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  • Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

    Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

    Influenciadora estaria em busca de uma profissional para cuidar do filho caçula, José Leonardo. Entre os requisitos mencionados nas redes sociais estariam formação em enfermagem, experiência com crianças e disponibilidade para acompanhar a rotina do ex-casal, incluindo viagens.

    Uma possível vaga para trabalhar com a influenciadora Virginia Fonseca virou assunto nas redes sociais nesta semana. De acordo com informações que começaram a circular na internet, a empresária estaria procurando uma nova profissional para ajudar nos cuidados com o filho mais novo, José Leonardo.

    Segundo os relatos divulgados online, a vaga ofereceria um salário de cerca de R$ 18,5 mil. Entre os requisitos mencionados estaria a formação em enfermagem, além de experiência comprovada no cuidado de crianças.

    Outro ponto citado seria a disponibilidade para viagens internacionais. Como Virginia costuma cumprir compromissos profissionais fora do país, a profissional precisaria ter passaporte válido e flexibilidade para acompanhar a rotina da família.

    Virginia e o cantor Zé Felipe, de quem se separou em 2025, são pais de três filhos: Maria Alice, Maria Flor e o caçula José Leonardo. Atualmente, eles moram em casas diferentes, mas seguem dividindo os cuidados com as crianças.

    A possível contratação acontece após a saída da babá Vilmeci Passarinho, conhecida nas redes sociais como “Tia Vil”. Ela trabalhou por cerca de cinco anos com a família e acompanhou o crescimento das crianças desde o nascimento da primogênita.

    Em publicações recentes nas redes sociais, Vilmeci explicou que decidiu deixar o trabalho para se dedicar à filha. Segundo ela, a família enfrenta um momento delicado após a denúncia de abuso sexual contra a menina, caso que está sendo analisado pela Justiça. A ex-babá afirmou que não pode divulgar detalhes do processo enquanto as investigações seguem em andamento.
      

     
     
     
     
     
     

    Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

  • Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

    Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

    Ivanna Ortiz, acusada de tentativa de homicídio após disparos contra a casa de Rihanna em Los Angeles, já havia aberto um processo contra Billie Eilish por causa de um show na Flórida, alegando barulho excessivo e transtornos no trânsito.

    A mulher suspeita de ter disparado contra a casa da cantora Rihanna, no último fim de semana, já havia se envolvido anteriormente em uma disputa judicial com outra artista famosa. Segundo documentos citados pelo jornal New York Post, Ivanna Ortiz, de 35 anos, chegou a processar a cantora Billie Eilish após um show realizado em Orlando, na Flórida, em outubro do ano passado.

    Na ação, Ortiz alegou que o evento causava “danos imediatos e irreparáveis” por causa do barulho e do aumento do trânsito na região. O processo também incluiu a empresa Live Nation, responsável pela produção de grandes turnês e eventos musicais.

    O caso voltou à tona após a prisão de Ortiz, acusada de tentativa de homicídio depois de, segundo a polícia, ter efetuado vários disparos contra a residência de Rihanna.

    De acordo com o site TMZ, a suspeita dirigiu até uma área próxima à mansão da cantora, em Los Angeles, e abriu fogo contra a propriedade enquanto ainda estava dentro do carro. As autoridades afirmam que ainda não está claro o que motivou o ataque.

    Policiais foram acionados após relatos de tiros nas proximidades da residência. Informações preliminares indicam que Rihanna estava em casa no momento dos disparos, mas ninguém ficou ferido.

    Também não há confirmação se A$AP Rocky, companheiro da cantora, e os filhos do casal, RZA, Riot Rose e Rocki, estavam na residência quando o incidente ocorreu.

    As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do caso e possíveis motivações da suspeita.
     
     
     

    Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

  • Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait detectaram projéteis e drones disparados pelo Irã. Parte dos ataques teria como alvo bases militares dos Estados Unidos na região, elevando a tensão no Oriente Médio

    Autoridades de Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait informaram nesta terça-feira que detectaram mísseis e drones lançados pelo Irã, alguns deles direcionados a bases militares dos Estados Unidos na região do Oriente Médio.

    Em Israel, as Forças de Defesa do país (IDF) afirmaram ter identificado projéteis disparados a partir do território iraniano em direção ao país. Diante da ameaça, os sistemas de defesa aérea foram acionados para interceptar os ataques.

    “As Forças de Defesa de Israel detectaram mísseis lançados do Irã em direção ao Estado de Israel. Os sistemas de defesa estão em operação para interceptar a ameaça”, informou o Exército israelense em comunicado divulgado no Telegram.

    Jornalistas da agência France-Presse em Jerusalém relataram ter ouvido sirenes de alerta e explosões à distância durante o episódio. Pouco depois, as autoridades autorizaram que a população deixasse os abrigos antiaéreos.

    Até o momento, não há confirmação de vítimas graves. O serviço de emergência Magen David Adom, equivalente à Cruz Vermelha em Israel, informou que prestou atendimento a um pequeno número de pessoas que se machucaram enquanto corriam para áreas protegidas.

    A emissora israelense Canal 12 relatou que houve feridos após ataques aéreos iranianos nas proximidades de Tel Aviv.

    Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa anunciou que sete mísseis balísticos disparados pelo Irã foram interceptados. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas norte-americanas perto da capital Riad.

    Segundo o governo saudita, todos os projéteis direcionados à base foram destruídos pelos sistemas de defesa do país. Outro míssil, que seguia em direção à região leste do território saudita, também foi neutralizado.

    As autoridades sauditas também informaram que cinco drones foram abatidos na região de Al-Kharj, onde fica a base aérea, além de dois drones na área de Hafar Al-Batin, próxima à fronteira com o Kuwait.

    Dois outros drones foram interceptados quando se aproximavam do campo petrolífero de Shaybah, importante instalação energética localizada perto da fronteira com os Emirados Árabes Unidos.

    Nos Emirados Árabes Unidos, o Ministério da Defesa confirmou que o país enfrenta um ataque envolvendo drones e mísseis. Em comunicado, o governo informou que os sistemas de defesa aérea foram ativados para responder às ameaças e pediu que a população permaneça em casa.

    Já o Kuwait informou que seus radares detectaram cinco drones hostis que entraram no espaço aéreo do país. Segundo as forças armadas kuwaitianas, quatro foram destruídos e um caiu fora da área considerada de risco.

    A Guarda Revolucionária do Irã confirmou que lançou uma nova ofensiva contra Israel e também contra bases militares dos Estados Unidos no Iraque, além de operações direcionadas às forças navais americanas no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência iraniana Fars, a força de elite afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de bases consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos, que atua no Golfo.

    Outra nota, divulgada pela agência Tasnim, afirmou que a ofensiva teria sido “a mais intensa desde o início do conflito”, com ataques que se estenderam por mais de três horas.

    Segundo o Irã, os ataques também teriam atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses danos.

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

  • Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Ministério da Justiça deu cinco dias para a plataforma explicar como monitora e remove conteúdos ligados à tendência “No caso de ela dizer não”. Polícia Federal abriu investigação após vídeos simularem agressões contra mulheres viralizarem nas redes

    O governo federal deu prazo de cinco dias para que o TikTok explique quais medidas adotou para combater uma série de vídeos que circulavam na plataforma incentivando a violência contra mulheres. A cobrança foi feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a viralização de conteúdos ligados à tendência chamada “No caso de ela dizer não”.

    Segundo o ministério, os vídeos começaram a se espalhar nas redes sociais por volta do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e mostravam jovens simulando agressões contra figuras femininas.

    As publicações exibiam cenas em que homens davam socos, chutes ou simulavam ataques com faca contra manequins que representavam mulheres, acompanhadas de mensagens que sugeriam ou justificavam violência em caso de rejeição amorosa.

    Diante da repercussão, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal, que abriu uma investigação para identificar os responsáveis pelos conteúdos. Até o momento, pelo menos quatro perfis que divulgaram os vídeos já foram identificados pelas autoridades.

    O governo também solicitou explicações detalhadas ao TikTok Brasil sobre como funciona o sistema de moderação da plataforma. Entre os pontos questionados estão os mecanismos automáticos de detecção de conteúdo, a revisão feita por moderadores humanos, o monitoramento de tendências virais e o funcionamento do algoritmo de recomendação.

    Além disso, a empresa deverá informar se os perfis que divulgaram os vídeos receberam algum tipo de monetização ou benefício financeiro por meio da plataforma.

    As autoridades também pretendem analisar metadados das publicações para ajudar a identificar os usuários por trás dos perfis responsáveis pela disseminação do conteúdo.

    O Ministério da Justiça afirmou que a responsabilidade das redes sociais vai além de simplesmente remover postagens denunciadas. Segundo a pasta, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliaram a responsabilidade civil das plataformas, que devem agir de forma preventiva diante de conteúdos que possam configurar crimes, especialmente aqueles relacionados à violência contra mulheres.

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou sobre o caso e alertou que esse tipo de publicação pode configurar incitação ao feminicídio, agressões físicas e violência psicológica.

    Em resposta à agência de notícias AFP, o TikTok afirmou que os conteúdos citados já foram removidos da plataforma e que suas equipes trabalham para identificar e eliminar publicações que violem as regras da comunidade.

    O caso ocorre em meio à preocupação crescente com a violência de gênero no país. Um estudo acadêmico citado pelo governo aponta que o Brasil registrou cerca de 6.900 vítimas de feminicídio ou tentativa de feminicídio em 2025, número 34% maior do que o registrado em 2024.

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

  • Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Atriz britânica voltou a usar um vestido Versace que marcou sua passagem pela Met Gala de 1999. A peça reapareceu durante uma viagem à Índia, e Hurley compartilhou nas redes sociais a comparação entre o look antigo e o atual

    A atriz britânica Elizabeth Hurley, de 60 anos, surpreendeu os fãs ao reutilizar um vestido que havia usado há quase três décadas. A peça, da grife Versace, foi usada originalmente por ela na Met Gala de 1999, em Nova York, e voltou a aparecer recentemente durante uma viagem da atriz à Índia.

    O modelo preto chama atenção pelo decote profundo, fenda na coxa e aplicações de pedrarias em tons de rosa e laranja. Hurley compartilhou nas redes sociais uma comparação entre duas fotos: uma de 1999, quando usou o vestido no famoso evento de moda, e outra atual, em 2026, usando a mesma peça.

    Na legenda da publicação, feita no Instagram, a atriz comentou o retorno do look.

    “Viva a Versace! Para a aventura deste fim de semana na Índia, fui aos meus arquivos e resgatei uma das minhas peças favoritas, que usei pela última vez na Met Gala em 1999. Podem ter se passado 27 anos, mas alguns amores nunca desaparecem”, escreveu.

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    Em outra postagem, Hurley também falou sobre a relação que tem com a Índia, país que visita com frequência. Segundo ela, o local ocupa um espaço especial em sua vida há mais de duas décadas.

    “A Índia tem sido uma parte importante da minha vida por mais de 20 anos e eu valorizo cada momento neste país maravilhoso. Que noite mágica de volta ao paraíso, reencontrando algumas das minhas pessoas favoritas do planeta”, afirmou.

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    Atualmente, Elizabeth Hurley vive um relacionamento com o cantor Billy Ray Cyrus, pai da artista Miley Cyrus. O romance foi assumido publicamente nas redes sociais durante a Páscoa do ano passado.

    Os dois se conheceram em 2022, durante as filmagens de um filme de Natal. O relacionamento começou algum tempo depois, quando o cantor country finalizou o divórcio de sua terceira esposa, Firerose, em 2024.

     

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

  • Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Guarda Revolucionária diz que dois projéteis atingiram a base de Arifjan, que abriga forças americanas no Golfo. Arábia Saudita afirma ter interceptado mísseis iranianos, enquanto Teerã anuncia nova ofensiva contra Israel e alvos ligados aos Estados Unidos

    A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta terça-feira que lançou mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos no Kuwait. A informação foi divulgada pelas agências iranianas Mehr e Fars, embora o governo do Kuwait ainda não tenha confirmado oficialmente o ataque.

    Segundo as agências, dois mísseis teriam atingido a base de Arifjan, uma importante instalação militar localizada ao sul da Cidade do Kuwait. O local abriga o quartel-general avançado da componente terrestre do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio.

    Horas antes do suposto ataque, autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do próprio Kuwait haviam informado que detectaram mísseis lançados a partir do território iraniano. Alguns deles teriam como alvo bases militares dos EUA na região.

    O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou que sete mísseis balísticos foram disparados pelo Irã. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas americanas perto da capital Riad.

    De acordo com o governo saudita, todos os seis mísseis direcionados à base foram interceptados e destruídos pelas defesas do país. Um outro projétil, que seguia em direção ao leste do território saudita, também foi neutralizado.

    A Guarda Revolucionária do Irã também anunciou novos ataques contra Israel e bases militares americanas no Iraque, além de operações contra forças navais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a força de elite iraniana afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de instalações consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos EUA, que atua no Golfo.

    Segundo outra nota divulgada pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, esta ofensiva teria sido “a mais intensa e devastadora” desde o início do conflito, com ataques realizados durante mais de três horas.

    As forças armadas iranianas também afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses ataques.
     
     

     

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

  • Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, embarcação foi atingida por projétil não identificado no Golfo Pérsico. Tripulação está segura, mas ataque aumenta a tensão em uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte mundial de petróleo.

    Um navio porta-contêineres foi atingido por um projétil nas proximidades do estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. A informação foi divulgada pela UKMTO (United Kingdom Maritime Trade Operations), agência de segurança marítima vinculada às Forças Armadas do Reino Unido.

    Segundo o órgão, o capitão da embarcação relatou que o navio sofreu danos após ser atingido por um projétil ainda não identificado, mas informou que todos os tripulantes estão em segurança.

    O incidente ocorreu a cerca de 25 milhas náuticas (aproximadamente 46 quilômetros) a noroeste de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos. A área fica dentro do Golfo Pérsico, próxima ao estreito de Ormuz, ponto crucial para o comércio global de petróleo.

    A região vive um período de forte tensão após a escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que colocou a navegação no Golfo sob alerta máximo.

    De acordo com a UKMTO, 14 incidentes envolvendo embarcações foram registrados entre 28 de fevereiro, data em que começou a atual crise militar, e esta terça-feira. Desse total, quatro casos foram classificados como atividades suspeitas, como relatos de explosões ou detonações próximas, enquanto dez ataques atingiram diretamente navios.

    Segundo a agência, esses episódios já deixaram sete marinheiros mortos.

    O estreito de Ormuz é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do planeta, por onde normalmente passam cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo. No entanto, o fluxo de embarcações caiu drasticamente desde o início da ofensiva militar liderada por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

    Teerã respondeu com ameaças de bloquear completamente a passagem. O governo iraniano afirmou que poderá impedir a exportação de “um único litro de petróleo da região” caso os ataques contra o país continuem.

    Washington, por sua vez, declarou que qualquer tentativa de bloquear o estreito poderá levar a uma intensificação da ofensiva militar.

    Diante da sequência de ataques e das ameaças crescentes, companhias de navegação têm evitado a rota, o que fez o tráfego no estreito de Ormuz cair a níveis mínimos nas últimas semanas.
     
     

     

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

  • STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Darren Beattie, ligado ao Departamento de Estado e aliado de Donald Trump, recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para visitar o ex-presidente em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por participação em tentativa de golpe após as eleições de 2022

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de um assessor ligado ao governo dos Estados Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de prisão em Brasília. O encontro está marcado para o dia 18 de março, no complexo penitenciário da capital federal.

    A autorização permite que Darren Beattie, atual assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA para temas relacionados ao Brasil, visite Bolsonaro. Segundo a decisão judicial, Beattie poderá estar acompanhado de um intérprete, cuja identidade deverá ser informada previamente às autoridades.

    A defesa de Bolsonaro havia solicitado que a visita ocorresse nos dias 16 ou 17 de março, período em que o assessor norte-americano estará em missão oficial no Brasil. No entanto, Moraes rejeitou a mudança e determinou que o encontro siga o calendário regular de visitas da unidade prisional.

    Na decisão, o ministro afirmou que não há justificativa legal para alterar as regras da prisão. Segundo ele, os visitantes devem se adequar ao regime do sistema penitenciário, e não o contrário.

    Durante a viagem ao Brasil, Darren Beattie também deverá se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e uma das principais lideranças da direita brasileira.

    Beattie já fez críticas públicas ao ministro Alexandre de Moraes, a quem acusou de liderar um suposto sistema de censura contra Bolsonaro e seus apoiadores. O assessor chegou a defender a aplicação de sanções contra o magistrado.

    Bolsonaro está preso desde 25 de novembro de 2025, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão. A Corte considerou que ele participou da articulação de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Entre os crimes apontados na sentença estão organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.

    De acordo com as investigações, Bolsonaro nunca reconheceu oficialmente a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2022. Após o resultado, ele passou a questionar o sistema eletrônico de votação e incentivou manifestações de caráter antidemocrático em frente a quartéis militares.

    A crise política culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando milhares de apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, em Brasília, em uma tentativa de impedir o funcionamento das instituições e reverter o resultado eleitoral.

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

    Darren Beattie, ligado ao Departamento de Estado e aliado de Donald Trump, recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para visitar o ex-presidente em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por participação em tentativa de golpe após as eleições de 2022

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de um assessor ligado ao governo dos Estados Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de prisão em Brasília. O encontro está marcado para o dia 18 de março, no complexo penitenciário da capital federal.

    A autorização permite que Darren Beattie, atual assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA para temas relacionados ao Brasil, visite Bolsonaro. Segundo a decisão judicial, Beattie poderá estar acompanhado de um intérprete, cuja identidade deverá ser informada previamente às autoridades.

    A defesa de Bolsonaro havia solicitado que a visita ocorresse nos dias 16 ou 17 de março, período em que o assessor norte-americano estará em missão oficial no Brasil. No entanto, Moraes rejeitou a mudança e determinou que o encontro siga o calendário regular de visitas da unidade prisional.

    Na decisão, o ministro afirmou que não há justificativa legal para alterar as regras da prisão. Segundo ele, os visitantes devem se adequar ao regime do sistema penitenciário, e não o contrário.

    Durante a viagem ao Brasil, Darren Beattie também deverá se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e uma das principais lideranças da direita brasileira.

    Beattie já fez críticas públicas ao ministro Alexandre de Moraes, a quem acusou de liderar um suposto sistema de censura contra Bolsonaro e seus apoiadores. O assessor chegou a defender a aplicação de sanções contra o magistrado.

    Bolsonaro está preso desde 25 de novembro de 2025, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão. A Corte considerou que ele participou da articulação de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Entre os crimes apontados na sentença estão organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.

    De acordo com as investigações, Bolsonaro nunca reconheceu oficialmente a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2022. Após o resultado, ele passou a questionar o sistema eletrônico de votação e incentivou manifestações de caráter antidemocrático em frente a quartéis militares.

    A crise política culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando milhares de apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, em Brasília, em uma tentativa de impedir o funcionamento das instituições e reverter o resultado eleitoral.

    STF autoriza que assessor de Trump visite Bolsonaro na prisão

  • Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA

    Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA

    Charlie Kirk, que era conhecido por propagar discurso de ódio contra minorias, morreu depois de ser baleado no pescoço enquanto participava de um evento na Universidade de Utah Valley, em 10 de setembro de 2025

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou Erika Kirk como conselheira na Academia da Força Aérea. Ela é viúva do ativista de direita Charlie Kirk, morto em um atentado em setembro de 2025.

    O nome de Erika consta no site da Academia da Força Aérea dos EUA como parte do Conselho de Visitantes, um colegiado que analisa a moral e a disciplina dos alunos, o currículo e o ensino, a infraestrutura da instituição, seus assuntos fiscais, métodos acadêmicos e outras questões relacionadas à academia.

    A instituição militar de ensino superior forma oficiais para a Força Aérea e a Força Espacial do país. Os alunos passam por quatro anos de formação e, ao completar o curso, recebem o posto de segundo-tenente.

    Erika substitui o marido, que era membro do conselho. Também são parte do grupo nomeado por Trump Dina Powell, ex-assessora do presidente que é presidente da Meta desde janeiro de 2026, o palestrante Dan Clark, o coronel da Força Aérea aposentado Doug Nikolai e o senador republicano Tommy Tuberville.

    Além dos nomes designados por Trump, fazem parte do Conselho de Visitantes outras dez personalidades, escolhidas pelo Congresso americano.

    Desde a morte do marido, Erika Kirk tomou a frente da organização de mobilização jovem de direita fundada por ele, a Turning Point USA. Ex-Miss Arizona, ela apresenta um podcast e costumava participar de eventos ao lado do marido para discutir o papel da fé cristã em seu casamento e em sua família.

    Charlie Kirk morreu depois de ser baleado no pescoço enquanto participava de um evento na Universidade de Utah Valley, em 10 de setembro de 2025. Um mês depois, Trump lhe concedeu a Medalha Presidencial da Liberdade de maneira póstuma. Essa é a mais alta honraria civil do país, e sua outorga é prerrogativa única do presidente americano.

    Trump escolhe viúva de Charlie Kirk como conselheira da Academia da Força Aérea dos EUA