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  • Alemanha articula reação da Otan após ameaça dos EUA sobre a Groenlândia

    Alemanha articula reação da Otan após ameaça dos EUA sobre a Groenlândia

    A proposta de Berlim prevê uma missão conjunta da Otan no Ártico para reforçar a segurança regional e conter a escalada de tensões provocada pelas declarações de Donald Trump sobre assumir o controle da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.

    A Alemanha deve levar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) a proposta de uma missão conjunta no Ártico, em meio ao aumento das tensões na região após declarações dos Estados Unidos sobre a Gronelândia, território autônomo da Dinamarca.

    A informação foi divulgada neste domingo pela Bloomberg, com base em relatos de duas fontes próximas ao governo alemão. Segundo a publicação, a iniciativa teria como objetivo reforçar o monitoramento e a proteção dos interesses de segurança no Ártico, buscando reduzir o clima de tensão provocado por Washington em relação ao território.

    De acordo com a reportagem, a operação poderia seguir o modelo da missão “Sentinela do Báltico”, lançada pela OTAN há cerca de um ano para proteger infraestruturas estratégicas no Mar Báltico. A nova iniciativa, que vem sendo chamada informalmente de “Sentinela do Ártico”, incluiria a Gronelândia, região que voltou ao centro do debate após manifestações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a importância estratégica da ilha.

    Na sexta-feira, Trump voltou a afirmar publicamente que pretende assumir o controle da Gronelândia e declarou que os Estados Unidos tomarão medidas “quer gostem ou não”. As falas geraram reação imediata de autoridades europeias.

    O vice-chanceler da Alemanha, Lars Klingbeil, afirmou que viajará nesta semana a Washington para participar de uma reunião do G7, convocada pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent. Antes da viagem, Klingbeil reforçou que a soberania da Gronelândia deve ser respeitada.

    “Cabe exclusivamente à Dinamarca e à Gronelândia decidir sobre o futuro do território. A soberania e a integridade territorial são princípios do direito internacional que se aplicam a todos, inclusive aos Estados Unidos”, afirmou o vice-chanceler, que também ocupa o cargo de ministro das Finanças da Alemanha.

    Na mesma linha, o ministro das Relações Exteriores alemão, Johann Wadephul, declarou que a definição sobre o status da Gronelândia é uma decisão exclusiva do governo dinamarquês e das autoridades locais. Ele deve se reunir nos próximos dias com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.

    Wadephul destacou ainda que o Ártico ganhou “nova relevância estratégica” no cenário internacional, o que exige coordenação entre aliados da OTAN, e não disputas internas.

    O interesse de Trump pela Gronelândia não é novo, mas voltou a ganhar força nas últimas semanas, especialmente após ações recentes dos Estados Unidos em outros pontos do cenário internacional, que elevaram a preocupação de países europeus com possíveis movimentos unilaterais de Washington.
     
     

    Alemanha articula reação da Otan após ameaça dos EUA sobre a Groenlândia

  • O gesto de Kylian Mbappé que virou polêmica após final na Espanha

    O gesto de Kylian Mbappé que virou polêmica após final na Espanha

    A conquista do Barcelona na Supercopa da Espanha, disputada na Arábia Saudita, ficou marcada não apenas pelo título, mas também por uma atitude polêmica após o apito final. Protagonista do Real Madrid na decisão, Kylian Mbappé virou alvo de críticas nas redes sociais ao impedir que seus companheiros prestassem a tradicional guarda de honra aos campeões.

    Assim que recebeu a medalha de vice-campeão, o atacante francês, que havia voltado recentemente de lesão, fez gestos claros para que os jogadores do Real deixassem o gramado. Alguns atletas já estavam posicionados para aplaudir o rival, mas acabaram seguindo Mbappé rumo aos vestiários antes da cerimônia de entrega do troféu.

    O episódio chamou ainda mais atenção porque, minutos antes, os jogadores do Barcelona haviam cumprimentado o elenco merengue em um gesto de respeito esportivo. A atitude do Real Madrid, liderada por Mbappé, não teve reciprocidade e rapidamente viralizou em vídeos e comentários nas redes sociais, dividindo opiniões entre quem defendeu o comportamento e quem apontou falta de fair play.



     Final eletrizante em Jeddah

    Dentro de campo, o Barcelona levou a melhor em uma final movimentada, disputada no formato de final four em Jeddah. A equipe comandada por Hansi Flick venceu um El Clásico repleto de reviravoltas, com destaque absoluto para Raphinha, autor de dois gols.

    O brasileiro abriu o placar aos 36 minutos. Já nos acréscimos do primeiro tempo, o jogo ganhou contornos caóticos: Vinícius Júnior empatou aos 45 minutos, Lewandowski recolocou o Barça na frente pouco depois, e Gonzalo García voltou a igualar o marcador ainda antes do intervalo.

    Na etapa final, Raphinha apareceu novamente para marcar o gol decisivo, aos 73 minutos, garantindo o título ao Barcelona. Mbappé, que ficou fora das semifinais por lesão, entrou apenas nos minutos finais por decisão de Xabi Alonso, mas não conseguiu mudar o rumo da partida.

    Mesmo com a expulsão de Frenkie de Jong nos acréscimos, o Barcelona administrou o resultado até o fim e confirmou a conquista da Supercopa, deixando o gesto pós-jogo como um dos assuntos mais comentados da decisão.

    Os dois começaram juntos no futebol de salão, com apenas 10 anos de idade, e dividiram vestiário na base do Figueirense. Os dois são de Santa Catarina, mas a Europa seria o principal alicerce para essa amizade.

    Folhapress | 13:00 – 11/01/2026


    O gesto de Kylian Mbappé que virou polêmica após final na Espanha

  • Irã acusa Trump de estimular violência e diz estar pronto para a guerra

    Irã acusa Trump de estimular violência e diz estar pronto para a guerra

    O chanceler Abbas Araqchi afirmou que o país mantém a situação sob controle após protestos violentos, acusou declarações do presidente dos EUA de incentivar ataques e disse que o Irã está preparado tanto para um confronto militar quanto para negociações diplomáticas.

    O governo do Irã afirmou nesta segunda-feira (12) que mantém “controle total” da situação interna após a escalada da violência registrada durante os protestos do fim de semana. A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, em meio ao aumento da pressão internacional e a novas ameaças de intervenção por parte dos Estados Unidos.

    Segundo Araqchi, advertências feitas pelo presidente norte-americano Donald Trump, que condicionou uma possível ação militar ao agravamento da repressão, teriam incentivado “terroristas” a promover ataques contra manifestantes e forças de segurança, numa tentativa de criar o cenário que justificaria uma intervenção externa. “Estamos prontos para a guerra, mas também para o diálogo”, afirmou o chanceler, ao sinalizar que Teerã não descarta negociações diplomáticas.

    O ministro também informou que o serviço de internet, suspenso em grande parte do país desde a quinta-feira passada, será restabelecido gradualmente em coordenação com as autoridades de segurança. O bloqueio, segundo organizações independentes de monitoramento digital, já ultrapassa 80 horas e dificulta a verificação independente do número de mortos e presos.

    Do lado norte-americano, Trump voltou a endurecer o discurso. Na sexta-feira (9), afirmou na Casa Branca que os EUA podem intervir caso o regime iraniano passe a “matar pessoas” durante os protestos. “Vamos atingi-los com muita força onde mais dói”, declarou, dizendo acompanhar de perto os desdobramentos no país. No sábado, o presidente reforçou as ameaças ao afirmar que o Irã “busca liberdade” e que os norte-americanos estariam “prontos para ajudar”.

    No domingo (11), Trump acrescentou um novo elemento ao afirmar que Teerã teria procurado Washington para discutir um possível acordo nuclear, após a escalada da crise interna. Segundo ele, há conversas iniciais para marcar uma reunião, embora tenha alertado que uma ação pode ocorrer antes, diante do aumento de mortes e prisões. O chanceler iraniano, porém, não comentou essa possibilidade nas declarações desta segunda-feira.

    A tensão ocorre em um contexto já marcado por disputas nucleares. Em 2017, Trump retirou os EUA do acordo que limitava o programa nuclear iraniano em troca do fim de sanções econômicas. Desde então, o Irã retomou o enriquecimento de urânio acima dos níveis necessários para geração de energia. Em junho de 2025, instalações de pesquisa nuclear iranianas foram bombardeadas pelos EUA, em meio ao conflito envolvendo Teerã e Israel.

    Organizações de direitos humanos relatam um cenário grave no país. A HRANA, com sede nos Estados Unidos, estima ao menos 538 mortos, entre eles 490 manifestantes e 48 policiais, além de mais de 10,6 mil pessoas presas. Outras ONGs também denunciam o uso de munição real contra protestos. O governo iraniano não divulga balanços oficiais regulares e acusa Estados Unidos e Israel de se infiltrarem nos atos e fomentarem a violência.

    O presidente iraniano Masoud Pezeshkian pediu que a população se afaste do que chamou de “terroristas e baderneiros” e afirmou estar disposto a ouvir reivindicações da sociedade, ao mesmo tempo em que acusou Washington e Tel Aviv de “semear o caos”. Já o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf, advertiu que qualquer ataque ao Irã teria como resposta retaliações contra Israel e bases militares norte-americanas no Oriente Médio.

    Nos bastidores, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, discutiu o cenário iraniano com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, segundo a agência Reuters. Enquanto isso, a internet segue restrita no país, ampliando o isolamento do Irã em meio à maior onda de protestos desde 2009 e a um cenário de crescente risco de escalada internacional.

    Irã acusa Trump de estimular violência e diz estar pronto para a guerra

  • Cantor colombiano Yeison Jiménez morre em queda de avião em Boyacá

    Cantor colombiano Yeison Jiménez morre em queda de avião em Boyacá

    Avião particular que levava o artista e integrantes de sua equipe caiu entre Paipa e Duitama, no centro da Colômbia. Segundo a Aeronáutica Civil, não houve sobreviventes. Jiménez seguia para Medellín, onde tinha uma série de shows programados.

    O cantor colombiano Yeison Jiménez, um dos principais nomes da música popular do país, morreu no sábado após a queda de um avião de pequeno porte na região de Boyacá, no centro da Colômbia.

    Segundo informações confirmadas pela Aeronáutica Civil da Colômbia, a aeronave privada caiu entre os municípios de Paipa e Duitama. Não houve sobreviventes. Além de Jiménez, de 34 anos, estavam a bordo o piloto e quatro integrantes de sua equipe, totalizando seis pessoas.

    De acordo com dados divulgados pela própria autoridade aeronáutica e repercutidos por veículos como El Tiempo, Semana e Caracol Noticias, o avião seguia para Medellín, onde o cantor tinha compromissos profissionais e uma série de apresentações agendadas.

    Em comunicado publicado nas redes sociais oficiais do artista, a equipe confirmou a morte e lamentou a perda. “Não perdemos apenas um artista, mas um amigo, um filho e uma pessoa cheia de sonhos, coragem e humanidade”, diz a nota.

    Yeison Jiménez era um dos expoentes da música regional colombiana e ganhou projeção nacional com canções como Aventurero e Vete, acumulando milhões de ouvintes nas plataformas digitais. A Aeronáutica Civil informou que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas e que um relatório preliminar será divulgado após a análise técnica dos destroços e das condições do voo.

     
     
     

     
     
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    Cantor colombiano Yeison Jiménez morre em queda de avião em Boyacá

  • Netanyahu espera que Irã "seja em breve libertado da tirania"

    Netanyahu espera que Irã "seja em breve libertado da tirania"

    O primeiro-ministro israelense disse hoje esperar que o Irã “seja em breve libertado da tirania” e condenou “os massacres em massa cometidos contra civis”, quando estão ocorrendo grandes manifestações no país.

    “Quando esse dia chegar, Israel e o Irã voltarão a ser parceiros fiéis para construir um futuro de prosperidade e paz para os dois povos”, acrescentou Benjamin Netanyahu na abertura da reunião semanal do Conselho de Ministros.

    A onda de manifestações em quase todo o país contra a teocracia iraniana começou há duas semanas, em 28 de dezembro.

    Inicialmente motivados pelo alto custo de vida e pela inflação acelerada — em um país submetido a sanções econômicas dos Estados Unidos e da ONU —, os protestos se intensificaram e se transformaram em uma contestação política contra o regime.

    Na quinta-feira, as autoridades cortaram o acesso à internet e ao sinal de telefonia móvel em todo o país, após uma grande manifestação em Teerã e da divulgação, nas redes sociais, de vídeos que mostravam multidões protestando.

    A organização de defesa dos direitos humanos Iran Human Rights informou ter registrado 192 mortos nas manifestações, mas alertou que o número pode ser muito maior, já que o bloqueio da internet dificulta a contabilização.

    O opositor iraniano exilado Reza Pahlavi, filho do antigo xá do Irã, tem convocado alguns dos maiores protestos em Teerã e pediu, no sábado, que os manifestantes “se preparassem para tomar” os centros das cidades.

    Em uma mensagem publicada nas redes sociais, Pahlavi convocou os iranianos a “irem todos às ruas (…) com bandeiras, imagens e símbolos patrióticos, ocupando os espaços públicos”.

    “O nosso objetivo já não é apenas sair às ruas; o nosso objetivo é nos preparar para conquistar e defender os centros urbanos”, afirmou.

    Netanyahu espera que Irã "seja em breve libertado da tirania"

  • Empresário e amigo de Filipe Luís confia em ida ao Atlético de Madrid em 27

    Empresário e amigo de Filipe Luís confia em ida ao Atlético de Madrid em 27

    GUILHERME XAVIER
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Guilherme Siqueira é um ex-jogador de futebol que atuou no futebol italiano, português e espanhol. No Atlético de Madri, ele fortaleceu laços com Filipe Luís, atual técnico do Flamengo.

    Os dois começaram juntos no futebol de salão, com apenas 10 anos de idade, e dividiram vestiário na base do Figueirense. Os dois são de Santa Catarina, mas a Europa seria o principal alicerce para essa amizade.

    Siqueira substituiu Filipe no Chelsea, estiveram juntos no Atlético de Madri e se tornaram parceiros de vida. Tanto que, em 2019, já aposentado, Guilherme intermediou a vinda do conterrâneo para o Flamengo.

    “Vendo o quão vitorioso ele foi dentro do clube, eu que sou amigo dele, é um motivo de orgulho e satisfação, mas não é nenhuma novidade. A gente conhece o Filipe há muito tempo, sabe da competência dele, sabe o quanto ele quis ser treinador, o quanto ele já se preparava enquanto atleta pra virar treinador, então tudo que vem acontecendo na vida profissional dele neste domingo (11) a gente sabe que é fruto de muita dedicação, aprendizado e conhecimento”, diz à reportagem.

    O amigo acompanhou os trâmites da renovação de Filipe Luís de longe. A novela gerou certa ansiedade, mas o final feliz prepara o companheiro para voos ainda mais altos em 2026.

    “Eu estou muito otimista e curioso para ver até onde isso vai chegar, porque o Filipe vem demonstrando há muito tempo que não se acomoda, não se contenta com as coisas, quer sempre algo a mais”, analisou.

    A Europa parece ser um caminho natural para o parceiro. De acordo com Siqueira, há indícios de que Filipe Luís se tornará o substituto natural de Diego Simeone no Atlético de Madri.

    “É engraçado o Filipe renovou até 2027 e o Simeone também. Parece algo casado, sabe? Acho que o clube que deu realmente tudo ao Filipe é o Atlético. Claro que ele sabe que neste domingo (11) a realidade dele é outra, mas eu tenho certeza que dentro dele, na hora que ele tivesse a Europa para escolher e se aparecer o Atlético, eu não tenho dúvida que o coração vai falar mais alto. Tenho certeza que também seria uma história tão bela quanto está sendo essa com o Flamengo”, disse.

    IDA CEDO PARA A EUROPA E VONTADE DE VOLTAR

    A carreira de Siqueira começou muito cedo. Antes mesmo de atingir a maioridade, ele já estava vendido à Inter de Milão. Ficou mais dois anos em Santa Catarina antes de, de fato, viajar para a Itália.

    Ainda assim, foi um processo bastante complicado. Imagina chegar aos 18 anos em Milão, sozinho, para jogar em um dos maiores clubes do mundo. Siqueira explicou um pouco como foi.

    “Passaram muitas coisas pela minha cabeça, chorei, senti saudade, mas é o que eu falo para todos, para realizar o grande sonho que é se tornar jogador de futebol, um meio tão concorrido, tão disputado por muitos, a gente tem que passar por essas abdicações, e comigo não foi diferente”, relembrou.

    Ele não conseguiu se firmar na Inter, passou rapidamente pela Lazio e conseguiu ter uma sequência na Udinese. Apesar de a Itália ter abertos portas, foi na Espanha que ele consolidou a carreira.

    Granada, Atlético de Madri e Valencia estiveram no caminho de Siqueira. E quase pintou o Real Madrid na jogada, mas a negociação acabou melando por questões burocráticas.

    “Eu vinha da última temporada com o Granada, muito boa, e quando eu soube do interesse do Real, com todo o respeito ao Granada, que é um clube que eu tenho um carinho enorme e uma história lá dentro, mas para ser o Real Madrid, a gente não pensa duas vezes. Eles deixaram muito claro que na minha posição tinha o Marcelo e o Fábio Coentrão, e o Coentrão estava para ser negociado, que se o Coentrão fosse ser negociado, eu seria a primeira opção. Então, claro, foram aí semanas de aflição”, disse, antes de completar:

    “Essa situação do Real mexeu muito comigo, porque ainda naquele ano o Real, se não me engano, ganhou a Champions, ganhou títulos importantes, e se eu estivesse ali, com certeza seriam títulos que eu ganharia também. Ficou nessa situação, essa pontinha de interrogação, digamos, na minha carreira”, complementou.

    Na época em que esteve na Espanha, entre 2010 e 2017, com exceção de uma temporada no Benfica em 2013-14, La Liga estava repleta de grandes craques. Confrontos com Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar eram rotineiros.

    Mesmo que o craque português não caísse na ala direita, onde Siqueira defendia, os duelos se mostravam sofridos. O ex-jogador relembrou que Messi, Bale e Di Maria davam muito trabalho.

    “É difícil a gente falar um. Joguei contra Di Maria, Gareth Bale, mas claro, a gente tem sempre que deixar Messi e Cristiano ainda acima de todos eles. Eu também coloco o Neymar do Barcelona nessa prateleira, o que o Neymar jogou no Barcelona foi uma coisa impressionante, espetacular. Mas eu acho que o Messi é o jogador mais imprevisível, digamos assim. A gente nunca sabia para onde ele iria”, explicou.

    FALTOU ALGUMA COISA?

    O ex-jogador afirmou que, se tivesse algum desejo, seria atuar no Brasil. Ele não chegou a vestir a camisa de nenhum clube nacional como profissional, porque teve que encerrar a carreira de maneira precoce.

    Aos 30 anos, quando se preparava para retornar, ele descobriu que não tinha mais cartilagem no tornozelo. Um golpe duro para quem vinha recebendo sondagens de gigantes brasileiros.

    “Se pensar friamente, eu tinha outros planos, eu não queria ter parado tão cedo assim. Tinha vontade de voltar, de vir ao Brasil, jogar profissionalmente no Brasil, era uma vontade minha, já que eu tinha saído daqui tão jovem. Não pude realizar esse sonho, mas em momento algum me queixo, reclamo, muito pelo contrário, só agradeço. Pela carreira que esse tornozelo aqui me deu. Enquanto ele aguentou, ele me levou a lugares que eu jamais imaginei chegar”, declarou.

    Siqueira revelou que Flamengo, Palmeiras e Athletico-PR realizaram sondagens. O Corinthians foi além e apresentou uma proposta, mas não deu certo.

    “Sempre deixei claro para eles que eu estava muito mal do meu tornozelo. Eu cheguei a Portugal, fiquei um período lá tratando e meu tornozelo não reagia. Então, eu deixava sempre os clubes a par da situação. Esses clubes que demonstraram interesse e queriam entender mais a minha situação, a gente acabou nem tendo essa conversa, essa segunda conversa, digamos assim, por causa da minha decisão”, finalizou.

    Empresário e amigo de Filipe Luís confia em ida ao Atlético de Madrid em 27

  • BBB26: silêncio de Torloni sobre Manoel Carlos aumenta rumor

    BBB26: silêncio de Torloni sobre Manoel Carlos aumenta rumor

    A falta de pronunciamento reforçou rumores de que Torloni poderia integrar o grupo Camarote do BBB 26. A atriz é apontada como uma das possíveis participantes do reality show, o que explicaria a ausência nas redes, já que os novos confinados estariam isolados e sem acesso à internet. Os participantes da nova edição serão anunciados nesta segunda-feira (12) pelo apresentador Tadeu Schmidt.

    A ausência de manifestações públicas de Christiane Torloni sobre a morte do autor Manoel Carlos chamou a atenção de internautas e gerou grande repercussão nas redes sociais. O silêncio da atriz fez com que seu nome se tornasse um dos assuntos mais comentados no X, alimentando especulações entre os usuários.

    A falta de pronunciamento reforçou rumores de que Torloni poderia integrar o grupo Camarote do BBB 26. A atriz é apontada como uma das possíveis participantes do reality show, o que explicaria a ausência nas redes, já que os novos confinados estariam isolados e sem acesso à internet. Os participantes da nova edição serão anunciados nesta segunda-feira (12) pelo apresentador Tadeu Schmidt.

    Apesar das especulações, Christiane Torloni foi vista no sábado (10) em um shopping no Rio de Janeiro, o que gerou ainda mais comentários. Internautas reagiram de forma intensa à situação. Uma usuária afirmou ter ficado apreensiva ao notar que a atriz não apareceu na homenagem feita pelo Jornal Nacional a Manoel Carlos, expressando preocupação com a possibilidade de vê-la no reality. Outro comentário sugeriu que a equipe da atriz poderia estar em dúvida sobre publicar uma homenagem em seu nome, considerando inadequado se manifestar sem a presença dela nas redes.

    Christiane Torloni teve grande destaque na televisão ao interpretar Helena em Mulheres Apaixonadas (2002), personagem que marcou o público ao decidir se separar do marido, vivido por Tony Ramos, para viver um novo relacionamento.

    BBB26: silêncio de Torloni sobre Manoel Carlos aumenta rumor

  • 'Frango' ou azar? Filho de Ronald Koeman sofreu este gol contra o Ajax

    'Frango' ou azar? Filho de Ronald Koeman sofreu este gol contra o Ajax

    A tarde deste domingo não começou nada bem para Ronald Koeman Jr. Filho da lenda e atual técnico da seleção da Holanda, o goleiro sofreu um gol bas…
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    'Frango' ou azar? Filho de Ronald Koeman sofreu este gol contra o Ajax

  • Lembra dela? Ex-estrela mirim de 'Anos Incríveis' comemora 51 anos

    Lembra dela? Ex-estrela mirim de 'Anos Incríveis' comemora 51 anos

    A atriz publicou uma selfie sem maquiagem e sem filtros, destacando a escolha por mostrar sua aparência natural. A postagem rapidamente repercutiu entre fãs e colegas de profissão, que exaltaram sua autenticidade e boa forma.

    Danica McKellar, conhecida mundialmente por interpretar Winnie Cooper na série Anos Incríveis, celebrou seus 51 anos de forma simples e elogiada nas redes sociais. A atriz publicou uma selfie sem maquiagem e sem filtros, destacando a escolha por mostrar sua aparência natural. A postagem rapidamente repercutiu entre fãs e colegas de profissão, que exaltaram sua autenticidade e boa forma.

    Na legenda, Danica explicou que a imagem foi feita apenas com luz frontal e refletia um estilo de vida saudável, ressaltando que, além da aparência, o mais importante é sentir-se bem. Ela contou que passou o dia ao lado da família, resolvendo quebra-cabeças, praticando exercícios físicos, mergulhando no oceano frio e se preparando para um jantar especial. A atriz também aproveitou o momento para compartilhar uma curiosidade matemática, mencionando que o número 51 não é primo, pois resulta da multiplicação de 3 por 17.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução / Redes Sociais  

    Além da carreira artística, Danica destacou ao longo da vida um forte envolvimento com a área acadêmica. Em determinado momento, ela se afastou de Hollywood para investir nos estudos em exatas, período em que publicou 11 livros relacionados às suas pesquisas. Atualmente, segue atuando em comédias românticas, filmes familiares e produções natalinas, lançadas ao longo de todo o ano.

    A publicação gerou grande repercussão nos comentários. Celebridades como Mario Lopez desejaram feliz aniversário, enquanto Candace Cameron Bure a descreveu como uma pessoa bonita por dentro e por fora. Fãs também demonstraram carinho, muitos relembrando sua personagem mais marcante e destacando o bom humor da atriz ao incluir um detalhe matemático na comemoração.

    Anos Incríveis, exibida originalmente entre 1988 e 1993, acompanhava a história de Kevin Arnold, vivido por Fred Savage, ao lado de amigos e familiares nas décadas de 1960 e 1970. A produção conquistou grande popularidade, especialmente no Brasil, tornando Winnie Cooper uma personagem inesquecível para o público.

    Lembra dela? Ex-estrela mirim de 'Anos Incríveis' comemora 51 anos

  • Casares explica saques de R$ 11 milhões das contas do São Paulo como gastos operacionais

    Casares explica saques de R$ 11 milhões das contas do São Paulo como gastos operacionais

    Em meio a uma crise política e financeira sem precedentes, o presidente do São Paulo, Julio Casares, manifestou-se na tentativa de se defender do processo de impeachment que passa no time paulista, o qual será votado na próxima sexta-feira (16). O dirigente esclareceu saques de R$ 11 milhões dos cofres do clube entre 2021 e 2025, alegando gastos cotidianos.

    Em documento obtido pela reportagem do GE, Casares justificou a utilização dos R$ 11 milhões como, por exemplo, serviços de arbitragem, que são pagos em dinheiro vivo pelo São Paulo. Ainda segundo o levantamento, deste montante, R$ 8,23 milhões seriam de \”despesas operacionais dos jogos\”.

    O restante dos valores, cerca de R$ 5 milhões, seriam utilizados para pagamento de premiação aos jogadores, os chamados \”bichos\”, tradicionais no clube do Morumbi desde a época do falecido presidente Juvenal Juvêncio. Tal prática é comum também em outros times do País.

    O documento completo foi enviado ao Conselho Deliberativo para compor a defesa de Casares no processo de impeachment. Ainda segundo os argumentos do dirigente, toda e qualquer utilização de verbas do São Paulo foram feitas dentro dos limites da lei e são passíveis de auditoria para comprovar sua legalidade. Os R$ 11 milhões, segundo a defesa, não teriam relação alguma com a vida financeira pessoal do presidente.

    Casares explica saques de R$ 11 milhões das contas do São Paulo como gastos operacionais