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  • Morreu Lazare, provavelmente o cão mais velho do mundo, aos 30 anos

    Morreu Lazare, provavelmente o cão mais velho do mundo, aos 30 anos

    O animal passou a maior parte da vida com a mesma dona e foi entregue a uma associação após a morte dela. Foi depois adotado por uma segunda família, com quem viveu apenas um mês.

    Lazare, um spaniel francês considerado “o cachorro mais velho do mundo”, morreu na quinta-feira, aos 30 anos, na cidade de Annecy. O anúncio foi feito pela dona nas redes sociais.

    “Você era o nosso vovozinho, com seus olhinhos doces, sua necessidade de carinho, sua curiosidade, sua personalidade afetuosa e ainda tão cheio de vida, apesar da idade avançada”, escreveu Ophélie Boudol, de 29 anos, em uma mensagem publicada no Instagram.

    Lazare nasceu em 4 de dezembro de 1995, de acordo com Anne-Sophie Moyon, agente de proteção animal do abrigo Annecy-Marlioz, em Haute-Savoie.

    Segundo a Agência France-Presse (AFP), o animal passou a maior parte da vida com a mesma dona e foi entregue à associação após a morte dela. Ele foi adotado há um mês por Ophélie, que inicialmente procurava um animal de estimação para a mãe, mas acabou se apaixonando por Lazare e o levou para casa, apesar de já ter dois gatos.

    Segundo Ophélie, o animal partiu “para se juntar à sua dona, que tanto o amou e cuidou dele” ao longo de tantos anos.

    “Em apenas um mês, você virou nossas vidas de cabeça para baixo”, escreveu ainda. “Sou muito grata por ter cruzado seu caminho, por ter acolhido você e estado ao seu lado até o fim. Nunca vou me arrepender de ter aberto nossa porta e nossos corações para você. Se pudesse fazer tudo de novo, faria mil vezes.”

     
     
     

     
     
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  • Arbeloa já abre a porta do Real Madrid a Mourinho: “Muito feliz”

    Arbeloa já abre a porta do Real Madrid a Mourinho: “Muito feliz”

    Álvaro Arbeloa abriu, neste sábado, as portas do Real Madrid para José Mourinho, dizendo que, caso o retorno do português ao Santiago Bernabéu se concretize, ficará “muito feliz”. Em entrevista coletiva de prévia para o jogo contra o Sevilla, válido pela penúltima rodada de La Liga, o atual treinador merengue discordou da ideia de que “o vestiário esteja ingovernável” e afirmou que “Mourinho será sempre um dos nossos”.

    “Não entendo essa ideia de um vestiário ingovernável. Ou pelo menos não concordo com isso. No dia em que o clube tomar uma decisão sobre o treinador da próxima temporada, fará isso quando achar oportuno. Para mim, como jogador e madridista, Mourinho é o número um. Pensava assim há um mês e continuarei pensando. Ele é e sempre será um dos nossos. Se estiver aqui na próxima temporada, ficarei muito feliz em vê-lo aqui, em casa”, afirmou Arbeloa, citado pelo jornal AS.

    Em uma coletiva que durou oito minutos e meio e contou com sete perguntas, Arbeloa também comentou outro tema “quente” do universo merengue, envolvendo outro grande protagonista: Kylian Mbappé.

    “Disse a ele para ficar tranquilo, que eu resolveria isso. Entendo que essas coisas possam virar notícia. Tudo o que ele disse já havíamos conversado antes. Encaro isso com mais naturalidade. Entendo que os jogadores fiquem incomodados quando não jogam. O Kylian, outro dia, não estava satisfeito e isso me agrada. Para mim, isso é muito mais normal do que a repercussão que deram ao caso. O melhor teria sido ele jogar um pouco no segundo tempo. Talvez, sem o jogo de amanhã, a situação tivesse sido diferente. Mas nada além disso. Trato com total naturalidade o que aconteceu nos últimos dias. Minha relação com Mbappé continua sendo a mesma”, explicou Arbeloa ao ser questionado sobre as palavras do atacante francês após a partida contra o Real Oviedo, quando afirmou que o treinador lhe comunicou que ele havia passado a ser o quarto atacante na hierarquia.

    “Sempre que converso com os jogadores, não tenho medo de que possam comentar qualquer uma das conversas que tivemos. Quando falo em particular, gosto que isso permaneça privado, mas não me incomoda que seja comentado. Conversei com ele antes do jogo e, como disse naquela ocasião, sem problema algum”, reforçou.

    Álvaro Arbeloa, promovido a técnico principal do Real Madrid em janeiro, após a demissão de Xabi Alonso, se prepara para fazer seu penúltimo jogo no comando dos blancos. Neste domingo, enfrenta o Sevilla e, dentro de uma semana, terá compromisso contra o Athletic Bilbao, no próximo sábado. Depois disso, deverá ser demitido.

    Mourinho 99,9% certo

    Ao mesmo tempo, o retorno de Mourinho ao Real Madrid, 13 anos depois, está praticamente garantido, segundo informou a imprensa espanhola neste sábado — a manchete do jornal MARCA destaca justamente isso. O atual treinador do Benfica estará no banco logo mais, na visita ao Estoril, podendo ser essa sua última partida no comando técnico das águias, encerrando também a temporada.

    Arbeloa já abre a porta do Real Madrid a Mourinho: “Muito feliz”

  • Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Acompanhe aqui AO MINUTO os desenvolvimentos sobre a guerra no Médio Oriente.

    Israel e o Líbano concordaram, nesta sexta-feira, em prorrogar o cessar-fogo por mais 45 dias após dois dias de negociações “altamente produtivas” mediadas pelos Estados Unidos, anunciou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.

    Pigott afirmou que o departamento retomará as negociações pela “via política” nos dias 2 e 3 de junho, enquanto uma “via de segurança” será iniciada no Pentágono em 29 de maio, com delegações militares israelenses e libanesas.

    Apesar disso, neste sábado surgiram informações de que os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos mais intensos para novos ataques contra o Irã.

    Irã “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”

    O Irã afirmou que a falta de confiança é o maior obstáculo nas negociações para encerrar a guerra com os Estados Unidos, dizendo, na sexta-feira, que Teerã estaria aberto a ajuda diplomática para aliviar as tensões.

    Em declarações a jornalistas em Nova Délhi, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que mensagens contraditórias fazem com que Teerã fique “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”.

    “Temos dúvidas sobre a seriedade deles”, declarou Araghchi, acrescentando que as negociações avançariam se Washington estivesse preparado para um “acordo justo e equilibrado”.

    EUA e Israel “preparam novos ataques contra o Irã”

    Os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos para novos e mais intensos ataques contra o Irã, informou o jornal The New York Times.

    Uma das opções inclui, supostamente, o envio de tropas terrestres com o objetivo de recuperar material nuclear enterrado sob os escombros, segundo autoridades norte-americanas. Porém, outras fontes afirmam que uma operação desse tipo exigiria milhares de militares de apoio para criar um perímetro de segurança em torno da área de operações.

    Dois representantes do Oriente Médio afirmaram que os dois países pretendem estar prontos já na próxima semana.

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

  • Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    O presidente russo, Vladimir Putin, vai realizar uma visita à China na terça e quarta-feira para reforçar a “parceria” e “cooperação” entre os dois países, anunciou hoje o Kremlin em comunicado.

    Durante a visita, que ocorrerá poucos dias após a do Presidente americano, Donald Trump, o líder russo discutirá com chinês, Xi Jinping, formas de “fortalecer ainda mais a parceria global e a cooperação estratégica” entre a Rússia e a China, lê-se no documento.

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

  • Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    O chefe da diplomacia da China, Wang Yi, declarou que os Estados Unidos (EUA) compreendem a posição de Pequim e rejeitam a independência de Taiwan, e pediu a Washington “medidas concretas” para garantir a paz.

    Após a partida do presidente norte-americano, Donald Trump, que esteve menos de 48 horas em Pequim, o ministro das Relações Exteriores da China reiterou, na sexta-feira, que a questão de Taiwan é “a questão mais importante nas relações entre China e Estados Unidos”.

    “Manter a paz e a estabilidade no estreito de Taiwan é o maior interesse em comum entre os dois lados. O pré-requisito para isso é nunca apoiar ou tolerar a ‘independência de Taiwan’”, afirmou Wang, em declarações à imprensa.

    O ministro indicou que, durante o encontro com o líder chinês Xi Jinping, ficou claro que os Estados Unidos compreendem a posição da China e valorizam as preocupações chinesas.

    Horas antes, Donald Trump afirmou que não está incentivando Taiwan a buscar independência da China e garantiu que não deseja uma guerra com Pequim por causa do tema.

    “Não quero que ninguém se torne independente. E quer saber de uma coisa? Será que vamos viajar 15.300 quilômetros para travar uma guerra? Não quero isso”, destacou o republicano em entrevista à emissora norte-americana Fox News.

    Trump acrescentou que conversou com o líder chinês sobre Taiwan “durante toda a noite” e sugeriu que, quando deixar a presidência dos Estados Unidos, Xi provavelmente tentará “assumir o controle” da ilha.

    Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi Jinping teria alertado Trump de que uma “má condução” da questão pode levar China e Estados Unidos a um confronto ou até mesmo a um ataque.

    Donald Trump confirmou na sexta-feira ter discutido com Xi Jinping a eventual venda de armas norte-americanas para Taiwan, mas descartou a possibilidade de um conflito iminente.

    O presidente norte-americano afirmou que ainda não tomou uma decisão sobre a venda de armamentos para Taiwan, medida fortemente criticada por Pequim, acrescentando que deve decidir “em breve”.

    Trump, porém, recusou-se a esclarecer se os Estados Unidos defenderiam militarmente Taiwan em caso de conflito com a China.

    “Isso é algo que só uma pessoa sabe: eu”, disse Trump, revelando que Xi lhe fez diretamente essa pergunta durante as conversas em Pequim.

    “Ele me perguntou, e eu disse que não falo sobre isso”, afirmou Trump.

    Há mais de sete décadas, os Estados Unidos são um ator central no contexto das disputas entre Pequim e Taipé. Washington está legalmente comprometida a fornecer a Taiwan os meios necessários para sua autodefesa e, embora não mantenha relações diplomáticas com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com a China.

    Pequim considera Taiwan uma província rebelde e uma “parte inalienável” do território chinês, e não descarta o uso da força para assumir o controle da ilha, algo que o governo taiwanês condena veementemente.

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

  • Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Juros no Japão, guerra e eleições no Brasil elevam aversão ao risco. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%

    O dólar voltou a subir e fechou esta sexta-feira (15) acima de R$ 5, no maior nível em um mês. Já a bolsa brasileira encerrou o pregão em queda, em um dia de turbulências externas e domésticas. 

    O movimento de aversão global ao risco foi provocado pela guerra no Oriente Médio, pela pressão inflacionária internacional, que aumentou as chances de alta de juros no Japão, e pelo agravamento das tensões políticas no Brasil.

    A moeda estadunidense encerrou o dia vendido a R$ 5,067, com alta de R$ 0,081 (+1,63%). Em forte alta durante todo o dia, a cotação chegou a R$ 5,08 por volta das 13h, antes de desacelerar no fim da tarde.O dólar comercial acumulou alta de 3,48% na semana. Em 2026, no entanto, cai 7,70%. A divisa está no maior valor desde 8 de abril, quando fechou a R$ 5,10.

    O mercado de ações também teve um dia turbulento. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%. 

    O Ibovespa operou sob pressão durante todo o pregão, refletindo o ambiente externo mais defensivo e o aumento das preocupações fiscais e políticas no cenário doméstico.

    O índice chegou a cair mais de 1% durante a manhã, mas reduziu parte das perdas ao longo do dia, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras.

    Pressão externa

    A valorização do dólar refletiu uma combinação de fatores externos e internos. No cenário internacional, investidores aumentaram apostas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) poderá elevar os juros nos Estados Unidos diante da persistência da inflação global, pressionada principalmente pela alta do petróleo e pelas tensões geopolíticas envolvendo Irã e Estados Unidos.

    O movimento ganhou força após os juros dos títulos públicos do Japão dispararem durante a madrugada. Os papéis japoneses de dez anos atingiram o maior nível desde 1999, chegando a 2,37%, enquanto os títulos de 30 anos ultrapassaram os 4%. O avanço ocorreu após a inflação ao produtor no Japão acelerar para 4,9% em abril.

    A perspectiva de alta dos juros pelo Banco do Japão levou investidores a desmontarem parte das operações conhecidas como carry trade, nas quais recursos captados em países de juros baixos, como o Japão, são destinados a mercados com taxas mais elevadas, como o Brasil. Com a reversão desse fluxo, houve fortalecimento do dólar e retirada de capital de economias emergentes.

    No Brasil, o mercado também acompanhou os desdobramentos políticos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Investidores avaliaram que o aumento das incertezas políticas ampliou a busca por proteção na moeda americana.

    Bolsa recua

    Em relação à bolsa, o desempenho negativo acompanhou o movimento das bolsas internacionais. Em Nova York, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) caiu 1,23%, diante da percepção de que juros mais altos poderão permanecer por mais tempo nos Estados Unidos.

    Além do cenário externo, os impactos políticos das revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e Vorcaro aumentaram a cautela em relação aos ativos brasileiros. Nesta sexta, o site Intercept Brasil divulgou nova reportagem com as relações do deputado cassado Eduardo Bolsonaro com o Banco Master.

    Petróleo dispara

    Os preços do petróleo subiram mais de 3% diante do aumento das tensões no Oriente Médio e da falta de avanços nas negociações sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo mundial.

    O barril do Brent, referência para as negociações internacionais, fechou em alta de 3,35%, a US$ 109,26. O barril WTI, do Texas, avançou 4,2%, encerrando a US$ 105,42.

    O mercado reagiu a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que sua paciência com o Irã estaria se esgotando. O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que Teerã não confia nos americanos e que só negociará se houver seriedade por parte de Washington.

    O prolongamento da crise no Golfo Pérsico mantém elevada a preocupação com inflação global, pressionando juros e aumentando a volatilidade nos mercados financeiros.

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

    Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

    Canção foi feita em parceria com o nigeriano Burna Boy. Estrela colombiana será uma das atrações do show da final do campeonato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Shakira lançou, nesta sexta-feira (15), a faixa “Dai Dai”, escolhida para representar oficialmente a Copa do Mundo Fifa 2026. A música foi produzida em colaboração com o cantor nigeriano Burna Boy e chegou às plataformas de streaming acompanhada de um videoclipe.

    O novo lançamento marca mais uma participação da artista em trilhas ligadas à Copa com a música “Waka Waka” (“This Time for Africa”), de 2010, e “La La La”, associada ao mundial de 2014, realizado no Brasil.

    Em “Dai Dai”, a proposta musical aposta na mistura de ritmos latinos com influências africanas, seguindo uma linha dançante e celebrativa. A escolha mantém a tradição de músicas criadas para mobilizar o público durante a competição.

    As imagens do videoclipe foram gravadas no Maracanã, no Rio de Janeiro. Antes do lançamento oficial, a cantora já havia divulgado prévias da produção em suas redes sociais, aumentando a expectativa dos fãs.

    Além da música oficial, Shakira também está confirmada como uma das atrações do primeiro show de intervalo da final da Copa do Mundo, prevista para acontecer em julho, em East Rutherford, nos Estados Unidos. O espetáculo será inspirado no formato tradicional das apresentações do Super Bowl.

    Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

  • Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Conversas entre representantes dos dois países em Washington foram descritas como ‘altamente produtivas’. Novo ciclo de negociações está previsto para os dias 2 e 3 de junho na capital americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Israel e Líbano concordaram em estender por mais 45 dias o cessar-fogo anunciado pelo presidente Donald Trump em 16 de abril. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (15) primeiro pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que atuam como mediador, apesar da continuidade de bombardeios que evidenciam a fragilidade da trégua.

    Segundo o porta-voz da pasta, Tommy Piggott, a prorrogação do acordo busca abrir espaço para mais avanços nas negociações. Pouco antes, o Departamento de Estado americano havia descrito como “altamente produtivas” as conversas feitas por representantes israelenses e libaneses em Washington na quinta (14) e nesta sexta-feira (15). Um novo ciclo de diálogos está previsto para os dias 2 e 3 de junho.

    As reuniões desta semana marcaram o terceiro encontro de autoridades dos dois lados desde que Israel intensificou as ofensivas contra o Líbano. As ações foram respostas aos ataques do Hezbollah contra o território israelense em 2 de março, três dias após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    Os diálogos expuseram divisões políticas no Líbano. O presidente do país, Joseph Aoun, determinou que seus representantes continuassem as conversas nos EUA a despeito da oposição do Hezbollah, favorável à continuidade do conflito. E o premiê Nawaf Salam disse, após a extensão do cessar-fogo, acreditar que só o Exército libanês deve possuir armas, numa crítica indireta ao grupo extremista apoiado pelo Irã.

    Embora Trump tenha anunciado o cessar-fogo em abril, o conflito entre Israel e Hezbollah continuou, ainda que com intensidade reduzida. Os confrontos têm se concentrado principalmente no sul do Líbano.

    Tel Aviv justifica as ofensivas apontando supostas violação por parte do Hezbollah, em acusação que tem sido frequente de ambos os lados ao longo do conflito. Pelos termos do acordo, Israel mantém o direito de agir contra ataques considerados “planejados, iminentes ou em andamento”.

    Poucas horas após o anúncio da trégua, um ataque atingiu um prédio na cidade de Tiro, no sul libanês. Um correspondente da agência de notícias AFP testemunhou o impacto depois que autoridades israelenses emitiram um alerta para que a estrutura fosse esvaziada.

    E segundo a agência estatal de notícias do Líbano, pelo menos seis pessoas foram mortas, incluindo três paramédicos, e outras 22 ficaram feridas em um ataque israelense contra um centro de defesa civil, também no sul libanês.

    Bombardeios foram registrados também momentos antes do novo acordo. O Exército de Israel comunicou ter atacado alvos do Hezbollah na mesma região. Tel Aviv anunciou ainda a morte de um soldado. Segundo os militares, o sargento Negev Dagan morreu em combate. Com isso, chega a 20 o número de israelenses mortos em território libanês desde março.

    Em paralelo, o Hezbollah afirmou ter lançado drones, também nesta sexta, contra o quartel de Liman, ao norte da cidade israelense de Nahariya. Militares israelenses disseram que vários dos equipamentos caíram em áreas do norte de Israel, sem registro de feridos.

    Do lado libanês, o Ministério da Saúde afirma que os bombardeios israelenses já deixaram mais de 2.800 mortos desde o início da guerra, entre eles ao menos 200 crianças. Considerando o período após o início da trégua, em abril, os ataques de Israel no Líbano mataram 380 pessoas, segundo dados divulgados na terça-feira (12) pelo Ministério da Saúde de Beirute à AFP.

    Apesar da violência, as delegações libanesa e israelense escreveram em comunicados que a rodada de encontros na capital americana foi positiva. A mediação conduzida pelos EUA ocorre em paralelo a esforços diplomáticos ligados ao conflito entre Washington e Teerã. O Irã afirma que o fim da guerra de Israel no Líbano é uma de suas exigências em eventuais negociações mais amplas.

    A delegação libanesa afirma priorizar o fim das hostilidades e tenta transformar o cessar-fogo em um acordo de paz permanente. Já Israel diz que o Hezbollah deve ser desarmado como condição para qualquer entendimento duradouro.

    As reuniões em Washington representam o mais alto nível de contato entre Líbano e Israel em décadas e passaram a incluir também autoridades militares e de segurança. Segundo Pigott, um novo “eixo de segurança” das negociações será lançado no Pentágono em 29 de maio.

    “Esperamos que as discussões avancem rumo a uma paz duradoura entre os países, com reconhecimento pleno da soberania e da integridade territorial de ambos, além do estabelecimento de segurança real ao longo da fronteira comum”, disse Pigott, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

    Já a ONU afirmou nesta sexta que as negociações representam uma “oportunidade única” para encerrar o conflito e “interromper a violência”. Imran Riza, coordenador humanitário das Nações Unidas para o Líbano, disse esperar que as conversas em andamento “abram caminho para uma solução política”.

    Riza, entretanto, também criticou a continuidade dos ataques. “Bombardeios aéreos e demolições continuam diariamente, com um impacto inaceitável sobre civis e infraestrutura civil”, afirmou.

    Pelo menos dois brasileiros foram mortos em território libanês. As vítimas, mãe e filho, foram atingidos num ataque atribuído a Israel e ocorrido em 26 de abril. O pai da família é libanês e também foi morto. Outro filho do casal, brasileiro, foi hospitalizado, segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Além das mortes, ao menos 1 milhão de pessoas tiveram de ser deslocadas devido às ofensivas, que configuram uma catástrofe humanitária, de acordo com as Nações Unidas.

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

  • Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

    Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

    O Brasil começou bem a nova etapa de Raglan (cidade da Nova Zelândia), incluída este ano na elite do circuito mundia de surfe, a World Surf League (WSL). Na madrugada desta sexta-feira (15) Gabriel Medina, Flipe Toledo e Alejo Muniz avançaram às oitavas de final nas ondas para o lado esquerdo da praia de Manu Bay. Outros seis brasileiros ainda estrearão em Raglan, a quarta etapa da WSL: Yago Dora, Samuel Pupo, Mateus Herdy, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Luana Silva. A janela da etapa neozelandesa vai até 25 de maio.


     

    Estreando com a lycra amarela por liderar o ranking, o Medina foi o primeiro do país a se classificar ao vencer o havaiano Eli Hanneman, com somatório de 15.20 contra 10.06 do adversário. O duelo das nas oitavas será contra o compatriota Filipinho, bicampeão mundial. Os dois já se enfrentaram nesta temporada, na etapa de Gold Coast (Austrália). Na ocasião, Filipinho derrotou Medina. 

    Natural de Ubatuba (SP), Filipinho avançou às oitavas após duelo 100% brasileiro contra João Chianca, surfista de Saquarema (RJ). O paulista totalizou 15.66 contra 10.84 de Chumbinho.

    Quem também foi bem no mar de Manu Bay foi Alejo Muniz, argentino naturalizado brasileiro, que eliminou o australiano George Pittar. Muniz somou 15.50 contra 14.84. O adversário nas oitavas será o indonésio Rio Waida.

    Resultados da primeira fase masculina

    Crosby Colapinto (EUA) 10.70 x 9.40 Jordy Smith (AFS)

    Griffin Colapinto (EUA) 4.17 x 10.50 Alan Cleland (MEX)

    Gabriel Medina (BRA) 15.20 x 10.06 Eli Hanneman (HAV)

    Filipe Toledo (BRA) 15.66 x 10.84 João Chianca (BRA)

    Jake Marshall (EUA) 11.46 x 11.97 Liam O`Brien (AUS)

    Ethan Ewing (AUS) 10.00 x 14.33 Morgan Cibilic (AUS)

    Connor O`Leary (JAP) 13.44 x 15.20 Rio Waida (INA)

    George Pittar (AUS) 14.84 x 15.50 Alejo Muniz (BRA)

    Demais estreias

    Yago Dora (BRA) x Luke Thompson (AFS)

    Barron Mamiya (HAV) x Marco Mignot (FRA)

    Samuel Pupo (BRA) x Cole Houshmand (EUA)

    Leonardo Fioravanti (ITA) x Mateus Herdy (BRA)

    Italo Ferreira (BRA) x Seth Moniz (HAV)

    Kanoa Igarashi (JAP) x Joel Vaughan (AUS)

    Jack Robinson (AUS) x Kauli Vaast (HAV)

    Miguel Pupo (BRA) x Callum Robson (AUS)

    Oitavas de final masculinas

    Crosby Colapinto (EUA) x Griffin Colapinto (EUA)

    Gabriel Medina (BRA) x Filipe Toledo (BRA)

    Liam O’Brien (AUS) x Morgan Cibilic (AUS)

    Rio Waida (INA) x Alejo Muniz (BRA)


    Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

  • Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi

    Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi

    Rita Butler Barrett alegou ter sido estuprada por Jermaine Jackson em 1988, após ele invadir sua casa à força; queixa afirma que a vítima “sofreu graves danos emocionais, físicos e psicológicos”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um tribunal de Los Angeles condenou Jermaine Jackson, irmão de Michael Jackson, a pagar mais de US$ 6,5 milhões (R$ 33 milhões na cotação atual) em uma ação por estupro. As informações são da revista People.

    Rita Butler Barrett alegou ter sido estuprada por Jermaine Jackson em 1988, após ele invadir sua casa à força. O ex-integrante do Jackson 5 foi condenado após não responder à ação judicial e terá de pagar os danos e custas processuais.

    A mulher disse que Jackson, hoje com 71 anos, a agrediu sexualmente de forma violenta. Ainda segundo a queixa, apresentada em dezembro de 2023, ele apareceu sem ser convidado em sua casa e forçou a entrada. Ela afirmou que ele foi embora depois de “se satisfazer”.

    Durante o ataque, a autora, uma mulher de fé, rezou a Deus por ajuda. [Ela] temeu por sua vida Trecho da ação

    Rita conhecia Jermaine por meio de seu marido, Ben Barrett, que trabalhava com Berry Gordy, fundador da gravadora Motown Records. Ainda segundo a queixa, ela alegou que Gordy tinha uma “relação comercial e/ou de gerenciamento” com Jackson na época do suposto crime.

    Ela alegou que houve o caso foi acobertado com o objetivo de “lucro e preservação da reputação”. Barrett afirmou que relatou o suposto estupro a Gordy no dia seguinte e acusou ele e outros no meio musical de terem ocultado o caso para proteger a imagem de Jermaine Jackson e preservar os lucros ligados à sua carreira.

    A queixa afirma que Barrett “sofreu graves danos emocionais, físicos e psicológicos”. Ela ainda apontou “humilhação, vergonha, culpa, perda econômica, redução da capacidade econômica e angústia emocional permanente” após a suposta agressão.

    A notícia surge poucas semanas depois de Jermaine Jackson aparecer ao lado de seu filho, Jaafar Jackson, na pré-estreia em Los Angeles do filme Michael.

    Na cinebiografia do astro, Jaafar interpreta o falecido cantor Michael Jackson.

    Jermaine Jackson é o quarto filho e terceiro irmão mais velho de Michael Jackson. Cantor, baixista e compositor, ele integrou a formação original do Jackson 5 e também seguiu carreira solo de sucesso na música pop e R&B.

    Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi