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  • Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

    Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

    Gigante de tecnologia já investiu bilhões na startup e pode ampliar aportes, enquanto Anthropic promete direcionar mais de US$ 100 bilhões à infraestrutura da AWS para impulsionar o desenvolvimento de inteligência artificial.

    A Amazon e a Anthropic anunciaram que vão ampliar a parceria com novos acordos bilionários voltados ao desenvolvimento de inteligência artificial.

    De acordo com a imprensa internacional, a Amazon investiu mais US$ 5 bilhões na Anthropic, valor que se soma aos cerca de US$ 8 bilhões já aportados anteriormente. A empresa também informou que pode investir até mais US$ 20 bilhões na startup, desde que determinadas metas de desempenho sejam atingidas.

    Por outro lado, a Anthropic, sediada em São Francisco, afirmou que pretende investir mais de US$ 100 bilhões em tecnologia da Amazon Web Services (AWS) ao longo da próxima década, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de soluções em inteligência artificial.

    “Precisamos construir infraestrutura para acompanhar a demanda crescente”, afirmou o CEO da Anthropic, Dario Amodei, em comunicado. “Nossa colaboração com a Amazon vai permitir que continuemos avançando na pesquisa em IA, ao mesmo tempo em que entregamos o Claude aos nossos clientes.”

    O Claude é um assistente de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic, com funcionamento semelhante ao ChatGPT.

    Os novos acordos surgem após a divulgação, em janeiro, de que a Amazon também avaliava investir mais de € 40 bilhões na OpenAI, concorrente direta da Anthropic no setor.

    Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

  • Ex-presidente do BRB troca de advogados e acende alerta sobre colaboração premiada

    Ex-presidente do BRB troca de advogados e acende alerta sobre colaboração premiada

    Advogado Cleber Lopes, próximo do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), deixou o caso nesta quarta (22). Paulo Henrique Costa foi preso na última quinta (16) por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde a semana passada, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa decidiu trocar sua equipe de defesa, em um indicativo de que pode assinar um acordo de colaboração premiada.

    Até então, Costa era defendido pelo advogado Cléber Lopes, que é próximo do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) e foi advogado dele no processo relativo aos ataques de 8 de Janeiro. Agora, o executivo será defendido pelos advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino.

    A troca foi concretizada nesta quarta-feira (22). Questionado se Costa pretende assinar um acordo de colaboração premiada, Aragão afirmou que ainda não havia conversado com ele. “Ainda não sei [se ele vai assinar um acordo]. Não conversei com o cliente ainda”, afirmou à reportagem.

    A informação foi publicada pelo jornal O Globo e confirmada pela reportagem. Costa foi preso na última quinta-feira (16). Um dos fundamentos para a prisão é a suspeita de que ele tenha ocultado seis imóveis recebidos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, como propina.

    O advogado de Ibaneis, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, diz que é zero a preocupação do ex-governador com uma possível delação de Costa. Segundo ele, Ibaneis está tranquilo.

    “Esse episódio foi levantado entre nós [possibilidade de alguém fazer um acordo de colaboração], e ele não tem nenhum tipo de preocupação”, afirma Kakay.

    Costa é investigado por seu papel na tentativa de compra do Master pelo BRB e pela compra de carteiras de crédito consignado falsas, além das operações em que o ex-banqueiro e seus associados se tornaram acionistas do Banco de Brasília.

    A PF afirma que os seis imóveis recebidos por ele, dois em Brasília e quatro em São Paulo, são avaliados em R$ 146,5 milhões. Na decisão que autorizou a prisão, o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), transcreve conversas entre ele e Vorcaro.

    Na quinta, Lopes disse que Costa não havia praticado crime algum e que a prisão era um exagero por parte da Justiça. “A defesa continua firme na convicção de que o Paulo Henrique não cometeu crime algum”, disse, ao deixar o apartamento do executivo.

    Costa foi presidente do BRB desde o começo do governo Ibaneis, em 2019. Ele foi afastado do cargo por 60 dias por determinação judicial na primeira fase da Operação Compliance Zero, em 18 de novembro, e demitido no dia seguinte pelo então governador.

    No início de abril, o BRB entregou à PF o relatório final de uma auditoria independente sobre seus negócios com o Master. O material consolidou suspeitas que já vinham sendo apuradas desde a primeira fase da operação.

    A auditoria aponta que as operações de compra de carteiras do Master eram tratadas internamente como “negócio do presidente” e conduzidas sob pressão e urgência. O relatório indica que as carteiras eram fragmentadas, para evitar a necessidade de aprovação pelo conselho de administração do banco público.

    A PF encontrou uma anotação na agenda da ex-diretora de Controle e Riscos do BRB Luana de Andrade Ribeiro, de julho do ano passado, em que afirma que Costa também teria determinado a compra de carteiras para salvar o Master.

    Ex-presidente do BRB troca de advogados e acende alerta sobre colaboração premiada

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  • "Fizeram conosco, a gente vai fazer com eles", diz Lula sobre EUA

    "Fizeram conosco, a gente vai fazer com eles", diz Lula sobre EUA

    Governo Trump ordenou saída de policial brasileiro que atuava no setor de imigração dos EUA. Presidente diz esperar que estejam dispostos a voltar a conversar para coisas voltarem à normalidade

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou nesta quarta-feira (22) o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, pela retirada das credenciais diplomáticas de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava na sede da PF em Brasília.

    Segundo Lula, a medida corresponde ao princípio da reciprocidade.

    “Eles fizeram conosco, gente vai fazer com eles. Esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem a normalidade”, disse Lula, em vídeo nas redes sociais, ao lado de Andrei Rodrigues e do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva. 

    A iniciativa brasileira ocorreu após o governo dos Estados Unidos determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, também da PF, do país. O delegado teria atuado na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem pelo serviço de imigração dos EUA.

    Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou, em nota publicada na rede X, que a representante da embaixada norte-americana foi comunicada que o Brasil iria aplicar o princípio da reciprocidade “diante da decisão sumária contra o agente da Polícia Federal, que não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso”, como prevê acordo bilateral de cooperação na área policial.

    “A medida tão pouco observa boa prática diplomática de diálogo entre nações amigas, como o Brasil e os Estados Unidos, ao longo de mais de 200 anos de relação”, diz a nota.

    “O agente atuava com base em memorando de entendimento firmado entre os dois governos sobre a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança”, acrescenta, afirmando ainda sobre a adoção do mesmo tratamento ao agente norte-americano. 

    Entenda o caso 

    O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos informou na última segunda-feira (20) que pediu a saída de um “funcionário brasileiro” do território dos Estados Unidos. Embora a postagem não cite nomes, o texto indica que se trata do delegado Marcelo de Carvalho, da Polícia Federal, envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.

    Ramagem foi solto na última quarta-feira (15) após ficar dois dias preso na Flórida. O ex-deputado Alexandre Ramagem foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Ramagem a 16 anos de prisão na ação penal relacionada à trama golpista.

    Após a condenação, ele perdeu o mandato e fugiu do país para evitar o cumprimento da pena e passou a residir nos Estados Unidos.

    Em dezembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou o envio de pedido formal de extradição de Ramagem aos Estados Unidos, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Em abril, a Polícia Federal informou que a prisão de Ramagem pelo serviço de imigração norte-americano ocorreu como resultado de cooperação policial internacional entre Brasil e Estados Unidos.

    Segundo a corporação, o ex-deputado foi detido na cidade de Orlando e é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de direito.

    Novos agentes 

    No vídeo nas redes sociais, Lula anunciou ainda a contratação de 1 mil novos agentes, que irão reforçar a atuação da PF nos portos, aeroportos e regiões de fronteira. De acordo com o presidente, a medida faz parte do compromisso do governo de combate ao crime organizado. 

    "Fizeram conosco, a gente vai fazer com eles", diz Lula sobre EUA

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  • Imagens fortes: Participante tenta estrangular colega em reality ; veja

    Imagens fortes: Participante tenta estrangular colega em reality ; veja

    Agressão em reality sérvio foi interrompida por seguranças após participante tentar estrangular colega durante a madrugada; cena repercutiu nas redes, levantou questionamentos sobre segurança no programa e pode levar à expulsão do agressor e consequências legais fora do confinamento

    Um episódio de violência chocou o público do reality show sérvio Elita. Durante a transmissão, um participante tentou estrangular uma colega de confinamento, em uma cena que rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa local.

    De acordo com veículos da Sérvia, o agressor foi identificado como Asmin Durdžić, que teria mantido um relacionamento com a vítima, Maja Marinković. A motivação do ataque, segundo relatos, teria sido ciúmes.

    Nas imagens, os dois aparecem deitados sob um edredom quando o homem passa a agir de forma agressiva. Em poucos segundos, ele segura o pescoço de Maja, que reage e diz: “Agora você mostrou a sua verdadeira cara”. Outros participantes tentam intervir, mas a situação só é controlada com a chegada da equipe de segurança do programa, que retira o agressor imediatamente do local.

    A cena gerou forte reação do público. A produção do programa ainda não detalhou quais medidas disciplinares serão adotadas, mas, em casos semelhantes, participantes costumam ser expulsos e podem responder judicialmente fora do programa.

    As imagens do episódio circulam sem censura nas redes sociais, e o conteúdo é considerado sensível devido ao nível de violência.

     

    Imagens fortes: Participante tenta estrangular colega em reality ; veja

  • Erro comum pode travar restituição no IR 2026; saiba o que fazer

    Erro comum pode travar restituição no IR 2026; saiba o que fazer

    Confusão entre dependente e alimentando é um dos principais motivos para cair na malha fina. Receita exige preenchimento correto das fichas e alerta que duplicidade de informações pode gerar inconsistências e atrasos no pagamento da restituição

    A entrega do Imposto de Renda 2026 já começa a preocupar muitos brasileiros, e um erro comum envolvendo pensão alimentícia pode fazer o contribuinte cair na malha fina e ter a restituição bloqueada.

    O principal problema está na confusão entre os termos “dependente” e “alimentando”. Mesmo quem paga a pensão corretamente pode enfrentar inconsistências na declaração se preencher essas informações de forma incorreta.

    A diferença é simples, mas fundamental. Dependente é a pessoa que vive sob responsabilidade financeira do contribuinte e, em geral, mora com ele. Já o alimentando é quem recebe pensão alimentícia definida por decisão judicial ou acordo formalizado em cartório.

    Um dos erros mais frequentes é declarar a mesma pessoa como dependente e alimentando ao mesmo tempo. Essa duplicidade é automaticamente identificada pelo sistema da Receita Federal e pode levar à retenção da declaração.

    A regra é clara: quem paga a pensão deve informar o beneficiário apenas na ficha de “Alimentandos”. Já quem recebe a pensão e tem a guarda da pessoa deve incluí-la como dependente.

    Para evitar problemas no cruzamento de dados, é importante preencher corretamente cada campo da declaração. Na ficha de alimentandos, é necessário informar o CPF do beneficiário e os dados da decisão judicial ou do acordo. Já os valores pagos devem ser registrados na ficha de “Pagamentos Efetuados”, utilizando os códigos específicos indicados pela Receita.

    Outro ponto de atenção são as deduções. Despesas com saúde e educação só podem ser abatidas se estiverem previstas expressamente na decisão judicial ou no acordo de pensão.

    Desde 2022, os valores recebidos como pensão alimentícia são isentos de Imposto de Renda. Quem pagou imposto sobre esses valores nos últimos anos pode retificar declarações anteriores e solicitar a restituição.

    A recomendação é revisar todos os dados antes do envio para evitar erros e garantir que a restituição seja liberada sem atrasos.
     
     

     

    Erro comum pode travar restituição no IR 2026; saiba o que fazer

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  • Mais uma baixa na Seleção Brasileira: Estevão pode estar fora da Copa

    Mais uma baixa na Seleção Brasileira: Estevão pode estar fora da Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A participação de Estêvão na Copa do Mundo com a seleção brasileira está em “séria dúvida” após a lesão muscular sofrida pelo atacante no último sábado (18), durante duelo do Chelsea contra o Manchester United no Stamford Bridge, em Londres. As informações são do site The Athletic.

    De acordo com a publicação, que faz parte do conglomerado de mídia The New York Times, pessoas familiarizadas com o assunto disseram que o jogador de 18 anos sofreu uma lesão muscular de grau quatro.

    Com isso, há “grandes chances” de o atleta não ter condições de se recuperar a tempo de atuar pela seleção brasileira durante o Mundial na América do Norte, com início previsto para o dia 11 de junho. O Brasil estreia dois dias depois, contra o Marrocos.

    Estevâo se lesionou ainda no início da partida válida pela 33ª rodada da Premier League, vencida por 1 a 0 pelo United. Ao tentar uma arrancada aos 16 minutos do primeiro tempo, ele demonstrou estar sentido fortes dores e caiu no gramado, precisando ser substituído.

    O treinador do Chelsea, Liam Rosenior, afirmou que o brasileiro estava “devastado” e em lágrimas no vestiário da equipe após a partida.

    Em sua temporada de estreia pelo clube londrino, o atacante revelado na base do Palmeiras marcou oito gols e distribuiu quatro assistências em 36 partidas.
    Apesar da pouca idade, consolidou-se como um dos nomes de confiança do treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, com quatro gols em seus últimos quatro jogos com a camisa amarela.

    Além do Marrocos, o Brasil enfrenta Haiti e Escócia no Grupo B.

    O atacante Rodrygo, do Real Madrid, já é um desfalque certo da seleção brasileira na Copa do Mundo, depois de sofrer a ruptura do LCA (ligamento cruzado anterior) do joelho direito, no início de março. O tempo estimado por especialistas para a recuperação é de, no mínimo, oito meses.

    Técnico reage às críticas sobre comemoração após vitória sobre o Arsenal, diz que jogo era “uma final” e reforça que elenco deve aproveitar cada momento, enquanto disputa pelo título segue aberta na Premier League.

    Notícias ao Minuto | 13:30 – 22/04/2026

    Mais uma baixa na Seleção Brasileira: Estevão pode estar fora da Copa

  • PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    Medida foi tomada após EUA retirarem credenciais de policial brasileiro em Miami; PF suspendeu acesso de agente americano a bases de dados e cobra explicações, em meio a tensão diplomática e críticas à justificativa do governo Trump.

    (CBS NEWS) – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (22) que retirou as credenciais de um agente de imigração americano que atuava na coordenação do setor no Brasil.

    A ação foi em represália à atitude do governo Donald Trump, que pediu a retirada de um policial brasileiro que atuava no sistema de imigração dos EUA.
    Segundo afirmou Andrei em entrevista à Globonews, o bloqueio ao sistema de dados da PF contra o servidor americano vai durar até que seja esclarecido o motivo que levou os EUA a tomarem as atitudes contra o agente do Brasil.

    “Esse policial norte-americano, que até então trabalhava dentro de uma unidade nossa da PF, deixa de ter acesso a algumas bases de dados que nós fornecemos para essas cooperações, assim como nosso servidor lá em Miami teve”, disse.

    O funcionário brasileiro seria o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, que atua em Miami. Ele teve participação no caso que levou à prisão, na semana passada, do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem pelo ICE, a agência de imigração dos EUA.

    Andrei também afirmou que, até o momento, a PF não recebeu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido com Marcelo Ivo e que ele mesmo determinou o seu retorno à unidade em que trabalha.

    “Ao chegar ao trabalho, o policial brasileiro teve a credencial de acesso ao sistema negado. Portanto, entendi que seria mais prudente mandar ele voltar ao Brasil”, declarou.

    O chefe da PF também considerou “risível” a alegação do governo Trump de que o funcionário teria atuado para manipular o sistema de imigração e “contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território” americano.

    “Não é possível imaginar que um policial está nos EUA para enganar as agências americanas e ludibriar um processo que a própria agência que ele está lotado produz”, declarou.

    Após a prisão de Ramagem, no dia 13, a PF afirmou que houve uma ação conjunta entre EUA e Brasil.

    Deputados de oposição, principalmente do PL e do Novo, apresentaram, nesta quarta, um pedido de impeachment do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, pasta responsável pela PF, e acionaram a Procuradoria-Geral da República para investigação.

    Segundo o deputado Helio Lopes (PL-RJ), houve, por parte do delegado, “uma atuação considerada irregular, fora dos canais legais de cooperação internacional”.

    O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse na ocasião que a prisão pelo serviço de imigração foi motivada por uma suposta infração de trânsito leve.

    Marcelo Ivo foi designado, em março de 2023, para exercer a função de oficial de ligação junto ao ICE (sigla em inglês para Serviço de Imigração e Alfândega), em Miami. Esse tipo de missão para os policiais federais brasileiros tem um período específico. No caso da função junto ao ICE, era de dois anos.

    A permanência do delegado -que antes foi superintendente da PF na Paraíba- foi prorrogada, até agosto de 2026, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.

    Mas, em 17 de março deste ano, Andrei determinou a substituição de Marcelo por outra delegada, Tatiana Torres. A troca formal, portanto, se deu antes do episódio da prisão de Ramagem.

    O ex-deputado federal pelo PL-RJ foi condenado à prisão no ano passado na mesma ação que levou à cadeia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Ele recebeu pena de 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado no final do governo de Bolsonaro, além de perder o mandato parlamentar. Ele deixou o Brasil no ano passado e é alvo de um processo de extradição.

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

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  • Climão pós-BBB: Samira e Juliano dão unfollow e indicam rompimento

    Climão pós-BBB: Samira e Juliano dão unfollow e indicam rompimento

    Ex-aliados no reality, os dois deixaram de se seguir após reencontro frio em evento do programa. Internautas apontam afastamento definitivo após atritos ainda dentro da casa e especulam o fim da amizade fora do BBB 26

    O pós-BBB 26 ganhou mais um episódio de tensão envolvendo Samira Sagr e Juliano Floss. Nesta quarta-feira (22), fãs notaram que os dois deixaram de se seguir no Instagram, o que reacendeu rumores de um rompimento definitivo da amizade construída durante o reality.

    A mudança nas redes sociais aconteceu logo após o reencontro dos ex-participantes no Prêmio Big Show, evento promovido pelo gshow. Vídeos e fotos que circularam entre internautas mostram Juliano interagindo com outros colegas de confinamento, mas sem qualquer aproximação com Samira. O momento foi interpretado como um possível clima tenso entre os dois.

    O afastamento, no entanto, não é recente. Ainda na reta final do programa, a relação já dava sinais de desgaste após discussões e mudanças de alianças dentro da casa. Durante participação no Bate-Papo BBB, Samira chegou a afirmar que já esperava ser deixada de lado por Juliano em momentos importantes do jogo.

    Em outra ocasião, o próprio Juliano comentou sobre as dificuldades na relação e indicou falta de iniciativa da colega para resolver os conflitos. “Eu resolveria, mas sinto que ela não tem vontade”, disse na época.

    Apesar de uma tentativa de reaproximação ainda durante o confinamento, os sinais fora da casa indicam que a amizade não se sustentou. Até agora, nenhum dos dois se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

    Climão pós-BBB: Samira e Juliano dão unfollow e indicam rompimento

  • Lexa diz evitar cenas de beijo de Ricardo Vianna na TV: 'Pulo todas'

    Lexa diz evitar cenas de beijo de Ricardo Vianna na TV: 'Pulo todas'

    Cantora afirma que entende profissão do marido, mas admite ciúme das sequências românticas; ator vive CEO na novela vertical ‘De Repente Casados’, papel que tem repercutido entre o público

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lexa, 31, afirmou que evita assistir às cenas de beijo do marido, o ator Ricardo Vianna, 33, em novelas. Em tom bem-humorado, a cantora disse compreender as exigências da profissão, mas admite desconforto com sequências românticas.

    “Ele está gravando várias novelas… E está bombado, porém eu não assisto os episódios que têm beijos! Estou amadurecendo ainda… Estou ‘verde’ ainda para assunto”, explicou um pouco sem graça.

    Atualmente, Vianna participa da produção vertical “De Repente Casados”. Na trama, interpreta Cristhian Noronha, um CEO bilionário que se casa com a protagonista, Sabrina (Laryssa Ayres), de forma impulsiva. O enredo explora temas como poder, identidade e relações afetivas, com foco em reviravoltas rápidas e conflitos intensos.

    Segundo Lexa, o trabalho do ator tem gerado repercussão entre o público. “As mulheres estão fissuradas nas suas novelas, amor. Está todo mundo comentando sobre isso. Gente, eu tenho que dividir o meu marido! Mas eu entendo, sei que é trabalho. Mas vê se eu assisto uma cena [de beijo]. Pulo todas, e ele sabe”, afirmou, entre risos.

    Apesar do ciúme, a cantora ressaltou que respeita a carreira do companheiro. “Ele sabe que eu não assisto, que eu tenho ciúmes. Mas eu entendo, gente, é o trabalho dele, assim como eu tenho o meu. Mas eu não sou obrigada a assistir.”

    Ao final, Lexa ainda brincou ao mencionar a personagem: “Eu que vou ser a senhora Noronha”. “Com todo prazer”, respondeu o ator. Lexa e Ricardo Vianna estão juntos desde 2023 e se casaram em uma cerimônia no Rio de Janeiro em 10 de outubro de 2025.

    Lexa diz evitar cenas de beijo de Ricardo Vianna na TV: 'Pulo todas'

  • Ibovespa cai e dólar fecha estável em dia de tensão externa

    Ibovespa cai e dólar fecha estável em dia de tensão externa

    Dólar à vista encerrou o dia praticamente estável, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,974. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira recuou 1,65%, aos 192.888 pontos

    Num dia marcado por cautela nos mercados diante das tensões no Oriente Médio, a bolsa caiu mais de 1,5%, enquanto o dólar ficou praticamente estável, abaixo de R$ 5. Investidores reagiram à realização de lucros (venda de ações para embolsar ganhos recentes) na bolsa brasileira e às incertezas geopolíticas, que também impulsionaram os preços do petróleo.

    O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira recuou 1,65%, aos 192.888 pontos, no menor nível desde 8 de abril. O movimento reflete ajustes após altas recentes e uma reavaliação de riscos por parte dos investidores.

    As ações de bancos e de mineradoras, com grande peso no índice, lideraram as perdas e pressionaram o desempenho geral. Por outro lado, ações ligadas ao setor de energia ajudaram a limitar as perdas, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional. Ainda assim, o saldo do dia foi negativo. 

    Dados recentes também apontam uma redução na entrada de capital estrangeiro na bolsa, o que contribuiu para o enfraquecimento do índice.

    Dólar estável

    O dólar à vista encerrou o dia praticamente estável, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,974. A cotação está no menor nível desde 25 de março de 2024.

    Apesar da estabilidade no fim do pregão, a moeda oscilou ao longo do dia, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas externas, especialmente relacionadas ao conflito envolvendo Estados Unidos e Irã.

    No ano, o dólar acumula queda de 9,39% frente ao real, indicando um movimento de valorização da moeda brasileira em meio ao fluxo de capital e à diferença de juros entre o Brasil e o exterior.

    Petróleo em alta
    Os preços do petróleo subiram com força e voltaram a superar o patamar de US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio.

    O barril do tipo Brent, referência para as negociações internacionais, avançou 3,5%, a US$ 101,91. O barril WTI, do Texas, subiu 3,66%, a US$ 92,96.

    A alta foi motivada por incertezas sobre a continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã, além de novos episódios na região do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.

    Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo anunciada pelo presidente Donald Trump, o cenário permanece instável, sustentando a pressão sobre os preços do petróleo.

    Ibovespa cai e dólar fecha estável em dia de tensão externa

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