contra o Irã desde o final de fevereiro. Ao lado de Israel, o país lançou ofensiva militar em Teerã que resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei. O segundo filho dele, Mojtaba Khamenei, foi eleito para sucedê-lo.

    Os Estados Unidos atingiram pelo menos 5.000 alvos durante os 12 dias de conflito. Segundo a rede de TV americana CBS News, dos cinco mil alvos, 50 navios iranianos foram destruídos ou danificados e 30 bases ou instalações militares atingidas. Os dados foram fornecidos pelo Centcom (Comando Central dos Estados Unidos).

    VEJA ABAIXO:

    • Navios iranianos destruídos ou danificados: 50
    • Bases ou instalações militares: 30
    • Locais de lançamento de mísseis (incluindo pelo menos 200 lançadores): 23
    • Instalações de liderança governamental: 11
    • Instalações de comando, controle e inteligência: 28
    • Instalações industriais de defesa: 9
    • Instalações de energia (incluindo refinarias de petróleo): 4
    • Aeroportos: 4
    • Instalações de pesquisa nuclear: 2
    • Instalações de mídia administradas pelo Estado: 2

    Dados foram contabilizados até a manhã desta terça (10). Teoricamente, nessa conta, não foram contabilizados os 16 navios minadores inativos destruídos pelos americanos no Estreito de Hormuz. O número de drones abatidos também não.

    Suspeita de bombardear escola em Teerã. Os Estados Unidos são acusados de terem promovido ataque a uma escola de meninas, que causou a morte de 168 crianças no primeiro dia de guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após pressão internacional, os americanos anunciaram a abertura de investigação.

    Emissora também mapeou alvos atingidos pelo Irã. O número é significativamente menor do que o registrado pelos EUA.

    ALVOS ATINGIDOS PELO IRÃ

    • Instalações militares dos EUA e aliados: 18
    • Unidades ou posições militares: 6
    • Instalações e embarcações de energia: 6
    • Embaixadas e consulados: 4
    • Aeroportos (quase todos civis em cinco países):6
    • Instalações civis (incluindo vários hotéis): 8
    • Instalações portuárias: 3
    • Navios comerciais civis: 3

    Número de mortos aumenta no Irã. Até agora, os ataques de Israel e EUA já mataram 1.262 pessoas, segundo reportou a Hrana (Human Rights Activists News Agency), uma agência de notícias iraniana focada em direitos humanos. A maior parte das vítimas são civis, incluindo 200 crianças.

    Pentágono diz que 6 dias de guerra já custaram bilhões aos EUA, diz jornal

  • Silveira defende manter preço da gasolina e ameaça acionar PF contra 'especulação criminosa'

    Silveira defende manter preço da gasolina e ameaça acionar PF contra 'especulação criminosa'

    Ministro afirmou que vai acionar Cade, Senacon, ANP e PF contra aumentos abusivos nos postos; guerra de EUA e Israel contra Irã fez preço do petróleo disparar, e entidades pressionam Petrobras por reajustes

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, negou haver necessidade de elevar o preço da gasolina no Brasil em razão da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã e ameaçou multar e acionar a Polícia Federal (PF) contra distribuidoras e revendedoras que aumentem o valor cobrado por combustíveis.

    “É naturalmente um momento de apreensão do mundo inteiro, não só do Brasil, porque nós vivemos um caos geopolítico, mas não tem risco ao abastecimento [de combustível] e, muito pelo contrário, há toda condição de se manter o preço dos combustíveis”, disse nesta quarta-feira (11).

    Nos últimos dias, entidades do setor pressionaram o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a Petrobras a reajustar o preço dos combustíveis.

    Silveira disse que são abusos cometidos por distribuidoras e revendedoras de combustível, e que vai acionar a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), a ANP (Agência Nacional de Petróleo e Gás), o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a PF contra esse tipo de situação.

    “O que há é uma criminosa especulação por parte dessas distribuidoras e dos revendedores. Por isso, nós vamos aplicar as multas devidas, vamos fiscalizar, vamos fazer operações”, disse.

    Ele lembrou que o Brasil é um país exportador de petróleo (produz mais do que consome) e importa apenas uma parte do diesel e da gasolina que usa.

    Nesta quarta, o Irã atacou mais três navios no golfo Pérsico e voltou a enfatizar que pretende manter fechado o estreito de Hormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial. “Se preparem para o petróleo a US$ 200 o barril”, disse o porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaqari.

    Nesta quarta, o preço do petróleo -o barril Brent, o referencial do mercado- iniciou o dia em queda, mas depois subiu 6%.

    Em resposta a alta dos preços, a AIE (Agência Internacional de Energia) anunciou a liberação de 400 milhões de barris no mercado, em um movimento inédito em sua história.

    A postura da Petrobras até aqui, que detém o controle majoritário do produto no país, é de tratar o aumento como uma volatilidade de momento, mas ainda incipiente para levar a decisão de aumentar o valor comercializado no mercado.

    O mesmo é avaliado por integrantes do governo, que lembram que subir o preço da gasolina é uma medida impopular e que deve ser tratada com cautela diante do crescimento de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida contra Lula para as eleições de 2026.

    A alta do preço, porém, vem aumentando a defasagem do preço da gasolina e do diesel no mercado internacional com relação ao nacional -ou seja, reduzindo a margem de lucro para o mercado interno e beneficiando a exportação.

    Por isso, postos de combustíveis e entidades do setor vêm pressionando a Petrobras e já anunciam aumento no valor cobrado pelos dois combustíveis nas bombas, o que encarece o custo para o consumidor.

    Silveira defende manter preço da gasolina e ameaça acionar PF contra 'especulação criminosa'

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  • Defesa de Bolsonaro diz que data para visita de assessor de Trump é inviável e pede troca

    Defesa de Bolsonaro diz que data para visita de assessor de Trump é inviável e pede troca

    Ministro determinou que encontro de Darren Beattie com o ex-presidente deve seguir regras da Papudinha; advogados afirmam que integrante do governo dos EUA não estará em Brasília na data

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A defesa de Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (11) que a data definida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para a visita do conselheiro para relações com o Brasil nos Estados Unidos, Darren Beattie, ao ex-presidente é inviável. Os advogados pediram que o magistrado reconsidere sua decisão e autorize o encontro na próxima segunda (16) ou terça (17).

    Na noite de terça (10), Moraes liberou a reunião entre Beattie e Bolsonaro na Papudinha, onde o ex-presidente está preso em Brasília, mas rejeitou a solicitação dos advogados para que o encontro ocorresse em dias excepcionais devido ao curto período do americano na capital federal.

    O ministro determinou que a visita ocorra na quarta (18), das 8h às 10h. Pelas regras de visitação na Papudinha, batalhão da Polícia Militar ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda, Bolsonaro só pode receber visitas às quartas e aos sábados.

    Os advogados de Bolsonaro afirmaram que o conselheiro do governo de Donald Trump não poderá ficar em Brasília até a data escolhida por Moraes, o que impede a visita a Bolsonaro.

    “Trata-se de funcionário de alto escalão do Departamento de Estado dos Estados Unidos, cujos compromissos internacionais são estruturados com antecedência e submetidos a rígida agenda diplomática, especialmente em deslocamentos internacionais de curta duração. Nessas circunstâncias, não há possibilidade concreta de extensão da permanência em Brasília para adequação à data fixada”, diz a defesa do ex-presidente.

    Darren Beattie é crítico do governo Lula e de Alexandre de Moraes. Ele já chamou o ministro de “principal arquiteto do complexo de censura e perseguição” contra Bolsonaro, além de ser próximo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), de quem recebeu agradecimentos após a imposição de sanções da Lei Magnitsky sobre Moraes.

    O conselheiro de Trump estará em São Paulo e em Brasília para entender o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro, segundo apurou a Folha de S. Paulo, e deve se encontrar com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

    Beattie também vai tratar de decisões judiciais que determinaram o bloqueio de perfis em redes sociais no âmbito dos inquéritos sobre “fake news” e milícias digitais conduzidos pelo Supremo.

    Ele ainda deve ter uma ampla agenda com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que a partir de junho será comandado por ministros do STF indicados por Bolsonaro, com Kássio Nunes Marques na presidência e André Mendonça como vice.

    Defesa de Bolsonaro diz que data para visita de assessor de Trump é inviável e pede troca

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  • Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Se o Irã desistir de disputar a Copa do Mundo, na esteira dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país do Oriente Médio, não será o primeiro caso na história do torneio.

    Seja por questões logísticas, por questões políticas ou por conflitos armados, a Copa convive com ausências desde sua primeira edição, em 1930, no Uruguai.

    Autor de “O livro de ouro das Copas”, o jornalista Lycio Vellozo Ribas lembra que, durante as primeiras edições do Mundial, muitas seleções, em especial as europeias, abdicaram de participar pelas longas viagens que à época duravam algumas semanas, quando as sedes eram na América do Sul.

    “O primeiro caso envolvendo questões geopolíticas que impediram uma seleção de participar do torneio foi em 1938, quando a Áustria, que já tinha vaga confirmada na competição a ser realizada na França, foi anexada pela Alemanha nazista”, afirmou Ribas.

    Na ocasião, alguns jogadores austríacos se juntaram à seleção germânica, e a vaga reservada ao combinado austríaco não foi preenchida, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio sua adversária na estreia, avançando diretamente para a fase seguinte.

    Ribas acrescentou que, mais recentemente, o último caso foi o da Rússia, que foi impedida de participar das Eliminatórias europeias e, portanto, da Copa no Qatar, pela invasão do exército de Vladimir Putin à Ucrânia.

    O autor do livro afirmou que, diferentemente de outras edições que foram realizadas sem substitutos para vagas em aberto, desta vez a Fifa certamente irá preencher o lugar que eventualmente seja aberto pela ausência iraniana.

    Ele disse acreditar que uma opção mais viável seria o Iraque, que está na repescagem intercontinental, herdar a vaga, com os Emirados Árabes Unidos, eliminados pela seleção iraquiana no play-off asiático, assumindo seu lugar na disputa por duas vagas restantes no Mundial.

    Relembre as principais desistências em Copas do Mundo

    1930
    A primeira edição da Copa do Mundo foi a única em que as seleções participantes foram convidadas, sem Eliminatórias preliminares.

    Representante da África, a seleção do Egito tinha a participação confirmada no torneio realizado no Uruguai, mas não conseguiu comparecer por problemas logísticos, após uma tempestade impedir que a delegação embarcasse. A competição acabou sendo realizada com 13 seleções.

    1934
    Campeão da edição inaugural, o Uruguai boicotou a segunda edição, na Itália, como forma de retaliação pela Azurra, além de uma série de outras seleções europeias, ter se recusado a viajar à América do Sul para participar da disputa quatro anos antes. Foram 16 seleções na disputa, com Brasil e Argentina como os dois representantes sul-americanos.

    1938
    Argentina e Uruguai decidiram não participar da Copa na França como forma de protesto, pela opção da Fifa de organizar o torneio pela segunda vez consecutiva na Europa, sem respeitar o acordo de rodízio continental.

    Classificada para a Copa, a Áustria foi invadida e anexada pela Alemanha, com alguns jogadores austríacos se juntando à seleção germânica. Não houve escolha por substituto, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio adversária da Áustria, avançando diretamente para a próxima fase.

    1950
    A Copa disputada no Brasil foi marcada por uma série de desistências, com apenas 13 seleções na disputa.

    A Índia deixou de vir por falta de verba e pela opção de priorizar a participação nos Jogos Olímpicos de 1952, em Helsinque, na Finlândia, enquanto a França desistiu ao alegar que teria de percorrer distâncias muito longas durante o torneio em território brasileiro.

    A Turquia também citou razões financeiras para declinar da participação. Já a Escócia não disputou após ter terminado na vice-liderança nas classificatórias britânicas -a federação escocesa havia estabelecido que participaria apenas se tivesse terminado com o primeiro lugar, que ficou com a Inglaterra.

    1958
    Durante as Eliminatórias para a Copa da Suécia, Egito, Sudão, Turquia e Indonésia se recusaram a enfrentar Israel pela vaga destinada à Ásia/África. País de Gales, segundo em seu grupo nas Eliminatórias europeias, atrás da Tchecoslováquia, acabou sendo escolhido como o adversário, vencendo a seleção israelense e carimbando sua vaga no Mundial.

    1966
    A edição da Copa na Inglaterra foi marcada pela ausência de equipes africanas na disputa. As 15 seleções do continente se recusaram a disputar as Eliminatórias, como forma de protesto por terem de participar de uma repescagem com seleções da Ásia e da Oceania por uma vaga no torneio. Na edição seguinte, em 1970, a África passou a ter uma vaga exclusiva.

    1974
    As Eliminatórias da Copa na Alemanha Ocidental tiveram disputas entre seleções sul-americanas e europeias, entre elas o confronto entre Chile e União Soviética.

    As duas seleções jogaram a primeira partida em Moscou e ficaram em um empate sem gols. A União Soviética se recusou a jogar a partida da volta, que seria disputada no Estádio Nacional de Santiago, alegando que o local era um centro de detenção de presos políticos da ditadura de Augusto Pinochet.

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa