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  • Ancelotti volta a citar condição física de Neymar e diz que seleção tem ‘muitíssima concorrência’

    Ancelotti volta a citar condição física de Neymar e diz que seleção tem ‘muitíssima concorrência’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Às vésperas da partida entre Brasil e Chile pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo, o treinador da seleção, Carlo Ancelotti, voltou a ter de responder a respeito da ausência de Neymar.

    O italiano citou novamente sua condição física como um dos principais critérios adotados pela comissão técnica para optar pela não convocação do jogador.

    “Ninguém pode discutir Neymar a nível técnico. O que estamos avaliando a cada dia, a cada jogo, é sua condição física”, afirmou Ancelotti.

    “Não só dele, de todos os jogadores que estão aqui, de todos que estamos avaliando. Porque a verdade é que essa equipe nacional tem muita concorrência, muitíssima”, acrescentou.

    Ao anunciar a lista de convocados para a última rodada do classificatório regional, o treinador já havia dito que o jogador do Santos necessitava chegar em “boa condição física” para conseguir ajudar a equipe nacional.

    Neymar deu declarações dias depois negando que seu condicionamento físico justificava a ausência na convocação.

    “Fiquei de fora [da convocação] por opção técnica mesmo, não tem nada a ver com condição física”, afirmou o camisa 10, após o empate sem gols entre Santos e Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.

    Ancelotti evitou entrar em polêmica nesta quarta e disse que o jogador tem razão em seu apontamento.

    “Creio que é a verdade, porque é uma decisão técnica, que se baseia sobre muitas coisas: o que o jogador está fazendo, o que o jogador fez, e também os problemas que tenha tido. Quando falo de critério físico, é um critério que toda a comissão considera muito importante.”

    A última partida de Neymar pela seleção foi em outubro de 2023, quando sofreu uma grave lesão ligamentar no joelho esquerdo que o deixou afastado dos gramados por cerca de um ano.

    Segundo o treinador da seleção, a comissão avalia que a seleção tem cerca de 70 jogadores com capacidade de defender a equipe na Copa do Mundo de 2026.
    Para estar no Mundial, afirmou Ancelotti, os jogadores precisam demonstrar qualidade técnica, estar “100% fisicamente” e se adequar à equipe.

    O treinador disse ainda que busca atletas que “joguem pela equipe, e não pelo individual”.

    “Pode ser que eu escale um jogador que tenha menos qualidade que outro, mas que é mais efetivo para a equipe.”

    O italiano disse ainda que tem aproveitado o curto período de treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis, para conhecer um pouco mais jogadores com quem ainda não teve tanto contato.

    O treinador elogiou o ambiente entre os jogadores e falou sobre as diferenças que percebeu em relação ao trabalho em grandes clubes.

    O ambiente de uma equipe nacional é diferente do que há dentro do clube. Eles falam todos o mesmo idioma, têm a mesma cultura, creio que é muito mais fácil criar um bom ambiente”, afirmou.

    “Nessa convocação, temos jogadores novos [nove novidades em relação à lista anterior] e estou contente com eles, trabalham bem, estão focados. É um ambiente positivo e a ideia é ser capaz de ter esse ambiente até a Copa do Mundo.”

    Ancelotti volta a citar condição física de Neymar e diz que seleção tem ‘muitíssima concorrência’

  • PGR pede condenação do 'núcleo 4' da trama golpista

    PGR pede condenação do 'núcleo 4' da trama golpista

    A PGR pediu a condenação de Ailton Gonçalves Barros, Angelo Martins Denicoli, Carlos César Moretzsohn Rocha, Giancarlo Gomes Rodrigues, Guilherme Marques Almeida, Marcelo Bormevet e Reginaldo Vieira de Abreu

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação dos sete réus do “núcleo 4” da trama golpista. O grupo é acusado de espalhar desinformação contra urnas eletrônicas e instituições e de promover ataques virtuais contra militares que não aderissem ao plano de golpe.

    Nas alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira, 3, a Procuradoria pediu a condenação de Ailton Gonçalves Barros, Angelo Martins Denicoli, Carlos César Moretzsohn Rocha, Giancarlo Gomes Rodrigues, Guilherme Marques Almeida, Marcelo Bormevet e Reginaldo Vieira de Abreu.

    Os réus foram denunciados por organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    Veja quem são os réus do núcleo 4:

    – Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército;

    – Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército;

    – Carlos César Moretzsohn Rocha, ex-presidente do Instituto Voto Legal;

    – Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército;

    – Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército;

    – Marcelo Araújo Bormevet, policial federal;

    – Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército.

    PGR pede condenação do 'núcleo 4' da trama golpista

  • Rei Charles fala sobre dificuldades de enfrentar o câncer após os 70 anos

    Rei Charles fala sobre dificuldades de enfrentar o câncer após os 70 anos

    O rei britânico esteve no Metropolitan University Hospital esta quarta-feira, dia 3 de setembro, tendo tido a oportunidade de falar com doentes que, tal como ele, batalham contra um câncer

    O rei Charles III esteve nesta quarta-feira, dia 3 de setembro, no Metropolitan University Hospital, em West Midlands, no qual teve a oportunidade de conhecer alguns dos membros da equipe, como profissionais de saúde e voluntários, assim como doentes do local, inclusive os que, tal como ele, lutam contra um câncer. 

    Foi nesta visita que o rei, de 76 anos, conheceu Jacqueline Page, uma paciente de 85 anos. 

    Os dois brincaram acerca do seu estado de saúde, com Charles III referindo: “Eu sei, isto é uma coisa terrível, ainda continuo descobrindo. As peças não funcionam tão bem quando se passa dos 70”.

    Questionado sobre a sua recuperação por um outro doente, Matthew Shinda, de 73 anos, o rei referiu “não estar muito mal”

    “Tenho a mesma doença. É na próstata”, referiu o paciente em questão.

    “Metade do problema é detectá-lo a tempo”, afirmou o monarca. Penso que a parte boa é que estão lidando cada vez melhor com este tipo de coisas. Mas há sempre esperança. Lamento por isso, é tão frustrante”. 

    Rei Charles III, um caso de resistência contra o câncer

    Em 2024, o Palácio de Buckingham confirmou que o rei Charles III, tal como a nora, a princesa Kate, tinha sido diagnosticado com um câncer (não tendo sido revelado onde). 

    Se a nora já entrou em remissão, o mesmo não se aplica ao rei, já que a Casa Real britânica nunca mais voltou a dar informações sobre o seu estado de saúde.

    Em maio deste ano, um assessor do monarca falou da batalha que ele tem travado contra a doença, que não o impediu de cumprir as suas obrigações, muito pelo contrário.

    “O que se aprende com esta doença [câncer] é que simplesmente se gere. E é isso que ele faz. A medicina fez avanços incríveis e, sinceramente, não vejo nenhuma diferença nele”, notou o assessor.

    “Desde que se faça o que os médicos dizem, pode levar-se uma vida o mais normal possível e é exatamente isso que ele tem feito”, realçou ainda

    “Não é segredo que ele continua fazendo tratamentos, mas como está em forma está lidando muito bem com tudo. Como todo mundo sabe, ele é guiado pelo dever, então simplesmente segue em frente”, completa. 

    Rei Charles fala sobre dificuldades de enfrentar o câncer após os 70 anos

  • Acordo fechado? Apple e Google se unem para lançar Siri com IA

    Acordo fechado? Apple e Google se unem para lançar Siri com IA

    A Apple teria chegado a acordo com a Google para fazer uso do modelo Gemini de Inteligência Artificial na nova geração da assistente digital Siri

    Os desafios da Apple na área da Inteligência Artificial têm sido bem documentados ao longo dos últimos anos, com os atrasos no desenvolvimento de novas funcionalidades a também pela saída de talentos para empresas rivais.

    Por tudo isto a Apple teria se obrigado a recorrer a outras empresas tecnológicas para cumprir as suas ambições na área da Inteligência Artificial e, de acordo com o jornalista Mark Gurman da Bloomberg, a Google deverá mesmo ser a escolhida.

    A publicação conta que a próxima geração da assistente digital Siri deverá ter uma versão alternativa do modelo Gemini de Inteligência Artificial da Google. Ao que parece, a Apple e a Google chegaram a acordo esta semana para seguir em frente com o projeto.

    Este projeto inclui o desenvolvimento de uma funcionalidade conhecida internamente como “World Knowledge Answers” e, de acordo com as fontes de Gurman, esta ferramenta servirá para pesquisar informação e receber resumos gerados por Inteligência Artificial com base em dados disponíveis na ‘web’.

    A descrição parece apontar que esta funcionalidade teria uma proposta em tudo semelhante à apresentada atualmente por ferramentas de Inteligência Artificial como o ChatGPT e a Perplexity, prevendo-se no entanto que esta “World Knowledge Answers” também seja integrada em serviços como o navegador Safari e também na tela inicial de produtos Apple.

    Saída de talento na Inteligência Artificial

    Os últimos meses da Meta têm sido marcados por contratações milionárias na área da Inteligência Artificial e, mesmo que a empresa tencione ‘congelar’ novas contratações nos próximos tempos, parece que o desejo de estar na vanguarda nesta área fala mais forte e está a levar a tecnológica a fazer algumas exceções.

    Sefundo a Bloomberg, a Meta voltou a ‘roubar’ um especialista em Inteligência Artificial à Apple. A publicação adianta que a empresa tecnológica liderada por Mark Zuckerberg conseguiu convencer Frank Chu a juntar-se à equipe do Meta Superintelligence Labs (MSL). Até aqui, Chu era um dos responsáveis pelas equipes focadas em infraestrutura, treino e pesquisa de Inteligência Artificial da Apple e, ao que tudo indica, estaria liderando uma equipe dentro da Meta chamada de MSL Infra.

    Ao que se sabe, Chu é o sexto especialista em Inteligência Artificial que decidiu trocar a Apple pela Meta. O primeiro a fazê-lo foi o criador da equipe de modelos de Inteligência Artificial da Apple, Ruoming Pang, mediante uma oferta de 200 milhões de dólares (mais de 1 bilhão de reais).

    Seguiram-se os engenheiros Tom Gunter, Mark Lee, Bowen Zhang e Yun Zhu mas, com base na posição de responsabilidade que ocupava dentro da Apple, é com esta contratação de Chu que a Meta volta a desferir um ‘golpe’ profundo nas ambições de Inteligência Artificial da Apple.

    Acordo fechado? Apple e Google se unem para lançar Siri com IA

  • Audiência nos EUA: empresários do Brasil ouvem que tarifas são políticas

    Audiência nos EUA: empresários do Brasil ouvem que tarifas são políticas

    Empresários brasileiros se reuniram com número 2 da diplomacia dos EUA e ouviram que as tarifas de Donald Trump aplicadas ao Brasil são políticas

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Empresários brasileiros em viagem a Washington se reuniram na tarde desta quarta-feira (3) com Christopher Landau, número 2 do Departamento de Estado dos Estados Unidos, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores, em meio a uma missão para tentar reduzir as tarifas impostas ao Brasil.

    Segundo duas pessoas a par da conversa, Landau disse que o governo americano está aberto ao diálogo, mas que as tarifas aplicadas ao Brasil são políticas e, portanto, não adiantaria levar a conversa para questões comerciais.

    O americano afirmou que todas as razões para a aplicação da sobretaxa adicional de 40% estão explicitadas no decreto de Trump que as implementou. Na decisão, o presidente Donald Trump justificou as sobretaxas aplicadas ao país pelo que ele vê como uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e decisões do ministro Alexandre de Moraes.

    Participaram da reunião o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Ricardo Alban, o representante da Amcham (Câmara de Comércio Brasil-EUA), Abrão Neto, e o ex-diretor da OMC (Organização Mundial do Comércio), Roberto Azevêdo.

    Landau disse ainda que a missão dos empresários seria mais efetiva se atuasse junto a autoridades brasileiras para sensibilizá-los dessa avaliação do governo americano.

    Alban, que está com uma missão de mais de 120 empresários nos EUA, confirmou o teor da reunião e admitiu não ter expectativa de que haja redução de tarifas no curto prazo.

    “Ele colocou que o assunto passa por soluções políticas”, disse Alban. Segundo o presidente da CNI, o vice-secretário do Departamento de Estado não citou o nome de Bolsonaro, embora tenha enfatizado que as tarifas são políticas -o que está atrelado ao ex-presidente. Landau, por sua vez, fez questão de frisar que há um incômodo dos americanos com decisões que eles consideram como censuras a empresas.

    “Saiu da boca dele que [as sobretaxas] passam pela política, por várias decisões que o Judiciário tem feito com relação a empresas americanas e cidadãos americanos”, contou Alban.

    Com a declaração, o empresário afirmou ter visto um caminho para tentar melhorar o diálogo com o governo dos EUA que passa por conversar sobre a regulação das big techs. Alban disse que voltará ao Brasil com a missão de dar um retorno ao governo brasileiro.

    “O secretário Landau disse: olha, vocês aqui que fazem lobby nos Estados Unidos, precisam fazer lobby no Brasil”, contou o presidente da CNI.

    Segundo ele, Landau também afirmou que o Departamento de Estado está aberto a discutir com o governo brasileiro o tema, embora tenha indicado que a conversa trataria da questão política que envolve a retaliação comercial, o que o presidente Lula (PT) já afirmou que não fará.

    O governo brasileiro só está disposto a discutir questões comerciais. Por isso, o Departamento de Estado é o órgão que tratará desse tema, e não o Departamento do Tesouro ou do Comércio.

    O governo americano pressiona por um alívio a Bolsonaro, que enfrenta nesta semana julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) por acusação de ter articulado uma trama para impedir a posse do presidente Lula após ter perdido a eleição.

    De acordo com Alban, os integrantes do Departamento de Estado não citaram o julgamento de Bolsonaro nesta semana, nem a anistia, mas falaram do momento tenso pela qual passa a relação.

    “Não se chegou a falar basicamente de novas sanções, mas que o momento, obviamente, que é crítico. e que eu quero crer que em nenhum momento tivemos nenhuma percepção de novas sanções econômicas”, disse.

    Audiência nos EUA: empresários do Brasil ouvem que tarifas são políticas

  • Cruzeiro pagou R$ 50,8 milhões por reforço equatoriano

    Cruzeiro pagou R$ 50,8 milhões por reforço equatoriano

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro finalizou a contratação de Keny Arroyo por 8 milhões de euros (R$ 50,8 milhões), e não por 7 milhões de euros (R$ 44,4 milhões), como havia sido inicialmente informado. O negócio, no entanto, terá uma particularidade importante em relação a uma futura transferência do atacante equatoriano.

    Se o jogador de 19 anos for vendido, o clube mineiro terá direito a apenas 50% do valor da operação, já que a outra metade ficará com o Independiente del Valle.

    A situação foi definida após um acordo entre o clube equatoriano e o Besiktas, ex-time de Keny. Quando o atleta foi contratado pelo Besiktas por 7 milhões de euros, havia no contrato a obrigação de repassar 50% de uma futura venda ao Independiente del Valle.

    Como o equatoriano não conseguiu se firmar e pediu para sair, gerando conflitos internos, as partes entraram em consenso: o Independiente del Valle abriu mão de cobrar essa cláusula, e o Cruzeiro aceitou pagar 8 milhões de euros por apenas metade dos direitos do jogador.

    Na prática, isso significa que, caso o Cruzeiro venda Keny por 12 milhões de euros, por exemplo, 6 milhões ficariam com o clube de Belo Horizonte e os outros 6 milhões iriam para o Independiente del Valle.

    Os preços dos ingressos variam de US$ 60 (R$ 326), em partidas da fase de grupos, até US$ 6.730 (R$ 36,6 mil), para acompanhar a final

    Folhapress | 05:00 – 04/09/2025

    Cruzeiro pagou R$ 50,8 milhões por reforço equatoriano

  • Não tenho medo que a fama acabe, diz campeã do BBB 25

    Não tenho medo que a fama acabe, diz campeã do BBB 25

    Renata afirma que os bate-papos e as interações com seus mais de seus 1,5 milhão de seguidores são seus principais ramos de atuação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Assim que entrou no BBB 25, a então professora de dança Renata Saldanha, 33, só queria limpar o próprio nome e pagar dívidas. E após vencer o reality da Globo, a hoje milionária afirma que conseguiu quitar tudo o que devia e ainda ficar com um bom dinheiro em caixa.

    Antes de participar do programa, Renata pegou os R$ 800 que tinha na conta para investir, ainda de forma tímida, no esboço de uma marca de moda casual de roupas de dança. Após o título, em abril, conseguiu incluir um aporte maior para dar à marca própria, Lire.

    “A vitória me deu força financeira e de imagem para fazer um investimento desse nível em algo que tivesse a minha cara. Já trabalhei 14 horas por dia e em cinco escolas diferentes. Nada foi por acaso”, relembra.

    A vida de Renata mudou. Atualmente, consegue faturar em pelo menos três frentes: sua empresa de roupas, em eventos e com publicidade nas redes sociais.

    Ela conta que uma de suas maiores preocupações foi investir os ganhos com inteligência (o prêmio foi de R$ 2,7 milhões) para viver com tranquilidade e não precisar voltar a trabalhar tanto. Nâo são raros os ex-campeões do BBB que faliram, como Dhomini, após a terceira edição do reality.

    “Tenho de ter a cabeça no lugar”, admite Renata. Ela conta que parte do dinheiro do programa foi usado para pagar pendências e ajudar a reformar a casa da mãe. Outra foi investida no fortalecimento da construção da sua imagem.

    ÔNUS E BÔNUS

    Renata afirma que os bate-papos e as interações com seus mais de seus 1,5 milhão de seguidores são seus principais ramos de atuação. Ela diz achar fundamental manter uma comunicação saudável e com conteúdo de mensagem positiva.

    “Não temo que a fama acabe, mas quero usar minha influência para algo bom. É preciso usar a voz para fazer a sociedade refletir. Dessa forma, as pessoas automaticamente me olharão como uma referência para elas e vão querer continuar me acompanhando”, afirma.

    “Quero ocupar um espaço de relevância em atitudes e precisamos ter muita responsabilidade sobre o que falamos. No meu caso, mostro como o esporte e a dança agregam valores. Tenho consciência de como inspirar com coisas boas.”

    Mas com o bônus vem o ônus. Renata conta que a vida de um ex-BBB também tem baixos. “Esse choque de realidade aconteceu mais quando eu saí do programa. Lá dentro não tínhamos a noção da nossa fama. Me viram dormindo, sorrindo, chorando, compartilhei toda minha intimidade. Do lado de fora, recebo mais carinho, ainda bem”, diz.

    Por muitas vezes, a privacidade e os passos de Renata foram filmados, fotografados e seguidos por paparazzi. Mas isso não a incomoda. “Eu passei a vida toda anônima”, brinca. Para os próximos anos, ela diz que o maior desejo é crescer no ramo empresarial e trabalhar como comunicadora na TV.

    Não tenho medo que a fama acabe, diz campeã do BBB 25

  • BC rejeita compra do Master pelo estatal BRB

    BC rejeita compra do Master pelo estatal BRB

    O Banco Central tinha quase um ano de prazo para avaliar o negócio, mas vinha demonstrando interesse em dar um desfecho rápido para a análise

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central indeferiu nesta quarta-feira (3) o perímetro de compra do Master pelo estatal BRB (Banco de Brasília), segundo apurou a reportagem com pessoas próximas à operação. As partes já foram notificadas. A expectativa é que o BRB divulgue um comunicado ao mercado.

    A autoridade monetária tinha quase um ano de prazo para avaliar o negócio, mas vinha demonstrando interesse em dar um desfecho rápido para a análise.

    O anúncio do acordo com o BRB, no final de março, agitou o sistema bancário por colocar holofotes na relação de lideranças políticas do centrão com Daniel Vorcaro (dono do Master) e nas suas operações arriscadas com precatórios e CDBs (Certificados de Depósitos Bancários).

    A operação envolveu, ainda, uma queda de braço entre os bancos para mudar o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) -o que acabou acontecendo no início de agosto.

    A decisão da diretoria do BC ocorre um dia após o centrão lançar uma ofensiva no Congresso para tentar aprovar um projeto de lei que dá poderes a deputados e senadores para demitirem diretores e o presidente do BC.

    Integrantes do governo enxergaram no movimento político uma pressão para aprovação do negócio.

    O diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes, responsável por recomendar a aprovação ou rejeição da operação para a diretoria da autoridade monetária, era o mais resistente à operação.

    O fechamento da venda estava sujeito a cinco condicionantes, entre elas uma auditoria do BRB nos ativos e passivos do Master. Pelo planejamento da operação, os ativos de maior risco seriam apartados do negócio. Fazem parte desse rol precatórios, direitos creditórios de ações judiciais e ações de empresas.

    A Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) havia aprovado a compra em junho. As empresas receberam do Cade sinal verde, sem restrições, o que as dispensava de tomar atitudes adicionais em prol da concorrência -como se desfazer de determinados ativos.
    De acordo com a análise feita pelo Cade, o negócio não cria prejuízos ao ambiente concorrencial. A participação conjunta nos mercados ficaria abaixo de 20% (nível a partir do qual se presume posição dominante e, por consequência, possibilidade de exercício de poder de mercado).

    A possível aquisição de 58% do Master pelo BRB foi anunciada em 28 de março. Pelo acordo, o BRB compraria 49% das ações ordinárias (com direito a voto) e 100% das preferenciais do Banco Master, atualmente detidas pela Master Holding Financeira e DV Holding Financeira.

    O BRB é uma sociedade de economia mista cujo acionista controlador é o governo do Distrito Federal. Sob a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB), a instituição tem mirado uma expansão dos negócios em várias frentes.

    Por ser um banco estatal, políticos locais passaram a contestar o negócio em declarações públicas e reuniões fechadas. Executivos do BRB, no entanto, defenderam a compra dizendo que a operação só envolveria a parte boa do Master (o que foi chamado pelos envolvidos de “good bank”).

    O Master vinha demonstrando dificuldades financeiras desde pelo menos o fim do ano passado. O banco executou uma estratégia de crescimento baseada em grande parte em receitas sem muita liquidez, como precatórios, enquanto se comprometeu a pagar forte remuneração a investidores por meio principalmente de CDBs (Certificados de Depósito Bancário).

    A atração de investidores ao Master teve como um dos pontos principais a proteção do FGC, abastecido por diferentes instituições financeiras. Em caso de quebra do banco de Vorcaro, o fundo teria que ser acionado.

    Devido à avaliação de que o FGC não pode ser usado para financiar aventuras no setor financeiro, discussões sobre possíveis mudanças nas regras do fundo passaram a ser discutidas entre bancos e o BC. Durante o debate, a autoridade monetária se defendeu dizendo que atuou para restringir o uso do FGC em operações.

    BC rejeita compra do Master pelo estatal BRB

  • Afonso aparece com três mãos em 'Vale Tudo' e vira meme

    Afonso aparece com três mãos em 'Vale Tudo' e vira meme

    O personagem de Humberto Carrão apareceu em ‘Vale Tudo’ segurando o celular com as duas mãos e na tela do aparelho aparecia com outra mão no rosto

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma falha de gravação na novela “Vale Tudo” deu o que falar na internet. No capítulo da última terça-feira (2), o personagem de Humberto Carrão apareceu com três mãos.

    Na cena, Afonso acompanhava o ultrassom de Solange (Alice Wegmann) por vídeo chamada. Enquanto ele segurava o celular com as duas mãos, aparecia na tela do mesmo celular com uma das mãos no rosto.

    Em redes sociais como o X, telespectadores notaram a falha, o que somou-se a críticas que a novela vem recebendo em relação a buracos no roteiro ou situações inverossímeis.

    A própria narrativa do câncer de Afonso tem sido alvo de reclamações dos telespectadores, principalmente pelo arco dramático repentino e pela inclusão de uma narrativa que não havia na novela original e que alguns consideraram gratuita.

    Afonso aparece com três mãos em 'Vale Tudo' e vira meme

  • Busca da PF em apartamento de deputado faz centrão reativar pressão por PEC da blindagem

    Busca da PF em apartamento de deputado faz centrão reativar pressão por PEC da blindagem

    Texto dá ao Congresso poder de barrar investigações contra parlamentares

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Integrantes do centrão afirmam que as buscas realizadas nesta terça-feira (3) no apartamento funcional do deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos-TO) vão reavivar a movimentação para aprovação no Congresso Nacional da chamada PEC da Blindagem.

    O texto pretende retomar a previsão constitucional anterior a 2001, que dava ao Congresso o poder de barrar qualquer investigação e processo contra parlamentares.

    O plenário da Câmara havia tentado votar o texto à jato na noite do último dia 27, mas falta de acordo entre os partidos e repercussão contrária levou a proposta a sair da pauta. No dia seguinte, o PL, que encampava a proposta, disse que havia desistido da medida.

    A busca desta terça foi autorizada pelo ministro Mauro Campbell, do STJ (Superior Tribunal de Justiça). As suspeitas contra o parlamentar são do período em que ele era deputado estadual. Ayres é próximo ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), tendo sido escolhido por esse para relatar a CPMI do INSS (o nome acabou sendo derrotado após uma articulação da oposição).

    Campbell atendeu pedido da Polícia Federal, que investiga desvio de emendas parlamentares durante a pandemia de Covid-19. O magistrado negou, porém, o pedido de afastamento cautelar do mandato dos deputados estaduais.

    A operação é a mesma que resultou no afastamento do governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos). Segundo a PF, houve fraudes no fornecimento de cestas básicas e frango congelados, em um prejuízo estimado em R$ 73 milhões. O dinheiro teria sido usado para a aquisição de imóveis de luxo, compra de gado e despesas pessoais.

    O nome de Ayres, além de outros deputados estaduais, foi encontrado em registros de empresa apontada como uma das que participaram da suposta fraude. Ele teria destinado emendas para a contratação dessa empresa.

    Procurado, o deputado afirmou, por meio de nota, que não tem “qualquer relação com os atos apurados” e que sua citação “decorre apenas da condição de parlamentar naquele período”.

    A PEC da blindagem impede investigações criminais contra deputados federais e senadores sem aval do Congresso e impõe regras para a prisão de parlamentares. Na opinião de apoiadores, a PEC fortaleceria o Legislativo perante o STF (Supremo Tribunal Federal).

    A necessidade de aval do Congresso, porém, foi pensada nos anos 1980 devido ao então recém-encerrado período ditatorial, como forma de preservar parlamentares de perseguição e punição por posicionamentos políticos.

    A vigência da regra, porém, acabou resultando em amplo histórico de impunidade em casos de corrupção, o que levou à sua derrubada em 2001.

    Encampada pelo centrão e pela oposição bolsonarista, a tentativa de votação na semana passada enfrentou oposição dos partidos de esquerda e também de alguns partidos de centro-direita.

    A bancada do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, cujo julgamento teve início nesta semana, sugeriu que até inquéritos em andamento no STF pudessem ser suspensos, ponto que teve resistência dos demais.

    Para ser aprovada, a PEC necessita do apoio de ao menos 60% dos deputados federais e dos senadores, em votações em dois turnos nas duas casas. Caso isso ocorra, a medida é promulgada e entra em vigor, sem possibilidade de veto ou sanção presidencial.

    Busca da PF em apartamento de deputado faz centrão reativar pressão por PEC da blindagem