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  • Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

    Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

    “Se houver interesse político dos governantes do mundo inteiro, se encontrará um jeito de colocar o café da manhã, o almoço e a janta para o povo pobre do mundo inteiro”, disse Lula

    Após participar do Fórum Mundial da Alimentação, em Roma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (13) que a fome não é um problema econômico, mas um problema político.

    “Se houver interesse político dos governantes do mundo inteiro, se encontrará um jeito de colocar o café da manhã, o almoço e a janta para o povo pobre do mundo inteiro”, destacou, durante coletiva de imprensa após o evento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

    Para Lula, só será possível acabar com a fome no mudo “quando houver indignação da humanidade”. “Há muito tempo, se dizia que a gente não ia ter capacidade tecnológica de produzir alimento para acompanhar o crescimento da humanidade”.

    “Hoje, nós produzimos quase duas vezes o alimento necessário. Não basta produzir, é preciso consumir, é preciso chegar até as pessoas. E fazer com que as pessoas recebam esse alimento. E é preciso ter renda.”

    Ao final da coletiva, o presidente voltou a classificar a fome como uma questão política e disse esperar discutir o tema em todos os fóruns mundiais dos quais participar.

    “O mundo é desigual porque a economia, tal como ela é pensada, leva à um mundo desigual”.

    “Podem gostar ou não gostar, mas, em todos os fóruns em que eu participar, os dirigentes políticos vão me ouvir falar da desigualdade racial, da desigualdade de comida, da desigualdade do salário, da desigualdade de tudo”, concluiu.

    Lula diz que fome não é problema econômico, mas político

  • Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    No começo da tarde desta segunda-feira (13), a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448; a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em forte queda nesta segunda-feira (13), com investidores atentos às negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

    Depois de anunciar tarifas de 100% sobre produtos chineses na sexta-feira, o presidente Donald Trump moderou o discurso no final de semana, aliviando a tensão nos mercados globais.

    Às 14h08, a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448. O movimento é também de correção, tendo em vista que a divisa disparou mais de 2% na sexta-feira.

    Já a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos, endossada pelo otimismo das demais praças acionárias do exterior.

    A sexta-feira foi como um déjà vu para os investidores. No mais novo capítulo de sua cruzada comercial, Trump anunciou que vai impor tarifas adicionais de 100% sobre produtos da China a partir do dia 1º de novembro.

    A medida, segundo o presidente americano, é em resposta à “posição extraordinariamente agressiva” dos chineses de “impor controles de exportação para todos os tipos de produtos”.

    Na semana passada, o governo de Xi Jinping anunciou a adoção de controles de exportação que deve causar rupturas no fornecimento global de terras raras, produtos essenciais para uma série de indústrias, da automobilística à de defesa. Pelas novas regras, empresas estrangeiras precisarão obter autorização de Pequim para exportar ímãs críticos e outros produtos que contenham até pequenas quantidades de terras raras extraídas da China.

    “Ninguém jamais viu algo assim, mas, essencialmente, isso ‘paralisaria’ os mercados e tornaria a vida difícil para praticamente todos os países do mundo, especialmente para a China”, disse Trump em sua publicação na rede Truth Social. Ele também ameaçou cancelar uma reunião com Xi Jinping marcada para o final deste mês.

    Já o Ministério do Comércio chinês disse, no domingo, que o país não quer embarcar em uma guerra comercial, mas não tem medo de aplicar “medidas firmes e correspondentes” caso os EUA não voltem atrás nas sobretaxas adicionais de 100%.

    “A China exorta os EUA a corrigirem imediatamente suas ações equivocadas e, sob a orientação do consenso alcançado nas conversas entre os dois chefes de Estado, a preservarem os frutos das negociações arduamente conquistados”, disse o porta-voz da pasta em entrevista coletiva.

    O cenário reacende o risco de uma guerra comercial em grande escala, semelhante à do início do ano, quando Trump impôs tarifas de 145% sobre produtos chineses e Xi respondeu com 125% sobre mercadorias americanas. Depois de meses de cabo de guerra, as sobretaxas em vigor atualmente são de 30% sobre a China e de 10% sobre os EUA.

    Os temores de uma nova escalada de tensões geraram impacto no mercado financeiro na sexta-feira, com Bolsas em queda ao redor do mundo e dólar em alta no Brasil, também afetado pela pauta fiscal do país.

    No final de semana, porém, Trump adotou um tom mais conciliador, dizendo que quer “ajudar a China, não prejudicá-la”.

    “Não se preocupem com a China, tudo ficará bem! O respeitado presidente Xi acabou de passar por um momento difícil. Ele não quer uma depressão para seu país, e eu também não”, declarou o mandatário americano em sua plataforma Truth Social.

    Nesta segunda, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, endossou a moderação no tom ao afirmar que houve comunicações substanciais entre norte-americanos e chineses no fim de semana.

    “Houve uma desescalada significativa da situação”, disse Bessent em entrevista à Fox Business Network. “O presidente Trump disse que as tarifas não entrarão em vigor até 1º de novembro. Ele se reunirá com o presidente do Partido, Xi, na Coreia. Acredito que essa reunião ainda será realizada.”

    Os investidores, na análise de Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado da Ebury, estão “discretamente confiantes de que este é mais um caso em que o latido de Trump é pior do que a mordida”.

    A pauta tarifária deve continuar sendo o principal assunto da semana no mercado financeiro, diz Ryan, considerando que a paralisação do governo federal dos EUA continua sem fim à vista.

    A leitura predominante até o momento é que “shutdown” tem o potencial de impactar o ciclo de cortes de juros nos EUA. Com a paralisação, a divulgação de novos dados oficiais está suspensa. O relatório de emprego “payroll”, por exemplo, estava previsto para o fim de setembro e ainda não foi publicado.

    O mesmo deve acontecer com os dados de inflação do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês), esperados para quarta-feira (15).

    O Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) decidiu cortar os juros em 0,25 ponto percentual na reunião passada, no que foi a primeira redução de 2025. A continuidade do ciclo de afrouxamento, porém, depende da temperatura da economia norte-americana. Conforme a próxima reunião de política monetária se aproxima, marcada para os próximos dias 28 e 29, as autoridades do Fed seguem no escuro, sem acesso às estatísticas essenciais para tomar uma decisão.

    O cenário fiscal do Brasil também segue em pauta. Na sexta, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um novo modelo de crédito imobiliário que pode turbinar a popularidade do presidente a um ano das eleições, além de injetar estímulos na economia, o que pode forçar a a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em um patamar elevado por mais tempo.

    “Existe uma preocupação de que 2026 seja marcado por uma ampliação dos gastos públicos por conta da eleição presidencial de outubro. Por isso, há receios em relação à sustentabilidade da dívida pública brasileira”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    O novo modelo de crédito segue a esteira da derrubada da MP (medida provisória) dos Impostos no Congresso Nacional, na quarta-feira passada, medida que o governo considerava importante para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em ano eleitoral.

    Ao retirar do horizonte uma fonte de arrecadação para os próximos anos, o Congresso torna mais desafiadora a tarefa de cumprir as metas estabelecidas pelo arcabouço fiscal. A ala econômica do governo já afirmou estar estudando outras vias possíveis.

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

  • Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

    Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

    A apresentadora tropeçou e levou um tombo em casa, mas foi socorrida; ” Foi mais um susto, mas não se machucou”, afirmou Thiago Nielsen, representante de Mamma

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mamma Bruschetta, 74, sofreu uma queda em sua residência e precisou da ajuda do Corpo de Bombeiros para ser socorrida.

    O acidente doméstico ocorreu na madrugada desta segunda-feira (13). Com seu característico bom humor, a apresentadora compartilhou o incidente nas redes sociais, posando ao lado dos militares que a auxiliaram.

    Em sua publicação no Instagram, Mamma expressou sua gratidão. “Queridos bombeiros que me acudiram no tombo que sofri na madrugada. Verdadeiros heróis”, escreveu ela.

    De acordo com a assessoria da apresentadora, ela tropeçou antes de cair, mas felizmente não se machucou. “Ela está bem, graças a Deus. Foi mais um susto, mas não se machucou”, afirmou Thiago Nielsen, representante de Mamma, conforme informações da revista Quem.

    Mamma Bruschetta é conhecida por seu trabalho na televisão e por seu estilo irreverente. Recentemente, ela passou por tratamentos médicos, incluindo uma cirurgia para tratar um câncer no esôfago, e segue acompanhando sua saúde com regularidade.

    Mamma Bruschetta sofre acidente doméstico e é socorrida por bombeiros

  • Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

    Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

    O ministro do STF justificou a manutenção pela “garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a integral aplicação da lei penal”

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta segunda-feira (13) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para revogar a prisão domiciliar do ex-presidente.

    Moraes justificou a manutenção pela “garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a integral aplicação da lei penal”.

    “O término do julgamento do mérito da presente ação penal 2668, com a condenação do réu Jair Messias Bolsonaro à pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses, em regime inicial fechado, e o fundado receio de fuga do réu, como vem ocorrendo reiteradamente em situações análogas nas condenações referentes ao dia 8/1/2023, autorizam a manutenção da prisão domiciliar e das cautelares”, argumentou o ministro.

    No último mês, a defesa do ex-presidente havia pedido revogação de todas as medidas cautelares impostas contra ele no inquérito que investigava a coação do Judiciário, com apoio do governo Donald Trump.

    O pedido envolvia a reconsideração da prisão domiciliar de Bolsonaro e da proibição de utilizar redes sociais.

    O advogado Paulo Cunha Bueno disse que o pedido se devia ao fato de a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Eduardo não ter incluído o ex-presidente entre os acusados de coação contra o Supremo.

    Moraes cita risco de fuga de Bolsonaro e nega pedido para revogar prisão domiciliar

  • Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

    Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians não terá Hugo Souza, Romero e Félix Torres para o clássico contra o Santos, na quarta-feira (15), mas deve contar com Memphis Depay.

    SITUAÇÃO DOS CONVOCADOS

    Hugo Souza está suspenso e não jogaria de qualquer jeito. O goleiro será titular da seleção brasileira nesta terça-feira (14), às 7h30 (de Brasília), contra o Japão, em Tóquio. Não haveria tempo hábil para a volta do camisa 1. Felipe Longo será o seu substituto e fará a sua estreia no time profissional.

    O cenário de Romero é o mesmo. Também na terça, o paraguaio joga pela sua seleção contra a Coreia do Sul, às 8h, em Seul. Assim como Hugo, ele foi reserva no primeiro jogo da Data Fifa e vive a expectativa de jogar dessa vez.
    Félix Torres também é baixa. O zagueiro está com a seleção equatoriana e enfrentará o México às 23h45 desta terça-feira (14), véspera do clássico, nos Estados Unidos.

    Memphis tem mais tempo para voltar ao Brasil. O holandês foi titular no jogo entre Holanda e Finlândia, neste domingo (12), em solo holandês. O camisa 10 tem condições de jogo após se recuperar de um edema e briga por vaga no ataque com Yuri Alberto e Gui Negão. Ele chega a São Paulo entre nesta segunda-feira (13) e nesta terça-feira (14) e será avaliado pelo departamento de fisiologia do clube.

    OUTRO DESFALQUE E POSSÍVEIS RETORNOS

    Matheus Bidu também é desfalque para o clássico. O lateral-esquerdo está suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos e deve ser substituído por Angileri.

    Martínez faltou a treinos e não estará à disposição de Dorival para encarar o Santos. O jogador não apareceu na reapresentação do elenco, na última quarta-feira, e foi ausência nas atividades desde então. O venezuelano alegou problemas familiares.

    Trio deve voltar a ficar disponível. André Ramalho se recuperou de um estiramento na coxa, Charles voltou após sentir dores no joelho, e Rodrigo Garro deve retornar depois de tratar uma lesão muscular na panturrilha. Os três devem ficar, pelo menos, no banco de reservas.

    Carrillo tem cenário mais difícil. O peruano iniciou os treinos parciais com o elenco após se recuperar de uma lesão ligamentar no tornozelo, mas não deve ser relacionado por Dorival Júnior.

    Um provável Corinthians tem: Felipe Longo; João Pedro Tchoca, Gustavo Henrique e Raniele; Matheuzinho, Ryan (Charles), Maycon, Breno Bidon e Angileri; Yuri Alberto e Gui Negão (Memphis).

    Santos e Corinthians se enfrentam na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela 28ª rodada do Brasileirão. O Timão é o 12° colocado na competição, com 33 pontos somados.

    Corinthians deve ir para clássico sem Hugo e Romero fora, mas com Memphis

  • Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos

    Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos

    Noa Argamani e Avinatan Or foram sequestrados pelo Hamas nos ataques em uma festa rave em Israel em 7 de outubro de 2023

    Nesta segunda-feira (13), o casal Noa Argamani e Avinatan Or se reencontraram após serem sequestrados e separados nos ataques de 7 de outubro de 2023, que o Hamas executou em um festival em Israel. O sequestro dos jovens marcou a invasão do grupo terrorista com milhares de imagens e vídeos do momento circulando as redes sociais.

    No ataque do Hamas na festa rave, Noa foi levada de moto e Avinatan ficou sendo ameaçado pelos terroristas. A jovem foi libertada em junho de 2024 e em Israel passou a fazer uma campanha pedindo um acordo de paz para a libertação dos outros reféns. “Eu não conseguia me mover, não conseguia respirar. Pensei que seriam os últimos segundos da minha vida”, disse ela.

    Agora, com o acordo de paz assinado entre Israel e o Hamas, os reféns, de ambos os lados, foram libertados. Dois anos depois do ataque do Hamas, Avinatan Or chegou em Israel e os dois finalmente puderam se reencontrar. 

    Avinatan Or, que possui nacionalidade britânica, cresceu e viveu em Shilo, na Cisjordânia ocupada. Antes do sequestro, ele e Noa tinham o projeto de se instalar em Beersheva, no sul de Israel, onde ele havia estudado engenharia.

    Casal separado em sequestro do Hamas se reencontra em Israel após 2 anos

  • Abel lança mais de 30 jogadores da base no Palmeiras

    Abel lança mais de 30 jogadores da base no Palmeiras

    (UOL/FOLHAPRESS) – Há cinco anos no Palmeiras, Abel Ferreira já trabalhou com 46 jogadores da base do clube, sendo o treinador que lançou 34 deles no profissional. Outros 12 foram revelados por treinadores anteriores, mas trabalharam com Abel no Verdão.

    Na vitória por 4 a 1 sobre o Juventude, no Allianz Parque, no sábado (11), dois jovens jogadores estrearam pelo profissional do Palmeiras: Erick Belé e Luis Pacheco.

    Aos 18 anos, Erick Belé já está integrado ao Sub-20 do Palmeiras e foi um dos destaques na conquista do Brasileirão da categoria em 2025. O atacante já havia sido relacionado para outros jogos no profissional, mas não saiu do banco de reserva.

    Já Luís Pacheco, que faz parte do elenco Sub-17 e já fez algumas aparições no Sub-20, foi relacionado pela primeira vez neste sábado. O garoto, que renovou seu contrato com o Palmeiras nesta semana, já fez sua estreia e concretizou uma semana muito especial em sua carreira.

    PRINCIPAIS REVELAÇÕES DO PALMEIRAS COM ABEL

    Em pouco menos de cinco anos no clube, Abel Ferreira presenciou o surgimento de dezenas de talentos na base do Palmeiras e ajudou a lapidá-los. Com isso, algumas das vendas mais caras da história do Palmeiras foram feitas.

    O recorde foi quebrado em 2023, quando o Verdão acertou a venda de Endrick para o Real Madrid, em um acordo que pode chegar a 72 milhões de euros (R$ 461 milhões na cotação atual). O atacante estreou aos 16 anos, disputou 82 jogos com Abel e conquistou cinco títulos.

    Estêvão, que também foi lançado aos 16 anos, foi vendido ao Chelsea por 61,5 milhões de euros (R$ 394 milhões, com metas). Foram 83 jogos com Abel e dois títulos conquistados.

    O zagueiro Vitor Reis, lançado por Abel aos 18 anos, precisou de apenas 22 jogos no profissional para chamar a atenção do Manchester City. A venda foi concretizada por 35 milhões de euros (R$ 224 milhões), tornando-o o zagueiro mais caro da história do futebol brasileiro.

    VEJA OS 34 JOGADORES DA BASE DO PALMEIRAS LANÇADOS POR ABEL:

    18/11/2020 – Aníbal da Silva
    18/11/2020 – Marcelinho
    21/11/2020 – Fabrício
    18/01/2021 – Pedro Acácio
    26/01/2021 – Vanderlan
    03/03/2021 – Fabinho
    03/03/2021 – Giovani
    03/03/2021 – Gustavo Garcia
    23/04/2021 – Henri
    24/03/2021 – Newton
    25/04/2021 – Pedro Bicalho
    09/05/2021 – Michel
    30/11/2021 – Kevin
    30/11/2021 – Lucas Freitas
    06/12/2021 – Kaiky Naves
    06/12/2021 – Vitinho
    09/12/2021 – Jhon Jhon
    09/12/2021 – Lucas Sena
    09/12/2021 – Yago Santos
    06/10/2022 – Endrick
    05/04/2023 – Ian Custódio
    05/04/2023 – Pedro Lima
    12/04/2023 – Luis Guilherme
    01/10/2023 – Kauan Santo
    06/12/2023 – Estêvão
    26/06/2024 – Vitor Reis
    07/07/2024 – Luighi
    15/01/2025 – Allan
    15/01/2025 – Benedetti
    15/01/2025 – Thalys
    06/02/2025 – Figueiredo
    26/07/2025 – Riquelme Fillipi
    11/10/2025 – Erick Belé
    11/10/2025 – Luis Pacheco

    Abel lança mais de 30 jogadores da base no Palmeiras

  • Windows 10 deixa de receber suporte; veja opções para manter segurança

    Windows 10 deixa de receber suporte; veja opções para manter segurança

    Com o fim do suporte ao Windows 10 nesta terça (14), usuários precisam escolher entre migrar para o Windows 11, comprar um novo computador compatível ou aderir ao programa pago de atualizações estendidas, que garante apenas correções de segurança por tempo limitado

    Os usuários do Windows 10 que não quiserem ficar sem atualizações de segurança têm três opções antes que o sistema operacional deixe de receber suporte oficial nesta terça-feira (14). A Microsoft já havia anunciado que, a partir dessa data, o Windows 10 deixará de receber atualizações de segurança, o que expõe o sistema a riscos de vulnerabilidades e ataques cibernéticos.

    Para quem ainda usa o sistema, a empresa recomenda avaliar a situação e escolher uma das três alternativas disponíveis.

    A primeira opção, para quem possui um computador compatível, é atualizar para o Windows 11. Isso garante o acesso às novas funções e recursos que a Microsoft continuará desenvolvendo.

    Se o computador atual não for compatível, a segunda alternativa é adquirir um novo dispositivo já com o Windows 11 pré-instalado, assegurando desempenho superior e compatibilidade com as ferramentas mais recentes.

    Por fim, há a terceira possibilidade: aderir ao Programa de Extensão de Atualizações de Segurança (ESU, na sigla em inglês), que fornece atualizações críticas por tempo limitado. Segundo a Microsoft, o ESU “ajuda a reduzir o risco de malware e ataques de segurança”, mas não inclui melhorias de desempenho ou novos recursos.

    Para ter acesso ao programa, é necessário que o computador esteja rodando a versão 22H2 do Windows 10, com uma conta de administrador que não seja de menor de idade. O pacote tem custo único de US$ 30 (ou equivalente em moeda local).

    Windows 10 deixa de receber suporte; veja opções para manter segurança

  • Lula  diz que Papa Leão XIV não vai à COP30 mas visitará o Brasil

    Lula diz que Papa Leão XIV não vai à COP30 mas visitará o Brasil

    Em visita ao Vaticano, Lula convidou o papa Francisco para a COP30 em Belém, mas o pontífice alegou compromissos com o Jubileu e prometeu vir ao Brasil em outra ocasião. O presidente apresentou ações contra a fome e destacou o papel do país na defesa da Amazônia e da justiça social

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (13) que o papa Francisco não virá ao Brasil para a COP30, que será realizada em Belém, no Pará, em novembro de 2025. Segundo Lula, o pontífice justificou que, por causa das celebrações do Jubileu em Roma, não poderá viajar, mas garantiu que enviará representantes do Vaticano e pretende visitar o país “no momento oportuno”.

    “Convidei o papa para participar da COP30, considerando a importância histórica de realizar pela primeira vez uma Conferência do Clima no coração da Amazônia. Devido ao Jubileu, ele disse que não poderá comparecer”, escreveu Lula nas redes sociais.

    O presidente afirmou ainda que ficou feliz ao saber que Francisco planeja retornar ao Brasil. “Será muito bem recebido com o carinho, a hospitalidade e a fé do povo brasileiro”, declarou.

    Durante o encontro no Vaticano, Lula também parabenizou o pontífice pela publicação da exortação apostólica Dilexi Te, sobre a pobreza. O presidente disse que defendeu junto ao papa a necessidade de um “amplo movimento de indignação contra a desigualdade” e destacou que o documento deve servir como inspiração para líderes e fiéis.

    A comitiva brasileira em Roma contou com os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), entre outras autoridades. Além da audiência com o papa, Lula participa do Fórum Mundial da Agricultura, sediado na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

    No encontro, o presidente apresentou ao pontífice os avanços do Brasil no combate à fome e destacou a criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, lançada no âmbito do G20, que terá sede na FAO em Roma. Lula também mencionou sua relação próxima com líderes religiosos brasileiros, como o cardeal Jaime Spengler, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e lembrou a influência das Comunidades Eclesiais de Base em sua trajetória política e pessoal.

    Lula diz que Papa Leão XIV não vai à COP30 mas visitará o Brasil

  • Ryan Murphy reage a críticas por 'Monstro: A História de Ed Gein': 'Não acho que seja gratuito'

    Ryan Murphy reage a críticas por 'Monstro: A História de Ed Gein': 'Não acho que seja gratuito'

    Ryan Murphy, criador de “Monstro”, defende que a série da Netflix não glorifica assassinos, mas busca compreender o contexto social e psicológico por trás de seus crimes. Em “A História de Ed Gein”, o produtor diz explorar temas como isolamento masculino, doença mental e a insensibilidade diante da violência

    (CBS NEWS) – A cada nova temporada, o drama antológico “Monstro” volta a fazer barulho com seus retratos da vida de assassinos reais. Foi assim com “Dahmer: Um Canibal Americano” (2022), com “Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais” (2024) e, agora, com “A História de Ed Gein”, que estreou no começo do mês na Netflix.

    A obra é uma crítica à espetacularização desses crimes ou acaba cometendo o mesmo que acusa os outros de fazerem? Ryan Murphy, um dos criadores e produtores executivos da série, fica com a primeira opção. “Essa questão sempre surge”, diz ele em bate-papo com a imprensa internacional, do qual o F5 participou.

    “As pessoas falam: ‘Você sabe que está glorificando eles, né? Que está dando a eles uma plataforma?’. Não acredito que isso seja verdade”, prossegue. “Não acho que estamos glorificando ninguém, acho que estamos simplesmente tentando explicá-los.”

    Murphy destaca que tenta destrinchar essas pessoas dentro do contexto cultural em que estavam inseridos. No caso de Ed Gein (na série vivido por Charlie Hunnam), por exemplo, tentou mostrar como a Segunda Guerra Mundial e a crueza das imagens que circulavam na época o atormentaram.

    “Estamos em um tempo de guerra em todo o mundo”, analisa. “Acho que as imagens que estamos vendo acabam nos tornando insensíveis a elas. E não deixa de ser um comentário sobre esse assunto também. Eu realmente acredito que é trabalho do artista iluminar, destacar e abordar assuntos arriscados.”

    O produtor defende que o mergulho na história de Ed Gein se deu pelo que ele poderia nos contar sobre os tempos atuais. “Sinto o mesmo a respeito de Dahmer, dos Menendez e de Lizzie Borden”, diz, referindo-se à assassina já anunciada da quarta temporada. “Não acho que seja gratuito.”

    Murphy exemplifica com uma história que ele queria muito contar, mas que acabou abandonando –ao menos por enquanto– por não ter nenhuma questão de fundo que pudesse explorar. “Chegamos a escrever três episódios sobre Luigi Mangione [acusado de matar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare], mas os pais dele não queriam falar, o julgamento ainda estava emperrado, então mudamos o foco para o Ed Gein”, conta.

    A história do “açougueiro de Plainfield”, como também era conhecido, era de conhecimento do roteirista desde que ele era criança. “Tive uma introdução pessoal a Ed Gein quando tinha oito anos”, comenta. Murphy diz que resolveu assistir a “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock, numa noite em que os pais o deixaram aos cuidados de uma babá. “Fiquei transtornado e liguei para a minha avó, que teve de vir me socorrer”, lembra, aos risos.

    Mesmo assim, no dia seguinte, ele foi à biblioteca para ler tudo o que pudesse sobre o filme, e foi quando descobriu que a história era inspirada em Ed Gein. “Sempre fui fascinado por ele”, admite ele, citando ainda obras como “O Massacre da Serra Elétrica” (1974) e “O Silêncio dos Inocentes” (1991), que também beberam da mesma fonte (e, inclusive, são referenciadas na série).

    “Sempre tive interesse em explorar por que cada geração faz uma versão mais violenta e mais gráfica dessa história, e eu queria entender o motivo”, explica. “Por que estamos tão interessados nisso? O que está acontecendo em nosso ambiente para nos tornarmos insensíveis à versão da geração anterior?”

    Apesar de avaliar que as pessoas se assustam inicialmente com a natureza cruel dos crimes mostrados, ele diz acreditar que, com o tempo, elas acabam entendendo a mensagem que ele quis passar a cada trama. Na atual temporada, afirma, seu interesse era falar sobre doença mental e isolamento masculino.

    “Sabe, as pessoas não falam muito sobre isso, mas se você olhar para Ed Gein, ele era de muitas maneiras o protótipo do que que agora chamamos de incel”, compara. “Ele estava isolado. Ele tinha problemas com mulheres. Ele estava muito frustrado. Ele lutava contra doenças mentais. Então, nunca é apenas sobre um crime. É sobre uma questão social.”

    Ao mesmo tempo, ele diz tentar que o programa não seja “um resumo da Wikipédia”. “Não estamos fazendo um documentário”, afirma. “Estamos fazendo uma pintura. Estamos tentando preencher cores que não conhecemos a respeito de figuras históricas.”

    Murphy avalia que o sucesso do programa, que novamente está entre os mais assistidos do mundo no streaming, se dá por que ele funciona como “uma válvula de escape para muitas coisas”. “Acho que é porque as pessoas estão procurando uma maneira de expressar e lidar com suas ansiedades, sabe? Essa série faz isso, eu acho.”

    Ryan Murphy reage a críticas por 'Monstro: A História de Ed Gein': 'Não acho que seja gratuito'