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  • Lula convoca reunião emergencial sobre ataque dos EUA à Venezuela, diz TV

    Lula convoca reunião emergencial sobre ataque dos EUA à Venezuela, diz TV

    Encontro acontece ainda pela manhã no Palácio do Itamaraty. Não há detalhes sobre se Lula, que está no Rio, e Mauro Vieira, que está de férias, participarão do encontro.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O governo Lula fará uma reunião de emergência neste sábado (3) para tratar o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, informou o canal GloboNews.

    Encontro acontece ainda pela manhã no Palácio do Itamaraty. Não há detalhes sobre se Lula, que está no Rio, e Mauro Vieira, que está de férias, participarão do encontro.

    TRUMP DIZ QUE CAPTUROU MADURO

    Presidente dos EUA diz que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados da Venezuela. Ainda conforme o presidente dos EUA, eles foram “levados para fora do país”.

    Sem comentar a suposta captura de Maduro, o governo venezuelano classificou os ataques como uma “grave agressão militar”. Em comunicado oficial, eles dizem que as explosões atingiram áreas civis e militares em Caracas e nos Estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    “Essa agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais e coloca em risco a vida de milhões de pessoas”, afirma o comunicado.

    Maduro declarou que o objetivo dos Estados Unidos seria “tomar os recursos estratégicos do país”: “especialmente petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da nação”.

    Lula convoca reunião emergencial sobre ataque dos EUA à Venezuela, diz TV

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • 'Nunca entendi atores que tentam perder o sotaque', diz Wagner Moura a revista americana

    'Nunca entendi atores que tentam perder o sotaque', diz Wagner Moura a revista americana

    O brasileiro posou ao lado de Adam Sandler, Dwayne Johnson, Michael B. Jordan, Jacob Elordi, Mark Hammil e Jeremy Allen White. Os sete têm algo em comum: todos fizeram papéis de destaque no cinema em 2025 e estão, pela primeira vez na vida, cotados a receber uma indicação ao prêmio da Academia.

    ANAHI MARTINHO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sete atores que estão na corrida pelo seu primeiro Oscar estamparam a capa da edição da The Hollywood Reporter de janeiro -entre eles, Wagner Moura.

    O brasileiro posou ao lado de Adam Sandler, Dwayne Johnson, Michael B. Jordan, Jacob Elordi, Mark Hammil e Jeremy Allen White. Os sete têm algo em comum: todos fizeram papéis de destaque no cinema em 2025 e estão, pela primeira vez na vida, cotados a receber uma indicação ao prêmio da Academia.

    Na mesa redonda promovida pela revista, Wagner falou que se sente representante dos imigrantes brasileiros que vivem nos EUA e disse não entender quem se esforça para perder o sotaque.

    “Nunca tive esse sonho de vir até aqui e ‘tentar Hollywood’”, falou. “O que me faz diferente e talvez especial para os filmes é o fato de que não sou daqui. Nunca entendi atores que tentam perder seus sotaques. Sou um ator brasileiro e represento uma quantidade enorme de pessoas que moram aqui neste país [EUA] e falam com sotaque.”

    “No início, me perguntavam se eu conseguiria interpretar um personagem com sotaque padrão americano. Eu respondia que não. Primeiro, porque eu não consigo [risos], mas também porque eu acho isso meio errado. Sou um ator brasileiro”, completou.

    Ainda na entrevista, ele falou sobre sua relação com Kleber Mendonça Filho, que conheceu em Cannes, quando o diretor ainda era jornalista e crítico de cinema.

    “Eu estava em Cannes lançando ‘Cidade Baixa’ e ele estava lá como crítico. Nos conhecemos e nos demos bem. Quando voltei para o Brasil, vi que ele estava dirigindo curtas e eram muito bons. Em 2012, assisti ‘O Som ao Redor’ e pensei ‘esse é um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Tenho que trabalhar com esse cara’”, contou Wagner.

    “Mas isso demorou. O que realmente nos juntou, na verdade, foi a política”, continuou o ator. “O Brasil passou por um momento muito ruim entre 2018 e 2022 e quem fosse abertamente contra isso sofria consequências. Nós dois sofremos. Meu filme ‘Marighella’ estreou no festival de Berlim em 2019, mas foi censurado no Brasil. Kleber também passou por isso. Nos unimos e pensamos em como reagir. E aí saiu ‘O Agente Secreto’, que se passa nos anos 1970 mas conversa com a história recente do Brasil”, completou.

    'Nunca entendi atores que tentam perder o sotaque', diz Wagner Moura a revista americana

  • Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

    Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

    A informação foi divulgada pela emissora americana CBS News, que citou um oficial das forças armadas norte-americanas como fonte.

    A detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro, ocorrida na madrugada deste sábado (3), teria sido executada por integrantes da Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela emissora americana CBS News, que citou um oficial das forças armadas norte-americanas como fonte.

    Conhecida por atuar em missões de alta complexidade, a Delta Force é especializada em operações de contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e missões de reconhecimento, geralmente direcionadas a alvos considerados de alto valor estratégico. Segundo a reportagem da CBS, equipes dessa unidade participaram diretamente da operação que resultou na captura do líder venezuelano.

    Do lado venezuelano, o governo afirmou não ter informações sobre o paradeiro de Nicolás Maduro nem de sua esposa, Cilia Flores. A declaração foi feita pela vice-presidente Delcy Rodríguez na manhã deste sábado, por meio de um áudio transmitido pela televisão estatal. Na mensagem, ela exigiu uma comprovação imediata de que ambos estão vivos. “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, afirmou Rodríguez.

    Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente a captura. Em uma publicação em rede social, ele declarou que as forças americanas realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e que Maduro foi detido durante a ação. Trump afirmou ainda que o presidente venezuelano e sua esposa foram retirados do país por via aérea.

    Segundo Trump, a operação contou com a atuação conjunta das forças de segurança dos Estados Unidos. Apesar da confirmação da captura, o presidente norte-americano não informou para onde Maduro e Cilia Flores foram levados após serem retirados do território venezuelano.

    O presidente dos EUA também anunciou que mais informações sobre a operação serão divulgadas em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília. Até o momento, não foram apresentados detalhes adicionais sobre o desfecho da ação nem sobre o destino do casal presidencial venezuelano.

    Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

  • Palmeiras tem Weverton e outros três jogadores em último ano de contrato

    Palmeiras tem Weverton e outros três jogadores em último ano de contrato

    O Palmeiras começa a temporada de 2026 com atenção voltada para situações contratuais importantes do elenco. Quatro jogadores entram no último ano de vínculo com o clube, sendo Weverton o nome de maior destaque. Um dos atletas mais vitoriosos da história alviverde, com 12 títulos conquistados, o goleiro de 38 anos está no clube desde 2018 e teve seu contrato renovado pela última vez no início de 2024. Titular absoluto até se lesionar em outubro, ele segue sendo visto como peça relevante internamente, tanto pelo desempenho quanto pela liderança no vestiário.

    Embora o clube já trabalhe com a ideia de uma transição gradual para Carlos Miguel assumir a posição, Weverton ainda faz parte dos planos. Caso cumpra seu contrato até o fim de 2026, a diretoria admite a possibilidade de uma nova renovação, mas dentro do padrão adotado para atletas mais experientes: um acordo curto, de apenas um ano, até o fim de 2027. Esse modelo já foi aplicado a Marcelo Lomba, terceiro goleiro do elenco, que aos 39 anos prorrogou seu vínculo até dezembro de 2026.

    Outro jogador em situação contratual semelhante é Lucas Evangelista. O meio-campista tem contrato válido até o fim de 2026, mas seu acordo prevê uma cláusula de renovação automática por mais uma temporada, condicionada ao cumprimento de metas esportivas. Aos 30 anos, ele vinha apresentando bom rendimento até sofrer uma lesão na coxa, que o afastou da reta final do último ano. Ainda assim, é considerado peça importante para o planejamento da próxima temporada.

    Já o volante Figueiredo é quem possui o contrato mais curto entre os atletas do elenco principal. Cria das categorias de base, o jogador de 19 anos tem vínculo até setembro de 2026 e enfrenta um histórico recente de lesões, com dois problemas no joelho direito e um no esquerdo. Ele segue em recuperação após um procedimento realizado em março.

    Paralelamente às definições contratuais, o Palmeiras se movimentou no mercado. O clube adquiriu em definitivo os direitos do zagueiro Bruno Fuchs e renovou seu contrato até o fim de 2029. Além disso, ajusta os últimos detalhes para oficializar a contratação de Marlon Freitas, ex-Botafogo, que assinará por três temporadas.

    Palmeiras tem Weverton e outros três jogadores em último ano de contrato

  • China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

    China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

    A China realizou, no total, 92 lançamentos espaciais ao longo de 2025, ano em que o programa aeroespacial chinês abrangeu missões tripuladas, a exploração do espaço profundo e o lançamento de satélites para fins comerciais.

    De acordo com dados da Administração Espacial Nacional da China, citados nesta terça-feira pela emissora estatal chinesa CCTV, mais de 300 satélites foram colocados nas órbitas planejadas ao longo do ano.

    Entre os avanços técnicos de 2025, a missão Shenzhou-20 permaneceu em órbita por 204 dias, o maior período já registrado na história do programa espacial tripulado chinês.

    A China também realizou, pela primeira vez, um lançamento de emergência em apenas 16 dias, com a missão não tripulada Shenzhou-22. A operação foi necessária após a detecção de fissuras na nave inicialmente prevista para o retorno, colocando à prova a capacidade de resposta rápida do sistema de voos tripulados.

    A missão Shenzhou-21 estabeleceu um novo marco operacional ao concluir uma acoplagem rápida em aproximadamente três horas e meia, reduzindo de forma significativa o tempo normalmente exigido para esse tipo de manobra.

    Na área de exploração científica, a sonda Tianwen-2 marcou a estreia da China em missões destinadas à exploração de asteroides, com o objetivo de coletar e trazer amostras de volta à Terra, ampliando o alcance dos projetos espaciais do país.

    O ano passado também foi marcado por avanços e testes com veículos de lançamento reutilizáveis. Foram realizados voos experimentais de novos foguetes, tanto do programa estatal quanto de empresas privadas, que conseguiram colocar cargas úteis em órbita, embora ainda não tenham obtido sucesso na recuperação dos propulsores.

    Esses testes refletem o crescimento do setor espacial comercial chinês e os desafios tecnológicos enfrentados para reduzir custos e aumentar a frequência de lançamentos por meio da reutilização parcial de foguetes.

    Para Zhu Haiyang, executivo do grupo estatal Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China, o “aumento tanto no número de lançamentos quanto de satélites colocados em órbita” representa um “salto qualitativo” nas capacidades operacionais do setor.

    Para os próximos anos, a China pretende dar continuidade aos testes do programa de pouso lunar tripulado, previsto inicialmente para 2030, além de lançar novas sondas lunares e apresentar novos modelos de foguetes.

    O país vem fortalecendo seu programa espacial com missões de grande impacto, como o pouso da sonda Chang’e-4 no lado oculto da Lua e o envio da Tianwen-1 a Marte. Também há planos para construir, em parceria com outros países, uma base científica no polo sul lunar.

    A estação espacial chinesa Tiangong, cujo nome significa “Palácio Celestial”, foi projetada para operar por pelo menos dez anos e pode se tornar a única estação espacial habitada do mundo após a desativação da Estação Espacial Internacional, prevista para o fim da década.

    China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

  • Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

    Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

    O anúncio foi feito por meio de uma rede social. Segundo Trump, Maduro e sua esposa foram detidos durante a operação e retirados do país por via aérea, embora ele não tenha informado o destino do casal.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (3) que forças americanas realizaram uma ofensiva de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. O anúncio foi feito por meio de uma rede social. Segundo Trump, Maduro e sua esposa foram detidos durante a operação e retirados do país por via aérea, embora ele não tenha informado o destino do casal.

    De acordo com o presidente norte-americano, a ação foi conduzida em coordenação com as forças de segurança dos Estados Unidos. Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação seriam divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília.

    As declarações ocorreram após uma série de explosões atingir Caracas durante a madrugada. Segundo a Associated Press, ao menos sete detonações foram ouvidas em um intervalo aproximado de 30 minutos. Moradores de diversos bairros relataram tremores, ruídos de aeronaves e correria nas ruas. Houve também registros de interrupção no fornecimento de energia elétrica em partes da capital, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da cidade.

    Imagens divulgadas nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude, reforçando o clima de tensão vivido na capital venezuelana.

    Pouco depois das explosões, o governo da Venezuela divulgou um comunicado acusando os Estados Unidos de promoverem um ataque contra o país. Na nota, o governo afirmou que Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas para ativar planos de mobilização. O texto informa que o presidente assinou um decreto que declara estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, com o objetivo de proteger a população, garantir o funcionamento das instituições e iniciar imediatamente a luta armada.

    Ainda segundo o comunicado, o governo venezuelano acusa os Estados Unidos de tentar se apropriar de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. Caracas afirma que a ação representa uma “guerra colonial” e uma tentativa de impor uma mudança de regime. A Venezuela declarou que se reserva o direito à legítima defesa e convocou países da América Latina e do Caribe a se posicionarem em solidariedade.

    A pressão dos Estados Unidos sobre o governo venezuelano se intensificou a partir de agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçou sua presença militar no Mar do Caribe. Inicialmente, a mobilização foi apresentada como combate ao narcotráfico, mas, posteriormente, autoridades americanas passaram a indicar que o objetivo seria derrubar o governo venezuelano.

    Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, sem avanços. No mesmo período, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista e acusaram Maduro de liderar o grupo. A imprensa internacional também informou que os Estados Unidos se preparavam para uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

    Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

  • EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

    EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

    Em nota, o governo de Nicolás Maduro afirma que os ataques colocam em risco a paz e a estabilidade internacionais e pede um posicionamento da comunidade internacional diante dos acontecimentos.

    O governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou, neste sábado, a administração de Donald Trump de promover uma “agressão militar gravíssima” contra o país. Segundo comunicado oficial, alvos teriam sido atingidos em Caracas e também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Para o regime venezuelano, a ofensiva representa uma violação direta da Carta das Nações Unidas, especialmente dos artigos que tratam do respeito à soberania nacional, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.

    Na nota, o governo afirma que os ataques colocam em risco a paz e a estabilidade internacionais e pede um posicionamento da comunidade internacional diante dos acontecimentos. Relatos indicam que, por volta das 2h da madrugada deste sábado, moradores de Caracas ouviram pelo menos sete explosões, acompanhadas de ruídos semelhantes ao sobrevoo de aeronaves.

    Fontes locais informaram que as explosões teriam atingido a base militar de La Carlota e o Forte Tiuna. Considerado o maior complexo militar da Venezuela e comparado ao Pentágono dos Estados Unidos, o Forte Tiuna é apontado como um local estratégico das Forças Armadas e, segundo comentários recentes, também serviria de residência para Maduro e sua família. Já La Carlota é a principal base da Força Aérea venezuelana na capital, situada próxima a bairros de classe média e média alta, na região leste da cidade, onde operam aeronaves militares de pequeno porte.

    Ainda de acordo com fontes diplomáticas, outra instalação militar que teria sido alvo é a base de La Guaira, localizada nas proximidades do aeroporto internacional de Maiquetía. Há também relatos de que o Quartel da Montanha, onde está enterrado o ex-presidente Hugo Chávez, foi atingido. O quartel fica no bairro 23 de Janeiro, uma das maiores comunidades populares de Caracas. Outras fontes afirmaram que o Palácio Presidencial de Miraflores também teria sido atacado.

    Imagens não verificadas divulgadas nas redes sociais mostram grandes incêndios e densas colunas de fumaça, mas não permitem identificar com precisão os locais atingidos. A autenticidade desse material ainda não foi confirmada. Uma equipe da rede americana CNN relatou que algumas áreas da capital ficaram sem energia elétrica. A correspondente da emissora em Caracas, Osmary Hernandez, afirmou que uma das explosões foi tão intensa que chegou a fazer sua janela tremer.

    Os episódios ocorrem após declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que enviou navios de guerra ao Caribe, mencionou a possibilidade de ataques em território venezuelano e afirmou que os dias de Nicolás Maduro no poder estariam contados.

    EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

  • Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram aeronaves voando em baixa altitude enquanto explosões eram registradas em Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). As imagens revelam clarões no céu e ruídos intensos, que causaram medo entre moradores da cidade.

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo a nota divulgada, a ação teria como objetivo tomar o controle das reservas de petróleo e minerais da Venezuela.

    Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos não havia confirmado oficialmente a autoria dos ataques. No entanto, de acordo com a emissora americana CBS News, fontes com conhecimento do assunto afirmaram que o presidente Donald Trump teria ordenado o bombardeio.

    Relatos reunidos por agências internacionais apontam para impactos diretos na infraestrutura da capital. Segundo a Reuters, uma testemunha informou que uma área próxima à base aérea de La Carlota, no sul de Caracas, ficou sem energia elétrica após as explosões. Também foram observadas colunas de fumaça em diferentes pontos da cidade.

    A Associated Press informou que pelo menos sete explosões foram registradas em Caracas durante a madrugada. A agência também confirmou que aeronaves foram vistas sobrevoando a região em baixa altitude. O barulho das detonações provocou correria entre pedestres que estavam nas ruas no momento dos incidentes.

    Uma das testemunhas, Carmen Hidalgo, relatou à AP a intensidade dos episódios. Ela caminhava com dois familiares, retornando de uma festa de aniversário, quando ouviu as explosões. “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, disse. Segundo ela, a força dos impactos era tão grande que dava a sensação de que o ar batia contra as pessoas.

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

  • Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos.

    Imagens divulgadas nas redes sociais registram o momento em que explosões atingem Caracas, capital da Venezuela, durante a madrugada deste sábado (3). Os vídeos mostram clarões no céu e barulhos intensos, provocando pânico entre moradores da cidade.

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que, além de Caracas, ataques também teriam ocorrido nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo o governo, a ofensiva teria como finalidade assumir o controle das reservas venezuelanas de petróleo e minerais.

     

    Até a última atualização desta reportagem, o governo norte-americano não havia confirmado envolvimento nos ataques.

    De acordo com a agência Reuters, uma testemunha relatou que uma região próxima à base aérea de La Carlota, localizada no sul de Caracas, ficou sem fornecimento de energia elétrica após os episódios. Moradores também relataram a presença de colunas de fumaça em diferentes pontos da capital. Já a Associated Press informou que ao menos sete explosões foram registradas e confirmou que aeronaves sobrevoaram a cidade em baixa altitude. Pessoas que estavam nas ruas correram ao ouvir os estrondos.

     

    “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, afirmou Carmen Hidalgo à Associated Press. Ela caminhava com dois familiares após sair de uma festa de aniversário. Segundo o relato, a força das explosões era tão intensa que parecia empurrar o ar contra as pessoas.

    Os ataques acontecem em meio ao aumento das tensões entre Venezuela e Estados Unidos. Na semana anterior, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que forças dos EUA realizaram o primeiro ataque em solo venezuelano, com o objetivo de destruir um pequeno porto que, segundo ele, seria utilizado para o narcotráfico. A imprensa americana informou que essa operação teria sido realizada com o uso de um drone e conduzida pela Agência Central de Inteligência (CIA).

    A pressão sobre o governo de Nicolás Maduro vem se intensificando desde agosto. Naquele mês, os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do presidente venezuelano e enviaram um grande aparato militar ao Mar do Caribe. Inicialmente, a Casa Branca afirmou que o reforço tinha como objetivo combater o tráfico internacional de drogas. Posteriormente, autoridades americanas passaram a declarar, sob condição de anonimato, que a meta final seria derrubar o governo de Maduro.

    Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, mas, segundo a imprensa americana, as negociações não avançaram devido à resistência do líder venezuelano em deixar o poder. Ainda de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos demonstram interesse em assumir o controle das reservas de petróleo da Venezuela, consideradas as maiores do mundo. Nas últimas semanas, navios petroleiros venezuelanos foram apreendidos por militares americanos, e Trump determinou um bloqueio a embarcações sob sanções, além de acusar Maduro de roubar os Estados Unidos.

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

  • Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    A capital venezuelana de Caracas, foi atingida por uma série de explosões na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos.

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    Segundo o jornal “The New York Times”, os ataques contra Caracas ainda estão em andamento, mas diminuíram. Testemunhas relataram que o barulho de aeronaves é ouvido com frequência.

    O governo de Nicolás Maduro condenou o que considera serem ataques norte-americanos no país e declarou situação de emergência.
     

     

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana