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  • Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

    Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

    O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islâmico Hamas, denunciou hoje que os ataques israelitas mataram mais de 700 pessoas desde a declaração, em outubro de 2025, de um cessar-fogo virtualmente inexistente.

    O Hamas acusou Israel de violar o cessar-fogo em diversas ocasiões, enquanto o Exército israelense afirmou que os ataques foram provocados por ações de milícias palestinas, contrariando o que havia sido acordado.

    No balanço divulgado hoje, o Ministério da Saúde controlado pelo Hamas informou que o número de mortos desde então subiu para 702, incluindo dez mortes e 18 feridos registrados apenas nas últimas 24 horas.

    Com esses dados, o órgão eleva para 72.270 o total de mortos na guerra na Faixa de Gaza e para 172.013 o número de feridos desde outubro de 2023.

    Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

  • Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

    Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

    GABRIELA CHABATURA
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Depois de Vitor Reis ser chamado por Carlo Ancelotti para o amistoso contra a Croácia, o Palmeiras pode emplacar três jogadores da “geração do bilhão” já na Copa do Mundo de 2026. Estêvão, Endrick e Reis fazem parte do ambicioso projeto que reposicionou o clube como um dos principais formadores no país e no mundo.

    A presença dos jovens atletas na seleção chancelam o sucesso do coordenador João Paulo Sampaio nas categorias de base. Ele chegou ao Palmeiras em 2015, na gestão do então presidente Paulo Nobre, para substituir Erasmo Damiani, e foi o grande responsável pela reformulação da área e faturamento bilionário envolvendo os talentos da Academia.

    Dos três nomes da “geração do bilhão”, a presença mais consolidada no Mundial é de Estêvão. Embora não tenha sido chamado para os amistosos internacionais, porque estava machucado no período da convocação, o atacante do Chelsea caiu nas graças do treinador da seleção. Ancelotti elogiou o talento e maturidade do ex-palmeirense.

    E não é pra menos. Desde que o italiano assumiu, Estêvão se tornou o artilheiro da seleção brasileira com cinco gols – à frente de Rodrygo (2) e Vini Jr (2). Ele balançou as redes nos jogos contra o Chile, nas Eliminatórias, e nos amistosos contra o Tunísia, Senegal e Coreia do Sul (duas vezes).

    Já Endrick tem recuperado o prestígio após transferência para o Lyon (FRA), em dezembro do ano passado. No clube francês, voltou a balançar as redes com quatro gols em 11 partidas, além de quatro assistências. Na derrota para a França por 2 a 1, na quinta-feira (26), esteve no banco de reservas, mas não foi acionado.

    Do trio, a situação mais imprecisa é de Vitor Reis. O zagueiro do Girona (ITA) foi chamado pela primeira vez por Ancelotti depois de Marquinhos apresentar dores na região do quadril às vésperas do confronto contra os franceses. O episódio abriu uma brecha para ser analisado mais de perto e, quem sabe, cavar um lugar na lista definitiva para a disputa do Mundial.

    O setor defensivo da seleção, no entanto, é uma das grandes incertezas de Ancelotti. Desde que chegou, foram 12 nomes chamados para a posição: Marquinhos, Gabriel Magalhães, Fabrício Bruno, Danilo, Militão, Beraldo, Alexsandro, Léo Ortiz, Bremer, Léo Pereira, Ibañez e Vitor Reis – os quatro últimos convocados pela primeira vez para os amistosos contra França e Croácia.

    Na próxima terça-feira (31), Endrick e Vitor Reis têm a chance de mostrar serviço e, quem sabe, encantar Ancelotti.

    Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

  • França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

    França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

    LUCIANO TRINDADE
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Entre os dez primeiros colocados do ranking da Fifa, a seleção brasileira acumula o pior desempenho nos últimos cinco jogos, com 46,7% de aproveitamento, figurando na sétima posição da lista. Ainda que a série histórica nem sempre seja um reflexo fiel da realidade das equipes, serve como parâmetro para indicar os favoritos para a próxima Copa do Mundo.

    Em seu histórico recente, o Brasil perdeu para a França e o Japão, venceu a Coreia do Sul e o Senegal e empatou com a Tunísia. A sequência irregular foi agravada pela péssima impressão deixada após a derrota na quinta-feira (26) diante dos franceses, quando a seleção de Carlo Ancelotti foi dominada e saiu derrotada mesmo jogando boa parte do segundo tempo com um jogador a mais.

    O recorte ajuda a dimensionar o momento das principais candidatas ao título e reforça a ideia de que, embora o Brasil siga entre os favoritos, chega ao ciclo final em condição menos estável do que seus principais concorrentes.

    No topo do ranking, a seleção da Espanha aparece como a equipe mais consistente da atualidade. Atual campeã da Eurocopa, em uma campanha com sete vitórias em sete jogos, incluindo triunfos sobre quatro campeões mundiais, a seleção espanhola tem uma base formada por jovens talentos liderada pelo craque Lamine Yamal, bem entrosada, com um meio de campo técnico capaz de controlar o ritmo dos jogos.

    Nesta data Fifa, venceu a Sérvia por 3 a 0, mantendo sua invencibilidade no recorte de cinco jogos, com quatro vitórias e um empate.

    A manutenção de um modelo claro de jogo, aliada à reposição de peças sem queda brusca de rendimento, faz da Espanha uma das seleções mais confiáveis neste momento.
    Segunda colocada no ranking da Fifa, a Argentina ainda colhe os frutos do ciclo vitorioso iniciado com o título da Copa do Mundo de 2022. Mesmo em processo gradual de renovação, o time mantém competitividade elevada e liderou as Eliminatórias da América do Sul.

    Embora também mantenham um bom retrospecto recente, com quatro vitórias em cinco jogos, os argentinos, no entanto, optaram por não enfrentar seleções europeias ao longo do ciclo até a Copa de 2026. Nesta sexta (27), por exemplo, venceram um amistoso contra a Mauritânia, por 2 a 1.

    Messi começou a partida contra a seleção africana no banco de reservas e entrou no segundo tempo, já com 2 a 0 a favor dos atuais campeões mundiais. Embora continue jogando em alto nível, o astro ainda não confirmou sua presença na Copa do Mundo. A dúvida afeta diretamente a condição de favoritismo da Argentina no Mundial e deve se arrastar por mais um tempo.

    Esse tipo de preocupação não passa pela cabeça dos franceses, que depositam suas principais esperanças no craque Kylian Mbappé, que chegará à Copa no auge de seus 27 anos. Autor do primeiro gol da França sobre o Brasil, ele lidera uma geração farta em talentos que, mesmo após a renovação do elenco, finalista das duas últimas Copas e campeã em 2018, mantém sua força. O retrato atual da equipe mostra quatro vitórias nos últimos cinco jogos.

    Embora ainda não tenha se traduzido em conquistas recentes, a seleção inglesa também integra o grupo das favoritas, apoiada em uma geração talentosa e cada vez mais madura. Jogadores como Jude Bellingham e Phil Foden elevam o nível técnico da equipe, que passou a apresentar maior controle ofensivo nos últimos jogos.

    Ainda assim, persistem dúvidas sobre a capacidade de transformar desempenho em títulos, especialmente em jogos decisivos contra adversários do mesmo patamar. Em seus últimos cinco jogos, venceu os quatro confrontos pelas Eliminatórias e empatou o recente amistoso com o Uruguai, por 1 a 1.

    Fechando a primeira metade do top 10, que representa o grupo com maior condição de vencer a Copa do Mundo, a seleção portuguesa levará para a Copa novamente aquela que é vista como uma das mais promissoras gerações do país.

    A convivência entre Cristiano Ronaldo e uma nova geração ofensiva oferece múltiplas soluções, embora a equipe ainda oscile em termos de consistência tática. O astro, porém, representa hoje a maior dúvida do país. Ninguém duvida de seu apetite de disputar o Mundial, mas, aos 41, sua condição física está bem longe do ideal.
    Mesmo sem o capitão, ausente nesta data Fifa por causa de uma lesão na coxa direita, Portugal mantém sua condição de candidata ao título pela ótima safra de jogadores.

    As seleções que completam o top 10 do ranking da Fifa apresentam cenários distintos. A Holanda segue organizada e competitiva, com destaque para a defesa liderada por Virgil van Dijk, mas encontra limitações no ataque diante de adversários mais fortes. Já o Marrocos vive uma ascensão recente, com campanhas marcantes e forte disciplina tática, embora tenha menos opções no elenco para suportar torneios longos.

    A Bélgica atravessa um período de transição após o auge de sua principal geração e já não repete o mesmo desempenho coletivo. A Alemanha, por sua vez, tenta retomar protagonismo após anos de instabilidade, ainda em busca de regularidade. O panorama indica uma Copa do Mundo com vários candidatos, mas com níveis diferentes de consistência, enquanto o Brasil segue pressionado a transformar potencial em resultados mais sólidos.

    França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

  • Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

    Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

    Apesar do clima leve do encontro, o ex-BBB admitiu que viveu dias de expectativa ao deixar o programa. Segundo ele, havia um receio real sobre como seria recebido pelo público. “A gente sempre pensa que pode estar cancelado, ams foi melhor do que eu imaginava”, contou.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pouco tempo após deixar o confinamento do BBB 26, Jonas Sulzbach já retomou a rotina fora da casa. O influenciador participou, neste sábado (28), de um torneio de beach tennis em São Paulo, ao lado de outros famosos.

    Apesar do clima leve do encontro, o ex-BBB admitiu que viveu dias de expectativa ao deixar o programa. Segundo ele, havia um receio real sobre como seria recebido pelo público. “A gente sempre pensa que pode estar cancelado, ams foi melhor do que eu imaginava”, contou.

    A percepção, no entanto, mudou rapidamente. Mesmo com a agenda cheia de compromissos e entrevistas –e ainda sem ter circulado muito pelas ruas –, Jonas disse já sentir o carinho das pessoas. “Estou muito, muito feliz com tudo que tenho ouvido”, afirmou a revista Quem.

    Durante a conversa, ele também relembrou os objetivos que tinha ao entrar no reality. Mais do que chegar longe na competição ou disputar o prêmio, havia um desejo pessoal de reposicionar sua imagem diante do público.

    “Era a oportunidade das pessoas conhecerem um outro lado do Jonas, não aquele que sempre foi julgado”, explicou. A experiência, segundo ele, serviu justamente para mostrar facetas menos conhecidas de sua personalidade.

    Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

  • Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

    Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

    Filipe Luís está atualmente na Europa e, ao que tudo indica, ainda não pretende assumir um novo trabalho como treinador profissional tão cedo. Em entrevista ao jornal espanhol “As”, o ex-lateral explicou que tem priorizado um período de aprendizado e atualização desde que encerrou a carreira como jogador, em 2023.

    Segundo ele, a rotina intensa dos últimos anos não havia permitido esse tipo de pausa. Agora, porém, o cenário é diferente. “Estou dando um passo de cada vez. Desde que me aposentei em 2023, não parei um instante. Agora é a primeira vez que tenho tempo para visitar treinadores, assistir a treinos… para atualizar meu entendimento sobre o estilos de jogo e conhecer pessoas para integrar à comissão técnica. No momento, é nisso que estou pensando, não em onde treinar. Os modelos de jogo são atualizados a cada semana, e quero me manter a par do futebol moderno.”

    Apesar da forte ligação com o Flamengo, construída desde a infância e consolidada durante sua trajetória no clube, Filipe também mantém uma identificação marcante com o Atlético de Madrid. Aos 40 anos, ele não poupou elogios à equipe comandada por Diego Simeone, especialmente ao comentar o confronto contra o Barcelona pelas quartas de final da Champions League.

    “O que eu sinto é orgulho de ver o Atlético de Madrid no estado em que está. Eles estão maiores do que quando eu saí, graças em grande parte à gestão do clube, Simeone, e à chegada de jogadores incrivelmente talentosos. É um time muito difícil de marcar. Capaz de se defender recuado, pressionar alto e ser muito direto, o que os torna muito difíceis de enfrentar. Não quero dar azar, mas espero que o Atlético de Madrid passe pelo Barça. Vai ser interessante.”

    Ao analisar a competição europeia, Filipe também apontou o Real Madrid como um dos favoritos ao título, mesmo reconhecendo certa resistência pessoal. “Dói dizer isto, mas o Real Madrid é sempre um dos favoritos devido à sua história, mas o Bayern também pode ser finalista porque tem um dos melhores plantéis do mundo.”

    Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

  • Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

    Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

    Após o divórcio com Nicole Kidman, Keith Urban pode estar a enfrentar algumas dificuldades financeiras o que o levou a aceitar um trabalho num cruzeiro. Segundo algumas fontes, este tipo de shows dão dinheiro apesar de serem considerados menores.

    Parece que a carreira de Keith Urban está passando por uma fase mais complicada desde o divórcio com Nicole Kidman.

    Segundo a revista australiana New Idea, o cantor estaria aceitando trabalhos mais “modestos” para conseguir pagar as contas.

    O artista participou de um cruzeiro, onde integrou a equipe de entretenimento do navio.

    “Shows em cruzeiros não são exatamente um emprego dos sonhos, mas pagam as contas e dão ao Keith um objetivo para se concentrar”, afirmou uma fonte à publicação.

    Keith Urban foi uma das atrações do Top Shelf Country Cruise, que aconteceu entre 27 de fevereiro e 6 de março, com trajeto da Flórida até as Bahamas.

    “É o tipo de apresentação para a qual Keith teria torcido o nariz durante o casamento com Nicole Kidman. Ele está tentando se manter ocupado agora que o divórcio foi finalizado”, acrescentou a fonte.

    Alguns amigos do cantor acreditam que ele sofreu um impacto financeiro após a separação. “Quando há muito dinheiro envolvido, os advogados não são baratos, independentemente do resultado”, disseram, explicando que esse tipo de show menor “ajuda a manter o fluxo de caixa”.

    Ainda de acordo com a revista, a ideia do artista é encerrar o ano com mais trabalho e uma nova fase na carreira.

    Separação após 19 anos

    A notícia do fim do casamento entre Nicole Kidman e Keith Urban foi divulgada em setembro de 2025. À revista People, uma fonte afirmou que os dois já estavam separados desde o verão.

    Segundo informações, as filhas do casal, Sunday Rose e Faith Margaret, ficaram com a mãe.

    Em entrevista recente à revista Variety, Nicole Kidman disse estar tentando ver “o lado positivo” da situação.

    “Sim, estou bem, porque sempre procuro ver o lado positivo em tudo”, afirmou ao ser questionada sobre como está lidando com a separação.

    “Sou grata pela minha família e por mantê-la unida, seguindo em frente. É isso. Não falo sobre o resto por respeito. Estou focada na família e é isso que continuaremos sendo. Minhas lindas filhas, que de repente se tornaram mulheres”, completou.

    Vale lembrar que o ex-casal se casou em 2006, em Sydney, um ano após se conhecerem.

    Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

  • Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

    Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

    O Flamengo trabalha nos bastidores para dar um novo passo na logística do futebol. O clube negocia o aluguel de uma aeronave que ficaria à disposição integral da delegação, com a ideia de reduzir desgaste e ganhar autonomia nas viagens ao longo da temporada.

    A expectativa interna é fechar o acordo após a Copa do Mundo. A proposta em discussão prevê um contrato de três a quatro anos. Hoje, o Flamengo já utiliza voos fretados em todos os deslocamentos, mas ainda depende da disponibilidade das companhias aéreas.

    Com uma aeronave dedicada, o cenário muda. A ideia é ter o avião baseado no Rio de Janeiro, pronto para uso conforme a necessidade do clube, tanto nas idas quanto nos retornos.

    \”Vamos garantir 30/35 voos com uma companhia. Se tudo der certo, essa aeronave fica em chão no Rio de Janeiro e só decola quando a gente quiser\”, afirmou o presidente Bap em entrevista à Flamengo TV.

    Antes mesmo de avançar na negociação, o clube já vinha ajustando processos internos para tentar minimizar problemas logísticos. A ideia tem sido antecipar o planejamento das viagens e encaixar os deslocamentos de acordo com a rotina de treinos e jogos.

    \”Essa aeronave poderia prestar serviço para outros clubes, para o Flamengo fica mais barato e é conveniente para todos. Quando o Flamengo está no Rio, a aeronave estaria em chão e poderia voar com outros clubes. O que o Flamengo está comprando é ter a aeronave no chão no dia e na hora que quisermos voar. Sempre trabalhando na busca da excelência, e a logística não é diferente, ainda mais em um ano como esse. Depois da Copa do Mundo vai ser punk\”, explicou.

    Até a parada para a Copa do Mundo, o calendário será apertado. O último compromisso antes da pausa está marcado para 31 de maio. Nesse intervalo, o Flamengo terá 18 partidas e deve percorrer mais de 27 mil quilômetros em compromissos pelo Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.

    Depois do Mundial, o cenário tende a ser ainda mais exigente, com as competições em fases decisivas e um calendário mais apertado ainda pela paralisação de quase dois meses.

    Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

  • Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês

    Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês

    Após um sexto lugar, um abandono e agora a oitava colocação no Japão, o tetracampeão Max Verstappen está considerando seriamente deixar a Fórmula 1 após a temporada de 2026. De acordo com o jornal holandês De Telegraaf, de Amsterdã, o piloto de 28 anos está pela primeira vez na carreira está abertamente questionando o seu futuro na categoria.

    Verstappen chegou à Fórmula 1 aos 17 anos e terminou fora do top 5 em três corridas consecutivas pela primeira vez desde 2017, quando abandonou as provas no Canadá, no Azerbaijão e na Áustria. Ele já previa que a Red Bull não seria a equipe líder este início de temporada, mas o maior problema é que a escuderia não sabe identificar exatamente a origem de suas dificuldades. Com várias peças novas em seu RB22 no Japão, Verstappen afirmou que carro estava muito imprevisível e inconsistente.

    A próxima etapa da Fórmula 1 acontece somente no início de maio, nos EUA, e a Red Bull terá tempo para investigar os maiores problemas do carro. E Verstappen deve refletir nas próximas semanas sobre sua própria carreira.

    A maior frustração do piloto não está no fato de a Red Bull estar tecnicamente atrás de suas adversárias, mas sim no regulamento da Fórmula 1. A ideia de se aposentar após este ano, apesar de ter contrato até 2028, é cogitada pelo holandês. \”Como me motivar neste momento? Essa é uma pergunta válida. Todas as manhãs, quando acordo, me convenço a tentar novamente.\”

    Verstappen não é o único crítico das regras atuais, que prevê que metade da potência dos motores venha dos componentes elétricos. Na opinião de alguns pilotos, as ultrapassagens muitas vezes parecem artificiais. São mais frequentes, um carro ultrapassar o rival à frente apenas para ser superado novamente alguns segundos depois.

    \”Principalmente aqui neste circuito, com duas retas próximas, era quase impossível ultrapassar. Se você conseguisse, a bateria descarregaria de novo e você estaria fora da disputa\”, afirmou Verstappen, que não conseguiu ultrapassar Pierre Gasly, seu ex-companehrio de equipe e agora na Alpine. \”Na classificação, você não pode ir com tudo. Para fazer uma volta rápida, você precisa ir mais devagar nas curvas. Não deveria ser assim.\”

    \”Talvez devêssemos usar o termo segurança com mais frequência. Quando se trata de segurança, as regras podem ser ajustadas rapidamente\”, afirmou Verstappen, referindo-se ao grave acidente de Oliver Bearman, da Haas, que se viu repentinamente diante de uma enorme diferença de velocidade com Franco Colapinto, da Alpine, à sua frente no Circuito de Suzuka.

    Verstappen espera grandes mudanças para 2027 para avaliar se compensa continuar na Fórmula 1. Se isso acontecer, a Red Bull tentará convencer o holandês de que a equipe ainda é o lugar certo para ele.

    Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês

  • Medina retorna à WSL satisfeito com mudanças e focado no tetra: ‘Por isso eu voltei’

    Medina retorna à WSL satisfeito com mudanças e focado no tetra: ‘Por isso eu voltei’

    Gabriel Medina começou 2026 de forma muito mais leve do que em 2025, ano em que lesionou o ombro no dia 9 de janeiro e não pôde competir em nenhuma etapa da WSL, o circuito mundial de surfe. Ele teve bastante tempo para retomar o ritmo, pois a atual temporada começa em 1º de abril, novidade do calendário cuja abertura costumava ser entre o final de fevereiro e o início de janeiro. Em Bells Beach, na Austrália, onde será disputada a primeira etapa, o surfista de 32 anos começa a busca pelo tetracampeonato.

    \”Eu gosto de fazer tudo na minha vida passo a passo, mas eu acredito (no tetra). É por isso que eu voltei para o circuito. Se eu não tivesse essa vontade eu nem voltaria. Mas eu me sinto bem competindo, é o que faz sentindo pra mim, é o meu propósito. Seria irado ser quatro vezes campeão mundial, seria além do meu sonho. Sempre quis ser três. Mas você alcança um objetivo e tem de criar outro. Esse é meu objetivo agora. Me colocaria em uma posição que não tem muita gente, isso me deixa ainda mais motivado\”, disse em coletiva de imprensa.

    Apenas dois surfistas têm quatro ou mais títulos do circuito masculino. O australiano Mark Richards é tetra e a lenda americana Kelly Slater tem 11. Medina venceu as edições de 2014, 2018 e 2021. Nas duas primeiras, a liga era disputada em pontos corridos do início ao fim, formato que está de volta este ano. Ou seja, o campeão será o surfista que terminar em primeiro na classificação.

    De 2021, ano do último título do paulista, a 2025, o ranking servia para classificar cinco surfistas para o Finals, etapa derradeira na qual o vencedor da temporada saía de um mata-mata. \”O Finals foi uma experiência legal. É que não deu nada de errado, mas poderia alguém ficar doente, não estar 100%. Justo no dia de definir o que você fez no ano, acaba não sendo tão justo. Sou a favor do novo formato, decidido em Pipeline\”, opina o tricampeão.

    Em uma temporada cheia de novidades, o surfista paulista traz sua própria dose de renovação. Decidiu, após anos sendo treinado pelo australiano Andy King, firmar parceria com um técnico de casa. Agora, sua preparação está a cargo de Adriano Souza, o Mineirinho, um dos expoentes da Brazilian Storm e segundo brasileiro a vencer o circuito, em 2015, logo depois do próprio Medina.

    \”Eu tenho uma admiração gigantesca pelo Mineiro. Cresci assistindo ele. A gente sempre se deu super bem, então foi uma liga muito fácil. Ele se mostrou disposto a me ajudar. A gente teve uma troca e começou a trabalhar mesmo agora no começo do ano. Voltei à minha rotina, a gente teve mais comunicação. É um cara que me entende. Eu tinha meu treinador australiano. Na comunicação, consigo me expressar melhor falando minha língua, ainda mais com o Mineiro\”, diz o surfista.

    Recuperado da lesão desde o meio do ano passado, ele pretendia ter voltado a competir na etapa de Teahupoo, no Taiti, em agosto. Como estava sem ranking e a temporada já estava no fim, dependia de um wild card, convite que a organização costuma ceder em casos especiais, mas a oportunidade não veio porque as vagas já estavam preenchidas.

    Dessa forma, teve de manter o ritmo apenas com treinamentos, enquanto também aproveitava o tempo sem competir para dar mais atenção aos amigos e à família. Agora, está 100% disposto a viver o circuito mais uma vez.

    \”Fiquei me preparando para esse momento que estou vivendo agora. Só estava pensando nessa primeira etapa. Desde o primeiro surfe, eu só pensava: ‘quero estar bem para a primeira etapa e me cuidar’. Tive todos os cuidados, me alimentei super bem, dormi bem, me recuperei super bem rápido. Isso me motiva ainda mais e me mantém fazendo as coisas que estou fazendo. Em nenhum momento pensei em parar. Só quero continuar. Independente do resultado, o surfe sempre tira o melhor de mim.\”

    Medina retorna à WSL satisfeito com mudanças e focado no tetra: ‘Por isso eu voltei’

  • Preocupações com a economia global se aprofundam à medida que a guerra no Irã se arrasta

    Preocupações com a economia global se aprofundam à medida que a guerra no Irã se arrasta

    Ataques e contra-ataques em andamento a refinarias, oleodutos, campos de gás e terminais de petroleiros no Golfo Pérsico ameaçam prolongar a dor econômica global por meses, até anos.

    Ataques dos EUA e de Israel ao Irã elevaram os preços, pioraram as perspectivas para a economia mundial, derrubaram os mercados globais de ações e forçaram países em desenvolvimento a racionar combustível e subsidiar os custos de energia para proteger os mais pobres.

    Ataques e contra-ataques em andamento a refinarias, oleodutos, campos de gás e terminais de petroleiros no Golfo Pérsico ameaçam prolongar a dor econômica global por meses, até anos.

    \”Há uma semana, ou certamente duas semanas atrás, eu teria dito: se a guerra parasse naquele dia, as implicações de longo prazo seriam bem pequenas\”, diz Christopher Knittel, economista de energia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. \”Mas o que estamos vendo é infraestrutura sendo realmente destruída, o que significa que as consequências dessa guerra serão duradouras.\”

    O Irã atingiu o terminal de gás natural Ras Laffan, no Catar, que produz 20% do gás natural liquefeito do mundo. O ataque de 18 de março eliminou 17% da capacidade de exportação de GNL do Catar, e os reparos levarão até cinco anos, declarou a estatal QatarEnergy. A guerra causou um choque no petróleo desde o início. O Irã respondeu aos ataques dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro fechando, na prática, o Estreito de Ormuz – ponto de passagem de um quinto do petróleo mundial – ao ameaçar petroleiros que tentassem atravessá-lo.

    Exportadores de petróleo do Golfo, como Kuwait e Iraque, cortaram a produção porque não havia para onde enviar o petróleo sem acesso ao estreito. A perda de 20 milhões de barris de petróleo por dia provocou o que a Agência Internacional de Energia chama de “a maior interrupção de oferta da história do mercado global de petróleo.

    O preço do barril do petróleo Brent subiu 3,4% na sexta-feira, fechando a US$ 105,32. Antes da guerra, estava perto de US$ 70. O petróleo de referência dos EUA subiu 5,5%, fechando a US$ 99,64 por barril. \”Historicamente, choques no preço do petróleo como este levaram a recessões globais\”, observou Knittel.

    A guerra também trouxe à tona uma lembrança econômica ruim dos choques do petróleo dos anos 1970: a estagflação.

    \”Você está aumentando o risco de inflação mais alta e crescimento mais baixo\”, relata Carmen Reinhart, da Harvard Kennedy School e ex-economista-chefe do Banco Mundial.

    Gita Gopinath, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, escreveu recentemente que o crescimento econômico global, que antes da guerra era esperado em 3,3% neste ano, seria de 0,3 a 0,4 ponto percentual menor se os preços do petróleo atingirem média de US$ 85 por barril em 2026.

    Escassez e alta de fertilizantes prejudicam agricultores

    O Golfo Pérsico responde por uma grande parcela das exportações de dois fertilizantes essenciais: um terço da ureia e um quarto da amônia. Produtores da região têm vantagem: acesso fácil a gás natural barato, principal insumo dos fertilizantes nitrogenados.

    Até 40% das exportações mundiais de fertilizantes nitrogenados passam pelo Estreito de Ormuz.

    Agora que a passagem está bloqueada, os preços da ureia subiram 50% desde a guerra e os da amônia, 20%. O Brasil, grande produtor agrícola, é especialmente vulnerável porque obtém 85% de seus fertilizantes por importação, escreveu a estrategista de commodities Kelly Xu, da Alpine Macro. O Egito, grande produtor de fertilizantes, precisa de gás natural para fabricá-los, e a produção cai quando o abastecimento é insuficiente.

    Com o tempo, os preços mais altos de fertilizantes devem encarecer os alimentos e reduzir a oferta, à medida que agricultores economizam no uso e obtêm menores colheitas. O aperto na oferta de alimentos atingirá mais fortemente famílias de países mais pobres.

    A guerra também interrompeu o fornecimento global de hélio, subproduto do gás natural e insumo essencial para fabricação de chips, foguetes e exames de imagem médica. O Catar produz hélio na instalação de Ras Laffan e fornece um terço do hélio mundial.

    Racionamento de gás e limitação do ar-condicionado

    \”Nenhum país ficará imune aos efeitos desta crise se ela continuar nessa direção\”, afirmou Fatih Birol, chefe da Agência Internacional de Energia, em 23 de março.

    Países mais pobres serão os mais afetados e enfrentarão as maiores escassezes de energia \”porque serão superados em lances ao competir pelo petróleo e gás natural restantes\”, afirma Lutz Kilian, diretor do Centro de Energia e Economia do Federal Reserve Bank de Dallas.

    A Ásia está especialmente exposta: mais de 80% do petróleo e do GNL que passam pelo Estreito de Ormuz seguem para lá.

    Nas Filipinas, repartições públicas agora funcionam apenas quatro dias por semana, e funcionários devem limitar o uso do ar-condicionado a, no máximo, 24°C. Na Tailândia, servidores foram orientados a usar escadas em vez de elevadores.

    A Índia é o segundo maior importador mundial de gás liquefeito de petróleo, usado para cozinhar. O governo indiano está priorizando as famílias em relação às empresas ao distribuir o suprimento limitado e absorvendo a maior parte dos aumentos de preço para manter os custos baixos para famílias pobres.

    Mas a escassez de GLP obrigou alguns restaurantes a reduzir horários, fechar temporariamente ou retirar pratos como curries e frituras, que exigem muita energia.

    A Coreia do Sul, dependente de importações de energia, está restringindo o uso de carros por servidores públicos e restabeleceu tetos para preços de combustíveis que haviam sido abandonados nos anos 1990.

    Crise atinge uma economia dos EUA vulnerável

    Os Estados Unidos, maior economia do mundo, estão relativamente protegidos.

    O país é exportador de petróleo, então empresas de energia podem se beneficiar dos preços mais altos. E os preços do GNL são menores nos EUA do que em outros lugares porque as instalações de liquefação para exportação já operam com 100% da capacidade. Os EUA não podem exportar mais GNL do que já exportam, então o gás permanece no país, mantendo a oferta doméstica abundante e os preços estáveis.

    Ainda assim, o aumento da gasolina pesa sobre consumidores americanos já frustrados com o alto custo de vida. Segundo a AAA, o preço médio do galão de gasolina subiu para quase US$ 4, ante US$ 2,98 há um mês. \”Nada pesa mais no psicológico coletivo dos consumidores do que ter de pagar mais na bomba\”, escreveu Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics, com colegas.

    A economia dos EUA já dava sinais de fraqueza, crescendo a uma taxa anual de apenas 0,7% de outubro a dezembro, abaixo dos 4,4% de julho a setembro. Empregadores cortaram inesperadamente 92 mil vagas em fevereiro e criaram apenas 9.700 empregos por mês em 2025, o ritmo mais fraco fora de uma recessão desde 2002.

    Gregory Daco, economista-chefe da EY-Parthenon, elevou a probabilidade de recessão nos EUA no próximo ano para 40%. Em tempos \”normais\”, o risco é de apenas 15%.

    A recuperação levará tempo

    A economia mundial tem se mostrado resiliente diante de choques sucessivos: pandemia, invasão da Ucrânia pela Rússia, retorno da inflação e juros altos necessários para controlá-la.

    Por isso, havia otimismo de que também poderia absorver os danos da guerra no Irã. Mas essas esperanças estão diminuindo à medida que persistem as ameaças à infraestrutura energética do Golfo.

    \”Parte dos danos às instalações de GNL do Catar provavelmente levará anos para ser reparada\”, diz Kilian, do Fed de Dallas, que também mencionou os reparos necessários em refinarias de países como o Kuwait e em petroleiros do Golfo que precisam ser reabastecidos com combustível marítimo. \”O processo de recuperação será lento mesmo nas melhores circunstâncias.\”

    \”Não há nenhum ganho econômico no conflito com o Irã\”, escreveram Zandi e colegas. \”Neste momento, as perguntas são por quanto tempo as hostilidades continuarão e quanta destruição econômica causarão.\”

    Preocupações com a economia global se aprofundam à medida que a guerra no Irã se arrasta

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