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  • Petrobras destitui diretor de área que vendeu gás com 100% de ágio

    Petrobras destitui diretor de área que vendeu gás com 100% de ágio

    Mudança ocorre após leilão de gás de cozinha com ágio superior a 100% gerar críticas do governo. Decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da Petrobras, que também anunciou alterações na diretoria e na presidência do colegiado

    A Petrobras informou que destituiu do cargo o diretor executivo de Logística, Comercialização e Mercados, Claudio Romeo Schlosser. O anúncio foi feito na noite dessa segunda-feira (6), após reunião do Conselho de Administração da estatal de petróleo.

    Claudio Schlosser era responsável pela área da empresa que realizou, na última terça-feira (31), o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, que teve ágio de mais de 100%, ou seja, o combustível chegou a ser vendido para distribuidoras por mais que o dobro do preço de tabela.

     

    Dois dias após o leilão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a realização do certame, indicando que tinha sido feito contra a orientação da empresa. 

     

    Lula classificou o leilão como “cretinice, bandidagem” e mencionou o interesse de anular a venda.

    “As pessoas sabiam da orientação do governo, da orientação da Petrobras de não aumentar o GLP. Pois fizeram um leilão contra a vontade da direção da Petrobras”, declarou, na ocasião, em entrevista à TV Record Bahia.

    No mesmo dia das declarações de Lula, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador do setor e vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME), realizou uma fiscalização em refinarias da Petrobras para apurar “suspeitas de prática de preços com ágios elevados” no leilão de gás de cozinha. 

    Alta nos preços

    Apesar de ser conhecido como gás de cozinha, o GLP também é utilizado como combustível por indústrias.

    O leilão foi feito em cenário de escalada internacional do preço do petróleo e de derivados por causa da guerra no Irã, que levou distúrbios à cadeia produtiva da matéria-prima, ameaçando o produto de escassez. 

    Ao mesmo tempo, o governo estudava meios para suavizar os efeitos da alta do petróleo e derivados. A destituição do diretor da Petrobras ocorreu no mesmo dia em que o governo anunciou medidas que incluem zeragem de impostos e subsídios para o diesel e gás de cozinha.

    Diretoria de vendas

    A diretoria ocupada até essa segunda-feira por Schlosser é uma das oito que ficam sob o guarda-chuva da presidente da estatal, Magda Chambriard. Entre as atribuições da diretoria está decidir para quem e por quanto a Petrobras vende seus produtos.

    A estatal informou que a então diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade, Angélica Laureano, assume a diretoria de Logística, Comercialização e Mercados.

    Já o diretor executivo de Processos Industriais e Produtos, William França, acumulará, de forma temporária, as funções que eram de Laureano.

    Claudio Schlosser é engenheiro químico e advogado. Ele entrou na Petrobras em 1987, no cargo de engenheiro de processamento de petróleo. Estava na diretoria desde março de 2023, quando a companhia era presidida pelo antecessor de Chambriard, Jean Paul Prates.

    Novo presidente do conselho

    A Petrobras informou também, na noite de ontem, que o Conselho de Administração elegeu Marcelo Weick Pogliese como presidente do colegiado até a próxima assembleia-geral, que deve acontecer dentro de dez dias.

    Marcelo Weick Pogliese substitui Bruno Moretti, que renunciou na última terça-feira (31) para assumir o Ministério do Planejamento e Orçamento em substituição a Simone Tebet, que deve disputar o Senado pelo estado de São Paulo.

    O Conselho de Administração é um órgão de orientação e direção superior da Petrobras, responsável pela definição das estratégias. É composto por sete a 11 membros eleitos pelos acionistas. A presidente Magda Chambriard é uma das integrantes do colegiado.

    Indicado do governo

    O governo é o acionista controlador da empresa e, por isso, indica o presidente do conselho. A Petrobras informou que recebeu, ainda na segunda-feira, a indicação do nome do atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Santos Mello, para o posto.

    Em comunicado ao mercado, a estatal informou que a indicação “será submetida à análise dos requisitos legais de gestão e integridade pertinentes”.

    Mello tem doutorado em ciência econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestrado em economia política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e graduações em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Ciências Econômicas (PUC-SP).

    É professor licenciado do Instituto de Economia da Unicamp (IE-Unicamp), onde atua como coordenador do programa de pós-graduação em desenvolvimento econômico.

    O indicado também pertence a dois conselhos de administração de empresas públicas: presidente do conselho de administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e integrante do Conselho de Administração Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

     

    Petrobras destitui diretor de área que vendeu gás com 100% de ágio

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  • Erick Jacquin diz ter sido assaltado após criminoso quebrar a janela de táxi

    Erick Jacquin diz ter sido assaltado após criminoso quebrar a janela de táxi

    Chef relata assalto após criminoso quebrar vidro de táxi e alerta seguidores sobre golpes. Ele afirma que criminosos acessaram seu WhatsApp e reforça que não pede dinheiro nem ajuda por mensagens.

    O chef francês Erick Jacquin afirmou, na segunda-feira (6), que foi assaltado após um criminoso quebrar o vidro do táxi em que ele estava e levar seu celular.

    “Infelizmente, isso faz parte do Brasil”, disse Jacquin em um vídeo publicado no Instagram. Ele relatou o crime, mas não informou quando ou em qual cidade ocorreu, nem se registrou boletim de ocorrência.

    “Eu fui assaltado faz pouco tempo. Ele roubou meu telefone através do vidro de um táxi. Quebrou o vidro, pegou meu telefone e foi embora”, contou o chef.

    Jacquin afirmou que não tinha aplicativos bancários no aparelho e que trocou as senhas das redes sociais. Ainda assim, alertou que os criminosos conseguiram acessar seu WhatsApp e podem tentar aplicar golpes. “Eu não preciso de nada. Tudo o que acontecer, mandar mensagem para vocês, pedir dinheiro, pedir outra coisa, eu não preciso de nada. Não sou eu, é outra pessoa”, disse.

    O chef afirmou que passa bem e orientou os seguidores a evitarem usar o celular dentro de táxis. “Se cuida. Não faz igual eu, não mexe no telefone dentro do táxi, com o vidro do lado”, alertou.

    Jacquin ficou conhecido no Brasil por participar de programas como MasterChef Brasil e Pesadelo na Cozinha, exibidos pela Band. Ele também é proprietário de restaurantes em São Paulo e na região metropolitana.

    Erick Jacquin diz ter sido assaltado após criminoso quebrar a janela de táxi

  • Dólar abre próximo da estabilidade horas antes de fim de prazo dado por Trump para reabertura de Hormuz

    Dólar abre próximo da estabilidade horas antes de fim de prazo dado por Trump para reabertura de Hormuz

    Às 9h07, a moeda norte-americana tinha uma oscilação para baixo de 0,04%, cotada a R$ 5,1446. Na segunda-feira (6), o dólar fechou em queda de 0,27%, cotado a R$ 5,146, e a Bolsa avançou 0,05%, a 188.161 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar abriu próximo da estabilidade nesta terça-feira (7) com os investidores atentos às movimentações no Oriente Médio horas antes do fim do prazo dado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã aceite um acordo e reabra o estreito de Hormuz.

    Às 9h07, a moeda norte-americana tinha uma oscilação para baixo de 0,04%, cotada a R$ 5,1446. Na segunda-feira (6), o dólar fechou em queda de 0,27%, cotado a R$ 5,146, e a Bolsa avançou 0,05%, a 188.161 pontos.

    As negociações foram embaladas pela possibilidade de um cessar-fogo no conflito no Oriente Médio, que já dura cinco semanas.

    O plano entre Estados Unidos e Irã, intermediado pelo Paquistão, propõe uma trégua de 45 dias, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo, disse uma fonte ciente das propostas nesta segunda.

    O chefe do Exército paquistanês, marechal de campo Asim Munir, esteve em contato “durante toda a noite” com o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, segundo a fonte.

    Negociadores de ambos os lados admitem que as chances de acordo parecem baixas.

    O Irã já rejeitou a ideia de trégua provisória e pediu uma solução definitiva para os conflitos na região. O regime afirmou que a guerra continuará até quando for preciso e ofereceu aos Estados Unidos dez pontos para negociar, incluindo um acordo para o uso do estratégico estreito de Hormuz, o fim das sanções econômicas ao país e provisões para a reconstrução do país.

    As negociações têm como pano de fundo um ultimato do presidente Donald Trump às forças iranianas. Teerã tem até às 21h desta terça (7), no horário de Brasília, para aceitar as condições de uma trégua e reabrir Hormuz -caso contrário, os Estados Unidos irão “explodir tudo”. Uma autoridade de Teerã descartou a reabertura do estreito no caso de um cessar-fogo temporário.

    Trump ainda falou, em entrevista coletiva nesta tarde, que o Irã poderia ser neutralizado em uma noite, “e essa noite pode ser terça”.

    “Quando Trump fala em acabar com a guerra em um dia, soa como mais um blefe, porque ele não conseguiu fazer isso até agora. O mercado já está estafado dessas falas e de nenhuma ação concreta acontecendo”, diz Daniel Teles, sócio da Valor Investimentos.

    “Fundos de renda fixa americana e títulos do Tesouro dos Estados Unidos [considerados uma espécie de porto seguro do mercado financeiro] nunca foram tão negociados. Todo mundo está à espera de alguma sinalização um pouco mais clara a respeito do futuro da guerra.”

    O bloqueio de Hormuz, por onde passam 20% de todo o petróleo e gás natural liquefeito consumidos no mundo, lançou a economia global em turbulência. O choque de oferta, considerado sem precedentes, está se transformando em uma crise energética que fez os preços do petróleo e produtos derivados dispararem.

    Neste pregão, o petróleo Brent, referência internacional, avançou cerca de 1%, cotado a US$ 112 o barril.

    Com a inflação global sob pressão, o crescimento econômico antes previsto foi colocado em dúvida, bem como os próximos passos de alguns dos principais bancos centrais do mundo.

    Tanto o Federal Reserve, dos Estados Unidos, quanto o BC (Banco Central) brasileiro citaram a guerra nas decisões do mês passado, diante do risco de pressão inflacionária global.

    Na visão da XP, um conflito prolongado e preços de petróleo altos por mais tempo são os principais pontos de atenção do conflito, à medida que as expectativas de inflação local sobem acima da meta de 3% do BC.

    No Boletim Focus desta segunda, analistas ajustaram para cima as expectativas para a inflação em 2026 pela quarta semana consecutiva. As projeções para a alta do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) agora são de 4,36% este ano e de 3,85% no próximo, ante 4,31% e 3,84%, respectivamente, na semana anterior.

    Economistas também mantiveram a projeção de R$ 5,40 para o dólar no fim deste ano e de 12,50% para a Selic, hoje em 14,75%. A expectativa é de corte de 0,25 ponto percentual da taxa básica na reunião marcada para o fim do mês.

    Ainda assim, a XP vê o Brasil bem posicionado para enfrentar as turbulências da guerra, “dada a alta exposição ao petróleo e o potencial de seguir atraindo fortes fluxos estrangeiros, especialmente quando as tensões arrefecerem”.

    Dólar abre próximo da estabilidade horas antes de fim de prazo dado por Trump para reabertura de Hormuz

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  • Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite'

    Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite'

    Presidente dos EUA faz nova ameaça em meio a ultimato sobre o Estreito de Ormuz. Negociações são suspensas, ataques se intensificam e risco de escalada no conflito preocupa a comunidade internacional.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar as ameaças contra o Irã nesta terça-feira (7) e afirmou que o país pode enfrentar consequências devastadoras nas próximas horas. Em publicação na rede Truth Social, ele declarou que “provavelmente” uma “civilização inteira morrerá esta noite”.

    No texto, Trump sugeriu que uma eventual mudança no regime iraniano poderia abrir caminho para um novo cenário político. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. Contudo, agora que temos uma Mudança de Regime Completa e Total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE? Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim”, escreveu.

    As declarações provocaram reação imediata em Teerã. Segundo a televisão estatal iraniana, o governo decidiu suspender as negociações indiretas que vinham sendo conduzidas com os Estados Unidos, mesmo com avanços recentes.

    O impasse ocorre em meio ao ultimato imposto por Washington para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz até as 21h desta terça-feira, no horário de Brasília. A região é estratégica para o comércio global, já que concentra cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo.

    Na véspera, Estados Unidos e Irã já haviam rejeitado uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão. Trump chegou a afirmar que, sem um acordo imediato, “todas as pontes e usinas de energia do Irã serão destruídas em poucas horas”.

    O presidente americano também minimizou possíveis acusações de crime de guerra por ataques a estruturas civis. Segundo ele, “o verdadeiro crime de guerra é permitir que um país com líderes que considera ‘dementes’ tenha acesso a armas nucleares”.

    Em outra declaração, feita na Casa Branca, Trump afirmou que, se pudesse, assumiria o controle do petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.

    Do lado iraniano, a resposta foi dura. O Exército classificou as falas como “delirantes” e afirmou que elas não apagam “a vergonha e a humilhação” dos Estados Unidos na região.

    Mesmo com o prazo se aproximando, os confrontos seguem intensos. Um ataque recente na província de Alborz, nas proximidades de Teerã, deixou ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital também voltou a ser alvo de bombardeios, inclusive em áreas residenciais e em um aeroporto.

    O governo iraniano também acionou a UNESCO após ameaças de ataques ao sistema ferroviário do país, considerado patrimônio mundial.

    Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian adotou um discurso de mobilização total e afirmou que milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra. Ele declarou ainda estar pronto para sacrificar a própria vida.

    A tensão também se concentra na ilha de Kharg, considerada vital para as exportações de petróleo do Irã. Relatos de explosões foram divulgados pela imprensa local, enquanto veículos americanos apontam que os Estados Unidos atingiram alvos militares na região.

    Segundo autoridades americanas, os ataques foram realizados por via aérea, sem envio de tropas terrestres, e não atingiram diretamente instalações petrolíferas.

    A ilha, responsável por cerca de 90% das exportações iranianas de petróleo, é vista como peça-chave no controle do Estreito de Ormuz. Por isso, qualquer ação militar no local pode ampliar ainda mais o conflito.

    Relatórios de inteligência citados pela imprensa indicam que o Irã reforçou sua presença militar na região, ampliou defesas e preparou o território para uma possível ofensiva.

    Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite'

  • Após queda de Dorival, Brasileiro tem média de um treinador demitido por rodada

    Após queda de Dorival, Brasileiro tem média de um treinador demitido por rodada

    (FOLHAPRESS) – Com a demissão de Dorival Júnior do Corinthians logo depois da derrota diante do Internacional, por 1 a 0, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, no domingo (5), a competição alcançou uma média de um treindor demitido por rodada.

    Nesta segunda-feira (6), Fernando Diniz, livre no mercado desde sua saída do Vasco, encaminhou acerto para ser o novo técnico do time do Parque São Jorge.

    O trabalho de Dorival rendeu dois títulos à equipe corintiana, a Copa do Brasil em 2025, em cima do Vasco ainda sob o comando de Diniz, e a Supercopa do Brasil, com vitória sobre o Flamengo.

    Ao longo de sua passagem pelo Parque São Jorge, Dorival acumulou um aproveitamento de 48,9% de aproveitamento, com 66 jogos, 26 vitórias, 19 empates e 21 derrotas. Na primeira parte do Campeonato Brasileiro deste ano, no entanto, seu desempenho caiu, com média de 33,3%, com duas vitórias, quatro empates e quatro derrotas.

    Décimo treinador demitido desde o início da competição, Dorival é o quarto profissional brasileiro a perder o emprego durante do torneio. A lista tem, ainda, cinco argentinos e um colombiano.

    Jorge Sampaoli foi o primeiro demitido no Nacional, deixando o Atlético-MG na terceira rodada, após empate com o Remo. O argentino acumulou dois empates e uma derrota.

    Fernando Diniz foi o segundo treinador a cair. Ele deixou o Vasco após derrota por 1 a 0 para o Fluminense no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Carioca. Ao todo, Diniz comandou a equipe cruz-maltina em três rodadas do campeonato nacional, com duas derrotas e um empate.

    Juan Carlos Osório foi o terceiro treinador demitido em meio à disputa do Brasileiro, com retrospecto de uma derrota e três empates pelo Remo. A queda do técnico, no entanto, ocorreu após derrota no primeiro jogo da final do Campeonato Paraense por 2 a 1 contra o rival Paysandu.

    Filipe Luís foi o quarto treinador a ser demitido durante o certame, desligado do Flamengo. Ex-jogador do clube carioca e último técnico campeão brasileiro, ele foi demitido mesmo após vencer o Madureira por 8 a 0 pelo segundo jogo da semifinal do Campeonato Carioca. No Campeonato Brasileiro desta amo, Filipe Luís comandou o Flamengo em três jogos, com uma vitória, um empate e uma derrota.

    Hernán Crespo foi o quinto treinador a entrar na lista, mesmo ocupando, na ocasião, a vice-liderança do Nacional. O técnico comandou o time tricolor em quatro rodadas, com três vitórias e um empate.

    Já Tite comandou o Cruzeiro por seis rodadas no Brasileiro, acumulando três derrotas e três empates. A queda aconteceu após empate por 3 a 3 com o Vasco, no Mineirão.

    Juan Pablo Vojvoda foi o sétimo treinador a cair no campeonato. O Santos o demitiu após três derrotas, dois empates e uma vitória no campeonato.

    O argentino Martín Anselmi, do Botafogo, e o brasileiro Gilmar Dal Pozzo, da Chapecoense, completaram a lista, agora reforçada por Dorival Júnior.

    A Sul-Americana deste ano conta com 10 campeões de Libertadores na disputa. São eles: Santos, São Paulo, River Plate, Grêmio, Vasco, Botafogo, Atlético-MG, San Lorenzo, Racing e Olimpia

    Folhapress | 09:00 – 07/04/2026

    Após queda de Dorival, Brasileiro tem média de um treinador demitido por rodada

  • Gigi Hadid nega ligação com Jeffrey Epstein

    Gigi Hadid nega ligação com Jeffrey Epstein

    Modelo rebate citação em documentos de Epstein e nega qualquer ligação com o criminoso. Gigi Hadid afirma nunca ter conhecido o empresário, diz que silêncio foi para não desviar foco das vítimas e classifica situação como “perturbadora” após divulgação dos arquivos

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A modelo e empresária Gigi Hadid, 30, se pronunciou recentemente após ter seu nome citado, ao lado da irmã Bella Hadid, em documentos ligados ao caso de Jeffrey Epstein (1953-2019), condenado por crimes sexuais contra menores. Nos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, as duas aparecem em uma troca de e-mails de 2015 entre Epstein e uma pessoa não identificada.

    Na conversa, o interlocutor questiona o sucesso das irmãs na moda. “Como as irmãs Hadid se tornaram modelos e ganham tanto dinheiro?! Eu não entendo…”, diz. Epstein responde: “Você sabe”. Em seguida, o anônimo sugere que o pai das modelos, Mohamed Hadid, teria pago uma agência para impulsionar as carreiras das filhas, o que é negado por Epstein: “Não. Porque elas seguem instruções, é simples assim”.

    Gigi explicou por que demorou a se manifestar. “É horrível ler alguém que você nunca conheceu falar de você dessa forma. Especialmente nesse contexto”, comentou a modelo que reforçou que nunca teve qualquer contato com Epstein. “Nunca na minha vida conheci o monstro”.

    Segundo ela, o silêncio inicial foi uma escolha para não desviar a atenção das vítimas. “Não comentei antes porque não queria tirar o foco das histórias das vítimas reais dele; mas é importante deixar claro que não tive qualquer ligação com esse ser humano”, destacou.

    Por fim, Gigi mencionou sua trajetória na moda e a educação que recebeu dos pais. “Cresci com privilégios, sim. Mas meus pais me protegeram e me ensinaram o valor do trabalho duro”, afirmou. Ela ainda lembrou que sua mãe, Yolanda Hadid, foi a responsável por marcar e acompanhar pessoalmente as negociações profissionais envolvendo a carreira de ambas as filhas.

    “A minha mãe nos levou pessoalmente para reuniões em agências de Nova York logo antes de eu completar 18 anos, duas das quais ela assinou contratos em sua carreira -Marylins e Ford… Eu provavelmente conheci 10 agências- apenas Marilyns, IMG e (talvez?) outra agência tenham me oferecido contratos”, destacou.

    A modelo, mãe de Khai, também classificou a situação como “perturbadora” e concluiu: “Quero afirmar de forma inequívoca que nunca tive qualquer ligação com esse ser nojento. Que ele descanse em chamas”.

    Gigi Hadid nega ligação com Jeffrey Epstein

  • CBF quer usar liga para abolir discurso de ‘roubo’ no Brasileirão

    CBF quer usar liga para abolir discurso de ‘roubo’ no Brasileirão

    (UOL/FOLHAPRESS) – “O árbitro veio aqui e nos roubou dentro da nossa própria casa”. A CBF quer abolir esse tipo de discurso usado pelo zagueiro David Duarte, do Bahia, para contestar o resultado do jogo contra o Palmeiras.

    E um meio para isso é o debate a respeito da liga única e dos pontos relativos ao produto que podem ser aprimorados por toda a cadeia do futebol brasileiro.

    Não que a arbitragem seja perfeita. Mas a entidade apontou aos clubes na reunião desta segunda-feira (06) que a percepção de valor para o campeonato precisa vir com participação deles. E as palavras, para a CBF, têm poder.

    A entidade já percebeu em pesquisas que há uma parcela dos torcedores deixando de assistir aos jogos porque perdeu a confiança na arbitragem.

    Para a CBF, há muitas falas que associam erro a uma suposta má intenção dos árbitros. Consequentemente, isso gera a percepção do público sobre falta de qualidade e confiabilidade.

    No universo ideal defendido pela CBF junto aos clubes, as críticas muito acima do tom devem, inclusive, render punições que viriam de um tribunal administrativo – não necessariamente do STJD.

    Essa crítica/preocupação no contexto da liga faz parte do item que aborda a análise do tempo de bola em jogo no Brasileirão e a necessidade de ter um espetáculo mais fluído.

    Na comparação com Inglaterra, Espanha e Alemanha – as top 3 ligas do mundo -, o Brasil é quem registra o maior número de cartões amarelos e vermelhos, mais faltas por jogo e a duração mais longa de intervenção do VAR. Ao fim das contas, a menor aprovação da arbitragem pelos torcedores.

    A CBF fez questão de ressaltar que “o jogo também é responsabilidade dos clubes. E não só da arbitragem”.

    Por isso, apontou que as simulações e o antijogo são decisões dos atletas. Alertou também que pressão institucional influencia o comportamento em campo e que a cultura da reclamação afeta decisões e tempo de jogo.

    Há ainda críticas ao comportamento das comissões técnicas no banco de reservas. Nesta semana, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, será julgado duas vezes em um mesmo dia no STJD por expulsões no início de Brasileirão.

    “Com o Palmeiras é sempre assim. Todas as vezes que o Palmeiras vence, é ‘escândalo’, arbitragem. Eu, presidente, não reclamo de arbitragem. A presidente não reclamou do resultado da final da Libertadores. Nunca terceirizo responsabilidade. ‘Nossa, Leila, você falando de dirigentes que reclamam da arbitragem. E o seu treinador?’ Ele é punido, tem cartão para ele, pode ser julgado. E os dirigentes e treinadores que reclamam e não acontece nada? Isso é injusto. Eu queria que tivesse punição também para dirigentes e jogadores que desrespeitassem arbitragem em entrevistas”, disse Leila Pereira, presidente do Palmeiras, depois da reunião entre clubes e CBF.

    CBF quer usar liga para abolir discurso de ‘roubo’ no Brasileirão

  • 'Estou muito magoada', declara Chaiany sobre Babu Santana

    'Estou muito magoada', declara Chaiany sobre Babu Santana

    A goiana reiterou que gosta muito de Babu e teve um bom relacionamento com o ator dentro do jogo, mas não deixou de comentar que ficou magoada após refletir sobre a conversa que teve com o brother durante seu almoço do anjo

    (CBS NEWS) – Mais recente eliminada do BBB 26 (Globo), Chaiany Andrade declarou, durante participação no podcast ‘Mesacast BBB’, que reviu as cenas de seu almoço do anjo e entendeu que foi manipulada por Babu Santana.

    A goiana deixou a casa mais vigiada do Brasil no domingo (5) à noite após receber 61,07% dos votos em um paredão contra Marciele Albuquerque e Juliano Floss.

    Nesta segunda-feira, a 12ª eliminada do reality seguiu cumprindo agenda e fazendo aparições em programas da emissora. Na parte da manhã, ela tomou um café da manhã com Ana Maria Braga.

    Durante a noite, Chaiany foi ao podcast falar com Vinícius Nascimento e Foquinha e analisar sua trajetória no BBB. A apresentadora questionou a sister sobre quais cenas que ela reviu que mais a surpreenderam.

    A goiana reiterou que gosta muito de Babu e teve um bom relacionamento com o ator dentro do jogo, mas não deixou de comentar que ficou magoada após refletir sobre a conversa que teve com o brother durante seu almoço do anjo.

    “Estou muito magoada no momento, espero que o tempo passe e, no momento em que ele quiser conversar, vou estar aqui. Tudo passou, o jogo acabou”, disse.

    Na noite anterior, em conversa com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro logo após deixar a casa, Chaiany havia comentado que não consegue saber quando outras pessoas tentam manipulá-la.

    'Estou muito magoada', declara Chaiany sobre Babu Santana

  • ‘Super’ Sul-Americana começa nesta terça-feira (7)

    ‘Super’ Sul-Americana começa nesta terça-feira (7)

    (UOL/FOLHAPRESS) – A Sul-Americana de 2026 começa nesta terça-feira (7), e a edição promete ser uma das mais fortes da história. Pelo menos é o que mostram os números.

    SUPER SULA?

    A Sul-Americana deste ano conta com 10 campeões de Libertadores na disputa. São eles: Santos, São Paulo, River Plate, Grêmio, Vasco, Botafogo, Atlético-MG, San Lorenzo, Racing e Olimpia.

    A fase de grupos terá confrontos envolvendo alguns deles. Vasco x Olimpia, Santos x San Lorenzo e Botafogo x Racing são os jogos que ocorrerão nesta primeira fase. O último deles, inclusive, foi o duelo que definiu o campeão da Recopa Sul-Americana do ano passado, quando o Racing foi campeão sobre o Botafogo.

    A Sula tem o mesmo número de campeões que a própria Libertadores neste ano. A Liberta também tem 10 participantes que já a conquistaram na edição de 2026: Flamengo, Palmeiras, Boca Juniors, Corinthians, Fluminense, Cruzeiro, Peñarol, Nacional-URU, LDU e Estudiantes.

    A edição deste ano, por outro lado, conta com novatos. Deportivo Recoleta (PAR) e Deportivo Riestra (ARG) jogam uma competição internacional pela primeira vez na história.
    *
    GRUPOS DA SUL-AMERICANA

    Grupo A: América de Cali, Alianza Atlético, Tigre e Macará
    Grupo B: Atlético-MG, Cienciano, Juventud e Puerto Cabello
    Grupo C: São Paulo, Millonarios, O’Higgins e Boston River
    Grupo D: Santos, Deportivo Cuenca, Deportivo Recoleta e San Lorenzo
    Grupo E: Racing, Botafogo, Caracas e Independiente Petroleto
    Grupo F: Grêmio, Montevideo City Torque, Palestino e Deportivo Riestra
    Grupo G: Olimpia, Vasco, Barracas Central e Audax Italiano
    Grupo H: River Plate, Bragantino, Blooming e Carabobo

    JOGOS DA 1ª RODADA
    Hoje (7/4)
    19h – Barracas Central x Vasco
    19h – Independiente Petrolero x Racing
    21h – O’Higgins x Millonarios
    21h30 – Boston River x São Paulo
    23h – Alianza Atlética x Tigre

    Amanhã (8/4)
    19h – Deportivo Cuenca x Santos
    19h – Deportivo Riestra x Palestino
    19h – Deportivo Recoleta x San Lorenzo
    21h – Audax Italiano x Olimpia
    21h30 – Blooming x River Plate
    21h30 – Montevideo City Torque x Grêmio
    23h – Puerto Cabello x Atlético-MG

    Quinta-feira (9/4)
    19h – Botafogo x Caracas
    19h – Juventud x Cienciano
    21h30 – Carabobo x Bragantino
    21h30 – Macará x América de Cali

    Dois países dividem a liderança como os mais vitoriosos do torneio, com 25 conquistas cada; Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Corinthians, Fluminense e Mirassol são os representantes do Brasil

    Folhapress | 06:20 – 07/04/2026

    ‘Super’ Sul-Americana começa nesta terça-feira (7)

  • Tribunal dos EUA nega proteção a Vorcaro e permite rastreio de bens do Banco Master

    Tribunal dos EUA nega proteção a Vorcaro e permite rastreio de bens do Banco Master

    O objetivo da EFB é obter provas de supostas fraudes envolvendo os ativos do banco. Desde janeiro, foram expedidas mais de 28 intimações contra galerias de arte e empresas que operam no mercado de luxo

    (FOLHAPRESS) – A Justiça dos Estados Unidos negou em parte um pedido feito pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro e permitiu que o liquidante do Banco Master siga mapeando ativos e bens que possam integrar a massa falida do conglomerado financeiro.

    Desde o mês passado, a defesa de Vorcaro reclamava no Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida (EUA) contra as medidas da EFB Regimes Especiais, que vem promovendo uma série de pedidos e intimações no país a empresas e pessoas que fizeram negócios com o ex-banqueiro.

    O objetivo da EFB é obter provas de supostas fraudes envolvendo os ativos do banco. Desde janeiro, foram expedidas mais de 28 intimações contra galerias de arte e empresas que operam no mercado de luxo.

    Para a defesa do ex-banqueiro, o liquidante viola as regras da lei de falências norte-americana ao intimar empresas de forma “ampla e imprópria” com a intenção de produzir provas contra o ex-banqueiro. Os advogados pediam uma ordem de proteção, que foi parcialmente negada.

    Em decisão proferida nesta segunda-feira (6), o juiz Scott M. Grossman disse que os pedidos feitos até o momento, que identificaram bens como casas, obras de luxo e empresas sediadas em paraísos fiscais, estão de acordo com a legislação brasileira que rege processos de liquidação extrajudicial e são consistentes com as regras do direito norte-americano para casos de insolvências transfronteiriças.

    Nesse caso, uma passagem da lei de liquidações estabelece que, após o início do processo de liquidação de uma instituição financeira, os ativos dos administradores e pessoas relacionadas tornam-se inalienáveis até que as investigações sejam concluídas e os passivos liquidados.

    O congelamento de ativos –que também está em andamento no Brasil– pode ser estendido aos indivíduos que adquiriram esses bens em situações nas quais houve “tentativa de burlar a lei”.

    “Esse arcabouço legal está alinhado com os objetivos do Capítulo 15 [da lei de falências dos EUA], que incluem a proteção dos interesses dos credores e outras partes interessadas e a maximização do valor dos ativos dos devedores, bem como o combate ao risco de que os ativos possam ser ocultados ou transferidos para fora do alcance dos credores”, diz o magistrado.

    Grossman lembrou que é permitido o interrogatório de testemunhas e a coleta de provas relativas aos ativos e negócios que possam indicar a situação financeira de um investigado. Dentro das regras judiciais norte-americanas, assim que um liquidante estrangeiro recebe aval para mapear bens nos EUA, é permitida uma investigação minuciosa sobre tudo que possa levar à descoberta de irregularidades relacionadas à massa falida.

    Recentemente, Grossman promoveu audiências com os advogados do liquidante e de Vorcaro para entender os pleitos de cada lado. O ponto central envolvia as reclamações feitas pelo ex-banqueiro contra a EFB.

    “O Sr. Vorcaro alega que o exame violaria direitos de privacidade protegidos. Quando pressionado na audiência, no entanto, sobre quais direitos de privacidade específicos ele estava alegando, seu advogado identificou apenas direitos gerais de privacidade sob a Constituição da Flórida -sem explicar como esses direitos seriam devidamente invocados pelo Sr. Vorcaro- e fez referência às leis de sigilo bancário do Brasil, novamente sem estabelecer sua aplicabilidade neste contexto”, disse o juiz.

    Para o ex-controlador do Master, o avanço do liquidante no tribunal da Flórida era preocupante, pois poderia se transformar em uma identificação prematura de ativos. O juiz discordou, disse que as leis norte-americanas são organizadas justamente para permitir que uma investigação ampla possa levar à descoberta de bens e outros assuntos relevantes para a administração da massa falida.

    Grossman, por outro lado, anulou uma intimação feita pelo liquidante ao Bank of New York Mellon por violar limites geográficos de produção de documentos. Pelas regras, uma intimação não pode ordenar a produção de documentos em um local que esteja a mais de 100 milhas (cerca de 160 km) de onde a parte intimada reside ou realiza seus negócios regularmente.

    Outras quatro intimações relacionadas a uma propriedade em Windermere (Flórida) foram limitadas porque já existe uma ação judicial específica sobre esse imóvel. As informações agora devem ser buscadas sob regras mais restritivas de litígio dentro da legislação dos EUA.

    O imóvel em questão é a casa de US$ 32 milhões comprada pela Sozo Real Estate, empresa registrada no nome de Henrique e Natalia Vorcaro, pai e irmã do ex-banqueiro.

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