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  • Audi RS 5 estreia sistema híbrido com controle inteligente de torque

    Audi RS 5 estreia sistema híbrido com controle inteligente de torque

    Apresentado oficialmente em fevereiro, o Audi RS 5 chega com um novo sistema híbrido plug-in quattro, de tração integral, que traz um controle dinâmico de torque mais avançado. A tecnologia foi detalhada pela própria Audi.

    O sistema funciona em todas as situações, inclusive durante frenagens ou desaceleração, e é apontado como uma inovação global. Ele gerencia a distribuição de torque entre as rodas traseiras em milissegundos, garantindo mais agilidade e precisão na condução.

    Como funciona

    Chamado de Dynamic Torque Control, o sistema interpreta os movimentos do volante e antecipa as intenções do motorista.

    Ele utiliza vetorização eletromecânica de torque no eixo traseiro, com um motor elétrico de alta tensão, engrenagens e um diferencial convencional. Segundo a Audi, o sistema consegue distribuir até 2.000 Nm de torque entre as rodas traseiras em apenas 15 milissegundos.

    Na prática, isso melhora a estabilidade do carro em curvas. Se a traseira começa a deslizar, o sistema ajusta automaticamente a força nas rodas para manter o controle. Ele também corrige situações de subesterço ou sobresterço, distribuindo o torque conforme a necessidade.

    As engrenagens e o diferencial trabalham juntos para equilibrar a potência no eixo traseiro, enquanto a parte dianteira conta com apoio do sistema de frenagem para auxiliar no controle.

    Tudo isso é gerenciado por uma central eletrônica que cruza dados do carro, do ambiente e do comportamento do motorista em tempo real.

    Mais controle e segurança

    Segundo a Audi, a tecnologia melhora significativamente a dirigibilidade, principalmente em curvas. O carro se torna mais estável, previsível e fácil de controlar, além de reduzir riscos de perda de aderência.

    O sistema também ajuda a diminuir a velocidade de entrada em curvas quando detecta instabilidade, dando mais tempo para o motorista reagir.

    Outro diferencial é que, ao contrário dos sistemas tradicionais, que só distribuem torque quando há aceleração, essa tecnologia atua de forma independente, mesmo sem o motorista pisar no acelerador.

    Potência acima de 600 cv

    Disponível nas versões sedã e perua (Avant), o novo RS 5 combina um motor V6 biturbo 2.9 de 510 cv com um motor elétrico de 177 cv. Juntos, entregam 639 cv de potência e 825 Nm de torque.

    O sistema elétrico é de 400 volts, com bateria de 25,9 kWh, permitindo até 87 km de autonomia no modo totalmente elétrico em uso urbano.

    O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e estreia o modo RS Torque Rear, que prioriza a entrega de força para as rodas traseiras, reforçando o perfil esportivo do carro.
     
     
     

    A movimentação começa às 18h30, no Estádio Alfredo Jaconi, onde Juventude e Novorizontino medem forças. Ambas as equipes chegam pressionadas após derrotas amargas na primeira rodada: enquanto o time gaúcho foi batido pelo Avaí por 2 a 0, os paulistas sofreram um revés de 3 a 1 diante do Londrina

    Estadao Conteudo | 09:45 – 31/03/2026

     
     
     
     

     

    Audi RS 5 estreia sistema híbrido com controle inteligente de torque

  • Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

    Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

    Imagens mostram grupo de crianças encenando cenas de morte e resgate em campo de refugiados, refletindo a realidade da guerra. Vídeo viraliza nas redes sociais e provoca comoção ao expor o impacto do conflito na infância.

    Um vídeo que mostra crianças em Gaza simulando um funeral tem circulado nas redes sociais e chamado atenção para o impacto do conflito na infância. As imagens evidenciam como o ambiente em que essas crianças crescem influencia diretamente suas brincadeiras.

    No registro, divulgado por um criador de conteúdo palestino, cinco crianças de cerca de dois ou três anos aparecem reunidas em torno de uma única boneca. Em vez de brincadeiras comuns, como dar banho, alimentar ou colocar para dormir, elas simulam um funeral ou o transporte de feridos em macas.

    Segundo a Al Jazeera, o vídeo foi gravado em um campo de refugiados na região e rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

    “Esse vídeo de crianças em Gaza brincando de funeral com uma boneca é de deixar qualquer um sem palavras. Tudo o que elas veem é morte e destruição”, escreveu um usuário. Outro comentou que as imagens refletem uma “infância perdida”.

    “É de partir o coração. As crianças estão reproduzindo o que veem no dia a dia. Pode ser um funeral ou até um resgate, mas é uma das coisas mais tristes que já vi”, disse uma mulher em publicação no Facebook.

    O contexto da guerra ajuda a explicar a repercussão. Desde o início do conflito entre Hamas e Israel, em outubro de 2023, mais de 70 mil pessoas morreram na região, segundo autoridades locais.

    Dados das Nações Unidas indicam que cerca de 80% das construções em Gaza foram destruídas ou danificadas durante a guerra.

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    Vídeo de crianças encenando funeral em Gaza viraliza e choca a web; veja

  • Moraes marca para 14 de abril interrogatório de Eduardo Bolsonaro

    Moraes marca para 14 de abril interrogatório de Eduardo Bolsonaro

    Eduardo está vivendo nos Estados Unidos há cerca de um ano. Ele é acusado de atuar nos EUA para pressionar o Judiciário brasileiro às vésperas do julgamento da trama golpista, no qual seu pai, Jair Bolsonaro, foi condenado

    O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 14 de abril a audiência para interrogar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A sessão será realizada por videoconferência tendo em vista que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não está no Brasil.

    Eduardo está vivendo nos Estados Unidos há cerca de um ano. Ele é acusado de atuar nos EUA para pressionar o Judiciário brasileiro às vésperas do julgamento da trama golpista, no qual seu pai, Jair Bolsonaro, foi condenado. A defesa de Eduardo sustenta que sua atuação configura exercício de liberdade de expressão.

    O ex-deputado é réu no STF por “coação no curso do processo de Justiça, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito”.

    Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que Eduardo atuou junto do blogueiro Paulo Figueiredo Filho para obter sanções dos Estados Unidos ao Brasil durante o julgamento de seu pai no STF. Para o procurador-geral, ficou comprovado que eles se valeram de contatos no governo Donald Trump para “constranger a atuação jurisdicional” do Supremo Tribunal Federal.

    A denúncia descreveu a campanha de Eduardo nos Estados Unidos como uma “estratégia do sacrifício dos interesses nacionais” com “repercussão altamente deletéria sobre a economia” do País, em referência ao aumento de tarifas sobre produtos brasileiros, em julho do ano passado. A PGR sustenta que o ex-deputado tentou “manipular a opinião pública” e jogar o sistema bancário e produtivo do Brasil contra o STF.

    Apesar as pressões, o ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e 3 meses de pena por liderar o plano de golpe de Estado para tentar se manter no poder após as Eleições de 2022.

    Eduardo, que não retornou ao Brasil desde que se mudou para os Estados Unidos, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro de 2025 pela Mesa Diretora da Câmara, por excesso de faltas, conforme publicado no Estadão.

    Ele também é citado pela Polícia Federal (PF) em um processo administrativo que investiga o abandono do seu cargo de escrivão na delegacia da corporação em Angra dos Reis (RJ) por ausência do trabalho e faltas injustificadas.

    Moraes marca para 14 de abril interrogatório de Eduardo Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Rei Charles III fará visita aos EUA a convite de Trump em abril

    Rei Charles III fará visita aos EUA a convite de Trump em abril

    Viagem marca os 250 anos da independência americana e inclui agenda com Camilla e visita às Bermudas. Anúncio gera pressão política no Reino Unido por causa da guerra no Oriente Médio e divide a opinião pública britânica

    O Rei Charles III vai visitar os Estados Unidos no final de abril, a convite do presidente Donald Trump, para celebrar os 250 anos da independência do país. A informação foi confirmada pelo Palácio de Buckingham.

    “O programa de Suas Majestades vai celebrar os laços históricos e as relações bilaterais modernas entre o Reino Unido e os Estados Unidos, assinalando o 250.º aniversário da Independência americana”, diz o comunicado, que não detalha as datas da visita.

    Na mesma viagem, o monarca será acompanhado pela Rainha Camilla e também visitará as Bermudas, em sua primeira visita oficial a um território ultramarino britânico.

    Antes de assumir o trono, Charles já havia estado nos Estados Unidos 19 vezes como Príncipe de Gales. Sua mãe, a Rainha Elizabeth II, realizou quatro visitas de Estado ao país, em 1957, 1976, 1991 e 2007.

    De acordo com o site Politico, o rei deve discursar no Congresso norte-americano, em Washington, em uma sessão conjunta prevista para a semana de 27 de abril.

    A viagem, no entanto, acontece em meio a críticas no Reino Unido. Desde o início do conflito no Oriente Médio, após ataques dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro, parlamentares britânicos têm questionado a ida do monarca.

    O líder dos Liberais Democratas, Ed Davey, defendeu o cancelamento da visita para condenar a “guerra ilegal de Trump” no Irã, acusando o presidente americano de “prejudicar (o Reino Unido) repetidamente”.

    Trump também tem feito críticas públicas ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer, afirmando que ele não teria apoiado suficientemente a ação militar dos Estados Unidos.

    Já a presidente da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento britânico, Emily Thornberry, avaliou que seria “mais seguro adiar” a visita, alertando para o risco de uma situação “embaraçosa” para o rei e a rainha.

    Segundo pesquisa do instituto YouGov divulgada na semana passada, 49% dos britânicos acreditam que o rei não deveria viajar aos Estados Unidos neste momento, enquanto 33% são favoráveis à visita.

    A viagem acontece meses após a visita de Donald Trump a Londres, realizada em setembro do ano passado.

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    Rei Charles III fará visita aos EUA a convite de Trump em abril

  • Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

    Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

    Nova versão da assistente deve permitir instalação de recursos adicionais desenvolvidos pela própria empresa e por terceiros. Plataforma pode criar novo ecossistema dentro do iOS, com possibilidade de cobrança por transações e maior personalização para usuários

    A Apple prepara mudanças importantes para a próxima geração da assistente virtual Siri. Segundo informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa trabalha em uma versão com inteligência artificial integrada ao novo iOS.

    Uma das novidades seria a criação de uma loja própria dentro do aplicativo da Siri, onde usuários poderão baixar ferramentas adicionais baseadas em IA.

    Esses recursos devem ser chamados de “extensões” e permitirão ampliar as funções da assistente, tornando-a mais personalizada e eficiente no dia a dia.

    A expectativa é que essas extensões também possam ser desenvolvidas por terceiros, o que abriria espaço para um novo ecossistema de aplicativos dentro da própria Siri. Há ainda a possibilidade de a Apple cobrar taxas sobre transações realizadas nessa nova plataforma.

    A nova versão da assistente deve ser apresentada oficialmente durante a WWDC, conferência anual da empresa, prevista para acontecer entre os dias 8 e 12 de junho.
     

    Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

  • Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Embaixador afirma que Mojtaba Khamenei está no comando após morte do pai e nega rumores de fuga ou tratamento no exterior. Teerã diz buscar cessar-fogo, mas acusa EUA e Israel de dificultarem negociações e violarem princípios diplomáticos

    O embaixador do Irã em Roma afirmou nesta terça-feira que o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, está no território iraniano e segue no comando em meio à guerra contra Estados Unidos e Israel.

    “Mojtaba Khamenei está no país e exercendo suas funções de liderança em uma situação de guerra”, disse Mohammad Reza Sabouri em entrevista à agência italiana ANSA.

    Mojtaba assumiu o cargo após a morte do pai, Ali Khamenei, morto em um ataque aéreo no primeiro dia do conflito.

    O diplomata negou rumores de que o novo líder estaria fora do país para tratamento médico após ter sido ferido em bombardeios, classificando as informações como “propaganda e desinformação típicas da mídia israelense”.

    Segundo ele, o líder continua coordenando a guerra junto às instituições do país, mas ainda não apareceu em público por razões de segurança.

    Sabouri também afirmou que Teerã busca um cessar-fogo, mas responsabilizou os Estados Unidos pela dificuldade nas negociações. “O principal problema está nas posições contraditórias e nas exigências consideradas irracionais, que geram desconfiança”, disse.

    Ele acrescentou que o Irã sempre defendeu soluções diplomáticas e que suas demandas foram apresentadas durante a segunda rodada de negociações em Genebra, realizada dias antes do início dos ataques, mediada por Omã.

    “Os Estados Unidos conhecem bem a posição do Irã”, afirmou.

    Para o embaixador, o início da guerra em 28 de fevereiro ocorreu justamente quando havia um processo diplomático em andamento para tratar das preocupações em torno do programa nuclear iraniano.

    “Se antes já havia dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos com os acordos, após a guerra essas dúvidas se transformaram em total desconfiança”, declarou.

    Apesar disso, o diplomata disse que há esforços de outros atores internacionais para reduzir a tensão e buscar uma solução para o conflito.

    “O principal problema continua sendo o fato de os Estados Unidos e Israel não respeitarem os princípios da diplomacia e do direito internacional”, afirmou.

    Autoridades iranianas informam que a ofensiva iniciada pelos dois países já deixou mais de 1.500 mortos, incluindo nomes importantes como o próprio Ali Khamenei, Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e os ministros Aziz Nasirzadeh, da Defesa, e Esmail Khatib, da Inteligência, além de outros integrantes das forças armadas e da segurança do país.
     

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

  • Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Grupo ameaça destruir instalações de empresas americanas no Oriente Médio em resposta a mortes de autoridades iranianas. Comunicado cita gigantes da tecnologia e orienta evacuação de funcionários e moradores, em meio à escalada do conflito com Estados Unidos e Israel

    A Guarda Revolucionária do Irã, força ideológica da República Islâmica, ameaçou nesta terça-feira atacar empresas norte-americanas no Oriente Médio caso ocorram novos “assassinatos” de autoridades iranianas.

    Em publicação no site Sepah News, o grupo divulgou uma lista com 18 empresas dos Estados Unidos, incluindo Google, Apple, Meta e Tesla, afirmando que elas devem “esperar a destruição” de suas instalações “em todos os países da região” como resposta a novos “assassinatos no Irã”, a partir das 20h no horário de Teerã (17h30 em Lisboa), na quarta-feira.

    Em pouco mais de um mês de bombardeios contra o Irã, Estados Unidos e Israel mataram mais de uma dezena de altos dirigentes religiosos, políticos e militares iranianos, entre eles o líder supremo Ali Khamenei, posteriormente substituído por seu filho Mojtaba Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani.

    “Aconselhamos os trabalhadores dessas instituições a abandonarem imediatamente seus locais de trabalho para salvar suas vidas”, afirmou a Guarda Revolucionária, no 32º dia da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciada em 28 de fevereiro.

    “Também recomendamos que moradores de áreas próximas a essas empresas, em todos os países da região, deixem suas casas em um raio de um quilômetro”, acrescentou o grupo.

    Outras companhias como Cisco Systems, HP, Intel, Microsoft, IBM, Nvidia e Boeing também foram citadas como possíveis alvos.

    Estados Unidos e Israel justificaram a ofensiva militar iniciada em 28 de fevereiro alegando a postura inflexível do Irã nas negociações sobre o fim do enriquecimento de urânio, dentro de seu programa nuclear, que o país afirma ter fins civis.

    Como resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

    Desde o início do conflito, que tem impactado a economia global, autoridades iranianas contabilizam pelo menos 1.332 mortos e mais de 10 mil feridos, sem atualização recente dos números.

    Já a organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, estima que o total de mortos no Irã seja de ao menos 3.492, incluindo 1.574 civis.
     
     

     

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

  • 'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A aprovação pelo Parlamento de Israel de uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques com vítimas fatais motivou críticas ao governo de Binyamin Netanyahu, o mais à direita da história do país. A mais dura foi feita pelo premiê da Espanha, Pedro Sánchez, que descreveu a medida como um “passo a mais rumo ao apartheid”.

    Na rede social X, Sánchez escreveu nesta terça-feira (31) que a lei é assimétrica porque não deverá ser aplicada a israelenses que cometam crimes semelhantes. “Mesmo crime, pena diferente. Isso não é justiça. É mais um passo rumo ao apartheid. O mundo não pode permanecer em silêncio”, publicou o socialista, um dos líderes europeus mais críticos ao governo Netanyahu.

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados. Em nota, um porta-voz do governo de Friedrich Merz, de direita, escreveu que, embora Tel Aviv tenha adotado postura dura contra o terrorismo, o país europeu vê a nova legislação “com grande preocupação” e reitera sua oposição à pena de morte.

    A União Europeia também manifestou preocupação. Um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que a decisão representa “um claro retrocesso” e pediu que Israel respeite o direito internacional e seus compromissos com princípios democráticos.

    As críticas já vinham sendo feitas antes mesmo da votação. Ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França, Itália e Reino Unido haviam alertado que o projeto tinha caráter “de facto discriminatório” e poderia comprometer os princípios democráticos israelenses.

    A medida cumpre uma das principais promessas dos aliados de extrema direita de Netanyahu, defensores do endurecimento das punições em casos de violência. Ao mesmo tempo, é alvo de críticas: opositores afirmam que a nova legislação tem caráter seletivo e discriminatório, já que não deverá ser aplicada a cidadãos israelenses judeus condenados por crimes semelhantes.

    A legislação prevê a aplicação da pena de morte por enforcamento em até 90 dias após a sentença com possibilidade limitada de adiamento, mas sem direito à clemência. Críticos dizem que a lei é discriminatória por atingir palestinos julgados em tribunais militares, principalmente na Cisjordânia.

    O território é ocupado militarmente por Tel Aviv desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e os palestinos que vivem ali estão sujeitos à lei militar israelense em alguns casos. Como os colonos judeus no local estão sujeitos à lei civil, organizações como a Anistia Internacional acusam Tel Aviv de operar um regime de apartheid na região.

    Especialistas das Nações Unidas também manifestaram preocupação, apontando que a lei adota definições vagas de terrorismo, o que poderia abrir espaço para a aplicação da pena capital em situações que não se enquadram nessa categoria. Philippe Lazzarini, chefe da UNRWA, a agência da ONU para refugiados palestinos, disse ter ficado “absolutamente consternado” com o que chamou de “lei abjeta”.

    Organizações de direitos humanos reforçam essas críticas. A Anistia Internacional afirma que não há evidências de que a pena de morte seja mais eficaz do que a prisão perpétua na redução da criminalidade. Já o grupo israelense B’Tselem diz que tribunais militares na Cisjordânia, onde palestinos são julgados, apresentam taxa de condenação de cerca de 96% e histórico de obtenção de confissões sob tortura.

    Dentro de Israel, profissionais do sistema jurídico também questionam a constitucionalidade da lei, o que aumenta a possibilidade de contestação na Suprema Corte.

    A medida foi promovida pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, que fez da pena de morte para militantes palestinos uma das principais promessas de sua campanha eleitoral em 2022. Desde que assumiu o cargo, ele tem defendido políticas mais duras de segurança e apoiado publicamente ações de militares investigados por uso excessivo de força contra palestinos.

    A nova legislação surge em meio ao agravamento das tensões na Cisjordânia e à crescente pressão internacional sobre Israel. As próximas eleições nacionais no país estão previstas para outubro de 2026.

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

  • Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

    Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

    A atriz e empresária compartilhou registros do momento nas redes sociais e voltou a ser destaque meses após encantar o público durante o Carnaval 2026 na Sapucaí, onde reafirmou sua forte ligação com a história do desfile carioca

    Luma de Oliveira voltou a chamar atenção nas redes sociais ao compartilhar, nesta segunda‑feira (30), uma sequência de fotos a bordo de uma lancha. Usando um maiô estampado, a atriz e empresária exibiu toda sua vitalidade aos 61 anos e ainda publicou um vídeo antigo em que aparece pilotando a embarcação. As imagens foram divulgadas nos Stories do Instagram.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    A presença de Luma continua movimentando o público. No Carnaval de 2026, ela foi um dos nomes mais comentados ao surgir na Marquês de Sapucaí como espectadora no Camarote Quem O Globo, onde distribuiu simpatia e posou com fãs.

     
     
     

     
     
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    A trajetória de Luma no Carnaval é marcada por momentos icônicos. Em 1998, ela protagonizou uma das cenas mais lembradas da avenida ao desfilar pela Tradição usando uma coleira com o nome do então marido, o empresário Eike Batista.

    Com uma carreira consolidada na folia carioca, Luma foi uma das rainhas de bateria mais marcantes de sua geração. Ela brilhou em escolas como Caprichosos de Pilares, Mangueira, Tradição, Unidos de Viradouro, Mocidade Independente de Padre Miguel e Portela, deixando sua marca na história do Carnaval.

    Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

  • Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Mulher de 34 anos foi detida na Flórida após atacar visitante em cadeira de rodas no Magic Kingdom. Suspeita nega agressão, mas versão é contestada por vítima e testemunha; caso pode resultar em acusação por crime contra idoso

    Uma brasileira de 34 anos foi presa em um parque de diversões na Flórida, nos Estados Unidos, após jogar um copo de café gelado na cabeça de uma mulher desconhecida que estava em uma cadeira de rodas.

    Segundo o site Wow News Today, o caso aconteceu no dia 28 de fevereiro, durante o desembarque de visitantes em um barco no parque Magic Kingdom. A suspeita, identificada como Amanda Pinheiro Muir, teria atacado a vítima, uma mulher com mais de 65 anos.

    A brasileira afirma ser inocente e disse que reagiu após a vítima criticar seu filho. No entanto, o relato da mulher e do marido contradiz essa versão.

    De acordo com o boletim policial, o incidente ocorreu por volta das 13h, no momento em que uma multidão deixava a embarcação em direção ao parque. A vítima teria pedido cuidado às pessoas ao redor, temendo ser atingida ou pisoteada.

    Ainda segundo o relatório, Amanda se aproximou e teria dito que poderia “simplesmente dar um soco” na mulher. Inicialmente, a vítima disse que levou o comentário como uma brincadeira, mas a situação rapidamente se agravou.

    O marido da vítima relatou que os dois estavam sentados em um banco aguardando a movimentação diminuir quando a brasileira se aproximou e jogou o café gelado na cabeça da esposa.

    A polícia foi acionada e Amanda acabou detida no local. Ela foi levada para uma delegacia do condado de Orange e pode responder por agressão contra pessoa idosa.

    O registro policial indica que Amanda nasceu no Brasil, mas não informa se ela reside atualmente nos Estados Unidos ou no país de origem. Ainda segundo o processo, ela precisou de um tradutor durante a audiência.

    As autoridades divulgaram nas redes sociais a foto da suspeita e os dados da prisão.
     

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