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  • Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

    O antigo presidente norte-americano, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado por Donald Trump, tendo considerado que o comportamento do atual chefe de Estado é “profundamente preocupante” e que “não parece haver vergonha”.

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reagiu ao vídeo de teor racista compartilhado pelo atual chefe de Estado, Donald Trump, classificando o comportamento do magnata como “profundamente preocupante” e afirmando que “não parece haver vergonha”, em entrevista publicada neste sábado.

    Nas imagens, tanto o ex-presidente quanto sua esposa, Michelle Obama, são retratados como macacos. Questionado pelo podcaster Brian Tyler Cohen, o democrata afirmou ser “importante reconhecer que a maioria do povo americano considera esse comportamento profundamente preocupante”.

    “É verdade que isso chama atenção. É verdade que é uma distração, mas, quando viajo pelo país, encontro pessoas que ainda acreditam na decência, na cortesia e na gentileza”, disse.

    Embora não tenha citado Trump diretamente, Obama declarou que “há uma espécie de palhaçada acontecendo nas redes sociais e na televisão” e que, na sua visão, “não parece haver qualquer vergonha nisso entre pessoas que antes achavam necessário manter algum tipo de decoro, senso de respeito e consideração pelo cargo”.

    “Isso se perdeu”, afirmou.

    Vale lembrar que o vídeo, publicado em 6 de fevereiro na rede social Truth Social, foi removido poucas horas depois, após uma onda de críticas. A maior parte das imagens era atribuída ao portal ultraconservador Patriot News Outlet e tratava de alegações de manipulação nas eleições de 2020 — quando o democrata Joe Biden derrotou Trump, que disputava a reeleição — acusações que o republicano vem fazendo sem apresentar provas.

    Aos 59 segundos, o vídeo é interrompido por uma animação que mostra os rostos de Barack e Michelle Obama — o primeiro casal afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos — estampados em dois macacos, antes de retomar o conteúdo original.

    A animação foi atribuída ao usuário da rede social X (antigo Twitter) “xerias_x”, que utilizou inteligência artificial para criar um vídeo intitulado “Trump: Rei da Selva”, no qual rostos de líderes políticos aparecem inseridos em corpos de animais que se curvam diante de Trump.

    Inicialmente, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, criticou o que chamou de “falsa indignação”, sem mencionar que se tratava de um vídeo publicado “por engano” por “um funcionário”. Segundo ela, era “um trecho de um vídeo publicado na internet que mostra o presidente Trump como o Rei da Selva, e os democratas como personagens de ‘O Rei Leão’”.

    “Parem com essa falsa indignação e noticiem algo que hoje tenha significado para o público americano”, afirmou em comunicado enviado à agência Agence France-Presse.

    Donald Trump, por sua vez, recusou-se a pedir desculpas pela publicação, alegando não saber que a animação fazia parte do vídeo.

    O magnata explicou que viu o início do conteúdo e decidiu encaminhá-lo a uma pessoa — que não identificou — para que fosse publicado.

    “Vejo muitas… milhares de coisas. E vi o começo [do vídeo]. Não havia problema”, disse.

    Embora tenha negado ter cometido “um erro”, Trump afirmou condenar conteúdo racista e declarou: “Sou, aliás, o presidente menos racista que vocês tiveram em muito tempo.”

    Obama reage a vídeo racista de Trump: "Não parece haver vergonha"

  • Cardi B cai durante show em Las Vegas; vídeo

    Cardi B cai durante show em Las Vegas; vídeo

    A rapper Cardi B voltou a cair, mas desta vez enquanto estava se apresentando em Las Vegas, na noite da última sexta-feira. O momento ficou registado em imagens que foram compartilhadas na imprensa internacional e nas redes sociais.

    Depois de ter caído na rua enquanto dançava de forma sensual para um robô, Cardi B voltou a cair — desta vez durante um show.

    A rapper se apresentava em Las Vegas, na noite da última sexta-feira, quando caiu de uma cadeira.

    Cardi B estava no meio da apresentação, dançando de forma sensual ao som de “Thotiana Remix”, quando perdeu o equilíbrio. Mesmo assim, não parou de cantar, não perdeu o ritmo e continuou a performance. Em seguida, foi ajudada por membros da sua equipe.

    O momento foi registrado em vídeo e divulgado pela imprensa internacional, por veículos como o TMZ, e rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

    Cardi B cai enquanto dançava de forma sensual (e há vários vídeos)

    Vale lembrar que, recentemente, Cardi B também caiu no meio da rua enquanto dançava de forma sensual com um robô.

    Usando um macacão justo ao corpo em tons de preto e amarelo e sapatos de salto alto, a cantora de “Up” decidiu fazer uma performance espontânea para o robô, mas acabou encerrando a apresentação improvisada com uma queda.

     

    Cardi B cai durante show em Las Vegas; vídeo

  • Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

    As autoridades de Hong Kong planejam ativar tecnologias de identificação facial nos sistemas de videovigilância se possível já neste ano, logo que resolvam os obstáculos legais e técnicos pendentes, no meio de crescentes preocupações com possível expansão da vigilância massiva.

    O comissário Joe Chow Yat-ming, chefe da polícia, afirmou hoje que será dada prioridade à integração dos sistemas de circuito fechado de TV localizados em grandes centros comerciais de alto fluxo e em pontos estratégicos do programa SmartView.

    Segundo ele, os gestores desses espaços receberam a proposta de forma positiva.

    O departamento havia indicado anteriormente que o sistema biométrico estaria em funcionamento antes do fim de 2024. No entanto, Chow reconheceu que diversos entraves jurídicos e operacionais obrigaram ao adiamento da implementação.

    “A capacidade de adaptação dos nossos agentes, a receptividade da população e o marco regulatório são as áreas nas quais estamos avançando prioritariamente”, explicou durante entrevista exibida na televisão e publicada hoje pelo jornal local South China Morning Post.

    “Confio que possamos implementá-lo em breve. Não posso garantir que seja ainda neste ano, mas é o que desejo. Caso contrário, esperamos que seja no próximo”, acrescentou.

    O objetivo é adicionar 6.500 novos dispositivos em todo o território, alcançando um total de 66.500 aparelhos até 2031, além de desenvolver um conjunto de ferramentas de análise de vídeo impulsionadas por inteligência artificial.

    Paralelamente, o responsável também comentou sobre a assembleia anual da Interpol, que a cidade sediará pela primeira vez em novembro.

    Ele reconheceu que a lista de participantes ainda não está fechada devido às tensões geopolíticas, mas ressaltou que o departamento manterá seus canais de cooperação internacional, com ênfase especial nos países do Sudeste Asiático, considerados destinos frequentes de fugitivos.

    Hong Kong planeja instalar identificação facial na videovigilância

  • Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

    O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese anunciou hoje um investimento inicial de mais de dois bilhões de euros na construção de um novo estaleiro de submarinos de propulsão nuclear, no âmbito da aliança Aukus.

    O pacto de defesa foi assinado em 2021 por Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, com o objetivo de conter a influência da China no Pacífico. O acordo levou ao cancelamento de um megacontrato entre Camberra e a França.

    O investimento inicial anunciado, de 3,9 bilhões de dólares australianos (2,4 bilhões de euros), representa um aporte “crucial para fornecer à Austrália submarinos de propulsão nuclear equipados com armas convencionais”, afirmou o líder em comunicado.

    O acordo prevê que Camberra adquira uma frota de submarinos norte-americanos de última geração, além do desenvolvimento conjunto de uma série de tecnologias militares.

    A longo prazo, o investimento no estaleiro naval está estimado em um total de 30 bilhões de dólares australianos (18 bilhões de euros).

    O custo total do programa, incluindo os submarinos, pode se aproximar dos 200 bilhões de euros ao longo dos próximos 30 anos. A Austrália também deverá obter a tecnologia necessária para construir seus próprios navios no futuro.

    Esses submarinos norte-americanos, cuja aquisição deve começar em 2032, estarão no centro do projeto de Camberra para ampliar a capacidade de ataque de longo alcance do país no Pacífico, região onde a China vem expandindo sua influência.

    Segundo o ministro da Defesa, Richard Marles, o novo estaleiro naval — que será construído perto de Adelaide, no sudeste do país — será um elemento-chave do programa.

    “A transformação em curso em Osborne demonstra que a Austrália está no caminho certo para desenvolver a capacidade soberana de fabricar nossos próprios submarinos de propulsão nuclear nas próximas décadas”, afirmou.

    O projeto desencadeou uma grave e prolongada crise diplomática com a França em 2021. Camberra havia escolhido inicialmente equipamentos franceses em um contrato bilionário, antes de cancelá-lo e aderir ao programa AUKUS, a aliança de segurança com Estados Unidos e Reino Unido.

    Austrália anuncia investimento em estaleiro que vai construir submarinos nucleares

  • Microsoft: IA vai automatizar trabalho de escritório em 18 meses

    Microsoft: IA vai automatizar trabalho de escritório em 18 meses

    O CEO da Microsoft AI, Mustafa Suleyman, acredita que trabalhos advogado, contabilista, gestor de projeto ou na área do marketing – onde se recorre a um computador – terão tarefas 100% automatizadas nos próximos 18 meses.

    O CEO da divisão de Inteligência Artificial da Microsoft, Mustafa Suleyman, afirmou em entrevista ao Financial Times que, no ritmo em que a tecnologia está avançando, alguns trabalhos de escritório podem desaparecer em pouco mais de um ano.

    “Trabalho de escritório, em que você está sentado no computador, seja como advogado, contador, gerente de projeto ou profissional de marketing — a maioria dessas tarefas estará 100% automatizada por Inteligência Artificial nos próximos 12 a 18 meses”, declarou Suleyman.

    A previsão do líder da Microsoft AI se baseia no fato de que a empresa está desenvolvendo modelos de Inteligência Artificial que, segundo ele, serão capazes de desempenhar tarefas atualmente realizadas por trabalhadores de escritório em computadores.

    Além disso, Suleyman acrescentou que agentes de Inteligência Artificial devem se tornar ainda mais eficientes na coordenação de atividades em grandes empresas nos próximos dois a três anos.

    “Melhor conselho de carreira”

    Cofundador e ex-líder da DeepMind, da Google, e atual CEO da divisão de Inteligência Artificial da Microsoft, Mustafa Suleyman compartilhou em sua página na rede social X o que considera ser o “melhor conselho de carreira” que já recebeu.

    “Se uma oportunidade é um pouco intimidadora e parece um desafio, então provavelmente é a oportunidade certa”, escreveu Suleyman na plataforma.

    Vale lembrar que Suleyman ajudou a fundar a DeepMind em 2010, e que a empresa de Inteligência Artificial foi adquirida pela Google em 2014 por cerca de 400 milhões de libras (455,4 milhões de euros). Em 2019, ele se juntou oficialmente à Google e deixou a gigante de tecnologia em 2022 para fundar a Inflection AI.

    Ao observar a trajetória de Suleyman, fica claro que o conselho que ele compartilha agora na rede social X é algo que parece ter seguido ao longo da carreira. A julgar por publicações anteriores, ele também procura contratar pessoas com a mesma disposição para assumir riscos.

    “Prefiro contratar alguém que assumiu grandes riscos e falhou do que alguém que jogou pelo seguro e acertou”, escreveu Suleyman em outra publicação na plataforma.

    Microsoft: IA vai automatizar trabalho de escritório em 18 meses

  • Príncipe William queria tio Andrew banido da realeza há anos

    Príncipe William queria tio Andrew banido da realeza há anos

    O príncipe William era a favor da saída da realeza do tio Andrew há anos – muito antes de lhe terem sido retirados os títulos reais por causa da sua ligação a Jeffrey Epstein.

    Muito antes de Prince Andrew ser afastado da vida pública da realeza, Prince William já defendia sua saída da família real.

    O jornalista Russell Myers detalha a postura do príncipe de Gales em relação ao tio em seu novo livro, William and Catherine: The Monarchy’s New Era: The Inside Story, que será lançado em 10 de março.

    O jornal The Mirror publicou um trecho da obra e afirma que William conversou com o pai, Charles III, após a entrevista de Andrew à BBC, em 2019 — na qual falou sobre suas ligações com Jeffrey Epstein — e pediu ao então príncipe Charles e à Elizabeth II que tomassem providências.

    “Quando você entende que tudo o que acontece aqui e agora afeta o futuro, inclusive o futuro de William, fica muito fácil se colocar no lugar dele. Ele nunca gostou muito do tio e queria se livrar dele imediatamente, antes que a situação piorasse ainda mais”, comentou uma fonte.

    “A opinião de William era que ele [Andrew] se meteu nessa confusão sozinho, então deveria ser deixado para resolver o problema longe da família”, acrescentou.

    Na época, a entrevista de Andrew gerou grande repercussão, e ele se afastou de suas funções públicas como membro da família real. Ainda assim, continuou participando de eventos familiares, como celebrações religiosas e funerais.

    Uma fonte do palácio, próxima a William, afirmou: “O príncipe de Gales foi categórico ao dizer que todo o episódio jamais seria esquecido e que, independentemente do que os outros pensassem, não havia absolutamente nenhuma vantagem em proteger Andrew. A opinião dele era que Andrew não deveria estar perto da família sob nenhuma circunstância — nem por associação, nem em eventos familiares, em lugar algum”.

    “Cada vez que surgia uma nova revelação, sem que ninguém soubesse quando viria ou qual seria a próxima, isso manchava a reputação de toda a família”, continuou a fonte.

    Apesar de Elizabeth II ter tentado, de certa forma, proteger o filho, quando Charles III subiu ao trono retirou todos os títulos reais do irmão no ano passado e determinou que ele deixasse sua residência oficial.

    William e Kate se manifestam sobre o caso Epstein

    Recentemente, pela primeira vez, o príncipe William e Catherine, Princess of Wales comentaram publicamente o polêmico caso envolvendo Jeffrey Epstein e o ex-príncipe Andrew.

    Os príncipes de Gales disseram estar “profundamente preocupados” e afirmaram que “os pensamentos continuam voltados às vítimas” de Epstein, que foi acusado e condenado por crimes sexuais.

    Enquanto isso, o rei Charles III também se pronunciou sobre o escândalo envolvendo seu irmão.

    “O rei deixou claro, em palavras e por meio de ações sem precedentes, sua profunda preocupação com as alegações que continuam surgindo em relação à conduta do Sr. Mountbatten-Windsor”, declarou um porta-voz do Buckingham Palace.

    Príncipe William queria tio Andrew banido da realeza há anos

  • Lula acompanha desfile no Recife ao lado do prefeito João Campos e da governadora Raquel Lyra

    Lula acompanha desfile no Recife ao lado do prefeito João Campos e da governadora Raquel Lyra

    Também estão presentes a senadora Teresa Leitão (PT), o ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho (Republicanos) e a primeira-dama Janja Lula da Silva. O presidente cumprimentou o cantor Lenine, homenageado do carnaval recifense este ano, e acenou para o público enquanto via a passagem dos trios elétricos.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanha o desfile do Galo da Madrugada, tradicional evento do carnaval do Recife (PE), na manhã deste sábado, 14. Ele está no camarote da festa junto com o prefeito da capital pernambucana, João Campos (PSB), e com a governadora do Estado, Raquel Lyra (PSD). A previsão era que apenas Campos, que vai concorrer contra Lyra na disputa estadual este ano, aparecesse junto com o presidente.

    Também estão presentes a senadora Teresa Leitão (PT), o ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho (Republicanos) e a primeira-dama Janja Lula da Silva. O presidente cumprimentou o cantor Lenine, homenageado do carnaval recifense este ano, e acenou para o público enquanto via a passagem dos trios elétricos.

    A agenda do presidente neste carnaval também registra compromissos em Salvador e no Rio de Janeiro. À noite, o chefe do Executivo estará em Salvador (BA) para participar do circuito carnavalesco de Campo Grande. O petista estará no camarote ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Lula partirá para Rio de Janeiro amanhã de manhã.

    No Rio, o petista terá uma agenda durante à tarde no bairro de Jacarepaguá. À noite, estará em um camarote para acompanhar o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, cujo samba-enredo o homenageia. O presidente não vai participar do desfile.

    O retorno para Brasília está marcado para segunda-feira, 16. No dia seguinte, o presidente viaja para a Índia, onde ficará até o dia 21 de fevereiro. Depois, ele decolará para a Coreia do Sul, onde terá agendas até o dia 24.

    Lula acompanha desfile no Recife ao lado do prefeito João Campos e da governadora Raquel Lyra

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    BÁRBARA SÁ
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O brasileiro Marcos Marques-Leal, 57, é suspeito de ter matado a ex-mulher, Adriana Barbosa, 46, a facadas na noite de quinta-feira (12) em Farmingville, na região de Long Island, em Nova York. Ele também se esfaqueou após o crime, segundo a polícia.

    Agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de violência doméstica por volta das 20h15, em uma casa na Granny Road, de acordo com a polícia do Condado de Suffolk. “Ao chegar, os policiais encontraram Adriana Barbosa com ferimentos de faca”, informou o comunicado oficial.

    Ela foi levada ao Hospital Universitário de Stony Brook, onde morreu. Um adolescente que estava na residência também ficou ferido. Segundo a polícia, “ele sofreu um corte na mão” e foi encaminhado ao hospital, mas não corre risco de morte.

    Marcos foi encontrado na casa com ferimentos graves que, de acordo com o comunicado, parecem ter sido provocados por ele mesmo após o ataque. Ele também foi socorrido e permanece hospitalizado.

    A polícia informou que ele foi acusado de homicídio em segundo grau, além de desacato à Justiça e de colocar em risco o bem-estar de um menor. A motivação do crime não foi divulgada, e o caso segue sob investigação.

    As autoridades policiais não informaram se ele já constituiu defesa.

    Brasileiro é suspeito de matar a ex-mulher a facadas nos EUA

  • Morre aos 81 anos José Álvaro Moisés, cientista político e um dos fundadores do PT

    Morre aos 81 anos José Álvaro Moisés, cientista político e um dos fundadores do PT

    De acordo com Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), o acadêmico foi encontrado inconsciente na faixa de areia. As equipes de resgate chegaram a tentar manobras de reanimação ainda na praia.

    Um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), José Álvaro Moisés, morreu nesta sexta-feira, aos 81 anos. Professor titular de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP (Universidade de São Paulo), Moisés foi vítima de afogamento na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.

    De acordo com Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), o acadêmico foi encontrado inconsciente na faixa de areia. As equipes de resgate chegaram a tentar manobras de reanimação ainda na praia.

    Embora tenha sido um dos principais intelectuais envolvidos na fundação do PT, o cientista político e professor da USP tornou-se crítico da sigla nos últimos anos – e chegou a dizer, em 2010, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia \”passado dos limites.\”

    Em 2023, durante entrevista concedida ao Estadão, Moisés apontou que o PT \”tinha um vício de achar que, se o protesto era feito por ele, era legítimo, mas se o protesto era contra, era ilegítimo\”. Fez questão ainda de ressaltar que a omissão das forças democráticas ao mal-estar em relação ao funcionamento do sistema político abriu espaço para a direita e outros segmentos conservadores assumirem o protagonismo nas manifestações ocorridas dez anos antes, em 2013.

    ABCP lamenta morte do acadêmico

    Por meio das redes sociais, a Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) lamentou a morte de Moisés. \”Sua trajetória acadêmica, marcada pelo rigor intelectual e pelo compromisso com a vida pública, deixa um legado incontornável para a área e para gerações de pesquisadoras e pesquisadores.\”

    Ainda de acordo com a ABCP, Moisés foi uma figura central na internacionalização da pesquisa brasileira. Ele representou o Brasil em fóruns globais de prestígio, servindo no Comitê Executivo da Associação Internacional de Ciência Política (IPSA) entre 2011 e 2015, e no Conselho Internacional de Ciências Sociais (ISSC) de 2013 a 2016.

    Além de sua produção teórica sobre cultura política e a qualidade da democracia, o professor teve um papel administrativo e de liderança fundamental na ABCP. Foi ele o primeiro coordenador da Área Temática de Cultura Política e Democracia da instituição, cargo que ocupou de 2006 a 2012.

    Morre aos 81 anos José Álvaro Moisés, cientista político e um dos fundadores do PT

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, chamou o líder russo, Vladimir Putin, de “escravo da guerra” neste sábado (14) na Conferência de Segurança de Munique, um dos principais fóruns de diplomacia e defesa do mundo que ocorre na Alemanha.

    “Ninguém na Ucrânia acredita que [Putin] vá deixar nosso povo em paz, e também não deixará outras nações europeias em paz, porque ele não consegue abrir mão da ideia de guerra. Ele pode se ver como um czar, mas na realidade é um escravo da guerra”, afirmou o líder ucraniano, que insistiu que seu homólogo russo não leva “uma vida normal”.

    Zelenski, que está no fórum desde sexta (13), reiterou a importância do fornecimento rápido de mísseis de defesa antiaérea para que a Ucrânia consiga se proteger de ataques russos que, segundo ele, danificaram todas as usinas elétricas ucranianas.

    “A maioria dos ataques é direcionada contra nossas usinas elétricas e outras infraestruturas de grande importância. Não resta uma única usina na Ucrânia que não tenha sido danificada pelos ataques russos”, afirmou o mandatário.
    Esses bombardeios deixaram centenas de milhares de pessoas sem aquecimento num momento em que o país registra temperaturas abaixo de zero.

    Na sexta, a Rússia anunciou uma nova rodada de conversas nos dias 17 e 18 de fevereiro com representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos para tentar encontrar uma saída para o conflito, que em breve completará quatro anos.

    Minutos antes, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, absteve-se em um discurso de comentar as negociações sobre a Ucrânia, e se limitou a lamentar que as Nações Unidas “não solucionaram” a guerra.

    Zelenski expressou esperança de que as negociações de paz mediadas pelos EUA na próxima semana em Genebra sejam sérias e substanciais, mas manifestou preocupação de que a Ucrânia esteja sendo solicitada “com muita frequência” a fazer concessões nas negociações.

    “Realmente esperamos que as reuniões trilaterais da próxima semana sejam sérias, substanciais e úteis para todos nós, mas, honestamente, às vezes parece que os lados estão falando sobre coisas completamente diferentes”, disse Zelenski em seu discurso na Conferência de Segurança de Munique.

    O líder ucraniano disse que estava sentindo “um pouco” de pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, que ontem disse que Zelenski não deveria perder a “oportunidade de fazer a paz” em breve.

    “Nos deem um cessar-fogo. O presidente Trump pode fazer isso: pressionar Putin; conseguir um cessar-fogo. Então nosso Parlamento mudará a lei e iremos às eleições.”

    “Os americanos frequentemente retornam ao tema das concessões e, com muita frequência, essas concessões são discutidas apenas no contexto da Ucrânia, não da Rússia”, disse Zelenski.

    No entanto, ele acrescentou que esperava que os EUA permanecessem envolvidos nas negociações e que houvesse uma oportunidade para a Europa, que segundo ele está atualmente marginalizada, desempenhar um papel maior. Zelenski já manifestou preocupação de que as eleições de meio de mandato do Congresso dos EUA, em novembro, poderão fazer o governo Trump focar em questões políticas domésticas nos próximos meses.

    Ucrânia e Rússia participaram de duas rodadas recentes de negociações mediadas por Washington em Abu Dhabi, que foram descritas pelos lados como construtivas, mas não alcançaram nenhum avanço significativo.

    A Rússia disse que sua delegação em Genebra será liderada pelo conselheiro de Putin, Vladimir Medinski, uma mudança em relação a Abu Dhabi, onde a equipe russa foi liderada pelo chefe da inteligência militar, Igor Kostiukov.

    Autoridades ucranianas criticaram anteriormente a condução das negociações por Medinski, acusando-o de dar aulas de história, do ponto de vista russo, à equipe ucraniana em vez de se envolver em negociações substanciais.

    A Ucrânia rejeita uma retirada unilateral de qualquer porção de território e busca garantias de segurança ocidentais sólidas para dissuadir a Rússia de relançar sua ofensiva após qualquer cessar-fogo.

    A Rússia ocupa cerca de um quinto do território da Ucrânia, incluindo a península da Crimeia que anexou em 2014 e áreas nas quais os separatistas apoiados por Moscou haviam tomado antes de 2022.

    Putin é um 'escravo da guerra' e não tem vida normal, diz Zelenski