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  • Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Homem teve terapia antirretroviral descontinuada há seis anos; remissão aconteceu após transplante de células-tronco

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um paciente de 60 anos está em remissão sustentada do HIV, sendo a sétima pessoa a alcançar esse estágio, aponta prévia de artigo científico aceito para publicação na revista Nature na segunda-feira (1°).

    Conforme a versão inicial do documento, revisado por pares, o homem, de Berlim, foi diagnosticado com HIV-1 subtipo B em dezembro de 2009. Ele permaneceu sem sintomas por cinco anos. Em abril de 2015, a sua condição se deteriorou e ele recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda.

    A terapia antirretroviral (ART), que diminui a carga viral no corpo até que o HIV não seja transmitido em relações sexuais, foi iniciada no paciente em paralelo ao tratamento da leucemia. Em outubro de 2015, para o tratamento da leucemia, o homem recebeu um transplante de células-tronco alogênicas, e teve remissão do câncer.

    O paciente teve a terapia antirretroviral descontinuada em 2018, o que significa que a remissão já é sustentada por seis anos. Para os pesquisadores, o caso demonstra uma potencial cura do HIV.

    A cura é excepcionalmente rara, aponta o artigo, documentada em apenas seis casos entre os estimados 88 milhões de indivíduos que adquiriram HIV desde o início da epidemia. Até agora, as curas bem-sucedidas estão limitadas a indivíduos que receberam transplantes alogênicos de células-tronco para cânceres hematológicos.

    Este caso é crucial, conforme o artigo, porque desafia o entendimento de longa data sobre o que é necessário para alcançar a cura ou remissão sustentada do HIV.

    Por muito tempo, o mecanismo principal para a cura sem terapia antirretroviral era a resistência ao vírus mediada pela mutação CCR5?32 homozigótica, variante genética rara que confere resistência natural à infecção pelo vírus HIV.

    Estes resultados demonstraram que a resistência ao HIV mediada por CCR5?32 não é essencial para uma remissão duradoura, ressaltando a importância de reduções efetivas do reservatório viral nas estratégias de cura do HIV. A análise após o transplante não detectou vírus competente para replicação no sangue ou nos tecidos intestinais do paciente.

    Neste caso, os autores sugerem que a chave para a remissão foi o tratamento agressivo da leucemia e os mecanismos imunológicos induzidos pelo transplante.

    A última pessoa a demonstrar sinais de remissão foi um homem conhecido como paciente de Genebra, em 2023, depois de receber um transplante de medula óssea.

    Todos os pacientes até então tem essa situação muito particular em comum: sofriam de câncer de sangue e se beneficiaram de um transplante de células-tronco que renovaram profundamente seu sistema imunológico.

    A primeira pessoa com HIV curada foi Timothy Ray Brown, também conhecido como “paciente de Berlim”. Nascido nos Estados Unidos, ele foi diagnosticado com HIV em 1995, quando vivia na Alemanha, e em 2006 recebeu o diagnóstico de leucemia.

    O segundo homem curado, Adam Castillejo, ficou conhecido como “paciente de Londres”. Ele tinha linfoma de Hodgkin e passou pelo transplante de medula com material de um doador com a mutação no gene em maio de 2016. Em setembro de 2017, Castillejo deixou de tomar drogas anti-HIV e seus exames de sangue não apresentaram mais sinais do vírus.

    Em fevereiro de 2022, pesquisadores anunciaram o terceiro caso de cura, dessa vez envolvendo uma mulher submetida a um tratamento diferente. A paciente, que como Brown tinha leucemia, foi atendida no Weill Medical College, em Nova York, e recebeu sangue do cordão umbilical de um doador com a mutação no CCR5 e células-tronco sanguíneas parcialmente compatíveis de um parente de primeiro grau.

    Pouco tempo depois, em julho, foi divulgado o quarto caso de cura do HIV. O homem de 66 anos, que não quis revelar sua identidade, recebeu o apelido de “paciente de City of Hope” (em tradução livre, cidade da esperança) em referência à unidade de saúde da Califórnia em que foi tratado.

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

  • Trump comenta sobre negócios com Brasil e elogia Lula: "Gosto dele"

    Trump comenta sobre negócios com Brasil e elogia Lula: "Gosto dele"

    Presidente norte-americano falou sobre ligação com Lula: “Tivemos uma ótima conversa, conversamos sobre negócios, sanções, porque, como você sabe, nós aplicamos sanções a eles por causa de algumas coisas que aconteceram. Mas nós tivemos uma ótima conversa”

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta terça-feira (2) que teve uma ótima conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ocasião, o chefe do Executivo brasileiro fez um novo pedido de retirada das tarifas comerciais impostas pelo governo americano.

    “Tivemos uma ótima conversa, conversamos sobre negócios, sanções, porque, como você sabe, nós aplicamos sanções a eles por causa de algumas coisas que aconteceram. Mas nós tivemos uma ótima conversa. Eu gosto dele, nós tivemos algumas reuniões, e nós tivemos uma ótima conversa”, disse a jornalistas.

    Trump já anunciou o recuo da atrifa adicional de 40% para itens agrícolas, incluindo carne e café, mas o governo brasileiro solicita que a negociação avance rumo à retirada da sobretaxa para o restante dos produtos.

    Em nota, o governo brasileiro afirma que o petista “destacou que ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações”.

    No contato anterior entre os dois líderes, em outubro deste ano, o petista já havia defendido o fim do tarifaço e solicitado que Trump suspendesse as “medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras” -o republicano havia cassado vistos de auxiliares de Lula e autorizou sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    No comunicado sobre a remoção das tarifas, Trump citou a conversa com Lula. Afirmou ainda que ouviu opiniões de outras autoridades no sentido de que as tarifas não são mais necessárias porque “houve progresso inicial nas negociações com o governo do Brasil”.

    No fim de julho, o governo americano impôs uma sobretaxa de 40% a produtos importados pelo Brasil, que somou-se às chamadas “tarifas recíprocas” de 10% aplicadas globalmente. O decreto, no entanto, previu uma lista com quase 700 exceções, como suco de laranja e produtos de aviação, que livrou 43% do valor de itens brasileiros exportados para o exterior, segundo levantamento feito pela Folha de S.Paulo.

    Em 14 de novembro, o governo americano derrubou a tarifa de 10% das principais exportações brasileiras, como carne e café. Depois, a sobretaxa de 40% também caiu, isentando esses produtos das taxas adicionais aplicadas pelo republicano desde abril.

    Lula e Trump chegaram a interagir pessoalmente durante a Assembleia Geral da ONU, na qual Trump afirmou que ambos tiveram “boa química”. O encontro da época foi o primeiro após o anúncio do tarifaço e a sequência de medidas do americano contra o Brasil e demais países do mundo.

    Levantamento do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) aponta que 22% das exportações brasileiras (US$ 8,9 bilhões) ainda estão sob efeito da sobretaxa de no mínimo 40% (em alguns casos, de 50%, já que certos itens ainda pagam a taxa de 10% aplicada a todos os países).

    Além destes produtos, 15% das exportações (US$ 6,2 bilhões) estão sujeitos à tarifa global e outros 27% (US$ 10,9 bilhões) continuam enquadrados na chamada Seção 232 (que permite impor tarifas por razões de segurança nacional). É o caso, por exemplo, de aço e autopeças.

    Na conversa desta terça, os dois também trataram do combate ao crime organizado e concordaram em cooperar com o tema.

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  • Austrália impõe bloqueio de redes sociais para menores de 16 anos

    Austrália impõe bloqueio de redes sociais para menores de 16 anos

    Nova política deve afetar milhões de jovens e alterar rotinas online

    A Austrália está prestes a implementar uma das medidas mais rígidas do mundo contra o uso de redes sociais por jovens. A partir de 10 de dezembro de 2025, plataformas com “restrição por idade” — como Instagram, TikTok, YouTube, Snapchat, X, Reddit, Twitch, Facebook e Threads — terão de provar que removem ou bloqueiam usuários com menos de 16 anos. As empresas que não cumprirem a regra poderão ser multadas em até 49,5 milhões de dólares australianos (aproximadamente R$ 173,7 milhões). As gigantes da tecnologia afirmam que já estão implantando sistemas de segurança: a Meta começará a desativar contas de menores em 4 de dezembro, e a Snap informou que usuários com menos de 16 anos poderão ter suas contas suspensas até completarem a idade mínima.

    A proibição chega em um momento sensível: o início das férias de verão na Austrália. Para milhões de adolescentes, pode ser o primeiro recesso escolar em anos sem rolar feeds infinitos, algoritmos consumindo atenção ou acesso fácil a amigos online. Mesmo pais que apoiam a medida reconhecem que um verão sem redes sociais pode parecer interminável.

    Enquanto isso, no Brasil, o uso de redes sociais entre crianças e adolescentes já é extremamente difundido. Pesquisa de 2024 realizada pela TIC Kids Online Brasil indica que 92% dos jovens de 9 a 17 anos acessam a internet. Desse total, grande parte tem perfil em redes sociais: estudos apontam que plataformas como WhatsApp, YouTube, Instagram e TikTok são as mais utilizadas e muitas vezes acessadas várias vezes ao dia.

    O contexto brasileiro reforça a importância da discussão. Com acesso massivo desde idades precoces, tais plataformas já fazem parte da rotina — social, escolar e pessoal — de milhões de jovens. A proposta australiana, portanto, serve como um provável sinal de alerta internacional sobre os limites e os riscos do convívio precoce com redes sociais.

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    Austrália impõe bloqueio de redes sociais para menores de 16 anos

  • George Clooney diz que ainda sente o baque por ter perdido papel para Brad Pitt

    George Clooney diz que ainda sente o baque por ter perdido papel para Brad Pitt

    Clooney disse ainda que levou anos para conseguir assistir ao filme “Thelma & Louise” (1991) após perder o papel para Brad Pitt; “E eu cheguei ao teste final para ‘Thelma & Louise’. E, p*, o Brad conseguiu”, contou

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – George Clooney, 64, revelou ter ficado profundamente frustrado ao perder o papel de J.D. em “Thelma & Louise” (1991) para Brad Pitt, 61. Três décadas depois, o ator admite que contava com a participação no longa para impulsionar sua carreira no cinema.

    “Eu estava na TV. Ganhava bem, mas, naquela época, todo ator dizia: ‘Sou um ator de cinema – só estou fazendo TV por enquanto’. E eu cheguei ao teste final para ‘Thelma & Louise’. E, p*, o Brad conseguiu”, contou em entrevista recente ao jornal The Times.

    Clooney disse ainda que levou anos para conseguir assistir ao filme. “Demorei anos para ver Thelma & Louise, porque fiquei irritado. Aquele papel lançou a carreira dele no cinema. Ele estava fazendo sitcoms e outras porcarias antes, então quando viria o papel que lançaria a minha?”, afirmou.

    Questionado se Pitt sabe da história, o ator confirmou -e disse que o colega nunca perdeu a chance de brincar com a situação. “Claro que ele pega no meu pé. Mas, quando finalmente vi o filme, pensei: ‘Bom, tinha que ser aquele cara’”, reconheceu.

    Apesar da disputa inicial, Clooney e Pitt se tornaram amigos e trabalharam juntos diversas vezes, incluindo a trilogia “Ocean’s” (2001-2007) e “Lobos” (2024).

    Dirigido por Ridley Scott, o longa “Thelma & Louise” acompanha a jornada de Louise (Susan Sarandon), uma garçonete, e Thelma (Geena Davis), dona de casa, que decidem abandonar suas vidas para cair na estrada. No caminho, elas se envolvem em um crime, passam a ser perseguidas pela polícia e conhecem J.D. -interpretado por Brad Pitt- um jovem andarilho que mais tarde se revela um foragido da Justiça.

    George Clooney diz que ainda sente o baque por ter perdido papel para Brad Pitt

  • STF entende que forçar cartão amarelo não basta para manipular resultado

    STF entende que forçar cartão amarelo não basta para manipular resultado

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu um habeas corpus para trancar uma ação penal contra o jogador Igor Cariús. Os ministros avaliaram que forçar um único cartão amarelo não altera o curso de uma competição.

    A decisão vale para o caso concreto, mas estabelece um precedente sobre o entendimento da corte no tema.

    Segundo Gilmar Mendes, que deu o voto vencedor, a conduta do jogador é reprovável, mas a Lei Geral do Esporte define como crime pedir ou aceitar vantagem com a promessa de alterar ou falsear o resultado da competição.

    O atleta defendia o Cuiabá no período dos fatos denunciados pelo Ministério Público e hoje joga pelo Sport.

    “A conduta referente à provocação de um único cartão amarelo, tal como imputado ao paciente, não é capaz de alterar ou falsear o resultado da competição esportiva ou evento a ela associado, o que a meu ver faz ruir a hipótese acusatória por manifesta atipicidade. A competição esportiva é mais ampla do que o placar de uma partida”, disse Gilmar.

    O relator do caso, André Mendonça, votou para negar o pedido do jogador para trancar a ação penal por entender que havia indícios de autoria e de materialidade no caso para a abertura da ação penal. Ele ficou vencido.

    A 6ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) havia entendido que, embora um cartão amarelo não tenha capacidade de alterar diretamente o placar de um jogo de futebol, segundo o regulamento específico do Brasileiro de 2022, campeonato em questão, a quantidade de cartões amarelos é critério de desempate para efeito de classificação final, podendo definir rebaixados, por exemplo.

    Segundo Gilmar Mendes, no entanto, são sete os critérios de desempate: maior número de vitórias, maior saldo de gols, maior número de gols pró, confronto direto, menor número de cartões vermelhos recebidos, menor número de cartões recebidos e sorteio.

    “Não considero que a conduta efetivamente imputada ao paciente, referente a obtenção de um único cartão amarelo, tenha a aptidão de influir na classificação final do campeonato, seja diante da inexpressividade quantitativa da conduta, seja pelo critério de desempate, sexto de sete critérios de desempate à frente apenas do sorteio”, disse o ministro.

    Segundo a acusação, ele teria aceitado receber R$ 30 mil para forçar cartões amarelos em três rodadas do campeonato. Em uma delas, a tentativa foi cancelada. Na seguinte, teria sido efetivada.

    “Penso que se trata de situação que submete o paciente a inequívoco constrangimento ilegal, não apenas em virtude da ausência de justa causa para exercício da ação penal, como também porque a persistência da persecução penal na espécie importa na violação do princípio da legalidade”, disse Gilmar Mendes.

    Igor chegou a ser punido pelos fatos denunciados. Ele ficou um ano afastado dos campos por decisão do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

    “Não há dúvidas quanto à reprovabilidade da conduta do paciente, tampouco que a conduta descrita atenta quanto à integridade da competição esportiva em questão. Para que qualquer conduta tenha relevância penal, entretanto, é necessário que haja prévia cominação legal, o que não me parece ser o caso”, concluiu o ministro.

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    Folhapress | 17:36 – 02/12/2025

     

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  • Após críticas de Michelle, PL suspende apoio a Ciro Gomes

    Após críticas de Michelle, PL suspende apoio a Ciro Gomes

    Flávio e os irmãos Eduardo e Carlos Bolsonaro protagonizaram um briga pública no domingo (30) e na segunda-feira (1°) com a ex-primeira dama; partido decidiu repensar acordos feitos por Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O PL suspendeu nesta terça-feira (2) o apoio ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará e decidiu mapear eventuais acordos fechados por Jair Bolsonaro (PL) em outros estados, após a briga entre os filhos do ex-presidente e a mulher dele, Michelle Bolsonaro (PL).

    Após dois dias de acusações, Michelle se reuniu na sede do PL nesta terça com o enteado mais velho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e o secretário-geral, senador Rogério Marinho (PL-RN).

    Após o encontro, Fernandes disse que Bolsonaro, Valdemar, Flávio e Marinho estavam cientes das conversas com Ciro, mas Michelle não. O deputado, que é presidente do PL no Ceará, acrescentou que as tratativas no estado estavam suspensas e que a “composição” seria feita em conjunto.

    “Acato a ordem do diretório nacional do presidente Valdemar e do presidente Bolsonaro, que lá atrás havia me autorizado a tentar essas articulações. Mas pelo momento nós vamos dar uma pausa. Nós vamos repensar, nós vamos analisar um futuro melhor para o estado do Ceará e eu agradeço a confiança de continuar à frente nessa articulação”, disse Fernandes.

    Flávio e os irmãos Eduardo e Carlos Bolsonaro protagonizaram um briga pública no domingo (30) e na segunda-feira (1°) desde que a ex-primeira dama criticou o apoio à candidatura Ciro ao governo do Ceará e falou que o candidato dela é o senador Eduardo Girão (Novo).

    Após críticas de Michelle, PL suspende apoio a Ciro Gomes

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  • BC bloqueia 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas

    BC bloqueia 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas

    Ferramenta BC Protege+ foi lançado ontem (1º) pelo Banco Central

    Em dois dias de funcionamento, a ferramenta BC Protege+ bloqueou 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas. Segundo o balanço mais recente divulgado pelo Banco Centra, 145,5 mil pessoas ativaram a proteção, e as instituições financeiras fizeram 1,9 milhão de consultas ao sistema para verificar pedidos de abertura de contas ou inclusão de titulares.

    Os dados foram apurados até as 17h45 desta terça-feira (2). Lançado na segunda (1º), o BC Protege+ é um serviço gratuito para reforçar a proteção de cidadãos e empresas contra fraudes na abertura de contas-correntes, poupança e contas de pagamento pré-pagas. 

    Ao ativar o serviço, o usuário comunica oficialmente que não deseja abrir contas nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. A consulta ao sistema pelas instituições financeiras é obrigatória antes da abertura de qualquer conta. 

    O recurso funciona como uma camada adicional de segurança para prevenir fraudes de identidade e evitar que produtos financeiros sejam contratados em contas abertas ilegalmente em nome do cidadão ou da empresa.

    Como ativar o BC Protege+

    • Acesse a área logada do Meu BC com a conta Gov.br nível prata ou ouro e verificação em duas etapas habilitada;
    • Localize o serviço BC Protege+ e ative a proteção;
    • Colaboradores de empresas registrados no gov.br também podem ativar a proteção em nome da organização;
    • A escolha fica registrada no sistema e é informada automaticamente às instituições financeiras quando elas consultam os dados do cliente.

    Desativação para abertura de contas

    Caso o usuário deseje abrir uma conta ou ser incluído na de terceiros, é necessário acessar novamente o BC Protege+ e desativar a proteção temporariamente. O Banco Central recomenda programar uma data de reativação automática, garantindo que a segurança seja restabelecida após o procedimento.

    O serviço é gratuito e pode ser ativado ou desativado a qualquer momento.

    BC bloqueia 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas

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  • Fifa deve usar VAR em lances de escanteio na Copa do Mundo, diz jornal

    Fifa deve usar VAR em lances de escanteio na Copa do Mundo, diz jornal

    (UOL/FOLHAPRESS) – Mesmo com as principais ligas do mundo rejeitando a ideia, a Fifa está pronta para implementar o uso do VAR em lances de escanteio na Copa de 2026. A informação é do site britânico BBC.

    A ideia foi apresentada em outubro após uma reunião do IFAB (International Football Association Board), responsável pelas regras do jogo. Além de lances de impedimento, o VAR também será usado para revisar lances de segundo cartão amarelo.

    No entanto, representantes das principais ligas do planeta rejeitaram a proposta para escanteios. Assim, a Fifa deverá promover testes nas competições que organiza antes do Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá, marcado para junho e julho de 2026.

    O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Colina, é favorável à mudança. O árbitro da final da Copa do Mundo de 2002 acredita que erros desse tipo são rapidamente identificados pelo VAR e comunicados.

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    Folhapress | 17:36 – 02/12/2025

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  • Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

    Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

    Vamos atingir aonde os traficantes moram em breve, diz presidente americano em meio a crise militar; republicano protege secretário de Defesa, acusado de dar ordem de ‘matar todos’ em ofensiva contra embarcações

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira (2) que qualquer país que envie drogas aos Estados Unidos está sujeito a ataques das Forças Armadas americanas, não apenas a Venezuela. A fala vem em meio à campanha militar dos EUA nas águas da América Latina, ação com o objetivo explícito de combater o tráfico de drogas na região e o implícito de pressionar o ditador Nicolás Maduro a deixar o poder.

    “Se eles [traficantes] vierem de certo país, ou de qualquer país, ou se nós acharmos que eles estão construíndo locais de produção de cocaína ou fentanil, como a Colômbia, que faz muita cocaína… e nós gostamos muito disso”, disse Trump, em tom irônico. “De qualquer forma, qualquer um que faça isso e venda no nosso país está sujeito a ataques.”

    Em seguida, um repórter pergunta para Trump: “Não necessariamente só a Venezuela?”, ao que o presidente responde: “Não só a Venezuela. A Venezuela tem sido muito ruim para nós, mandaram assassinos para nosso país, esvaziaram suas cadeias no nosso país”, afirmou, em referência ao fluxo migratório de venezuelanos em direção aos EUA.

    Antes disso, o republicano disse que pretende ordenar ataques contra traficantes “onde eles moram” muito em breve, aumentando a especulação de que os EUA podem bombardear território Venezuelano diretamente -o equivalente a uma declaração de guerra.

    Ao longo da conversa com a imprensa em Washington, Trump buscou ainda proteger seu secretário de Defesa, Pete Hegseth. O chefe do Pentágono está sob intensa pressão depois das revelações de que teria dado a ordem de “matar todos” em um dos ataques no Caribe contra embarcações que os EUA afirmam, sem apresentar provas concretas, se tratarem de barcos carregando drogas.

    Uma ordem do tipo seria um crime de guerra, uma vez que o direito internacional não considera legítimos ataques contra combatentes que não representam perigo iminente -a menos que haja uma situação de guerra declarada, o que não é o caso. Para se proteger juridicamente, o governo Trump classificou grupos narcotraficantes da América Latina de terroristas, argumentando que pode agir contra eles da mesma forma que os EUA agem contra grupos radicais no Oriente Médio.

    Hegseth disse não se lembrar de ter visto sobreviventes no incidente em questão, em setembro, contrariando reportagem do jornal The Washington Post de que houve um segundo bombardeio com o objetivo de matar todos os ocupantes do barco. O secretário afirmou ter dado a ordem de eliminar os supostos traficantes, mas deixado o resto da operação a cargo de almirantes da Marinha.

    Ao mesmo tempo, o chefe do Pentágono defendeu “todas as decisões tomadas” por comandantes militares americanos, dizendo que, na “névoa da guerra”, nem sempre todas as informações estão disponíveis -mas que eliminar os barcos é a decisão acertada.

    “Vocês na imprensa, em suas salas climatizadas em Washington, não têm como entender isso”, disse Hegseth. “Vocês inventam histórias falsas no Washington Post de que eu mandei matar todo mundo, matérias sem base alguma na realidade, e aí querem fazer falas irresponsáveis sobre esses heróis americanos.”

    “Cerca de 20 milhões de pessoas invadiram nosso país nos últimos quatro anos, e ninguém sabe de onde elas vêm”, prosseguiu Hegseth, citando a gestão Joe Biden em tentativa de justificar a campanha militar americana no Caribe. “Eles trazem drogas e envenenam, de forma intencional, nosso povo, matando centenas de milhares de americanos.”

    “Então o presidente teve a coragem de classificar essas facções de organizações terroristas”, afirmou o secretário. “Muitos de nós servimos no Exército e lutamos contra terroristas como a Al Qaeda e o Estado Islâmico. Como você trata grupos assim? Você dá um tapinha na cabeça e diz: ‘que isso não se repita’? Ou você elimina o problema diretamente por meio de um ataque cinético letal?”

    Sob Trump, os EUA promovem sua maior mobilização militar na América Latina em décadas. Mais de 80 pessoas já foram mortas em ataques contra barcos no Caribe e no Oceano Pacífico, e a possibilidade de um conflito militar com a Venezuela cresce a cada dia que Washington investe mais recursos militares na ofensiva, segundo especialistas.

    Ao final da conversa com jornalistas, Trump emendou um ataque a imigrantes da Somália que vivem nos EUA. Dizendo que a deputada democrata Ilhan Omar, nascida no país do leste da África, “odeia os EUA”, o presidente americano afirmou: “Os somalis não contribuem em nada para o nosso país. Eu não quero eles aqui. Existe uma razão para o país deles ser a porcaria que é. O país deles fede.”

    Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA, não só Venezuela, diz Trump

  • Alcolumbre cancela sabatina de Jorge Messias, nome de Lula para o STF

    Alcolumbre cancela sabatina de Jorge Messias, nome de Lula para o STF

    Lula anunciou a escolha de Messias para o STF em 20 de novembro, mas não enviou diretamente ao Senado os documentos necessários para dar início à tramitação do processo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (2) o cancelamento do cronograma anunciado anteriormente para a sabatina de Jorge Messias, indicado do presidente Lula (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal).

    “Esta omissão de responsabilidade exclusiva do poder Executivo é grave e sem precedentes. É uma interferência no cronograma da sabatina, prerrogativa do poder legislativo”, afirmou Alcolumbre.

    “Por fim, para evitar a possível alegação de vício regimental no trâmite da indicação, diante da possibilidade de se realizar a sabatina sem o recebimento formal da mensagem, esta presidência e a CCJ do SEnado determinam o cancelamento do calendário apresentado.”

    Lula anunciou a escolha de Messias para o STF em 20 de novembro, mas não enviou diretamente ao Senado os documentos necessários para dar início à tramitação do processo. Indicados para o Supremo só assumem uma cadeira na corte se forem aprovados com ao menos 41 votos favoráveis no Senado.

    Cinco dias depois do anúncio de Lula, Alcolumbre anunciou que o Senado deliberaria sobre a indicação de Messias em 10 de dezembro. O prazo foi considerado exíguo por aliados do indicado, que é alvo de resistência no Senado. Messias está em campanha para reverter sua desvantagem, trabalho que será menos difícil se houver mais tempo para conversar com senadores.

    A escolha de Lula por Messias contrariou Alcolumbre e a diversos setores do Senado, que queria o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fosse o escolhido para a vaga no tribunal.

    A tensão política desencadeada pela indicação de Messias estremeceu a aliança entre Lula e o Senado, Casa que mais forneceu apoio ao petista ao longo do atual mandato.

    Alcolumbre cancela sabatina de Jorge Messias, nome de Lula para o STF

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