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  • Moraes aumenta restrição para voos de drones na casa de Bolsonaro

    Moraes aumenta restrição para voos de drones na casa de Bolsonaro

    A Polícia Militar pediu a ampliação da proibição para aumentar a segurança da área; Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão pela condenação na ação penal da trama golpista

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (2) aumentar para 1 quilômetro a área de restrição para voos de drones nas proximidades da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.

    A medida foi tomada após pedido da Polícia Militar, que é responsável pela vigilância da residência por 90 dias, período em que o ex-presidente cumprirá prisão domiciliar.

    Na semana passada, Moraes proibiu voos de drones no raio de 100 metros da casa e autorizou a prisão de quem operar o aparelho.

    Na manhã de hoje, a PM pediu a ampliação da proibição para aumentar a segurança da área e evitar o monitoramento indevido da casa.

    Diante da solicitação, o ministro autorizou a ampliação da restrição.

    “Mostra-se adequada a recomendação do BavOp [Batalhão de Aviação Operacional] pela ampliação do perímetro de restrição para o raio mínimo de 1 quilômetro, compatível com a realidade operacional e com o nível de proteção exigido no caso concreto”, decidiu.

    Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão pela condenação na ação penal da trama golpista. 

    Moraes aumenta restrição para voos de drones na casa de Bolsonaro

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  • Dorival assume responsabilidade pelo jejum, mas aponta: ‘Time já mostrou que pode reagir’

    Dorival assume responsabilidade pelo jejum, mas aponta: ‘Time já mostrou que pode reagir’

    Dorival Júnior nunca ficou oito jogos sem vencer uma partida como está agora na direção do Corinthians. Após a derrota, desta quarta-feira, no Maracanã, por 3 a 1, diante do Fluminense, o técnico assumiu a responsabilidade pela má fase, mas confia no poder de recuperação da equipe nas próximas rodadas.

    “Cada partida tem uma história. Nós tínhamos uma ideia de jogo, mas a execução não foi bem feita como fizemos nos treinos. A postura não foi boa depois de 15 minutos, quando nos perdemos. A marcação estava encaixada quando tomamos os dois primeiros gols. Com um jogador a menos diante de equipe com bom passe ficou pior a situação. Assumo a responsabilidade, mas acredito que o time pode se recuperar porque já mostrou isso em outros momentos difíceis”, disse Dorival.

    O técnico reconhece que está sob pressão e aponta que apenas com trabalho esta situação poderá ser superada. “Créditos são zerados a partir do início de cada competição. A situação é difícil, o mês de março foi muito complicado, reconheço… Estamos trabalhando muito, esperava que encontraríamos um caminho diferente nas paradas (Data Fifa), mas não foi o que aconteceu. Mas vejo a equipe com possibilidade de recuperação. Vamos seguir trabalhando, não há outro caminho. Só se reverte uma situação como esta com trabalho, entrega e repetição. Os jogadores precisam acreditar em uma mudança. Em outros momentos mostramos força para encontrar um caminho positivo.”

    O treinador corintiano também revelou que Alan será punido pela expulsão, após fazer um gesto obsceno. “Se fosse em uma jogada de disputa de bola, mas não da maneira como foi. Ele sabe que errou. Isso tudo vai ser conversado e posições serão tomadas.”

    A última vez que o Corinthians conseguiu vencer foi em 19 de fevereiro, quando a equipe derrotou o Athletico-PR, em Curitiba, pela 2ª rodada do Brasileirão. No domingo, às 19h30, o time recebe o Internacional, na Neo Química Arena, pela décima rodada.4

    Dorival assume responsabilidade pelo jejum, mas aponta: ‘Time já mostrou que pode reagir’

  • Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

    Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

    Presidente Lula afirmou em Salvador que o sistema do BC deve ser aprimorado

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu, nesta quinta-feira (2), críticas ao sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, o Pix, feitas em um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. Em evento em Salvador (BA), Lula afirmou que o Pix deve ser aprimorado para atender às necessidades dos brasileiros.

    “O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando a sociedade brasileira”, disse Lula, sobre o sistema do Banco Centra (BC).

    De acordo com o relatório anual do comércio estadunidense, as empresas daquele país temem que Banco Central dê tratamento preferencial ao sistema do Pix, em detrimentos de outros sistemas de pagamentos. 

    “O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Nos Estados Unidos, partes interessadas expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao Pix, que desfavorece os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos Estados Unidos. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas”, diz o documento.Investigação

    No ano passado, o país governado por Donal Trump abriu uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. Um dos motivos especulados para a medida é de que o BC teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020. O aplicativo é da empresa Meta, do empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump.

    Na ocasião, o Ministério das Relações Exteriores respondeu que o Pix visa a segurança do sistema financeiro, sem discriminar empresas estrangeiras. A defesa brasileira destacou que a administração pelo BC garante neutralidade ao sistema de pagamentos instantâneos e que outros bancos centrais, inclusive o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) testam ferramentas parecidas.

    O Pix foi lançado oficialmente no Brasil no dia 16 de novembro de 2020, mas os estudos para a implementação do novo sistema de pagamento existiam pelo menos desde maio de 2018.

    O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, dos Estados Unidos, foi divulgado no último dia 31 de março e trata sobre questões de diversos países que podem significar “barreiras” ao comércio exterior dos Estados Unidos.

    Sobre o Brasil, o documento ainda aborda temas como mineração ilegal de ouro, extração ilegal de madeira, as leis trabalhistas brasileiras, legislações sobre plataformas digitais, a Lei Geral de Proteção de Dados, taxa de uso de rede e satélites.

    VLT de Salvador

    Lula participou hoje de entregas do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de mobilidade urbana em Salvador, na Bahia, e visitou obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da capital baiana. Um trecho do transporte público já funciona em testes operacionais.

    O projeto do VLT concentra R$ 1,1 bilhão de investimentos do governo federal. Também foram autorizados editais e estudos já para a ampliação do sistema sobre trilhos.

    O evento também foi o último ato como ministro do chefe da Casa Civil, Rui Costa, que deixa o cargo nesta quinta-feira. Ele deve disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições e, para isso, precisa se desincompatibilizar da função no Executivo. A secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, assumirá o posto.

    Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA

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  • AtlasIntel: Gleisi (PT) disputa Senado do Paraná com Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)

    AtlasIntel: Gleisi (PT) disputa Senado do Paraná com Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)

    No cenário que pergunta qual o primeiro voto do eleitor, Gleisi Hoffmann (foto) é a primeira colocada com 25,8%, seguida de Filipe Barros, com 22,5% e Deltan Dallagnol com 18,5%

    Na disputa pelo Senado no Paraná, Gleisi Hoffmann (PT) aparece em disputa com Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL) pelas duas vagas em diferentes cenários, segundo sondagem divulgada nesta quinta-feira, 2, pelo instituto AtlasIntel.

    No primeiro cenário, que computa o primeiro e o segundo voto do eleitor, Dallagnol tem 21% e Barros tem 18,2%, o que os tornaria eleitos. Gleisi teria 16,5%, contra 11,7% de Cristina Graeml (União Brasil), 8,3% de Alexandre Curi (PSD), 7,6% de Thiago Bagatin (PSOL), 6,2% de Alvaro Dias (MDB), 7,5% de votos brancos e nulos e 3% que não sabem.

    Num segundo cenário, que pergunta qual o primeiro voto do eleitor, Gleisi é a primeira colocada com 25,8%, seguida de Barros, com 22,5%, Dallagnol com 18,5%, Graeml com 16%, Curi com 5,4%, Bagatin com 3,7%, Alvaro Dias com 2,1%, enquanto 4,5% votam branco ou nulo e 1,6% não sabem.

    Dallagnol lidera o segundo voto, com 23,6%, contra 13,9% de Barros, 11,5% de Bagatin, 11,3% de Curi, 10,3% de Alvaro Dias, 7,4% de Graeml, 7,2% de Gleisi, além de 10,5% de votos brancos ou nulos e 4,4% que não sabem.

    Em um cenário sem Dallagnol, Filipe Barros tem 19%, e Gleisi, 16,5%, com 14% de Graeml, 13,3% de Jeffrey Chiquini (Novo), 9,7% de Curi, 8,2% de Bagatin, 6,6% de Alvaro Dias, além de 9,6% de votos brancos ou nulos e 3,1% que não sabem.

    Sem Dallagnol na disputa, Gleisi também lidera o primeiro voto, com 28,3%, contra 28% de Filipe Barros, 16,9% de Graeml, 8% de Chiquini, 5,6% de Alvaro Dias, 5% de Curi, 2,6% de Bagatin, além de 4% de votos brancos ou nulos e 1,6% que não sabem.

    Ainda sem Dallagnol, o segundo voto para senador é liderado por Chiquini, com 18,6%, contra 14,4% de Curi, 13,8% de Bagatin, 11,2% de Graeml, 10% de Barros, 7,6% de Alvaro Dias, 4,7% de Gleisi, além de 15,2% de votos brancos ou nulos, e 4,6% que não sabem.

    A pesquisa entrevistou 1.254 eleitores do Paraná, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O período de coleta foi de 25 de março a 30 de março deste ano, com nível de confiança de 95%.

    AtlasIntel: Gleisi (PT) disputa Senado do Paraná com Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)

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  • Flamengo cobra time que tem Cristiano Ronaldo como sócio por dívida acima de R$ 10 milhões

    Flamengo cobra time que tem Cristiano Ronaldo como sócio por dívida acima de R$ 10 milhões

    O Flamengo publicou nas redes sociais, nesta quarta-feira, uma reclamação formal a respeito da dívida que o Almería, da Espanha, possui com o clube carioca. Segundo o comunicado, a equipe, que tem Cristiano Ronaldo como um dos seus acionistas, deve 1,8 milhões de euros (cerca de R$ 10,7 milhões na cotação atual) ao Rubro-Negro.

    A quantia é referente a transferência do atacante Lázaro, que deixou o Rio de Janeiro rumo a Espanha em 2022. O time brasileiro afirmou que os europeus estão realizando um “descumprimento de obrigação contratual” e se encontram em uma situação de inadimplência há 590 dias.

    Além disso, o Flamengo disse que o Almería “adota uma postura reiterada de resistência”. O jovem, que hoje tem 24 anos, foi contratado pelos espanhóis por um valor total de sete milhões de euros (R$ 36,2 milhões na cotação da época).

    “O Flamengo confia que os órgãos competentes, em especial o Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), darão a devida resposta a esse comportamento, assegurando o cumprimento das decisões já proferidas no âmbito da Fifa e a observância dos compromissos assumidos”, escreveu a equipe carioca.

    Em fevereiro, Cristiano Ronaldo adquiriu 25% do Almería através da sua empresa (CR7 Sports Investments). O SMC Group, companhia saudita de mídia, publicidade e tecnologia, é a sócia majoritária do clube.

    Na Espanha, Lázaro atuou uma temporada e meia, até ser emprestado para o Palmeiras, em 2023. Após passagem modesta pelo time alviverde, ele retornou para a região da Andaluzia. Hoje, o atacante joga no Al-Najma, da Arábia Saudita.

    Flamengo cobra time que tem Cristiano Ronaldo como sócio por dívida acima de R$ 10 milhões

  • Quanto custa uma viagem até a Lua? Entenda os valores da corrida espacia

    Quanto custa uma viagem até a Lua? Entenda os valores da corrida espacia

    Estimativa da Nasa para o projeto de exploração espacial supera R$ 530 bilhões e visa garantir hegemonia dos EUA frente à China na corrida por minerais raros e ida a Marte

    O Programa Artemis, que pretende levar seres humanos de volta à Lua depois de um intervalo de mais de 50 anos, deve alcançar um custo total de US$ 100 bilhões (algo em torno de R$ 530 bilhões). A estimativa é baseada em relatório da própria Nasa, com previsões de orçamento até 2025, e de orçamentos anunciados pela Casa Branca até 2030.

    O valor inclui o desenvolvimento do foguete Space Launch System (SLS), da cápsula Órion e de toda a infraestrutura dos lançamentos do programa. De acordo com as estimativas da Nasa, US$ 40 bilhões já haviam sido gastos até 2020 e outros US$ 53 bilhões estavam previstos para os cinco anos seguintes. Além disso, um pedido orçamentário da Casa Branca prevê para este ano um valor de US$ 8,3 bilhões para a área da exploração espacial relacionada à Lua e a Marte.

    Entre 1969 e 1972, a Nasa levou 12 astronautas à Lua como parte do Programa Apollo. Segundo um artigo publicado na Space Next 50, a agência espacial teria gastado US$ 20 bilhões ao longo do programa – um total que, reajustado para valores atuais, ficaria em algo entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões. O alto valor do programa, aliás, foi um dos motivos que levaram a sua extinção.

    Mas por que retomá-lo agora? Do ponto de vista científico, o objetivo é voltar à Lua para criar uma base espacial e, a partir de lá, enviar astronautas a Marte ainda na próxima década. Do ponto de vista econômico, entretanto, voltar à Lua agora faz mais sentido do que no passado, a partir da constatação da presença de muitos minerais raros no satélite terrestre e do desenvolvimento de tecnologia para minerá-los.

    É o caso, por exemplo do Hélio 3, um isótopo raro na Terra, mas abundante na Lua. A substância é vista como o combustível do futuro devido ao seu potencial para reatores de fusão nuclear limpa, segura e praticamente ilimitada. A rigor, a Lua não pertence a ninguém, mas quem conseguir chegar por lá primeiro, certamente terá a primazia na exploração. Não por acaso, a China entrou na corrida espacial, prometendo levar um taikonauta ao satélite em 2030.

    Mais do que levar o ser humano de volta ao satélite natural, as missões Artemis têm o objetivo de garantir a superioridade dos EUA na exploração espacial, em meio a uma disputa com a China.

    ‘Era de ouro para a ciência e as descobertas’

    Após o lançamento da missão Artemis II, o administrador da Nasa, Jared Isaacman, destacou que o objetivo da agência é testar os sistemas da espaçonave Órion e do foguete SLS de olho em futuras missões. “Nenhum ser humano jamais voou nesta nave. Estamos realizando testes rigorosos para garantir que tudo esteja em ordem. Ela abrirá caminho para missões subsequentes e uma era de ouro para a ciência e as descobertas”, disse à Nasa TV.

    Quanto custa uma viagem até a Lua? Entenda os valores da corrida espacia

  • Governo Trump diz que PIX cria 'desvantagem' para empresas dos EUA

    Governo Trump diz que PIX cria 'desvantagem' para empresas dos EUA

    Relatório anual do comércio norte americano ressalta que empresas dos EUA temem que Banco Central do Brasil dê tratamento preferencial ao sistema do PIX, plataformas digitais também tiveram atenção

    Nesta quinta-feira (2), foi divulgado o relatório anual do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), onde é apontado que o Pix do Brasil e as propostas de regulação de plataformas digitais estão entre as principais barreiras aos interesses comerciais americanos.

    De acordo com o ‘Estadão’, no caso do Pix, o documento afirma que o Banco Central do Brasil “criou, detém, opera e regula” o sistema de pagamentos instantâneos, levantando preocupações de que haja tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros, como cartões de crédito.

    O USTR também critica o projeto de lei que amplia os poderes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre mercados digitais. A proposta cria regras mais duras para grandes plataformas, que poderão ser enquadradas como empresas de “relevância sistêmica” e passar a cumprir exigências antecipadas, como limitações a certas práticas comerciais e obrigações de interoperabilidade. Na avaliação americana, essas medidas podem afetar de forma desproporcional empresas dos EUA, com risco de multas de até 20% do faturamento global.

    Ainda segundo a publicação, o relatório reforça ainda críticas recorrentes a entraves estruturais, como a lentidão no registro de patentes, fragilidades na proteção à propriedade intelectual, tarifas sobre etanol, restrições sanitárias à carne suína dos EUA e exigências de conteúdo local no setor audiovisual.

    No campo tarifário, o USTR classifica como elevadas as alíquotas brasileiras, com médias de 12,5% para bens industriais e 9% para agrícolas, além de apontar divergências entre tarifas consolidadas na Organização Mundial do Comércio (OMC) e as efetivamente aplicadas.

    As conclusões integram a investigação conduzida sob a Seção 301 da legislação comercial americana, que pode embasar a adoção de tarifas adicionais contra produtos brasileiros nos próximos meses.

    Governo Trump diz que PIX cria 'desvantagem' para empresas dos EUA

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  • Criança de um ano morre engasgada com unha postiça da mãe

    Criança de um ano morre engasgada com unha postiça da mãe

    Criança de um ano estava na companhia da mãe quando ela percebeu que a criança não conseguia respirar. A mulher tentou pedir ajuda, mas não conseguiu salvar o filho que morreu vítima de asfixia

    Um menino com cerca de um ano de idade morreu em Los Polvorines, na Argentina, ao se engasgar com uma unha postiça da mãe.

    Segundo o jornal Todo Notícias, a mãe da criança, Aylin Saucedo, uma manicure profissional, estava trocando a fralda ao filho quando percebeu que ele estava engasgando. A mulher agiu rapidamente tentando retirar a unha da boca da criança, mas ele acabou por a engolir.

    “Corri para a  rua para pedir ajuda à minha vizinha, mas ela não pôde fazer nada. A minha tia veio em seguida, mas também não conseguiu ajudar. Então, corri para o hospital”, contou, recordando que tudo se passou de forma muito rápida. 

    A criança chegou ao hospital já sem vida tendo a autópsia determinado que não havia outras lesões no corpo e que o menino morreu vítima de asfixia, depois de as suas vias aéreas terem ficado obstruídas por objetos presos na garganta, escreve o meio de comunicação argentino.

    A investigação ao sucedido continua em aberto, estando os investigadores trabalhando para reconstruir o contexto em que o fato ocorreu e determinar se houve algum tipo de responsabilidade ou se tratou de um acidente doméstico. Por enquanto, não há suspeitos.

    Conflito com funeral do menino

    Porém, a tragédia fica marcada ainda por um episódio de violência e um conflito marcado com questões relacionados com o funeral de Dante Valentín Bermudes Rumi.

    Ao saber do sucedido, o pai da criança deslocou-se para o hospital, onde agrediu o novo companheiro de Aylin e o ex-sogro. 

    Depois disso, a mulher deslocou-se a uma delegacia da polícia para apresentar uma queixa, momento em que o pai do menino decidiu contratar os serviços funerários de uma empresa, sem o conhecimento da mãe.

    Segundo denuncia Aylin, ele pagou à empresa para que não lhe desse detalhes sobre as cerimônias, tendo ela ficado afastada do momento. Aylin  teve 45 minutos para se despedir do filho, tendo este depois sido sepultado sem a sua presença.  

    Criança de um ano morre engasgada com unha postiça da mãe

  • São Paulo encaminha renovação com a New Balance em acordo de até R$ 60 milhões por ano

    São Paulo encaminha renovação com a New Balance em acordo de até R$ 60 milhões por ano

    O São Paulo encaminhou a renovação de contrato com a New Balance, atual fornecedora de material esportivo do tricolor paulista. O acerto ainda depende da aprovação no Conselho Deliberativo, que deve pautar o tema no dia 6 de abril. O novo acordo pode gerar até R$ 60 milhões anuais com o clube.

    Um dos motivos que levaram o São Paulo a buscar uma extensão do vínculo com a New Balance é o crescimento de 113% em relação aos valores arrecadados com a Adidas, antiga fornecedora. No atual acordo, por exemplo, o clube realiza toda a operação do e-commerce e da loja do MorumBis, gerando, em média, R$ 2,5 milhões por ano.

    Outros pontos que agradam a diretoria é o crescimento global da empresa americana, que tem competido e ultrapassado marcas tradicionais nos Estados Unidos e subido de nível no cenário nacional.

    Recentemente, o Uol informou que o São Paulo recusou uma proposta de R$ 40 milhões da Penalty por acreditar justamente que a New Balance tem maior capacidade de projetar a marca do clube internacionalmente.

    Em 2025, por exemplo, o São Paulo alcançou o recorde histórico de vendas de produtos de vestuário. Entre as grandes razões apontadas para o sucesso das vendas no último ano estão os uniformes comemorativos lançados em relação aos 20 anos do tricampeonato mundial, especialmente pela excelente aceitação da torcida com a camisa 3.

    Já em 2026, ano que marca apenas a terceira temporada da parceria com a New Balance, os valores já ultrapassam os cinco anos em que o clube teve com a antiga fornecedora. Além disso, as ações voltadas para o centenário, que ocorre em 2030, e a credibilidade gerada por acordos de longo prazo são as principais razões para a intenção de estabelecer um vínculo longevo.

    Time paulista busca quarta vitória seguida no Brasileirão, mesmo com desfalques após a Data Fifa. Já o Grêmio tenta encurtar distância para os líderes em duelo importante na Arena Barueri, enquanto o Allianz Parque recebe evento musical

    Estadao Conteudo | 07:30 – 02/04/2026

    São Paulo encaminha renovação com a New Balance em acordo de até R$ 60 milhões por ano

  • Air France-KLM submete oferta inicial por fatia minoritária na TAP

    Air France-KLM submete oferta inicial por fatia minoritária na TAP

    Proposta inicial busca fatia minoritária na companhia portuguesa dentro do processo de privatização. Empresa vê potencial em Lisboa como hub e aposta em ampliar conexões no país, enquanto governo avalia ofertas de parceiros do setor aéreo

    A Air France-KLM, uma das maiores empresas aéreas da Europa, submeteu uma oferta inicial por uma fatia minoritária na TAP Air Portugal.

    A oferta não vinculante foi apresentada nesta quinta-feira, 2, antes do prazo final estipulado pelo governo português para o fim do dia.

    Portugal relançou, em julho, a privatização da TAP, com o objetivo de vender uma participação de 44,9% a um parceiro estratégico do setor aéreo, com outros 5% destinados a funcionários da companhia.

    “A TAP se encaixa naturalmente na estratégia multi-hub da Air France-KLM, e nossa ambição é fortalecer as operações em Lisboa, ao mesmo tempo em que desenvolvemos a conectividade em outras cidades do país, incluindo o Porto”, afirmou o CEO da Air France-KLM, Benjamin Smith, em comunicado.

    Por volta das 8h50 (de Brasília), a ação da Air France-KLM caía 0,50% na Bolsa de Paris.

    Air France-KLM submete oferta inicial por fatia minoritária na TAP

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