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  • Fluminense sobra, vence o Bangu e pega o Vasco na semifinal do Carioca

    Fluminense sobra, vence o Bangu e pega o Vasco na semifinal do Carioca

    IGOR SIQUEIRA
    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Fluminense venceu o Bangu por 3 a 1, nesta segunda-feira (16), no Maracanã, e está classificado às semifinais do Carioca.

    Os gols tricolores foram de Savarino, Canobbio e Ganso. Foi o primeiro gol de Savarino pelo Flu. Ricardo Sena descontou para o Bangu, em uma falha do zagueiro Freytes, único vaiado no jogo.
    O tricolor agora enfrenta o Vasco em jogos de ida e volta para definir qual dos dois irá para a final.

    Será o reencontro entre Flu e Vasco após as semifinais da Copa do Brasil do ano passado, quando o cruz-maltino levou a melhor.

    A próxima fase do mata-mata já será no fim de semana. Fluminense x Vasco provavelmente será no sábado, no Maracanã, diante da impossibilidade do Flamengo de jogar contra o Madureira nesse dia.

    Calmaria inicial

    O Fluminense fez um jogo muito tranquilo com o Bangu. O primeiro tempo demorou a engrenar, mas com o time de Zubeldía sendo pouquíssimo incomodado.

    O trabalho era achar espaço na defesa adversária. John Kennedy até teve uma boa chance no início, mas o Flu voltou a assustar mesmo novamente quando vez o gol.

    E que gol.

    A jogada de Savarino pelo lado esquerdo da área teve um drible curto na marcação e uma batida no canto do goleiro que mostra a qualidade dele.

    O 1 a 0 veio aos 35 minutos do primeiro tempo e abriu o portal. Quatro minutos depois, lá estava Canobbio comemorando o 2 a 0.
    No caso do uruguaio, a finalização que resultou no gol, após batida de escanteio, contou com um desvio no meio do caminho que tirou completamente a chance de defesa do goleiro Bruno.

    Por capricho, Bernal não fez o terceiro. Seria mais um golaço logo em seguida, depois de um chutaço de fora da área. Explodiu no travessão.

    Mais gols e o único vaiado

    Pelo primeiro tempo, já se via a fragilidade do Bangu. O segundo tempo foi, então, um passatempo para o Fluminense.

    Diante de um adversário inferior, Zubeldía se deu ao luxo de só colocar Lucho Acosta e Kevin Serna durante o segundo tempo.
    Foi justamente da cabeça de Serna, já aos 27 minutos, que a chance mais clara do segundo tempo aconteceu, após cruzamento de Guga na medida. De novo, o travessão impedindo mais comemorações do Flu.

    Mas tudo tem limite, inclusive a sorte do Bangu. Santi Moreno foi derrubado pelo goleiro na área. Coube a Ganso cobrar o pênalti, fazer o terceiro e selar a vitória tricolor. Antes do jogo, ele recebeu uma homenagem pelos 300 jogos com a camisa do Flu.

    O enredo tricolor só não tirou nota 10 porque o Bangu diminuiu, com Ricardo Sena, após falha de Freytes. Foi a deixa para a torcida vaiar o zagueiro.

    Ficha técnica

    Fluminense 3 x 1 Bangu

    Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
    Data/hora: 16/2/2026, às 18h
    Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ)
    Assistentes: Gustavo Mota Correia e Gustavo Mota Correia
    Cartões amarelos: Patryck Ferreira, Dudu (Bangu)
    Gols: Savarino, 35’/1ºT (1-0); Canobbio, 39’/1ºT (2-0); Ganso, 34’/2ºT (3-0); Ricardo Sena, 37/’2ºT (3-1)

    Fluminense: Fábio, Guga, Ignacio, Freytes e Renê; Facundo Bernal, Martinelli (Lucho Acosta) e Ganso (Otávio); Savarino (Soteldo), Canobbio (Santi Moreno) e John Kennedy (Serna). Técnico: Luís Zubeldía

    Bangu: Bruno, Dudu, Gilberto, Patrick e Bruno Boca (Ricardo Sena); Dioguinho (Pedro China), Mauro Silva (Kauan Guilherme), Walber Sibito (Luizinho) e Garrinsha (Zarú); Patryck Ferreira. Técnico: Tinoco

    Fluminense sobra, vence o Bangu e pega o Vasco na semifinal do Carioca

  • Moraes diz que houve acessos ilícitos e vazamento de dados de ministros do STF

    Moraes diz que houve acessos ilícitos e vazamento de dados de ministros do STF

    O ministro é relator do inquérito das fake news, por meio do qual ordenou a apuração de “possível vazamento indevido de dados sigilosos” de ministros do STF, do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e de seus familiares.

    LAURA SCOFIELD E JOSÉ MARQUES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes afirmou em nota nesta terça-feira (17) que as investigações iniciais da Receita Federal identificaram “diversos e múltiplos acessos ilícitos” ao sistema do órgão, “seguindo-se de posterior vazamento das informações sigilosas”.

    O ministro é relator do inquérito das fake news, por meio do qual ordenou a apuração de “possível vazamento indevido de dados sigilosos” de ministros do STF, do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e de seus familiares.

    “As investigações iniciais demonstraram, conforme relatório enviado pela Receita Federal ao STF, a existência de ‘bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional’”, diz o ministro em nota.

    De acordo com a Procuradoria-Geral da República, “a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas” estaria sendo “instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”. A PGR foi autora da representação.
    A investigação levou a Polícia Federal a cumprir, nesta terça, quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

    Medidas cautelares como busca e apreensão domiciliar, quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático, recolhimento domiciliar em período noturno e afastamento imediato do exercício da função pública foram aplicadas aos servidores Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.

    Os investigados prestarão depoimentos à Polícia Federal que prosseguirá nas investigações. A Folha não localizou as defesas dos servidores.

    Moraes diz que houve acessos ilícitos e vazamento de dados de ministros do STF

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  • Carla Perez pede desculpas após ser acusada de racismo no Carnaval de Salvador

    Carla Perez pede desculpas após ser acusada de racismo no Carnaval de Salvador

    A dançarina e apresentadora protagonizou uma cena controversa ao subir nos ombros de seu segurança, um homem negro, durante o desfile de seu bloco infantil, o Algodão Doce.

    ANAHI MARTINHO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Carla Perez, 48, se pronunciou em suas redes sociais após ser acusada de racismo no Carnaval de Salvador. A dançarina e apresentadora protagonizou uma cena controversa ao subir nos ombros de seu segurança, um homem negro, durante o desfile de seu bloco infantil, o Algodão Doce.

    “Brasil, século 21, sinhá Carla Perez e seu serviçal”, escreveu um internauta no X. “Por que não montou no Xanddy?”, questionou outro, sobre o marido da cantora, Xanddy Harmonia.

    O bloco desfilou no último domingo (15), no circuito Osmar, com a presença de Xanddy e Patati e Patatá. Em determinado momento, a apresentadora desceu do trio elétrico para se aproximar dos fãs e subiu nos ombros do segurança.

    O desfile foi a despedida de Carla Perez do bloco. A partir do ano que vem, ela será sucedida por Lore Improta.

    Após a repercussão negativa da cena, a ex-É O Tchan se desculpou publicamente e disse que a cena “reproduz simbologias que nos atravessam enquanto sociedade.”

    “O meu objetivo sempre foi fazer uma despedida inesquecível, à altura do que o Pipoca/Algodão Doce representou para o Carnaval de Salvador, um bloco pioneiro ao pensar na folia para as crianças, abrindo caminhos e criando memórias afetivas para gerações”, escreveu.

    “Eu subi nos ombros do segurança para conseguir ter o contato físico e, portanto, estar mais próxima das minhas crianças, em momentos pontuais do percurso, devido a minha estatura. A imagem que ficou é dura, e eu reconheço isso. Ainda que a intenção tenha sido boa, a cena reproduz simbologias que nos atravessam enquanto sociedade. Remete a desigualdades históricas que estruturaram o nosso país e que jamais podem ser naturalizadas. Nada justifica. Absolutamente nada”, completou Carla.

    “Peço desculpas, de forma direta e sincera. Reconhecer o erro é o meu primeiro passo. O segundo é agir. O Carnaval de Salvador, a maior festa de rua do planeta, é feito majoritariamente por pessoas negras e para pessoas negras. Ele é expressão de resistência, cultura e potência. Tenho consciência da responsabilidade histórica que isso carrega. Errei. Reconheço. E, mais uma vez, Peço desculpas”, continuou.

    “Reafirmo meu compromisso inegociável de combater qualquer prática ou simbologia que reforce o racismo estrutural. Aqui finalizo, ressaltando meu pedido de desculpas e com o coração cheio de amor, ainda muito emocionada com a despedida de ontem”, concluiu.

    Carla Perez pede desculpas após ser acusada de racismo no Carnaval de Salvador

  • Mulher 'flagrada' em show dá palestra sobre gestão de crise a R$ 4 mil

    Mulher 'flagrada' em show dá palestra sobre gestão de crise a R$ 4 mil

    Kristin Carbot foi flagrada nos braços do CEO da Astronomer, Andy Byron, durante um concerto dos Coldplay, em julho do ano passado. Agora, vai recordar a experiência e explicar como deu a volta à situação.

    Kristin Cabot, a mulher que foi flagrada abraçada ao CEO da Astronomer, Andy Byron, durante um show do Coldplay, vai dar uma palestra sobre estratégias de comunicação — e os ingressos custarão cerca de 800 dólares (cerca de 4 mil reais).

    Kristin Cabot, ex-diretora de recursos humanos da Astronomer, é especialista em comunicação de crise. Ela se viu no centro de uma polêmica em julho do ano passado, depois de ser flagrada em um momento romântico com Andy Byron durante um show em Massachusetts, expondo publicamente o relacionamento extraconjugal que mantinham.

    O momento viralizou principalmente pela reação assustada do casal ao perceber que seus rostos estavam sendo exibidos nos telões do estádio.

    Kristin e Andy eram colegas de trabalho na mesma empresa. Desde 2023, Byron integrava o conselho de administração da Astronomer, onde atuava como diretor-executivo. Cabot, por sua vez, havia se juntado à equipe em novembro de 2024, como diretora de recursos humanos.

    Agora, Kristin está pronta para relembrar a experiência e explicar como lidou com a situação. Daqui a dois meses, em 16 de abril, ela participará de uma conferência sobre comunicação de crise, em Washington, D.C., ao lado de outros especialistas. A sessão terá duração de 30 minutos e será intitulada: “Kristin Cabot: Taking Back the Narrative” (“Kristin Cabot: Retomando o Controle da Narrativa”, em tradução livre).

    No palco, a americana pretende explicar como alcançou sucesso por meio de estratégias de comunicação e oferecer conselhos que custarão caro: os ingressos variam entre 750 e 875 dólares — o equivalente a cerca de 635 a 740 euros.

    A polêmica e o vídeo viral

    A reviravolta na vida de Andy e Kristin começou quando foram flagrados pela tradicional “Kiss Cam” durante o show do Coldplay em Massachusetts. A prática é comum nas apresentações da banda: as câmeras focalizam casais na plateia, e as imagens são exibidas nos telões.

    Andy Byron e Kristin Cabot foram um dos casais escolhidos para esses minutos de fama — algo que provavelmente prefeririam evitar. Isso porque Andy era casado, e as imagens acabaram revelando sua infidelidade ao mundo.

    Ao perceberem que estavam sendo exibidos, os dois rapidamente se afastaram, visivelmente constrangidos, e tentaram esconder o rosto. A situação foi tão inusitada que até Chris Martin comentou no palco: “Ou eles estão tendo um caso ou são muito tímidos”, disse o vocalista.

    O vídeo foi amplamente compartilhado nas redes sociais, e muitos passaram a investigar a identidade dos protagonistas. Em pouco tempo, descobriu-se que se tratava de Andy Byron, CEO da Astronomer, e Kristin, diretora de recursos humanos da mesma empresa.

    Em meio à polêmica, quem acabou se beneficiando foi a própria empresa, que admitiu estar recebendo uma “atenção surreal”.

    “Os holofotes têm sido fora do comum e surreais para a nossa equipe e, embora eu nunca tivesse desejado que acontecesse assim, a Astronomer agora é um nome conhecido”, escreveu o empresário em sua página no LinkedIn, acrescentando que “a missão da empresa” é mais importante do que “qualquer momento”.

    Tanto Andy Byron quanto Kristin Cabot deixaram a empresa após a repercussão do caso.

    Na época, também foi revelado que o ex-marido de Kristin estava presente no mesmo show. O casal já estava separado e morando em casas diferentes havia várias semanas.

    Mulher 'flagrada' em show dá palestra sobre gestão de crise a R$ 4 mil

  • Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

    Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

    Lindsey Vonn voltou a publicar uma atualização sobre sua recuperação após a queda sofrida nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, na tarde desta segunda-feira. A ex-esquiadora olímpica está internada há uma semana e já foi submetida a várias cirurgias desde a lesão.

    A atleta publicou um vídeo nas redes sociais mostrando que precisa de ajuda até para tarefas simples do dia a dia, como se alimentar ou lavar o cabelo.

    “Sou grata aos meus amigos, à minha família, à minha equipe e a toda a equipe médica que está me ajudando a me recuperar… Estou lentamente voltando à vida, ao essencial e às coisas simples que mais importam. Sorrir. Rir. Amar. Minha irmã fez este vídeo, me fez chorar imediatamente e encheu meu coração. Amo vocês”, escreveu a esquiadora norte-americana na legenda da publicação em seu Instagram.

    Vale lembrar que a multicampeã olímpica não teve sua melhor participação em Jogos Olímpicos de Inverno, mas Milão-Cortina 2026 talvez seja a edição que ficará mais marcada em sua memória, após sofrer uma queda que resultou em sua retirada de maca e helicóptero, já depois de competir com uma ruptura do ligamento cruzado anterior.

    Confira o vídeo acima para ver as novas atualizações da internação de Lindsey Vonn, que segue se recuperando da lesão sofrida após a queda em uma das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno.

    Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

  • Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

    Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

    Motorista ficou atolado após aplicativo indicar rota pela histórica Broomway, trilha de mais de 600 anos conhecida por marés rápidas, nevoeiro intenso e histórico de acidentes no Reino Unido

    Um funcionário da Amazon acabou seguindo uma rota considerada a mais perigosa da Grã-Bretanha depois de confiar nas orientações do GPS enquanto fazia uma entrega na Ilha de Foulness, em Essex, na Inglaterra.

    O caso ocorreu na noite de sábado, 14 de fevereiro, quando o entregador se dirigia a uma residência na ilha. Com o celular ao lado e o sistema de navegação ativado, ele seguiu o trajeto indicado pelo aplicativo, que sugeriu a passagem pela Broomway, uma trilha histórica que não é recomendada nem para veículos nem para pedestres.

    Antes do início do caminho há, inclusive, uma placa de advertência informando que a Broomway não possui sinalização e é extremamente perigosa para quem tenta atravessá-la. Ainda assim, possivelmente por ser noite e não ter percebido o aviso, o motorista avançou pela rota centenária e acabou ficando preso no lodo.

    Sem conseguir prosseguir, ele abandonou o veículo e comunicou o ocorrido à empresa. No dia seguinte, a Amazon acionou um agricultor da região, que conseguiu retirar o carro atolado.

    A polícia foi informada apenas na manhã de domingo, por volta das 11h30, horário local. Segundo relato citado pelo jornal The Independent, um veículo de entregas havia entrado na Broomway. Equipes da Guarda Costeira de Southend foram enviadas ao local e, após confirmarem que não havia ninguém em perigo, deixaram a área.

    A Broomway tem quase 10 quilômetros de extensão e mais de 600 anos de história. No passado, era utilizada principalmente por agricultores e viajantes, antes da construção de estradas modernas. O trajeto é conhecido por ser rapidamente encoberto por marés e por nevoeiros densos que dificultam a orientação, mesmo para pessoas experientes.

    Atualmente, a área também integra um campo de tiro do Ministério da Defesa britânico, com acesso permitido apenas quando os exercícios não estão em andamento e os portões estão abertos.

    Ao longo dos anos, pelo menos 100 pessoas morreram ao tentar atravessar a Broomway. O último registro oficial de morte no local data de 1919. Ainda assim, o histórico de fatalidades faz com que a trilha seja conhecida como o “caminho mais perigoso” da Grã-Bretanha.

    Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

  • Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    O ex-presidente dos Estados Unidos veio garantir, mais uma vez, que não viu “qualquer prova” de que os extraterrestres são reais durante os seus mandatos na Casa Branca. A explicação ocorre depois de declarações de Barack Obama numa entrevista.

    Depois de afirmar, sem rodeios, que os extraterrestres “são reais”, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou atrás para esclarecer suas próprias declarações.

    Em uma publicação no Instagram, na legenda do mesmo trecho que viralizou, Obama escreveu: “Eu estava tentando manter o espírito da rodada rápida, mas já que isso ganhou atenção, deixe-me esclarecer”.

    “Estatisticamente”, começou explicando o ex-presidente, “o universo é tão vasto que as chances de existir vida em algum lugar são grandes”. No entanto, ponderou: “As distâncias entre os sistemas solares são tão enormes que a probabilidade de termos sido visitados por alienígenas é pequena”.

    Obama também fez questão de reforçar — como já havia dito no podcast em que falou inicialmente sobre o tema — que nunca viu “qualquer prova” da existência de aliens enquanto esteve na Casa Branca.

    “Eu não vi qualquer evidência durante a minha presidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. Mesmo!”, garantiu.

     
     
     

     
     
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    As declarações iniciais do ex-presidente surgiram em entrevista ao youtuber e podcaster Brian Tyler Cohen, compartilhada no sábado, 14 de fevereiro.

    No fim do quadro de perguntas em “formato relâmpago”, Cohen perguntou: “Os alienígenas são reais?”.

    Obama respondeu, de forma categórica: “São reais, mas eu não os vi. E não estão sendo mantidos na Área. Não existe nenhuma instalação subterrânea, a menos que haja uma grande conspiração e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”, brincou.

    Logo depois, o youtuber perguntou qual foi a “pergunta que ele mais quis ver respondida ao se tornar presidente”. Ainda no clima da conversa sobre extraterrestres, Obama respondeu, rindo: “Onde estão os aliens?”.

    De onde vem a teoria sobre aliens na Área 51?
    A Área 51 é uma instalação militar da Força Aérea dos Estados Unidos localizada em Groom Lake, no sul do estado de Nevada.

    O complexo “não é acessível ao público e funciona sob vigilância 24 horas por dia”. Segundo a Enciclopédia Britânica, os funcionários da Área 51 chegam ao local de avião, partindo de um terminal restrito no Aeroporto Internacional McCarran, em voos não identificados autorizados a cruzar o espaço aéreo da região. Para aumentar o sigilo, imagens de satélite da instalação foram censuradas até 2018.

    Atualmente, a Área 51 pode ser vista no Google Maps. Ainda assim, seu único uso oficialmente confirmado é como centro de testes de voo. Mas como os extraterrestres entraram nessa história?

    A explicação remonta a 1989, quando Robert Lazar afirmou ter trabalhado com tecnologia extraterrestre no complexo. Ele contou ao jornalista George Knapp que teria visto fotografias de autópsias de alienígenas dentro das instalações e alegou que o governo dos Estados Unidos utilizava o local para examinar naves alienígenas recuperadas.

    Apesar de Lazar ter sido desmentido, suas declarações alimentaram uma onda de teorias da conspiração envolvendo o governo norte-americano — a maioria relacionada à vida extraterrestre.

    “De acordo com a CIA, os voos de teste do U-2 e de outras aeronaves militares posteriores são responsáveis por muitos dos avistamentos de OVNIs na região. Não há evidências de contato extraterrestre na Área 51 nem em qualquer outro lugar”, destaca a mesma fonte.

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

  • Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Em meio à segunda rodada de negociações em Genebra, líder iraniano critica exigências de Washington, reage a ameaças militares dos EUA e reafirma que Teerã não aceitará limitar totalmente seu programa nuclear e de mísseis.

    O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, criticou nesta segunda-feira a postura dos Estados Unidos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano e afirmou que o presidente Donald Trump não conseguirá enfraquecer a República Islâmica.

    Durante encontro em Teerã com representantes da província do Azerbaijão Oriental, Khamenei afirmou que Washington tenta impor previamente o resultado das conversas. “Eles dizem: ‘Vamos negociar sobre a energia nuclear de vocês, mas o resultado precisa ser que vocês não tenham essa energia’”, declarou. Para o aiatolá, estabelecer condições antes do diálogo é “um ato incorreto e estúpido”.

    Irã e Estados Unidos realizam em Genebra a segunda rodada de negociações nucleares, em meio a um clima de tensão. O governo norte-americano reforçou sua presença militar na região, com o envio de um porta-aviões ao Golfo Pérsico e a mobilização de outra embarcação.

    Khamenei mencionou as ameaças militares e acusou Trump de tentar “dominar o povo iraniano”. Segundo ele, a própria declaração do presidente norte-americano de que, após 47 anos da Revolução Islâmica de 1979, os EUA não conseguiram derrubar o regime, é uma admissão de fracasso. “Ele disse que ainda não conseguiram destruir a República Islâmica. Eu digo: você também não conseguirá”, afirmou.

    O líder iraniano também rebateu declarações sobre o poderio militar dos EUA. “Um porta-aviões é certamente uma máquina perigosa, mas mais perigosa é a arma capaz de enviá-lo ao fundo do mar”, disse, acrescentando que forças militares consideradas poderosas podem sofrer golpes dos quais não se recuperam.

    As declarações ocorrem enquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, participa em Genebra de conversas indiretas com a delegação norte-americana, liderada pelo enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, e por Jared Kushner.

    Este é o segundo encontro entre Teerã e Washington desde a retomada das negociações, no início do mês, em Mascate, Omã, após a guerra de 12 dias registrada em junho de 2025.

    As posições seguem distantes. O Irã afirma que não aceitará interromper totalmente o enriquecimento de urânio nem limitar seu programa de mísseis balísticos, enquanto os Estados Unidos defendem restrições mais amplas como condição para um acordo.
     

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

  • Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

    Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

    Convocação para ato de 1º de março evidencia divergências no bolsonarismo sobre prioridades, entre pedidos de impeachment de ministros do STF e defesa de anistia aos presos do 8 de janeiro, além da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro

    (CBS NEWS) – O anúncio de um protesto de direita marcado para 1º de março voltou a expor um atrito dentro do bolsonarismo. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) convocou a manifestação sob o lema “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”, mas uma ala do grupo avalia que não é estratégico priorizar agora o impeachment do ministro do STF Dias Toffoli.

    Esse segmento defende que o foco deveria estar na anistia aos manifestantes do 8 de janeiro e na liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Há meses, aliados relatam críticas recorrentes a uma suposta tentativa de Nikolas de se descolar de Bolsonaro e investir no próprio crescimento político. Pessoas próximas ao deputado classificam as queixas como “dor de cotovelo” e disputa por protagonismo.

    Nikolas anunciou o ato na quinta-feira (12), mesmo dia em que Toffoli deixou a relatoria do processo que investiga irregularidades no Banco Master, após reportagem da Folha de S.Paulo revelar conexões entre o ministro, o resort Tayayá e o banco de Daniel Vorcaro.

    Nos dias seguintes, políticos alinhados à família Bolsonaro passaram a convocar o protesto com foco na anistia e na liberdade irrestrita, inclusive para o ex-presidente. Adotaram essa linha o deputado federal Mário Frias (PL), os deputados estaduais Gil Diniz (PL) e Lucas Bove (PL), além do vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL).

    Segundo o Painel, da Folha, o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, foi aconselhado a evitar a pauta do impeachment de Toffoli.

    Um aliado do grupo afirma que o tema estaria sendo explorado por setores da direita não bolsonarista, como o MBL, para ganhar visibilidade e enfraquecer a mobilização pela anistia, pela liberdade de Bolsonaro e pela derrubada do veto do PL da Dosimetria pelo presidente Lula (PT).

    Esse interlocutor sustenta que, embora o grupo seja favorável ao afastamento de Toffoli e de Alexandre de Moraes, um impeachment a menos de um ano das eleições poderia beneficiar Lula, que teria a prerrogativa de indicar um novo ministro ao STF.

    Na avaliação dessa ala, o presidente poderia indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSD), nome defendido por Davi Alcolumbre (União Brasil), presidente do Senado, e, com isso, destravar a nomeação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de Luís Roberto Barroso.

    No domingo (15), Nikolas reagiu nas redes sociais. “Se impeachment de ministros não é válido agora, por que estão há 3 anos pedindo o do Moraes? […] Até para criar narrativa, precisa de um mínimo de coerência. Patético a tentativa de esconder isso das pessoas”, escreveu.

    Bolsonaristas negam que a defesa da anistia represente blindagem a Toffoli. No X, o deputado estadual Gil Diniz, apontado como preferido de Eduardo Bolsonaro (PL) para disputar o Senado em São Paulo, classificou a acusação como “mau-caratismo”.

    “Muitos aqui parecem ter esquecido dos presos que estão nas masmorras, estão eufóricos com o alcance do algoritmo, parece que engajamento, like e compartilhamento são tudo que importa com ‘hype’ da vez!”, publicou no domingo.

    Após aliados tentarem modular a pauta do ato, Nikolas escreveu no sábado (14): “Não acredite em ninguém que convoque para a manifestação do dia 01/03 e não peça o impeachment de ministros do STF e Fora Lula”.

    Ele também afirmou que um dos objetivos do protesto é derrubar o veto da dosimetria, que, segundo ele, seria a medida mais efetiva para garantir a liberdade dos presos do 8 de janeiro e de Bolsonaro.

    Horas depois, Gil Diniz respondeu: “Não acredite em nenhum alpinista político (pequeno ou grande) que cresceu com o apoio do Presidente Jair Bolsonaro e não tem por prioridade nesse momento a Anistia Geral e Irrestrita para todos os presos políticos!”.

    Aliados de Nikolas afirmam que as pautas defendidas pela ala bolsonarista estão incluídas na convocação feita por ele, mas que o grupo não tem se engajado no impeachment de Toffoli.

    O chamado à manifestação com foco na anistia foi compartilhado por Eduardo Bolsonaro, que marcou Mário Frias e Mello Araújo na publicação. “Se eu pudesse estaria com vocês aí na Paulista 1º/MAR, às 15h”, escreveu.

    Eduardo já criticou Nikolas publicamente no ano passado, acusando-o de não se envolver como poderia nas pautas do bolsonarismo. Depois, ambos conversaram em busca de conciliação, segundo a Folha.

    A tensão também reflete divisões dentro da própria família Bolsonaro. Enquanto Eduardo acumula atritos com Nikolas, Michelle Bolsonaro (PL) demonstra apoio ao deputado.

    No fim de janeiro, após uma caminhada liderada por Nikolas de Paracatu (MG) a Brasília (DF), Michelle escreveu que o parlamentar “é separado por Deus para este tempo” e o chamou de “06”, como se fosse mais um filho de Bolsonaro.

    Durante o ato contra as prisões do 8 de janeiro, houve sinais de distensão entre Nikolas e os filhos do ex-presidente, que o parabenizaram pela mobilização.

    Segundo a Folha, Flávio chegou a cogitar lançar Nikolas ao Governo de Minas Gerais em aliança com setores do centrão. O deputado, porém, reafirmou que disputará a reeleição.

    Nikolas também tem sido pressionado por bolsonaristas a atuar mais diretamente na pré-campanha de Flávio. Na semana passada, afirmou no X que já deixou claro que o senador é o candidato escolhido por Bolsonaro e que terá seu apoio.
     

     
     

    Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

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  • PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

    PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

    Em janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros da Corte e familiares

    Por determinação do Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira de Carnaval, 17, quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, no âmbito de investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal de ministros da Corte e de seus familiares.

    A medida foi tomada após representação da Procuradoria-Geral da República.

    Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares, entre elas o monitoramento por tornozeleira eletrônica, o afastamento do exercício de função pública, o cancelamento de passaportes e a proibição de saída do País dos investigados.

    Em janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros da Corte e familiares.

    Segundo apurou o Estadão, a Receita questiona o inquérito, uma vez que, de acordo com interlocutores, o órgão não tem dados de contratos particulares e, além disso, o acesso a informações sigilosas sem procedimento fiscal aberto é uma prática sujeita a pena de demissão.

    As suspeitas de que dados sigilosos de ministros e seus familiares foram vazados surgiu após o estouro da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.

    Em dezembro, o jornal O Globo revelou detalhes do contrato da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, para a defesa dos interesses do Banco Master e de Daniel Vorcaro no Banco Central, na Receita Federal e no Congresso Nacional.

    De acordo com o contrato, assinado em janeiro de 2024, o escritório de Viviane receberia R$ 3,6 milhões por mês ao longo de três anos. Caso tivesse sido cumprido integralmente, o escritório Barci de Moraes Associados receberia R$ 129 milhões até o início de 2027.

    Quando o inquérito que apura possíveis vazamentos de dados fiscais de ministros do Supremo e de familiares foi aberto por Alexandre de Moraes, o Estadão apurou, sob reserva, que um grupo de ministros defende que a investigação esclareça se houve vazamento de informações sigilosas por parte de órgãos federais.

    Outra ala da Corte, no entanto, avalia que o novo inquérito pode ser interpretado como uma forma de pressão ou represália a órgãos de controle.

    PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

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