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  • EUA emitem alerta após hackers pró-Irã atacarem sistemas de água e energia

    EUA emitem alerta após hackers pró-Irã atacarem sistemas de água e energia

    Alerta foi emitido pela Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (Cisa, em inglês); relatório divulgado diz que grupo visava equipamentos industriais de empresa americana

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os Estados Unidos informaram hoje que hackers ligados ao regime do Irã iniciaram uma série de ataques contra sistemas de água e energia americanos.

    Aviso foi emitido pela Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (Cisa, em inglês). O alerta, no entanto, não especifica quais instalações foram atingidas nem informou se houve danos, segundo publicou o jornal The New York Times.

    Relatório diz que grupo visava equipamentos industriais de empresa americana. Os ataques, segundo a publicação, tinham como objetivo atingir “controladores lógicos programáveis” da Rockwell Automation, empresa que ajuda indústrias a automatizar e modernizar seus processos usando tecnologia.

    Autoridades recomendaram desconectar sistemas da internet. A ação seria tomada como medida de prevenção a ataques de grupos hackers supostamente ligados ao Irã. Americanos e israelenses iniciaram o conflito militar contra iranianos no dia 28 de fevereiro.

    Grupo de hackers pró-Irã reivindicou autoria de ataque no mês passado. O ataque em larga escala ocorreu contra a empresa de tecnologia médica Stryker. Segundo a reportagem da rede de TV NBC News, hackers invadiram o sistema e provocaram interrupções na rede global da companhia, afetando sistemas internos e ferramentas da Microsoft usadas pela companhia.

    Motivo da ofensiva foi em retaliação a ataque a escola que deixou mais de 150 estudantes mortos em Minab. Os norte-americanos foram apontados como responsáveis por um ataque com mísseis Tomahawk contra uma escola de ensino fundamental iraniana devido a um erro de escolha de alvos, reportou o jornal The New York Times nesta quarta-feira (11).

    Os criminosos disseram ter roubado cerca de 50 terabytes de dados da empresa no ataque, além de ter atingido escritórios da Stryker em 79 países. Na ocasião, funcionários não identificados relataram problemas. Eles disseram que computadores e celulares corporativos pararam de funcionar, parte dos sistemas e dados foi apagada e a operação da empresa ficou comprometida temporariamente.

    “Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente esteja contido. Nossas equipes estão trabalhando rapidamente para entender o impacto do ataque em nossos sistemas”, disse a Stryker, em comunicado enviado à imprensa.

    Grupo chamado Handala assumiu a autoria do ataque. Eles estão associados a interesses iranianos e começaram o grupo em 2022. “Todos os dados estão nas mãos do povo livre”, informou nas redes.

    Ataque cibernético foi o primeiro do tipo desde o início da guerra entre EUA e Irã. Segundo o jornal Wall Street Journal, o logotipo do Handala foi exibido em páginas de login de empresas durante a invasão.

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  • Melo e Zverev param nos cabeças de chave 1 no Masters 1000 de Monte Carlo

    Melo e Zverev param nos cabeças de chave 1 no Masters 1000 de Monte Carlo

    O mineiro Marcelo Melo e o alemão Alexander Zverev pararam nas oitavas de final do Masters 1000 de Monte Carlo, no saibro de Mônaco, diante dos cabeças de chave 1, o espanhol Marcel Granollers e o argentino Horacio Zeballos. Nesta terça-feira (7), os adversários marcaram 2 sets a 0, com parciais de 7/6(7-5) e 6/1, em 1h29min, para seguir no torneio. 

    “Hoje realmente foi uma pena. A gente fez um excelente primeiro set. Tivemos 5 a 2 no tie-break, algumas chances, mas eles jogaram muito bem até o final. E, depois, no segundo set acabamos perdendo três games no 40/40, em que decidiu também o jogo. Acho que fizemos uma bela partida, faltaram uns pequenos detalhes para, de repente, ter conquistado ali o primeiro set, mudado um pouco o jogo. Mas, infelizmente tênis é assim, às vezes quando a gente não aproveita uma ou duas chances, acaba perdendo a partida”, explicou Melo, que tem o patrocínio de Centauro e BMG, com apoio de Volvo, Head e Asics.

    O primeiro set começou com quebra dos adversários. Melo e Zverev devolveram o break no quarto game, deixando tudo igual em 2/2. O mineiro e o alemão salvaram break points no quinto e sétimo games e, com as duplas mantendo seus serviços, a definição foi para o tie-break. Melo e Zverev chegaram a abrir 5-2, mas o espanhol e o argentino viraram e marcaram 7-5, saindo na frente no jogo: 7/6 (7-5). No segundo set, os adversários quebraram no segundo game e salvaram break no terceiro, fazendo 3/0 e, depois, com nova quebra, 4/0, fechando em 6/1.

    Foi o quarto torneio que Melo e Zverev jogaram nesta temporada. Estiveram, também, nos Masters 1000 de Miami e Indian Wells e no ATP 500 de Acapulco, em que foram campeões no México, no final de fevereiro, o primeiro título juntos. Em Monte Carlo, ficaram com o vice-campeonato em 2024. 

    Melo jogou o Masters 1000 pela 16ª vez. Esta é a 20ª temporada do mineiro no circuito, com 673 vitórias na carreira, em um total de 1.134 jogos. Está na 43ª colocação no ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), com 2.000 pontos. Zverev é número 3 em simples. 

    Recordista em títulos, número de vitórias, participações em Grand Slam, ATP Finals e semanas no topo do ranking – Marcelo Melo, 42 anos, é recordista brasileiro em número de títulos, 42 conquistas. Dos títulos, todos em duplas, dois são Grand Slam – Roland Garros, na França (2015) e Wimbledon, em Londres (2017) e nove Masters 1000, além de 14 ATP 500 e 17 ATP 250. Tem o recorde, também, em semanas no topo do ranking da ATP – 56, único brasileiro na história a ser número 1 do mundo em duplas e esteve entre os Top 10 por oito temporadas seguidas.

    Duplista mais vitorioso em atividade no circuito ao lado do croata Mate Pavic – 42 conquistas -, é o maior vencedor entre os brasileiros, tendo alcançado na estreia em Roland Garros 2023 a histórica marca de 600 vitórias. Entre os jogadores de dupla em atividade, Melo é o primeiro a chegar aos 1.000 jogos, mais uma marca histórica, conquistada em Atlanta 2023 – antes, 13 duplistas atingiram e superaram esse número.

    É recordista em participações em Grand Slam, com 73 edições, e em presença no ATP Finals – completou oito seguidas em 2020. Em 2019 chegou a 500 vitórias, na estreia no ATP 500 de Washington, passando a ser o 35º jogador de todos os tempos a atingir essa marca.

    O primeiro título de Marcelo em torneios ATP foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Tem dois Grand Slam, além de um vice em Londres (2013) e um vice (2018) e duas semifinais no US Open. Marcelo também lidera no número de títulos em Masters 1000, com nove: três em Xangai, dois em Paris, Toronto, Cincinnati, Miami e Madri.

    Principais títulos
    Grand Slam
    Wimbledon (2017)
    Roland Garros (2015)

    Masters 1000
    Xangai (2018, 2015, 2013)
    Paris (2017 e 2015)
    Miami (2017)
    Madri (2017)
    Cincinnati (2016)
    Toronto (2016)

    ATP 500
    Rio Open (2025, 2026)
    Halle (2023, 2018, 2017)

    Temporada 2026
    Campeão
    Rio Open – ATP 500 do Rio de Janeiro
    ATP 500 de Acapulco – México

    Temporada 2025
    Campeão
    Rio Open – ATP 500 do Rio de Janeiro
    ATP 250 de Winston-Salem – Estados Unidos
    Vice-campeão
    ATP 250 de Buenos Aires – Argentina

    Melo e Zverev param nos cabeças de chave 1 no Masters 1000 de Monte Carlo

  • Kanye West propõe encontro com judeus após crise com festival no Reino Unido

    Kanye West propõe encontro com judeus após crise com festival no Reino Unido

    O governo do Reino Unido está avaliando se West deve ter permissão para entrar no país para participar do Wireless Festival, que está marcado para os dias 10 a 12 de julho no Finsbury Park, em Londres

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Kanye West se ofereceu para se encontrar com membros da comunidade judaica no Reino Unido após a polêmica em torno de sua participação como atração principal no Wireless Festival deste ano. A Pepsi anunciou a retirada do patrocínio do evento depois do anúncio de que o rapper, que nos últimos anos fez uma série de declarações antissemitas e de apologia ao nazismo, seria a atração principal.

    Em um comunicado obtido pela revista Variety, o músico –também conhecido como Ye– afirmou que seu “único objetivo é vir a Londres e apresentar um show de mudança, trazendo união, paz e amor através da minha música”. Ele se ofereceu para encontrar pessoalmente com membros da comunidade “para ouvir”. “Sei que palavras não bastam –terei que mostrar a mudança pelas minhas ações. Se vocês estiverem abertos, estou aqui.”

    O governo do Reino Unido está avaliando se West deve ter permissão para entrar no país. O Wireless Festival está marcado para os dias 10 a 12 de julho no Finsbury Park, em Londres. Além da Pepsi, que era a patrocinadora principal, outras empresas tomaram atitudes. Diageo, Rockstar Energy e PayPal anunciaram que não permitirão a presença de suas marcas nos materiais promocionais do festival.

    O ator David Schwimmer agradeceu aos patrocinadores corporativos que desistiram do evento, repudiou o pedido de desculpas de Ye -uma carta publicada no jornal americano Wall Street Journal em janeiro- por seus anos de declarações antissemitas e disse que suas palavras não foram acompanhadas de ações.

    As marcas “decidiram não dar espaço a um artista que se tornou um dos mais reconhecidos disseminadores de ódio do mundo -enquanto outras organizações buscam apenas lucrar com ele”, disse Schwimmer numa postagem no Instagram. Sobre o pedido de desculpas do músico, o ator afirmou que “talvez seja parte de uma estratégia de relações públicas para acalmar os ânimos antes de seu tão aguardado retorno aos palcos”.

    Em São Paulo, em novembro do ano passado, um show de West foi cancelado. A apresentação aconteceria no Autódromo de Interlagos, mas perdeu o espaço depois de conflitos entre a produtora Holding Entretenimento & Networking e a prefeitura da cidade.

    Em comunicado enviado à reportagem no início do mês, a prefeitura paulistana afirmou que desistiu de ceder o autódromo por causa do histórico de polêmicas de Kanye West. O rapper fez declarações consideradas antissemitas, racistas e de exaltação do nazismo, além de ter lançado neste ano uma música chamada “Heil Hitler”, banida de plataformas como o YouTube e o Spotify.

    Kanye West propõe encontro com judeus após crise com festival no Reino Unido

  • Gonet diz que Ministério Público será 'firme' no combate à influência de facções nas eleições

    Gonet diz que Ministério Público será 'firme' no combate à influência de facções nas eleições

    Gonet destacou a necessidade de combater a propagação de notícias falsas ou descontextualizadas, sobretudo nas redes sociais, que tentam enfraquecer o processo eleitoral e a democracia

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que o Ministério Público “vai atuar para impedir a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral”. Em encontro com procuradores regionais eleitorais que vão fiscalizar o cumprimento das regras em todo o País, ele pediu a atuação “firme e neutra” para conter abusos e pressões que possam comprometer a liberdade de escolha do eleitor.

    O combate à violência política contra a mulher e à desinformação também estão entre as prioridades elencadas por Gonet, que também atua como procurador-geral eleitoral.

    “Temos que trabalhar para que o eleitor possa formar sua opinião de forma livre, sem pressões econômicas, psicológicas ou políticas”, afirmou Gonet.

    As informações sobre a estratégia do MP Eleitoral foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da PGR. O encontro reúne, em Brasília, cerca de 30 procuradores e procuradoras do Ministério Público Eleitoral.

    Durante dois dias, eles vão debater questões relacionadas a registro de candidatura, fraude à cota de gênero, violência política, desinformação, abuso de poder, prestação de contas e outros detalhes do pleito. O objetivo é definir as estratégias de ação para fiscalizar a disputa deste ano.

    Segundo Gonet, uma das grandes preocupações é “impedir a influência de facções criminosas no financiamento e promoção de candidatos ou na escolha dos eleitores”. Nas últimas eleições municipais, o MP Eleitoral conseguiu barrar na Justiça o registro de candidatos a vereador envolvidos com grupos criminosos. Para este ano, a Procuradoria-Geral Eleitoral criou um grupo de trabalho (GT) para prestar apoio aos promotores e procuradores nessa atuação.

    O GT vai auxiliar na coleta de dados estratégicos e manter diálogo permanente com os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) e os Núcleos de Inteligência dos Ministérios Públicos Federal, dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. “Precisamos estar atentos aos indícios e dedicar todos os nossos esforços para enfrentar qualquer tentativa de infiltração do crime organizado no processo eleitoral”, reforçou.

    O procurador também destacou a necessidade de combater a propagação de notícias falsas ou descontextualizadas, sobretudo nas redes sociais, que tentam enfraquecer o processo eleitoral e a democracia. “Temos que estar preparados para atuar de forma enérgica e neutra no combate a abusos para preservar os valores democráticos”, disse Gonet.

    Violência política

    Durante o encontro, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, destacou a importância de prevenir e combater à violência política contra as mulheres, “para assegurar maior participação feminina no meio político e nos postos de decisão”.

    O MP Eleitoral conta com um grupo de trabalho relacionado ao tema, que monitora cerca de 300 casos de violência política de gênero no País.

    A prática é considerada crime eleitoral, desde 2021, com penas que podem variar de 1 ano a 4 de prisão. Cabe ao Ministério Público apresentar denúncia à Justiça contra os agressores. Desde 2021, cerca de 50 denúncias já foram apresentadas pedindo a punição de agressores.

    Gonet diz que Ministério Público será 'firme' no combate à influência de facções nas eleições

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  • Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan

    Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan

    Dados recentes apontam que mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida; medida do governo pode integrar pacote de crédito em estudo

    A equipe econômica avalia permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas, como parte de um novo pacote de crédito em elaboração. A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

    Segundo o ministro, a proposta está em discussão conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego, comandado por Luiz Marinho, que demonstra preocupação com possíveis impactos sobre o fundo.

    Durigan afirmou que o uso do FGTS ainda está em análise e não há definição sobre o formato da medida. “Se acharmos que é razoável para financiamento de dívidas, isso vai ser admitido”, disse, após reunião com parlamentares do PT na Câmara.

    Pacote contra endividamento

    O plano em estudo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como foco reduzir o endividamento das famílias e ampliar o acesso ao crédito. A proposta deve atender principalmente pessoas de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas.

    Entre as medidas analisadas está a concessão de garantia da União para renegociação de dívidas, o que pode facilitar a obtenção de melhores condições de pagamento, como juros mais baixos.

    O programa também pode prever descontos de até 80% sobre o valor total das dívidas, além de incluir débitos como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

    Restrições e alcance

    Outra frente em discussão é a criação de restrições para apostas online (bets) para beneficiários do programa, como forma de evitar novo endividamento.

    A proposta também deve contemplar pessoas com contas em dia, mas com alto comprometimento da renda, permitindo a migração para linhas de crédito mais baratas.

    Apesar do avanço nas discussões, o pacote ainda não foi fechado. A expectativa do governo é anunciar as medidas nos próximos dias.

    Inadimplência

    O debate ocorre em meio a um cenário de alto endividamento no país. Dados recentes apontam que mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida, sendo que quase um terço está com pagamentos em atraso.

    O governo tem dialogado com bancos, fintechs e instituições financeiras para viabilizar o programa, que deve ter formato mais simples do que iniciativas anteriores de renegociação.

    Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan

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  • Maíra Cardi exibe academia luxuosa em casa de R$ 40 milhões

    Maíra Cardi exibe academia luxuosa em casa de R$ 40 milhões

    Primeiro ambiente finalizado da casa em Alphaville chama atenção por tecnologia e ostentação; influenciadora e Thiago Nigro fazem mistério sobre valor investido no espaço

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A reforma da nova mansão de Maíra Cardi ainda não terminou, mas um dos espaços já está quase pronto -e virou assunto nas redes sociais.

    Localizada em Alphaville, em São Paulo, a casa avaliada em cerca de R$ 40 milhões teve sua academia concluída, com direito a equipamentos de alto padrão, acabamento luxuoso e integração com áreas de bem-estar.

    O ambiente, segundo o casal, foi pensado para ir além de uma academia convencional. Com estética sofisticada e detalhes dourados, o espaço reúne tecnologia de ponta e itens personalizados. “Essa é a primeira academia da América Latina nessa linha luxury. Nem os hotéis mais incríveis do mundo têm uma igual”, afirmou Maíra ao mostrar o resultado.

    Notícias ao Minuto [Maíra Cardi exibe academia luxuosa em casa de R$ 40 milhões]© Reprodução / Instagram  

    O investimento, como era de se esperar, foi alto -mas o valor exato segue em segredo. Em tom de brincadeira, Thiago Nigro instigou os seguidores: “Quantos milhões vocês acham que a gente gastou nisso?”. Em outro momento, o casal chegou a dizer que, se o espaço fosse aberto ao público, uma mensalidade poderia chegar a R$ 50 mil.

    Entre os destaques estão aparelhos com tecnologia para contagem automática de repetições, esteiras com ventilação embutida e telas digitais, além de um espelho que ocupa toda a parede e esconde uma televisão integrada. Os equipamentos também foram personalizados com as iniciais da família.

    A academia ainda se conecta diretamente a um spa e a uma sauna.

    Maíra Cardi exibe academia luxuosa em casa de R$ 40 milhões

  • Maior competição de futebol universitário começa em capital nordestina

    Maior competição de futebol universitário começa em capital nordestina

    Soou o apito em Aracaju (Sergipe) para o início dos Jogos Universitários Brasileiros de Futebol, os JUBsFut. Aportaram na capital sergipana 1,5 mil atletas de 17 estados diferentes do país para disputar cinco modalidades do ludopédio: futebol tradicional, futebol 7 (Fut7), futmesa, desafio x1 e x2 misto.

    As competições começaram nesta segunda (5) e as finais estão marcadas para o próximo sábado (12). Além do objetivo esportivo, o evento tem como força o aspecto educacional.

    Aos 27 anos, a estudante Flavia Mayane, aluna do sétimo semestre de Educação Física, da Universidade de Fortaleza (Unifor), destaca a importância do evento para a própria formação. “Experiência. Ele traz muita bagagem tanto para você, quanto para repassar para outros alunos”, afirma Mayane, que é capitã da equipe de Fut7 e já atua com treinamentos personalizados para crianças que querem começar no futebol: “O meu objetivo é conciliar as carreiras de atleta com a de profissional em outra área”.

     


     

    Cerca de 43% dos participantes dos JUBs são mulheres e Flavia acredita que avançarão ainda mais: “É só uma questão de oportunidade. Ainda faltam mais mulheres em posições de comando, como técnicas e dirigentes. Nós ocupamos esses espaços à medida que são abertos”.

    A Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), organizadora dos JUBsFut, adota uma política de equidade de gênero e tem como meta alcançar a paridade nos próximos anos.

    “É o justo, o correto e, em breve esta igualdade será alcançada não apenas nos JUBsFut, mas em outras competições realizadas pela CBDU”, declarou diretor de esportes e eventos da CBDU, Alessandro Battiste.

    Alessandro, que também atua como coordenador dos JUBs Fut, lembra que a participação feminina aumentou 13% em relação aos últimos JuBsFut: “Acreditamos que o evento já demonstra sucesso. Há universidades públicas e privadas representadas. Temos categorias masculina, feminina e mista no X2. É, portanto, uma competição bastante promissora. Realizamos as disputas em sete locais simultâneos da cidade. Esta semana vivenciamos o esporte universitário em Aracaju, dando início ao calendário da temporada de outras disputas universitárias que virão ao longo do ano em outras partes do Brasil”.


     

    Quem também está nos JUBsFut é o cearense Wilson Sabóia, técnico campeão da seleção feminina brasileira de Futsal em dezembro do ano passado nas Filipinas. “Coroamos um trabalho de dez anos logo no primeiro mundial organizado pela Fifa na modalidade”. À frente da equipe Fut7 da UNIFOR em busca de mais títulos, Sabóia também enfatiza a fusão de ciência e esporte de rendimento: “A maioria dessas mulheres aqui foi atleta no nível escolar e agora são atletas universitárias. É muito importante ter esse vínculo de rendimento. Essas atletas serão futuras profissionais [médicas, fisioterapeutas, etc] e terão um elo com o saber científico e suas carreiras individuais. O esporte desenvolve aspectos fundamentais em nível cognitivo e elas, em breve, servirão à sociedade com qualidade”.


    Maior competição de futebol universitário começa em capital nordestina

  • Procuradoria Eleitoral cria rede para contestar candidaturas e impedir 'bancada do crime'

    Procuradoria Eleitoral cria rede para contestar candidaturas e impedir 'bancada do crime'

    Combate à infiltração de facções na política foi escolhido como tema prioritário para o pleito de 2026; grupo de procuradores coleta dados sobre a interferência de milícias e prepara ofensiva no TSE

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O Ministério Público Eleitoral prepara uma ofensiva junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contestar candidaturas ligadas a facções e impedir a formação de uma “bancada do crime” na política brasileira a partir do próximo ano.

    A estratégia inclui uma rede de inteligência para identificar se um determinado candidato é financiado pelo crime organizado ou se sua campanha inclui coação do eleitorado por parte de facções criminosas.

    O combate à interferência das milícias foi eleito pelo procurador-geral da República e procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, uma das prioridades para as eleições de 2026 -assim como ações contra a violência política de gênero e contra o uso indevido de inteligência artificial.

    Nesta segunda-feira (6), em reunião com 30 procuradores regionais eleitorais, Gonet fez um apelo por firmeza no enfrentamento a pressões que tenham potencial de comprometer a liberdade de escolha do eleitor.

    O procurador-geral tem dito à equipe que, quando criminosos ditam as regras sobre em quem um cidadão deve votar, é porque o Estado democrático de Direito já está em ruínas, e que esse é um cenário a ser evitado com o máximo empenho.

    Um grupo de trabalho da MP Eleitoral mapeia informações estratégicas sobre as organizações criminosas para detectar em que medida elas já estão infiltradas no processo eleitoral, mesmo neste período de pré-campanha.

    A rede integra os chamados Gaecos (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e os núcleos de inteligência tanto do MPF (Ministério Público Federal) quanto dos MPs estaduais e do Distrito Federal.

    O grupo também acompanha as decisões do TSE a respeito do tema e defende a manutenção da tese que proibiu candidaturas ligadas a qualquer grupo criminoso organizado.

    Em 2025, o TSE negou o registro de dois candidatos a vereador que, a despeito de não terem uma condenação penal definitiva, tinham claro envolvimento com facções criminosas. Os casos ocorreram em Belford Roxo e Niterói, no Rio de Janeiro.

    De acordo com interlocutores de Gonet, se ocorrer qualquer mudança nessa jurisprudência, o MP Eleitoral vai recorrer, pois entende que a regra é fundamental para coibir o avanço do crime organizado sobre as candidaturas.

    A equipe especializada de procuradores trabalhará pelo menos até outubro de 2027. Isso porque, se algum candidato ligado ao crime acabar passando despercebido e sendo eleito, o MP Eleitoral ainda poderá pedir posteriormente a cassação.

    Em novembro, durante aula magna no Curso de Aperfeiçoamento da Magistratura Eleitoral, Gonet disse que “não há Estado democrático de Direito possível quando facções e milícias passam a disputar com o poder público a autoridade sobre direitos básicos da cidadania”.

    O entorno do procurador-geral afirma que o MP Eleitoral deve adotar uma postura mais contida em relação a ações de propaganda irregular por parte dos candidatos à Presidência da República.

    Como esses processos já costumam ser ajuizados por uma coligação contra a outra, essa seria uma forma de o órgão otimizar tempo e focar em outras iniciativas, como o combate ao crime organizado.

    A interferência das facções é atualmente a maior preocupação da PGR e do TSE, a ponto de a disseminação de fake news -que pautaram as eleições de 2022- ser considerada um problema menor neste momento.

    A avaliação das autoridades eleitorais é a de que a desinformação tem sido uma questão administrável a partir dos acordos firmados com as plataformas digitais, ao passo que a infiltração do crime organizado na política tem nuances mais difíceis de lidar.

    Procuradoria Eleitoral cria rede para contestar candidaturas e impedir 'bancada do crime'

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  • BYD e cantor Amado Batista entram em lista suja de trabalho escravo

    BYD e cantor Amado Batista entram em lista suja de trabalho escravo

    O cantor Amado Batista (foto) ingressou no cadastro do MTE por ter submetido, segundo o órgão, 14 trabalhadores a condições análogas à escravidão em dois sítios em Goiás

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A montadora chinesa BYD e o cantor Amado Batista entraram nesta segunda-feira (6) na lista suja do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), cadastro que reúne pessoas físicas e jurídicas que teriam submetido trabalhadores a condições consideradas análogas à escravidão.

    A entrada da montadora chinesa na lista ocorre um ano e meio após trabalhadores chineses serem resgatados em meio a condições de trabalho precárias nas obras da nova fábrica da montadora, em Camaçari (BA), segundo apontou fiscalização no local. Segundo o MTE, 163 empregados foram submetidos a um regime considerado análogo à escravidão.

    Os auditores fiscais do trabalho identificaram indícios de fraudes nos documentos apresentados às autoridades migratórias, o que viabilizou a entrada dos trabalhadores chineses de forma ilegal no país.

    Procurada por email às 9h15 desta terça-feira (7), a BYD não respondeu.

    Em nota, a assessoria de Amado Batista afirmou que as informações sobre o suposto resgate de 14 trabalhadores em propriedades vinculadas ao artista são falsas e que os funcionários continuam atuando na propriedade normalmente. Segundo a equipe do cantor, foram identificadas irregularidades na contratação de quatro empregados vinculados a uma terceirizada e já estão sendo tomadas providências para encerrar a autuação.

    O cantor Amado Batista também ingressou no cadastro do MTE por ter submetido, segundo o órgão, 14 trabalhadores a condições análogas à escravidão em dois sítios em Goiás.

    No caso da BYD, empregados dormiam em camas sem colchões e não tinham armários, ainda segundo a fiscalização. Em um dos alojamentos, havia apenas um banheiro para 31 pessoas. Os trabalhadores também eram submetidos a uma jornada de, no mínimo, dez horas, sem concessão de folgas. Um trabalhador acidentado relatou ter ficado 25 dias sem descanso.

    A inclusão na lista suja ocorre apenas quando a empresa já não pode mais recorrer do auto de infração da fiscalização, por decisão administrativa no âmbito do MTE.

    Em janeiro, a BYD e duas empresas terceirizadas, também responsáveis pela construção da fábrica, firmaram acordo de R$ 40 milhões com o MPT (Ministério Público do Trabalho), que serão divididos entre os trabalhadores resgatados e um fundo para futuro pagamento de dano moral coletivo.

    O acordo, que encerra a ação civil pública do MPT, não basta para que a montadora chinesa seja excluída da lista suja.

    O cadastro não provoca bloqueios financeiros concretos para as companhias cadastradas, mas é usado por empresas e pelo setor financeiro para gerenciamento de riscos, como a aprovação de financiamentos, por exemplo.

    Na prática, pode afetar o acesso a crédito, sobretudo proveniente de bancos públicos. A relação é considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) como um dos mais relevantes instrumentos de combate ao trabalho escravo no mundo.

    BYD e cantor Amado Batista entram em lista suja de trabalho escravo

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  • Justiça determina bloqueio de cachês de Belo para quitação de dívida trabalhista de R$ 230 mil

    Justiça determina bloqueio de cachês de Belo para quitação de dívida trabalhista de R$ 230 mil

    Parte dos valores de shows que o cantor Belo fará entre abril e maio será confiscada; por outro lado, o artista afirma que ‘é natural a existência de processos trabalhistas’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – -A Justiça do Trabalho de São Paulo definiu que os ganhos de três próximos shows do cantor Belo serão confiscados para a quitação de uma dívida que ele tem com um ex-funcionário no valor de R$ 230 mil.

    A decisão foi protocolada pelo juiz Jefferson do Amaral Genta, titular da 35ª Vara do Trabalho de São Paulo.

    Segundo o processo que o F5 teve acesso, parte dos valores recebidos pelo artista será bloqueada. Os cachês serão correspondentes às apresentações que ele fará em São Paulo, em 17 de abril e 15 de maio, e em Leopoldina (MG), em 2 de maio.

    A decisão ainda prevê o possível o acionamento da Polícia Federal (PF) caso as empresas responsáveis pela venda de ingressos não cumpram a ordem.

    Procurada, a equipe deo possível acionamento nota que se trata de uma empresa com mais de 30 anos de atuação e que dentro desse período, “é natural a existência de processos trabalhistas, especialmente em um segmento em que a legislação muitas vezes não acompanha a dinâmica do mercado”.

    Em outro trecho, a equipe afirma que a empresa vem conduzindo acordos em todos os processos existentes, embora esses trâmites demandem tempo até sua completa resolução.

    “Cabe também esclarecer que as decisões judiciais determinam o bloqueio de até 35% dos ganhos do artista, e não a paralisação integral das atividades”, diz outro trecho do comunicado.

    Justiça determina bloqueio de cachês de Belo para quitação de dívida trabalhista de R$ 230 mil