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  • Governo brasileiro confirma conversa de Lula e Trump

    Governo brasileiro confirma conversa de Lula e Trump

    O presidente Donald Trump disse que ficou impressionado com Lula, que o abraçou nos bastidores do plenário da ONU e que convidou o presidente brasileiro para um encontro na próxima semana

    O Palácio do Planalto confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que os dois conversem na próxima semana. A proposta foi feita nesta terça-feira (23), durante um breve encontro entre os dois mandatários, que não estava programado.

    Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, Lula e Trump conversaram rápida e amistosamente ao se encontrarem no edifício-sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), onde participam da 80ª Assembleia Geral da entidade, junto com chefes de Estado e autoridades de outras 191 nações que integram a organização.

    Ainda de acordo com o Planalto, a conversa foi proposta por Trump e imediatamente aceita por Lula. Agora, assessores dos dois presidentes devem tomar as providências necessárias, mas ainda não está certo se a futura conversa será presencial ou por telefone. Ao discursar durante a Assembleia Geral da ONU, Trump revelou publicamente que pretende “se encontrar” com Lula na próxima semana. “Encontrei o líder do Brasil ao entrar aqui e falei com ele. Nos abraçamos. As pessoas não acreditaram nisso. Nós concordamos que devemos nos encontrar na próxima semana. Foram cerca de 20 segundos. Conversamos e concordamos em conversar na próxima semana”, disse o presidente estadunidense, acrescentando que Lula “parece ser um homem muito agradável”.

    “Eu gosto dele e ele gosta de mim. E eu gosto de fazer negócios com pessoas de quem eu gosto. Quando eu não gosto de uma pessoa, eu não gosto. Mas tivemos, ali, esses [20 ou] 30 segundos. Foi uma coisa muito rápida, mas foi uma química excelente. Isso foi um bom sinal”, acrescentou Trump, sinalizando que o Brasil pode “se dar bem” caso trabalhe de forma conjunta com os EUA. “Sem a gente, eles vão falhar como outros falharam.”

    As declarações de Trump causaram surpresa por terem sido feitas em meio a uma crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos. Desde julho deste ano, o governo dos Estados Unidos vem em uma ofensiva comercial contra o Brasil, taxando a importação de produtos brasileiros, aplicando sanções contra autoridades brasileiras e tentando interferir em decisões do Poder Judiciário brasileiro.

    Ao fazer o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, pouco antes de Trump discursar, Lula não mencionou o encontro ou a possibilidade de uma nova conversa com o presidente estadunidense. Sem citar Trump, criticou as “sanções arbitrárias e unilaterais” dos Estados Unidos, afirmando que o mundo assiste a um crescimento do autoritarismo.

    “O multilateralismo está diante de nova encruzilhada. A autoridade desta organização [ONU] está em xeque. Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões a política do poder, atentados à soberania, sanções arbitrárias. E intervenções unilaterais estão se tornando regra”, disse Lula.

    Governo brasileiro confirma conversa de Lula e Trump

  • PL ataca Paulinho, Aécio e Temer em reunião

    PL ataca Paulinho, Aécio e Temer em reunião

    Partido de Jair Bolsonaro reafirmou defesa de anistia e rejeição a redução de penas; relator minimiza críticas, dizendo que ataques foram de pessoas que queriam vídeo para redes sociais

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto da anistia na Câmara, foi alvo direto da artilharia bolsonarista na tarde desta terça-feira (23) durante reunião a portas fechadas com a bancada do PL.

    Enquanto todos os que se manifestaram defenderam a ampla anistia e rejeitaram proposta de redução de penas, alguns deputados do partido de Jair Bolsonaro (PL) questionaram a promessa do relator de buscar um meio-termo e cobraram inclusive a sua renúncia em discursos que foram ouvidos do lado de fora do pequeno auditório da Câmara.

    “Eu grito em alto e bom som, senhor Paulinho, entregue esse relatório a uma pessoa que não esteja com rabo preso com Alexandre de Moraes”, esbravejou, por exemplo, o deputado Delegado Caveira (PA), segundo quem “uma pessoa que votou no ‘descondenado’ [Lula] não pode ser relator para proteger patriota”.

    O tom de algumas falas direcionadas ao relator levaram o líder da bancada, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), a fazer uma reprimenda a colegas que, em suas palavras, só buscaram “lacrar na internet”. Ele pediu desculpas ao relator, ao final, pelo “destempero de alguns”.

    Sobraram críticas ainda ao deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e ao ex-presidente Michel Temer (MDB), que se reuniram com o relator na semana passada para discutir uma proposta que tenha maioria dos votos, e ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, relator do julgamento da trama golpista.

    “Foi uma coisa pavorosa, foi a coisa mais patética que eu já vi. Nós não aceitamos que Aécio Neves e Michel temer venham dar uma solução para nós”, falou a deputada Bia Kicis (DF), se referindo à foto do encontro. “Faça a anistia, você não precisa consultar Alexandre de Moraes nem Michel Temer”, disse Éder Mauro (PA).

    Como mostrou a Folha, na semana passada integrantes do centrão fecharam de forma sigilosa os termos de um acordo com uma ala de ministros do STFcomo alternativa a uma anistia ampla. Esse acordo ficou sob ameaça após o governo dos Estados Unidos ampliar as sanções contra brasileiros e após os protestos de rua contra a anistia no domingo (21).

    Na reunião da bancada, Carlos Jordy (RJ) classificou a ideia de Paulinho de apresentar uma proposta de redução das penas como “esmola”. “Esse projeto é uma farsa, tudo aqui é um tribunal de exceção. A dosimetria, para mim, é algo inaceitável. É uma esmola dos tiranos contra nós, pessoas inocentes.”

    Hélio Lopes (RJ) perguntou diretamente a Paulinho: “Quero saber se o meu amigo Bolsonaro vai estar nesse projeto”. “O PL não vai deixar nenhum soldado para pra trás. Se o Bolsonaro não estiver na anistia, eu voto contra”, reforçou, em outro momento, Giovani Cherini (RS).

    Domingos Sávio (MG) chegou a dizer que a proposta estudada por Paulinho pode beneficiar criminosos não envolvidos em suspeita de tentativa de golpe. “Se mudar o Código de Processo Penal para formação de quadrilha até o Marcola [do PCC] se beneficia. É anistia, não recua, é anistia, Paulinho.”

    O deputado Zé Trovão (SC) ameaçou tornar o plenário da Câmara “um inferno” superior ao visto no motim em que bolsonaristas ocuparam as mesas da Câmara e Senado.

    “Quem não pagar essa pena nessa terra vai pagar lá em cima. Ou lá embaixo. Não existe dosimetria a não ser que esse seja um jogo de cartas marcadas. Por gentileza [se dirigindo a Paulinho], não faça com que o plenário da câmara se torne um ringue e uma guerra. Porque se entrar um projeto que não liberte pessoas inocentes (…) tornarei o plenário um inferno.”

    Júlia Zanatta disse que em vez de se reunir com Aécio e Temer o relator deveria ouvir os familiares dos condenados pelo 8 de Janeiro.

    Rodolfo Nogueira (MS) advertiu o relator sobre eventuais consequências da morte de Bolsonaro no cárcere. “A situação do Bolsonaro, é uma situação de saúde muito séria. Se, Deus nos livre, acontecer algo com o Bolsonaro, isso ficaria nas costas e na conta do relator.”

    Em seu habitual tom de voz baixo e pausado, Paulinho não respondeu diretamente na reunião às críticas e voltou a afirmar em suas poucas intervenções que, em linhas gerais, vai buscar a média da opinião da Câmara em seu relatório e que seu objetivo é que as pessoas hoje presas pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 sejam soltas.

    Na saída, afirmou que pretende levar o texto a votação na semana que vem e que as críticas foram feitas por pessoas que foram à reunião apenas para gravar vídeo para postar nas redes sociais.

    As palavras ecoaram o que disse Sóstenes a portas fechadas, fala que também foi possível escutar do lado de fora.

    “Meu repúdio como líder. Espero que todos que saíram tenham justificativa plena. (…) Peço desculpas pelos colegas que foram deselegantes com vossa excelência, que não merecia alguns pronomes e tratamentos. Peço desculpas em nome deles”, disse o líder do PL a Paulinho.

    Além da resistência do PL a um acordo meio-termo, o relator e o centrão enfrentam também a oposição do PT, que é contra a anistia e, assim como o partido de Bolsonaro, diz rechaçar qualquer possibilidade de acordo

    PL ataca Paulinho, Aécio e Temer em reunião

  • Antonio Fagundes classifica Regina Duarte como 'equivocada', mas nega inimizade

    Antonio Fagundes classifica Regina Duarte como 'equivocada', mas nega inimizade

    Ator falou sobre ex-colega e defendeu o diálogo entre pessoas com posições políticas diferentes; dupla atuou junta em novelas como ‘Vale Tudo’, ‘Por Amor’ e ‘Nina’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Antonio Fagundes comentou sua visão sobre o “mundo das novelas” e citou a ex-colega Regina Duarte. O ator classificou a atriz como “equivocada”, mas fez questão de afirmar que não guarda ressentimentos durante uma entrevista ao programa “A Quarta da Manhã”, da rádio Renascença, em Portugal.

    “Tadinha. Não tenho raiva dela. Regina foi uma excelente companheira de trabalho. Equivocada, do meu ponto de vista, mas tem muita gente que a apoia. Eu respeito a posição dela, ela tem direito a apoiar quem quiser. Não tenho raiva. A gente precisa parar de ter inimigos”, disse Fagundes.

    Na conversa, o ator ressaltou a diferença entre adversários e inimigos. “Podemos ter adversários, mas inimigos… A gente está vivendo uma época em que pessoas são inimigas, que exige quase uma eliminação. O adversário, não, você quer convencê-lo, trazer para si, trocar palavras”, complementou.

    Fagundes e Regina contracenaram em “Vale Tudo” (1988), novela em que ele viveu Ivan, par romântico de Raquel, personagem da atriz. Eles também contracenaram em outras obras como “Por Amor” (1997), Nina (1977) e “Rainha da Sucata”(1990)

    Atualmente, o ator está em Portugal com o espetáculo “Dois de Nós”, que percorre cidades como Porto, Coimbra e Aveiro até o fim do ano.

    Antonio Fagundes classifica Regina Duarte como 'equivocada', mas nega inimizade

  • Ídolo do tênis de mesa, Hugo Hoyama está internado após cirurgia no coração

    Ídolo do tênis de mesa, Hugo Hoyama está internado após cirurgia no coração

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Um dos grandes nomes do tênis de mesa brasileiro, Hugo Hoyama está internado desde o dia 12 de setembro no Hospital do Coração, em São Paulo. Ele foi submetido a uma cirurgia na última segunda-feira, após sofrer um infarto.

    Hugo Hoyama se recupera em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo nota enviada pelo HCor, ele passou por uma cirurgia de revascularização e está “evoluindo bem”. A informação foi publicada, inicialmente, pelo “ge” e confirmada pelo UOL.

    O Hcor informa que o paciente Hugo Hoyama deu entrada no hospital no dia 12 de setembro, devido a uma dor no peito, e foi diagnosticado com infarto agudo do miocárdio. O ex-atleta de tênis de mesa passou por cirurgia de revascularização nesta segunda-feira (22) e, de acordo com o protocolo, recupera-se na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), evoluindo bem.

    O miocárdio é o músculo cardíaco responsável por bombear sangue para todo o corpo. “Ele é composto por células musculares especializadas, chamadas cardiomiócitos, que possuem a capacidade única de contração rítmica e contínua, essencial para a manutenção da circulação sanguínea”, de acordo com o site da clínica Saadi.

    Hugo é o segundo atleta brasileiro com mais medalhas em Jogos Pan-Americanos. Ele tem 15 pódios, com 10 de ouro, uma de prata e quatro de bronze -perde apenas para o nadador Thiago Pereira, que tem 23 medalhas.

    Ele chegou às oitavas de final do simples nos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 e era a melhor campanha de um brasileiro até Tóquio, quando Calderano chegou às quartas.

    Hoyama se aposentou das mesas em 2013. Logo depois, assumiu como técnico da seleção brasileira feminino, cargo que ocupou até 2021.

    Atualmente, Hugo atua como embaixador da modalidade. O ex-atleta participa de ações de divulgação em prol do esporte.

    A tenista Bia Haddad não estipulou um prazo para a sua volta, mas deu uma deixa de que isso ocorrerá em sua carta de afastamento

    Folhapress | 15:48 – 23/09/2025

    Ídolo do tênis de mesa, Hugo Hoyama está internado após cirurgia no coração

  • Presidente de Portugal defende reforma da ONU e pede papel maior para o Brasil

    Presidente de Portugal defende reforma da ONU e pede papel maior para o Brasil

    Marcelo Rebelo de Sousa destacou que o Conselho de Segurança deve refletir a realidade política do século 21; o presidente também reforçou a posição de Portugal em favor do reconhecimento do Estado da Palestina

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu nesta terça-feira (23) a importância do multilateralismo e a necessidade de reformar as Nações Unidas em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.

    Ele destacou que o Conselho de Segurança deve refletir a realidade política do século 21, ampliando a representação de países africanos e reconhecendo o papel de potências emergentes como Brasil e Índia, além de exigir maior transparência no processo decisório.

    “É inaceitável que o uso do veto continue a paralisar a tomada de decisões”, afirmou, ao mesmo tempo em que reiterou o apoio de Lisboa à candidatura portuguesa para integrar o Conselho de Segurança no biênio 2027-2028.

    Marcelo também reforçou a posição de Portugal em favor do reconhecimento do Estado da Palestina, de um cessar-fogo imediato em Gaza, da libertação de reféns e da garantia de ajuda humanitária, ressaltando a urgência de condições políticas e econômicas para a coexistência de dois Estados soberanos.

    Presidente de Portugal defende reforma da ONU e pede papel maior para o Brasil

  • Relator no Senado defende rejeição da PEC da Blindagem: "golpe fatal"

    Relator no Senado defende rejeição da PEC da Blindagem: "golpe fatal"

    Se a propostas for rejeitada também na Comissão de Constituição e Justiça, a PEC será definitivamente ‘enterrada’; Alessandro Vieira destacou a inconstitucionalidade da medida

    Na noite desta terça-feira (23), o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) divulgou detalhes do parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que poderia blindar parlamentares e restringir as condições para que deputados e senadores sejam alvo de processos criminais.

    O relator rejeitou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada e considerou a proposta inconstitucional.

    “A PEC que formalmente aponta ser um instrumento de defesa do Parlamento é na verdade um golpe fatal na sua legitimidade, posto que configura portas abertas para a transformação do Legislativo em abrigo seguro para criminosos de todos os tipos. Trata-se do chamado desvio de finalidade, patente no presente caso, uma vez que o real objetivo da proposta não é o interesse público – e tampouco a proteção do exercício da atividade parlamentar –, mas sim os anseios escusos de figuras públicas que pretendem impedir ou, ao menos, retardar, investigações criminais que possam vir a prejudicá-los”, citou o parlamentar ao justificar o parecer contra a PEC.

    Alessandro Vieira também destacou que a proposta era contra o apelo popular, além de ser inconstitucional: “A sociedade brasileira grita em sentido diametralmente oposto, ou seja, ela almeja o fim da impunidade, como as amplas manifestações públicas sinalizaram no último domingo”, afirmou.

    A votação do parecer está prevista para esta quarta-feira (24) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Se a propostas for rejeitada na CCJ, a PEC será definitivamente ‘enterrada’.

    Relator no Senado defende rejeição da PEC da Blindagem: "golpe fatal"

  • Meta lança recurso de tradução em tempo real no WhatsApp

    Meta lança recurso de tradução em tempo real no WhatsApp

    A nova ferramenta do WhatsApp estará disponível inicialmente em seis idiomas para dispositivos Android e em 19 idiomas para iPhones; veja mais sobre o recurso!

    PELOTAS, RS (CBS NEWS) – A Meta informou que está introduzindo gradualmente, a partir desta terça-feira (23), um recurso de tradução em tempo real no WhatsApp. A ferramenta estará disponível inicialmente em seis idiomas para dispositivos Android e em 19 idiomas para iPhones, incluindo o português.

    O recurso funcionará em conversas individuais, grupos e atualizações de canais. Segundo comunicado da empresa, mais idiomas estarão disponíveis em breve.

    “Esperamos que esse recurso ajude a quebrar as barreiras linguísticas e permita que os usuários se conectem mais profundamente com seus amigos, familiares e comunidades ao redor do mundo”, diz o texto do anúncio.

    Para usuários de Android, estarão disponíveis inicialmente traduções em inglês, espanhol, hindi, português, russo e árabe. Para usuários de iPhone, atualização também inclui outras línguas, como coreano, francês, italiano e japonês.

    Segundo a Meta, usuários do Android também poderão optar por ativar a tradução automática para uma conversa inteira. Assim, todas as mensagens recebidas futuramente nessa conversa também serão traduzidas.

    As traduções ocorrerão diretamente no dispositivo. “As traduções de mensagens foram projetadas para proteger a privacidade dos seus bate-papos. É por isso que as traduções ocorrem no seu dispositivo, onde o WhatsApp não pode vê-las”, afirma a empresa.

    COMO UTILIZAR

    – Ao receber uma mensagem em outro idioma, pressione e segure a mensagem
    – Toque em “Traduzir”
    – Escolha o idioma desejado e faça o download para usá-lo em futuras traduções

    Meta lança recurso de tradução em tempo real no WhatsApp

  • Polícia descobre foto íntima entre D4vd e menor morta encontrada em seu carro

    Polícia descobre foto íntima entre D4vd e menor morta encontrada em seu carro

    O corpo em decomposição da adolescente Celeste Rivas foi encontrado num Tesla de propriedade do artista em 8 de setembro, e o caso ganhou repercussão internacional

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A polícia de Los Angeles encontrou uma foto íntima e um vídeo em que o rapper David Anthony Burke, 20, conhecido como D4vd, e a jovem Celeste Rivas, 15, aparecem juntos. A informação é do TMZ. O corpo em decomposição de Rivas foi encontrado num Tesla de propriedade do artista em 8 de setembro, e o caso ganhou repercussão internacional.

    Segundo o portal americano, as autoridades fizeram uma operação de 12 horas na casa de D4vd, onde ainda identificaram vestígios de sangue como possíveis indícios de violência. Celulares e computadores também foram apreendidos para análise.

    De acordo com fontes próximas ao caso, os registros encontrados reforçam a hipótese de que a vítima e o cantor mantinham uma relação próxima antes do crime.

    Em entrevista ao TMZ, a mãe de Rivas disse que a filha estava desaparecida há mais de um ano e que ela namorava um homem chamado David. Além disso, uma canção de D4vd que vazou na internet em 2023 descrevia uma paixão por uma garota chamada Celeste.

    D4vd não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas sua assessoria diz que ele não teve qualquer envolvimento com a morte de Rivas e que o músico está colaborando com as autoridades enquanto cumpre sua agenda de shows.

    O rapper veio ao Brasil em junho para divulgar o lançamento de seu álbum “Withered”, com o qual está em turnê nos Estados Unidos e seguirá para a Europa em outubro. Apesar do caso, D4vd ainda está confirmado para o Lollapalloza Brasil de 2026.

    Polícia descobre foto íntima entre D4vd e menor morta encontrada em seu carro

  • Acusado de tentar matar Trump na Flórida é declarado culpado

    Acusado de tentar matar Trump na Flórida é declarado culpado

    Ryan Routh foi considerado culpado por conspiração contra a vida do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em setembro do ano passado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Justiça dos Estados Unidos declarou nesta terça-feira (23) Ryan Routh, 59, culpado por tentativa de assassinato contra Donald Trump, em setembro do ano passado.

    Ryan foi considerado culpado por conspiração contra a vida de Trump. Ele também foi julgado por agressão a um agente federal e posse de arma de fogo para praticar crime violento. A Justiça ainda não definiu a pena dele.

    Procuradores afirmaram que Ryan arquitetou o assassinato de Trump. O suposto atentado contra a vida do então candidato à presidência dos EUA ocorreu quando o republicano estava em um campo de golfe, em Palm Beach, na Flórida.

    Justiça não acatou a declaração de inocência feita por Routh. O réu rejeitou advogados e decidiu representar a si mesmo nos tribunais.

    Ao se defender, Routh afirmou que não houve crime “porque nenhum gatilho foi puxado”. Ele admitiu ter visto Trump se locomover pelo campo de golfe no dia da suposta tentativa de assassinato, mas disse que não disparou.

    Procuradora-geral dos EUA comemorou a decisão da Justiça em declarar Routh culpado. “Esta tentativa de assassinato não foi apenas um ataque ao nosso presidente, mas uma afronta à nossa própria nação”, declarou Pam Bondi.

    RELEMBRE O CASO

    Suposta tentativa de assassinato ocorreu no dia 15 de setembro de 2024. Na ocasião, o então candidato à presidência dos EUA estava em um clube de golfe na Flórida.

    Agente do Serviço Secreto alega ter visto o réu com um rifle escondido em uma área de mata do clube. O agente então disparou contra o suspeito, que teria fugido de carro, mas foi preso em seguida.

    Rifle supostamente usado por Routh foi encontrado no local onde ele teria se escondido para matar Trump. A arma tinha mira telescópica e estava com o número de série raspado.

    Réu teria escrito uma carta em que confessa seu plano de execução do republicano. Na carta, intitulada “Querido mundo”, ela teria escrito: “Esta foi uma tentativa de assassinato contra Donald Trump, mas eu falhei com vocês”, segundo informações da imprensa norte-americana.

    Ryan Routh possui antecedentes por crimes cometidos em 2002 e 2010, na Carolina do Norte. Ainda segundo a imprensa dos EUA, ele era apoiador de Trump em 2016, na primeira vitória do republicano à Casa Branca, mas teria deixado de apoiá-lo em 2020.

    Acusado de tentar matar Trump na Flórida é declarado culpado

  • Flávio Dino é eleito presidente da Primeira Turma do STF

    Flávio Dino é eleito presidente da Primeira Turma do STF

    Flávio Dino vai suceder Cristiano Zanin, atual presidente, e ficará no posto pelo prazo de um ano; o ministro ficará responsável pela definição das datas de julgamento dos réus nas ações penais sobre a tentativa de golpe

    O ministro Flávio Dino foi eleito nesta terça-feira (23) para ocupar a função de presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 1° de outubro. 

    A eleição ocorreu de forma simbólica. De acordo com o regimento interno da Corte, o cargo de presidente do colegiado deve ser ocupado em forma de rodízio. Dino vai suceder Cristiano Zanin, atual presidente, e ficará no posto pelo prazo de um ano.

    Além de Dino e Zanin, a turma também é composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Cármen Lúcia. 

    Trama golpista 

    Na condição de presidente, Flávio Dino ficará responsável pela definição das datas de julgamento dos réus nas ações penais sobre a trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro.

    Até o momento, somente o núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, foi condenado.

    Ainda serão julgados neste ano os núcleos 2, 3, 4 e 5. 

    Perfil 

    Dino é formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Foi juiz federal, atuou como presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e chefiou a Secretaria-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Em 2006, entrou para a política e se elegeu deputado federal pelo Maranhão. Entre 2011 e 2014, ocupou o cargo de presidente da Embratur. 

    Nas eleições de 2014, Dino foi eleito governador do Maranhão e foi reeleito no pleito seguinte, em 2018. Em 2022, venceu as eleições para o Senado, mas deixou a cadeira de parlamentar para assumir o comando do Ministério da Justiça do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Dino tomou posse como ministro do Supremo em fevereiro de 2024, indicado pelo presidente Lula, e assumiu a vaga deixada por Rosa Weber. 

    Flávio Dino é eleito presidente da Primeira Turma do STF