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  • Flávio faz dancinhas para mirar TikTok e jovens da periferia, mas aliados rejeitam iniciativa

    Flávio faz dancinhas para mirar TikTok e jovens da periferia, mas aliados rejeitam iniciativa

    O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 44, adotou um jingle próprio, o “Funk do 01”, e começou a dançar em sua pré-campanha.

    GUSTAVO ZEITEL
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sucesso no Rio de Janeiro desde os anos 2000, “A Dança do Créu”, de MC Créu, ainda agita o fim de festa, avisando que para dançar “tem que ter disposição”. Do verso não se extrai nada além do óbvio, mas estar bem disposto parece ter se tornado uma virtude neste ano eleitoral. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 44, adotou um jingle próprio, o “Funk do 01”, e começou a dançar em sua pré-campanha.

    Consultores de marketing político afirmam que Flávio deseja mostrar jovialidade, estabelecendo um contraste com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80. O filho 01 de Jair Bolsonaro mira o público do TikTok, rede social que se distingue pelas dancinhas em vídeos curtos. Segundo os especialistas, o senador mobiliza a cultura periférica, almejando os votos da juventude que mora nessas regiões. Ao mesmo tempo, o entorno de sua pré-campanha rejeitou a coreografia, dizendo se tratar de um tiro no pé.

    @flaviobolsonaro QUE RECEPÇÃO É ESSA, RIO GRANDE DO NORTE? Energia que contagia! Muito obrigado pelo carinho de cada um de vocês. Vamos juntos resgatar o nosso Brasil! #fy #flaviobolsonaro #bolsonaro #natal #nordeste som original – Flávio Bolsonaro

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    @flaviobolsonaro QUE RECEPÇÃO É ESSA, RIO GRANDE DO NORTE? Energia que contagia! Muito obrigado pelo carinho de cada um de vocês. Vamos juntos resgatar o nosso Brasil! #fy #flaviobolsonaro #bolsonaro #natal #nordeste som original – Flávio Bolsonaro

    “Dançar gera a percepção de que ele é saudável e mais em forma do que Lula”, diz o consultor de marketing político Lucas Pimenta. No fim de semana passado, Flávio foi ao Nordeste, onde promoveu dois eventos, um em João Pessoa, Paraíba, e outro, em Natal, Rio Grande do Norte. Flávio vestiu uma camiseta onde se lia “Nordeste é a solução” e foi anunciado ao som daquele jingle, feito com inteligência artificial, sobre a chegada de um “novo capitão”.

    “Segura a pressão que o time tá on/ É Deus e família no mesmo tom/ Esquece o passado/ Foca o que vem”, diz a letra. Acompanhando o batidão, o “novo capitão” desceu as passarelas montadas nos eventos, emulando o jogo de corpo do passinho, estilo de dança atrelado ao funk.

    Arriscou-se em passos à direita e à esquerda, tentando fazer alguns giros. Aliado do senador, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) comparou os movimentos aos de um orangotango. Auxiliares da pré-campanha também desaprovaram as dancinhas. Diante da repercussão nas redes, dizem eles, aquelas cenas nunca deveriam ter existido, porque deram uma impressão ridícula, resultando em um tiro no pé.

    Para Pimenta, Flávio buscou, em primeiro lugar, chamar a atenção em um mundo marcado pelo excesso de informações. Quanto ao jingle, o consultor diz ser construído de modo a ajudar no que ele chama de efeito de tribo, isto é, a criação de um ritual a ser repetido pelos apoiadores.

    Na visão de Pimenta, Flávio tenta evitar que 2026 seja um espelho de 2022, quando o ex-presidente enfrentou rejeição dos mais jovens. Em julho daquele ano, pesquisa Datafolha mostrou que 67% das pessoas de 16 a 29 anos desaprovavam a reeleição de Bolsonaro.

    Pesquisa Datafolha mais recente mostra que Flávio já apresenta rejeição menor que a do pai no segmento de jovens de 16 a 24 anos –40%, quatro pontos percentuais a menos do que a desaprovação de Lula.

    Especialista em marketing eleitoral, Felipe Soutello enfatiza a escolha da dança como parte integrante da gestualidade do pré-candidato. “A dança tem, sobretudo se consideramos a herança dos rituais dos povos originários, uma força política por natureza e quase todo adolescente hoje faz dancinha no TikTok”, afirma.

    Soutello é cético em relação à capacidade de Flávio demonstrar jovialidade dançando. Afinal, afirma, políticos com idade avançada deram exibicionismos com a mesma natureza nesses últimos anos.

    A tendência foi capitaneada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, há dois anos, usou “YMCA”, do grupo Village People, como trilha sonora da campanha. Nos comícios, seus apoiadores repetiam a coreografia do republicano, fechando as duas mãos para dar soquinhos. Um destino curioso para uma música que, nos anos 1970, era um distintivo gay.

    O ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, também resolveu mostrar que nasceu para bailar –mas se deu mal. No início do ano, foi capturado pelas forças americanas, porque, entre outros motivos, Trump se irritou com a dancinha de Maduro pedindo paz.
    No Brasil, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deixou-se flagrar, mais de uma vez, dançando em festas. A cena logo viralizou nas redes sociais. Enquanto Flávio aposta no funk, Lula posta vídeos com suas corridinhas, sugerindo estar bem disposto.

    Também consultor de marketing político, Rodolpho Dalmo conta que as dancinhas de Flávio passam por uma tática de despolitizar a sua figura, em favor do entretenimento, para se aproximar do eleitorado e só então se apresentar como candidato viável. “É uma despolitização para se politizar, ele precisa parecer que é um cara comum”, diz Dalmo.

    Flávio faz dancinhas para mirar TikTok e jovens da periferia, mas aliados rejeitam iniciativa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Israel atacou centros de comando móveis e fábricas de armas em Teerã

    Israel atacou centros de comando móveis e fábricas de armas em Teerã

    Israel concluiu uma nova onda de ataques contra “centros de comando móveis” do Governo iraniano e fábricas de produção de armas em Teerã durante a noite passada, segundo informou hoje o exército israelense.

    Por sua vez, o Irã classificou como alvos militares as universidades israelenses e norte-americanas no Oriente Médio, em resposta aos ataques de Estados Unidos e Telavive contra suas instituições de ensino. Ao mesmo tempo, os rebeldes huthis do Iémen lançaram, pelo segundo dia consecutivo, mísseis contra o sul do território israelense.

    Em comunicado, o Exército de Israel afirmou que, nos últimos dias, “o regime iraniano começou a transferir seus centros de comando para unidades móveis, depois que a maioria deles foi atingida pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) durante o último mês”.

    Segundo a nota, caças israelenses destruíram vários desses centros de comando temporários, “incluindo os comandantes que operavam neles”, durante a mais recente onda de bombardeios.

    O Exército israelense acrescentou que seus ataques também atingiram infraestruturas da indústria de armamentos iraniana, incluindo “dezenas de depósitos e fábricas de armas”.

    Por sua vez, a agência iraniana Fars informou que “várias explosões foram ouvidas” na capital Teerão, sem dar mais detalhes.

    Em um comunicado divulgado pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, foi afirmado que “todas as universidades do regime de ocupação [referindo-se a Israel] e dos Estados Unidos são alvos legítimos, até que duas universidades sejam atacadas em resposta às instituições iranianas destruídas”.

    A Guarda Revolucionária também alertou “todos os funcionários, professores e estudantes de universidades americanas na região, assim como os moradores próximos”, para que mantenham distância de pelo menos um quilômetro dessas instituições.

    Na madrugada de sábado, Estados Unidos e Israel bombardearam a Universidade de Ciência e Tecnologia em Teerã e, na quinta-feira anterior, atacaram a Universidade Tecnológica de Isfahan, no centro do país — sem registro de vítimas fatais em nenhum dos casos.

    Enquanto isso, os rebeldes xiitas huthis do Iêmen, aliados do Irã, realizaram “a segunda operação militar” com o lançamento de mísseis de cruzeiro e drones contra vários alvos militares no sul de Israel, segundo o porta-voz militar do grupo, Yahya Sarea.

    As Forças de Defesa de Israel informaram que um dos drones, que acionou alarmes por volta das 20h (horário local) em Eilat, foi abatido, e que um míssil foi interceptado antes de atingir a fronteira israelense, conforme divulgado pelo The Times of Israel.

    O porta-voz huthi afirmou ainda que o grupo continuará os ataques “nos próximos dias”, até que Israel suspenda suas operações militares, que classificou como “crimes contra o povo e os países da região”.

    Israel atacou centros de comando móveis e fábricas de armas em Teerã

  • "Vai conseguir correr". Vídeo mostra Noelia Castillo a tentando andar

    "Vai conseguir correr". Vídeo mostra Noelia Castillo a tentando andar

    A espanhola Noelia Castillo, de 25 anos, foi eutanasiada na última quinta-feira (26), depois de uma batalha judicial de cerca de dois anos com o pai. Agora, foram divulgadas imagens onde Noelia é incentivada pelo pai a voltar a caminhar: “Não tarda está a correr”.

    Noelia Castillo, de 25 anos, foi eutanasiada na última quinta-feira, dia 26 de março, após uma batalha judicial de cerca de dois anos com o pai, que se opôs à sua decisão. Mas, apesar dos desentendimentos, a jovem relatou que teve momentos felizes junto do pai, que a apoiou durante a sua recuperação e a ajudou a reaprender a andar após uma tentativa de suicídio. 

    Aliás, há um vídeo gravado pelo pai de Noelia que mostra precisamente esses momentos, onde a jovem é encorajada a levantar-se da cadeira de rodas e a caminhar.

    “Ação! Olha que máquina. Estamos passando por Badalona. Ela é muito boa, em breve vai conseguir correr. Olha para mim, que máquina”, ouve-se o pai de Noelia dizendo um vídeo partilhado pelo Ok Diario – e que pode ver abaixo.

    Um esforço que levou médicos e familiares a acreditarem que se tratava de um milagre — algo que a família esperava que também acontecesse na última quinta-feira, com a desistência da jovem da eutanásia.

    Noelia Castillo, vale lembrar, tentou tirar a própria vida ao se jogar do quinto andar de um prédio. Ela sobreviveu à queda, mas sofreu lesões na coluna que a deixaram paraplégica.

    Após o episódio, solicitou a eutanásia, decisão à qual seus pais e irmãs se opuseram. O procedimento foi autorizado em julho do ano passado, mas o pai tentou recorrer a outras instâncias para impedir a morte assistida da filha.

    Família acompanhou o processo
    Apesar de Noelia Castillo ter pedido que os pais não estivessem presentes no momento da eutanásia, a família pôde acompanhar o processo no Hospital Sant Camil.

    Segundo o OK Diario, o pai da jovem deixou o hospital por uma saída discreta, tentando preservar a privacidade e evitar as pessoas que estavam do lado de fora. A mãe, embora não concordasse com a decisão, acabou respeitando a vontade da filha.

    Noelia quis passar seus últimos momentos cercada pelos familiares mais próximos, mas ninguém teve autorização para entrar na sala onde a eutanásia foi realizada.

    A batalha judicial com o pai
    A história começou em 2022, quando Noelia Castillo tentou suicídio após sofrer uma agressão sexual em grupo.

    Em abril de 2024, ela iniciou formalmente o pedido de eutanásia, alegando que sua condição era “grave, crônica e incapacitante”. Para ela, a dor não era apenas física, mas também emocional.

    A Comissão de Garantia e Avaliação da Catalunha considerou que o pedido estava de acordo com a lei, que permite a eutanásia a pessoas com plena capacidade mental que sofram de doença grave e incurável ou de sofrimento crônico e incapacitante.

    No entanto, poucos dias antes do procedimento inicialmente marcado para agosto de 2024, a Justiça aceitou um recurso apresentado pelo pai, que alegava que a filha poderia ter sua capacidade de decisão comprometida por questões mentais.

    Em março de 2025, Noelia Castillo reiterou o pedido em uma audiência fechada. O procedimento foi novamente autorizado, mas o pai seguiu tentando impedir a decisão, com apoio de uma organização cristã ultraconservadora. Entre recursos e decisões judiciais, a disputa durou quase dois anos.

    “Quero partir em paz”
    Em entrevista ao programa Y ahora Sonsoles, do canal Antena 3, Noelia afirmou que queria “partir em paz e deixar de sofrer”.

    Ela também destacou que nenhum membro da família apoiava sua decisão:

    “Ninguém da minha família é a favor da eutanásia. Obviamente, porque sou um dos pilares da família. Eu vou embora, mas eles ficam com toda a dor. Mas eu penso: e eu, com toda a dor que sofri todos esses anos? Quero partir em paz agora e parar de sofrer, ponto final.”

    Noelia também afirmou que “a felicidade de um pai, de uma mãe ou de uma irmã” não pode ser “mais importante do que a vida de uma filha”.

    Vale destacar que o parlamento da Espanha aprovou em 2021 uma lei que descriminaliza a eutanásia, tornando o país um dos poucos no mundo a permitir a prática para evitar “sofrimento insuportável”.

    Desde a entrada em vigor da lei até o fim de 2024, 1.123 pessoas passaram pelo procedimento, segundo dados do Ministério da Saúde espanhol.

    "Vai conseguir correr". Vídeo mostra Noelia Castillo a tentando andar

  • Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

    Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

    A atriz britânica Daisy Edgar-Jones, de 27 anos, compartilhou a sua experiência com a endometriose e como esta condição afetou a sua pele e saúde ao longo dos anos. A artista confessou ainda que foi um alívio saber o diagnóstico.

    A atriz britânica Daisy Edgar-Jones, de 27 anos, falou abertamente sobre uma condição de saúde que afeta muitas mulheres e que pode ser difícil de diagnosticar: a Endometriose.

    A artista participou de um vídeo com dicas de beleza e maquiagem para a Vogue e contou que precisou lidar desde cedo com acne por causa da doença.

    “Tenho a pele muito sensível e sofri com acne durante toda a adolescência […] Tive acne muito severa […] Tenho endometriose, então meus hormônios ficam desregulados”, explicou.

    “Fui diagnosticada quando tinha, acho que, 24 anos. Por muito tempo tive cólicas menstruais muito dolorosas e minha pele estava muito instável. Foi um alívio descobrir o motivo de tudo isso”, relatou.

    A atriz de Normal People também contou como lidou com a acne ao longo dos anos e destacou mudanças no estilo de vida.

    “Descobri alguns produtos de cuidados com a pele que realmente funcionam para mim, mas também beber muita água e me alimentar bem — especialmente quando reduzo o consumo de laticínios — ajuda bastante”, disse.

    Segundo o médico Rui Viana, em declaração ao site da rede de saúde CUF, “a endometriose é uma doença caracterizada pela presença de tecido endometrial, que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina. Geralmente, esse tecido acaba se alojando, em 90% dos casos, na região pélvica, implantando-se em órgãos dessa área”.

    Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

  • Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

    Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

    Andrea Kimi Antonelli, que largou da pole position, venceu o australiano Oscar Piastri (McLaren) por 13,722 segundos. O monegasco Charles Leclerc (Ferrari) terminou em terceiro, a 15,270 segundos do vencedor desta terceira etapa da temporada.

    Com esses resultados e o quarto lugar do britânico George Russell (Mercedes), Antonelli assume a liderança do campeonato mundial, com 72 pontos.

     

    Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

  • São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

    São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

    VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O São Paulo encerrou a janela de transferências com seis reforços confirmados e um investimento direto de apenas 500 mil euros (cerca de R$ 2,7 milhões, na cotação atual) -valor referente ao empréstimo do meia Cauly.

    O time paulista repetiu a estratégia adotada no início da temporada e apostou em oportunidades de mercado. Chegaram ao clube Danielzinho, Carlos Coronel, Matheus Dória e Lucas Ramon, além de Artur, todos sem custos de transferência. As negociações foram conduzidas pelo diretor executivo do clube, Rui Costa.

    O único valor envolvido foi justamente pelo empréstimo de Cauly, mas que, na prática, será compensado por pendências financeiras do Bahia com o São Paulo -por causa das recentes negociações envolvendo Michel Araújo e Rodrigo Nestor.

    A diretoria de futebol reforça um padrão claro: baixo investimento imediato e busca por soluções criativas, como compensações financeiras e empréstimos com gatilhos futuros.

    Assim, o impacto direto no caixa foi praticamente nulo.

    Mais do que o baixo custo, o principal ponto valorizado internamente é a resposta no campo. Com exceção de Carlos Coronel e Dória, todos os reforços já tiveram participação direta em momentos importantes da temporada.

    Danielzinho e Lucas Ramon se consolidaram como titulares e peças-chave da equipe. O meio-campista passou a integrar o trio principal ao lado de Bobadilla e Marcos Antônio, enquanto o lateral assumiu a posição e deu estabilidade ao setor.

    Já Cauly também ficou sob os holofotes nos últimos dias: ganhando espaço com a lesão de Lucas Moura, que deve ficar fora dos gramados até maio.

    NA ÚLTIMA HORA

    Nos instantes finais da janela, o clube fechou a contratação por empréstimo do atacante Artur, que pertence ao Botafogo.
    O contrato prevê opção de compra fixada em 6 milhões de euros por 60% dos direitos econômicos.

    Caso receba proposta no meio do ano, o São Paulo terá prioridade para exercer a compra e manter o jogador.

    São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

  • Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

    Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

    A Apple decidiu começar a tomar medidas para evitar que empresas rivais – como a OpenAI – consigam “roubar” os seus funcionários, atribuindo bônus no valor de centenas de milhares de dólares de forma a convencer os designers do iPhone a ficarem na empresa.

    A Apple estaria tentando evitar que os designers responsáveis pelo iPhone considerem aceitar empregos em empresas concorrentes. De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa decidiu oferecer compensações financeiras a alguns funcionários para convencê-los a permanecer.

    Segundo a publicação, a Apple concedeu “nesta semana raros bônus aos designers de hardware” do iPhone, destacando que essas recompensas foram dadas fora do período habitual em que a empresa costuma distribuir bônus aos seus colaboradores.

    Esses bônus teriam valores entre 200 mil e 400 mil dólares (cerca de 173 mil a 347 mil euros), pagos em forma de ações da empresa. Para receber o valor total, os funcionários precisam permanecer na Apple pelos próximos quatro anos.

    O objetivo é claro: impedir que empresas concorrentes, como OpenAI e Meta, consigam atrair esses profissionais.

    Como lembra o site 9to5Mac, uma das saídas mais relevantes recentes foi a de Tang Tan, ex-vice-presidente de design de produto da Apple, que deixou a empresa em 2023 para assumir o cargo de Chief Hardware Officer na OpenAI.

    Desde então, vários engenheiros da Apple teriam trocado a chamada “Empresa da Maçã” pela companhia responsável pelo ChatGPT, passando a trabalhar no primeiro produto de hardware da OpenAI em parceria com o designer do iPhone, Jony Ive.

    Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

  • Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

    Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

    O Kuwait e os Emirados Árabes Unidos (EAU) voltaram a ser alvo de mísseis e drones iranianos, de acordo com as autoridades dos dois países.

    “Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos estão atuando ativamente contra ameaças relacionadas a mísseis e drones”, informou o Ministério da Defesa do país na rede social X.

    O Exército do Kuwait também relatou ataques com “mísseis e drones hostis”.

    “As defesas aéreas do Kuwait estão atualmente repelindo ataques realizados por mísseis e drones hostis”, informou o Estado-Maior do país na X, acrescentando que “as explosões ouvidas são resultado da interceptação desses ataques pelos sistemas de defesa aérea”.

    A ofensiva no Irão, coordenada entre Estados Unidos e Israel, completou um mês no sábado.

    O conflito já resultou em ataques iranianos contra alvos militares e estratégicos em vários países aliados de Washington na região.

    Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

  • Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

    Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

    Depois de vencer o Óscar de Melhor Ator, Michael B. Jordan pediu um aumento significativo do seu cachet para o remake de “Miami Vice”. O ator pediu 18 milhões de dólares, o dobro do que foi inicialmente oferecido.

    O ator Michael B. Jordan está aproveitando o fato de ter vencido o Oscar de Melhor Ator para pedir um aumento de cachê.

    O jornalista Jeff Sneider revelou que o ator do filme Pecadores solicitou cerca de 18 milhões de dólares (aproximadamente 15,5 milhões de euros) para protagonizar o remake do clássico dos anos 80, Miami Vice.

    Inicialmente, o estúdio responsável pelo projeto havia oferecido 9 milhões de dólares, valor que ainda não tinha sido aceito, já que o agente do ator recomendou que ele aguardasse a cerimônia do Oscar para decidir quanto pedir.

    Como acabou levando a estatueta, Michael B. Jordan passou a exigir o dobro do valor inicial.

    Agora, a produtora irá avaliar a proposta, já que existem outras questões envolvidas, como a possível reação de Austin Butler, que também fará parte do elenco. Segundo o jornalista, ele pode não ficar satisfeito com a diferença salarial.

    Há ainda rumores de que os produtores pretendem convidar Tom Cruise para interpretar o vilão da história.

    Se as negociações forem concluídas, a produtora pode gastar cerca de 43 milhões de euros apenas com os cachês dos protagonistas e do vilão.

    Vale lembrar que Miami Vice foi exibida entre 1984 e 1989, acompanhando os detetives disfarçados Sonny Crockett e Ricardo Tubbs no combate ao tráfico de drogas na Flórida. Em 2006, a história ganhou uma versão para o cinema, e este novo remake pode chegar às telonas em 2027. Segundo a imprensa, as filmagens devem começar ainda este ano.

    Michael B. Jordan foi um dos grandes destaques da última edição do Oscar, ao vencer o prêmio de Melhor Ator por Pecadores, no qual interpretou os irmãos gêmeos Smoke e Stack.

    Durante o discurso de agradecimento, o ator fez questão de homenagear artistas negros que já conquistaram o mesmo prêmio.

    “Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim: Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. E estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre os meus ancestrais […]”, declarou.

    Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

  • Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump

    Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump

    A terceira edição do protesto “No Kings” voltou a arrastar multidões para as ruas de Nova York, onde se manifestaram contra o Governo “tirano” de Donald Trump, a quem acusam de tentar derrubar a democracia nos Estados Unidos.

    Em Nova Iorque, o protesto começou próximo ao Central Park e seguiu até a turística Times Square, com milhares de pessoas marchando pela destituição do presidente.

    “Este presidente está destruindo tudo aquilo que a América representa. As guerras, a economia, as leis que Donald Trump tem violado… Estamos perdendo o Estado de Direito”, disse à Lusa Ellen, uma moradora de Nova Iorque de 84 anos.

    “Nunca imaginei que, nessa idade, teria que ir às ruas protestar contra o fascismo”, lamentou, acrescentando: “Esta já não é a nossa América”.

    Ellen estava acompanhada do marido, Mark, de 82 anos, que também demonstrou preocupação com a guerra em curso no Irão.

    Na visão dele, Donald Trump estaria sendo influenciado pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a quem acusou de matar civis no Líbano e em outros países da região.

    Mais de 3.000 manifestações estão programadas para hoje em todo o país, com o objetivo de condenar diversas políticas do chefe de Estado e expressar descontentamento com sua forma de governar, vista pelos manifestantes como uma tentativa de monarquia.

    “Trump quer governar sobre nós como um tirano”, afirma o site do protesto No Kings. “Mas esta é a América, e o poder pertence ao povo — não a aspirantes a reis ou aos seus aliados bilionários”, acrescenta o movimento.

    No meio da multidão em Nova Iorque, cartazes exibiam frases como: “Graças a este presidente, somos uma vergonha global”, “‘Impeachment’ já!”, “Salvem o Congresso, defendam a Constituição, votem nos Democratas”, “Abolir a polícia anti-imigração já!” e “Trump não tem capacidade para ser presidente”.

    Assim como nas edições anteriores, os protestos não se concentram em uma única pauta. O objetivo é unir pessoas com diferentes críticas ao governo federal.

    “Tive que sair às ruas porque acredito que precisamos defender a democracia. Estou especialmente preocupado com a intimidação de eleitores. Estou muito frustrado com o rumo que o nosso país está tomando”, disse Tom, de 56 anos, à Lusa.

    Sobre a guerra no Oriente Médio, ele afirmou que “alguém realmente precisava agir contra o regime do Irã”, que estaria “prejudicando o povo iraniano”. No entanto, argumentou que essas ações deveriam ser conduzidas “por alguém que sabe o que está fazendo”, sugerindo que Donald Trump e seu governo não estão preparados para a complexidade da situação.

    Já em relação à política anti-imigração da atual administração, Tom destacou a importância dos imigrantes para o país.

    “Os imigrantes são muito importantes e deveriam ser tratados com respeito. A América está passando por um momento difícil, mas queremos que o mundo saiba que queremos ser amigos”, concluiu.

    A primeira edição do No Kings ocorreu em junho passado, no mesmo dia em que Donald Trump organizou um desfile militar em Washington para celebrar os 250 anos do Exército norte-americano — data que também coincidiu com seu 79º aniversário.

    Quatro meses depois, em outubro, mais de sete milhões de pessoas participaram das manifestações do No Kings em todos os 50 estados, segundo os organizadores — uma coalizão de grupos ativistas e associações progressistas.

    Na cidade de Nova Iorque, as autoridades estimaram que mais de 100 mil pessoas participaram na ocasião, incluindo muitas crianças e idosos.

    Para os protestos de hoje, a organização espera uma adesão ainda maior, prevendo que será o “maior dia de ação não violenta” da história dos Estados Unidos.

    A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirmou em comunicado divulgado pelo The New York Times que “as únicas pessoas que se importam” com esses protestos “são os repórteres pagos para cobri-los”.

     

    Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump