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  • Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

    Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

    O CEO da RyanAir, Michael O’Leary, justificou a decisão de não instalar terminais Starlink nos aviões da companhia aérea, reagindo ainda aos comentários de Elon Musk na rede social X

    O CEO da RyanAir, Michael O’Leary, falou publicamente sobre os comentários feitos por Elon Musk na rede social X sobre a decisão de não instalar terminais da Starlink nos aviões da companhia área, indicando que teria custos que – caso fossem passados para os clientes – teriam impacto negativo na empresa.

    O embate entre os dois empresários começou com Michael O’Leary explicando à Reuters o motivo que o leva a não instalar a Starlink nos aviões da empresa, notando que considera que “os passageiros não estariam dispostos a pagar por acesso Wi-Fi em voos que duram em média uma hora”.

    Mais ainda, O’Leary explicou que estes custos seriam resultado de um maior gasto de combustível devido ao peso e arranque acrescidos das aeronaves com Starlink instalada.

    Em resposta, Musk fez uma publicação na rede social X onde afirmava que o CEO da RyanAir estava “mal informado”.

    “Tenho dúvidas que consigam medir a diferença no uso de combustível de forma precisa, sobretudo em voos de uma hora, onde o arranque incremental é basicamente zero durante a fase de subida devido ao elevado ângulo de ataque”, escreveu Musk. “E, em comparação com a maioria das outras soluções de conectividade, haveria ganhos de eficiência”.

    Estas palavras não teriam caído bem a Michael O’Leary que, em uma entrevista para o canal de rádio Newstalk, afirmou que Elon Musk não entende do negócio da aviação e explicou porque não faz sentido instalar a rede Starlink nos aviões da RyanAir.

    “O que o Elon Musk sabe sobre voos e arranque é zero”, afirmou o CEO da RyanAir. “Temos de colocar uma antena aérea no topo da aeronave, o que nos custaria cerca entre 200 a 250 milhões de dólares por ano. Por outras palavras, cerca de um dólar a mais por cada passageiro que voa connosco. A realidade para nós é que não conseguimos suportar esses custos. Os passageiros não pagarão para usar Internet. Se for gratuita vão usar, mas não vão pagar 1 euro sempre que quiserem usar a Internet. Por isso não vamos colocar [rede Starlink] a bordo”.

    No entanto, O’Leary não ficou por aqui e afirmou ainda que Musk é “um idiota” e que não tem tempo para passar estar na “fossa” das redes sociais onde o dono da SpaceX (e da Starlink) passa o seu tempo.

    “Francamente, eu não prestaria atenção a nada do que o Elon Musk diz naquela fossa que ele tem chamada de X”, afirmou O’Leary. “Ele foi o cara que apoiou a eleição do Donald Trump. Não prestaria qualquer atenção a Elon Musk. É um idiota. Muito rico, mas ainda é um idiota”.

    O líder da RyanAir contou ainda que não tem qualquer conta em uma rede social e que não “desperdiça” tempo em plataformas semelhantes. “Felizmente, sou muito velho para me envolver na fossa que são as redes sociais”, disparou O’Leary.

    Pode ver abaixo um vídeo do TikTok com toda a intervenção de O’Leary sobre os comentários feitos por Elon Musk.

    @newstalkfm

    ‘I would pay no attention to Elon Musk, he’s an idiot.’ Ryanair CEO Michael O’Leary responds to Elon Musk calling him ‘misinformed’ for not putting Starlink, Musk’s satellite internet system, on his Ryanair aircrafts.

    original sound – Newstalk

    Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

  • Sob suspeita de desvios e fragilizado, Casares encara votação de impeachment

    Sob suspeita de desvios e fragilizado, Casares encara votação de impeachment

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Conselho Deliberativo do São Paulo se reúne nesta sexta-feira (16), a partir das 18h30 (de Brasília), para votar o pedido de impeachment do presidente do clube, Julio Casares, 64.

    Por decisão liminar da Justiça, a sessão será realizada de forma híbrida, com participação presencial no Salão Nobre do Morumbis e também on-line, em votação secreta. A juíza Luciane Cristina Silva Tavares, da 3ª Vara Cível do Butantã, entendeu que não havia justificativa para restringir a votação ao formato presencial, uma vez que o estatuto do clube prevê a possibilidade de “reunião semipresencial”. A decisão foi interpretada pela oposição como uma vitória política.

    O São Paulo chegou a entrar com recurso contra a decisão, mas teve o pedido negado na quarta-feira (14) pela juíza Mônica Rodrigues Dias de Carvalho, da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo).

    Entre os opositores de Casares havia o temor de que a votação fosse esvaziada, principalmente por ocorrer em período de férias, quando muitos conselheiros estão fora da cidade, além da dificuldade de deslocamento de alguns membros mais idosos.

    Ao todo, 254 conselheiros estão aptos a votar. Para que Casares seja afastado do cargo, são necessários dois terços dos votos (171), conforme estabelece o Estatuto Social do São Paulo. Além disso, é necessário quórum mínimo de 75% dos conselheiros (191) na votação para que a decisão seja validada.

    Antes pessimista em relação à possibilidade de atingir esse número, a oposição ganhou confiança nos últimos dias ao ver o presidente perder uma parcela significativa de sua base de apoio. Quatro dos seis grupos que formavam a coalizão que levou e sustentava Casares na presidência deixaram a gestão: Legião, Vanguarda, Sempre Tricolor e Participação -este último, a chapa do próprio mandatário.

    Integrantes desses grupos estimam reunir 128 votos favoráveis ao afastamento. Somados aos votos da oposição, seriam ao menos 182 conselheiros inclinados a apoiar o impeachment de Julio Casares.

    Harry Massis Junior, 80, vice-presidente do São Paulo e que assumirá o cargo em caso de afastamento do mandatário, está entre os que votarão pelo impeachment. Conselheiro vitalício, ele é sócio do clube desde 1964 e já ocupou diversos cargos na diretoria. Empresário, é dono do Hotel Massis, na região da Consolação, em São Paulo.

    Com o próprio vice transformado em adversário político, Casares conta hoje com o apoio dos grupos Força São Paulo e Movimento São Paulo. Juntos, eles somam 67 conselheiros. Se todos votarem pela continuidade do mandato, restariam no máximo 187 votos favoráveis ao impeachment, 16 a mais do que o necessário para aprovar a destituição.

    Se o número de votos necessário for atingido, Casares é imediatamente afastado, mas uma assembleia geral de sócios ainda deverá ser convocada em até 30 dias para ratificar ou rejeitar a decisão dos conselheiros. Nesse caso, a aprovação acontece por maioria simples -são cerca de 50 mil sócios do clube.

    SUSPEITAS

    Casares viu aumentar a corrente a favor de seu afastamento diante do avanço de investigações da Polícia Civil sobre o recebimento de R$ 1,5 milhão em dinheiro, além de 35 saques que somam R$ 11 milhões realizados em contas do São Paulo.

    “As investigações estão em andamento no DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), em segredo de Justiça, razão pela qual os detalhes são preservados para garantir a autonomia do trabalho policial”, informou a Secretaria da Segurança Pública em nota.

    Os advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, que representam Casares, afirmaram que as movimentações financeiras apontadas em relatório do Coaf “têm origem lícita e legítima, compatível com a evolução da capacidade financeira” do dirigente.

    Eles destacaram que, antes de assumir a presidência do clube, Casares ocupou cargos de alta direção na iniciativa privada, com remuneração elevada, e que a origem dos recursos será esclarecida ao longo das investigações, com apresentação de documentos e declarações fiscais.

    O presidente do clube já havia sofrido desgaste prévio no fim do ano passado, após a divulgação de áudios que indicavam um suposto esquema de venda clandestina de ingressos para um camarote do Morumbi reservado à presidência em dias de shows.

    No início do mês, o conselho consultivo do São Paulo, formado por ex-presidentes do clube e do conselho deliberativo, deu parecer contrário ao impeachment de Casares. No mesmo dia do encontro, contudo, vieram à tona as investigações da Polícia Civil sobre as movimentações financeiras suspeitas, o que fez com que o dirigente perdesse apoio dentro do Morumbi nos últimos dias.

    Sob suspeita de desvios e fragilizado, Casares encara votação de impeachment

  • Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Acordo pode ter violado regras da CVM e do Banco Central, de acordo com especialistas; por outro lado, a empresa dona da casa de Vorcaro é de cunhado, e relação é comercial

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, usou um empréstimo desviado do próprio banco para comprar a mansão de R$ 36 milhões na qual morava quando ia a Brasília.

    A aquisição foi feita por meio da Super Empreendimentos e Participação, empresa que, de acordo com Vorcaro, tem como sócio seu cunhado, Fabiano Zettel.

    A Super integra a lista, a qual a Folha teve acesso, de 35 companhias suspeitas de tomar empréstimos fraudulentos do Master para alimentar uma rede de fundos que, segundo os investigadores, desviavam dinheiro do banco para laranjas para retroalimentar o próprio Master.

    De acordo com especialistas consultados pela Folha, a prática pode ter sido ilegal.

    Na época do financiamento, Zettel era um dos diretores da Super. Ele saiu do quadro societário da empresa em 23 de julho de 2024, deixando no seu lugar uma funcionária.

    Zettel foi um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance deflagrada nesta quarta-feira (14) pela PF (Polícia Federal). Ele foi preso ao tentar embarcar para Dubai mas foi liberado horas depois.

    Em 8 de maio de 2024, a Super comprou a mansão no Lago Sul utilizada por Vorcaro quando estava na capital federal. A existência da casa foi revelada pela Folha.

    Quase um ano depois da compra, em 11 de abril de 2025, a Super vendeu a casa para a Prime Aviation 4 Participações, empresa que faz parte do grupo Prime You, do qual Vorcaro é sócio.

    O registro não foi feito na matrícula do imóvel, mas a Folha descobriu a operação ao obter a escritura da transação. A casa foi revendida pela Super pelo mesmo valor que pagou, R$ 36,1 milhões.

    Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro disse em nota que a relação do ex-banqueiro com a Super é comercial, envolvendo operações de compra e venda de ativos e contratos de inquilinato. “Um dos sócios da empresa é cunhado de Vorcaro, fato de conhecimento público”, acrescentou.

    A Super pertence a um fundo chamado Termópilas, cujo cotista único é um outro fundo chamado Astralo 95. Esse fundo está entre os seis identificados pelo Banco Central como integrante da ciranda de fraudes do Banco Master, de acordo com denúncia do Banco Central ao MPF (Ministério Público Federal).

    O Termópilas entrou no grupo de controle da Super em dezembro de 2023 quando o capital social da empresa passou de R$ 16 milhões para R$ 1,3 bilhão. Esse montante subiu para R$ 2,1 bilhões em junho de 2024 e R$ 2,6 bilhões um mês depois, em julho de 2024. Esse continua sendo o capital social da empresa até hoje.

    Para a pesquisadora da FGV Direito Rio Layla McClaskey, a operação pode ser problemática sendo Vorcaro cotista do Astralo 95 (e por consequência do Termópilas) ou não.

    Na primeira situação -uma empresa detida por um fundo que pertence a Vorcaro ou ao seu banco-, ela diz que haveria um “problema enorme” com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e com o Fisco. “Fere vários princípios de realização de operações com partes relacionadas, como a lealdade, diligência e transparência”, afirma.

    As regras a que McClaskey se refere expressam que se algum fundo fizer negócios com partes relacionadas, é preciso indicar a movimentação claramente, e o ganho para o fundo precisa ser explicitado. “A operação simula um investimento e não é, o que seria uma fraude”, resumiu.

    Para a especialista, a revenda do imóvel pelo mesmo preço pelo qual ele foi adquirido é problemática, porque permite evitar o pagamento de Imposto de Renda já que o negócio não rendeu lucro.

    No caso de Vorcaro ou do Banco Master não serem os beneficiários finais do fundo, a situação é mais grave. “Todos os cotistas estão sendo prejudicados”, apontou.

    Um ex-dirigente da CVM, que falou na condição de anonimato, disse que a operação pode ser na verdade uma forma encontrada por Vorcaro para tirar dinheiro do banco sem a necessidade de pagar dividendos.

    Dividendos são apurados em cima do lucro de uma empresa, o que limita o montante repassado ao controlador. Ao usar a estrutura de fundos e empresas, Vorcaro conseguiria retirar mais dinheiro da instituição financeira.

    Além da casa de Brasília, a Super é dona de outros negócios. Ela tem participação em uma empresa que faz parte do consórcio administrador do Minascentro, um centro de convenções em Belo Horizonte -cidade natal de Vorcaro- e está na sociedade de duas empresas de esportes em São Paulo.

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

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  • Rainha Má da Disney viraliza por sua atuação e acaba… demitida

    Rainha Má da Disney viraliza por sua atuação e acaba… demitida

    Sabrina Von B. ganhou fãs por todo o mundo pela forma como entrou na personagem da Bruxa Má de ‘A Branca de Neve e os Sete Anões’. O profissionalismo levou a sua demissão

    As bruxas raramente são as personagens favoritas de quem vibra com os filmes da Disney. Contudo, há uma que levou o seu papel tão a sério que conquistou o coração de muitas pessoas. O profissionalismo lhe valeu… uma carta de demissão.

    Há oito anos, Sabrina Von B. foi contratada pelo parque da Disney na Califórnia, nos EUA, para dar vida à vilã de ‘A Branca de Neve e os Sete Anões’.

    Durante todos este anos, a atriz deu corpo e alma à personagem, de tal forma que começou a ganhar fãs por todo o mundo.

    Segundo destaca a imprensa norte-americana, Von B. era considerada a joia da coroa dos artistas da Disneyland, retratando de forma impecável a Rainha Má, desde a sua maquiagem perfeita até à cor das suas unhas, que nunca mudou durante os seus oito anos no parque. Confira alguns dos seus melhores momentos no vídeo acima.

    A sua dedicação era tal, que ninguém queria deixar de perder um encontro com a vilã na sua visita ao espaço. A personagem foi celebrada de tal forma, que todos queriam sabem quem ela realmente era.

    O seu profissionalismo, contudo, valeu sua demissão e a notícia está correndo o mundo e valendo muitas criticas à gestão ao parque temático.

    Segundo a posição da empresa, o motivo está no fato de as personagens do espaço terem de fazer acreditar que são efetivamente as personagens dos filmes da Disney. A partir do momento em que muitas pessoas começaram a questionar quem era a pessoa por detrás da personagem, significa que a atriz não cumpriu a sua missão. Destacam ainda o fato de que sendo uma vilã, a Rainha Má deveria ser temida e odiada, e não tão amada como Von B. se tornou.

    A atriz não concorda e defende que em momento algum revelou a sua identidade ao longo destes últimos anos, sendo prova disso o fato de em nenhuma das suas redes sociais surgir associada à vilã a que dava vida. Porém, a sua personalidade e a forma como interagiu com o público tornou-a em um fenômeno algo que, dizem alguns, vai contra o ideal da empresa, que decreta que “a Disneyland é a estrela, todo o resto são atores secundários”. 

    “Sempre que um intérprete de personagem se torna mais famoso do que o papel e ganha notoriedade nas redes sociais, isso geralmente significa o fim da sua carreira na Disney”, considerou um internauta, em uma publicação em que a mulher revelou o fim do seu percurso na Disney.

     
     
     

     
     
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    Após o sucedido, Sabrina compartilhou pela primeira vez uma imagem sua vestida de Rainha Má nas suas redes sociais, onde muitos pedem o seu regresso.

     

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  • Lula quer usar aproximação com Motta para impulsionar fim da escala 6×1

    Lula quer usar aproximação com Motta para impulsionar fim da escala 6×1

    Presidente da Câmara se reaproximou do Planalto em busca de apoio para permanecer no cargo a partir de 2027; governistas aproveitam para convencê-lo a votar a proposta, visando utilizá-la na campanha eleitoral

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo Lula (PT) tenta aproveitar a reaproximação com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para convencê-lo a impulsionar projeto de lei que acaba com a escala de trabalho 6×1. O Planalto acredita que a proposta tem forte apelo popular e pode fortalecer a campanha de reeleição do petista em outubro.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, Motta se aproximará cada vez mais de Lula em 2026 para garantir sua sobrevivência na presidência da Câmara e expandir sua influência eleitoral na Paraíba. Nesse sentido, ele retomou o diálogo com o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), com quem havia rompido relações no ápice da crise da Casa com o governo, no fim de 2025.

    É Lindbergh que tem capitaneado as conversas com Motta sobre o fim da escala 6×1, segundo pessoas a par das movimentações. O líder do PT tem argumentado que a pauta tem apoio popular e que o presidente da Câmara, se pautar e ajudar o governo a aprová-la, sairá como protagonista. Ainda no fim do ano passado, o parlamentar sinalizou disponibilidade para discutir o tema, mas sem garantias.

    Integrantes do núcleo do governo não têm certeza se o presidente da Câmara está disposto a enfrentar a pressão que empresários do setor de serviços, principalmente, farão contra a aprovação da proposta.

    Também avaliam que mesmo se Motta aderir à pauta não há garantia de que ela será aprovada. O atual presidente da Câmara tem menos controle do plenário da Casa do que seu antecessor, Arthur Lira (PP-AL), por exemplo.

    Para setores do governo, pautar a proposta já é uma vitória. Esses grupos consideram que é uma pauta natural para a esquerda, com capacidade de emparedar a direita e o próprio centrão perante a opinião pública. Seria uma chance o PT divulgar nas redes os nomes e fotos dos parlamentares que votaram contra ou não apoiaram a votação do fim desse regime de trabalho.

    Para diminuir a resistência de parlamentares e do empresariado à proposta, o governo Lula quer discutir um período de transição até a escala 6×1 ser, de fato, proibida. O Planalto sente um clima favorável perante a opinião pública neste momento e teme perder o timing caso deixe a discussão para 2027, mesmo num cenário de eventual reeleição de Lula.

    A discussão sobre a redução da escala de trabalho começou com uma PEC (proposta de emenda à Constituição) apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), mas o Planalto decidiu apoiar a proposição que tivesse maior possibilidade de um andamento rápido no Congresso -neste caso, um projeto de lei. PECs precisam de dois terços dos votos na Câmara e no Senado, enquanto projetos de lei só necessitam da maioria dos votantes de cada Casa.

    A proposta abraçada pelo governo é capitaneada pelo deputado Léo Prates (PDT-BA), que assumiu a relatoria do projeto. O texto elaborado por Prates determina que a jornada de trabalho semanal seja reduzida de até 44 horas para até 40 horas, com dois dias consecutivos de descanso remunerado.

    O projeto veda redução de salários associada à diminuição da jornada. Além disso, estipula uma transição de dois anos para a redução de jornada. Se o texto fosse aprovado hoje, em 2027 seriam 42 horas semanais de trabalho, e 40 horas a partir de 2028.

    O projeto do fim da escala 6×1 faz parte do pacote de prioridades do governo Lula no Congresso. Integram essa cesta de propostas a MP (Medida Provisória) do Programa Gás do Povo e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. O Planalto tem até meados de junho para tentar aprovar seus temas de interesse por causa das eleições de outubro.

    Lula quer usar aproximação com Motta para impulsionar fim da escala 6×1

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  • 'É uma aventura', diz Wagner Moura sobre ser pai de três meninos adolescentes

    'É uma aventura', diz Wagner Moura sobre ser pai de três meninos adolescentes

    Ator diz que paternidade define sua vida mais do que ser artista. ‘A gente comete erros mas precisa aprender a se perdoar’, diz vencedor do Globo de Ouro

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Wagner Moura tem “três caras” em casa, como brincou em entrevista a Drew Barrymore no The Drew Barrymore Show. Pai de Bem, 19, Salvador, 15, e José, 13, ele falou sobre sua experiência como pai.

    “Ser pai é o que define principalmente a minha vida. Ser artista também, mas ser pai está acima de tudo”, falou o vencedor do Globo de Ouro.

    “E é uma aventura. Você comete erros, você diz coisas que não deveria ter dito, toma decisões que não deveria ter tomado. E o que aprendi é que temos de nos perdoar”, continuou o ator.

    Drew Barrymore comentou que após ser mãe de duas meninas, entendeu sua missão na vida. O ator concordou e comentou o quanto era jovem quando se tornou pai.

    “Eu tinha apenas 29 para 30 anos quando fui pai”, falou. “Em anos masculinos isso é tipo 12 anos”, brincou a atriz. “Acho que realmente nós mulheres crescemos mais rápido”, acrescentou a atriz.

    Wagner concordou: “Eu vejo meus filhos com as namoradas e eles são meio ogros e elas ficam tipo ‘que bobão’”, comentou.

     
     
     

     
     
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    'É uma aventura', diz Wagner Moura sobre ser pai de três meninos adolescentes

  • Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

    Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

    A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, admitiu esta quinta-feira que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prémio Nobel da Paz

    Horas antes de María Corina Machado ter admitido que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prêmio Nobel da Paz, com o qual foi premiada no ano passado, o Centro Nobel da Paz deixou um recado sobre o assunto.

    O Centro Nobel da Paz, em Oslo, garantiu que “uma medalha pode mudar de dono, mas o título de laureado com o Prêmio Nobel da Paz não”.

    A mensagem surgiu nas redes sociais horas antes do encontro entre a líder da oposição venezuelana e Donald Trump, quando ela já tinha manifestado ser sua intenção oferecer a medalha ao presidente norte-americano.

    Corina Machado viria a confirmar, mais tarde, que deu a medalha de presente ao presidente norte-americano, sem revelar se ele aceitou.

    Em uma publicação feita na rede social X, ainda antes dessa confirmação, o Centro Nobel da Paz dava alguns detalhes sobre a medalha em causa, como o fato de medir  6,6 cm de diâmetro, pesar 196 gramas e ser cunhada em ouro.

    “Na frente, um retrato de Alfred Nobel e, no seu verso, três homens nus abraçados pelos ombros uns dos outros como sinal de fraternidade”, detalha também o Centro Nobel, acrescentando que este design se mantém “inalterado há 120 anos”. 

    De seguida, relata até a curiosidade de que algumas medalhas do Prêmio Nobel da Paz já foram repassadas, como é o “caso notório” da medalha de Dmitry Muratov, que foi leiloada por mais de 100 milhões de dólares para apoiar refugiados da guerra na Ucrânia. 

    “E a medalha exposta no Centro Nobel da Paz está, na verdade, emprestada e pertenceu originalmente a Christian Lous Lange, o primeiro laureado norueguês com o Prêmio da Paz”, lê-se também.

    Sem nunca referir a vontade manifestada por Corina Machado em oferecer a medalha, o Centro Nobel da Paz reforça a afirmação do Instituto Nobel da Noruega, que já tinha dito, na semana passada, que “uma vez anunciado, o Prémio Nobel da Paz não pode ser revogado, transferido ou partilhado com terceiros”.

    E conclui: “Uma medalha pode mudar de dono, mas o título de laureado com o Prêmio Nobel da Paz não.”

    A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, admitiu esta quinta-feira que deu como presente ao presidente norte-americano, Donald Trump, a medalha do Prêmio Nobel da Paz, com o qual foi premiada no ano passado.

    O momento aconteceu durante um encontro entre ambos na Casa Branca, à porta fechada.

    “Entreguei ao Presidente dos Estados Unidos a medalha do Prêmio Nobel da Paz”, disse María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, em Washington, ao descrever o momento.

    Machado afirmou que o gesto remetia aos laços históricos entre os Estados Unidos e a Venezuela e visava reconhecer o que classificou de “compromisso singular de Trump com a nossa liberdade”, segundo o jornal New York Times.

    A oferta teria sido feita esta quinta-feira em um almoço na Casa Branca, menos de duas semanas após os Estados Unidos terem capturado Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela, que resultou na detenção e na transferência do líder chavista e da sua mulher, Cilia Flores, para Nova York. Os dois são acusados de quatro crimes federais, incluindo de conspiração para narcoterrorismo.

    Corina oferece Nobel a Trump e premiação avisa: "título não muda de dono"

  • Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

    Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

    Já quis publicar algo mais íntimo apenas para alguns amigos no Instagram e ficou na dúvida sobre quem iria ver o conteúdo? Funcionalidade do aplicativo permite que apenas amigos selecionados vejam seus Stories

    Muitas pessoas usam o Instagram de forma mais ‘privada’ e usa suas ferramentas ter mais ‘privacidade’ em um ambiente onde todos observam tudo! Mas o que é afinal esta lista de “Amigos Próximos”?

    As publicações são vistas por todas as pessoas? É uma opção que está disponível para todos os utilizadores? Respondemos abaixo a algumas das principais dúvidas.

    O que são os “Amigos Próximos” do Instagram?

    Os “Amigos Próximos” do Instagram são uma lista que qualquer usuário pode criar e que permite compartilhar publicações, notas, vídeos Reels ou Stories com um grupo mais restrito de pessoas.

    Ao fazer qualquer um deste tipo de compartilhamento no Instagram, os usuários podem escolher fazê-lo com todos os seus seguidores ou, por outro lado, apenas com os “amigos próximos” presentes nesta lista. Se estiver nos “amigos próximos” de algum amigo, verá que a publicação ou Story surge com um símbolo composto por um círculo verde que, no interior tem uma estrela branca.

    Se vir uma publicação com esta caraterística, é sinal que o usuário te escolheu como uma das pessoas em que confia o suficiente para a ver.

    Qualquer pessoa pode criar uma lista de “amigos próximos”?

    Sim, todos os usuários do Instagram podem criar a sua própria lista de “amigos próximos” com os quais podem compartilhar publicações, Stories ou vídeos mais íntimos e pessoais.

    Para fazer a sua própria lista de “amigos próximos” deverá proceder aos seguintes passos:

    • Abra a aplicação do Instagram;
    • Vá até ao canto interior direito onde está a sua fotografia para ir até ao seu perfil;
    • Clique os três riscos horizontais no canto superior direito para ir até às Configurações e atividade:
    • Na área dedicada a Quem pode ver os teus conteúdos, clique os “amigos próximos”;
    • Pesquise amigos e adicione-os à lista para conseguir fazer publicações com um grupo limitado de pessoas;
    • Se desejar remover pessoas da lista de “amigos próximos”, deve fazer o caminho até aqui e remover a seleção do quadrado à frente do nome;

    Detalhes sobre os “amigos próximos” do Instagram

    Os usuários do Instagram têm algumas dúvidas em relação à forma como funciona a lista de “amigos próximos” do Instagram e, para se sentirem mais à vontade em criar as suas próprias listas, esclarecemos também algumas das questões mais frequentes e que são respondidas na página oficial da Meta.

    A primeira coisa é que as pessoas que são adicionadas ou removidas da sua lista de “amigos próximas” não são notificadas. Significa isto que pode editar a sua lista a qualquer momento sem temer sofrer represálias dos seus amigos, familiares ou colegas de trabalho.

    A decisão de pertencer à sua lista de “amigos chegados” é apenas sua e ninguém pode fazer um pedido para fazer parte desta seleção.

    Caso alguém na sua lista de “amigos chegados” decidir comentar, partilhar ou reagir com um “gosto” a um vídeo Reel, os outros “amigos próximos” vão poder ver o seu nome de usuário e todas as interações que tiveram com esse perfil.

    Por outro lado, se alguém que estiver na sua lista restrita decidir tirar uma fotografia da tela – conhecido como “print screen” – não será notificado em relação a esta atividade e ficará sem saber.

    A lista de “amigos próximos” serve apenas para limitar o número de pessoas com acesso a determinadas publicações mas, no que diz respeito às Stories, funciona tal como as que são compartilhadas com todos os seus usuários.


    Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

  • Marcelo atende Big Fone; Aline e Ana Paula estão emparedadas no BBB 26

    Marcelo atende Big Fone; Aline e Ana Paula estão emparedadas no BBB 26

    Dinâmica aconteceu ao vivo na noite de quinta-feira (15); berlinda será completa após votações no domingo (18)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Big Fone tocou pela primeira vez no BBB 26 (Globo) na noite de quinta-feira (15), após a oficialização da liderança de Alberto Cowboy. O público escolheu o aparelho dourado, que fica na cozinha, para entregar a mensagem.

    O médico Marcelo Alves atendeu o telefone e foi imunizado. O brother ainda precisou escolher uma pessoa para a berlinda. Ele elegeu a camarote Aline Campos. A modelo teve direito a um contragolpe e escolheu enfrentar Ana Paula Renault.

    Na sexta-feira (16), o líder da semana seleciona cinco pessoas para colocar na mira do líder e terá que escolher uma delas para a berlinda. No domingo, disputam o bate e volta Aline, X e a pessoa mais votada pela casa. Um deles se salva e os outros dois formam o paredão junto com o escolhido pelo líder.

    Marcelo atende Big Fone; Aline e Ana Paula estão emparedadas no BBB 26

  • BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero; nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação da Reag Trust, instituição investigada por participar de suposta ciranda financeira que inflava artificialmente ativos no caso Master com o uso de fundos de investimento. Ela também é suspeita de elo com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A Reag tinha R$ 352 bilhões sob administração em novembro, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ranking de administradoras, ela aparece na 11ª posição no país.

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero, que apura a atuação de fundos de investimentos que teriam sido usados para inflar o patrimônio do Master.

    Essa nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a parentes dele e a empresários, incluindo Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-dono da Reag -gestora investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com o crime organizado.

    Após a operação da PF, a defesa de Mansur disse que não teve acesso a investigação, mas que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

    Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração da Reag em setembro de 2025 para conter crise de credibilidade depois da operação Carbono Oculto. A Reag foi um dos alvos do ato deflagrado pela PF para investigar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC no mercado financeiro.

    Na ocasião, a Reag negou conexão com o PCC. “Desde o início das apurações relacionadas à Operação Carbono Oculto, a Reag tem colaborado integralmente com as autoridades, fornecendo informações, documentos e acesso aos seus sistemas sempre que solicitado.”

    No ato em que determinou a liquidação da Reag, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, nomeou como liquidante a APS Serviços Especializados de Apoio Administrativo, tendo como responsável técnico Antônio Pereira de Souza. Ele foi servidor do Banco Central e atuou na liquidação do banco Bamerindus.

    A instituição hoje é denominada CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e se enquadrada no segmento S4 (porte inferior a 0,1% do PIB), representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do sistema financeiro nacional.

    Em nota, o BC disse que a liquidação foi motivada “por graves violações às normas” que regem as atividades das instituições que integram o sistema financeiro.

    “O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis”, disse.

    A liquidação é adotada quando o BC avalia que a situação da instituição financeira é irrecuperável. Nesse caso, o funcionamento da instituição é interrompido e ela é retirada do sistema financeiro nacional. Com o ato, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

    Existe a possibilidade de o liquidante, caso seja autorizado pelo BC, requerer a falência da instituição. Nesse caso, é um processo conduzido pela via judicial.

    Com a liquidação da Reag pelo BC, os fundos de investimentos administrados pela instituição ficam congelados, mas não são encerrados com a liquidação extrajudicial. Isso ocorre porque o fundo é um conjunto de ativos pertencentes aos cotistas, e não à administradora.

    Cabe ao Banco Central ou aos próprios participantes do fundo indicar uma nova administradora para os fundos de investimento que estavam sob responsabilidade da instituição.

    “Durante esse período de transição, enquanto não há um novo gestor formalmente indicado, o fundo fica bloqueado para movimentações. Não há entrada nem saída de cotistas”, afirma Cristiano Correa, professor de finanças do Ibmec.

    Caso nenhuma administradora aceite assumir os fundos de investimento, eles podem ser liquidados. Nesse caso, o lucro ou o prejuízo resultante da venda dos ativos é repartido entre os cotistas. “Isso costuma acontecer quando os fundos são pouco atrativos, com baixa rentabilidade ou alta complexidade. Fundos bons e rentáveis geralmente encontram gestor com facilidade”, diz Correa.

    Criada em 2012, a Reag teve um acelerado processo de crescimento, com aquisições e diversificação de investimentos, tornando-se uma das maiores gestoras independentes do país, sem ligação com um banco. Seu principal foco é a gestão de recursos e de patrimônio.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, um relatório do BC enviado ao TCU (Tribunal de Contas da União) apontou indícios de fraude em operações financeiras realizadas pelo Master em conjunto com fundos administrados pela Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

    De acordo com o documento, as transações suspeitas somariam R$ 11,5 bilhões e foram consideradas pelo BC como portadoras de “falhas graves”, em desacordo com normas do sistema financeiro nacional. O órgão regulador comunicou o caso ao Ministério Público Federal.

    Além da antiga Reag, o BC também decretou nesta quinta a liquidação da Advanced Corretora de Câmbio, que tem sede em São Paulo. A instituição está enquadrada no segmento S5 (porte inferior a 0,1% do PIB), tem baixa representatividade no sistema financeiro e ocupa a 56ª posição no ranking de câmbio do BC, considerando as operações realizadas em 2025.

    De acordo com a autoridade monetária, neste período, as operações da corretora representaram 0,081% do volume financeiro e 0,14% da quantidade de operações de câmbio cursadas no sistema financeiro.

    “A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da corretora, bem como por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN [sistema financeiro nacional]”, afirmou o BC em nota.

    Em ato assinado por Galípolo, o BC nomeou Fabiano Fabri Bayarri como liquidante da corretora de câmbio. Procurada, a Advanced não se manifestou sobre o tema.

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

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