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  • Per Gessle, do Roxette, diz que Marie Fredriksson está sempre no palco em espírito

    Per Gessle, do Roxette, diz que Marie Fredriksson está sempre no palco em espírito

    Atualmente, quem canta as músicas do Roxette é a também sueca Lena Philipsson, de cabelos compridos e mais escuros. “E a Lena tem plena consciência disso”, diz Gessle, referindo-se ao espírito de Marie no palco.

    (CBS NEWS) – “O fantasma da Marie está sempre ali. Sempre”. A frase é de Per Gessle, compositor e guitarrista do Roxette, ao falar dos shows atuais da banda sueca.

    No palco, ele diz que a lembrança de Marie Fredriksson aparece o tempo todo, em cada música, na forma de cantar e na memória do público. A cantora de cabelos curtos e loiríssimos penteados para cima morreu em 2019, aos 61, devido a um tumor cerebral.

    Atualmente, quem canta as músicas do Roxette é a também sueca Lena Philipsson, de cabelos compridos e mais escuros. “E a Lena tem plena consciência disso”, diz Gessle, referindo-se ao espírito de Marie no palco.

    “Toda vez que você toca essas músicas, você lembra que era ela cantando -de como soava e de como se comportava no palco. Principalmente naquele período em que dominamos o mundo, entre 1988 e 1995. Quando penso na Marie, penso naquela época, em que ela era simplesmente extraordinária.”

    A turnê chegou no domingo ao Rio de Janeiro e, nesta terça-feira (14), chega a São Paulo, no Espaço Unimed. No set list, todos os sucessos da carreira, como “Listen to Your Heart” e “The Look”.

    Esse retorno após a morte de Marie não foi imediato. Gessle diz que não sabia o que fazer com o repertório. “No fim das contas, há apenas duas escolhas: seguir em frente ou não seguir”, afirma. O compositor chegou a considerar parar.

    “São músicas muito fortes. Eu escrevi a maioria delas. Não queria simplesmente deixá-las de lado.” A dúvida durou anos, até que ele começou a procurar uma forma de continuar sem transformar o projeto em outra coisa.

    A saída apareceu em estúdio. Gessle trabalhava em um disco com participações quando convidou Lena Philipsson, uma cantora que já tinha uma sólida carreira de quatro décadas na Suécia.

    “Foi a primeira vez que trabalhei com ela e fiquei impressionado com sua capacidade”, diz. Não houve testes com outros nomes. “Não fiz audições. Simplesmente aconteceu.”

    Eles experimentaram versões acústicas de músicas como “Fading Like a Flower”, “Spending My Time” e “Listen to Your Heart”. “O resultado soava diferente, claro. Não soava como Marie -e nem deveria soar. Soava como Lena.” Segundo ele, foi nesse momento que percebeu que havia encontrado uma forma possível de levar as músicas adiante.

    Desde então, a dupla fez cerca de 45 shows juntos, passando por Europa, África do Sul e Austrália. A sequência de apresentações no último verão europeu ajudou a consolidar o formato da turnê. “Ela sabe lidar com grandes plateias”, diz Gessle. Lena assumiu o papel de frente do show com estilo próprio, sem tentar reproduzir a interpretação original.

    O projeto, no entanto, tem limites bem definidos. “Não estou criando uma nova banda”, afirma. Segundo ele, a ideia não é transformar a formação atual em um novo Roxette.

    “Estamos trazendo o catálogo de volta ao palco.” Gessle diz que já gravou músicas com Lena, mas elas não devem sair com o nome do grupo.

    Mesmo uma faixa recente, “Bad Blood”, segue essa lógica. O lançamento saiu como um trabalho paralelo, assinado por Per e Lena, e não como um single do Roxette. Para ele, isso ajuda a manter clara a divisão entre o legado da banda e novos projetos.

    Nos shows, a preocupação é manter as músicas próximas das versões originais. Parte disso vem da própria formação, que inclui músicos que já tocaram com o Roxette, como o produtor Clarence Öfwerman e o guitarrista Jonas Isacsson.

    “Queremos ser fiéis às gravações”, afirma. Ele também destaca a decisão de não usar bases pré-gravadas. “Tudo é tocado ao vivo. Sempre foi assim. Às vezes a música fica mais longa, às vezes mais curta. Às vezes funciona melhor, às vezes menos.”

    A reação do público, diz ele, mudou -mas não desapareceu. “É diferente.” A presença de Lena altera o show, mas as canções continuam reconhecíveis.

    “Soa como Roxette -mas não é igual.” Para explicar essa transição, ele compara com outras bandas que seguiram em frente após mudanças de vocalista, como o Queen com Adam Lambert ou o AC/DC que teve Axl Rose à frente.

    Em 2026, o Roxette completa 40 anos desde o primeiro álbum e alcança uma nova marca: “It Must Have Been Love”, de 1986, que foi trilha do filme “Pretty Woman”, com Julia Roberts, ultrapassou 1 bilhão de execuções no Spotify, com algo entre 600 mil e 700 mil reproduções diárias. Muitas outras foram trilhas de novelas brasileiras.

    “É difícil entender como uma canção tão antiga ainda é tão ouvida”, diz Gessle. Com mais de 80 milhões de discos vendidos, o Roxette se consolidou como o maior sucesso pop sueco desde o ABBA.

    Ao falar dessa influência, ele volta à formação musical. “A música sueca é muito melódica. Isso faz parte do nosso DNA”, afirma. Ele menciona também a tradição do folk no norte da Europa. “Temos mais melodia do que ritmo.” Para ele, essa pode ser uma das razões pelas quais as músicas continuam sendo ouvidas décadas depois. “Não sei exatamente por que funciona. Mas funciona.”

    ROXETTE LIVE!

    Quando terça-feira (14), às 20h30 (portões às 18h30)
    Onde Espaço Unimed (r. Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo)
    Preço de R$ 235,20 (pista) a R$ 492 (camarote); no Ticketmaster ou local do show
    Classificação 16 anos

    Per Gessle, do Roxette, diz que Marie Fredriksson está sempre no palco em espírito

  • Corinthians endurece cobrança de R$ 35 milhões contra 11 times brasileiros

    Corinthians endurece cobrança de R$ 35 milhões contra 11 times brasileiros

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians mudou a postura em relação à cobrança de dívidas no futebol brasileiro e acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), órgão da CBF, para receber valores pendentes de outros clubes.

    A reportagem apurou que o montante cobrado pelo clube gira em torno de R$ 35 milhões. Os valores são referentes a negociações envolvendo vendas e empréstimos de atletas nos últimos anos.

    A diretoria corintiana optou por deixar de lado tentativas de acordos informais e passou a buscar a resolução dos casos por vias institucionais, conforme a reportagem apurou.

    A avaliação interna é de que havia demora na quitação das pendências, o que motivou a adoção de medidas mais firmes. A cobrança via CNRD é vista como forma de dar celeridade aos processos.

    De acordo com informações publicadas inicialmente pela Central do Timão e confirmadas pela reportagem, o Corinthians acionou 11 clubes na CNRD. São eles: Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Coritiba, Vasco, Botafogo, Ponte Preta, Santa Cruz, Sport e Bahia.

    Os valores individuais das cobranças são mantidos sob sigilo. A soma total, porém, é estimada em aproximadamente R$ 35 milhões.

    Corinthians endurece cobrança de R$ 35 milhões contra 11 times brasileiros

  • Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet

    Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet

    Relatório cita indícios de crimes de responsabilidade ligados ao caso Banco Master e inclui ministros do STF e o procurador-geral; documento ainda será analisado pela comissão e pode ter votação adiada caso haja pedido de vista

    O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandres de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

    A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades como o de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e o de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.

     

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    Essas infrações, previstas na Lei 1.079 de 1950, são passíveis de julgamento pelo próprio Senado. O relatório de 221 páginas apresentado nesta terça-feira (14) ainda precisa ser aprovado pela Comissão.

    Um pedido de vista pode adiar a votação do texto.

    “É razoável que a decisão sobre indiciamentos se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”, destacou o relator da CPI, ao considerar a limitação de recursos da comissão.

    O senador sergipano alega que o Brasil já testemunhou investigações, julgamentos e condenações de figuras do Executivo e Legislativo, “mas jamais de integrantes das altas cortes da Justiça”.

    A assessoria do procurador-geral Paulo Gonet informou que ele não comentaria o assunto. Já a assessoria do STF não respondeu o contato até a publicação desta reportagem.

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  • Hezbollah rejeita negociação do governo do Líbano com Israel

    Hezbollah rejeita negociação do governo do Líbano com Israel

    Naim Qassem, atual líder da facção xiita libanesa, um dos principais aliados regionais do Irã, descreveu as negociações como inúteis em discurso televisionado, e afirmou que vai continuar a confrontar ataques israelenses no Líbano

    (CBS NEWS) – O Hezbollah instou o governo do Líbano nesta segunda-feira (13) a cancelar as negociações para o fim do conflito com Israel, previstas para ocorrer nesta terça (14), em Washington, com mediação dos Estados Unidos.

    Naim Qassem, atual líder da facção xiita libanesa, um dos principais aliados regionais do Irã, descreveu as negociações como inúteis em discurso televisionado, e afirmou que vai continuar a confrontar ataques israelenses no Líbano.

    Wafiq Safa, autoridade do conselho político do grupo, afirmou ainda em entrevista coletiva à imprensa internacional que a facção “não está vinculada ao que for concordado [entre Líbano e Israel]”. “Não estamos interessados ou preocupados com os resultados das negociações”, afirmou Safa.

    Muita incerteza envolve a rara conversa entre as duas partes -formalmente em guerra desde a criação do Estado de Israel. Além da agora pública oposição do Hezbollah ao diálogo com o adversário, Tel Aviv também afirmou que não vai discutir em Washington uma trégua com a facção; Beirute diz que pretende pressionar por um cessar-fogo durante a conversa.

    O governo libanês é a parte com menor margem de manobra. Enquanto vê bombas caírem na capital e seu território ao sul voltar a ser ocupado por Israel, precisa balancear as negociações para que o Hezbollah não se sinta fundamentalmente ameaçado como organização.

    Isso porque o grupo extremista é também um partido político com ampla relevância social e capilaridade no país, em particular em áreas de maioria muçulmana xiita.

    Além disso, como a política libanesa funciona sobre uma base sectária, ou seja, dividida de modo que o governo reflita ao menos em parte sua diversidade religiosa, aliados do Hezbollah detêm posições até mesmo no gabinete nacional.

    Militarmente a situação também não favorece posições mais duras do governo libanês contra a facção, que possui poder bélico maior do que o próprio Exército do país.

    Na frente de combate, as Forças Armadas de Israel completaram o cerco à cidade de Bint Jbeil, logo após a fronteira, no sul do Líbano, e iniciou um ataque terrestre no local, segundo um porta-voz militar israelense e funcionários de segurança libaneses afirmaram à agência Reuters.

    Os funcionários libaneses dizem que combatentes do Hezbollah entrincheirados na cidade estavam prontos para lutar até a morte, citando a importância estratégica e simbólica de Bint Jbeil, um reduto da facção, capital provincial e porta de entrada para as aldeias vizinhas. Oficiais israelenses esperam controle operacional total da cidade em poucos dias.

    O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, cruzou a fronteira neste domingo (12) e visitou tropas israelenses que ocupam o vizinho.

    “Nós evitamos uma invasão vinda do Líbano graças a essa zona de segurança”, disse Netanyahu aos soldados. “Ainda há mais a ser feito, e estamos fazendo. Estamos repelindo o perigo das munições antitanque e estamos lidando com foguetes”, afirmou o primeiro-ministro, que esteve no território libanês acompanhado do ministro da Defesa, Israel Katz, e de altos comandantes militares.

    Ainda nesta segunda-feira, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que houve um ataque a um centro da organização em Tiro, no sul do Líbano. A agência de notícias estatal do Líbano relatou a morte de uma pessoa no ataque, mas não revelou a identidade da vítima.

    O Exército de Israel afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e estava investigando relatos de que o ataque havia causado danos a um centro da Cruz Vermelha. Os militares não identificaram o indivíduo que disseram ter matado.

    As forças de Tel Aviv afirmaram ainda que um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte de Israel. O projétil atingiu um prédio residencial de três andares, segundo o corpo de bombeiros, e uma mulher ficou ferida por estilhaços, de acordo com socorristas.

    O Exército israelense também disse que interceptou mais de 10 drones e foguetes lançados contra Israel a partir do Líbano entre a manhã e o fim da tarde.

    Uma autoridade de segurança estrangeira baseada no Líbano disse que a tomada de Bint Jbeil daria a Israel melhor controle sobre toda a faixa da fronteira sudeste do Líbano, restando apenas a área oeste da zona fronteiriça, que é em grande parte floresta e de mais difícil acesso.

    Hezbollah rejeita negociação do governo do Líbano com Israel

  • Após recorde de endividamento, mais famílias buscam crédito emergencial

    Após recorde de endividamento, mais famílias buscam crédito emergencial

    O nível de endividamento total das famílias chegou aos 49,7%, e o comprometimento da renda mensal chegou a cerca de 29,3%, segundo dados divulgados do BC. Gonçalves afirma que, com o alto volume de endividamento, pode haver uma desaceleração mais rápida da economia do que o planejado

    (FOLHAPRESS) – As famílias brasileiras estão recorrendo ao uso de créditos emergenciais como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial para quitar as dívidas em meio ao pico histórico de endividamento atingido em janeiro.

    Enquanto o crédito de longo prazo -que abrange modalidades como consignado, não consignado, financiamento de veículos e outros bens- cresceu cerca de 12,5%, as modalidades emergenciais saltaram 23% em fevereiro deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Termômetro do Crédito, realizado pela ABBC (Associação Brasileira de Bancos) com base em dados do Banco Central.

    “As famílias já estão endividadas e a oferta de crédito barato também foi reduzida. Então, a conjugação de todos esses aspectos, produz esse movimento de um crescimento de linhas de maior risco”, diz Everton Gonçalves, diretor de economia, regulação e produtos da ABBC.

    O nível de endividamento total das famílias chegou aos 49,7%, e o comprometimento da renda mensal chegou a cerca de 29,3%, segundo dados divulgados do BC. Gonçalves afirma que, com o alto volume de endividamento, pode haver uma desaceleração mais rápida da economia do que o planejado.

    “Por enquanto o mercado continua com níveis recordes de taxa de emprego, de crescimento, de salário, mas pode ocorrer uma mudança e isso preocupa”, disse.

    As linhas emergenciais são as de maior risco e de custo mais elevado do mercado. Por exemplo, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo atingiu o patamar de 435,9% ao ano, como divulgado pelo BC.

    Desde janeiro de 2024, está em vigor a norma que estabelece que a dívida de quem atrasa o pagamento da fatura do cartão de crédito não pode superar o dobro do montante original. Isso significa que a taxa de juros é limitada a um teto de 100% do valor da dívida contraída.

    Hoje, a taxa de juros básica (Selic) da economia está em 14,75% ao ano.

    Segundo o levantamento da ABBC, o cartão de crédito rotativo é a modalidade que mais gerou inadimplência para a pessoa física, com 59,7%, seguido pelo cheque especial, com 14,4%.

    A linha de crédito do rotativo é recomendada por especialistas apenas em casos emergenciais. O rotativo é acionado quando o cliente não paga o valor integral da fatura do cartão de crédito na data de vencimento.

    Como a Folha de S. Paulo mostrou, governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja autorizar um saque extraordinário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar dívidas das famílias. Os estudos são para liberar 20% dos valores para quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 8.105).

    Já as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) sofrem um impacto mais profundo do que as grandes corporações nesse cenário de crédito restrito.

    O movimento de desaceleração da economia, reflexo da política monetária adotada pelo Banco Central, provocou uma deterioração na carteira de crédito voltada para as MPMEs.

    Essa deterioração gerou uma disparidade no mercado. Enquanto a taxa de inadimplência das pequenas e médias empresas atingiu 5,9%, a das grandes empresas permaneceu controlada em 0,6%.

    “As pequenas e médias empresas sempre são mais impactadas porque elas têm uma sensibilidade ao movimento da economia maior do que as grandes empresas”, explica o diretor da ABBC.

    Como não conseguem captar recursos no mercado de capitais e enfrentam juros altos nos bancos, a principal ajuda para as pequenas e médias empresas tem vindo das modalidades de recursos direcionados (RD), como os programas vinculados ao BNDES, FGI e PEAC-FGI, como mostra o levantamento da ABBC.

    Essas linhas governamentais oferecem taxas de juros mais acessíveis e focam no financiamento de médio e longo prazo, com fontes de recursos próprias.

    Após recorde de endividamento, mais famílias buscam crédito emergencial

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  • Jordana admite ter comido o frango e bebido o suco de Ana Paula no BBB 26

    Jordana admite ter comido o frango e bebido o suco de Ana Paula no BBB 26

    A uma semana da final, porém, o assunto foi trazido de volta à tona por Milena, que, em conversa descontraída na sala no começo da noite, perguntou para Jordana se ela foi a responsável por acabar com o suco

    (CBS NEWS) – Segredos foram revelados na reta final do BBB 26 (Globo). Nesta segunda-feira (13), Jordana Morais decidiu admitir que foi ela quem comeu o frango e bebeu o suco preparados por Milena Moreira para que Ana Paula Renault se alimentasse após cumprir mais uma rodada do castigo do monstro.

    Na sexta-feira, 27 de março, Solange Couto ganhou a prova do anjo e colocou Ana Paula e Milena no monstro, tirando as duas do VIP durante o reinado da jornalista. No mesmo dia, mais tarde, a recreadora infantil deixou um prato de comida e um suco preparado para a amiga quando ela terminasse de cumprir o seu tempo de castigo.

    Rival da dupla, Jordana decidiu comer o frango preparado por Milena e beber o suco. A sister consumiu o alimento sem que as adversárias soubessem e, mais tarde, falou para seus aliados que, caso elas perguntassem, a advogada se faria “de palhaça”.

    A uma semana da final, porém, o assunto foi trazido de volta à tona por Milena, que, em conversa descontraída na sala no começo da noite, perguntou para Jordana se ela foi a responsável por acabar com o suco.

    “Sabia! E o frango foi você [quem comeu] também!”, exclamou a sister, rindo, após confirmação da brasiliense.

    Na ocasião, Milena ficou revoltada ao descobrir que a comida e o suco tinham sido consumidos por outra pessoa e chegou a preparar uma bebida com ingredientes incomuns, incluindo água do descongelamento de frango, restos de ovo e limão. A sister levou uma advertência da produção do programa.

    Jordana admite ter comido o frango e bebido o suco de Ana Paula no BBB 26

  • "O WhatsApp é talvez a maior fraude da história”, diz líder do Telegram

    "O WhatsApp é talvez a maior fraude da história”, diz líder do Telegram

    Pavel Durov critica criptografia do app e acusa plataforma de compartilhar dados com terceiros; Meta rebate e afirma que mensagens seguem protegidas por tecnologia de ponta a ponta

    O cofundador e CEO do Telegram, Pavel Durov, voltou a atacar publicamente o WhatsApp, colocando em dúvida a segurança da criptografia da plataforma.

    Em uma publicação na rede social X, Durov afirmou que a proteção oferecida pelo rival não é confiável. “A ‘encriptação’ do WhatsApp é talvez a maior fraude contra os consumidores da história — enganando milhares de milhões de utilizadores”, escreveu. “Apesar do que afirma, [o WhatsApp] lê as mensagens dos utilizadores e partilha-as com terceiros. O Telegram nunca fez isto e nunca o fará”..

    Na sequência, o executivo direcionou críticas ao sistema de backup do aplicativo. Segundo ele, grande parte das mensagens trocadas acaba sendo armazenada sem proteção adequada em serviços de nuvem. “A alegada ‘encriptação de ponta a ponta’ do WhatsApp é uma fraude gigantesca contra o consumidor: cerca de 95% das mensagens privadas no WhatsApp acaba em cópias de segurança em texto simples nos servidores da Apple e da Google, sem encriptação de ponta a ponta”, afirmou. “A encriptação da cópia de segurança é opcional e poucas pessoas a ativam, muito menos usam palavras-passe fortes”.

    Durov também afirmou que, mesmo quando o usuário ativa a proteção dos backups, o risco continua por causa dos contatos. “Acrescente-se o facto de o WhatsApp armazenar e divulgar com quem se conversa e o cenário é alarmante”, disse. “A Apple e a Google divulgam a terceiros as mensagens em cópias de segurança do WhatsApp milhares de vezes por ano. Entretanto, o Telegram não divulgou um único byte das mensagens dos seus utilizadores nos seus mais de 12 anos de história”.

    Essa não é a primeira vez que o executivo faz críticas ao WhatsApp. Em outras ocasiões, ele já declarou que o aplicativo “nunca será seguro” e o classificou como “uma imitação barata e diluída do Telegram”. “Há anos que tentam desesperadamente copiar as nossas inovações enquanto queimam milhares de milhões em lobbying e campanhas de relações públicas para nos abrandar”, afirmou. “Falharam. O Telegram cresceu, tornou-se lucrativo e, ao contrário do nosso concorrente, mantivemos a independência”.

    As declarações surgem em meio a um processo contra a Meta, dona do WhatsApp, nos Estados Unidos. A ação acusa a empresa de conseguir “armazenar, analisar e aceder a virtualmente todas as conversas alegadamente privadas dos utilizadores do WhatsApp”.

    De acordo com a Bloomberg, o processo foi apresentado por um grupo internacional de usuários, incluindo pessoas da Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul. Os autores afirmam que obtiveram informações por meio de denunciantes internos, mas não detalharam as fontes.

    Os denunciantes sustentam que, apesar da criptografia de ponta a ponta, a Meta teria acesso ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma.

    Em resposta, a empresa negou as acusações. “Qualquer alegações de que as mensagens das pessoas no WhatsApp não são encriptadas são categoricamente falsas e absurdas”, informou em comunicado. “Há dez anos que o WhatsApp tem encriptação de ponta a ponta usando o protocolo da Signal. O processo é uma obra de ficção sem fundamento”.

    A Meta também afirmou que pretende adotar medidas legais contra os responsáveis pela ação, que buscam transformar o caso em uma ação coletiva envolvendo mais de 2 bilhões de usuários do aplicativo.
     
     

     

    "O WhatsApp é talvez a maior fraude da história”, diz líder do Telegram

  • Espanha inicia processo para regularizar meio milhão de imigrantes

    Espanha inicia processo para regularizar meio milhão de imigrantes

    Medida permitirá que imigrantes solicitem regularização até 30 de junho, garantindo acesso a direitos e integração formal ao mercado de trabalho; governo defende impacto positivo na economia e no envelhecimento da população, enquanto oposição criticava proposta semelhante no Parlamento

    O governo da Espanha aprovou nesta terça-feira (14) um decreto que permite iniciar imediatamente um processo extraordinário de regularização de imigrantes, que pode beneficiar cerca de meio milhão de pessoas. A medida já havia sido anunciada no fim de janeiro.

    “Um ato de normalização, de reconhecer a realidade de quase meio milhão de pessoas que já fazem parte da nossa vida quotidiana. E também um ato de justiça e uma necessidade” de um país “que envelhece” e que “sem novas pessoas a trabalhar e a descontar para a segurança social” verá a “prosperidade travada”, afirmou o primeiro-ministro Pedro Sánchez em publicação nas redes sociais.

    O decreto será publicado na quarta-feira e entra em vigor imediatamente. A partir de quinta-feira, os imigrantes poderão solicitar a regularização até o dia 30 de junho, segundo informou a ministra da Inclusão, Segurança Social e Migrações, Elma Saiz, em coletiva de imprensa em Madri.

    Para dar conta da demanda, o governo reforçou em 550 pessoas as equipes responsáveis pelo processo, acrescentou a ministra.

    A iniciativa será implementada por meio de um decreto do Executivo, sem necessidade de aprovação do Parlamento. Uma proposta semelhante, baseada em uma petição popular com 700 mil assinaturas e o apoio de cerca de 900 instituições, incluindo a Igreja Católica, chegou a ser aceita para debate, mas está travada desde abril de 2024 por partidos de direita e extrema direita.

    Elma Saiz afirmou que a medida tem “tripla legitimidade, social, política e económica”, destacando que, apesar do impasse no Parlamento, a proposta conta com amplo apoio de sindicatos, entidades empresariais e organizações sociais. Segundo ela, essas instituições vêm defendendo a regularização “há meses ou até anos”.

    A ministra ressaltou que a iniciativa vai beneficiar pessoas que já vivem no país, garantindo a elas “plenos direitos” e a possibilidade de também “cumprir as suas obrigações”. Ela citou ainda estudos que apontam a imigração como um fator importante para o crescimento econômico da Espanha e para o rejuvenescimento da população.

    O processo é voltado a estrangeiros que estavam vivendo no país há pelo menos cinco meses até 31 de dezembro de 2025 ou que tenham solicitado proteção internacional até essa mesma data, desde que não possuam antecedentes criminais.

    A estimativa do governo é que cerca de 500 mil pessoas sejam regularizadas com essa medida.

    Segundo dados do think tank Funcas, aproximadamente 840 mil pessoas viviam em situação irregular na Espanha em 2025. O mesmo estudo aponta que o número de estrangeiros de fora da União Europeia nessa condição cresceu significativamente, passando de 107 mil em 2017 para 840 mil em 2025.

    Desde 1986, a Espanha já realizou nove processos extraordinários de regularização migratória, promovidos por governos de diferentes orientações políticas. O mais recente ocorreu em 2005, quando mais de 575 mil pessoas tiveram a situação regularizada.
     

     
     

    Espanha inicia processo para regularizar meio milhão de imigrantes

  • 55% dizem acreditar que ministros do STF estão envolvidos no caso do Banco Master, indica Datafolha

    55% dizem acreditar que ministros do STF estão envolvidos no caso do Banco Master, indica Datafolha

    Esses três grupos somados totalizam quase 70% dos entrevistados que dizem ter tomado conhecimento, ao menos de ouvir falar, das suspeitas de envolvimento de membros do STF neste que tem sido um dos principais motivos de desgaste da corte nos últimos meses

    (CBS NEWS) – Segundo a mais recente rodada do Datafolha, 55% dos brasileiros tiveram conhecimento das suspeitas de ligação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com o caso do Banco Master e acreditam que haja magistrados da corte envolvidos no episódio.

    Outros 4%, por outro lado, dizem não acreditar que exista algum nível de participação dos membros do tribunal no caso, enquanto uma parcela de 10% diz não saber se há ou não envolvimento dos ministros.

    Esses três grupos somados totalizam quase 70% dos entrevistados que dizem ter tomado conhecimento, ao menos de ouvir falar, das suspeitas de envolvimento de membros do STF neste que tem sido um dos principais motivos de desgaste da corte nos últimos meses.

    Já os que responderam não ter tido nenhum conhecimento sobre o tema correspondem a 30% da população. Não foi questionada a opinião desde grupo quanto a se acreditavam haver ou não ligação dos ministros com o caso.

    Ao todo, foram ouvidas 2.004 pessoas pelo instituto de 7 a 9 de abril, em 137 municípios pelo Brasil. A margem de erro para a amostra total é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03770/2026.

    Desde o fim do ano passado, revelações sobre os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, aproximando-os do escândalo do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, têm sido um dos principais combustíveis da crise pública em que a corte se vê implicada.

    Em meio a isso, ocorre a pressão pela aprovação de um código de ética mais detalhado e aplicável aos membros do tribunal, bem como movimentações em defesa de que os ministros sejam investigados.

    A pesquisa Datafolha mostra ainda que a opinião sobre a existência ou não de elos de integrantes da corte com o episódio varia quando se olha para intenção de voto declarada pelo respondente.

    Enquanto 42% daqueles que dizem que pretendem votar em Lula (PT) na eleição deste ano acreditam no envolvimento de ministros no caso Master, esse índice salta para 70% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL). Entre aqueles que declaram voto em branco, nulo ou em nenhum candidato, esse percentual é de 48%.

    Se, na amostra geral, 30% dizem não conhecer os relatos das suspeitas que pairam sobre os ministros, entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, esse percentual chega a 48%. Também tem patamar mais alto, na casa dos 42%, entre os que têm apenas o ensino fundamental e também entre quem diz que vai votar em branco ou nulo.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, críticas recentes vocalizadas tanto pelo presidente Lula contra o tribunal quanto por alguns de seus aliados foram uma forma de tentar conter o desgaste político causado pelo escândalo do Banco Master. A intenção é impedir que a direita tenha vantagem eleitoral com o caso.
    Em entrevista na última semana, Lula relatou ter dito a Moraes para que não deixasse que o “caso do Vorcaro” jogasse fora sua biografia como ministro, destacando sua condução do julgamento do 8 de Janeiro.

    Entre os questionamentos ao ministro estão o contrato do Master com o escritório de sua esposa, Viviane Barci. Documentos da Receita Federal divulgados na semana passada indicam transferências que chegaram a R$ 80,2 milhões em dois anos. O escritório admitiu publicamente em março, pela primeira vez, que prestou serviços ao banco e, sobre os valores, se restringiu a dizer que não confirmava “informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

    Outro motivo de desgaste a Moraes foi a relevação de que ele teria trocado mensagens com Vorcaro, inclusive no dia em que o ex-banqueiro foi preso pela primeira vez. O ministro nega.

    Toffoli, por sua vez, que foi o primeiro relator do caso Master na corte e tomou uma série de decisões controversas nesse período, só deixou o caso após intenso desgaste. Mesmo sua saída se deu de modo bastante atípico, após uma reunião a portas fechadas com seus pares, da qual saiu uma nota declarando apoio ao ministro. Naquela semana, a Polícia Federal tinha encaminhado um relatório ao presidente da corte, Edson Fachin, relatando suspeitas sobre o caso.

    Pesam contra Toffoli a indicação de pagamentos feitos à empresa Maridt, que tem o ministro entre os sócios, e que vendeu participação no resort Tayayá, no Paraná, a um fundo de investimentos usado na engrenagem de fraudes do Master. O magistrado diz que a transação foi devidamente declarada e nega ser amigo ou ter recebido dinheiro de Vorcaro.

    Outro ministro que foi atingido pelo caso Master é Kassio Nunes Marques. Documentos indicam que ele viajou em um avião da Prime Aviation, empresa que tinha Daniel Vorcaro como um dos sócios, de Brasília para Maceió, em novembro. A viagem foi organizada e paga pela advogada Camilla Ewerton Ramos, de acordo com o próprio ministro. Ela atua para o banco.

    Também Gilmar Mendes pegou carona em um avião dessa mesma empresa, em voo oferecido ao magistrado pelo maior acionista da MBRF, Marcos Molina. O ministro afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que não sabia das relações de Vorcaro com a Prime Aviation.

    Conforme revelou a Folha de S. Paulo, documentos indicam que Moraes e Toffoli também usaram aviões da Prime Aviation.

    Os termos do acordo de delação de Vorcaro estão sendo negociados em conjunto pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e pela Polícia Federal. Em etapas iniciais, advogados que representavam o ex-banqueiro chegaram a sugerir aos investigadores que não fossem mencionados ministros do Supremo. A ideia teria sido rechaçada, porém, dado que não se poderia dar ao delator a prerrogativa de selecionar quem seria acusado ou poupado.

    55% dizem acreditar que ministros do STF estão envolvidos no caso do Banco Master, indica Datafolha

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  • São Paulo conta com Luciano e Calleri para tentar convencer na Copa Sul-Americana

    São Paulo conta com Luciano e Calleri para tentar convencer na Copa Sul-Americana

    Após a derrota para o Vitória pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo tenta reagir nesta terça-feira contra o O’Higgins, pela Copa Sul-Americana. A partida, válida pelo Grupo C, será disputada às 19h (de Brasília), no MorumBis.

    Apesar de ter vencido na estreia, contra o Boston River, em Montevidéu, o time tricolor não apresentou bom desempenho, prejudicado também pelas condições climáticas, com vento forte e chuva.

    Na sequência, veio o tropeço no Brasileirão. Para tentar melhorar o rendimento, o técnico Roger Machado conta com os retornos de Luciano e Calleri. Os dois não atuaram nas partidas contra Boston River e Vitória. O argentino estava em protocolo de concussão após choque contra o Cruzeiro, enquanto o camisa 10 se recuperava de uma sobrecarga na panturrilha direita.

    Por outro lado, o treinador ainda lida com desfalques. Bobadilla, que levou pontos no pé direito após uma dividida contra o Boston River, é dúvida. Ele não participou dos últimos treinos e só deve ser relacionado caso apresente evolução. Na defesa, Sabino segue poupado por dores na panturrilha, apesar de não ter lesão confirmada. A expectativa é de retorno no duelo contra o Vasco, pelo Brasileirão.

    Desde a chegada de Roger Machado, o São Paulo ainda busca regularidade, em meio à desconfiança de parte da torcida após a saída de Hernán Crespo. A equipe vem alternando formações, mas, até agora, apenas a goleada sobre o Cruzeiro teve desempenho mais convincente.

    Quem vencer o confronto desta terça assume a liderança do Grupo C. Na primeira rodada, além da vitória do São Paulo, o O’Higgins superou o Millonarios por 2 a 0 e lidera pelo saldo de gols.

    O time chileno disputou a fase preliminar da Libertadores, eliminando o Bahia nos pênaltis. Na etapa seguinte, venceu o Tolima por 1 a 0 no primeiro jogo, mas perdeu por 2 a 0 na volta e acabou na Sul-Americana.

    Na liga chilena, o O’Higgins ocupa apenas a oitava posição. A equipe tem como principal força o desempenho em casa, no Estádio El Teniente, em Rancagua, onde dominou o Millonarios na estreia continental.

    O time comandado por Lucas Bovaglio, porém, não se destaca pela posse de bola ou construção de jogadas. Na estreia, os gols saíram em jogadas aéreas, após cruzamentos.

    Na última rodada do campeonato nacional, o O’Higgins perdeu para o Huachipato. O segundo gol adversário chamou atenção após falha do goleiro Omar Carabalí, que deixou a bola escapar dentro da área, permitindo o gol com o gol vazio.

    Entre os destaques, está o meia argentino Francisco González, de 25 anos, responsável por uma assistência na vitória sobre o Millonarios e com boa presença ofensiva.

     

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    FICHA TÉCNICA

    SÃO PAULO X O\’HIGGINS

    SÃO PAULO – Rafael; Lucas Ramon, Rafael Tolói, Alan Franco e Wendell; Marcos Antônio, Danielzinho e Luciano; Artur, Calleri e Ferreirinha. Técnico: Roger Machado.

    O\’HIGGINS – Omar Carabalí; Felipe Faúndez, Nicolás Garrido, Leandro Díaz e Joaquín Muñoz; Felipe Ogaz, Juan Leiva e Martín Maturana; Martín Sarrafiore, Arnaldo Castillo e Francisco González. Técnico: Lucas Bovaglio.

    ÁRBITRO – Dario Herrera (ARG).

    HORÁRIO – 19h (de Brasília).

    LOCAL – MorumBis, em São Paulo.

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    Notícias ao Minuto | 06:05 – 14/04/2026

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