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  • O iOS 27 está (quase) chegando! Há quatro iPhones que podem ficar de fora

    O iOS 27 está (quase) chegando! Há quatro iPhones que podem ficar de fora

    No começo de junho que a Apple revelará oficialmente o iOS 27. De acordo com os rumores que estão circulando, a próxima grande atualização do iPhone deverá deixar quatro modelos de fora

    A Apple deverá apresentar no começo de junho o iOS 27, a próxima grande atualização que será lançada para o iPhone e que, como é habitual, deixará de fora alguns dos modelos mais antigos de celulares da marca.

    Ainda não se sabe quais serão os modelos do iPhone que serão “abandonados” por esta atualização mas, de acordo com a página Instant Digital na rede social chinesa Weibo, há quatro celulares da Apple compatíveis com o iOS 26 que não poderão atualizar para a nova versão.

    De acordo com estas informações, parece que os interessados em ter acesso ao iOS 27 terão de ter, pelo menos, o iPhone 12. Isto significa que deixarão de ser compatíveis o iPhone 11, o iPhone 11 Pro, o iPhone 11 Pro Max e também o iPhone SE de segunda geração.

    É importante destacar que os donos destes celulares não serão propriamente obrigados a adquirir um telefone mais recente da Apple. A “Empresa da Maçã” continuará lançando atualizações que, além de melhorar a segurança e prevenir vulnerabilidades, também corrigirá eventuais bugs que possam ser detectados.

    No entanto, se quer ter acesso às mais recentes funcionalidades que a Apple venha a desenvolver e possa disponibilizar em futuras atualizações, terá de estar disposto a apostar num celular mais recente da empresa que seja compatível com o iOS 27.

    Vale lembrar que o iOS 27 deve ser anunciado na próxima edição do evento anual da Apple dedicado a developers, o WWDC. O evento em questão acontecerá entre os dias 8 e 12 de junho e, além do iOS 27, os interessados também terão a oportunidade de ficar a conhecer as próximas atualizações previstas para o iPad, Apple Watch, Mac, Apple TV e Vision Pro.

    O iOS 27 está (quase) chegando! Há quatro iPhones que podem ficar de fora

  • STF julga ação que pode limitar gratuidade na Justiça do Trabalho

    STF julga ação que pode limitar gratuidade na Justiça do Trabalho

    Ministros devem criar regra que limita valor em R$ 5.000. AGU defende que ausência de critérios objetivos incentiva alto número de processos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) começou a julgar a ADC (Ação Direta de Constitucionalidade) 80, que deve definir regras para a gratuidade na Justiça do Trabalho. A principal proposta é limitar o direito a quem tem renda de até R$ 5.000.

    Os ministros do Supremo podem derrubar decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) de 2024, que definiu como prova suficiente de acesso à Justiça gratuita a declaração de hipossuficiência, também chamada de “declaração de pobreza”.

    A decisão ocorreu em recurso repetitivo, que vale para todos os tipos de casos do país, e derrubou regra da reforma trabalhista de 2017, quando limitou-se o acesso à Justiça do Trabalho. A mudança na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) passou a prever que só teria gratuidade pessoas com renda de até 40% do teto da Previdência Social.

    Além disso, poderia ser condenada a pagar custas e outras verbas, como valores de perícias. Parte da regra foi derrubada pelo próprio STF em 2021, o que levou à definição de tese no TST. O julgamento foi interrompido e deve ser retomado na semana que vem.

    A ação analisada no Supremo é da Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro), que é contra a declaração de pobreza. Para a advogada da confederação, Grace Mendonça, a reforma trabalhista de 2017 criou critérios objetivos ao alterar a CLT, trazendo a limitação, e isso não poderia ser modificado, pois se trata de um critério constitucional.

    A Consif apresentou dados do setor bancário para sustentar a tese de “concessão indiscriminada” da gratuidade. Segundo a entidade, em 2025, 98,7% das ações trabalhistas contra bancos tiveram pedido de justiça gratuita, deferido em 99,9% dos casos, embora a remuneração média da categoria esteja em torno de R$ 12,5 mil.

    Foram mencionados casos de ex-empregados com salários entre R$ 26 mil e R$ 84 mil beneficiados apenas com autodeclaração.”concessão indiscriminada” da gratuidade. Segundo a entidade, em 2025, 98,7% das ações trabalhistas contra bancos tiveram pedido de justiça gratuita, deferido em 99,9% dos casos, embora a remuneração média da categoria esteja em torno de R$ 12,5 mil.

    Foram mencionados casos de ex-empregados com salários entre R$ 26 mil e R$ 84 mil beneficiados apenas com autodeclaração.

    Para a AGU (Advocacia-Geral da União), que representa o governo na Justiça, a ADC é válida. O advogado Ivan Bispo dos Santos disse que a Constituição exige comprovação da insuficiência econômica e que a legislação buscou direcionar o benefício a quem realmente necessita.

    Segundo o órgão, a ausência de critérios objetivos incentiva o alto número de processos e aumenta os custos do Judiciário. O advogado citou crescimento de 49% no volume de processos e afirmou que a litigiosidade brasileira supera índices europeus em diversas áreas.

    O advogado Alexandre Lauria Dutra, sócio do Pipek Advogados, afirma que o debate se dá porque é prática reiterada da Justiça do Trabalho conceder o benefício diante do que chamou de “simples declaração de hipossuficiência”, o que, segundo ele, contrariaria requisitos objetivos previstos na legislação.

    “O Supremo Tribunal Federal deverá estabelecer novos e mais rigorosos critérios para a concessão da Justiça gratuita, com impacto direto sobre o contencioso trabalhista e o risco de condenação dos trabalhadores em honorários advocatícios”, disse.

    Dutra lembrou que o caso já havia começado a ser julgado no plenário virtual da corte e contava com cinco votos favoráveis à limitação em R$ 5.000. O julgamento recomeçou no plenário físico após pedido de destaque.

    Ricardo Quintas Carneiro, advogado da CUT (Central Única do Trabalhador), que participou como amicus curiae -amigo da corte- a Constituição não autoriza tratar o trabalhador como potencial fraudador. Ele defendeu a autodeclaração como meio legítimo para pessoas físicas terem acesso ao Judiciário de forma gratuita, mas disse que ela pode ser impugnada caso o juiz assim entenda e até levar o autor a condenação por litigância de má-fé.

    Segundo ele, o debate não pode ignorar que as principais demandas trabalhistas envolvem verbas rescisórias, adicional de insalubridade, FGTS e danos morais.

    Mauro de Azevedo Menezes, representante da federação dos trabalhadores em telecomunicações, contestou os números apresentados pelos autores da ação e afirmou que a Justiça do Trabalho indefere parcela relevante dos pedidos de gratuidade.

    El também disse que desempregados e superendividados precisam de proteção. Para ele, a Constituição já prevê a comprovação da insuficiência, mas isso não elimina a possibilidade de “presunção relativa baseada na autodeclaração”.

    STF julga ação que pode limitar gratuidade na Justiça do Trabalho

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  • Zakaria desencanta, Corinthians empata e garante liderança na Libertadores

    Zakaria desencanta, Corinthians empata e garante liderança na Libertadores

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians garantiu a liderança do Grupo E da Libertadores com uma rodada de antecedência graças a Zakaria Labyad. O marroquino marcou o gol de empate por 1 a 1 com o Peñarol, do Uruguai, na noite desta quinta-feira, em Montevidéu.

    Com o resultado, o Timão, que já havia assegurado a classificação na rodada anterior, também confirmou a primeira colocação da chave. A conquista é considerada importante internamente, já que o clube busca terminar a fase de grupos com uma das melhores campanhas gerais para decidir em casa os confrontos de mata-mata.

    Mesmo em busca da liderança, o Corinthians iniciou a partida com uma formação alternativa. Da base titular, apenas o goleiro Hugo Souza e os zagueiros Gabriel Paulista e Gustavo Henrique começaram jogando.

    O Peñarol foi superior no início da partida e abriu o placar ainda no primeiro tempo, com Maxi Olivera. O Corinthians, porém, reagiu na etapa final e chegou ao empate com Zakaria Labyad. O meia fez sua primeira partida como titular e também marcou pela primeira vez com a camisa alvinegra.

    Com o empate em casa, o clube uruguaio está eliminado da Libertadores. Pentacampeão continental, o Peñarol não tem mais chances matemáticas de avançar às oitavas de final.

    O Corinthians volta a campo pela Libertadores na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília). O Timão enfrenta o Platense, da Argentina, na Neo Química Arena.

    Antes disso, o Timão enfrenta o Atlético-MG neste domingo, às 18h30, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo também será disputado em Itaquera.

    O ZAKA É ZIKA

    Após dez partidas entrando no decorrer dos jogos, Zakaria Labyad recebeu diante do Peñarol sua primeira oportunidade como titular do Corinthians e foi premiado também com o primeiro gol pela equipe alvinegra.

    O marroquino esteve entre os poucos destaques positivos do Timão em um primeiro tempo pouco inspirado. Na etapa final, foi decisivo para evitar a derrota e assegurar a liderança do Grupo E da Libertadores ao marcar o gol de empate em Montevidéu.

    LANCES IMPORTANTES

    Peñarol abre o placar. O time uruguaio saiu na frente aos 18 minutos, em jogada de bola parada. Após uma sequência de escanteios, os donos da casa abriram o marcador em cobrança fechada de Trindade, no primeiro pau. Maxi Olivera ganhou da marcação corintiana pelo alto, desviou de cabeça e matou completamente o goleiro Hugo Souza, que ficou parado no lance.

    Gol anulado. O Peñarol chegou a ampliar ainda no primeiro tempo, mas o lance foi invalidado por impedimento. Após cobrança de lateral, Arezo recebeu em posição irregular e serviu Umpíerrez, que finalizou da entrada da área. Hugo Souza ainda tocou na bola, mas não evitou o gol. A arbitragem, porém, assinalou o impedimento na origem da jogada.

    Quase lei do ex. Na sequência do gol anulado, Pedro Milans, que já defendeu o próprio Peñarol, ficou perto de empatar para o Corinthians. Após troca de passes com Zakaria, André fez o pivô e acionou o lateral uruguaio, que bateu de perna esquerda. A bola ainda desviou em Maxi Olivera e saiu raspando a trave direita de Aguerre.

    Assustou. Aos 43 minutos, Angileri cruzou pela esquerda, e Kaio César, mesmo sem grande estatura, subiu livre para cabecear no canto esquerdo. A finalização, porém, saiu sem força e parou nas mãos de Aguerre.

    Perdeu chance clara. Na melhor oportunidade do Corinthians no primeiro tempo, aos 44 minutos, Labyad cruzou pela direita, Milans ajeitou para o meio da área e André finalizou. Bem posicionado na pequena área, Pedro Raul acabou atrapalhando a conclusão e, em vez de empurrar para as redes, afastou a bola quase em cima da linha, evitando o empate corintiano.

    Já estava amadurecendo. Como um prenúncio do que aconteceria minutos depois, Zakaria Labyad quase marcou aos 6 minutos do segundo tempo. Kaio César puxou contra-ataque pela direita e acionou Matheus Pereira, que encontrou o marroquino dentro da área. Labyad dominou e bateu cruzado, tirando tinta da trave esquerda.

    Amadureceu. Aos 17 minutos, Zakaria Labyad marcou pela primeira vez com a camisa do Corinthians. Mais uma vez, Kaio César iniciou a jogada pelo lado direito e cruzou para a área. André não conseguiu alcançar, Pedro Raul finalizou em cima do goleiro, mas, no rebote, o marroquino apareceu livre para empurrar para o fundo das redes e empatar a partida.

    PEÑAROL
    Aguerre; Escobar, Gularte (Facundo Álvez) (Brian Barboza), Lemos e Maxi Olivera; Trindade e Darias (Angulo); Umpiérrez, Laxalt (Abel Hernández) e Togni; Arezo (Batista). T.: Diego Aguirre.

    CORINTHIANS
    Hugo Souza; Pedro Milans, Gustavo Henrique, Gabriel Paulista e Fabrizio Angileri; Allan e Matheus Pereira (Rodrigo Garro); Kaio César (Dieguinho), André e Zakaria Labyad (Jesse Lingard); Pedro Raul (Yuri Alberto). T.: Fernando Diniz.

    Local: Campeón del Siglo, Montevidéu (URU)
    Árbitro: Piero Maza (CHI)
    Assistentes: Juan Serrano (CHI) e Mathias Riquelme (CHI)
    VAR: Juan Lara (CHI)Cartões amarelos:Gols: Maxi Olivera, PEN (18’/1T); Zakaria Labyard (17’/2T)

    Zakaria desencanta, Corinthians empata e garante liderança na Libertadores

  • 'Ele tem que ser investigado', diz Ciro Nogueira sobre Flávio

    'Ele tem que ser investigado', diz Ciro Nogueira sobre Flávio

    Senador investigado no caso Master diz que pré-candidato à Presidência deve ‘pagar exemplarmente’ se for culpado. Declaração ocorre em meio à crise da pré-campanha de Flávio

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O senador Ciro Nogueira (PP-PI) evitou sair em defesa do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao comentar as investigações sobre o Banco Master, afirmando que não vai antecipar juízo sobre o caso. Segundo ele, Flávio tem que “pagar exemplarmente” se for culpado.

    “Eu não estou aqui para defender nem acusar o senador Flávio. Ele tem que ser investigado, como todos, como eu estou sendo. E, se for inocente, que seja, lógico, reconhecida a sua inocência. Se for culpado, tem que pagar exemplarmente”, disse ele à TV Clube, afiliada da Globo no Piauí.

    O senador afirmou que não deve haver proteção a suspeitos e cobrou isenção nas apurações. “Neste país, não pode mais haver ninguém cometendo ilícito que possa ser beneficiado por proteção. Temos que investigar com isenção e, quem for inocente, que seja inocente. E, se for culpado, que pague severamente, de acordo com a lei”, completou.

    Pré-candidato ao Senado, Ciro reafirmou que deixará o cargo se houver comprovação de irregularidades envolvendo seu nome. “Se for comprovada alguma coisa ilícita que possa manchar a minha honra, eu jamais vou voltar para o meu estado com alguma mácula no meu mandato”, disse.

    A Polícia Federal deflagrou em 7 de maio uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. Ciro Nogueira foi um dos alvos, com mandados de busca e apreensão cumpridos em endereços em Brasília e no Piauí. Investigações apontam que ele teria recebido R$ 18 milhões em propina para defender interesses do Master, entre outros benefícios.

    Irmão do senador, Raimundo Nogueira também foi alvo da operação e passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Após a ação, Ciro afirmou que estava colaborando e questionou a realização de operações em ano eleitoral.

    Ele afirmou que o recebimento de propina por meio de empresas é invenção. “Inventaram que recebi ilegalmente valores por meio de empresas, valores que não chegam sequer a 1% do faturamento anual” dessas companhias, disse, em referência a negócios de família citados no caso.

    A fala de Nogueira ocorre após a revelação pelo The Intercept Brasil de mensagens e áudios trocados entre Flávio e Vorcaro que mostram negociação de R$ 134 milhões do banqueiro para financiar o filme “Dark Horse”.

    O ex-banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção. Desde então, o senador vem tentando conter os danos para a pré-campanha à Presidência e enfrenta uma crise de confiança entre aliados.

    Flávio confirmou que negociou com Vorcaro, mas afirmou que “não ofereceu vantagens” em troca do financiamento ao filme. O senador tem repetido que se tratava de “dinheiro privado”. A defesa de Vorcaro disse que não iria comentar.

    Nesta semana, Flávio disse a jornalistas que encontrou Vorcaro após sua primeira prisão, ocorrida em novembro de 2025. “Fui, sim, ao encontro dele [Vorcaro] para botar um ponto final nessa história”, disse Flávio sobre a visita ao ex-banqueiro após participar de encontro com a bancada do PL na Câmara.

    'Ele tem que ser investigado', diz Ciro Nogueira sobre Flávio

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  • Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

    Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

    Grupo de mergulhadores teriam se enganado no túnel de saída. “Perceber que você está no caminho errado e que resta pouco ar é assustador”, destaca uma especialista

    Os cinco mergulhadores italianos, que perderam a vida em uma gruta subaquática nas Maldivas, podem ter sofrido um “erro de orientação”. Estas são as primeiras conclusões apresentadas pelo mergulhadores finlandeses que participaram na recuperação dos corpos. A investigação continua.

    O grupo desapareceu durante um mergulho à gruta de Thinwana Kandu. Os cinco mergulhadores tinham experiência e estavam participando em uma expedição. O guia da expedição foi a primeira morte confirmada, depois de o seu corpo ter vindo à superfície, no dia em que a expedição tinha começado.  Os outros corpos foram recuperados esta semana.

    A reconstituição realizada pelos investigadores da organização DAN Europe — especializada em segurança e medicina do mergulho — sugere que o grupo pode ter se desorientado durante a saída da caverna e acabou entrando em um túnel sem saída. A conclusão acontece depois de os especialistas finlandeses terem encontrado os corpos num corredor sem saída dentro do complexo subaquático.

    “Dali não havia saída”, explicou Laura Marroni, diretora executiva da organização, ao jornal italiano La Repubblica.

    Segundo a especialista, a caverna começa com uma grande câmara naturalmente iluminada e com fundo arenoso. A partir desse ponto, estende-se um corredor com cerca de 30 metros de comprimento e três metros de largura que conduz a uma segunda câmara completamente escura.

    Entre ambas existe um banco de areia que, ao entrar, pode ser atravessado com facilidade, mas que, durante o regresso, gera uma espécie de “ilusão da parede de areia”. À esquerda desse banco existe outro túnel mais curto e sem saída. 

    Os corpos teriam sido encontrados neste segundo túnel, o que leva a crer que os mergulhadores teriam sido enganados pela falsa parede de areia, que os levou a seguir pela saída errada.

    “Os corpos foram encontrados dentro daquele túnel, como se o tivessem confundido com o túnel correto”, explicou Marroni.

    O especialista salientou que, naquela profundidade e com cilindros de ar convencionais, os mergulhadores tinham apenas alguns minutos de margem de segurança dentro da segunda câmara. “Perceber que está no caminho errado e que resta pouco ar é assustador. Então você respira mais rápido e o suprimento diminui ainda mais.”

    Mergulhadores morreram no atol de Vaavu

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Itália anunciou que cinco compatriotas tinham morrido em um acidente ocorrido durante um mergulho no atol de Vaavu, nas Maldivas. “Os mergulhadores teriam falecido ao tentarem explorar algumas grutas a 50 metros de profundidade. A investigação do acidente ainda está em curso pelas autoridades das Maldivas”, referiu em comunicado.

    As vítimas são a professora de Ecologia da Universidade de Gênova, Monica Montefalcone, à sua filha Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, à investigadora Muriel Oddenino, o biólogo marinho Federico Gualtieri e o guia Gianluca Benedetti.

    Os corpos foram todos recuperados esta quarta-feira e com isso as autoridades tiveram acesso às câmaras GoPro que os mergulhadores usavam e cujas imagens serão agora analisadas para perceber o que realmente poderá ter acontecido ao grupo. 

     

    Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

  • Moraes manda à 1ª instância investigação sobre malas em avião com Motta

    Moraes manda à 1ª instância investigação sobre malas em avião com Motta

    Presidente da Câmara negou irregularidades sobre voo e diz que decisão do ministro é ‘autoexplicativa’. PF tinha afirmado que não é possível afirmar a quem os cinco volumes que passaram por fora de raio-X com aval de auditor fiscal pertencem ou seu conteúdo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), considerou que não há suspeitas sobre parlamentares na investigação que apura a entrada irregular no Brasil de bagagens trazidas em um voo em que estavam o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) em 2025.

    O magistrado determinou que o caso volte à 1ª Vara Federal de Sorocaba (SP) por entender que não se verifica, a partir dos elementos de investigação colhidos pela Polícia Federal, qualquer envolvimento dos parlamentares nos crimes investigados.

    Em relatório, a PF tinha afirmado que não havia como descartar a possibilidade de envolvimento de passageiros com prerrogativa de foro nos crimes investigados.

    O próprio Ministério Público havia pedido para que o processo ficasse com o Supremo. “O Ministério Público, acompanhando relatório parcial da autoridade policial, requereu o declínio de competência em favor do Supremo Tribunal Federal para apreciação de competência por identificação de pessoas com prerrogativa de foro”, diz decisão de 18 de março.

    O caso tramita em sigilo no STF. A manifestação da PGR havia sido demandada por Moraes em até cinco dias em despacho em 24 de abril. O órgão respondeu apenas nesta quarta (20), quase um mês depois.

    Segundo a investigação, revelada pela Folha no fim de abril, os volumes não passaram pelo raio-X ao chegar a São Paulo, quando um auditor fiscal autorizou que fossem liberadas sem inspeção. O inquérito apura os possíveis delitos de facilitação de contrabando ou descaminho e prevaricação.

    O episódio ocorreu no retorno de uma viagem à ilha caribenha de São Martinho em um avião particular do empresário piauiense Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG, dono de empresas de apostas online que disponibilizam jogos como o Fortune Tiger –popularmente conhecido como “jogo do tigrinho”. Ele foi alvo da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets.

    Além de Motta e Ciro Nogueira, estavam na aeronave os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL), ambos líderes de seus partidos na Câmara. Ao todo, o voo tinha 16 passageiros.

    A ilha onde estavam é considerada paraíso fiscal pela Receita Federal. O local também é conhecido como a Las Vegas do Caribe devido a atrações noturnas, como cassinos.

    Relatório da PF afirma que o auditor fiscal Marco Antônio Canella permitiu que o piloto José Jorge de Oliveira Júnior, comandante do voo e funcionário da empresa de Fernandin OIG, passasse com os volumes por fora do raio-X, no Aeroporto Executivo Internacional Catarina, em São Roque (SP), na região metropolitana de Sorocaba, por volta das 21h de 20 de abril de 2025.

    O documento da Polícia Federal afirma que apenas o piloto passou pelo lado de fora do equipamento com malas não fiscalizadas e que “não é possível afirmar categoricamente a quem os volumes pertencem ou seu conteúdo”.

    “Não há, portanto, como descartar a possibilidade de envolvimento de um ou mais passageiros detentores de prerrogativa de foro nos delitos sob apuração nos presentes autos ou em outras práticas delitivas que porventura vierem a ser reveladas no curso das investigações”, diz trecho do relatório.

    O QUE DIZEM OS ENVOLVIDOS

    Motta confirmou que esteve no voo, mas afirmou que, ao desembarcar no aeroporto, “cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira”.

    Em entrevista à emissora de rádio TMC em 12 de maio, o presidente da Câmara também disse esperar que a PGR aprofundasse a investigação ao máximo para mostrar que ele e sua esposa, Luana Medeiros, não cometeram irregularidades.

    “A própria filmagem mostra o piloto, ou o auditor -não sei o que aconteceu que estava sendo investigado- passam com aqueles pertences pelo raio-x”, disse Motta. “A mesma filmagem pode mostrar que eu, minha esposa, e os demais passageiros passamos pelo raio-x e [que] as nossas bagagens, todas elas, passaram pelo raio-x”, declarou.

    O piloto Jorge Oliveira disse que não se lembra do dia da chegada, mas declarou que o processo aconteceu “em conformidade com as normas da legislação aduaneira vigente”. Segundo ele, cada passageiro realiza o desembarque com seus pertences de forma individual.

    “Sigo esse mesmo padrão, e cada piloto transporta apenas seus próprios itens, de modo que, em eventual fiscalização, responda exclusivamente pelo que carrega. Na empresa, é regra que nenhum membro da tripulação conduza pertences de passageiros, limitando-se aos seus”, afirmou.

    Já Fernandin OIG disse que os itens pertenceriam ao comandante do voo e que o desembarque seguiu o processo normal.

    A reportagem também entrou em contato com as assessorias de Ciro Nogueira, Dr. Luizinho e Isnaldo Bulhões em 27 e 28 de abril para obter o posicionamento deles sobre o episódio. Não houve resposta.

    O auditor fiscal também foi procurado por email e por ligação nas mesmas datas, mas não houve retorno.

    Moraes manda à 1ª instância investigação sobre malas em avião com Motta

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  • Nívea Stelmann troca novelas por mercado imobiliário nos EUA e vira vitrine de imóveis de luxo

    Nívea Stelmann troca novelas por mercado imobiliário nos EUA e vira vitrine de imóveis de luxo

    Atriz,que vive em Orlando desde 2017, divulga casas de alto padrão e conteúdos sobre imigração nas redes sociais. Conhecida por papéis em “O Clone” e “Chocolate com Pimenta”, ela afirma que objetivo é conectar brasileiros ao mercado imobiliário americano

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Longe das novelas desde 2019, Nívea Stelmann, 52, trocou os estúdios de TV pelo mercado imobiliário nos Estados Unidos. Morando em Orlando desde 2017, a atriz passou a divulgar imóveis de luxo e conteúdos sobre imigração nas redes sociais, onde reúne cerca de 1,3 milhão de seguidores.

    Conhecida por papéis em “O Clone” (2002), “Chocolate com Pimenta” e “Alma Gêmea” (2005), todas da Globo, Nívea Stelmann tornou-se embaixadora de uma incorporadora voltada a brasileiros interessados no mercado imobiliário norte-americano em outubro de 2025. Nos últimos meses, ela começou aparecer com frequência apresentando imóveis de alto padrão e compartilhando conteúdos sobre moradia no país.

    Em uma publicação recente, a atriz afirmou que o objetivo do projeto é conectar brasileiros a oportunidades imobiliárias. Ao ser questionada por seguidores se havia se tornado corretora, respondeu: “Mas temos ótimos”, negando exercer a profissão.

    Além dos conteúdos sobre imóveis, Nívea também publica vídeos sobre processos de imigração para os Estados Unidos em parceria com um escritório de advocacia. Segundo a atriz, uma das perguntas mais frequentes recebidas por seguidores é sobre como morar legalmente no país.

    Nívea Stelmann troca novelas por mercado imobiliário nos EUA e vira vitrine de imóveis de luxo

  • Os 4 sinais de que está na altura de trocar a bateria do seu computador

    Os 4 sinais de que está na altura de trocar a bateria do seu computador

    O “comportamento” da bateria do seu computador portátil é um indicador valioso a que deve estar atento. Dependendo do que verifique, há perigos envolvidos e é aconselhável adquirir rapidamente um novo computador

    Ao contrário do que muitos gostariam, nenhum gadget ou dispositivo eletrônico dura para sempre e isto é uma grande verdade em relação aos que estejam equipados com baterias.

    Acontece que além do desgaste natural da passagem do tempo, as baterias de dispositivos como computadores portáteis também podem se danificar gradualmente com algumas práticas pouco aconselháveis e, de uma forma ou outra, começará a reparar em sinais de que está na hora de tomar uma atitude – substituindo a bateria ou comprado um novo computador portátil.

    Decidimos então compartilhar os 4 sinais a que deve estar atento para avaliar a “saúde” da bateria do seu computador portátil e, apesar de alguns não exigirem a sua atenção imediata, outros são um verdadeiro alerta para que troque rapidamente para um novo computador.

    Posto isto, pode ficar a saber tudo abaixo.

    Os 4 sinais de que a bateria do seu portátil está “morrendo”:

    • O computador se desliga de forma inesperada e sem motivo aparente;
    • Problemas de carregamento, como demorar muito tempo;
    • A bateria do seu computador tem mais de dois anos;
    • Consegue notar que a bateria está inchada.

    Os 4 sinais de que está na altura de trocar a bateria do seu computador

  • PF cita repasse de R$ 14 mi ligado à Refit para empresa da família de Ciro Nogueira

    PF cita repasse de R$ 14 mi ligado à Refit para empresa da família de Ciro Nogueira

    Menção é feita em relatório da Operação Sem Refino, que teve ex-governador Cláudio Castro como alvo. Senador diz que firma familiar vendeu terreno e que, à época, tinha participação de menos de 1% nela

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A investigação da Polícia Federal que teve como principal alvo a Refit, de Ricardo Magro, encontrou pagamento de R$ 14,2 milhões de um fundo ligado ao grupo à refinaria a uma empresa da família do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

    O documento aponta que a transferência foi feita pelo fundo Athena, ligado à Refit, à Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis Ltda. em 2024.

    O senador não é um dos sócios dessa empresa atualmente, e ela pertence a familiares. À época da transferência, ele afirma que tinha menos de 1% da participação.

    A transação foi informada pela Polícia Federal ao STF (Supremo Tribunal Federal) em representação que fundamentou a Operação Sem Refino, deflagrada na sexta-feira (15).

    Ciro não foi alvo da ação policial, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, que fez busca e apreensão em endereços do ex-governador do Rio Cláudio Castro e pediu a inclusão de Magro na lista vermelha da Interpol.

    A representação policial que cita Ciro, que está sob sigilo, foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e obtida pela Folha.

    Procurado, o senador afirmou por meio de sua assessoria que “lamenta as recorrentes tentativas de associá-lo a escândalos, as quais serão inevitavelmente frustradas, uma vez que não praticou nenhum ato irregular ou ilegal”.

    Afirma que, em relação ao caso em questão, o pagamento serviu para a aquisição de um terreno com área superior a 40 hectares com o propósito de construir uma distribuidora de combustíveis.

    O valor, diz ele, “se refere à venda dessa área, situada em local altamente valorizado em Teresina, cuja venda foi regular e totalmente declarada junto aos órgãos competentes em valores condizentes com o mercado”.

    Ele também afirma que a empresa atua no ramo imobiliário e que, atualmente, ele não tem participação na empresa.

    Ciro é o presidente nacional do PP e foi ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro. Já Magro é dono da Refit (Refinaria de Manguinhos), investigada nas operações Carbono Oculto e Cadeia de Carbono, deflagradas no ano passado contra sonegação de impostos na importação da gasolina e fornecimento de combustíveis para postos de gasolina do PCC.

    Um dos alvos de busca e apreensão na operação do dia 15 foi Jonathas Assunção, que foi secretário-executivo da Casa Civil na gestão de Ciro Nogueira. Ele recebeu R$ 1,3 milhão ligados à Refit.

    Segundo a representação, “os valores creditados foram rapidamente transferidos diretamente ao próprio beneficiário final Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, cerca de R$ 1.325.000,00”. As transferências teriam ocorrido em 2025.

    “Tal padrão evidencia baixa permanência dos recursos na conta, típico de empresa de passagem, sem identificação de despesas operacionais compatíveis com a atividade declarada de consultoria, como folha de pagamento, estrutura administrativa relevante ou custos técnicos proporcionais aos valores recebidos”, diz a PF.

    No último dia 7, Ciro foi alvo de busca e apreensão ligado a outra operação, a Compliance Zero, sobre irregularidades relacionadas ao Banco Master.

    Uma das suspeitas é de que o senador recebia quantias repassadas por Felipe Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, dono do banco. Além disso, de acordo com as investigações, haveria o pagamento de outras despesas pessoais do parlamentar, como viagens de jatinho. Também nesse caso, Ciro Nogueira nega ter cometido irregularidades.

    Quando a operação da última sexta foi deflagrada, Cláudio Castro disse que está à disposição da Justiça e “convicto de sua lisura”.

    “Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do Estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes”, disse, em nota, o governador.

    A Refit e Magro, também em nota, negam ter falsificado declarações fiscais para ter vantagens fiscais ou ter fornecido combustível para o crime organizado. A Refit ainda disse em nota nesta segunda (18) que é falso afirmar que Ricardo Magro controla a companhia e que ele sequer faz parte do quadro de acionistas.

    A declaração, porém, contradiz o próprio Magro, que em setembro de 2025, após a Operação Carbono Oculto, deu entrevista à Folha de S.Paulo defendendo a atuação da Refit -na primeira pessoa do plural- e se dizendo perseguido por grandes distribuidoras de combustíveis.

    No relatório que baseou a Operação Sem Refino, a Polícia Federal sustenta que Magro usa “offshores em jurisdições marcadas por sigilo societário e tributação favorecida, bem como de trusts administrados por estruturas especializadas em proteção patrimonial”.

    PF cita repasse de R$ 14 mi ligado à Refit para empresa da família de Ciro Nogueira

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  • Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 278 bilhões em abril

    Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 278 bilhões em abril

    Receita na área federal cresce 7,8% e alcança R$ 1 trilhão no ano

    Impulsionado pelo crescimento da economia e pela alta do petróleo, o governo federal arrecadou R$ 278,8 bilhões em impostos, contribuições e demais receitas em abril. É o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Receita Federal e mostram crescimento real de 7,82% em relação a abril de 2025, descontada a inflação.

    No acumulado de janeiro a abril, a arrecadação chegou a R$ 1,05 trilhão, alta real de 5,41% na comparação com o mesmo período do ano passado. Também é o maior valor já registrado para um primeiro quadrimestre desde o início da série histórica.Principais números:

    • Arrecadação em abril: R$ 278,8 bilhões (7,82% acima da inflação);
    • Arrecadação no ano: R$ 1,05 trilhão (5,41% acima da inflação);
    • IRPJ e CSLL: R$ 64,8 bilhões (7,73%);
    • Receita previdenciária: R$ 62,7 bilhões (4,83%);
    • IR sobre rendimentos de capital: R$ 13,2 bilhões (25,45%);
    • Alta da arrecadação do petróleo e gás: R$ 11,4 bilhões (541% em abril).

    O que puxou

    Segundo a Receita Federal, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação previdenciária, relacionado ao aumento do trabalho formal.

    O crescimento também foi motivado pelo Programa de Integração Social (PIS) e pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), ligados ao consumo.

    Também contribuíram para a alta o Imposto de Renda sobre aplicações financeiras, reformulado no ano passado, e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujas alíquotas sobre operações cambiais aumentaram em 2025.

    Outro fator importante foi a reoneração gradual da folha de pagamentos de alguns setores e da contribuição patronal dos municípios, retomada desde janeiro de 2025.

    A arrecadação com Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) somou R$ 64,8 bilhões em abril, com crescimento real de 7,73%.

    De acordo com a Receita, houve aumento na tributação de empresas enquadradas em diferentes regimes, como estimativa mensal, lucro presumido e balanço trimestral.

    O avanço indica que as empresas tiveram maior lucro tributável e ampliaram o recolhimento de impostos federais.

    Previdência Social

    A receita previdenciária arrecadou R$ 62,7 bilhões em abril, crescimento real de 4,83%.

    O resultado foi influenciado pelo aumento da massa salarial do país, que cresceu 3,61% em março na comparação anual. Também houve expansão de 9,18% na arrecadação previdenciária ligada ao Simples Nacional.Na prática, mais empregos formais e salários maiores aumentam automaticamente a contribuição recolhida ao INSS.

    Investimentos

    O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital arrecadou R$ 13,2 bilhões, com crescimento real de 25,45%.

    A Receita atribui o resultado ao aumento da tributação sobre aplicações de renda fixa e ao salto na arrecadação com Juros sobre Capital Próprio (JCP), mecanismo usado por empresas para remunerar os acionistas.

    A cobrança sobre JCP cresceu 94,74% em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Petróleo

    Um dos maiores destaques veio do setor de petróleo e gás natural.

    A arrecadação ligada aos tributos e aos royalties de exploração do setor disparou 541% em abril, alcançando R$ 11,4 bilhões. No acumulado do ano, a alta chega a 264%, com receitas de R$ 40,2 bilhões.

    O crescimento foi provocado principalmente pela forte valorização internacional do petróleo em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio e à guerra envolvendo o Irã.

    Com o barril mais caro, empresas do setor lucram mais, recolhendo mais impostos e royalties ao governo.

     

    Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 278 bilhões em abril

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