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  • WhatsApp corrige falha que permite ataques a usuários da Apple

    WhatsApp corrige falha que permite ataques a usuários da Apple

    O WhatsApp corrigiu um vulnerabilidade e está neste momento informando pessoas que possam ter sido impactadas e, em alguns casos, sugere mesmo uma reposição dos dados de fábrica

    O WhatsApp anunciou que corrigiu uma vulnerabilidade de segurança no seu aplicativo nas versões disponíveis para iOS e Mac e que tinha como alvo usuários específicos da Apple.

    A vulnerabilidade em questão estava sendo usada para realizar ataques ‘zero-click’, isto é, que não exigem que o usuário pressione um ‘link’ ou tenha qualquer tipo de intervenção. Conta o responsável de segurança da AmnestyTech, Donncha Ó Cearbhaill, que a os ataques tinham como alvo pessoas que trabalham para instituições de caridade, organizações sem fins lucrativos e também jornalistas.

    Segundo o site PCMag que estes ataques estavam em andamento desde o final de maio e que este anúncio do WhatsApp surge pouco depois de a Apple anunciar no mês passado uma atualização de segurança para prevenir “um ataque extremamente sofisticado”.

    O especialista em cibersegurança da AmnestyTech revela que o ataque em questão usava uma combinação destas duas vulnerabilidades, com o WhatsApp estando agora em processo de informar utilizadores que possam ter sido vítimas desta vulnerabilidade detectada no seu app.

    Sabe-se que, como solução, o WhatsApp tem recomendado a pessoas que podem ter sido impactadas a fazer uma reposição total das definições do celular, garantindo assim que todo o sistema está ‘limpo’ e que os hackers não conseguem ter qualquer tipo de controle do aparelho.

    WhatsApp corrige falha que permite ataques a usuários da Apple

  • Governo dos EUA tem postura errática e sem precedentes, afirma Haddad

    Governo dos EUA tem postura errática e sem precedentes, afirma Haddad

    Haddad manifestou esperança de uma mudança de postura americana após a divulgação de trechos de conversas entre o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e seu pai, Jair Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, considera que a postura “errática” e centralizadora do presidente Donald Trump tem dificultado ao Brasil encontrar um caminho para negociar as tarifas impostas pelos Estados Unidos.

    O país aplicou taxas de importação de 50% aos produtos brasileiros. A medida entrou em vigor no último dia 6. Desde então, o governo Lula tem tentado um acordo, sem sucesso. Haddad chegou a ter um encontro marcado com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent. A reunião foi cancelada.

    “O governo dos EUA tem tido uma postura errática em temas variados e está centralizado em uma pessoa só. Você não ouve falar do Congresso, sai tudo de uma cabeça. É um modo de governar sem precedentes naquele país”, disse Haddad em entrevista ao Canal Livre, programa da BandNews transmitido neste domingo (31).

    Ele manifestou esperança de uma mudança de postura americana após a divulgação de trechos de conversas entre o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e seu pai, Jair Bolsonaro. Um dos motivos para as tarifas impostas por Trump é o processo contra ex-presidente por tentativa de golpe de estado.

    “Acredito que depois da quebra de sigilo O governo americano pode até fingir que não viu, mas viu. [A embaixada] Vai ter de informar à Casa Branca o que está acontecendo aqui. Aquela troca de mensagens entre filhos e pai, como [eles] retratam a situação já deve ter chegado ao governo dos EUA. Se conheço bem ali, o estado vai distensionar”, completa Haddad.

    Eduardo Bolsonaro está nos EUA desde o final de fevereiro para pressionar o governo por sanções ao Brasil, a integrantes do governo e aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que serão responsáveis pelo julgamento de seu pai.

    “[A tarifa] Não é apenas injusta. Não é racional. Não tem lógica econômica. Penso que vai se abrir espaço [para negociação], a não ser que alguém sugira ao presidente americano que uma escaladas [de sanções] vai trazer alguma vantagem. Não acredito que vai acontecer, mas pode acontecer”, finalizou.

    OPERAÇÃO CONTRA O CRIME ORGANIZADO

    Fernando Haddad estimou que, nos desdobramentos das operações contra o PCC (Primeiro Comando da Capital), será constatado que o crime organizado movimentou centenas de bilhões de reais nos últimos anos.

    Na última quinta-feira (28), Ministério Público, Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e polícias federais, civis e militares de oito estados iniciaram três operações diferentes contra lavagem de dinheiro pelo PCC. Os alvos foram postos, distribuidores de combustíveis, fintechs (já reguladas pelo BC, exceto as com movimentação financeira muito reduzida, e a partir de agora também obrigadas a reportar as transações à Receita) e fundos de investimento.

    A estimativa é que a facção movimentou cerca de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024.

    “Não duvidaria que, com o aprofundamento das investigações, vamos chegar a centenas de bilhões de reais. Para chegar a 100, 200, 300 [bilhões] não precisa de muita coisa”, disse ele.

    O ministro considera que o número seria ainda mais expressivo se o governo não tivesse recuado da norma que intensificava a fiscalização sobre transações com uso de pix e obrigava as fintechs a fornecerem esses dados ao Banco Central.

    A pressão foi causada, em parte, por campanhas nas redes sociais, e o maior símbolo disso foi vídeo produzido pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

    Sem citá-lo, Lula disse um parlamentar fez campanha contra as mudanças e “agora está provado que ele estava fazendo campanha para defender o crime organizado.”

    Em suas redes sociais, Ferreira disse que vai processar o presidente.

    “Eu não quero acreditar que o deputado tenha feito aquele carnaval em janeiro [deste ano, quando houve a polêmica] para favorecer o crime organizado. Foi muito mais para criar polêmica nas redes sociais, lacrar, do que para favorecer o crime organizado. Mas para você ver como fake news atrapalha”, disse Haddad.

    Governo dos EUA tem postura errática e sem precedentes, afirma Haddad

  • Desvalorização do dólar faz rentabilidade de fundo cambiais cair, saques superam aportes

    Desvalorização do dólar faz rentabilidade de fundo cambiais cair, saques superam aportes

    Apenas no dia 20 de agosto, investidores sacaram R$ 20,6 milhões; no mês, o saldo está negativo em R$ 88,9 milhões.

    Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), as saídas financeiras dos fundos cambiais em agosto colocaram a classe de ativos no campo negativo no ano. Apenas no dia 20 de agosto, investidores sacaram R$ 20,6 milhões; no mês, o saldo está negativo em R$ 88,9 milhões.

    No acumulado de 2024, o dólar caiu cerca de 11% ante o real, e grande parte desses fundos é atrelada à moeda americana. O portfólio manager da B.Side Investimentos, Mauro Orefice, explica: \”não tem muito segredo, como os fundos são atrelados à variação da moeda, não tem para onde fugir. O câmbio caiu esse ano, e por isso os fundos estão no campo negativo\”.

    Quando olhamos para os dados em 12 meses, a captação nestes fundos, segue positiva em R$ 101,3 milhões, o Luciano Rais, líder da área de Renda Fixa Mercados da Santander Asset Management, entende que a janela está um pouco mais favorável para quem quer entrar nesta classe de ativos, mas reforça que na sua visão o real não deve se desvalorizar muito no curto prazo.

    \”É claro que comparado com o pior momento que a gente observou na virada do ano, o real teve uma valorização considerável, e o investidor pode pensar em recalibrar e reponderar a sua carteira, neste momento\” diz Rais.

    O líder do Santander Asset Management relata que o dólar deve se manter mais fraco do ponto de vista global – comparado a moedas de países desenvolvidos (fortes) e emergentes – e que esse movimento local não está necessariamente ligado a uma valorização única do real. \”Passamos por duas décadas de fortalecimento do dólar. Então, tem muito espaço para o seu enfraquecimento \”, afirma.

    Com relação ao investidor que está pensando em médio e longo prazo a recomendação do portfólio manager da B.Side é procurar entender qual a parcela do seu portfólio de investimentos vai estar atrelado ao dólar e a partir daí tomar as suas decisões de alocações.

    A Nomad, que se popularizou com contas digitais para viajantes, possui um índice de mensal que tem o objetivo de sinalizar qual seria a exposição ideal de uma carteira de investimentos arriscada – parte do portfólio ligado a ativos de risco – em ativos globais, o Índice Nomad de Diversificação Internacional (Indi), que na última divulgação estava em 60%. E serve de parâmetro para que os investidores tomem decisões sobre suas alocações no exterior.

    Para Daniel Miari, CMO e sócio fundador da INCO Investimentos, fintech que conecta opções de investimentos alternativos com investidores, explica que a população está ganhando consciência que não deve ficar 100% exposta a uma única moeda, e nem ficar exposto apenas ao Brasil, segundo ele o final do ano passado(2024) onde o dólar chegou a patamares muito altos e muito rapidamente, fez com que muita gente se assustasse e passasse a entender que não poderia está com todo o seu portfólio ligado ao real.

    Outro ponto que Miari usa para explicar o por quê o investidor deve ter uma parte dos seus recursos atrelados a moedas fortes, em especial o dólar é a instabilidade econômica brasileira, \”instabilidade gera incerteza, e a incerteza gera a necessidade de diversificação\”.

    Dentre as opções de se investir em dólar além dos Fundos cambiais estão:

    – BDRs (Brazilian Depositary Receipts) – Recibos que representam ações de empresas estrangeiras, negociados na B3 em reais. Permitem investir em gigantes globais como Apple, Microsoft e Amazon sem conta no exterior.

    – ETFs internacionais – Fundos de índice que replicam o desempenho de mercados ou setores no exterior, negociados em bolsa. Há opções que seguem índices como S&P 500, Nasdaq e MSCI World.

    – Títulos no exterior via fundos ou corretoras locais – Incluem títulos de renda fixa global, plataformas e bonds corporativos.

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  • Tarcísio diz que indulto de Bolsonaro será primeiro ato de governo, caso eleito presidente

    Tarcísio diz que indulto de Bolsonaro será primeiro ato de governo, caso eleito presidente

    “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, disse Tarcísio ao ser questionado sobre se concederia o indulto.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que, caso seja eleito presidente da República em 2026, seu primeiro ato de governo será conceder indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada nesta sexta-feira (29) em entrevista ao Diário do Grande ABC.

    “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, disse Tarcísio ao ser questionado sobre se concederia o indulto.

    O julgamento de Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, e de outros sete réus acusados de crimes contra a democracia, está marcado para começar na terça-feira (2), no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Esta não é a primeira vez que Tarcísio faz declarações a favor de indulto a Bolsonaro. Ele já havia afirmado, em conversa com empresários e banqueiros, que concederia o perdão ao ex-presidente caso fosse eleito.

    Apesar de já ser tratado como candidato à Presidência, o governador voltou a negar nesta sexta-feira que esteja na disputa pelo cargo.

    “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do estado, um estado muito importante”, afirmou.

    Como a Folha relatou, nos dias que sucederam o decreto de prisão domiciliar de Bolsonaro, Tarcísio intensificou agendas com empresários do setor agropecuário e financeiro.

    O nome de Tarcísio como presidenciável foi tema de briga na família Bolsonaro. Em uma mensagem enviada ao pai, citada em relatório da Polícia Federal, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirma que Tarcísio nunca ajudou Jair em relação a seu julgamento.

    “Tarcísio nunca te ajudou em nada no STF. Sempre esteve de braço cruzado vendo você se foder e se aquecendo para 2026”, escreveu.
    A mensagem foi enviada no dia 17 de julho. Naquela época, Tarcísio tentava se posicionar como interlocutor do governo americano. Dias antes, o governador havia se reunido com o encarregado de negócios da embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar.

    Eduardo demonstra contrariedade com essas movimentações. “Agora ele quer posar de salvador da pátria”, afirmou na ocasião.

    Tarcísio diz que indulto de Bolsonaro será primeiro ato de governo, caso eleito presidente

  • Quem são as mulheres mais ricas do Brasil segundo a lista de bilionários da Forbes?

    Quem são as mulheres mais ricas do Brasil segundo a lista de bilionários da Forbes?

    A Forbes afirma que o número de mulheres na lista de bilionários brasileiros aumentou neste ano em relação a 2025: são 60 mulheres no total, contra 48 no ano passado. Elas representam 20% do total de 300 bilionários do País.

    Vicky Safra ocupa novamente o posto de mulher brasileira mais rica, com patrimônio estimado em R$ R$ 120,5 bilhões, segundo a lista anual de brasileiros bilionários da revista Forbes. O ranking foi divulgado na quinta-feira, 28.

    Vicky é viúva do banqueiro Joseph Safra, que morreu em 2020. Ela herdou cerca de metade da fortuna do falecido marido, que por muitos anos foi o banqueiro mais rico do mundo. Os demais herdeiros são os filhos: Jacob, Esther, Alberto e David. Vicky também ocupa a 2ª posição no ranking geral de brasileiros mais ricos, atrás apenas de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, que é o 1º colocado, com fortuna de R$ 227 bilhões.

    A Forbes afirma que o número de mulheres na lista de bilionários brasileiros aumentou neste ano em relação a 2025: são 60 mulheres no total, contra 48 no ano passado. Elas representam 20% do total de 300 bilionários do País.

    Em segundo lugar na lista de mulheres mais ricas está Maria Helena Moraes Scripilliti, filha de José Ermírio de Moraes, fundador do grupo industrial Votorantim. Ela é viúva de Clovis Scripilliti, que ajudou a expandir o grupo pelo Nordeste brasileiro durante as décadas de 1960 e 1970.

    Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela aparece em terceiro lugar no ranking de mais ricas. Ela é herdeira do Itaú-Unibanco, o maior banco privado da América Latina, além de membro do conselho de administração do grupo. Ana Lúcia também é uma das maiores acionistas individuais da Itaúsa, holding do banco.

    Entre as dez mulheres brasileiras mais ricas, somente duas são consideradas \”self-made\”, classificação concedida pela Forbes àquelas que construíram seus patrimônios sozinhas, sem heranças: Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, e Lucia Maggi, da Amaggi. Veja a seguir quem são as 10 mulheres brasileiras mais ricas.

    1. Vicky Safra e família

    Patrimônio: R$ 120,5 bilhões

    Origem do patrimônio: Banco Safra

    2. Maria Helena Moraes Scripilliti e família

    Patrimônio: R$ 26,8 bilhões

    Origem do patrimônio: Votorantim

    3. Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela

    Patrimônio: R$ 9,8 bilhões

    Origem do patrimônio: Itaúsa

    4. Anne Werninghaus

    Patrimônio: R$ 9,1 bilhões

    Origem do patrimônio: Weg

    5. Cristina Helena Junqueira

    Patrimônio: R$ 8,7 bilhões

    Origem do patrimônio: Nubank

    6. Neide Helena de Moraes

    Patrimônio: R$ 8,4 bilhões

    Origem do patrimônio: Votorantim

    7. Vera Rechulski Santo Domingo

    Patrimônio: R$ 7,1 bilhões

    Origem do patrimônio: AB InBev

    8. Dora Voigt de Assis

    Patrimônio: R$ 6,6 bilhões

    Origem do patrimônio: Weg

    8. Lívia Voigt

    Patrimônio: R$ 6,6 bilhões

    Origem do patrimônio: Weg

    8. Lucia Borges Maggi

    Patrimônio: R$ 6,6 bilhões

    Origem do patrimônio: Amaggi

    Quem são as mulheres mais ricas do Brasil segundo a lista de bilionários da Forbes?

  • Reveladas duas novidades da próxima geração dos AirPods

    Reveladas duas novidades da próxima geração dos AirPods

    Os fones sem fios AirPods Pro 3 da Apple devem ser apresentados oficialmente no evento da empresa já marcado para setembro. Uma destas novidades deverá ser ‘retirada’ da caixa dos AirPods 4.

    A Apple já confirmou que seu evento anual de lançamento de novos produtos será realizado no dia 9 de setembro, ocasião que (muito provavelmente) servirá para a empresa revelar oficialmente a linha de iPhones 17.

    No entanto, a nova geração de iPhones não será a única novidade da apresentação. Rumores que circulam também apontam para o lançamento dos AirPods Pro 3 — a nova edição dos fones de ouvido sem fio premium da Apple.

    Agora, novas informações compartilhadas por um usuário na rede social X (e corroboradas pelo leaker Majin Bu) revelam alguns dos recursos esperados para os AirPods Pro 3.

    Segundo os vazamentos, quem estiver interessado nos fones pode esperar duas mudanças principais: um estojo/carregador de dimensões menores e a remoção do botão físico de emparelhamento com outros dispositivos eletrônicos.

    Em vez desse botão mecânico, o estojo/carregador dos AirPods Pro 3 deverá trazer uma área sensível a gestos na parte frontal que, assim como nos AirPods 4, permitirá emparelhar os fones com apenas dois toques. Além disso, o recurso deve reconhecer alguns gestos para reproduzir ou pausar músicas e também controlar o volume.

    Caso o anúncio oficial dos AirPods Pro 3 se confirme, é quase certo que o lançamento aconteça ainda em 2025. Até lá, resta aguardar o evento da Apple no dia 9 de setembro.

    Reveladas duas novidades da próxima geração dos AirPods

  • Com vigilância 24h, vizinhos "no olho do furacão" comentam nova rotina

    Com vigilância 24h, vizinhos "no olho do furacão" comentam nova rotina

    Os vizinhos de Jair Bolsonaro estão ‘divididos’ com o reforço policial que se instalou no condomínio do ex-presidente, em Brasília. Se há quem se sinta mais em segurança, há também quem acredite que qualquer dia “pode haver um problema”.

    À medida que se aproxima o início do julgamento de Jair Bolsonaro — e de outros sete acusados — marcado para 2 de setembro, os olhos estão voltados para a casa do ex-presidente.

    Não só o Brasil, mas também outras partes do mundo aguardam o desfecho do caso em que Bolsonaro é acusado de ser o “principal articulador, maior beneficiário e autor” de uma tentativa de golpe de Estado após sua derrota para Lula da Silva. Para quem vive de perto essa situação, como os vizinhos de Bolsonaro, também importa o dia a dia ao redor de suas casas. Uns gostam, outros não tanto. Mas, afinal, o que eles pensam?

    Do “olho do furacão” ao “adorar tanta polícia”
    Com o endurecimento das medidas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), devido ao risco de fuga, uma verdadeira “onda” policial passou a ocupar o condomínio Solar de Brasília.

    Uma das moradoras, que preferiu não se identificar, contou ao g1 que se sente incomodada com a situação.

    “Da minha parte, preferia que o nosso condomínio não estivesse no olho do furacão”, disse, destacando que o trânsito local foi alterado devido a manifestações na região. “As pessoas estão muito divididas, parece que os ânimos estão sempre exaltados”, completou.

    A moradora confessou ainda que começou a ficar receosa: “Hoje realmente sinto uma insegurança porque ninguém sabe o que vai acontecer daqui para frente. Então, qualquer dia pode haver um problema.”

    Outro vizinho, que também não quis se identificar, disse considerar Bolsonaro um “bom vizinho”. “Ele é na dele. Ia à padaria, andava pelo condomínio, parecia ter uma vida normal. Não é uma pessoa pomposa.”

    Esse morador contou que, no início de toda a situação, chegaram a acontecer discussões mais acaloradas no grupo de WhatsApp dos residentes, com alguns pedindo a expulsão de Bolsonaro do condomínio. Depois da ordem de prisão domiciliar, no entanto, o clima teria acalmado. Segundo ele, o ex-presidente não saiu mais de casa — ou pelo menos não foi visto.

    Já sobre o reforço policial que hoje ocupa o condomínio, o morador se disse satisfeito: “Estou adorando esse tanto de polícia. Aqui já era seguro, agora é o lugar mais seguro de Brasília.”

    O condomínio de Bolsonaro
    O g1 também fez um levantamento sobre o Solar de Brasília, localizado no Jardim Botânico, uma das áreas mais nobres da capital.

    Conhecido por suas casas de luxo, alugar um imóvel semelhante ao de Bolsonaro custa entre R$ 12 mil e R$ 18 mil por mês. O condomínio conta com 1.258 lotes, além de pistas de caminhada, ciclovias, ruas sinalizadas, áreas esportivas, churrasqueiras, pista de skate, parques, igrejas e até espaços de lazer para idosos.

    O caso Bolsonaro
    Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o dia 4, quando o ministro Alexandre de Moraes, do STF, endureceu as medidas cautelares já impostas, após constatar que o ex-presidente as havia violado. Moraes apontou que Bolsonaro usou redes sociais de aliados, incluindo de seus três filhos, para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

    No sábado, o Supremo determinou reforço na vigilância policial da residência de Bolsonaro para evitar uma possível fuga às vésperas do julgamento. A ordem incluiu também monitoramento da área externa da casa.

    Segundo Moraes, as medidas buscam equilibrar a “privacidade” dos demais moradores da casa — onde Bolsonaro vive com a esposa e a filha — com a “necessária garantia da lei penal”, impedindo qualquer possibilidade de fuga.

    Além da prisão domiciliar, Bolsonaro está usando tornozeleira eletrônica e está proibido de utilizar redes sociais.

    O ex-presidente será julgado por supostamente liderar uma conspiração para anular os resultados das eleições de 2022 — nas quais foi derrotado por Lula — e incitar ataques às sedes da Presidência, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal em 8 de janeiro de 2023.

    Ele e outros altos funcionários de seu governo — civis e militares — são acusados de cinco crimes que podem resultar em até 40 anos de prisão.

    Além da sessão marcada para 2 de setembro, o julgamento seguirá nos dias 3, 9, 10 e 12. Entre os outros réus estão os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (GSI), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin; e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

    Com vigilância 24h, vizinhos "no olho do furacão" comentam nova rotina

  • "Progresso diário". Duolingo tem agora um novo rival no Google Tradutor

    "Progresso diário". Duolingo tem agora um novo rival no Google Tradutor

    A Google introduziu uma nova funcionalidade na aplicação Tradutor que recorre a Inteligência Artificial para o ajudar a aprender novos idiomas. A seleção de idiomas ainda é limitada, mas a Google deverá lançar mais opções ao longo dos próximos tempos.

    Nos últimos tempos já haviam surgido indícios de que o Google tinha planos mais ambiciosos para o seu popular serviço de tradução e que pretendia competir com o Duolingo no segmento de ensino de novos idiomas. Agora, a empresa anunciou oficialmente uma nova funcionalidade em fase beta no Google Tradutor.

    A novidade traz uma série de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial para criar sessões de aprendizado personalizado — levando em conta o nível de habilidade e o objetivo de quem deseja aprender um novo idioma.

    Como ainda está em fase beta, o recurso é um pouco limitado no momento: ajuda apenas falantes de inglês a aprender espanhol e francês, e falantes de espanhol, francês e português a aprender inglês. A expectativa, no entanto, é de que o Google adicione gradualmente cada vez mais idiomas em ambas as direções.

    Um vídeo divulgado pela empresa mostra alguns dos exercícios que serão apresentados no Google Tradutor para usuários interessados em aprender uma nova língua. A funcionalidade deverá ser acessível por meio de um novo botão dentro do aplicativo.

    “Esses exercícios avaliam o seu progresso diário e ajudam você a desenvolver as habilidades necessárias para se comunicar com confiança em outro idioma”, afirmou Matt Sheets, gerente de produto do Google, em comunicado ao site The Verge.

    "Progresso diário". Duolingo tem agora um novo rival no Google Tradutor

  • Entenda as acusações contra Bolsonaro e o que diz a defesa do ex-presidente

    Entenda as acusações contra Bolsonaro e o que diz a defesa do ex-presidente

    A PGR (Procuradoria-Geral da República) acusa Bolsonaro de praticar os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, crimes que podem resultar em mais de 40 anos de prisão.

    LAURA INTRIERI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chega ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça (2) para ser julgado junto a outros sete réus apontados como integrantes do núcleo central de trama golpista após a eleição de Lula (PT) em 2022.

    A PGR (Procuradoria-Geral da República) acusa Bolsonaro de praticar os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, crimes que podem resultar em mais de 40 anos de prisão.

    Bolsonaro nega qualquer crime. A PGR afirma que ele chefiou, entre 2021 e 2023, um grupo que planejou a ruptura da ordem democrática, com lives contra as urnas e reuniões com militares. Também aponta versões de documentos que buscavam dar base jurídica a um golpe e que houve pressão sobre comandos das Forças Armadas para o mesmo fim.

    A peça acusatória afirma que o ex-presidente fez ajustes em minuta golpista e tinha um discurso pronto para ser recitado quando o golpe de Estado fosse efetivado.

    A PGR elenca ainda incitação e omissão diante dos ataques do 8 de Janeiro e a ciência e concordância do ex-presidente com o plano “Punhal Verde e Amarelo”, que miraria o assassinato de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes.

    Bolsonaro é acusado de utilizar ilegalmente dados da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e de uma operação da PRF (Polícia Rodoviária Federal), nas eleições de 2022, para impedir eleitores de Lula de votar. Os depoimentos do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, delator no processo, sustentam parte dos argumentos da PGR.

    A defesa do ex-presidente afirma que os fatos descritos pela PGR não configuram os crimes imputados: seriam atos políticos e, quando muito, atos preparatórios impuníveis, sem violência ou grave ameaça. Bolsonaro afirmou ter discutido “possibilidades” com as Forças Armadas depois que o presidente Lula venceu as eleições, mas diz que a conversa foi constitucional.

    Também afirma que a “minuta” jamais apareceu nos autos, e que documentos em questão que foram encontrados eram apócrifos, sem assinatura, e sem valor.

    A equipe de advogados liderada por Celso Vilardi argumenta que o STF tem tratado o 8 de Janeiro como crime multitudinário, cometido por várias pessoas, o que afastaria a tese de instigação por parte do ex-presidente. O próprio ex-presidente costuma destacar que não estava no Brasil na data. Além disso, a defesa afirma que Bolsonaro já não era mais presidente à época dos ataques.

    Também nega relação de Bolsonaro com o plano “Punhal Verde e Amarelo” e aponta versões contraditórias nas falas de Mauro Cid, chamando a delação de “manipulada desde o seu primeiro depoimento”.

    A defesa rejeita que haja conduta imputável ao ex-presidente no caso da Abin e da PRF. O ex-mandatário nega ter criado uma “Abin paralela” para espionar adversários e afirma desconhecer qualquer iniciativa como a descrita com relação à PRF.

    Confira, a seguir, linhas de argumento da acusação e os principais argumentos da defesa de Jair Bolsonaro.

    Outros réus
    O ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, o ex-comandante da Marinha Almir Garnier, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o ex-ministro do GSI Augusto Heleno, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o ex-ministro da Casa Civil Walter Braga Netto também integram o grupo que será julgado.

    Todos são acusados de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado. Com exceção de Ramagem, cuja ação penal foi em parte suspensa pela Câmara, os demais também respondem por dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    Ministros da Primeira Turma do STF, que julgará o ex-presidente e os outros sete réus, têm demonstrado apoio ao relator da trama golpista, Moraes, desde o início da tramitação do caso.

    O respaldo se manteve mesmo depois da escalada dos ataques à corte pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sob o argumento de que Moraes estaria perseguindo Bolsonaro politicamente. Dos integrantes da Primeira Turma, apenas Luiz Fux, que é o principal contraponto a Moraes, não teve o visto aos Estados Unidos suspenso.

    Apesar disso, não há expectativa de recuo em relação a posições já manifestadas pelos magistrados. Com três votos, há maioria para condenação ou absolvição. A expectativa é que o julgamento conte com uma conclusão até o próximo dia 12.

    Se o ex-presidente for condenado pelos delitos imputados, as penas podem somar até 43 anos –nesse cenário, a execução começaria em regime fechado e a progressão ao semiaberto não viria antes de sete anos, de acordo com especialistas.

    Entenda as acusações contra Bolsonaro e o que diz a defesa do ex-presidente

  • TST condena Volkswagen a pagar indenização por trabalho análogo à escravidão

    TST condena Volkswagen a pagar indenização por trabalho análogo à escravidão

    Trabalhadores foram submetidos a condições análogas à escravidão em uma fazenda da empresa na Amazônia entre 1974 e 1986. A montadora alemã era proprietária da área por meio de uma subsidiária. A fazenda era usada para pecuária e extração de madeira.

    O Tribunal Superior do Trabalho (TST) ordenou, na sexta-feira, 29, que a Volkswagen pague R$ 165 milhões por danos morais coletivos. Trabalhadores foram submetidos a condições análogas à escravidão em uma fazenda da empresa na Amazônia entre 1974 e 1986. A montadora alemã era proprietária da área por meio de uma subsidiária. A fazenda era usada para pecuária e extração de madeira.

     

    A Volkswagen Brasil informou, em comunicado, que recorrerá da decisão. A empresa afirmou que, em seus 72 anos de operação no País, defende a dignidade humana e cumpre rigorosamente todas as leis trabalhistas.

     

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu investigação em 2019 após receber documentos de um padre local que acompanhava o caso havia décadas. Depois de novas diligências e depoimentos, os promotores denunciaram formalmente a Volkswagen em 2024. Segundo eles, trata-se da maior reparação desse tipo no País.

     

    De acordo com os autos, cerca de 300 trabalhadores foram contratados por meio de vínculos irregulares para desmatar a floresta e preparar pastagens. Eles eram vigiados por guardas armados, viviam em alojamentos precários, recebiam alimentação insuficiente e permaneciam na fazenda sob servidão por dívidas. Não havia assistência médica, nem para quem contraía malária.

    TST condena Volkswagen a pagar indenização por trabalho análogo à escravidão