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  • ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

    ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O último domingo ficou marcado por protestos contra o feminicídio e a violência contra a mulher nas ruas do Brasil. Algumas mulheres da imprensa esportiva, no entanto, vivenciaram problemas ao longo da jornada derradeira do Campeonato Brasileiro.

    Nani Chemello, da Rádio Inferno, viveu momentos de tensão no Beira-Rio, em Porto Alegre. Após a confirmação da permanência do Internacional na Série A, ela foi confrontada e constrangida por Bernabei, lateral do Colorado.

    “O Bernabei chega para falar comigo, só que eu não imaginei que ele mexeria no meu fone, ele tira e grita no meu ouvido, bota o fone no meu ouvido, sai para o outro lado, vira para trás e fala de novo: “fala agora”. Ele veio querer provocar e, de certa forma, me intimidar. Me senti desrespeitada no meu ambiente de trabalho, ele não tem direito de mexer no meu equipamento e gritar no meu ouvido. E aí, por ter falado do assunto, tem muita gente me chamando de oportunista, dizendo que eu quero aparecer mais que o Inter. Mas, sendo bem sincera, o que eu espero é uma retratação aí pública do Bernabei para que todas as pessoas que estão me ofendendo entendessem ele errou”, disse Nani Chimello, ao UOL.

    Em Santos, Aline Gomes estava realizando um “ao vivo” pela CazéTV nos arredores da Vila Belmiro. Ela teve o microfone puxado e se machucou, assim como seu cinegrafista, por um torcedor do Peixe.

    “Eu não sei porque acontece isso, sabe? Eu não sei se tem certas pessoas dentro da mídia esportiva, da imprensa, dos jogadores, enfim, da torcida. Eu não sei se eles se sentem ameaçados por nós, que a gente está conquistando um espaço que sempre foi majoritariamente masculino. E nesta hoje em dia a gente tá chegando mais, não só trabalhando, mas opinando. Enfim, em qualquer área envolvendo futebol, as mulheres estão crescendo cada vez mais”, disse Aline Gomes, ao UOL.

    O QUE ACONTECEU DEPOIS?

    Os desdobramentos foram de suma importância para garantir a segurança das profissionais. Tanto Nani quanto Aline receberam o apoio dos respectivos clubes, torcidas organizadas e companheiros jornalistas.

    No caso da gaúcha, contudo, faltou a retratação de Bernabei. Até o momento da publicação desta reportagem, não houve qualquer tipo de comunicado.

    O agressor de Aline e seu cinegrafista não foi identificado. Segundo a repórter, ele utilizava um uniforme de uma torcida organizada do Santos.

    “Como se espalhou ali entre a direção do Inter, após a coletiva, o D’Alessandro, o André Mazucco e o Jorge, que é do jurídico do Inter, vieram falar comigo e me pediram desculpas pelo acontecido, disseram que o atleta estava errado, que ele não devia fazer isso e que em nome do clube eles estavam pedindo desculpas e que conversariam com ele internamente sobre o assunto”, disse Nani.

    “Ele ainda tomou cuidado de passar por pelo lado onde não estava a câmera e ele passou muito rápido. Então infelizmente a gente não consegue identificar com tanta clareza quem é. O Santos entrou em contato comigo também, eu achei bem legal, assim como uma das organizadas do Santos. Eles estão tentando identificar o cara”, complementou Aline.

    GOSTO AGRIDOCE

    Passado o susto, Nani disse que recebeu inúmeras mensagens de carinho, embora alguns torcedores ainda tenham ficado do lado do atleta. Esse fato, para ela, desanima.

    “A repercussão acabou sendo muito maior do que eu imaginava, muito, muito, muito mesmo, assim. E por conta dessa repercussão eu ganhei muitas mensagens positivas, mas eu recebi e estou recebendo muitas mensagens ofensivas e eu estou evitando ver as publicações que estão sendo feitas sobre o caso, porque os comentários”, explicou.

    O ano ainda reservou outros casos de violência e intimidação contra mulheres na mídia esportiva. Em novembro, a repórter Duda Dalponte, da TV Globo, teve seu cabelo puxado durante a cobertura do AeroFla para a final da Libertadores.

    Outros dois casos marcantes também ficam na memória. Renata Medeiros, da Rádio Gaúcha, foi insultada por um torcedor do Internacional: “Sai daqui, sua pu%$”. Três dias depois, Bruna Dealtry, do Esporte Interativo, sofreu uma tentativa de beijo de um torcedor do Vasco antes de jogo da Libertadores.


    ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

  • Defesa de Filipe Martins diz que Cid é culpado e controlou narrativa da PGR na trama golpista

    Defesa de Filipe Martins diz que Cid é culpado e controlou narrativa da PGR na trama golpista

    Advogado de Fernando Oliveira, que integrou Ministério da Justiça, nega influência sobre PRF; julgamento inclui blitzes da PRF, Punhal Verde e Amarelo e minuta do golpe

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – As defesas do núcleo da trama golpista composto por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que tinham cargos estratégicos negaram, nesta terça-feira (9), a participação em irregularidades durante o segundo turno nas eleições de 2022 e após a derrota para Lula (PT) na eleição.

    Eles se manifestam à Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) após a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que reiterou o pedido de condenação dos réus do núcleo.

    Os principais réus do procesos são o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, o general Mário Fernandes e o ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência Filipe Martins. Além deles, outros três réus são julgados no processo.

    Filipe Martins foi presencialmente à sessão de julgamento desta terça. Ao se manifestar para os magistrados, seu advogado, Jeffrey Chiquini, atribuiu ao tenente-coronel Mauro Cid a responsabilidade pela tentativa de golpe de Estado. Também disse que ele controlou a narrativa das acusações.

    Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro e fez uma delação premiada que ajudou a fundamentar a denúncia contra os réus dos processos.

    “Filipe Martins foi preso por uma viagem que não fez -por culpa de Mauro Cid-, foi denunciado por uma minuta que não existe -por culpa de Mauro Cid- e é será julgado por reuniões que não participou -por culpa de Mauro Cid”, disse o advogado.

    Martins, que foi assessor internacional de Bolsonaro, foi preso no início de 2024 após a PF identificar que o nome dele constava na lista de passageiros que embarcariam com destino aos EUA na comitiva presidencial. O documento foi encontrado em mídia de Mauro Cid.

    No dia 14 de julho de 2025, entretanto, Cid afirmou ao Supremo que Martins não constava na lista final de passageiros do voo que levou Jair Bolsonaro aos Estados Unidos depois que o ex-presidente perdeu as eleições.

    Segundo Gonet, Martins “contribuiu para a elaboração do decreto que romperia com as estruturas democráticas do país”, a chamada “minuta do golpe”.

    “Participou, também, da apresentação do documento a representantes das Forças Armadas, com o objetivo de angariar apoio militar para a pretendida derrubada institucional.”

    Chiquini disse que “condenar Filipe Martins é condenar na palavra de Mauro Cid, que não tem credibilidade”. “Mauro Cid criou a minuta golpista, a minuta é dele, ele escreveu a minuta do golpe e ele apresentou a minuta do golpe aos comandantes”, afirmou o advogado.

    O núcleo julgado pelo Supremo também trata do tema das blitze da Polícia Rodoviária Federal no segundo turno das eleições de 2022. Inicialmente, as investigações sobre esse tema eram feitas separadamente pela Polícia Federal, mas a PGR decidiu que deveria entrar na ação principal sobre a tentativa de golpe.

    A defesa de Fernando de Sousa Oliveira (ex-integrante do Ministério da Justiça) também negou as acusações contra seu cliente. Oliveira ocupou um cargo no ministério quando o órgão era comandado por Anderson Torres, que foi condenado no núcleo principal da trama golpista.

    Seu advogado, Guilherme de Mattos Fontes, afirmou que Oliveira não tinha uma posição hierárquica para interferir nas ações da Polícia Rodoviária Federal durante o segundo turno das eleições e que não há prova de vínculo entre ele e o ex-diretor Silvinei Vasques.

    Ainda se manifestarão as defesas de Fernandes, de Marcelo Costa Câmara (ex-assessor da Presidência) e de Marília Ferreira (ex-integrante do Ministério da Justiça).

    Do grupo, o general da reserva Mário Fernandes tem uma das situações mais complicadas no Supremo.

    A Polícia Federal encontrou com o militar documentos com planejamento do assassinato de Lula e do vice Geraldo Alckmin (PSB), com uso de armas militares ou envenenamento em evento público, além de Moraes.

    No interrogatório no STF, o general afirmou que o arquivo “Punhal Verde e Amarelo”, encontrado no seu computador, se tratava de “pensamentos digitalizados” e que nunca foi compartilhado com ninguém.

    Fernandes foi questionado se confirmava a existência do documento e respondeu de forma positiva, mas argumentou que era uma análise do momento do país.

    Os réus, disse Gonet em sua manifestação, “foram responsáveis por gerenciar as principais iniciativas da organização criminosa”.

    “É evidente a contribuição decisiva que proporcionaram para a caracterização dos crimes denunciados, valendo-se de suas posições profissionais relevantes e conhecimentos estratégicos”, afirmou.

    Defesa de Filipe Martins diz que Cid é culpado e controlou narrativa da PGR na trama golpista

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  • Everton Ribeiro e Bahia chegam a acordo de renovação por mais um ano

    Everton Ribeiro e Bahia chegam a acordo de renovação por mais um ano

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Everton Ribeiro ficará mais um ano no Bahia. Clube e jogador já tem acordo verbal para renovar o contrato, que termina no dia 31, por mais uma temporada. A permanência já é celebrada nos bastidores.

    Não houve qualquer empecilho com relação à renovação. A diretoria do clubue baiano e o estafe do jogador têm ótima relação, fator que ajudou nas tratativas.

    Ribeiro tinha cláusula de renovação automática, mas não conseguiu cumpri-la. O meia-atacante tinha que estar em campo por 60 minutos em 60% dos jogos da equipe em 2025.

    Mesmo assim, o Bahia avançou para estender o vínculo. Essa era a ideia da diretoria desde o início do ano, algo que pode acontecer, também, no fim de 2026.

    LIDERANÇA SILENCIOSA

    Desde que chegou a Salvador, Everton Ribeiro tem sido uma das principais referências técnicas do grupo. Porém, essa nem é a grande característica dele no time.

    Diante da sua experiência, o camisa 10 atua como uma liderança silenciosa no vestiário. Não levanta a voz, é inspiração dos companheiros e funciona como uma “segunda voz” para Ceni.

    Esse perfil apaziguador de Ribeiro já era monitorado pelo Bahia. Tanto que, quando o contratou, o clube entrou em acordo para que ele se tornasse um embaixador do Grupo City quando pendurasse as chuteiras.

    A intenção da diretoria do clube é que o jogador encerre a carreira em Salvador. Ribeiro estará com 37 anos quando seu contrato terminar, em dezembro de 2026.

    NÚMEROS DE EVERTON RIBEIRO NO BAHIA

    – 121 jogos
    – 9 gols
    – 16 assistências

    O São Paulo Futebol Club informou que respondeu questionamentos do órgão e está à disposição para novos esclarecimentos; nenhum inquérito foi instaurado até o momento

    Folhapress | 14:23 – 09/12/2025

    Everton Ribeiro e Bahia chegam a acordo de renovação por mais um ano

  • Quase 11 mil aposentados e pensionistas ganham mais do que teto, com custo é de R$ 4 bi, diz pesquisa

    Quase 11 mil aposentados e pensionistas ganham mais do que teto, com custo é de R$ 4 bi, diz pesquisa

    Dos cem maiores salários do Executivo federal, 93 são de militares, aponta o levantamento; a maior remuneração paga no poder Executivo federal recebeu R$ 2,15 milhões

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de servidores inativos que recebem supersalários é de 10,7 mil, segundo levantamento feito em conjunto pela República.org e pelo Movimento Pessoas à Frente, que analisou os pagamentos a servidores em 11 países, inclusive no Brasil, com dados referentes ao período entre agosto de 2024 e julho de 2025.

    Os pagamentos acima do teto aos funcionários que já não trabalham somam R$ 3,98 bilhões.

    Supersalários são aqueles que excedem o teto constitucional remuneratório, atualmente em R$ 46.366,19.

    De acordo com o estudo, há 53,5 mil servidores que recebem mais do que isso. Ou seja, os 10,7 mil inativos que ganham mais do que o teto representam cerca de 23,3% de todos os supersalários da administração pública.

    Em termos monetários, as proporções são semelhantes. O país paga R$ 20,01 bilhões acima dos limites constitucionais, e os R$ 3,98 bilhões que vão para os inativos equivalem a 20,5% do total.

    MILITARES NO ALTO DO RANKING DE GANHOS

    O estudo também analisou os valores pagos a servidores do Executivo federal entre agosto de 2024 e julho de 2025. De cem maiores remunerações, 93 foram para membros ativos, inativos e pensionistas das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica ou Marinha).

    A pessoa que teve a maior remuneração no poder Executivo federal recebeu R$ 2,15 milhões. O valor do centésimo foi de R$ 1,31 milhão.

    Na média dos 12 meses analisados pelo estudo, 2.156 servidores das Forças Armadas receberam acima do que o teto de R$ 46.366,19.

    Sergio Guedes-Reis, autor do levantamento, diz que os militares costumam receber grandes somas quando vão para a reforma (o equivalente à aposentadoria) e que uma parte deles ainda segue trabalhando, mas na posição de adido militar (representantes em missões diplomáticas em outros países).

    Na análise, há o exemplo de um coronel em missão permanente no exterior (o nome não é revelado) que recebeu, em 12 meses, US$ 330 mil (como se trata de um longo período, os autores do estudo simplificaram a conversão com a cotação de R$ 5,4 por dólar, e a remuneração desse militar foi contabilizada como R$ 1,78 milhão).

    Os pagamentos acima do teto, no entanto, não são recorrentes, diz ele: “É uma bolada grande que ganham quando vão para a reforma (aposentadoria)”.

    De acordo com o levantamento, é o Judiciário que lidera o número de pessoas que recebem mais do que o teto (são 21,1 mil magistrados). O Executivo federal está em segundo lugar, com 12,2 mil servidores. Em terceiro estão os membros do Ministério Público com 10,3 mil pessoas.

    ADVOGADOS E PROCURADORES

    Apesar da dominância dos militares entre os cem maiores supersalários do Executivo federal, o maior problema de pagamentos acima do teto nessa esfera da administração pública está em carreiras como advogados da União, procuradores federais, procuradores da Fazenda e procuradores do Banco Central.

    Segundo o levantamento, 64,2% dos servidores do Executivo federal que ganham supersalários são integrantes dessas carreiras.

    Quase 6.800 servidores foram beneficiados com honorários de sucumbência que tiveram remuneração líquida de mais de R$ 1 milhão.

    Honorários de sucumbência são pagamentos feitos por pessoas ou empresas que entraram em litígio jurídico com o governo, perderam a ação na Justiça e foram obrigadas a remunerar os advogados que representam a União.

    Entre os mil maiores salários do Executivo, 728 são da AGU (Advocacia-Geral da União) e 177 são militares. Há 14 diplomatas e 81 que aparecem como categoria “inválido”.

    O estudo também aponta problemas de transparência em relação aos pagamentos.

    O pesquisador Guedes-Reis afirma que o principal deles é a falta detalhamento das parcelas de honorários advocatícios no Portal da Transparência, o que impossibilita saber a que se refere o montante pago.

    Diferentemente dos subsídios básicos, como auxílio-alimentação, que são claramente discriminados, os honorários aparecem como grandes quantias sem discriminação nenhuma. Teoricamente, esse dinheiro pode corresponder a diversas naturezas, como o rateio por vitórias em causas da União ou pagamento de férias.

    Ana Pessanha, especialista em conhecimento da República.org , afirma que a tendência é que os servidores da União que estão desenquadrados do teto constitucional resistam às medidas para tentar reforçar a validade do limite de remuneração.

    Quase 11 mil aposentados e pensionistas ganham mais do que teto, com custo é de R$ 4 bi, diz pesquisa

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  • Ticiane Pinheiro deixa a Record após 20 anos

    Ticiane Pinheiro deixa a Record após 20 anos

    Ticiane estreou na Record como atriz no canal na novela “Prova de Amor”, em 2005; apresentadora chegou estrelar a versão brasileira de “Simple Life” ao lado de Karina Bacchi

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ticiane Pinheiro deixou a Record após 20 anos de trabalho na emissora. O contrato de Ticiane com a Record chegou ao fim e não será renovado, segundo o canal. “A decisão foi tomada de maneira alinhada e respeitosa, após uma trajetória marcada por profissionalismo e dedicação”, diz a Record, em nota.

    “A RECORD agradece o talento, a parceria e todo o empenho ao longo de sua jornada na emissora. Seu trabalho contribuiu significativamente para a construção de momentos importantes da nossa história. Desejamos a Ticiane Pinheiro pleno sucesso em seus novos projetos, caminhos profissionais e dedicação à sua família”, afirma a emissora.

    Ticiane estreou no canal na novela “Prova de Amor”, em 2005. Ela atuou ainda em “Cidadão Brasileiro”, como a hippie Cláudia, em 2006.

    Ela estrelou a versão brasileira de “Simple Life” ao lado de Karina Bacchi. No reality, originalmente estrelado por Paris Hilton e Nicole Richie, Ticiane e Karina passaram 40 dias no interior de São Paulo, longe do luxo e fazendo trabalhos rurais. Dois anos depois, integrou o elenco da comédia “Louca Família”, comandada por Tom Cavalcante.

    Estreou no Hoje em Dia como repórter em 2007 e passou a integrar o time de apresentadores do programa em 2015. Ao longo de 20 anos, apresentou várias atrações no canal, como o Programa da Tarde, Troca de Esposas e Canta Comigo Teen.

    Ticiane Pinheiro deixa a Record após 20 anos

  • Lula diz que pediu ajuda de Trump para prender 'maior devedor do país' em Miami

    Lula diz que pediu ajuda de Trump para prender 'maior devedor do país' em Miami

    Em paralelo, Câmara deve votar hoje projeto do devedor contumaz, que pune sonegadores; ligação entre os líderes também incluiu conversa sobre combate ao crime organizado internacional

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (9) que, em seu último telefonema com Donald Trump, teria pedido apoio do americano para prender “o maior devedor do país” que hoje reside em Miami, em uma possível referência ao empresário Ricardo Magro.

    O advogado é dono da Refit, ex-refinaria de Manguinhos, alvo de uma das maiores operações de combate à sonegação já realizadas contra uma única empresa no setor, mora nos Estados Unidos, acusado de sonegar impostos no Brasil.

    “Eu liguei para o presidente Trump dizendo para ele, se ele quiser enfrentar o crime organizado, nós estamos à disposição. E mandei para ele no mesmo dia a proposta do que nós queremos fazer. Disse para ele, inclusive, que um grande chefe, que é o maior devedor deste país, que é portador de combustível fóssil. Então, se quiser ajudar, vamos ajudar prendendo logo esse, porque a Receita Federal pegou cinco navios dele aqui”, disse Lula.

    As declarações foram feitas durante discurso em evento de regulamentação de novas regras da CNH, em mais um ato do governo mirando classes mais baixas.

    Logo após a mega Operação Carbono Oculto, que em 28 de agosto intensificou o combate ao crime organizado no setor de combustível, Magro declarou em entrevista à Folha de S.Paulo que não é sonegador, apenas discute divergência com o Fisco. “Os valores dos nossos débitos não são esses que falam. Eu não tenho auto de infração. Não deixo de emitir nota. Não tomo crédito indevido. Nossa operação é transparente”, disse.

    Ao mesmo tempo, a votação do projeto do devedor contumaz, para punir quem descumpre reiteradamente com o pagamento de tributações, pode ocorrer ainda nesta terça-feira (9) na Câmara dos Deputados, segundo informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    Haddad afirmou que os devedores contumazes se instalam sobretudo em setores estratégicos, como de fumo, combustível e bebidas, que foram alvo de operações da Receita Federal em conjunto com outros órgãos de segurança pública.

    Na noite de segunda (8), o ministro já havia sinalizado a possibilidade de o projeto sobre devedor contumaz ser votado hoje, após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    “Foi mais um encontro de trabalho, para saber como chegar às definições de final de ano para fechar o Orçamento. O Orçamento, a previsão está para votar semana que vem, mas previamente nós precisamos votar algumas outras coisas para fechar a peça orçamentária do ponto de vista de despesa e receita”, disse Haddad.

    A Carbono Oculto, deflagrada em agosto deste ano, foi a maior operação de combate ao crime organizado da história, com o envolvimento de 1.400 agentes. A operação teve como alvo empresas no setor de combustíveis e do mercado financeiro que tinham envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    No discurso, Lula passou outras mensagens ao Congresso, em um momento de instabilidade na relação com o Legislativo. Pediu a aprovação da PEC da Segurança aos parlamentares presentes e citou o trabalho de deputados e senadores para a entrega desta terça.

    “O povo não tem emenda parlamentar”, disse,. “Mas graças à competência, graças ao trabalho da Casa Civil e graças ao trabalho de todos vocês que contribuíram, vocês que são deputados e senadores, precisam tirar proveito disso para vocês. Se não fosse vocês, no fundo a gente não estaria entregando”, afirmou.

    O presidente já havia citado de maneira indireta o empresário, durante entrevista à TV Verdes Mares. Na ocasião, ele disse: “Temos o maior traficante de combustível do Brasil que mora em Miami. Eu fiz questão de dizer: ‘presidente Trump, vamos combater o narcotráfico? Vamos começar pegando os brasileiros que estão aí”.

    Lula diz que pediu ajuda de Trump para prender 'maior devedor do país' em Miami

  • Motta diz que decidirá sobre Eduardo e pautará perda de mandato de Zambelli, Ramagem e Glauber

    Motta diz que decidirá sobre Eduardo e pautará perda de mandato de Zambelli, Ramagem e Glauber

    Presidente da Câmara dos Deputados afirma que casos devem ser resolvidos até o recesso; Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA, já estourou número de faltas e pode perder o mandato

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta terça-feira (9), a líderes partidários que vai votar até o recesso, previsto para o fim da semana que vem, a perda de mandato dos deputados Carla Zambelli (PL-SP), Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Glauber Braga (PSOL-RJ).

    Motta afirmou ainda que a Mesa Diretora vai decidir a respeito da situação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que já excedeu o número permitido de faltas e corre o risco de perder o mandato. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está nos Estados Unidos desde março.

    Caso concretizada, a decisão de Motta marcará uma mudança em relação à postura de vistas grossas que vinha adotando em relação a deputados bolsonaristas que estão fora do Brasil para evitar processos judiciais e que têm mantido o mandato parlamentar.

    Eduardo falta às sessões desde março, período em que a manutenção de seus assessores custou mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos. Zambelli está presa na Itália e foi afastada do cargo, mas a Câmara posterga há cinco meses o cumprimento da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Motta proibiu que eles votassem do exterior nas sessões remotas, com o uso do celular, mas manteve até agora os mandatos deles e o uso de assessores -mesmo nos casos em que há decisão judicial para que fossem retirados do cargo.

    Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo está nos Estados Unidos desde março, quando fugiu do Brasil alegando que o STF recolheria seu passaporte para evitar que articulasse internacionalmente contra o julgamento de seu pai.

    O Conselho de Ética da Câmara já rejeitou, por 11 votos a 7, que ele fosse alvo de um processo disciplinar por atuar para que os EUA aplicassem sanções ao Brasil.

    Já Ramagem fugiu para os Estados Unidos durante o julgamento da trama golpista pelo STF, processo no qual foi condenado a 16 anos e um mês de prisão por participar da tentativa de um golpe. O Supremo também determinou a perda do mandato.

    Ele teria se mudado em setembro para um condomínio de luxo na cidade de North Miami, na Flórida, enquanto gravava vídeos e votava à distância nas sessões da Câmara, amparado por um atestado médico.

    Motta diz que decidirá sobre Eduardo e pautará perda de mandato de Zambelli, Ramagem e Glauber

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  • São Paulo apresenta resposta ao MP após denúncia de gestão temerária

    São Paulo apresenta resposta ao MP após denúncia de gestão temerária

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo Futebol Clube enviou ao Ministério Público de São Paulo sua manifestação oficial após uma notícia de fato protocolada por um denunciante anônimo alegar práticas de gestão temerária dentro do clube. O MP aguardava justamente esse posicionamento antes de decidir se instaurará um inquérito civil para apurar o caso.

    Segundo apuração da reportagem, o órgão ministerial destacou que a denúncia não apresentava qualquer prova, motivo pelo qual foi solicitado ao clube que se manifestasse preliminarmente. A defesa da diretoria do São Paulo foi apresentada na última segunda-feira (8), e agora cabe ao MP analisar o material e deliberar sobre o prosseguimento.

    AS ACUSAÇÕES FEITAS PELO AUTOR ANÔNIMO

    A notícia de fato apresentada ao MP sustenta quatro pontos principais de suposta gestão temerária:

    – Déficit financeiro registrado pelo clube em 2024;
    – Venda de jogadores por valores abaixo do esperado;
    – Estruturação do chamado “FIP de Cotia”, um projeto de captação financeira ligado à base;
    – Suposto conflito de interesses envolvendo o filho do presidente do clube, Julinho Casares, que teria sido sócio de uma empresa relacionada ao mercado do futebol.

    Nenhuma dessas acusações veio acompanhada de documentos ou evidências.

    A DEFESA APRESENTADA PELO SÃO PAULO

    A reportagem conversou com Guilherme Salutti, advogado responsável pela defesa do clube no procedimento.

    Segundo ele, a denúncia peca por não individualizar condutas nem apontar responsáveis ou provas concretas, o que, na prática, inviabilizaria qualquer inquérito.

    “Não se diz quem teria cometido a infração, qual ato seria ou que decisão teria causado prejuízo. O autor simplesmente alega que o déficit de 2024 é gestão temerária. Mas quem o produziu? Qual conduta específica?”, questiona Salutti.

    O advogado explica que gestão temerária exige dolo, ou seja, a intenção deliberada de causar dano à instituição esportiva.

    “Para ser gestão temerária, é preciso provar que alguém quis prejudicar o São Paulo. Nada disso aparece na denúncia”.

    VENDA DE JOGADORES

    Um dos pontos da acusação é a venda de atletas por valores inferiores ao “valor de mercado”. A defesa rebateu afirmando que esse conceito é dinâmico e determinado pela oferta e demanda, e não por expectativas abstratas.

    Para demonstrar isso, o clube elaborou, com apoio de sua área de scout, um quadro comparativo de vendas com atletas de idade, minutagem e nível semelhantes, incluindo:

    – Matheus Gonçalves, vendido pelo Flamengo ao Al Ahli, da Arábia Saudita, por 8 milhões de euros;
    – Vanderlan, vendido pelo Palmeiras ao RB Bragantino por 4,5 milhões de euros;
    – Isaque, vendido pelo Fluminense ao Shakthar por 12 milhões de euros.

    Segundo a defesa, os valores obtidos pelo São Paulo estão em linha com o que o mercado realmente paga hoje por jogadores dessa faixa.

    FIP DE COTIA

    Sobre a acusação de que o clube teria elaborado o FIP de Cotia em uma estrutura financeira para “fracionar direitos econômicos de atletas”, a defesa afirma que essa interpretação é equivocada.

    Salutti explica que a ideia inicial do projeto não era mexer na titularidade de direitos econômicos, mas sim criar um instrumento de aporte financeiro no CNPJ do centro de formação, gerando retorno ao fundo por meio de receitas diversas: premiações, patrocínios, vendas de jogadores e outros ganhos operacionais.

    Além disso, o advogado reforça que o projeto não foi implementado: “Ele está sobrestado. Não existe FIP de Cotia em funcionamento.”

    CONFLITO DE INTERESSES

    A notícia de fato também sugere que Julinho Casares, filho do presidente Julio Casares, teria conflito de interesses por ter sido sócio, em 2020, de um CNPJ ligado ao mercado de pets com amigos — entre eles, Aref Abdul Latif, que mais tarde virou empresário de alguns atletas que chegaram ao clube.

    O projeto da empresa (Dospets Comércio) nunca saiu do papel e foi abandonado durante a pandemia.

    O CNPJ jamais operou ou movimentou qualquer dinheiro.

    O empresário Abdul Latif levou jogadores para categorias Sub-11, Sub-12 e Sub-13, mas todas as contratações foram aprovadas exclusivamente pelos olheiros do clube.

    A questão já foi investigada por um procedimento interno de compliance, que ouviu todos os profissionais envolvidos e concluiu que o filho do presidente nunca interferiu em nenhuma aprovação de atletas.

    EXPECTATIVA DE ARQUIVAMENTO

    O São Paulo considera que apresentou respostas suficientes para demonstrar que as acusações não se sustentam e acredita que o Ministério Público deverá arquivar a notícia de fato.

    Agora, o clube aguarda a decisão da Promotoria sobre a abertura -ou não- de um inquérito civil.

    São Paulo apresenta resposta ao MP após denúncia de gestão temerária

  • Brasileira luta pela guarda do filho contra irmão de secretária de Trump

    Brasileira luta pela guarda do filho contra irmão de secretária de Trump

    Bruna Ferreira revelou que há vários anos que trava uma batalha judicial pela guarda do filho com o ex-noivo, Michael Leavitt; brasileira foi detida pelo ICE no início de novembro, encontrando-se ainda no centro de detenção em Louisiana

    A brasileira Bruna Ferreira, que é mãe do sobrinho da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, e que foi presa há cerca de um mês pelos Serviços de Imigração norte-americanos (ICE, sigla em inglês), revelou que, durante vários anos, travou uma batalha judicial pela guarda do filho com o ex-noivo, Michael Leavitt.

    Bruna Ferreira e Michael Leavitt estavam noivos quando a mulher deu à luz o filho de ambos em março de 2014. No entanto, meses depois, o casal se separou e começou a luta pela guarda da criança. 

    Em 2015, Michael Leavitt entrou com um pedido em tribunal para ficar com a guarda do filho, alegando que a ex-noiva o tinha empurrado durante uma discussão. Ao tribunal, Leavitt contou que, depois dr uma discussão, a mulher brasileira regressou a casa sem ele, tendo ido buscar o filho na casa dos avós e ameaçou trazer a criança para o Brasil.

    Bruna nega, no entanto, tais acusações e, em documentos judiciais, acusa Michael de abuso. Em uma entrevista ao The Washington Post revelou que, durante o seu chá de bebé, Michael estava embriagado e empurrou-a, deu murros na parede e partiu portas. O irmão de Karoline Leavitt negou. 

    Já em abril de 2020, Bruna Ferreira denunciou em tribunal que Michael lhe devia milhares de dólares da pensão alimentícia do filho e que não a deixava ficar com a criança. 

    Disse ainda que Michael Leavitt usou a sua influência dentro dos serviços de imigração para a ameaçar e, desta forma, a impedir de visitar o filho. O ex-noivo voltou a negar tais acusações. 

    No entanto, dias depois, a juíza decidiu que Leavitt e Ferreira iriam compartilhar a guarda do filho.

    Cerca de um ano depois, o ex-casal concordou que o filho iria passar a morar com o pai durante a semana por causa da escola e Bruna iria visitá-lo – e aos fins de semana estaria com ela. Tinha ainda autorização para o levar para o Brasil nas férias de verão até para a criança obter dupla cidadania.

    Segundo artigo do The Washington Post, desde que Bruna foi presa pelo ICE, o gabinete de imprensa da Casa Branca tem tentado pintar uma imagem de mãe ausente. Informações que Michael Leavitt corroborou e disse que a brasileira nunca morou com o filho.

    Informações que acabam por ser contraditórias, uma vez que Michael Leavitt, em 2015, apresentou documentos judiciais que comprovam que o casal morava na mesma casa e que o endereço de ambos era o mesmo.

    Também em uma entrevista dada a um jornal local em 2014, o então casal, sorridente, mencionou um apartamento: “Não precisamos de muita coisa. Temos saúde. Temos um bom apartamento. Somos realmente abençoados”, disse, na época, Bruna Ferreira.

    Já nesta recente entrevista, dada ao The Washington Post, Bruna contou que, antes de ser presa, a sua rotina passava por trabalhar nas suas empresas  (uma de limpeza e outra de roupa), tinha aulas de ioga e estava com o filho, dizendo que o levava à escola e atividades esportivas.

    Os advogados da brasileira denunciaram ainda que Michael e o pai, Bob Leavitt, teriam dito à irmã de Bruna que ela deveria se ‘autodeportar’ e tentar regressar aos Estados Unidos de forma legal. Uma medida que, de acordo com os advogados, seria desastrosa porque assim Bruna ficaria impedida de voltar aos Estados Unidos durante 10 anos.

    “É uma armadilha”, afirmou o advogado de Bruna.

    Bruna foi presa pelo ICE em novembro

    A mãe do sobrinho de Karoline Leavitt foi detida por agentes do ICE, em Massachusetts, no dia 12 de novembro.

    O Departamento de Segurança Interna afirmou à NBC News, que Bruna Caroline Ferreira é uma “imigrante brasileira ilegal e criminosa” que está nos Estados Unidos há já vários anos. A mulher estaria no país desde junho de 1999 com o seu visto de turista expirado. 

    A mesma fonte contou ainda que a mulher já havia sido presa por suspeitas de agressão, um caso que não se sabe se já foi ou não resolvido. 

    Brasileira luta pela guarda do filho contra irmão de secretária de Trump

  • Judi Dench fala em perdão para Harvey Weinstein e revela manter contato com Kevin Spacey

    Judi Dench fala em perdão para Harvey Weinstein e revela manter contato com Kevin Spacey

    Dench foi uma das figuras públicas que se posicionaram contra Weinstein quando as denúncias vieram à tona em 2017. Na época, ela declarou estar “horrorizada” pelas revelações e prestou apoio às mulheres que se manifestaram

    (CBS NEWS) – Judi Dench voltou a comentar sobre dois dos nomes mais controversos de Hollywood. Em entrevista à revista Radio Times, publicada no domingo (7), a atriz refletiu sobre a possibilidade de “perdão” a Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais.

    A britânica disse ter se sentido tocada ao ver recentemente imagens de Weinstein caminhando com dificuldade. “Você vê aquele vídeo e pensa: ‘Bem…’”, afirmou, ao ser questionada sobre sua visão a respeito do ex-produtor, que cumpre pena por agressões sexuais na Califórnia.
    Apesar das dezenas de acusações contra ele, Dench afirma nunca ter presenciado nada. “Eu o conhecia bem, trabalhei com ele e, felizmente, não tive nenhuma experiência dessa natureza.”

    Weinstein foi peça central em sua carreira. ele produziu filmesimportantes para a trajetória da atriz, como “Shakespeare Apaixonado”, obra por qual ela venceu um Oscar em 1999. “Imagino que ele já tenha pagado pelo que fez. Não sei… perdão é algo pessoal”, disse Dench.

    A atriz também confirmou que mantém uma relação próxima com Kevin Spacey. O ator foi absolvido em 2023 de nove acusações de agressão sexual no Reino Unido, embora ainda enfrente processos civis. “Nós nos falamos, trocamos mensagens”, revelou.

    Dench foi uma das figuras públicas que se posicionaram contra Weinstein quando as denúncias vieram à tona em 2017. Na época, ela declarou estar “horrorizada” pelas revelações e prestou apoio às mulheres que se manifestaram.

    Recentemente, a atriz também falou sobre o momento delicado que vive com sua saúde. Ela revelou que a progressão da degeneração macular comprometeu severamente sua visão. “Eu não reconheço mais ninguém. Não consigo enxergar, não consigo ver televisão, não consigo ler”, disse.

    Judi Dench fala em perdão para Harvey Weinstein e revela manter contato com Kevin Spacey