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  • PF diz que não tem como reduzir barulho de ar-condicionado para Bolsonaro

    PF diz que não tem como reduzir barulho de ar-condicionado para Bolsonaro

    Defesa reclamou de ruídos do equipamento que comprometeriam repouso e saúde do ex-presidente; solução demandaria obras complexas e paralisação do sistema por período prolongado

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Polícia Federal afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) não dispor de outra sala para manter Jair Bolsonaro (PL) preso e que não tem como resolver a reclamação do ex-presidente sobre o barulho do ar-condicionado. As informações foram dadas nesta quarta-feira (7) em resposta a um pedido da defesa do ex-mandatário.

    O ministro Alexandre de Moraes determinou na última segunda que a PF se manifestasse no prazo de cinco dias. Na última sexta (2), os advogados do ex-presidente pediram providências para reduzir os ruídos do equipamento, que comprometeriam o repouso do ex-presidente e afetariam sua saúde enquanto cumpre pena de prisão.

    Bolsonaro voltou ao local nesta tarde depois de deixar a superintendência para fazer exames em um hospital. Segundo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Bolsonaro, “enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel”.

    O delegado da PF afirmou ao relator que resolver a questão atrapalharia as atividades da Polícia Federal no local. Isso porque a sala de Estado-Maior onde Bolsonaro está preso está próxima a areas destinadas a instalacao e ao funcionamento de equipamentos do sistema de climatizacao do edificio.

    “Em razao dessa proximidade com as areas tecnicas, ha nivel de ruido no ambiente. Contudo, e importante destacar que nao e possivel eliminar ou reduzir significativamente esse ruido por meio de medidas simples ou pontuais”, diz a PF no ofício.

    A defesa pediu providência a respeito da queixa de Bolsonaro, como adequação do ar-condicionado, isolamento, mudança de layout ou solução equivalente. Segundo o delegado, no entanto, não seria possível atender ao pedido.

    “Eventual intervencao efetiva demandaria acoes complexas de infraestrutura e, sobretudo, a paralisacao total do sistema de climatizacao por periodo prolongado, o que ocasionaria prejuizo a continuidade dos trabalhos ordinarios desta superintendencia.”

    Para os advogados do ex-presidente, “embora recolhido em Sala de Estado-Maior -direito este ja observado por determinacao deste Tribunal-, o ambiente atualmente disponibilizado nao assegura condicoes minimas de tranquilidade, repouso e preservacao da saude”.

    Condenado 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro foi para a Superintendência da PF em Brasília em novembro, quando danificou sua tornozeleira eletrônica e foi retirado do regime domiciliar.

    A sala que ele ocupa, no térreo da superintendência, tem cama, banheiro privativo e uma mesa de trabalho. Conta ainda com televisão e frigobar, além do ar-condicionado.

    O espaço é reservado a autoridades e outras figuras públicas, caso do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, preso em 2024 sob suspeita de posse ilegal de arma de fogo durante operação da PF sobre a trama golpista.
    Também já foram abrigados na superintendência o ex-senador Delcídio do Amaral (MS), o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e o ex-juiz João Carlos Rocha Mattos.

    Bolsonaro voltou à PF no dia 1º de janeiro, após passar oito dias no hospital para tratar de hérnia na virilha e de crises de soluço, ambas condições decorrentes de facada que levou na campanha eleitoral de 2018.

    Na mesma data, o ministro negou pedido da defesa do ex-presidente de prisão domiciliar após a alta.

    Em sua decisão, Moraes disse que “diferentemente do alegado pela defesa, não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas, sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”.

    PF diz que não tem como reduzir barulho de ar-condicionado para Bolsonaro

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  • Bernardinho e Ana Paula Araújo terminam namoro após um ano e meio juntos

    Bernardinho e Ana Paula Araújo terminam namoro após um ano e meio juntos

    O namoro de Bernardinho e Ana Paula Araújo começou antes dos Jogos Olímpicos de Paris, em junho de 2024, e se tornou público em agosto do mesmo ano

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O namoro entre o técnico de vôlei Bernardinho, 66, e a apresentadora Ana Paula Araújo, 53, chegou ao fim. O término do relacionamento aconteceu há um mês e, segundo a reportagem apurou, a decisão pela separação foi mútua.

    Conhecido como um dos técnicos mais vitoriosos da história do esporte brasileiro, Bernardinho sempre manteve a vida pessoal longe dos holofotes. A premiada jornalista e apresentadora Ana Paula Araújo também costuma preservar sua intimidade e raramente expõe relacionamentos publicamente. A informação sobre o fim do namoro foi divulgada pela coluna Veja Gente.

    Até o momento, nenhum dos dois comentou oficialmente sobre o término ou os motivos da separação.

    O namoro começou antes dos Jogos Olímpicos de Paris, em junho de 2024, e se tornou público em agosto do mesmo ano. Apesar de a relação ter sido mantida de forma reservada, sem registros conjuntos nas redes sociais, eles eram vistos com amigos próximos. Ana Paula também acompanhou jogos da seleção brasileira masculina de vôlei à beira da quadra durante a Liga Mundial 2025, no Rio de Janeiro.

    Em setembro de 2024, o levantador Bruninho falou sobre o namoro do pai e apresentadora da Globo. “Meu pai estava separado há muitos anos da Fernanda e agora está com a Ana Paula. Ela é uma pessoa muito bacana, se dá bem com toda a família. O importante é que ele está feliz.”

    Bernardinho foi casado com Fernanda Venturini, também ex-jogadora de vôlei, por 21 anos e ficaram juntos até o mês de outubro do ano de 2020. Procurados pela reportagem, eles não responderam.

    Bernardinho e Ana Paula Araújo terminam namoro após um ano e meio juntos

  • Corinthians e Internacional avançam por empréstimo de Félix Torres

    Corinthians e Internacional avançam por empréstimo de Félix Torres

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Corinthians e Internacional avançaram na negociação pelo empréstimo do zagueiro Félix Torres ao clube gaúcho.
    Restam apenas detalhes burocráticos para a formalização do acordo, que deve ser fechado até o fim de 2026 e contará com opção de compra.

    NEGOCIAÇÃO CONDUZIDA POR FABINHO SOLDADO

    Fabinho Soldado, novo executivo de futebol do Inter, participou diretamente das tratativas.

    O dirigente estava no Corinthians até o fim do ano passado e conhecia o interesse da diretoria alvinegra em negociar o defensor. Inclusive, ainda no Timão, ele trabalhava para encontrar um destino para o jogador.

    Soldado entende que a situação de Félix no Corinthians se desgastou, mas acredita que o zagueiro pode reencontrar o bom futebol em outro ambiente -e vê o Internacional como esse caminho.

    OLHO NA COPA

    Félix, por sua vez, está satisfeito com a possibilidade de defender o Colorado. O jogador entende que precisa de mais minutos em campo para manter espaço entre os convocados do Equador visando à Copa do Mundo.

    A informação sobre a negociação foi publicada inicialmente pelo ge e confirmada pelo UOL.

    A votação para o impeachment de Julio Casares está marcada para o próximo dia 14 de janeiro, às 19h (de Brasília), no Morumbis

    Folhapress | 15:36 – 07/01/2026

    Corinthians e Internacional avançam por empréstimo de Félix Torres

  • UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

    UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

    Itália obtém concessões para assinar tratado; França resiste e espera reação do Parlamento; pacto de livre comércio ganha peso estratégico diante das questões geopolíticas do bloco

    BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – A União Europeia destravou as discussões em torno do acordo de livre comércio com o Mercosul, nesta quarta-feira (7), na esteira da invasão americana na Venezuela. Reunião entre ministros de Agricultura do bloco, em Bruxelas, que oficialmente não tinha o tratado em sua pauta, serviu como prognóstico em relação à votação decisiva sobre o tratado, marcada para sexta.

    A Itália, que havia se alinhado com o grupo de oposição liderado pela França pouco antes do Natal, obteve concessões significativas, que não estavam na mesa de negociações até o fim de semana. Cerca de EUR 45 bilhões em subsídios do próximo Orçamento da UE serão antecipados para aplacar a fúria dos fazendeiros do continente.

    O ministro italiano de Agricultura, Francesco Lollobrigida, emplacou também uma ienção tarifária de fertilizantes, que estavam na mira do CBAM, a taxa de carbono sobre importações da UE que estreou neste mês. Há uma cláusula de suspensão no mecanismo, mas a Itália advoga que o insumo seja afastado de vez da tarifação de até 25%. A França participou do pleito.

    “Sempre apoiámos a conclusão do acordo, salientando a necessidade de ter em devida conta as preocupações legítimas do setor agrícola”, declarou em comunicado Antonio Tajani, ministro italiano de Relações Exteriores. O trato, segundo ele, traz “enormes benefícios”.

    Desmoralizar o instrumento quase em sua estreia foi um dos preços que a Comissão Europeia aceitou pagar para destravar o acordo. Outro foi voltar atrás na nova política de destinação de fundos agrícolas, que previa um controle maior de Bruxelas nas liberações de subsídios durante a vigência do Orçamento 2028-2034.

    O timing das deliberações, dias depois da captura de Nicolás Maduro em Caracas, sugere disposição renovada da Comissão Europeia em fechar o acordo, que deve dar um raro fôlego à combalida economia do bloco diante de desafios geopolíticos crescentes.

    Segundo o site Político, a única dúvida entre diplomatas em Bruxelas era como os EUA receberiam o acordo dias depois de Donald Trump exibir os músculos de sua Doutrina Donroe, o resgate reacionário da Doutrina Monroe, na Venezuela.

    Por ela, os EUA teriam ascendência sobre o “hemisfério ocidental” apenas porque isso é uma questão de segurança nacional.

    Até aqui, o tratado passou relativamente batido pela verborragia da Casa Branca, ainda que o presidente americano seja um notório crítico do multilateralismo e dos acordos de livre comércio -inclusive dos que os EUA são signatários, como o pacto comercial com México e Canadá, bombardeado por Trump desde seu retorno ao poder, há um ano.

    Como já havia ocorrido em dezembro, o governo de Giorgia Meloni sinalizou suas novas intenções antes mesmo da discussão recomeçar em Bruxelas.

    Sem o voto italiano, a França dificilmente conseguirá uma minoria de bloqueio no Conselho da UE (apoio de ao menos quatro países e a representação de 35% da população do bloco). Ainda que tenha recebido as últimas concessões como avanços, o governo francês continua inflexível e imaginando os próximos passos.

    A aprovação no Conselho da UE, na sexta, permitiria à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viajar na próxima semana para assinar o acordo na América do Sul. A data negociada até aqui para a cerimônia é segunda-feira (12), segundo Bruxelas. A estratégia francesa, no entanto, seria prolongar o debate sobre concessões ou mesmo minar o documento no Parlamento Europeu.

    As salvaguardas inseridas no acordo pelos eurodeputados em dezembro e depois ponderadas no chamado trialogo, que reúne integrantes do Parlamento, do Conselho e da Comissão, exigem a aprovação final do documento em Estrasburgo.

    A suspensão da importação de frutas do Mercosul com traços de agrotóxicos, anunciada nesta semana, já seria um primeiro movimento dessa ofensiva.

    Maud Bregeon, porta-voz do governo francês, lembrou que o Parlamento poderia decidir ainda levar o acordo para apreciação do Tribunal de Justiça da UE, trâmite que consumiria anos. Opositores do tratado já formularam resolução nesse sentido à presidente da Casa, Roberta Metsola, que por enquanto a engavetou.

    A aprovação do tratado seria um fato inédito no bloco, que nunca prescindiu do apoio de um de seus fundadores em negociações desse tipo, e elevaria ainda mais a crise política francesa, deixando nas cordas, outra vez, o primeiro-ministro, Sébastian Lecornu.

    “O episódio corre o risco de deixar na opinião pública um sentimento de impotência política com efeitos deletérios”, escreveu em editorial o Le Monde. O influente jornal francês classificou a oposição do presidente Emmanuel Macron ao tratado como “aposta diplomática errada em um momento decisivo para a Europa”.

    UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

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  • Mulher é morta por agente de imigração durante operação nos EUA

    Mulher é morta por agente de imigração durante operação nos EUA

    Caso gerou protestos, críticas do prefeito e tensão em bairros de imigrantes; Prefeito de Minneapolis exigiu que os agentes de imigração deixem a cidade imediatamente

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma mulher morreu nesta quarta-feira (07) em Minneapolis, nos EUA, após um tiroteio envolvendo agentes de imigração que realizavam operações na cidade.

    Manifestantes violentos atropelaram os agentes, diz o Departamento de Segurança Interna. “Um agente do ICE [Serviço de Imigração e Alfândega], temendo por sua vida, pela vida de seus colegas e pela segurança pública, disparou em legítima defesa”, afirma em comunicado, reproduzido pela CNN Internacional.

    Vítima era uma “observadora” e estava “cuidando de nossos vizinhos imigrantes”, segundo conselho. A afirmação foi dada por Jason Chavez, membro do Conselho Municipal de Minneapolis, à ABC News.

    Agentes teriam sido atacados quando ficaram presos na neve. “Eles estavam tentando desatolar o veículo quando uma mulher os atacou, assim como as pessoas ao redor, e tentou atropelá-los com o carro”, afirmou Kristi Noem, secretária do Departamento de Segurança Interna.

    Prefeito de Minneapolis exigiu que os agentes de imigração deixem a cidade imediatamente. “A presença de agentes federais de imigração está causando caos em nossa cidade”, afirmou Jacob Frey nas redes sociais.

    Governador de Minnesota, Tim Walz, disse que está reunindo informações sobre o incidente. “Compartilharemos informações à medida que soubermos mais. Enquanto isso, peço a todos que mantenham a calma”, publicou no X.

    Mulher é morta por agente de imigração durante operação nos EUA

  • Bolsonaro é levado a hospital para exames após autorização de Moraes

    Bolsonaro é levado a hospital para exames após autorização de Moraes

    Ex-presidente deve ser submetido a tomografia, ressonância e eletroencefalograma. Bolsonaro passou mal e caiu na sala onde cumpre pena, na Superintendência da Polícia Federal, na madrugada desta terça (6)

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou que Jair Bolsonaro (PL) passe nesta quarta-feira (7) por exames médicos no hospital DF Star, em Brasília.

    O ex-presidente deixou a Superintendência da PF em Brasília, onde está preso, no final da manhã desta quarta.

    Na terça (6), o magistrado havia negado pedido de transferência imediata do ex-presidente para um hospital. Segundo a defesa, Bolsonaro sofreu uma queda na Superintendência da PF, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

    Ele recebeu o aval para fazer tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética de crânio e eletroencefalograma.

    Segundo a decisão, o transporte de Bolsonaro deverá ser feito pela Polícia Federal “de maneira discreta e o desembarque deverá ser feito nas garagens do hospital”.

    Além disso, a PF deverá entrar em contato com o diretor do DF Star para combinar os termos e a realização dos exames.

    No pedido de exames, os advogados de Bolsonaro afirmaram que o ex-presidente “sofreu queda em sua cela, com impacto craniano e suspeita de traumatismo, situação que, diante de seu histórico clínico recente, impõe risco concreto e imediato à sua saúde”.

    “Diante da urgência e gravidade do quadro, requer seja desde logo autorizada a imediata remoção do paciente ao hospital, para realização dos exames clínicos e de imagem necessários, com acompanhamento de sua equipe médica e sob escolta policial, a fim de preservar sua integridade física e evitar agravamento irreversível”, pediu a defesa.

    Em um relatório médico juntado no processo no fim da tarde desta terça, os médicos da PF disseram que atenderam Bolsonaro por volta das 9h e que ele relatou que teve um “leve traumatismo craniano e contusão em braços e pés” com a queda.

    “Relata que ontem [segunda] teve quadro de tontura durante o dia e soluços intensos à noite. Ao exame: consciente, orientado, sem sinais de déficit neurológico”, disseram os médicos da PF. “Lesão superficial cortante em face (região malar) direita e em hálux esquerdo com presença de sangue.”

    No fim, o relatório aponta como hipóteses diagnósticas interação medicamentosa, crise epiléptica, adaptação ao uso de CPAP (equipamento usado para apnéia do sono ou processo inflamatório pós -operatório.

    Bolsonaro voltou à Superintendência da PF no dia 1º de janeiro, após passar oito dias no hospital para tratar de hérnia na virilha e de crises de soluço, ambas condições decorrentes de facada que levou na campanha eleitoral de 2018.

    Na mesma data, Moraes negou pedido da defesa do ex-presidente de prisão domiciliar após a alta.

    Em sua decisão, o ministro disse que “diferentemente do alegado pela defesa, não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas, sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”.

    Bolsonaro é levado a hospital para exames após autorização de Moraes

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  • Corinthians conta com boa vontade da CBF para derrubar transfer ban

    Corinthians conta com boa vontade da CBF para derrubar transfer ban

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians contou com a CBF para derrubar o transfer ban nacional que vigorava desde outubro.

    COMO O CLUBE CONSEGUIU

    Nesta terça-feira (6), o Timão antecipou em dez dias o pagamento da parcela de janeiro do acordo de centralização de dívidas firmado com a Câmara Nacional de Resoluções e Disputas (CNRD).

    Os valores foram depositados diretamente na conta de cada credor -entre eles o Cuiabá, que tem a receber pela negociação do volante Raniele, contratado no início de 2024. O clube mato-grossense recebeu cerca de R$ 700 mil nesta parcela.

    Foi justamente o Dourado quem solicitou o transfer ban no fim do ano passado, após o Corinthians atrasar em dois dias o pagamento da parcela do último trimestre de 2025.

    Ao apresentar os comprovantes de quitação das parcelas do primeiro trimestre de 2026 -cujo prazo limite era 17 de janeiro-, o Corinthians contou com a atuação da CBF, que retirou a sanção nacional antes mesmo da notificação formal aos credores.

    CORINTHIANS TENTA DERRUBAR ÚLTIMO TRANSFER BAN

    Mesmo com a liberação no âmbito nacional, o clube ainda está impedido de registrar novos atletas por conta de uma sanção internacional.

    Desde agosto do ano passado, o Corinthians está punido pela Fifa em razão de uma dívida com o Santos Laguna, do México, referente à contratação do zagueiro Félix Torres, no início de 2024. O valor original era de R$ 33 milhões, mas já ultrapassa os R$ 40 milhões em razão de multas, juros e correções.

    A diretoria corintiana mantém conversas com o clube mexicano, que se mostra irredutível a qualquer acordo e exige o pagamento integral à vista.

    Nos últimos dias, o Timão também resolveu uma pendência com o meia Matías Rojas, que cobrava cerca de R$ 50 milhões em dívidas relacionadas a direitos de imagem durante sua passagem pelo clube entre 2023 e o início de 2024.

    O Corinthians pagou duas parcelas de R$ 20,5 milhões, totalizando R$ 41 milhões, e economizou pouco mais de R$ 7 milhões em juros e multas, que foram perdoados pelo jogador. Desde novembro, Rojas já poderia acionar a Fifa para solicitar um novo transfer ban contra o clube.

    OUTRAS NEGOCIAÇÕES

    Em paralelo, a diretoria também negocia com outros credores, como Talleres (ARG), Shakhtar Donetsk (UCR) e Toluca (MEX), para quitar pendências antes que elas se transformem em novas sanções.

    A votação para o impeachment de Julio Casares está marcada para o próximo dia 14 de janeiro, às 19h (de Brasília), no Morumbis

    Folhapress | 15:36 – 07/01/2026

    Corinthians conta com boa vontade da CBF para derrubar transfer ban

  • Trump avalia ativamente compra da Groenlândia, diz Casa Branca

    Trump avalia ativamente compra da Groenlândia, diz Casa Branca

    ‘A primeira opção do presidente, sempre, tem sido a diplomacia’, afirma secretária de imprensa Karoline Leavitt; Secretário de Estado, Marco Rubio, diz que planeja se reunir com representantes da Dinamarca na próxima semana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu a compra da Groenlândia com sua equipe, disse a Casa Branca nesta quarta-feira (7), acrescentando que ele prefere a diplomacia, mas não descartaria uma ação militar.

    “Isso é algo que está sendo ativamente discutido pelo presidente e sua equipe de segurança nacional”, disse a secretária de imprensa Karoline Leavitt quando questionada sobre uma possível oferta de Washington para comprar o território da Dinamarca. “Sua equipe está atualmente conversando sobre como seria uma potencial compra.”

    Leavitt reiterou que Trump acredita que adquirir a Groenlândia seria do interesse da segurança nacional de seu país. “Ele vê isso como sendo do melhor interesse dos EUA para deter a agressão russa e chinesa na região do Ártico. E é por isso que sua equipe está atualmente discutindo como seria uma potencial compra”, continuou.

    Quando questionada sobre por que Trump não descartaria uma ação militar contra um membro da Otan, a aliança militar ocidental, Leavitt afirmou que “todas as opções estão sempre na mesa para o presidente Trump”. “Mas eu apenas direi que a primeira opção do presidente, sempre, tem sido a diplomacia.”

    Paralelamente, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou também nesta quarta que planeja se reunir com representantes da Dinamarca na próxima semana.

    “Se o presidente identifica uma ameaça à segurança nacional dos EUA, todo presidente mantém a opção de abordá-la por meios militares. Como diplomata, que é o que sou agora, e no que trabalhamos, sempre preferimos resolver de maneiras diferentes -isso incluiu a Venezuela”, disse Rubio aos repórteres quando questionado se os EUA estariam dispostos a potencialmente arriscar a aliança da Otan ao avançar com uma opção militar.

    Trump avalia ativamente compra da Groenlândia, diz Casa Branca

  • Oposição adota pessimismo e não crê em impeachment de Casares no São Paulo

    Oposição adota pessimismo e não crê em impeachment de Casares no São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A oposição do São Paulo crê em um caminho difícil para o impeachment de Julio Casares.

    A reportagem falou com fontes que foram unânimes: dificilmente dois terços da casa votarão pela saída do mandatário.

    A votação está marcada para o próximo dia 14 de janeiro, às 19h (de Brasília), no Morumbis. A votação será fechada, como é usual em casos punitivos, e presencial.

    À reportagem, a avaliação feita é de que a votação in loco dificulta ainda mais o cenário para o grupo contrário a Casares, já que alguns conselheiros já não têm grande mobilidade para ir ao auditório do Morumbis.

    Por conta disso, hoje o trabalho inicial da oposição ainda nem passa tanto pela ‘virada de votos’ de membros da situação, mas pelo convencimento da própria base a ir votar.

    FOCO NA RENÚNCIA

    O entendimento de opositores é que ainda não existe evolução nas investigações nas quais Casares está envolvido.

    Por conta disso, o entendimento atual é que o mais viável, por ora, seria seguir forçando a pavimentação de uma renúncia.

    O presidente, como o UOL revelou nesta terça-feira (06) , é investigado pela polícia pelo recebimento de R$ 1,5 milhão em dinheiro. Ao mesmo tempo, as autoridades apuram 35 saques que totalizam R$ 11 milhões realizados na conta do clube.

    Outro caso recente envolve Mara Casares, ex-esposa de Júlio, e Douglas Schwartzmanm, diretor do clube. Áudios divulgados pelo ge mostraram um esquema entre eles para desvio de ingressos em shows realizados no Morumbis.

    O turbilhão político forçou aliados políticos a recomendarem ao mandatário uma renúncia, mas Casares entende que seria ‘aceitar as acusações’. Reunião do Conselho Consultivo, que envolveu ex-presidentes e figuras da alta patente política, nesta terça-feira, recomendou o mandatário a não renunciar. O encontro teve até mesmo um conselho de Carlos Miguel Aidar, também revelado pelo UOL.

    Por ora, o presidente diz nos bastidores que não abandonará a cadeira.

    O norte-americano Michael Schumacher morreu aos 75 anos, no dia 29 de dezembro; Emily Joy Schumacher, filha do escritor, só revelou o ocorrido nesta segunda-feira (5)

    Rafael Damas | 14:23 – 07/01/2026

    Oposição adota pessimismo e não crê em impeachment de Casares no São Paulo

  • Trump diz duvidar que aliados da Otan apoiem EUA em caso de necessidade

    Trump diz duvidar que aliados da Otan apoiem EUA em caso de necessidade

    Declaração ocorre após Casa Branca afirmar que via militar está entre opções para anexar Groenlândia; presidente americano ainda critica Noruega pelo fato de não ter recebido o Nobel da Paz no ano passado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após o ataque à Venezuela e a escalada retórica contra outros países em várias regiões do mundo, o presidente Donald Trump manifestou dúvidas nesta quarta-feira (7) de que seus parceiros da Otan, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos, apoiem Washington em caso de necessidade.

    “Sempre estaremos lá para a Otan, mesmo que eles não estejam lá para nós”, escreveu Trump em sua plataforma, a Truth Social, sugerindo desconfiança quanto à disposição dos aliados de retribuir o compromisso de defesa mútua previsto no artigo 5 do estatuto da organização.

    A declaração ocorreu um dia após a Casa Branca afirmar que a via militar está entre as possibilidades consideradas para viabilizar a anexação da Groenlândia, território semiautônomo pertencente à Dinamarca, que integra a Otan.

    Na mesma publicação, Trump fez novas críticas aos gastos militares dos países da aliança. Segundo ele, Washington arcava de forma desproporcional com os custos do grupo, e os demais integrantes investiam valores insuficientes em defesa até sua intervenção.

    “Os EUA pagavam de forma tonta por eles”, escreveu Trump. “Eu os fiz chegar a 5% do PIB destinado ao orçamento de defesa”, acrescentou, sem detalhar como esse percentual teria sido alcançado.

    Como praxe, o presidente manteve o tom ambivalente que caracteriza suas declarações sobre a aliança. Apesar das críticas, afirmou que os países membros da Otan são todos seus amigos.

    O presidente ainda voltou a reclamar do fato de não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz em 2025, apesar de afirmar que encerrou oito guerras. Ele mencionou a Noruega, país integrante da Otan responsável pela concessão do prêmio, acusando-a de ter tomado uma “decisão estúpida”.

    “Mas isso não importa! O que importa é que eu salvei milhões de vidas. A Rússia e a China não têm nenhum medo da Otan sem os EUA”, escreveu Trump. A láurea foi concedida à María Corina Machado, líder opositora na Venezuela que, segundo o presidente americano, não tem o respeito necessário para assumir o poder em Caracas.

    Em entrevista publicada pela revista The Atlantic no domingo (4), Trump, embalado pela intervenção na Venezuela, voltou a dizer que a Groenlândia, território dinamarquês no Ártico, é de interesse dos EUA. No mesmo dia, afirmou que a região é essencial “do ponto de vista da segurança” de Washington.

    Vários países europeus saíram em defesa da Groenlândia. Em comunicado, líderes da União Europeia afirmaram que a população do território é soberana para decidir seu futuro político.

    “Chega de insinuações. Chega de fantasias sobre anexação”, respondeu a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen. “Infelizmente, acho que o presidente americano deve ser levado a sério”, acrescentou ela à DR, a emissora pública dinamarquesa.

    Trump diz duvidar que aliados da Otan apoiem EUA em caso de necessidade