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  • Não foi só menino de 5 anos: ICE prendeu mais 3 menores no Minnesota

    Não foi só menino de 5 anos: ICE prendeu mais 3 menores no Minnesota

    O Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) não teria detido apenas um menino de cinco anos no Minnesota. Há, pelo menos, mais três menores sob controle destas autoridades. Pelo menos duas destas crianças estariam em um centro de detenção no Texas.

    Há mais uma prisão deixando o estado no Minnesota, os EUA e outras regiões do mundo em choque. Desta vez, o ICE [Serviço de Imigração e Alfândega] prendeu uma criança de cinco anos, quando ela regressava da escola com o pai.

    Durante a coletiva de imprensa que foi dada na cidade de Columbia Heights, onde pai e filho moram, foi revelado que era não era um caso único naquela comunidade escolar.

    Vale destacar que o irmão mais velho de Liam Ramos chegou em casa 20 minutos depois da prisão, onde permanece. Já o pai e o irmão foram levados para um centro de detenção no Texas, mesmo estando legalizados no país e tendo entrado no âmbito de um pedido de asilo.

    Para além de Liam, quem são os três menores levados pelo ICE?

    A comunidade escolar de Columbia Heights revelou que este não é o primeiro caso de um menor sendo levado pelo ICE, apesar de os outros três não serem tão novos quanto Liam Ramos, que tinha feito os cinco anos há pouco tempo, de acordo com a imprensa internacional.

    Zena Stenvik, superintendente deste distrito escolar explicou, na coletiva de imprensa, que no mesmo dia em que Liam foi levado pelo ICE, na terça-feira, aconteceu o mesmo com outro menor. Um aluno de 17 anos foi retirado de um carro por agentes “armados e com máscaras” e sem a presença dos pais.

    Em um outro caso, no último dia 14, agentes do ICE “entraram a força em um apartamento” e prenderam uma aluna de 17 anos e a sua mãe.

    Stenvik contou ainda que o outro caso aconteceu no dia 6, quando uma criança de dez anos foi levada, supostamente, por agentes do ICE enquanto estava indo para a escola primária com a sua mãe.

    A porta-voz disse que a menina de dez anos ligou para o pai durante as prisões e disse que os agentes do ICE a levariam até à escola, mas quando o progenitor chegou ao estabelecimento de ensino, descobriu que tanto a filha como a esposa tinha sido presas. Ambas fora levadas para um centro de detenção no Texas, à semelhança do que aconteceu com Liam Ramos e o pai.

    O que acontece no Minnesota?

    Ao longo dos últimos meses, têm sido alguns os casos polêmicos que envolvem o ICE e, nestas semanas que passaram, um deles se tornou mortífero. Foi o que aconteceu com Nicole Renee Good, uma mulher que foi alvejada quatro vezes após sair com o carro ‘virando as costas’ aos agentes do ICE.

    A situação foi gravada de vários pontos de vista, e levantou dúvidas sobre a necessidade de matar, já que, aparentemente, o agente do ICE não corria perigo de vida ao contrário do que foi dito, inclusive, pela administração Trump.

    Já este domingo, um imigrante de Laos que vive nos EUA há décadas foi levado por agentes do ICE vestido apenas com roupa íntima e com um cobertor, em uma época em que a temperatura exterior rondava os -12ºC. O homem foi libertado horas depois, mas diz que não se sente seguro em casa.

    Não foi só menino de 5 anos: ICE prendeu mais 3 menores no Minnesota

  • Bolsonaristas detonam Tarcísio por 'ignorar' Jair na prisão

    Bolsonaristas detonam Tarcísio por 'ignorar' Jair na prisão

    Tarcísio tentou reagir a Flávio e mostrar voz própria, segundo aliados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O anúncio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de que visitará o ex-presidente Jair Bolsonaro na próxima semana foi o desfecho de uma sequência de incidentes que alimentou discussões acaloradas entre bolsonaristas.

    Tarcísio voltou a reafirmar, pela segunda vez em duas semanas, que não quer disputar a Presidência no lugar de Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo ex-presidente para o cargo. Ele tinha sofrido uma série de críticas nos últimos dias por faltar a uma visita que tinha sido marcada para quinta (22). O governador decidiu desmarcar o encontro, citando compromissos em São Paulo, mas, em sua agenda oficial, constava apenas o item “despachos internos”. À tarde, ele promoveu uma troca no secretariado, mudando a Casa Civil estadual.

    A decisão de não visitar Bolsonaro na data marcarda foi analisada por aliados como uma tentativa de impor um limite aos filhos do ex-presidente.

    Um auxiliar de Tarcísio disse que o governador vinha acumulando desgastes com Flávio e atribuindo a auxiliares do senador a criação de boatos relacionados a uma eventual campanha presidencial -que ele nega- e até rumores de que planeja deixar a política.

    Ao longo desta quinta (22), enquanto bolsonaristas criticavam Tarcísio por cancelar o encontro com o ex-presidente na prisão, parte do grupo agiu para acalmar os ânimos.

    “Tarcísio de Freitas, é um aliado importante, forte e leal. Conheço-o pessoalmente e afirmo, sem hesitação: trata-se de um homem de bem, comprometido com o projeto nacional liderado por Jair Bolsonaro”, escreveu em rede social Adolfo Sachsida, ex-secretário de Política Econômica de Bolsonaro que tem auxiliado Flávio a buscar aliados no mercado financeiro.
    Como mostrou a Folha, Tarcísio cancelou a visita após se irritar com a declaração do filho do ex-presidente de que o encontro seria para o governador ouvir que sua candidatura presidencial estava “descartada”. O senador se lançou ao Planalto em dezembro com apoio do pai.

    O encontro com Bolsonaro foi remarcado para a próxima quinta-feira (29), e Tarcísio escreveu em rede social que é “grato e leal” ao ex-mandatário.

    Entre apoiadores mais radicais do ex-presidente, a atitude de Tarcísio de adiar a visita e passar o dia no Palácio dos Bandeirantes foi vista como afronta, o que acabou explicitando a tensão entre o clã Bolsonaro e o governador.

    Nesse grupo, também ganhou força a leitura de que Tarcísio, ao contrário do que diz publicamente, trabalha não pela reeleição e, sim para disputar o Palácio do Planalto. A avaliação é que, por isso, ele teria evitado a conversa com o ex-presidente, que poderia cobrar um compromisso mais claro com a candidatura de Flávio.

    Interlocutores do governador negam essa versão. Eles afirmam que o cancelamento da visita não afeta o plano de concorrer à reeleição e que Tarcísio não faz nenhum movimento para viabilizar uma candidatura presidencial.

    Um aliado próximo disse que o governador e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro conversaram por telefone ainda na noite de quarta-feira (21), quando Tarcísio afirmou haver uma questão de agenda e que seria preciso mudar a data da visita.

    Quem defende o nome de Flávio afirma que Tarcísio enviou o recado de que não aceitará pressão e quis evitar o constrangimento de ser cobrado pelo ex-presidente a fazer campanha pelo filho. Como resultado, vem sendo classificado como orgulhoso.

    Deputados bolsonaristas, porém, receberam o recado de segurar críticas ao governador, seguindo a orientação de Flávio de buscar a união dos nomes da direita.

    A disputa na direita se intensificou nos últimos dias entre defensores de que Flávio seja o presidenciável do campo, como indicou Bolsonaro, e aqueles que mantêm a preferência pela candidatura presidencial de Tarcísio. O episódio da transferência do ex-presidente para a Papudinha, na semana passada, e a articulação em torno de uma eventual prisão domiciliar impulsionaram a dupla Tarcísio-Michelle em detrimento dos filhos de Bolsonaro.

    Em vídeo publicado na quarta (21), o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) falou sobre uma suposta tentativa de derrubar a candidatura do irmão.

    “A campanha do Flávio está a todo vapor e não será derrubada. Se isso, por ventura, chegasse a se verificar, qual o sentimento que você teria no seu coração? Que pessoas trabalharam para chantagear Bolsonaro e, numa negociata espúria, inescrupulosa, suja e vil, tiveram êxito”, disse.

    Aliados e auxiliares de Tarcísio, por outro lado, minimizam o gesto de distanciamento do governador, que, desde a eleição em 2022, tem mantido uma posição dúbia em relação ao bolsonarismo e buscado certa independência.

    Eles não escondem que houve um recado por parte de Tarcísio, mas afirmam que ele apenas buscou reagir a ataques que tem recebido e mostrar que não vai aceitar ser tutelado ou pressionado, que tem voz própria e espaço como governador de São Paulo.

    Um interlocutor do governador diz que ele conseguiu comunicar que não se trata de uma divergência em relação a Bolsonaro, por quem disse ter solidariedade e gratidão, e sim de uma ação para evitar uma emboscada dos filhos do ex-presidente.

    Ainda de acordo com esses aliados, a atitude de Tarcísio foi correta e não deve gerar prejuízo eleitoral, enquanto o entorno de Flávio avalia que o governador pode, sim, perder votos ao se afastar do ex-presidente.

    Bolsonaristas detonam Tarcísio por 'ignorar' Jair na prisão

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  • iPhone sem som? Aqui tem algumas soluções para resolver

    iPhone sem som? Aqui tem algumas soluções para resolver

    Há truques e pequenas verificações que pode fazer para resolver eventuais problemas do iPhone no que diz respeito ao som e áudio. Antes de contactar o apoio ao cliente da Apple há alguns passos que pode tomar para ver se a resolução está ao seu alcance!

    Apesar de serem fiáveis, os iPhones podem apresentar – tal como os celulares de outras marcas – alguns problemas técnicos e bugs esporádicos que podem afetar a experiência de utilização.

    Entre os mais comuns estão problemas relacionados com o som que, em alguns casos, pode mesmo deixar de ser emitido pelas colunas do iPhone. Se já se deparou com esta situação ou está passando por isto, o site Lifewire tem algumas dicas sobre o que pode fazer para resolver o problema.

    Vale destacar que nenhuma destas potenciais soluções oferece a garantia que o problema fique resolvido, sendo apenas uma forma de saber qual pode ser a origem da questão e que, em último caso, deverá contactar o apoio ao cliente da Apple.

    Esclarecido isto, saiba abaixo como pode ‘reparar’ o seu iPhone caso este não tenha som:

    • Verifique os botões de volume;
    • Vá até às definições e verifique que está tudo ativado;
    • Assegure-se que o iPhone não está no modo para auriculares;
    • Desative o Bluetooth;
    • Verifique as opções de ‘output’ de áudio;
    • Reinicie o iPhone;
    • Atualize o sistema operacional;

    iPhone sem som? Aqui tem algumas soluções para resolver

  • 70% dos países do 'Conselho da Paz' de Trump são autocracias ou ditaduras

    70% dos países do 'Conselho da Paz' de Trump são autocracias ou ditaduras

    O Conselho da Paz lançado por Donald Trump é uma tentativa de suplantar ONU; apesar de já lançada, estrutura da organização continua pouco clara

    SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (22) a criação do chamado Conselho da Paz, órgão que o governo americano espera utilizar para suplantar as Nações Unidas -embora o americano negue essa intenção.

    Inicialmente pensado como instrumento para governar a Faixa de Gaza como parte do cessar-fogo na região, o conselho tem ganhado contornos mais amplos, movimento recebido com preocupação por países como França, Canadá, Reino Unido e Brasil.

    “Este conselho tem a chance de ser um dos conselhos mais importantes já criados. É minha grande honra servir como presidente, fiquei muito honrado quando me pediram isso”, disse Trump, embora seu governo tenha sido o idealizador e fundador do grupo.

    A cerimônia de assinatura ocorreu às margens do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça -evento já ofuscado pela investida tarifária e diplomática de Trump, ora suspensa, de anexar a Groenlândia. O anúncio teve a presença de alguns dos líderes que já aceitaram participar do conselho, como o argentino Javier Milei, o indonésio Prabowo Subianto e o húngaro Viktor Orbán.

    Durante sua fala, Trump criticou a ONU e afirmou que a iniciativa sobre Gaza pode ser “algo único para o mundo”, indicando sua pretensão de que o grupo criado não se limite a discutir o território palestino.

    “Eu sempre disse que as Nações Unidas têm um potencial tremendo, mas não o usou”, afirmou. “Eu acho que a combinação do Conselho da Paz, com o tipo de gente que temos aqui, junto com a ONU, pode ser algo muito único para o mundo. Isso é para o mundo, não é para os EUA.”

    Entre os 24 países que já aceitaram o convite de Trump, 17 têm regimes autocráticos ou ditatoriais, segundo o Instituto V-Dem, que monitora parâmetros democráticos anualmente. São os casos de Hungria, Qatar e Arábia Saudita, por exemplo, que mantêm relações próximas com o governo americano sob Trump.

    Por outro lado, mesmo aquelas que são consideradas democracias plenas, como Argentina, Israel e Paraguai, têm governos que se mostram alinhados ao presidente republicano. Os líderes Javier Milei, Binyamin Netanyahu e Santiago Peña, nesses casos, adotam políticas conservadoras em seus respectivos países.

    Em dado momento de seu discurso, Trump olhou para os líderes sentados em cadeiras no palco do evento e disse: “É, todos são meus amigos. Alguns… deixe-me ver, alguns que gosto, alguns que não gosto. Não, na verdade, desse grupo eu gosto de cada um deles, dá para acreditar? Às vezes tem dois ou três que não suporto, mas gosto de cada um deles.”

    O grupo nasce com a participação também de países como Israel, Arábia Saudita, Egito, Marrocos, Turquia e Vietnã, mas não está claro quais desses serão membros permanentes, uma vez que Trump pretende cobrar US$ 1 bilhão de quem desejar o assento.

    A estrutura da organização também continua pouco clara. O conselho -cujo logo mostra o planeta Terra com os EUA no centro- será presidido por Trump, que terá, como chefe do grupo, preponderância sobre praticamente todas as decisões: da renovação de mandato dos membros e convocação de reuniões à definição do comitê executivo que deve gerir a reconstrução do território palestino. Além disso, Trump terá o voto de desempate em questões sem consenso.

    Países europeus ainda analisam o convite. Alguns deles, como França, Reino Unido e Noruega já recusaram fazer parte do órgão em meio à tensão gerada pelas investidas de Trump sobre a Groenlândia, um território da Dinamarca.

    Durante a cerimônia, Trump também voltou a louvar supostos feitos diplomáticos, ações militares e medidas econômicas do seu governo, como os conflitos que ele teria mediado e o fechamento da fronteira com o México. O republicano exaltou a operação de ataque a Caracas que capturou o então ditador do país, Nicolás Maduro.

    O americano também voltou a criticar aliados da Otan, a aliança militar ocidental liderada pelos EUA que está no centro das rusgas recentes entre Washington e parceiros europeus.

    O Brasil ainda avalia se participa do conselho. O trabalho da diplomacia brasileira desde que o presidente Lula recebeu o convite tem sido de conversar com países também convidados. Se por um lado a tradição diplomática brasileira busca equilíbrio e participação em espaços de diálogo internacional, por outro vê a iniciativa americana como uma tentativa de esvaziar a ONU como espaço legítimo de debate global.

    Lula conversou por telefone na quarta-feira (21) com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que já aceitou participar do grupo. Segundo o Planalto, os líderes falaram sobre Gaza, mas não teriam abordado o tema do conselho de Trump.

    Nesta quinta, o presidente brasileiro conversou por telefone com o líder da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, sobre a situação em Gaza.

    70% dos países do 'Conselho da Paz' de Trump são autocracias ou ditaduras

  • Receita nega aumento de imposto para professores com novo piso

    Receita nega aumento de imposto para professores com novo piso

    Fisco esclarece que reajuste vem acompanhado de redução de tributos

    A Receita Federal rebateu, na noite desta quinta-feira (22), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta elevação da tributação sobre professores em razão do reajuste do piso salarial do magistério. Segundo o órgão, as alegações ignoram as regras legais de apuração do imposto e levam à conclusão equivocada de que os profissionais da educação passariam a pagar mais IR após o aumento salarial.

    Em nota, o Fisco destaca que a reforma do Imposto de Renda faz com que mais contribuintes deixem de pagar IR e outros passem a pagar menos, tornando a tributação mais progressiva. Sancionada no fim do ano passado, a Lei 15.270/2025 ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e reduziu o imposto devido sobre rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350.

    “Não procede a afirmação de que o reajuste do piso do magistério levaria automaticamente os professores a pagar mais Imposto de Renda. Os profissionais da educação são diretamente beneficiados pela redução prevista na Lei nº 15.270/2025”, destacou a Receita no comunicado. 

    De acordo com a Receita, a categoria está entre as diretamente beneficiadas pelas novas regras.

    Em 2025, com o piso salarial de R$ 4.867,77, um professor pagava cerca de R$ 283,14 por mês de Imposto de Renda retido na fonte, considerando o desconto simplificado. Já em 2026, com o piso reajustado para R$ 5.130,63, esse mesmo profissional passará a pagar aproximadamente R$ 46,78 mensais de IR.

    Segundo o Fisco, o efeito combinado do reajuste salarial e da redução do imposto garante ganho real no salário líquido, ao mesmo tempo em que corrige distorções na tributação sobre a renda dos profissionais da educação.

    Receita nega aumento de imposto para professores com novo piso

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  • Gabigol marca nos acréscimos, e Santos e Corinthians empatam na Vila

    Gabigol marca nos acréscimos, e Santos e Corinthians empatam na Vila

    SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Com gol nos últimos minutos, Santos e Corinthians empataram em 1 a 1, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela quarta rodada do Paulistão.

    Yuri Alberto abriu o placar ainda no primeiro tempo, minutos após perder um pênalti. Mas já nos acréscimos, Gabigol encheu o pé em cobrança de falta para igualar o marcador

    Com o resultado, as duas equipes chegam a cinco pontos. O Timão está na oitava colocação do Estadual, e o Peixe logo atrás, em nono. A diferença é um gol a mais marcado pelo Corinthians.

    As duas equipes voltam a campo no próximo fim de semana. O Santos enfrenta o Red Bull Bragantino, no domingo, às 16h (de Brasília), na Neo Química Arena, numa acordo entre as diretorias santista e corintiana. No mesmo dia, mas às 20h30 (de Brasília), o Corinthians enfrenta o Velo Clube, em Rio Claro.

    CENTROAVANTES PROAGONISTAS

    Yuri Alberto e Gabigol foram os protagonistas do clássico entre Santos e Corinthians, disputado nesta quinta-feira.

    O centroavante corintiano parecia a estrela solitária da noite até os 48 minutos do segundo tempo, quando o camisa 9 santista apareceu para decretar o empate.

    Em um jogo em que o Timão foi dominante durante quase todo o tempo, Yuri Alberto foi o principal nome desde o início. Ele comandou o ataque, sustentou jogadas e, em uma grande arrancada pelo lado direito, prendeu dois marcadores até sofrer pênalti de Zé Ivaldo. O próprio Yuri, porém, desperdiçou a cobrança e mandou para fora.

    Três minutos depois, ele voltou a ser decisivo no lance do gol corintiano. O camisa 9 iniciou a jogada ao deixar um adversário para trás e obrigou Gabriel Brazão a fazer grande defesa. Na sequência, Bidu finalizou e exigiu nova intervenção do goleiro santista. No rebote, a bola voltou para Yuri Alberto, que trouxe para dentro e estufou as redes.

    Na segunda etapa, o atacante ainda cavou dois dos sete cartões recebidos por jogadores do Peixe, mantendo o Corinthians no campo de ataque e ditando o ritmo ofensivo da equipe.

    Quando parecia que os três pontos ficariam com o Timão, Gabigol começou a buscar mais o jogo e a se apresentar como opção ofensiva. Já nos acréscimos, ele marcou o gol de empate em cobrança de falta.

    O próprio Gabigol havia sofrido a falta de Gustavo Henrique na entrada da área. No lance, mesmo sendo calçado, ainda conseguiu finalizar e tirar tinta da trave. Como a infração ocorreu na origem da jogada, a arbitragem marcou a falta, que foi batida com raiva e precisão pelo camisa 9 santista.

    LANCES IMPORTANTES

    Impedido. O primeiro gol do jogo foi do Santos, mas não valeu. Após erro corintiano na saída de bola, Gabigol recebeu em posição irregular e tocou na saída de Hugo Souza. O lance, porém, foi anulado ainda no campo.

    Errou. Minutos depois, o Corinthians teve a sua chance clara de sair na frente, quando Yuri Alberto sustentou desde a intermediária, levou três marcadores do Santos consigo e foi derrubado dentro da área por Zé Ivaldo. O próprio Yuri bateu, mas mandou para fora.

    Resposta rápida. No lance seguinte, o Timão abriu o placar justamente com Yuri Alberto. Novamente a jogada foi iniciada pelo centroavante, que cortou a marcação e finalizou para a boa defesa de Gabriel Brazão No rebote, Bidu finaliza para nova intervenção do goleiro santista. A bola voltou para Yuri que, dessa vez, estufou as redes.

    Uhhhh. Em um segundo tempo de menos chances, o volante André assustou após uma finalização de fora da área que passou próxima ao gol defendido por Gabriel Brazão.

    Gabigol tenta. Com muita dificuldade, o Santos se lançou ao ataque no segundo tempo. Gabigol se apresentou, correu, se colocou como opção em diversas bolas que não chegaram e também finalizou com pouco sucesso.

    Festival de cartões. No total, foram 14 cartões no jogo. Todos amarelos. E 13 deles no segundo tempo. Faltas duras e, sobretudo, muita reclamação foram os motivos das advertências. Os dois treinadores e até jogador entre os reservas, Mayke, do Santos, foram amarelados. No total, foram punidos: Adonis Frías, Igor Vinicius, Mayke, Gabriel Menino, Willian Arão, Robinho Júnior, Gabigol e Juan Pablo Vojvoda, pelo Santos; André Ramalho, Gustavo Henrique, André, Carrillo, Matheus Pereira e Dorival Júnior, do lado corintiano.
    Brazão! Ja nos minutos finais, o lateral Matheus Bidu aproveitou um vacilo da defesa corintiana finalizou de perna esquerda e parou em grande defesa do goleiro Gabriel Brazão.

    Empate no fim. Quando parecia que o Corinthians conquistaria os três pontos, o Santos chegou ao empate aos 48 minutos do segundo tempo. Gabigol sofreu falta na entrada da área, em lance em que, mesmo assim, quase marcou um golaço de fora da área. O árbitro Lucas Canetto Belotti anotou a infração. O centroavante santista enfiou pé na cobrança e igualou o marcador nos minutos finais.

    Pra fora. E quase o Santos virou na sequência, com Adonis Frías cabecando por cima do gol, após Miguelito cobrar escanteio.

    SANTOS

    Gabriel Brazão; Igor Vinicius (Zé Rafael), Adonis Frías, Zé Ivaldo e Vini Lira; Willian Arão, João Schmidt (Gabriel Menino) e Rollheiser (Robinho Júnior); Barreal (Miguelito), Gabigol e Thaciano (Lautaro Díaz). T.: Juan Pablo Vojvoda.

    CORINTHIANS

    Hugo Soiza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho e Matheus Bidu; Raniele (Gabriel Paulista), Breno Bidon, André, Matheus Pereira (Charles) e Carrillo (Rodrigo Garro); Yuri Alberto (Vitinho). T.: Dorival Júnior

    Local: Vila Belmiro, Santos (SP)Público: 13.693 pessoas
    Assistentes: Evandro de Melo Lima e Anderson José de Moraes Coelho
    VAR: Thiago Duarte Peixoto
    Cartões amarelos: Adonis Frías, Igor Vinicius, Mayke, Gabriel Menino, Willian Arão, Robinho Júnior, Gabigol e Juan Pablo Vojvoda (SAN); André Ramalho, Gustavo Henrique, André, Carrillo, Matheus Pereira e Dorival Júnior (COR)
    Gols: Yuri Alberto, COR (16’/1T); Gabigol (48’/2T)

    Gabigol marca nos acréscimos, e Santos e Corinthians empatam na Vila

  • Andressa Urach afirma que teve novo pedido de visto negado pelos EUA

    Andressa Urach afirma que teve novo pedido de visto negado pelos EUA

    “Acredito que tenha relação com o conteúdo adulto que produzo”, diz Andressa Urach sobre negativa de visto nos EUA

    A influenciadora Andressa Urach, de 38 anos, afirmou que teve um novo pedido de visto para os Estados Unidos negado e disse acreditar que a decisão esteja ligada ao trabalho que realiza atualmente como criadora de conteúdo adulto. Segundo ela, a negativa ocorreu após uma nova tentativa de autorização para entrar no país, o que reacendeu um histórico de problemas com a imigração americana.

    De acordo com Andressa, o atual momento profissional pode ter pesado na análise do pedido. Além do conteúdo adulto, ela vive hoje uma fase artística como MC Ímola, nome adotado em sua carreira no funk. Segundo a influenciadora, tanto o trabalho que desenvolve quanto as letras das músicas que canta costumam provocar reações negativas. “Eu sei que o que eu faço incomoda muita gente. As letras que eu canto falam de temas que nem todo mundo aceita bem”, afirmou. Para ela, essa exposição pública, somada ao tipo de conteúdo que produz, pode ter influenciado a decisão. “Acredito que isso pese, principalmente porque em alguns estados americanos a prostituição é crime”, declarou.

    Andressa também mencionou o endurecimento recente do discurso em relação à imigração nos Estados Unidos como um fator que aumenta sua insegurança em insistir em uma nova solicitação. “Com esse cenário atual, fico até com receio de tentar de novo. Se pessoas sem histórico nenhum já enfrentam dificuldades, imagina alguém que publicamente trabalha com conteúdo adulto”, disse.

    A influenciadora contextualizou a situação ao lembrar de um episódio anterior envolvendo a imigração americana. Segundo ela, em uma viagem passada, teve o visto de dez anos cancelado no momento do embarque, quando tentava viajar para Miami. Na ocasião, Andressa afirmou que estava formalmente casada, tinha empresa aberta, casa própria e vida financeira estruturada. Mesmo assim, só tomou conhecimento do cancelamento ao chegar ao aeroporto, já com malas despachadas. “Meu visto ainda estava dentro do prazo. Eu já tinha ido outras vezes aos Estados Unidos sem nenhum problema, assim como meu ex-marido e meu filho”, relatou. De acordo com ela, o então marido e o filho conseguiram embarcar normalmente, enquanto ela foi impedida de seguir viagem.

    Naquele momento, a viagem tinha finalidade profissional. Andressa contou que pretendia realizar um curso de cabeleireira fora do país, área em que atuava na época e na qual mantinha um salão de beleza no Brasil. Ainda assim, foi informada no portão de embarque de que seu visto havia sido cancelado, sem receber uma explicação oficial detalhada.

    Segundo a influenciadora, posteriormente passou a acreditar que o cancelamento tenha relação com informações tornadas públicas por ela mesma ao longo dos anos. “Acredito que o fato de eu ter contado em livro que fui garota de programa no passado foi suficiente para cancelarem o meu visto”, afirmou, ressaltando que essa fase já havia sido encerrada e que, à época, estava grávida, casada e com a vida pessoal e profissional organizada.

    Por fim, Andressa disse considerar a situação injusta. “Eu não estava cometendo nenhum crime, tinha família, trabalho, empresa e vida estruturada. Mesmo assim, fui impedida de entrar no país e agora tive o pedido negado novamente”, concluiu.

    Andressa Urach afirma que teve novo pedido de visto negado pelos EUA

  • TikTok vende maioria das operações nos EUA e põe fim a disputa legal

    TikTok vende maioria das operações nos EUA e põe fim a disputa legal

    A ByteDance, a empresa chinesa que controla o TikTok, vendeu esta quinta-feira a maior parte das suas operações nos Estados Unidos a investidores não chineses para evitar uma proibição e reduzir alegados riscos à segurança nacional

    Os novos proprietários, entre eles Oracle, MGX, Silver Lake e a entidade de Michael Dell, controlarão mais de 80% da nova entidade, garantindo a continuidade do aplicativo popular nos Estados Unidos, de acordo com a ByteDance.

    A operação foi negociada durante mais de um ano e põe fim a uma disputa legal que se prolongou por seis anos.

    Desde 2019, o TikTok enfrentou tentativas de bloqueio por parte de legisladores, universidades, Exército e pela Casa Branca, numa sucessão de atritos na relação entre os Estados Unidos e a China nos domínios tecnológico e comercial. O aplicativo tinha sido alvo de ameaças de proibição e um apagão temporário de 14 horas.

    A venda foi antecipada em 18 de dezembro de 2025, informando-se na época que três entidades teriam 45% das participações, enquanto cerca de 33% ficariam nas mãos de subsidiárias dos principais investidores por detrás da ByteDance, que manteria o controle de aproximadamente 18% do restante das ações.

    Usuários e influenciadores organizaram protestos e campanhas, durante o longo limbo jurídico, para manter ativa a plataforma, que conta com mais de 200 milhões de usuários nos Estados Unidos e se assumiu como um terreno importante na disputa entre as duas potências.

    TikTok vende maioria das operações nos EUA e põe fim a disputa legal

  • Aspirina, hematomas e saúde "perfeita": Manchas em Trump chamam atenção

    Aspirina, hematomas e saúde "perfeita": Manchas em Trump chamam atenção

    O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ser fotografado com hematomas, pouco tempo depois de dizer que tem uma “saúde perfeita”. Já foram várias as vezes que o chefe de Estado foi visto com hematomas – e também com maquiagem para disfarçar

    Há cerca de um ano que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem vindo a ser fotografado com hematomas, principalmente, nas mãos. A situação, que já tentou disfarçar com maquiagem, levantou questões sobre a sua saúde, que o próprio diz estar “perfeita.”

    Os hematomas não desapareceram dos olhares atentos e voltaram a estar ‘na mira’ esta semana, em Davos, na Suíça.

     

    Mas, afinal, que hematomas são estes?

    Trump já foi questionado sobre as marcas várias vezes, tendo sido uma das mais recentes durante uma entrevista ao Wall Street Journal (WSJ), publicada no último dia 1.

    De acordo com o que apontou, a sua saúde está “perfeita” e as manchas são o resultado da ingestão de aspirina em doses maiores do que aquelas que são recomendadas pelos médicos.

    “Dizem que a aspirina é boa para tornar o sangue mais fino. Não quero sangue espesso circulando no meu coração. Quero sangue fino a passar pelo meu coração. Faz sentido?”, questionou durante a entrevista ao WSJ.

    Trump refere-se ao efeito anticoagulante plaquetário desta substância. É devido a este efeito que a aspirina pode ser indicada para proteger e reduzir o risco de eventos cardíacos, porém médicos indicam doses baixas para pessoas com doença cardiovascular.

    Como pode verificar aqui, a toma de aspirina “para prevenir enfartes e outros eventos cardiovasculares” deve ser conversada com um médico, mas que, na generalidade, não se deve fazer, caso se seja “saudável”. Consultar todas as informações aqui.

    A toma de aspirina poderá causar efeitos colaterais graves, como sangramentos internos.

    Na mesma entrevista ao WSJ, Trump negou também que estava perdendo audição e que se deixou dormir em eventos oficiais da Casa Branca – mesmo depois de ter sido fotografado de olhos fechados e, aparentemente, dormindo.

    No mesmo artigo, é ainda lembrado que estes sinais de envelhecimento foram muitas vezes apontados por Trump quando ainda Joe Biden assumia o cargo de presidente dos EUA. Trump criticou o chefe de Estado democrata por muitos episódios semelhantes, mas, agora, também não lhe escapa.

    De acordo com o que o WSJ aponta, Pam Bondi, a procuradora-geral dos EUA, chegou mesmo a causar um corte na mão de Trump quando lhe deu toque em uma ocasião.

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  • Presidente do STF defende atuação de Toffoli no caso do Banco Master

    Presidente do STF defende atuação de Toffoli no caso do Banco Master

    Fachin afirma que crises e adversidades não suspendem o Estado de Direito e que, justamente nesses momentos, deve prevalecer o respeito à Constituição

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, emitiu nota oficial, na noite desta quinta-feira (22), para defender a atuação da Corte no inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Na manifestação, o chefe do Poder Judiciário cita nominalmente o ministro Dias Toffoli, relator da investigação criminal, que vem sendo alvo de críticas na condução do caso e pressão para deixar a supervisão da apuração feita pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).    

    “A seu turno, a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, porém, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI”, afirma.

    A nota faz uma defesa enfática da atuação profissional das instituições. Fachin afirma que crises e adversidades não suspendem o Estado de Direito e que, justamente nesses momentos, deve prevalecer o respeito à Constituição, ao devido processo legal e à atuação técnica das instituições.  

    Sem mencionar explicitamente o episódio da fraude no Master, o ministro faz uma menção indireta ao caso destacando que “situações com impacto sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes”.

    Fachin ressalta a autonomia do Banco Central, o papel da Polícia Federal na apuração de crimes financeiros e a atribuição do Ministério Público na persecução penal e na defesa da ordem econômica.

    Fachin também afirma ainda que o STF exerce regularmente sua função constitucional, inclusive durante o recesso, período em que matérias urgentes são apreciadas pela Presidência da Corte ou pelo relator dos respectivos processos, sendo posteriormente submetidas ao colegiado.

    “As matérias de competência do Tribunal Pleno ou das Turmas, quando decididas no recesso, serão, oportunamente, submetidas à deliberação colegiada, com observância do devido processo constitucional, da segurança jurídica e da uniformidade decisória. A colegialidade é método”, observa.

    O presidente da Corte enfatizou que o Supremo não se curva a ameaças ou intimidações e que ataques à sua autoridade representam ataques à própria democracia, defendendo a crítica legítima, mas repudiando tentativas de desmoralização institucional.

    “Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito”, aponta. “O Supremo age por mandato constitucional, e nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar esse papel. Defender o STF é defender as regras do jogo democrático e evitar que a força bruta substitua o direito. A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a história é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder; e o STF não permitirá que isso aconteça”, prossegue a nota.

    Críticas

    Entre decisões recentes de Toffoli que geraram polêmica, está a que determinou o lacre e o acautelamento de bens, documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos pela Polícia Federal na nova fase da Operação Compliance Zero aos cuidados da PGR. A medida chegou a ser criticada por associação de peritos criminais.

    Toffoli também vem tendo sua atuação questionada por parlamentares que alegam suposto impedimento ou suspeição. Mais cedo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um desses pedidos, apresentado ainda em dezembro pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC). 

    O arquivamento do pedido de afastamento de Toffoli do caso foi elogiado pelo decano do STF, o ministro Gilmar Mendes.

    “Em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições. Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro”, escreveu Gilmar em postagem na rede X.

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