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  • Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

    Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

    Mais citada desde final da década de 1990, sigla de esquerda se mantém estável durante o governo Lula; PL tem índice recorde e crescimento expressivo comparado a 2021, quando Bolsonaro se filiou à legenda

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua na dianteira como a sigla preferida dos brasileiros, agora acompanhado pelo PL, legenda alavancada na memória nacional pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mostra nova pesquisa Datafolha.

    O partido de esquerda segue como o mais lembrado, feito que mantém desde o final da década de 1990. Atualmente ele é citado por 24% dos brasileiros, contra 12% do PL, a segunda sigla preferida dos brasileiros.

    O cenário é de estabilidade para o PT no terceiro governo Lula, cujos índices variaram de 23% a 27%. Já a legenda de Bolsonaro alcançou índice recorde na série histórica, iniciada em 1989.

    Os dados vêm de pergunta que aceitou respostas espontâneas e únicas no Datafolha, feito com 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 4 de dezembro, em 113 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    Considerando dados desde dezembro de 2021, quando o PL passou a ser citado de maneira consistente nas pesquisas, o ponto máximo do PT ocorreu em setembro de 2022, quando a sigla foi lembrada por 31% dos brasileiros.

    Na época, Jair Bolsonaro governava o país, fazendo oposição direta ao PT. Atualmente inelegível e preso, Bolsonaro já declarou querer reeditar a disputa com Lula pessoalmente ou por meio de um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    Considerando toda a série histórica do Datafolha, com dados para esta pergunta desde 1989 (ano das primeiras eleições diretas para presidente após a ditadura militar), o PT só perdeu como a sigla mais lembrada para o PMDB. A legenda, que antes de 1980 tinha o nome MDB, recuperado em 2017, chegou a ter 19% das menções em 1992 e 1993. Hoje, registra 2%.

    A posição mudou no final da década de 1990, quando o PT entrou e nunca mais saiu da dianteira.

    Desde o início da série histórica, porém, o maior índice entre os brasileiros é daqueles que dizem não ter preferência de partido. A opção nunca teve índice menor que 40%.

    O PSDB, que já foi considerado um dos principais opositores do PT, começou a série histórica em 1989 com 1% e teve pico de 9% em junho de 2015, época de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) que levaram ao impeachment da então presidente.

    Esse período, de fevereiro de 2015 a dezembro de 2016, também é um dos piores para o PT desde que ele ascendeu no final da década de 1990. Em março de 2015 e dezembro de 2016, a sigla, acostumada a dois dígitos, fez 9%.

    PSDB e PMDB/MDB disputaram o segundo lugar da preferência partidária na maior parte das duas primeiras décadas dos anos 2000, até que o PSL começou a ultrapassar as legendas em outubro de 2018.

    A época é antecedida pela facada levada, em 6 de setembro daquele ano, por Jair Bolsonaro durante campanha presidencial. O político era do PSL, que teve pico de menção de 7% em outubro de 2018 e depois caiu.

    Já o PL passou a ser lembrado com consistência a partir de dezembro de 2021, sendo citado por ao menos 1% dos brasileiros. Bolsonaro foi para a legenda em 30 de novembro daquele ano.

    Desde então, o partido foi subindo nas pesquisas, chegando a uma porcentagem com duas casas em outubro de 2022, quando Bolsonaro foi para o segundo turno com Lula, para quem perdeu.

    Embora chame a atenção para a legenda na qual se encontra, Bolsonaro tem também rejeição para seu nome e de familiares, como mostra o Datafolha.

    Na análise por segmento, o último levantamento sobre preferência partidária mostra que o PT tem taxas de menções mais altas entre aqueles com ensino fundamental (31%), entre os moradores do Nordeste (31%), católicos (30%), os que avaliam o STF como ótimo ou bom (48%) e os que votaram em Lula em 2022 (50%).

    Por sua vez, o PL se destaca entre os que têm renda familiar mensal de 5 a 10 salários mínimos (19%), com ensino médio e superior (14% cada), que avaliam o STF como ruim ou péssimo (30%) e votaram em Bolsonaro em 2022 (29%).

    Datafolha: PT é partido preferido de 24% dos eleitores, e PL fica em segundo, com 12%

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  • Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

    Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O 2025 sem títulos do Palmeiras, justamente no ano de maior investimento no futebol, fez ecoarem vozes de oposição à atual diretoria, abafadas nas temporadas anteriores com o sucesso esportivo da equipe.

    Dispersos e sem grande capacidade de articulação nos últimos anos, os grupos de oposição à presidente Leila Pereira viram na falta de retorno aos cerca de R$ 700 milhões investidos a chance de se unir para contestar o projeto da dirigente de buscar um terceiro mandato no clube.

    O desejo de Leila depende de uma mudança estatutária, alvo de críticas mesmo entre alguns apoiadores. Atualmente, é possível apenas uma reeleição no time alviverde. O segundo mandato da atual presidente vai até o fim de 2027.

    A ambição da dirigente, que a manteria na cadeira até 2030, ganhou o rótulo de “golpe” pela oposição.

    “Nosso estatuto prevê a possibilidade de alteração. Não existe golpe quando o Conselho decide e os associados ratificam isso”, defendeu a dirigente.

    Ela citou o poderoso clube espanhol Real Madrid, de forma irônica, para rebater as críticas de quem defende a alternância na presidência. “Essa questão de alternância de poder não acontece no Real Madrid. O presidente está lá há 20 anos. O Real Madrid é um clube pequeno, sabe? E nem um pouco vitorioso…”

    Não foi vitorioso o 2025 do Palmeiras, com duras derrotas para o Corinthians, tradicional arquirrival, e para o Flamengo, principal oponente nas disputas dos últimos anos.

    Desde que Leila assumiu a presidência, em dezembro de 2021, este foi o primeiro ano sem a adição de troféus à galeria alviverde. A última chance desperdiçada foi na final da Copa Libertadores, em novembro, 1 a 0 para o Flamengo.

    O fracasso na tentativa de buscar o tetra na competição continental se somou ao vice no Campeonato Brasileiro -também com Flamengo campeão- e a duas pancadas do Corinthians: na decisão do Campeonato Paulista e nas oitavas de final da Copa do Brasil, cujo título ficaria com o alvinegro. Na Copa do Mundo de Clubes, uma campanha irregular foi interrompida nas quartas de final, pelo Chelsea.

    Na ocasião da perda do troféu estadual para o rival preto e branco, torcedores criticaram o comportamento de Leila na entrega da taça de vice-campeão aos atletas. “Pelo sorriso, ganharam o Mundial que estava faltando”, ironizaram, nas redes sociais.

    As frustrações levaram Leila a fazer um longo desabafo, de pouco mais de dez minutos, aos conselheiros do clube presentes na reunião para aprovação do orçamento para 2026, realizada neste mês.

    A presidente admitiu que ficou com um “gosto amargo” após a derrota para o Flamengo na Libertadores e não poupou críticas ao próprio elenco. A maior bronca foi com o fato de o time comandado por Abel Ferreira, que teve seu vínculo estendido recentemente até 2027, não ter acertado um chute na direção do gol durante a decisão.

    “Como que eu posso querer ganhar a Libertadores se meus jogadores não deram um chute a gol? Vocês conhecem alguma forma de ganhar um jogo sem gol? Eu não conheço. Agora, não posso falar isso fora, senão vou chatear meus atletas? Não. Tem que falar, sim. A responsabilidade é deles, não é minha. Eu fiz o que eu pude”, afirmou Leila.

    “Investi o que eu pude, mas eles não tiveram a capacidade de dar um chute a gol”, acrescentou a dirigente, que destacou ainda tropeços nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro -contra Mirassol (derrota), Vitória e Fluminense (empates em casa)- que custaram o título nacional.

    “Como que pode, dentro da minha casa, no Allianz Parque, eu não vencer o Vitória? Foi por causa do meu elenco? Óbvio que não. Meu sub-20 tinha que ganhar do Vitória. Como que eu não ganho na minha casa do Fluminense? Não foi incapacidade nossa? Claro que foi”, reclamou.

    O último título conquistado pelo Palmeiras foi o Paulista de 2024. Depois, naquele ano, em temporada em que investiu R$ 193 milhões em reforços, também amargou fracassos em competições nacionais e internacionais.

    O desabafo de Leila se tornou arma para seus opositores dentro do Palmeiras. Para evitar que seus rivais consigam se unir a ponto de prejudicar suas ambições, ela buscou apoio de velhos conhecidos da política palmeirense.

    Dois ex-presidentes do clube têm atuado pela viabilizar a mudança no estatuto, Mustafá Contursi (1993 a 2005) e Arnaldo Tirone (2011 a 2013). Ambos ainda são bastante influentes entre conselheiros do Palmeiras.

    A alteração no estatuto requer maioria em votação do Conselho Deliberativo e maioria também em votação com todos os associados do clube. Na eleição presidencial mais recente, no ano passado, Leila venceu com facilidade seu único opositor, Savério Orlandi, no filtro do Conselho (168 a 85) e na Assembleia Geral (2.295 a 858).

    Agora, a oposição tenta se unir para frear a nova investida da empresária.

    Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

  • Trump prometeu seguro de 15 anos contra invasão russa, diz Zelensky

    Trump prometeu seguro de 15 anos contra invasão russa, diz Zelensky

    Ucraniano não diz como seriam as garantias de segurança, ponto crítico da negociação de paz liderada pelos EUA; Kremlin reafirma que Kiev deve deixar toda a região do Donbass, mas adota tom mais otimista em relação a acordo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta segunda-feira (29) que Donald Trump ofereceu garantias de segurança por 15 anos contra uma nova invasão da Rússia, caso os rivais cheguem a um acordo para encerrar o conflito mais grave em solo europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

    Na véspera, ambos passaram cerca de duas horas conversando pessoalmente na residência do presidente americano em Mar-a-Lago, na Flórida. Antes, Trump passou uma hora e 15 minutos ao telefone com o russo Vladimir Putin.

    “Nos documentos [sobre a paz], são 15 anos, com a possibilidade de estender essas garantias de segurança. Eu disse ao presidente que realmente gostaria que fosse considerada a possibilidade de 30, 40, 50 anos. Ele disse que iria pensar”, afirmou a repórteres por meio de um grupo de WhatsApp.

    As garantias são um seguro contra novas agressões em caso de cessar-fogo. Zelensky reafirmou que a melhor opção seria o posicionamento de tropas internacionais em seu país, algo que Putin rejeita liminarmente.

    Ele já abdicou do ingresso na Otan, intenção que era um dos “casus belli” dos russos. Agora, defende que os Estados Unidos e a Europa deem a Kiev uma proteção semelhante à do artigo 5 da carta da aliança militar ocidental, segundo a qual todos defendem um membro que seja atacado.

    É incerto, contudo, o que Trump oferece de fato. O risco de um confronto direto entre a Otan e a Rússia, potencialmente nuclear, sempre norteou o grau de ajuda militar aos ucranianos, mesmo quando a política americana sob Joe Biden era de apoio irrestrito a Zelensky -o que o republicano reverteu.

    Zelensky voltou a dizer que há dificuldades em especial com questões territoriais. Os EUA defendem a desmilitarização dos 20% da região de Donetsk que Kiev ainda controla, e o ucraniano diz que isso precisaria ser submetido a um referendo.

    Em Moscou, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, adotou um tom mais otimista do que o normal acerca das conversas, mas reafirmou que a Rússia exige a concessão total do território histórico do Donbass, que compreende a já ocupada Lugansk e Donetsk.

    Não está claro o que Putin pensa sobre outras questões em aberto, como o congelamento das frentes de batalha em outras áreas invadidas ou o destino do controle da usina nuclear de Zaporíjia, ora em mãos russas.

    “Não é apropridado discutir isso em público”, afirmou Peskov. Questionado se concordava com a assertiva de Trump da véspera, segundo a qual um acordo “está mais próximo do que nunca”, ele disse: “É claro que sim”.

    Zelensky segue mais pressionado, com novas perdas militares no leste de seu país anunciadas nesta segunda. Os bombardeios intensos do sábado (27), véspera da cúpula, contudo não foram repetidos.

    Ele estava visivelmente incomodado com as posições simpáticas a Putin expressadas por Trump durante a entrevista coletiva de ambos no domingo (28), quando o americano disse entender por que o russo não aceitava um cessar-fogo sem antes ter seus termos considerados.

    O cronograma das discussões se moveu para janeiro, frustrando o desejo de Trump de encerrar a guerra iniciada por Putin em 2022 ainda neste ano. Dois grupos de trabalho russo-americanos serão formados para discutir a questão das garantias e aspectos econômicos do eventual fim da guerra.

    Já Zelensky quer uma reunião entre negociadores americanos, europeus e ucranianos em Kiev “nos próximos dias” para refinar a discussão. Hoje, ele tem à mesa 20 pontos que atendem mais as demandas ucranianas, em oposição aos 28 anteriores propostos por Trump com ajuda russa, que eram pró-Kremlin.

    Trump prometeu seguro de 15 anos contra invasão russa, diz Zelensky

  • China cerca Taiwan em exercício militar que envolveu disparos de mísseis

    China cerca Taiwan em exercício militar que envolveu disparos de mísseis

    Ação foi apontada como resposta a forças separatistas da ilha; pequim também condenou aprovação americana de venda de armas para Taipé

    PEQUIM, CHINA (CBS NEWS) – O Exército de Libertação Popular da China (PLA, na sigla em inglês), como são chamadas as Forças Armadas do país, iniciou nesta segunda-feira (29) um exercício militar de grande escala ao redor de Taiwan, como alerta às chamadas forças separatistas da ilha e em resposta ao apoio dos Estados Unidos.

    Os exercícios, que ocorreram em cinco áreas ao reador da ilha e levam o codinome “Missão Justiça 2025”, são descritos como um “alerta severo” de Pequim aos favoráveis à independência de Taiwan e à interferência externa, além de uma ação legítima e necessária para salvaguardar a soberania e a unidade nacional da China, segundo o porta-voz do Ministério da Defesa, Shi Yi.

    Ao contrário de ações mais recentes, que envolviam principalmente rondas ostensivas das forças chinesas ao redor da ilha, os exercícios desta segunda incluíram simulações de ataques a alvos marítimos e terrestres, com disparos de armas militares, além do uso de mísseis e foguetes de longo alcance.

    Pelo ar, o Exército empregou caças, drones, aviões-radar, aeronaves de guerra eletrônica e bombardeiros. Pelo mar, foram utilizados destróieres e fragatas. As ações devem continuar na terça-feira (30) e incluir formas de bloqueio dos principais portos da ilha.

    O objetivo principal, segundo a mídia estatal do Exército, China Military, é testar a capacidade das tropas de realizar ataques de precisão contra alvos-chave, além de verificar a coordenação entre forças aéreas e navais.

    A ação também parece ter a intenção de demonstrar a capacidade da China continental de cercar Taiwan em uma eventual incursão militar voltada à reunificação, em um momento em que Pequim tem elevado o tom de suas reivindicações sobre a ilha.

    O regime chinês sustenta que Taiwan, que possui um presidente democraticamente eleito, é parte incontestável de seu território e trata o tema como uma questão doméstica.

    A ofensiva ocorre dias após o governo dos EUA aprovar a venda de peças para caças e outras aeronaves destinadas a Taiwan, no valor total de US$ 330 milhões (R$ 1,74 bilhão), configurando a primeira transação do tipo desde que o presidente Donald Trump voltou à Casa Branca, em janeiro.

    Na semana passada, como resposta a Washington, a China impôs sanções a 20 empresas dos EUA, incluindo uma subsidiária da Boeing.

    Os EUA mantêm laços diplomáticos formais com Pequim, mas também relações não oficiais com Taiwan, sendo o principal fornecedor de armas da ilha.

    O principal jornal do país, o veículo estatal China Daily, afirmou em editorial publicado nesta segunda-feira que os exercícios se tratavam de uma resposta à venda de armas, “com características claramente ofensivas”, à ilha.

    “Tal comportamento não é apenas uma grave violação do princípio de Uma Só China e dos três comunicados conjuntos China-EUA, mas também uma flagrante interferência nos assuntos internos da China e um desafio aberto à soberania e à integridade territorial da China”, diz o texto.

    O Ministério da Defesa de Taipé condenou as ações de Pequim, classificando-as como “exercício irracional”, e declarou que a pasta se preparou imediatamente para o combate, segundo a agência estatal CNA.

    A resposta de Taiwan se apoia em um documento emitido por Taipé que afirma que as Forças Armadas do país têm capacidade de responder rapidamente e de forma descentralizada a um eventual ataque chinês, atuando em nível elevado de alerta mesmo em casos em que Pequim anuncia apenas exercícios militares conjuntos.

    Uma das principais preocupações do governo da ilha é que a China converta exercícios militares como os desta manhã em operações de guerra.

    China cerca Taiwan em exercício militar que envolveu disparos de mísseis

  • Receita paga lote da malha fina de dezembro

    Receita paga lote da malha fina de dezembro

    Cerca de 263 mil contribuintes receberão R$ 605,99 milhões

    Cerca de 249 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão. A Receita Federal paga nesta segunda-feira (29), o lote da malha fina de dezembro. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

    Ao todo, 263.255 contribuintes receberão R$ 605,99 milhões. Desse total, R$ 309,6 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.

    As restituições estão distribuídas da seguinte forma: 

    • 178.030 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
    • 34.796 contribuintes de 60 a 79 anos;
    • 29.688 contribuintes sem prioridade;
    • 11.344 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
    • 5.310 contribuintes acima de 80 anos;
    • 4.087 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

    Aberta desde o dia 22, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

    Pagamento

    O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

    Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

    Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de 1 ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

    Receita paga lote da malha fina de dezembro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Dudu Camargo sofre derrota final em processo envolvendo acidente

    Dudu Camargo sofre derrota final em processo envolvendo acidente

    O apresentador Dudu Camargo foi condenado pagar indenização após colisão do carro dele contra um táxi

    Campeão na última edição de ‘A Fazenda’, o apresentador Dudu Camargo mal saiu do confinamento e já sofreu uma derrota na Justiça e terá de pagar um processo.

    De acordo com informações da colunista Fabia Oliveira, uma ação judicial envolvendo o famoso ganhou seu capítulo final após se arrastar por mais de um ano no Judiciário.

    Dudu tinha sido acusado de causar a colisão de seu carro com um táxi. O apresentador foi condenado em 17 de novembro a indenizar Roseli Fontes Fernandes Rodrigues e Lucas Antônio Severino -proprietária e motorista do táxi- em R$5.265,17 após um acidente de trânsito. O episódio ocorreu em dezembro de 2021 e vem se arrastando há anos. No último dia 23, porém, a Justiça bateu o martelo final.

    Ainda segundo a colunista, a decisão transitou em julgado no dia 17 deste mês. Isso significa que a sentença se tornou definitiva, uma vez que Dudu Camargo e os autores não apresentaram recursos desde sua publicação.

    Dudu Camargo sofre derrota final em processo envolvendo acidente

  • Deputado vai à Justiça para derrubar “gratificação faroeste” no Rio

    Deputado vai à Justiça para derrubar “gratificação faroeste” no Rio

    Lei bonifica policial que “neutraliza criminosos”

    A validade da chamada “gratificação faroeste” no estado do Rio de Janeiro, que bonifica policiais que “neutralizam criminosos”, foi parar na Justiça.

    O deputado estadual Carlos Minc (PSB) ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o artigo 21 da Lei Estadual nº 11.003/2025.

    A lei trata da restruturação do quadro de servidores da Secretaria Estadual de Polícia Civil e foi aprovada em 22 de outubro de 2025.Durante a tramitação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), enquanto projeto de lei, ganhou uma emenda que determina a premiação com até 150% do salário policiais que tenham se destacado, entre outras ações, pela “neutralização de criminosos”.

    Neutralização é o termo que o governo do estado usa nos comunicados à imprensa para se referir à morte de suspeitos em operações policiais.

    A inclusão do artigo que criou a gratificação faroeste foi criticada por organizações ligadas à defesa dos direitos humanos, por ser considerada um incentivo à letalidade policial.

    A Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF) consideram o texto inconstitucional.Após a aprovação na Alerj, o governador Cláudio Castro chegou a vetar o artigo 21. Mas a justificativa foi orçamentária.

    Para Castro, o veto se fez necessário porque a medida criava despesas. “O veto busca garantir o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das normas que asseguram a boa gestão dos recursos do estado”, defendeu o governador à época.

    Derrubada do veto

    No entanto, no último dia 18, os deputados da Alerj decidiram pela derrubada do veto do governador, ou seja, fazer valer a gratificação faroeste.

    A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi ingressada na noite de sexta-feira (26), dia em que a derrubada do veto constou no Diário Oficial do Estado. 

    O processo foi distribuído, por sorteio, ao desembargador Andre Emilio Ribeiro Von Melentovytch.

    O deputado Carlos Minc chama a gratificação de “insana” e “extermínio recompensado”. Além da questão orçamentária, o processo aponta um estudo que associa a gratificação a casos de execução.

    “Há 20 anos, eu derrubei, por lei, a gratificação faroeste, com base em um estudo coordenado pelo [sociólogo] Ignacio Cano, que mostrou que nos três anos de vigência, de 3,2 mil casos de mortes em confronto, 65% foram execuções”, disse à Agência Brasil.

    A prática esteve em vigor no Rio de Janeiro de 1995 a 1998 e foi suspensa pela própria Alerj por conta de denúncias de extermínio.

    Deputado vai à Justiça para derrubar “gratificação faroeste” no Rio

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  • Fugitivo entra em presépio, finge ser Rei Mago e quase engana autoridades

    Fugitivo entra em presépio, finge ser Rei Mago e quase engana autoridades

    Um imigrante irregular tentou escapar às autoridades italianas juntando-se a um presépio em tamanho real e fingindo ser uma das personagens do monumento; até prefeito local acreditou

    Um homem vivendo de forma irregular na Itália tentou passar despercebido ao juntar-se a um presépio de tamanho real, na cidade italiana de Galatone. O hábil imigrante acabou sendo pego pelo prefeito da cidade que, porém, admite que à primeira vista foi enganado.

    O suspeito, um homem de nacionalidade ganesa, de 38 anos, estava na mira das autoridades por ter resistido e agredido um agente da polícia. Além disso, já havia sido condenado a nove meses e meio de prisão por um tribunal em Bolonha antes de fugir para o sul, revela a imprensa italiana.

    O homem, entretanto fugido em Galatone, na região de Apúlia, procurou abrigo nesta localidade. E foi no famoso presépio da Piazza Crocifisso que decidiu assentar casa. 

    O seu esquema foi descoberto pelo autarca local, Flavio Filoni, que na sua página de Facebook detalhou o sucedido.

    Segundo o responsável, em uma visita ao presépio, deixou-se à primeira vista enganar, tendo inclusive pensado em enviar uma mensagem de parabéns aos responsáveis da obra pelo seu trabalho. Segundo ele, algumas das personagens estavam tão bem feitas que pareciam reais. Esta personagem em causa movia-se pelo presépio e interagia com outras personagens.

    Um olhar mais atentou levou-o a perceber que algo não estava batendo certo e rapidamente alertou as autoridades, pensando tratar-se de alguém que precisava de ajuda.

    “Graças à rápida intervenção da nossa Polícia Local, Polícia Estadual e Carabinieri, foi possível localizar e identificar uma pessoa que era um fugitivo procurado. Um resultado que confirma, mais uma vez, como é fundamental confiar plenamente no trabalho diário daqueles que garantem a segurança e a legalidade”, enalteceu o prefeito, acrescentando um agradecimento a “todas as mulheres e homens que guardam o nosso território com competência, atenção e dedicação”.

    Fugitivo entra em presépio, finge ser Rei Mago e quase engana autoridades

  • Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

    Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os jogadores Jose Alvarado, do New Orleans Pelicans, e Mark Williams, do Phoenix Suns, trocaram socos na noite deste sábado (27), durante o terceiro quarto do jogo pela NBA, no Smoothie King Center, em New Orleans.

    Alvarado, de 1,83m, foi quem primeiro puxou a camisa de Williams, que mede 2,16m. Armador dos Pelicans, Alvarado se irritou com a marcação do pivô do Suns, Williams.

    Eles trocaram socos e tapas e foram contidos por jogadores de ambas as equipes. A confusão durou alguns segundos, e a partida foi paralisada.

    Os dois foram expulsos. Após o ocorrido, Jose Alvarado correu para o vestiário. Não houve mais registros de briga entre os dois.

    O Phoenix Suns venceu a partida contra os Pelicans por 123 a 114.

    Dembélé tinha a concorrência de Mbappé, Yamal, Raphinha e Vitinha; cerimônia aconteceu neste domingo em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

    Folhapress | 05:00 – 29/12/2025

    Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

  • Preços de imóveis avançam 17,14% em 12 meses no país, diz Abecip

    Preços de imóveis avançam 17,14% em 12 meses no país, diz Abecip

    Índice Geral do Mercado Imobiliário (IGMI-R) revela desaceleração nos aumentos de preços, com destaque para a queda nas capitais do Sudeste e Nordeste

    Os preços dos imóveis residenciais no País ficaram 17,14% mais altos nos últimos 12 meses encerrados em novembro. É o que mostra o Índice Geral do Mercado Imobiliário (IGMI-R), calculado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Considerando só o mês passado, na média os preços subiram 1,15%, depois de terem sido majorados em 2,52% em outubro.

    A desaceleração na velocidade de alta dos preços na margem, de outubro para novembro, de acordo com a Abecip, se deu de forma quase generalizada. A leitura regional do IGMI-R mostra que nove das dez capitais avaliadas registraram queda do indicador de um mês para outro. A exceção foi Goiânia, no Centro-Oeste, que apresentou aceleração: saiu de uma alta de 0,70% para 1,13% no período. Brasília acompanhou a tendência nacional, registrando forte recuo de 4,73% para 0,89%.

    No Sudeste, de acordo com o IGMI-R, foram observadas as menores variações em comparação às demais regiões. No Rio de Janeiro, a taxa caiu de 2,15%, em outubro, para 0,29%. Em Belo Horizonte, recuou de 2,14% para 0,56%. Em São Paulo, também houve desaceleração, com a variação caindo de 2,41% para 1,11%.

    No Nordeste, a desaceleração foi generalizada, com Recife vendo os preços dos imóveis residenciais desacelerando de 3,43%, em outubro, para 2,19% em novembro. Em Salvador, os preços que haviam subido 3,05% em outubro variaram 2% no mês passado. Em Fortaleza, a desaceleração foi menor, de 1,07% para 1,01%.

    As capitais do Sul seguiram o mesmo movimento de desaceleração: Porto Alegre, de 2,81% para 1,49%; e Curitiba, de 2,46% para 2,13%.

    Lançado em 2016, o IGMI-R resulta de uma parceria do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), com a Abecip. O indicador é calculado com base nos laudos de imóveis financiados pelos bancos.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Preços de imóveis avançam 17,14% em 12 meses no país, diz Abecip

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