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  • Bolsonaro pediu mais tempo para decidirmos chapa do Senado em SP, diz Flávio

    Bolsonaro pediu mais tempo para decidirmos chapa do Senado em SP, diz Flávio

    Deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), cotado para um dos apoios ao Senado, também participou do encontro e disse que aceitará a decisão de Flávio e de Jair Bolsonaro

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta quarta-feira, 25, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu um tempo maior para a decisão da chapa ao Senado em São Paulo.

    “Com relação à segunda vaga lá no Senado, ele pediu mais uma vez para aguardar e analisar mais pesquisas e conversar com mais algumas lideranças e também com o Eduardo Bolsonaro para gente tomar uma decisão com mais tranquilidade, um pouquinho mais para frente”, declarou a jornalistas, após visitar seu pai, preso na Papudinha, em Brasília.

    O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), cotado para um dos apoios ao Senado, também participou do encontro e disse que aceitará a decisão de Flávio e de Jair Bolsonaro.

    “Fico feliz em ter o apoio do presidente Bolsonaro, do senador Flávio Bolsonaro consolidado para uma das vagas ao Senado, mas deixei muito claro que eu sou soldado desse grande time que está sendo formado. Serei candidato ao que o senador Flávio Bolsonaro me designar isso em condição conjunta com o presidente Bolsonaro”, falou o deputado do PP.

    Flávio deve se reunir na sexta-feira, 27, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para debater a política do Estado.

    Na conversa, Flávio ainda mencionou que, no Distrito Federal, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis são pré-candidatas do PL ao Senado. Também disse que, em São Catarina, já está acertado que o governador Jorginho Mello será candidato à reeleição pela legenda.

    Saúde de Bolsonaro

    Flávio voltou a defender a prisão domiciliar de Bolsonaro e afirmou que o pai pareceu mais disposto nesta quarta-feira, mas que teve uma crise de soluço na segunda-feira, 23. “Ele fica sozinho numa cela. Mais uma vez, os efeitos colaterais do remédio que ele toma causam tontura, podem causar outros efeitos colaterais, que é perigoso ele ficar sozinho numa cela”, declarou.

    Bolsonaro pediu mais tempo para decidirmos chapa do Senado em SP, diz Flávio

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  • Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados; mais de 80 por Israel

    Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados; mais de 80 por Israel

    Dados do Comitê para a Proteção de Jornalistas revelam ainda que dois terços destas mortes (86) são atribuídas às Forças de Defesa de Israel; dos 129 jornalistas assassinados em 2025, a maioria (104) ocorreu durante conflitos

    Ao longo de todo ano passado, 129 profissionais de imprensa morreram no exercício da profissão, de acordo com relatório da Organização não-Governamental (ONG) Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado nesta quarta-feira (25).

    Trata-se do maior número de mortes já documentado pelo comitê desde que a organização começou a fazer esses registros, há mais de três décadas.

    Os dados da organização, que tem sede em Nova York (EUA), revelam ainda que dois terços destas mortes (86) são atribuídas às Forças de Defesa de Israel. 

    Dos 129 jornalistas assassinados em 2025, a maioria (104) ocorreu durante conflitos. Cinco países concentram 84% das mortes: Israel (86 profissionais de imprensa motos), Sudão (9 mortes), México (6), Rússia (4), e Filipinas (3). 

    Embora o número de profissionais de imprensa assassinados na Ucrânia e no Sudão tenha aumentado, a maioria esmagadora dos casos se refere a vítimas palestinas.

    No relatório, o Comitê lembra que “os conflitos armados atingiram níveis históricos em todo o mundo”, assim como os assassinatos de jornalistas que alcançaram “um recorde sem precedentes”.

    Para o CPJ, a impunidade é um dos principais motivos para a alta dos assassinatos de jornalistas.

    “O crescente número de mortes de jornalistas em todo o mundo é alimentado por uma cultura persistente de impunidade para ataques à imprensa: muito poucas investigações transparentes foram conduzidas.”

    “O fracasso contínuo dos líderes de governo em proteger a imprensa ou responsabilizar seus atacantes também estabelece as bases para mais assassinatos, inclusive em países que não estão em guerra”, afirma a organização, ao citar as mortes na Índia, no México e nas Filipinas.

    Para a presidente da organização Jodie Ginsberg, esses assassinatos acontecem em um momento em que o acesso à informação é “mais importante do que nunca”.

    “Os ataques à imprensa são um dos principais indicadores de ataques a outras liberdades. Muito mais precisa ser feito para evitar esses assassinatos e punir os perpetradores. Todos nós estamos em risco quando os jornalistas são mortos por veicular uma notícia.”

    No relatório, o Comitê lembra que “os assassinatos de jornalistas violam o direito internacional humanitário”, que estipula que profissionais de imprensa são civis e nunca devem ser alvos deliberados. 

    AlvosDentre os casos citados pelo CPJ, estão Hossam Shabat, um correspondente palestino de 23 anos da Al Jazeera no Qatar, morto em março de 2025 em um ataque israelense a seu carro perto do hospital Beit Lahia, no Norte de Gaza.

    Shabat era um dos jornalistas mais conhecidos que ficou em Gaza para informar sobre a guerra de Israel ao território sitiado. Israel acusou Shabat de ser um atirador do Hamas sem fornecer qualquer evidência das acusações.

    Outro caso citado pela ONG, é o do repórter da Al Jazeera, Anas al-Sharif, que alertou publicamente que sua vida estava em perigo depois de difamações repetidas e infundadas por Israel.

    Após anos de ameaças, Al-Sharif foi assassinado em agosto de 2025, ao lado de três outros jornalistas da Al Jazeera e dois freelancers, após um ataque a uma tenda que abriga jornalistas perto do Hospital Al-Shifa.

    Gangues e estados autoritários

    Além dos conflitos armadas em todo o mundo, a organização também cita um estado de direito fraco, facções criminosas com liberdade para praticar crimes, e líderes políticos corruptos como fatores que teriam propiciado a morte de profissionais de imprensa nos seguintes países: Bangladesh, Colômbia, Guatemala, Honduras, Índia, México, Nepal, Peru, Filipinas, Paquistão e Arábia Saudita.

    “Em alguns desses países, esses assassinatos se tornaram comuns. Pelo menos um jornalista foi morto no México e na Índia todos os anos nos últimos 10 anos, e pelo menos um jornalista foi morto em Bangladesh e na Colômbia – assim como por Israel – todos os anos nos últimos cinco anos.”

    Drones

    A CPJ chama a atenção ainda para a alta no número de ataques a profissionais de imprensa com uso de drone. De acordo com a organização, o número passou de duas mortes em 2023, para 39 óbitos em 2025. 

    Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022, os drones têm sido usados por ambos os países para ataques e vigilância.

    “Em 2025, a Rússia intensificou sua guerra de drones, usando-os para atacar repetidamente civis na Ucrânia, incluindo jornalistas. Os quatro jornalistas mortos na Ucrânia em 2025 foram atingidos por drones russos”, informou o CPJ, sinalizando que o ano passado foi o primeiro em que o CPJ assassinatos de jornalistas por drones, durante a guerra Rússia-Ucrânia. 

    *Com informações da RTP

     

    Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados; mais de 80 por Israel

  • Foragido da Justiça, Oruam lança música e aparece com tornozeleira eletrônica em clipe

    Foragido da Justiça, Oruam lança música e aparece com tornozeleira eletrônica em clipe

    Oruam foi preso em julho de 2025 após virar réu por de tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, a Polícia Civil do Rio de Janeiro

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após descumprir reiteradamente a medida cautelar de monitoramento, o rapper Oruam lançou um novo clipe nas redes sociais na terça (24). Nele, aparece usando tornozeleira eletrônica.

    Na letra de “Freestyle de um Foragido”, ele fala sobre a Justiça e o sistema brasileiro. “Acho que estou lutando a guerra do meu pai. Acho que estou pagando um pecado que nem é meu”, diz um trecho. “Acho que o culpado sou eu por esperar algo em troca de alguém que só quer me matar”, aborda em outro.

    Filho do traficante Marcinho VP, chefe do Comando Vermelho, Oruam é considerado foragido por descumprir as regras do monitoramento eletrônico e teve a ordem de prisão restabelecida por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

    O ministro Joel Ilan Paciornik apontou que o cantor permaneceu por longos períodos com o equipamento descarregado, em alguns casos por até dez horas, o que provocou falhas nos registros de movimentação e comprometeu a fiscalização.

    No dia 11 de fevereiro, Márcia Nepomuceno, a mãe do rapper Oruam, divulgou um vídeo nas redes sociais após a Polícia Federal receber orientação para prender o cantor caso ele tentasse deixar o país.

    Ela negou que o filho tenha intenção de fugir do Brasil. Emocionada, afirmou que Oruam adoeceu e queria que ele se entregasse. “Já tem um tempo que meu filho não está bem, é visível o estado que meu filho chegou”, disse. “Todos os meus dias eu luto, eu quero que o meu filho se entregue”, finalizou.

    Oruam foi preso em julho de 2025 após virar réu por de tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele passou 69 dias na prisão e deixou o local usando uma máscara do Homem-Aranha.

    Foragido da Justiça, Oruam lança música e aparece com tornozeleira eletrônica em clipe

  • Crespo prepara cria de Cotia para ser opção contra o Coritiba

    Crespo prepara cria de Cotia para ser opção contra o Coritiba

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Relacionado para enfrentar o Coritiba nesta quarta-feira (25), o meio-campista Djhordney está na ‘mira’ de Hernán Crespo para começar a ter mais oportunidades no elenco principal.

    POSSÍVEL CHANCE

    O jovem de 18 anos pode ganhar minutos no time misto desta quarta, no Couto Pereira.

    Djhordney chegou ao São Paulo por empréstimo do Novorizontino e rapidamente ganhou espaço. Após o vice-campeonato da Copinha, a diretoria exerceu a opção de compra prevista em contrato e adquiriu 70% dos direitos econômicos do atleta por R$ 1 milhão. O clube do interior manteve uma parcela e poderá lucrar em uma eventual negociação futura

    Dentro de campo, o meia foi um dos nomes mais constantes da equipe sub-20. Campeão da Copa do Brasil da categoria no fim da temporada passada, ele também teve papel relevante na campanha da Copinha, sendo elogiado principalmente pela boa leitura de jogo.

    O jogador ficou fora do embate que terminou em 3 a 3 com o Palmeiras, nesta segunda-feira, pela 2ª rodada do Brasileirão sub-20.

    O bom desempenho acelerou o processo de integração ao elenco profissional. O técnico Hernán Crespo já citou publicamente gostar do jogador e que trabalha para adaptá-lo à dinâmica do meio de campo do time principal.

    Em um cenário de time misto e provável preservação de nomes como Danielzinho e Marcos Antônio, Djhordney desponta como alternativa para ganhar minutos no Couto Pereira, inicialmente saindo do banco.

    TIME MISTO

    O Tricolor deverá poupar vários titulares no jogo de logo mais, já de olho no Choque-Rei de domingo, no gramado sintético da Arena Barueri. O clássico vale vaga na final do Estadual.

    O UOL apurou que nomes como Lucas e Calleri estão relacionados para o embate e viajaram para Curitiba, mas não devem ser titulares.

    Danielzinho, com desgaste, Lucca, com queixas de incômodo muscular, e Alisson, com virose, são baixas certas.

    A bola rola no Couto Pereira às 19h30 (de Brasília) desta quarta-feira (25), pela 4ª rodada do Brasileirão. A transmissão é do Prime Video.

    A judoca deixou o Flamengo já avaliando o futuro, com o desejo de se tornar treinadora, caminho que a irmã, Raquel Silva, já segue. “Hoje, aos 33 anos, acredito que Los Angeles pode ser minha última Olimpíada”, disse a atleta

    Folhapress | 11:12 – 25/02/2026

    Crespo prepara cria de Cotia para ser opção contra o Coritiba

  • EUA enviam supercaças a Israel antes de negociar com o Irã

    EUA enviam supercaças a Israel antes de negociar com o Irã

    É a primeira vez que americanos operam o modelo furtivo ao radar F-22 no Estado judeu, sinalizando opção de ataque semelhante ao de 2025; Trump mantém ameaça de guerra enquanto equipes de negociação retomam as conversas sobre programa nuclear de Teerã em Genebra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em um movimento significativo no seu cerco militar ao Irã, o governo de Donald Trump enviou uma esquadrilha do mais poderoso caça do arsenal americano para Israel. É a primeira vez que o F-22 Raptor opera no Estado judeu.

    Os aviões estavam havia uma semana em Lakenheath, no Reino Unido. Ao menos 12 deles decolaram na terça-feira (24) rumo a um ponto não revelado do sul de Israel, provavelmente a base aérea de Nevatim. Segundo relatos da imprensa israelense, um dos caças teve um problema e voltou, sendo incerto se seguiu viagem depois.

    A chegada dos F-22 ocorre às vésperas da crucial reunião entre equipes negociadoras do Irã e dos Estados Unidos sob a mediação de Omã em Genebra, na Suíça, marcada para esta quinta (26).

    Trump ameaça atacar os iranianos caso não haja um acordo acerca do programa nuclear dos aiatolás. O americano quer o fim do enriquecimento de urânio pelo país, e também insiste no desmantelamento das capacidade de lançamento de mísseis balísticos dos persas.

    Teerã rejeita ambas as coisas, mas diz renunciar à bomba atômica e ofereceu diluir os 400 kg de urânio enriquecido a 60%, capaz de ser usado em talvez 15 artefatos de baixo rendimento, que produziu de forma acelerada de 2022 para cá.

    Em troca, quer o relaxamento das sanções que foram retomadas pelos EUA depois do fracasso do acordo de 2015 sobre o programa nuclear. Em 2018, Trump deixou o arranjo, que trocava as punições por diversos limites à capacidade de enriquecimento de urânio do Irã.

    No seu discurso sobre o Estado da União, na noite de terça, Trump voltou a dizer prefere uma solução diplomática, mas que está pronto para atacar. Ele afirmou de forma exagerada que destruiu o programa iraniano com o ataque feito a três instalações nucleares em junho passado, mas que os aiatolás querem “começar tudo de novo”.

    O inédito ataque de 2025 ocorreu no escopo da guerra de 12 dias entre Israel e o Irã, na qual as capacidades de defesa aérea da teocracia foram severamente degradadas. Teerã lançou cerca de 600 dos seus estimados 2.000 mísseis balísticos, mas depois do bombardeio americano apenas fez uma retaliação simbólica e previamente combinada contra uma base dos EUA no Qatar, encerrando o conflito.

    Agora tudo é diferente. Trump mobilizou o maior poderio aeronaval desde a guerra de 2003 contra o Iraque na região. Segundo a ONG americana Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais há hoje 18 navios de guerra americanos em torno do teatro de operações do Irã, 2 deles porta-aviões.

    É muito poder de fogo, mas parece insuficiente para uma guerra de maior duração visando a derrubada do regime. Em 2003, eram 55 navios contra o ditador Saddam Hussein, 5 deles porta-aviões, e havia o componente terrestre que não está presente no atual cerco.

    Segundo a inteligência israelense, o nível atual de forças americanas, sem contar a provável ajuda do Estado judeu, dá para cerca de uma semana de guerra em alta intensidade. Isso tudo leva ao cenário já especulado pelo próprio Trump de um ataque focado.

    Aí entra o simbolismo do F-22. O Raptor é um caça furtivo aos radares usado para superioridade aérea -destruir inimigos e abrir caminho abatendo inimigos e desabilitando baterias antiaéreas. Eles foram empregados desta forma no ataque de 2025, no qual as bombas em si foram despejadas pelos B-2.

    Bombardeiro também furtivo ao radar, o B-2 pode fazer missões de longo alcance, como em junho, quando um grupo deles voou diretamente dos EUA e voltou, em 37 horas de ação apoiadas por aviões-tanque. Agora, o Reino Unido vetou o uso de suas bases para servir de escala numa ação, sugerindo uma repetição de 2025.

    A inédita presença dos F-22 em Israel sinaliza que essa opção está mesmo na mesa, restando saber se um ataque duro para decapitar o regime teria o efeito de encerrá-lo ou apenas forçaria mais negociações.

    Para analistas como o iraniano radicado nos EUA Trita Parsi, se houver risco existencial, Teerã irá retaliar com força contra bases americanas na região e Israel -país que já está em alerta máximo. Outro foco de ação deve ser o estratégico estreito de Hormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás liquefeito do mundo.

    Além disso, matar o líder Ali Khamenei e as cabeças da teocracia pode ter o efeito de jogar o país ou numa ditadura militar ou em guerra civil, ambos caminhos desastrosos.

    Ausentes da discussão estão os milhares de manifestantes contrários ao regime, cujos megaprotestos fizeram Trump prometer ajuda que não veio em janeiro, abrindo caminho para uma repressão que matou talvez mais de 5.000 pessoas.

    EUA enviam supercaças a Israel antes de negociar com o Irã

  • Como ficou o PL Antifacção? Após 8 versões, proposta foi aprovada na Câmara; veja o que muda

    Como ficou o PL Antifacção? Após 8 versões, proposta foi aprovada na Câmara; veja o que muda

    Proposto original da ‘PL Antifacção’, mas foi modificada e defendida de direita para se apropriar da proposta; texto agora irá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    Após idas e vindas, extensas negociações e oito versões, o Projeto de Lei Antifacção foi aprovado na Câmara dos Deputados na noite desta terça-feira, 24. O texto agora irá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O governo amargou algumas derrotas no texto final. A proposta de taxar bets para financiar ações na área da segurança pública, acabou ficando de fora do texto.

    O PL tem como objetivo a asfixia financeira do crime organizado. Ele endurece penas cometidas por integrantes de organização criminosa, grupo paramilitar ou milícia privada. Em casos de:

    – Ameaça qualificada – pena prisão de um a três anos;

    – Lesão corporal seguida de morte – pena de prisão de 20 a 40 anos;

    – Lesão corporal – aumento da prisão (três meses a um ano) em 2/3 da pena;

    – Sequestro ou cárcere privado – pena de prisão de 12 a 20 anos;

    – Furto – pena de prisão de quatro a dez anos e multa;

    – Roubo – aumento da pena para esse crime (quatro a dez anos) em três vezes;

    – Latrocínio – pena de prisão de 20 a 40 anos, e multa;

    – Extorsão – aumento da pena para esse crime (quatro a dez anos) em três vezes;

    – Extorsão mediante sequestro – aumento da pena para esse crime (8 a 15 anos) em dois terços;

    – Receptação – aumento da pena para esse crime (um a quatro anos, e multa) em dois terços;

    – Tráfico de drogas – aumento da pena (5 a 15 e multa, no caso de tráfico, e dois a seis anos, também com multa, na situação de colaboração em grupo) no dobro; e

    – Posse e porte irregular de arma de fogo de uso permitido ou restrito – aumento da pena em 2/3 (nesses três crimes as penas variam entre o mínimo de um ano e o máximo de seis anos de prisão), se praticado em concurso ou ligado ao tráfico de drogas.

    Veja os principais pontos do texto aprovado:

    Tipos penais

    Cria os crimes de “domínio social estruturado”, com pena mínima de 20 a 40 anos de prisão, e de “favorecimento ao domínio social estruturado”, que tem pena de 12 a 20 anos. As penas podem chegar a até 66 anos, a depender se o infrator era líder da organização criminosa, por exemplo.

    Perdimento extraordinário de bens

    O juiz pode decretar o perdimento extraordinário de bens para infratores que estejam enquadrados no rol de crimes do projeto antifacção independente da condenação. O perdimento pode ser decretado “se restar clara a origem ilícita do bem, direito ou valor”.

    Financiamento da segurança pública

    Bens apreendidos passam a ser destinados ao Fundo de Segurança Pública do respectivo Estado ou ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), em caso de participação da Polícia Federal na operação.

    Auxílio reclusão e direito ao voto

    Veda a concessão de auxílio-reclusão aos dependentes de membros de organização criminosa ultraviolenta e restringe o direito ao voto a presos provisórios.

    Uso de tecnologia para investigação

    Monitoramento de comunicações entre presos provisórios ou condenados vinculados a organização criminosa ultraviolenta e advogados. O conteúdo poderia ser autorizado por “razões fundadas de conluio criminoso reconhecidas judicialmente”.

    Como ficou o PL Antifacção? Após 8 versões, proposta foi aprovada na Câmara; veja o que muda

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  • Ivete Sangalo comenta emagrecimento e diz que cortou glúten e lactose

    Ivete Sangalo comenta emagrecimento e diz que cortou glúten e lactose

    Ivete comentou sobre as transformações físicas percebidas nos últimos meses; cantora destacou que a mudança não teve como foco principal o emagrecimento, mas sim a saúde e a qualidade de vida

    FORTALEZA, CE (UOL/CBS NEWS) – Ivete Sangalo, 53, explicou que retirou ingredientes como glúten e lactose da dieta e notou melhora na digestão e na energia.

    A cantora comentou sobre as transformações físicas percebidas nos últimos meses e explicou que a alteração na alimentação foi determinante para o novo momento.

    “Muita gente perguntando se mudei a minha alimentação. Mudei já faz um tempo. Sempre tive uma alimentação equilibrada e muito saudável. Sou uma pessoa que preza pela saúde. Já fazia ingestão de muitas proteínas, verduras, grãos e tal. Mas tem uma coisa que, depois que tirei, a minha condição de energia vital mudou, que é o glúten. O glúten é um inflamador e isso ficou muito evidente para mim”, explicou à Quem.

    A artista afirmou que a retirada também impactou diretamente o bem-estar gastrointestinal. “Tirei também a lactose. Isso melhorou 100% a minha performance. Isso é uma coisa que está comprovada, que o glúten traz inflamação intestinal. Isso facilitou muito a minha digestão e me deu um conforto gastrointestinal. Tinha um refluxo muito forte e melhorou bastante. Senti uma diferença no meu conforto diário e vem a consequência no peso”.

    Ivete destacou que a mudança não teve como foco principal o emagrecimento, mas sim a saúde e a qualidade de vida.

    Ivete Sangalo comenta emagrecimento e diz que cortou glúten e lactose

  • Rafaela Silva evita falar em aposentadoria, mas indica ‘última Olimpíada’

    Rafaela Silva evita falar em aposentadoria, mas indica ‘última Olimpíada’

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Rafaela Silva ainda não sabe quando vai se aposentar dos tatames, e até brinca dizendo que foge das perguntas sobre o tema. A judoca, porém, indica que Los Angeles pode ser a última participação em Jogos Olímpicos.

    O fato de poder ser o último ciclo olímpico também pesou na decisão de deixar o Flamengo e retornar ao Reação, instituto onde ela começou. Ela, inclusive, foi a estrela do evento de inauguração da nova área de treino da unidade da Rocinha, no Rio de Janeiro.

    Rafaela, por outro lado, já avalia o futuro e admite o desejo de se tornar treinadora, caminho que a irmã, Raquel Silva, já segue.

    Hoje, aos 33 anos, acredito que Los Angeles pode ser minha última Olimpíada. Eu devia isso ao Reação, por tudo que o Reação fez por mim, por tudo que conquistei, a pessoa e a atleta que sou nesta quarta-feira (25), me tornei. Se esse for, de fato, meu último ciclo olímpico, seria pela minha casa, por quem me formou, para inspirar novas gerações – Rafaela Silva

    Falo que pode ser minha última Olimpíada por causa da idade, as pessoas sempre focam em números. Mas quando vou me aposentar, de fato, não sei exatamente. Enquanto eu estiver conseguindo entregar um judô que sei que posso, estarei treinando e competindo.

    Mas já fui chamada para integrar comissão técnica, dizem que eu tenho uma visão muito boa, estratégia boa na parte competitiva. Então, provavelmente, quando parar de competir, devo seguir, novamente, os passos da minha irmã para compartilhar o que o judô me deu para transformar a vida de outras pessoas.Rafaela Silva

    A atleta tem no currículo conquistas como a medalha de ouro na Rio-2016, bronze por equipes em Paris-2024, e diversos pódios em Mundial e Pan-Americano. Ela fala em deixar um legado na modalidade: “Tenho, sim, o desejo de, junto à minha irmã, compartilhar o que o esporte nos deu, o que nos proporcionou. Não adianta conseguirmos transformar a nossa vida e guardarmos o ‘segredo’. Se pudermos fazer algo para mudar a vida das próximas gerações, é o que vamos fazer no tatame. Minha irmã está à frente da equipe técnica feminina e pretendo estar nessa função [de técnica] também”.

    O QUE MAIS ELA FALOU

    Deixou a categoria leve, até 57 kg, para disputar no meio-médio, até 63 kg

    “Está sendo um momento diferente para mim, estou chegando na categoria, me reencontrando. É um desafio grande, tem muita atleta que ainda não segurei no quimono em treino ou competição. Estou me adaptando, tem atletas que ainda não voltaram a competir após Paris. Mas estou me sentindo, estou me achando e isso me dá mais confiança em visar a uma próxima medalha em Los Angeles”.

    Retorno ao Reação

    “Sei o quanto as pessoas no Reação se doam [ao projeto], e tem a minha irmã também, que hoje comanda a equipe feminina do Reação. Já fazia minha parte técnica com minha irmã, que tem contato direto com minha treinadora da seleção, tínhamos esse conjunto. Acredito que está todo mundo reunido no mesmo caminho e acaba funcionando”.

    Objetivos que ela ainda tem”As pessoas perguntam: ‘você já ganhou Mundial, já ganhou Olimpíadas, o que ainda faz no judô?’. Enquanto eu ainda tiver felicidade dentro do tatame, é o que vou fazer, vou competir, representando o Brasil. Agora consegui recarregar essa energia, estou me sentindo feliz, em casa. Foi esse o motivo da minha volta”.

    O ciclo olímpico começa já em 2026, com o primeiro ISA Games ainda sem data definida, onde o Brasil poderá inscrever três homens e três mulheres

    Folhapress | 10:12 – 25/02/2026

    Rafaela Silva evita falar em aposentadoria, mas indica ‘última Olimpíada’

  • Anotações do PL sobre palanques de Flávio sugerem troca de vice de Tarcísio e risco em MG

    Anotações do PL sobre palanques de Flávio sugerem troca de vice de Tarcísio e risco em MG

    Lista indica nomes que partido vai apoiar para governos estaduais e Senado; observações manuscritas contêm opiniões que raramente chegam ao público e destacam oportunidade para ocupar vaga em SP e descrença em candidato de MG

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Anotações feitas durante uma reunião da cúpula do PL, nesta terça-feira (24), com a presença do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revelam planos do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições deste ano e expõem opiniões sobre os candidatos que não são levadas ao conhecimento do público.

    A reportagem obteve acesso ao texto, que é intitulado “situação nos estados” e contém uma lista impressa de possíveis concorrentes junto a diversas anotações à mão. Não foi possível identificar o autor das observações feitas à caneta, mas na sala onde esse mapa foi debatido estavam os políticos que compõem a cúpula do PL, além do próprio Flávio.

    Nesta terça, o senador participou de reuniões com seu coordenador de campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN), e o presidente do partido, Valdemar Costa Neto.

    No topo da primeira página, está escrito “ligar Tarcísio”, em referência ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Em relação a São Paulo, as anotações tratam de possíveis candidatos para a vaga de vice de Tarcísio, que vai disputar a reeleição. O nome do atual vice, Felício Ramuth (PSD), que era o nome preferido de Tarcísio, aparece ligado por uma seta a um “$”. Ramuth é alvo de uma investigação sobre lavagem de dinheiro, caso revelado na semana passada. Ele nega ter cometido qualquer irregularidade.

    Logo abaixo, há uma pergunta: “André do Prado vice?”, em referência ao presidente da Assembleia Legislativa, que é do PL e tenta desbancar Ramuth para a vaga de vice.

    O deputado Guilherme Derrite (PP) é um dos candidatos ao Senado na chapa bolsonarista, mas o segundo nome da disputa, a ser indicado pelo PL, está em aberto. O rascunho traz escritos à mão cinco possíveis candidatos, nesta ordem: Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, Mario Frias, Eduardo Bolsonaro, Coronel Mello Araújo e Marco Feliciano.

    A reunião foi marcada por Flávio e seus principais aliados para traçar um panorama do partido a meses da eleição nacional. Tratou-se de um “brainstorm” com a fotografia do momento, segundo interlocutores do senador. O registro oficial de candidatos ocorre apenas em agosto.

    O papel indica descrença da cúpula do PL, em Minas Gerais, a respeito do vice-governador Mateus Simões (Novo), que vai disputar o governo. O vice leva a observação “me puxa para baixo”.

    “Se for candidato”, segue a anotação sobre Simões, “Cleitinho e Pacheco também são”, diz o papel, em referência ao senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que pode ser o candidato de Lula (PT) ao Governo de Minas, e ao senador Cleitinho (Republicanos).

    O PL também cogita lançar Flávio Roscoe, presidente da Fiemg (Federação das Indústrias de Minas Gerais), ao governo. O partido de Flávio não tem um candidato em Minas -o deputado Nikolas Ferreira era cotado, mas não quer concorrer ao Executivo. Ao lado de Roscoe está escrito “conversa com Nikolas”.

    O senador Carlos Viana (Podemos-MG), o secretário Marcelo Aro (PP) e os deputados Eros Biondini (PL-MG) e Domingos Sávio (PL-MG) estão registrados como candidatos ao Senado, mas apenas Viana e Sávio têm um traço feito à caneta de endosso ao lado do nome.

    Em Alagoas, entre os cotados para o governo aparecem o prefeito de Maceió, JHC (PL), e o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil). Ao lado de JHC, o rascunho diz que é preciso conversar com ele até o dia 15 de março, enquanto, ao lado de Gaspar, a anotação diz: “único que pedirá voto para mim”.

    Entre os candidatos ao Senado no estado, uma anotação a caneta inclui o nome “Arthur (JB)”, em uma indicação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode apoiar o deputado Arthur Lira (PP-AL) para o posto.

    Um acordo no PL estabeleceu que Bolsonaro vai definir os candidatos ao Senado, enquanto Valdemar vai escolher os candidatos aos governos estaduais.

    O documento mostra um impasse do PL no Distrito Federal. Em tese, a chapa do partido seria formada pela vice-governadora Celina Leão (PP) como candidata ao governo, ao lado das candidatas ao Senado Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).

    Uma anotação à caneta, porém, observa que “se Ibaneis [Rocha, do MDB] for candidato ao Senado, não dá para oficializar com Celina”. O rascunho indica que não haveria espaço para duas candidatas do PL na mesma chapa.

    O governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), deve ser o apoiado pelo PL no estado, com o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) como possíveis candidatos ao Senado. “Recall/melhor nas pesquisas”, diz uma observação sobre Contar.

    No estado, o deputado federal bolsonarista Marcos Pollon diz que pretende concorrer ao governo ou, caso Bolsonaro prefira assim, ao Senado. O rascunho registra: “Pollon (pediu 15 mi para não ser candidato)”.

    Procurado pela reportagem, Pollon diz que a anotação “não faz o menor sentido” e que não tem tido contato com Valdemar para fazer tal pedido.

    “Eles sabem que eu não trabalho desse jeito. Quem trabalha com militância não precisa de dinheiro. Isso é uma campanha de assasinato de reputação porque sabem que não estou à venda e não me dobro a acordos”, disse.

    Na Bahia, o documento demonstra que a prioridade do PL é estabelecer uma aliança com ACM Neto (União Brasil), que vai disputar o governo. “Conversar primeiro, depois tratamos de palanque completo”, diz a anotação escrita ao lado do nome do ex-prefeito de Salvador.

    Já no Ceará o plano é apoiar Ciro Gomes (PSDB), com o PL integrando sua chapa. No Piauí, o presidente do PP, Ciro Nogueira, aparece como opção de apoio ao Senado.

    O documento aponta que o senador Efraim Filho (União Brasil-PB) deve se filiar ao PL para concorrer ao Governo da Paraíba. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) deve disputar o Senado.

    O deputado federal Giacobo (PL-PR) “não pode ser candidato (Valdemar)”, diz o rascunho. No estado, o plano do PL é apoiar o deputado Filipe Barros (PL) para o Senado. Apoiar um segundo nome, como Cristina Graeml, diz o documento, “não dá, atrapalharia Filipe”.

    Isso porque o PL conta com a eleição de Deltan Dallagnol para o Senado, e são apenas duas vagas. “Candidato do Ratinho [Junior, do PSD], primeiro nas pesquisas”, diz o rascunho a respeito de Dallagnol.

    O Rio Grande do Sul aparece resolvido com um “ok”. O candidato ao governo será o deputado federal Zucco (PL) e os candidatos ao Senado serão os deputados Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo).

    O ex-ministro Onyx Lorenzoni (PP) faria parte da negociação para vice-governador. “Ligar para Onyx e comunicar. Oferecer vice para o PP (Covatti [deputado federal] aceita)”, diz.

    Em relação a Goiás, os possíveis candidatos ao governo seriam o vice-governador Daniel Vilela (MDB) e o senador Wilder Moraes (PL), enquanto para o Senado estão cotados o deputado Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil), que é mulher do governador Ronaldo Caiado (PSD).

    O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, aparece com a observação: “primeiro lugar nas pesquisas”. Sua nora, Janaina Riva (MDB), está entre os cotados para o Senado e “será candidata de qualquer jeito”, segundo o rascunho, ou seja, integrando a chapa do PL ou não.

    Em Santa Catarina, como mostrou a Folha de S.Paulo, o senador Esperidião Amin (PP) foi preterido na chapa para o Senado, que terá Carlos Bolsonaro (PL) e a deputada Caroline de Toni (PL), por determinação de Bolsonaro. No rascunho, o nome de Amin aparece riscado.

    Anotações do PL sobre palanques de Flávio sugerem troca de vice de Tarcísio e risco em MG

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Maxiane afirma que ficaria chateada se Marciele e Jonas se beijassem

    Maxiane afirma que ficaria chateada se Marciele e Jonas se beijassem

    Eliminada da semana foi entrevistada por Gil do Vigor e Ceci Ribeiro no Bate Papo BBB; influenciadora digital protagonizou momentos de carícia com o gaúcho dentro da casa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora digital Maxiane Rodrigues foi eliminada do BBB 26 (Globo) nesta terça-feira (24) e, logo após deixar a casa, foi entrevistada por Gil do Vigor e Ceci Ribeiro no Bate Papo BBB. Durante a conversa, ela comentou sobre o clima entre Marciele Albuquerque e Jonas Sulzbach.

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso foi a maior aliada da pernambucana no reality. A proximidade das duas e a similaridade de seus nomes fez com que pessoas dentro e fora da casa as confundissem. Já Jonas foi interesse amoroso de Maxiane. Os dois protagonizaram beijos nas festas do BBB.

    Nas últimas semanas, porém, o público passou a notar o interesse do modelo pela paraense e os flertes trocados entre os dois. E esse foi um dos assuntos abordados durante a entrevista com a eliminada.

    Após ser questionada sobre um possível relacionamento com o modelo, a ex-sister afirmou que o vê apenas como um amigo, mas reiterou que existe um interesse. “Eu acho que foi só beijo na festa. Mas, se ele quiser alguma coisa, estou aqui”, comentou.

    Ela também falou sobre as brincadeiras que Ana Paula Renault fazia com o brother e afirmou que notava a troca de flertes, mas que isso nunca a incomodou. No entanto, quando questionada sobre o gaúcho com Marciele, ela confessou que existe um desconforto de sua parte.

    Os entrevistadores mostraram à ela um compilado de momentos entre os dois e sua expressões faciais não a deixaram mentir. Gil do Vigor perguntou à Maxiane se ela ficaria chateada caso rolasse um beijo entre os dois e a pernambucana respondeu sem titubear.

    “Eu não pego os boys que as minhas amigas pegam. Eu ficaria chateada”, declarou. Ela ainda comentou que havia percebido o clima entre os dois e tentou se esquivar de uma narrativa de triângulo amoroso.

    Maxiane afirma que ficaria chateada se Marciele e Jonas se beijassem