Blog

  • Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

    Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

    Dinâmica começou após eliminação e já colocou Ana Paula direto no paredão; disputa mistura habilidade e quiz, com decisão ao vivo nesta sexta-feira (17)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A reta final do BBB 26 já está em andamento -e a tradicional prova do finalista promete mexer com os nervos dos participantes.

    Iniciada logo após a eliminação de Jordana Morais, a dinâmica desta temporada combina resistência, precisão e memória para definir quem garante a primeira vaga na final.

    A disputa foi dividida em duas etapas. Na fase inicial, os jogadores enfrentaram um desafio de habilidade: conduzir uma chave por um labirinto até liberá-la completamente. O tempo de execução foi determinante-quem tivesse o pior desempenho iria direto para o último paredão da edição.

    Foi o que aconteceu com Ana Paula Renault, que acabou ficando com o pior tempo e já está no paredão. Enquanto isso, Juliano Floss, Leandro Boneco e Milena Moreira avançaram para a fase final.

    A segunda parte da prova tem um formato diferente: um quiz que será realizado ao vivo. Antes disso, os participantes assistem a vídeos com informações relacionadas a um patrocinador do programa. Em cada rodada, ao ouvirem um sinal, precisam apertar o botão e correr até um carro posicionado no cenário, onde acompanham o conteúdo.

    Durante o programa ao vivo, o trio será testado com perguntas baseadas nesses vídeos. Cada resposta correta vale um ponto, e o primeiro a alcançar cinco pontos garante vaga direta na final.

    Os dois participantes que não vencerem a etapa final vão direto para o paredão ao lado de Ana Paula, formando o último paredão da temporada.

     

    Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

  • Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

    Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

    Se juiz parecer atuar como agente político, perde-se a confiança pública, afirma presidente da corte; Supremo teve embate com Congresso nesta semana e enfrenta desgaste devido ao caso Master

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (17) ser preciso reconhecer que o Brasil está imerso em uma crise em relação à atuação do Judiciário.

    Ele disse que é preciso enfrentá-la, com atenção para não repetir “soluções velhas”, e que a corte que ele comanda tem que refletir sobre sua atuação e seus limites.

    “Quando falamos em crises, é fundamental reconhecer que efetivamente nós estamos imersos, em relação à atuação do Judiciário, é uma crise que precisa ser enfrentada, e enfrentada com olhos de ver e ouvidos de ouvir”, afirmou. “Sob pena de repetirmos, para problemas novos, soluções velhas que significam simplesmente relegar os problemas sem resolvê-los.”

    Fachin participou de uma palestra na FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo que teve como tema o papel do Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.

    O ministro defendeu a importância de que a Justiça se atente aos seus limites.

    “Toda a expansão do poder, ainda que bem intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica”, afirmou Fachin. “É imprescindível que o Judiciário, e especialmente o Supremo Tribunal Federal, ao qual se atribui, não sem controvérsia, obviamente, a última palavra sobre a Constituição, mantenha o Judiciário postura reflexiva sobre os limites de sua própria atuação”, completou.

    “O Judiciário precisa colocar diante de si necessariamente um espelho no qual possa se ver para enxergar possibilidades e também enxergar os seus limites.”
    Afirmou ainda que “vivemos tempos de desconfiança institucional” e “intensas polarizações em todos os sentidos”, acrescentando que essa desconfiança decorre de múltiplos fatores e que cada instituição precisa refletir sobre o que está contribuindo para seu aumento ou diminuição.

    Citando especificamente o Judiciário, afirmou que “sempre que o juiz parecer estar atuando como agente político disfarçado de intérprete jurídico, perde-se a confiança pública”.

    Desde o fim do ano passado, revelações sobre Moraes e Toffoli, aproximando-os do escândalo do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, têm sido um dos principais combustíveis da crise que vem desgastando o tribunal.

    Em meio a isso, ocorre a pressão da sociedade civil e do empresariado pela aprovação de um código de ética mais detalhado e aplicável aos membros do tribunal, bandeira defendida por Fachin, mas que enfrenta resistência interna na corte.

    Ao ser questionado por jornalistas sobre referências a ministros do STF em investigações importantes, Fachin afirmou que nenhuma instituição e nenhuma pessoa é imune ao escrutínio, e o STF não ocultará o caso, mas ressaltou que é preciso que as prerrogativas de defesa sejam respeitadas.

    “Esta crise, que não nasceu dentro do Supremo Tribunal Federal, não será pelo Supremo Tribunal Federal ocultada”, disse.

    Declarou aida que o tribunal “dará respostas importantes de maneira unida e colegiada, defendendo a instituição e também defendendo a prerrogativa de quem quer que seja de se defender, de valer-se do direito à defesa, de esclarecer essas circunstâncias, e também de prestar contas à sociedade”.

    Nesta semana, o Supremo foi um dos protagonistas de mais um episódio de embate entre Poderes, depois de o senador Alessandro Vieira, relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, propor o indiciamento de três membros da corte, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, assim como do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

    Indagado após a palestra sobre como resolver a crise aberta com o episódio, Fachin minimizou o impacto do ocorrido na relação entre os Poderes, em tom menos contundente de nota que divulgou na data em que o relatório tinha sido apresentado.

    “Eu entendo que não há crise institucional entre o Poder Judiciário e o Legislativo. Há compreensões distintas sobre um determinado fenômeno por exemplo qual é a abrangência de uma determinada CPI qual é a sua pertinência temática”, disse. “Mas, de modo algum, se colocou em questão e não se deve colocar em questão a importância do Parlamento fiscalizar todos e a todas as instituições por meio de CPI. Quem nada deve, nada teme.”

    Em defesa dos colegas, Fachin afirmou: “O caminho de indiciamento por conta de decisão judicial nos parece que não é um caminho adequado. Eu defendo que, quando não se concorda com uma dada decisão, o caminho adequado é o recurso, impugnar a decisão, e não atacar a própria institucionalidade”.

    O ministro do STF chegou a destacar trecho do relatório do senador Alessandro Vieira sobre a presença do crime organizado em diferentes regiões do país.

    Apesar do foco que motivou a abertura da CPI ter sido o crime organizado, Vieira não citou quaisquer outros atores, além dos ministros do STF e Gonet, em sua proposta de indiciamento, o que motivou críticas de diferentes grupos. A reação de ministros do Supremo, por sua vez, incluindo pedido de investigação contra Vieira feito por Gilmar, também foi criticada.

    Após uma articulação de governistas e ministros junto à cúpula do Senado, o relatório do senador acabou rejeitado por 6 votos a 4.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, uma ala da corte faz frente à agenda de Fachin e entende que, em meio às críticas, o presidente do tribunal deveria fazer uma defesa pública e irrestrita da integridade de seus ministros. Nessa linha de pensamento, a atuação de Fachin deixaria a corte mais exposta a ataques.

    Um outro grupo, que inclui a ministra Cármen Lúcia, relatora do código de conduta, é favorável à medida.

    Juristas de peso, incluindo ex-ministros do Supremo, também têm defendido reformas no tribunal, incluindo regras mais estritas sobre decisões monocráticas. Exemplos de documentos com propostas são o relatório da Fundação FHC divulgado no ano passado e proposta deste ano elaborada pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo).

    Um dos argumentos de quem defende mudanças é o de que se a corte não agir por conta própria para adequar seu funcionamento, a reforma poderá vir de fora -e não necessariamente para melhorá-la.

    Tanto o Supremo quanto parte de seus ministros individualmente deverão estar no centro das campanhas eleitorais neste ano de candidatos ao Senado pelo grupo político de Bolsonaro, que buscará votos suficientes para dar andamento ao impeachment de magistrados na próxima legislatura.

    Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Dólar cai para R$ 4,95 com otimismo sobre acordo entre EUA e Irã

    Dólar cai para R$ 4,95 com otimismo sobre acordo entre EUA e Irã

    Investidores repercutem possibilidade de trégua definitiva na guerra no Oriente Médio; reabertura do estreito de Hormuz faz petróleo cair para US$ 87, menor valor em um mês, e afeta petroleiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta sexta-feira (17), em meio ao otimismo dos investidores de que Estados Unidos e Irã irão alcançar um acordo de paz.

    Às 13h17, a moeda norte-americana caía 0,23%, coatada a R$ 4,980. Na mínima do dia, chegou a R$ 4,950. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar a frente a outras seis divisas fortes, recuava 0,27%, a 97,94 pontos.

    Já a Bolsa tinha perdas de 0,31%, a 196.193 pontos, pressionada pelo tombo do setor petroleiro em meio à queda do barril do petróleo Brent no exterior.

    O ministério de Relações Exteriores do Irã anunciou nesta manhã, pelo horário de Brasília, a reabertura do estreito de Hormuz -via marítima por onde passam 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

    “A passagem de todos os navios comerciais pelo estreito de Hormuz foi declarada totalmente aberta para o período restante do cessar-fogo”, afirmou Abbas Araghchi, chanceler do Irã, em post na rede social X.

    O ministro, porém, não deixou claro se o cessar-fogo a que se referia era o acordo entre Israel e Líbano, que começou às 0h do Líbano (18h de Brasília na quinta-feira) e deve se estender até 26 de abril, ou ao pacto entre EUA e Irã, que começou em 7 de abril e acaba no dia 21 deste mês.

    A decisão foi elogiada por Donald Trump. “OBRIGADO!”, escreveu o presidente norte-americano na plataforma Truth Social.

    Ele disse, contudo, que o bloqueio naval norte-americano continuará valendo para navios com petróleo do Irã enquanto um acordo não estiver fechado. As negociações poderão ser retomadas já neste final de semana.

    O tráfego por Hormuz é uma das questões mais sensíveis do conflito. O Irã usou o controle militar que tem sobre a via para pressionar economicamente Trump, e os gargalos na cadeia energética global levaram à disparada do preço do petróleo para perto de US$ 120 o barril -o dobro da previsão para a commodity neste ano antes do conflito.

    A reabertura da via marítima animou o mercado. Os preços do barril do Brent estão em queda de mais de 10% e chegaram a ser negociados abaixo de US$ 90, o menor valor em um mês.

    “Os comentários do ministro das Relações Exteriores do Irã indicam uma desescalada enquanto o cessar-fogo estiver em vigor. Agora precisamos ver também se o número de navios-tanque que cruzam o estreito aumenta substancialmente”, disse o analista do UBS Giovanni Staunovo.

    Ainda nesta sexta, a consultoria Kpler, referência no monitoramento de tráfego marítimo, disse à agência France Presse que três petroleiros iranianos conseguiram furar o bloqueio naval, levando 5 milhões de barris de óleo para fora do golfo Pérsico na quarta-feira (15).

    O cenário geopolítico foi o principal responsável pela desvalorização do dólar frente ao real e pela alta da Bolsa nesta semana. A trégua temporária impulsionou a busca global por ativos de risco e retomou o fluxo de investidores estrangeiros para mercados emergentes.

    Nesta sexta, o sentimento do mercado é de cautela, diz Elson Gusmão, diretor de câmbio da Ourominas, mas “investidores estão mantendo apetite por risco”.
    “Apesar das incertezas nas negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio, que segue como ameaça à indústria petrolífera global, o fluxo de recursos externos para o Brasil permanece positivo.”

    A queda do petróleo, porém, afeta fortemente as empresas petroleiras com negócios na Bolsa.

    Nesta manhã, as ações preferenciais e ordinárias da Petrobras caíam 6,4% e 6,8%, respectivamente, cotadas a R$ 45,47 e R$ 50. Prio perdia 7,19%, seguida por Brava (6%) e PetroRecôncavo (3,4%).

    Dólar cai para R$ 4,95 com otimismo sobre acordo entre EUA e Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

    Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O volante Pulgar, do Flamengo, foi suspenso no STJD por causa da expulsão contra o Red Bull Bragantino. Ele levou quatro partidas de gancho na terceira comissão disciplinar.

    O chileno foi enquadrado no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (agressão física), no lance em que atingiu Agustín Sant’Anna no rosto.

    A punição de quatro jogos é a pena mínima e vale para o Brasileiro. Como já cumpriu um jogo de suspensão automática, Pulgar ainda tem mais três partidas a pagar – Bahia, Atlético-MG e Vasco.

    O volante, inclusive, se machucou na ocasião em que foi expulso, tendo um problema no ombro que o tirou dos gramados por tempo ainda indeterminado pelo Flamengo.

    Esse cenário gera a tendência de que o Flamengo nem sequer faça recurso contra a decisão em primeira instância.

    No julgamento, o Flamengo até tentou buscar um enquadramento mais leve para a expulsão de Pulgar.

    “Pulgar é um volante muito combativo, voluntarioso. É o segundo cartão vermelho que ele recebe pelo Flamengo. É primaríssimo no tribunal. A defesa não vai brigar com a imagem. A discussão aqui é se é 254-A ou outra infração. No nosso entendimento, o vídeo mostra que não se enquadra no 254-A. Há um contato direto, mas não houve um ato impensado, covarde, planejada. Faz um gesto com o braço que se assemelha mais a um empurrão do que um soco”, disse o advogado João Marcello Costa, defendendo a desclassificação para ato hostil ou jogada violenta.

    Só que a tentativa do Flamengo foi em vão. Pulgar foi punido com quatro jogos por unanimidade.

    “Para esse caso específico, ele deu um soco, está claro. Fora da disputa de bola. Isso motivou a expulsão direta após revisão do VAR. Entendo que se enquadra no artigo”, disse a relatora do caso, a auditora Marina Volpato.

    Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

  • Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

    Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

    Na tarde desta sexta-feira (17), morreu Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, aos 68 anos, em São Paulo. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

    “Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, disse em nota a assessoria de Oscar ao confirmar a morte. 

    A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

    Tragetória

    Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu no dia 16 de fevereiro de 1958, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. 

    Começou a se interessar por basquete aos 13 anos, após se mudar para Brasília, por influência de seu técnico Zezão, que o incentivou a procurar o Clube Vizinhança, que era treinado pelo técnico Laurindo Miura.

    Em 1974, aos 16 anos, Oscar mudou-se para São Paulo, para iniciar a carreira no infanto-juvenil do Palmeiras. Foi convocado para a seleção juvenil de basquete em 1977 e eleito melhor pivô do sul-americano juvenil. 

    Na seleção principal de basquete do Brasil, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze. 

    Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou. 

    Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição. 

    Oscar jogou 11 temporadas na Itália, 8 pelo Juvecaserta e 3 pelo Pavia

    Em 1995, Oscar decidiu retornar para o Brasil, passando a jogar no Corinthians, onde ganhou, em 1996, o oitavo título brasileiro de sua carreira.

    ​​No Brasil, Oscar ainda jogou pelo Banco Bandeirantes, entre 1997 e 1998, Mackenzie, entre 1998 e 1999 e Flamengo, entre 1999 e 2003. 

    No rubro-negro, alcançou uma das marcas mais expressivas de sua carreira: maior cestinha da história do basquete, com 49,737 pontos. Até então, esse posto pertencia a Kareem Abdul-Jabbar, com 46.725 pontos. 

    Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela Fédération Internationale de Basketball (Fiba). Também integrou o Hall da Fama da NBA, 

    Em 2003, Oscar se aposentou das quadras. 

    Com informações da Agência Brasil

     

    Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

  • Jordana crítica estrátegia e comenta favoritismo de Ana Paula no BBB 26

    Jordana crítica estrátegia e comenta favoritismo de Ana Paula no BBB 26

    Ex-participante assiste a recado de aliada no Bate-Papo BBB e descobre rompimento fora do reality; discussão sobre comida e episódio envolvendo Jonas Sulzbach explicam desgaste entre as duas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Eliminada a poucos dias da grande final do BBB 26, Jordana Morais usou sua primeira entrevista fora da casa para refletir sobre o jogo -e não escondeu a surpresa com o desempenho de Ana Paula Renault nas votações. “Confesso que não esperava esse favoritismo”, afirmou.

    A brasiliense participou do tradicional café com o eliminado, no programa de Ana Maria Braga, após sair com 71,80% dos votos. Segundo ela, o impacto da eliminação foi imediato. “Foi tudo muito intenso. Cheguei ao hotel, encontrei minha mãe, tinha gente esperando… nem consegui dormir, já tinha uma agenda cheia”, contou.

    Dentro do jogo, Jordana disse que já imaginava que corria risco de sair, especialmente pelo histórico de eliminações de aliados. Ainda assim, manteve a expectativa de permanecer. “Sempre tem aquele fio de esperança, né? Mas eu sabia que a chance era grande”, explicou.

    Um dos pontos que mais chamou atenção da ex-sister foi a força de Ana Paula nos paredões. Para ela, algumas atitudes da rival poderiam ter pesado negativamente com o público. “Eu via comportamentos polêmicos e que eu não concordava, mas, mesmo assim, ela voltava. Isso me surpreendeu”, disse, ressaltando que, apesar dos conflitos, sempre houve respeito entre as duas.

    Jordana também relembrou decisões estratégicas, como o paredão em que indicou Ana Paula e Juliano Floss. Na ocasião, quem acabou eliminada foi Gabriela Saporito. “Era meu embate mais direto naquele momento, não sei se foi a melhor decisão. Com a Milena, por exemplo, já estava mais tranquilo nas últimas semanas”, analisou.

    Outro momento marcante foi sua reação ao retorno de participantes do quarto secreto, que viralizou nas redes. “Foi desespero total. Eu achei que tinha sido um paredão falso e que eu não tinha sido escolhida”, contou, rindo da própria surpresa ao rever as imagens.

    A relação com outros participantes também entrou na conversa. Sobre Marciele Albuquerque, Jordana reconheceu que os conflitos foram fruto do desgaste do confinamento. “O convívio pesa muito. Chega uma hora que pequenas coisas viram grandes problemas. Tinha situações que simplesmente não dava para conversar”, afirmou.

    Apesar dos atritos, ela fez questão de destacar a importância da ex-aliada em sua trajetória. “A Marciele foi uma pessoa muito importante para mim. A gente viveu coisas verdadeiras ali dentro”, disse.

    Jordana crítica estrátegia e comenta favoritismo de Ana Paula no BBB 26

  • Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século

    Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O trabalho de Carlo Ancelotti à frente da seleção é considerado bom ou ótimo por 28% dos brasileiros, aponta a mais recente pesquisa Datafolha. O índice é o menor do século nos levantamentos realizados antes de cada Mundial sobre o desempenho dos técnicos da equipe nacional.

    O italiano fica bem atrás na comparação com os antecessores. Em ordem cronológica, Luiz Felipe Scolari tinha 37% em 2002, Carlos Alberto Parreira tinha 62% em 2006, Dunga tinha 49% em 2010, Scolari tinha 68% em 2014, e Tite tinha 64% em 2018 e 47% em 2022.

    Os números não representam exclusivamente uma desconfiança em relação a Ancelotti. Há uma descrença geral em torno da seleção, que já está há 24 anos sem conquistar a Copa. Na mesma pesquisa, apenas 29% disseram acreditar no título em 2026, também o menor número do século.

    Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais nos dias 7, 8 e 9 de abril, em 137 municípios. Para 34% delas, o trabalho de Carletto é regular; 12% o consideram ruim/péssimo, e 26% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Parte das respostas foi influenciada pela rejeição à presença de um estrangeiro à frente do time nacional. A resistência tem diminuído, mas ainda existe. No último levantamento do Datafolha sobre o tema, em junho de 2025, 31% disseram ser contra o comando nas mãos de um não brasileiro; 52% se manifestaram a favor.

    O atual treinador do Brasil chegou já na reta final de um ciclo caótico rumo ao Mundial. Com a saída de Tite no fim de 2022, a equipe jogou sob direção do interino Ramon Menezes, do inicialmente interino Fernando Diniz e do breve Dorival Júnior, demitido após uma derrota por 4 a 1 para a arquirrival Argentina. Faz menos de um ano que foi contratado o italiano.

    Ancelotti, 66, é o quarto estrangeiro a dirigir o escrete verde-amarelo, o primeiro de maneira efetiva. Dono de um currículo excepcional como treinador, é o único com títulos em todas as cinco principais ligas nacionais europeias (Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Espanha) e também o recordista em triunfos no maior campeonato de clubes, a Champions League, com cinco -a conta não inclui suas duas taças continentais como jogador.

    Sua contratação já era um desejo de Ednaldo Rodrigues, afastado da presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em maio de 2025, por decisão judicial. Quando o atual mandatário, Samir Xaud, foi eleito (como candidato único) para sucedê-lo, a chegada do técnico já estava acertada. O italiano foi apresentado no dia seguinte, a seu modo carismático, fugindo habilmente de perguntas sobre a situação política da confederação.

    Desde então, amparado em seu currículo pesado, manteve um prestígio elevado entre os dirigentes apesar de um aproveitamento apenas mediano -entre jogos de Eliminatórias e amistosos, foram dez compromissos, com cinco vitórias, dois empates e três derrotas. Nos bastidores da CBF, a avaliação de seu trabalho é tão boa que já está apalavrada a renovação de seu contrato para o ciclo rumo à Copa de 2030.

    Se a apreciação não é a mesma por parte significativa da população, Ancelotti pode se amparar no fato de que a aprovação prévia não é necessariamente um indicativo de sucesso no Mundial. Luiz Felipe Scolari, o Felipão, tinha a aprovação de apenas 37% antes da conquista do penta, em 2002, e era aclamado por 68% antes do desastre de 2014, com derrota em casa para a Alemanha por 7 a 1.

    Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século

  • Irã e Trump dizem que Hormuz está aberto, e EUA mantém bloqueio

    Irã e Trump dizem que Hormuz está aberto, e EUA mantém bloqueio

    Acordo sobre circulação no estreito de Hormuz sinaliza avanço em tratativas entre EUA e Irã; Trump disse que o bloqueio naval americano continuará valendo para navios com petróleo do país persa enquanto um acordo não estiver fechado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em um arranjo para fazer avançar as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã, a teocracia e o presidente Donald Trump disseram nesta sexta-feira (17) que o trânsito de embarcações pelo estreito de Hormuz está liberado.

    O anúncio foi feito inicialmente no X pelo chanceler Abbas Araghchi, antes da provável nova rodada de negociações entre os rivais no Paquistão. Só que a postagem inclui um detalhe não trivial: o ministro afirma que o tráfego é livre pelas rotas estabelecidas pelo Irã, algo que os Estados Unidos não aceitam.

    Trump, ávido para deixar o terreno pantanoso em que se colocou com a guerra, imediatamente postou na rede Truth Social uma comemoração e agradeceu o Irã. Ele disse, contudo, que o bloqueio naval americano continuará valendo para navios com petróleo do país persa enquanto um acordo não estiver fechado.

    Logo depois, completou dizendo que o Irã se comprometeu a não mais fechar Hormuz e que “a situação acabou”. Segundo Trump, as minas colocadas pela teocracia no estreito “foram removidas ou estão sendo removidas” de forma conjunta pelos dois países, algo que Teerã não comentou.

    O mercado de petróleo se animou: os preços do barril referencial Brent caíram 10%, para em torno de US$ 90, o menor valor em um mês.

    O bom-humor veio também com outra frente de tensão. Comentando o cessar-fogo iniciado na quinta-feira (16) entre Israel e o Líbano, que na prática é entre o Estado judeu e o grupo pró-Irã Hezbollah, o presidente americano disse que Tel Aviv “não vai mais bombardear” o vizinho.

    “Eles estão PROIBIDOS de fazê-lo pelos EUA. Já chega!!! Obrigado”, escreveu com as usuais maiúsculas e com um tom que não deverá agradar seu único aliado na guerra lançada no fim de fevereiro contra Teerã.

    A Europa, que foi acusada de covardia por não se envolver no conflito ao lado dos EUA por Trump, decidiu tomar uma iniciativa nesta sexta, ao anunciar em uma conferência virtual comandada por França e Reino Unido um plano para a criação de uma missão naval de patrulha em Hormuz.

    Novamente, o diabo está nos detalhes: a proposta só será implementada quando houver um acordo de paz na região. Segundo o premiê britânico, Keir Starmer, “mais de uma dúzia” dos 42 países presentes ao encontro aceitaram participar.

    Trump deu de ombros, afirmando que a aliança militar Otan o procurou oferecendo ajuda, mas deve “ficar longe” do golfo Pérsico. Ele já havia criticado o clube e considerado retirar os EUA dele, 77 anos após Washington o fundar para conter Moscou na Europa.

    PETROLEIROS DO IRÃ FURAM BLOQUEIO

    Ainda nesta sexta, a consultoria Kpler, referência no monitoramento de tráfego marítimo, disse à agência France Presse que três petroleiros iranianos conseguiram furar o bloqueio naval, levando 5 milhões de barris de óleo para fora do golfo Pérsico na quarta-feira (15).

    Até a quinta (16), a Marinha dos EUA dizia que nenhum navio sob as restrições do bloqueio havia passado por suas forças no golfo de Omã, e que 13 haviam dado meia-volta.

    O embargo começou na segunda (13), após ordem do presidente Donald Trump para pressionar a posição do Irã nas travadas negociações de paz entre os dois países -EUA e Israel travaram uma guerra de cinco semanas com a teocracia que desde o dia 7 está em cessar-fogo, que expira na próxima terça (21).

    Pela medida, quaisquer embarcações indo ou vindo de portos iranianos não poderiam deixar o golfo. Os navios que a Kpler conseguiu localizar deixando a área são petroleiros de grande capacidade e que já estavam sob embargo dos EUA.

    Não se sabe o destino do Deep Sea, do Sonia 1 e do Diona, embora provavelmente eles se dirijam à China, que em 2025 teve no Irã o seu terceiro maior fornecedor de petróleo. Os navios estão com seus sistemas de posicionamento por satélite desligados, o que torna sua localização difícil.

    A Kpler não disse como os identificou, mas provavelmente contou com alguma triangulação ou informação no mar, por rádio por exemplo. A empresa opera o site MarineTraffic, que mostra mapas com todos os navios no mundo, e lá a última posição dos três navios está desatualizada.

    Segundo a empresa, seis navios transitaram por Hormuz na quinta, todos com autorização americana. Nesta sexta, há ao menos três deixando a área, inclusive um petroleiro do Paquistão, país que está mediando os esforços de paz entre EUA e Irã.

    A questão do trânsito por Hormuz é uma das mais sensíveis do conflito. O Irã usou o controle militar que tem sobre a via, por onde passava antes da guerra um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito, para pressionar economicamente Trump.

    Ao restringir o tráfego a 10% do usual, Teerã viu os preços do petróleo e gás explodirem, flutuando na casa dos US$ 100 o barril antes da queda desta sexta. Sem o conflito, a previsão do Banco Mundial era de que 2026 tivesse os menores valores da commodity da história recente, abaixo dos US$ 60 o barril.

    Com isso, ao lado de objetivos difusos divulgados ao longo do conflito, como a questão central do programa nuclear dos aiatolás, a reabertura de Hormuz entrou na agenda. Nesse contexto, o Irã dobrou a aposta e anunciou ter minado a rota usual do estreito, por entre suas águas territoriais e as de Omã.

    Com isso, o Irã forçou um novo caminho passando por sua área de controle e passou a exigir pedágio dos navios com carga. Não se sabe se a medida chegou a ser implementada, pois a reação americana foi impor o bloqueio a seus portos.

    Agora, com as postagens de Araghchi e de Trump, uma porta de saída para o impasse pode ter sido encontrada, ainda que a realidade nas águas do golfo seja turva.

    O assunto deve marcar a nova rodada de negociações entre os rivais, que pode ocorrer neste fim de semana no Paquistão. Alternativamente, a trégua poderá ser estendida, mas nenhum dos lados confirma isso ainda.

    Irã e Trump dizem que Hormuz está aberto, e EUA mantém bloqueio

  • Anitta é destaque em imprensa americana: 'brasileira mais popular desde Astrud Gilberto'

    Anitta é destaque em imprensa americana: 'brasileira mais popular desde Astrud Gilberto'

    Anitta foi a primeira brasileira a se apresentar no Saturday Night Live; Associated Press destaca carreira internacional da artista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Anitta foi destaque em um perfil publicado pela agência de notícias Associated Press, que repercutiu na imprensa americana e a definiu como “a cantora brasileira mais popular globalmente desde Astrud Gilberto”, voz de “Garota de Ipanema”.

    A publicação acompanha o momento de consolidação internacional da artista, que foi a primeira brasileira a se apresentar no Saturday Night Live -um dos programas mais influentes da televisão americana.

    No estúdio, Anitta apresentou faixas inéditas de seu novo álbum “Equilibrium”, lançado hoje (16), incluindo “Choka Choka”, parceria com Shakira, e “Varias Quejas”, versão em espanhol de um clássico do grupo baiano Olodum.

    Segundo a reportagem, a cantora tem ampliado sua presença global sem abrir mão de referências brasileiras, algo que se reflete tanto na sonoridade quanto nas colaborações com nomes como Liniker e a banda Ponto de Equilíbrio. “Onde ela poderia ter se deixado levar por tendências musicais comerciais convencionais, ela optou por reforçar o que faz de Anitta, Anitta”, diz a publicação.

    A artista, por sua vez, aponta que vive uma fase de maior liberdade criativa. “Antes, eu pensava mais em atingir determinados públicos. Hoje, não me importo tanto. Quero fazer algo verdadeiro”, disse. Ela também afirma que o novo trabalho busca transmitir uma mensagem de união e valorização das diferenças.

    Anitta é destaque em imprensa americana: 'brasileira mais popular desde Astrud Gilberto'

  • Brasil tem recorde de turistas estrangeiros no 1º trimestre, com alta anual de 19,4%

    Brasil tem recorde de turistas estrangeiros no 1º trimestre, com alta anual de 19,4%

    No período, 1 em cada 4 turistas estrangeiros que chegaram ao país teve como destino o Rio de Janeiro; levantamento considera exclusivamente pessoas que residem fora do Brasil, tanto estrangeiros quanto brasileiros que vivem no exterior

    O Brasil registrou recorde de entrada de turistas estrangeiros por via aérea no primeiro trimestre de 2026. Foram 2,33 milhões de visitantes internacionais, alta de 19,4% em relação a igual período do ano passado. Os números foram divulgados pelo Ministério de Portos e Aeroportos com base em informações da Polícia Federal e do Ministério do Turismo.

    “Nosso objetivo é chegar, até o final do ano, a 7,5 milhões de turistas internacionais. Só no primeiro trimestre já atingimos a metade da meta”, destacou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

    Considerando todos os modais – aéreo, terrestre, marítimo e fluvial – o País também alcançou o melhor resultado da série histórica para o período, com 3,74 milhões de chegadas no trimestre. O levantamento considera exclusivamente pessoas que residem fora do Brasil, tanto estrangeiros quanto brasileiros que vivem no exterior.

    Desempenho aéreo

    Em janeiro, foram 742.848 chegadas por via aérea. O número representa crescimento de 22,15% frente ao mesmo mês de 2025. Em fevereiro, o número chegou a 835.464 visitantes (+15,44%) e, em março, a 750.934 (+21,36%).

    A Argentina foi o principal emissor de turistas no período, com 780.578 visitantes, seguida por Chile (316.252) e Estados Unidos (213.401). Entre os europeus, destacaram-se Portugal (113.765) e Alemanha (74.409).

    Pelos pontos de entrada, São Paulo (855.191) e Rio de Janeiro (843.615) concentraram a maior parte dos desembarques. Santa Catarina aparece na sequência, com mais de 328 mil entradas, seguida por Bahia (83.570) e Pernambuco (52.031).

    “Os resultados do trimestre refletem o esforço conjunto do governo federal para ampliar a conectividade, modernizar a infraestrutura e posicionar o Brasil como um destino cada vez mais competitivo no cenário internacional”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.

    Brasil tem recorde de turistas estrangeiros no 1º trimestre, com alta anual de 19,4%

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia