Blog

  • Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

    Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

    A atriz britânica Daisy Edgar-Jones, de 27 anos, compartilhou a sua experiência com a endometriose e como esta condição afetou a sua pele e saúde ao longo dos anos. A artista confessou ainda que foi um alívio saber o diagnóstico.

    A atriz britânica Daisy Edgar-Jones, de 27 anos, falou abertamente sobre uma condição de saúde que afeta muitas mulheres e que pode ser difícil de diagnosticar: a Endometriose.

    A artista participou de um vídeo com dicas de beleza e maquiagem para a Vogue e contou que precisou lidar desde cedo com acne por causa da doença.

    “Tenho a pele muito sensível e sofri com acne durante toda a adolescência […] Tive acne muito severa […] Tenho endometriose, então meus hormônios ficam desregulados”, explicou.

    “Fui diagnosticada quando tinha, acho que, 24 anos. Por muito tempo tive cólicas menstruais muito dolorosas e minha pele estava muito instável. Foi um alívio descobrir o motivo de tudo isso”, relatou.

    A atriz de Normal People também contou como lidou com a acne ao longo dos anos e destacou mudanças no estilo de vida.

    “Descobri alguns produtos de cuidados com a pele que realmente funcionam para mim, mas também beber muita água e me alimentar bem — especialmente quando reduzo o consumo de laticínios — ajuda bastante”, disse.

    Segundo o médico Rui Viana, em declaração ao site da rede de saúde CUF, “a endometriose é uma doença caracterizada pela presença de tecido endometrial, que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina. Geralmente, esse tecido acaba se alojando, em 90% dos casos, na região pélvica, implantando-se em órgãos dessa área”.

    Atriz Daisy Edgar-Jones revela luta contra a endometriose

  • Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

    Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

    Andrea Kimi Antonelli, que largou da pole position, venceu o australiano Oscar Piastri (McLaren) por 13,722 segundos. O monegasco Charles Leclerc (Ferrari) terminou em terceiro, a 15,270 segundos do vencedor desta terceira etapa da temporada.

    Com esses resultados e o quarto lugar do britânico George Russell (Mercedes), Antonelli assume a liderança do campeonato mundial, com 72 pontos.

     

    Kimi Antonelli vence GP do Japão e faz história na Fórmula 1

  • São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

    São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

    VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O São Paulo encerrou a janela de transferências com seis reforços confirmados e um investimento direto de apenas 500 mil euros (cerca de R$ 2,7 milhões, na cotação atual) -valor referente ao empréstimo do meia Cauly.

    O time paulista repetiu a estratégia adotada no início da temporada e apostou em oportunidades de mercado. Chegaram ao clube Danielzinho, Carlos Coronel, Matheus Dória e Lucas Ramon, além de Artur, todos sem custos de transferência. As negociações foram conduzidas pelo diretor executivo do clube, Rui Costa.

    O único valor envolvido foi justamente pelo empréstimo de Cauly, mas que, na prática, será compensado por pendências financeiras do Bahia com o São Paulo -por causa das recentes negociações envolvendo Michel Araújo e Rodrigo Nestor.

    A diretoria de futebol reforça um padrão claro: baixo investimento imediato e busca por soluções criativas, como compensações financeiras e empréstimos com gatilhos futuros.

    Assim, o impacto direto no caixa foi praticamente nulo.

    Mais do que o baixo custo, o principal ponto valorizado internamente é a resposta no campo. Com exceção de Carlos Coronel e Dória, todos os reforços já tiveram participação direta em momentos importantes da temporada.

    Danielzinho e Lucas Ramon se consolidaram como titulares e peças-chave da equipe. O meio-campista passou a integrar o trio principal ao lado de Bobadilla e Marcos Antônio, enquanto o lateral assumiu a posição e deu estabilidade ao setor.

    Já Cauly também ficou sob os holofotes nos últimos dias: ganhando espaço com a lesão de Lucas Moura, que deve ficar fora dos gramados até maio.

    NA ÚLTIMA HORA

    Nos instantes finais da janela, o clube fechou a contratação por empréstimo do atacante Artur, que pertence ao Botafogo.
    O contrato prevê opção de compra fixada em 6 milhões de euros por 60% dos direitos econômicos.

    Caso receba proposta no meio do ano, o São Paulo terá prioridade para exercer a compra e manter o jogador.

    São Paulo fecha janela com 6 reforços e apenas 500 mil euros gastos

  • Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

    Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

    A Apple decidiu começar a tomar medidas para evitar que empresas rivais – como a OpenAI – consigam “roubar” os seus funcionários, atribuindo bônus no valor de centenas de milhares de dólares de forma a convencer os designers do iPhone a ficarem na empresa.

    A Apple estaria tentando evitar que os designers responsáveis pelo iPhone considerem aceitar empregos em empresas concorrentes. De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa decidiu oferecer compensações financeiras a alguns funcionários para convencê-los a permanecer.

    Segundo a publicação, a Apple concedeu “nesta semana raros bônus aos designers de hardware” do iPhone, destacando que essas recompensas foram dadas fora do período habitual em que a empresa costuma distribuir bônus aos seus colaboradores.

    Esses bônus teriam valores entre 200 mil e 400 mil dólares (cerca de 173 mil a 347 mil euros), pagos em forma de ações da empresa. Para receber o valor total, os funcionários precisam permanecer na Apple pelos próximos quatro anos.

    O objetivo é claro: impedir que empresas concorrentes, como OpenAI e Meta, consigam atrair esses profissionais.

    Como lembra o site 9to5Mac, uma das saídas mais relevantes recentes foi a de Tang Tan, ex-vice-presidente de design de produto da Apple, que deixou a empresa em 2023 para assumir o cargo de Chief Hardware Officer na OpenAI.

    Desde então, vários engenheiros da Apple teriam trocado a chamada “Empresa da Maçã” pela companhia responsável pelo ChatGPT, passando a trabalhar no primeiro produto de hardware da OpenAI em parceria com o designer do iPhone, Jony Ive.

    Apple paga fortunas para evitar que rivais "roubem" funcionários

  • Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

    Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

    O Kuwait e os Emirados Árabes Unidos (EAU) voltaram a ser alvo de mísseis e drones iranianos, de acordo com as autoridades dos dois países.

    “Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos estão atuando ativamente contra ameaças relacionadas a mísseis e drones”, informou o Ministério da Defesa do país na rede social X.

    O Exército do Kuwait também relatou ataques com “mísseis e drones hostis”.

    “As defesas aéreas do Kuwait estão atualmente repelindo ataques realizados por mísseis e drones hostis”, informou o Estado-Maior do país na X, acrescentando que “as explosões ouvidas são resultado da interceptação desses ataques pelos sistemas de defesa aérea”.

    A ofensiva no Irão, coordenada entre Estados Unidos e Israel, completou um mês no sábado.

    O conflito já resultou em ataques iranianos contra alvos militares e estratégicos em vários países aliados de Washington na região.

    Kuwait e EAU são alvos de mísseis e drones iranianos

  • Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

    Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

    Depois de vencer o Óscar de Melhor Ator, Michael B. Jordan pediu um aumento significativo do seu cachet para o remake de “Miami Vice”. O ator pediu 18 milhões de dólares, o dobro do que foi inicialmente oferecido.

    O ator Michael B. Jordan está aproveitando o fato de ter vencido o Oscar de Melhor Ator para pedir um aumento de cachê.

    O jornalista Jeff Sneider revelou que o ator do filme Pecadores solicitou cerca de 18 milhões de dólares (aproximadamente 15,5 milhões de euros) para protagonizar o remake do clássico dos anos 80, Miami Vice.

    Inicialmente, o estúdio responsável pelo projeto havia oferecido 9 milhões de dólares, valor que ainda não tinha sido aceito, já que o agente do ator recomendou que ele aguardasse a cerimônia do Oscar para decidir quanto pedir.

    Como acabou levando a estatueta, Michael B. Jordan passou a exigir o dobro do valor inicial.

    Agora, a produtora irá avaliar a proposta, já que existem outras questões envolvidas, como a possível reação de Austin Butler, que também fará parte do elenco. Segundo o jornalista, ele pode não ficar satisfeito com a diferença salarial.

    Há ainda rumores de que os produtores pretendem convidar Tom Cruise para interpretar o vilão da história.

    Se as negociações forem concluídas, a produtora pode gastar cerca de 43 milhões de euros apenas com os cachês dos protagonistas e do vilão.

    Vale lembrar que Miami Vice foi exibida entre 1984 e 1989, acompanhando os detetives disfarçados Sonny Crockett e Ricardo Tubbs no combate ao tráfico de drogas na Flórida. Em 2006, a história ganhou uma versão para o cinema, e este novo remake pode chegar às telonas em 2027. Segundo a imprensa, as filmagens devem começar ainda este ano.

    Michael B. Jordan foi um dos grandes destaques da última edição do Oscar, ao vencer o prêmio de Melhor Ator por Pecadores, no qual interpretou os irmãos gêmeos Smoke e Stack.

    Durante o discurso de agradecimento, o ator fez questão de homenagear artistas negros que já conquistaram o mesmo prêmio.

    “Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim: Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. E estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre os meus ancestrais […]”, declarou.

    Michael B. Jordan pede aumento salarial de milhões após vencer um Óscar

  • Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump

    Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump

    A terceira edição do protesto “No Kings” voltou a arrastar multidões para as ruas de Nova York, onde se manifestaram contra o Governo “tirano” de Donald Trump, a quem acusam de tentar derrubar a democracia nos Estados Unidos.

    Em Nova Iorque, o protesto começou próximo ao Central Park e seguiu até a turística Times Square, com milhares de pessoas marchando pela destituição do presidente.

    “Este presidente está destruindo tudo aquilo que a América representa. As guerras, a economia, as leis que Donald Trump tem violado… Estamos perdendo o Estado de Direito”, disse à Lusa Ellen, uma moradora de Nova Iorque de 84 anos.

    “Nunca imaginei que, nessa idade, teria que ir às ruas protestar contra o fascismo”, lamentou, acrescentando: “Esta já não é a nossa América”.

    Ellen estava acompanhada do marido, Mark, de 82 anos, que também demonstrou preocupação com a guerra em curso no Irão.

    Na visão dele, Donald Trump estaria sendo influenciado pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a quem acusou de matar civis no Líbano e em outros países da região.

    Mais de 3.000 manifestações estão programadas para hoje em todo o país, com o objetivo de condenar diversas políticas do chefe de Estado e expressar descontentamento com sua forma de governar, vista pelos manifestantes como uma tentativa de monarquia.

    “Trump quer governar sobre nós como um tirano”, afirma o site do protesto No Kings. “Mas esta é a América, e o poder pertence ao povo — não a aspirantes a reis ou aos seus aliados bilionários”, acrescenta o movimento.

    No meio da multidão em Nova Iorque, cartazes exibiam frases como: “Graças a este presidente, somos uma vergonha global”, “‘Impeachment’ já!”, “Salvem o Congresso, defendam a Constituição, votem nos Democratas”, “Abolir a polícia anti-imigração já!” e “Trump não tem capacidade para ser presidente”.

    Assim como nas edições anteriores, os protestos não se concentram em uma única pauta. O objetivo é unir pessoas com diferentes críticas ao governo federal.

    “Tive que sair às ruas porque acredito que precisamos defender a democracia. Estou especialmente preocupado com a intimidação de eleitores. Estou muito frustrado com o rumo que o nosso país está tomando”, disse Tom, de 56 anos, à Lusa.

    Sobre a guerra no Oriente Médio, ele afirmou que “alguém realmente precisava agir contra o regime do Irã”, que estaria “prejudicando o povo iraniano”. No entanto, argumentou que essas ações deveriam ser conduzidas “por alguém que sabe o que está fazendo”, sugerindo que Donald Trump e seu governo não estão preparados para a complexidade da situação.

    Já em relação à política anti-imigração da atual administração, Tom destacou a importância dos imigrantes para o país.

    “Os imigrantes são muito importantes e deveriam ser tratados com respeito. A América está passando por um momento difícil, mas queremos que o mundo saiba que queremos ser amigos”, concluiu.

    A primeira edição do No Kings ocorreu em junho passado, no mesmo dia em que Donald Trump organizou um desfile militar em Washington para celebrar os 250 anos do Exército norte-americano — data que também coincidiu com seu 79º aniversário.

    Quatro meses depois, em outubro, mais de sete milhões de pessoas participaram das manifestações do No Kings em todos os 50 estados, segundo os organizadores — uma coalizão de grupos ativistas e associações progressistas.

    Na cidade de Nova Iorque, as autoridades estimaram que mais de 100 mil pessoas participaram na ocasião, incluindo muitas crianças e idosos.

    Para os protestos de hoje, a organização espera uma adesão ainda maior, prevendo que será o “maior dia de ação não violenta” da história dos Estados Unidos.

    A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirmou em comunicado divulgado pelo The New York Times que “as únicas pessoas que se importam” com esses protestos “são os repórteres pagos para cobri-los”.

     

    Multidão sai às ruas de Nova York contra governo de Donald Trump

  • Tentativa de atentado a bomba em Paris; suspeito tem 17 anos

    Tentativa de atentado a bomba em Paris; suspeito tem 17 anos

    O prédio do Bank of America em Paris, França, foi alvo de uma tentativa de atentado com uma bomba durante a madrugada deste sábado, por volta das 3h25. Um homem deixou um explosivo à porta do banco, mas foi detido antes de o conseguir detonar.

    O prédio de um banco norte-americano em Paris, França, foi alvo de uma tentativa de atentado com bomba na madrugada deste sábado. Segundo o Le Parisien, um homem deixou um artefato explosivo improvisado em frente ao Bank of America.

    Tudo aconteceu por volta das 3h25 (2h25 em Lisboa), de acordo com o jornal, que cita uma fonte policial anônima. O suspeito deixou o explosivo na entrada do prédio e se preparava para acender o dispositivo com um isqueiro quando foi detido pela polícia. No momento, havia agentes nas proximidades do banco devido a uma operação de segurança no local.

    As autoridades também observaram que o suspeito não estava sozinho quando tentava detonar o explosivo. Um segundo indivíduo, possivelmente cúmplice, estava com ele, mas conseguiu fugir.

    Durante a investigação, o homem detido confessou que foi pago para realizar o atentado. Ele afirmou ter sido contatado pelo Snapchat para executar o ataque. Em troca, disse ter recebido 600 euros.

    Segundo a BFMTV, o suspeito afirmou ter nascido em 2009, sendo, portanto, menor de idade, com 17 anos, e de nacionalidade senegalesa. O jovem está sob custódia policial.

    No local, as autoridades encontraram o artefato, composto por um recipiente transparente com cerca de cinco litros de um líquido ainda não identificado e aproximadamente 650 gramas de pólvora. O dispositivo foi apreendido e está sendo analisado pelo laboratório central da polícia de Paris.

    A investigação foi transferida para o departamento antiterrorista da brigada criminal da polícia judiciária de Paris, e o caso está sendo tratado como um atentado terrorista.

    À BFMTV, as autoridades informaram que foi aberta uma investigação por crimes como “tentativa de dano por incêndio ou meios perigosos em conexão com organização terrorista”, “fabricação de dispositivo incendiário ou explosivo em conexão com organização terrorista”, “posse e transporte de dispositivo incendiário ou explosivo com intenção de causar danos perigosos, em conexão com organização terrorista” e “associação criminosa terrorista”.

    Em uma publicação na rede social X, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, elogiou a “rápida intervenção” das autoridades, que impediram “um violento ataque terrorista na noite passada em Paris”.

    “A vigilância permanece em um nível mais alto do que nunca. Parabenizo todas as forças de segurança e inteligência, totalmente mobilizadas sob minha autoridade no atual contexto internacional”, acrescentou o ministro.

    Tentativa de atentado a bomba em Paris; suspeito tem 17 anos

  • Direção suspende castigo do monstro de Ana Paula e Milena no BBB 26 após apelo do público

    Direção suspende castigo do monstro de Ana Paula e Milena no BBB 26 após apelo do público

    A produção decidiu suspender temporariamente a dinâmica, que também envolvia Milena Moreira.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A rotina do BBB 26 sofreu uma intervenção neste sábado (28) após Ana Paula Renault relatar dores intensas e cansaço extremo durante o cumprimento do castigo do monstro.

    A produção decidiu suspender temporariamente a dinâmica, que também envolvia Milena Moreira.

    A situação veio à tona quando a líder da semana foi chamada ao closet para participar de uma ação patrocinada, mas afirmou não ter condições físicas de continuar. Visivelmente abatida, ela fez um apelo direto à produção. “Estou no monstro, a gente não dormiu, estou morrendo de dor. Está doendo muito”, disse.

    Ana Paula ainda explicou que tem histórico de cirurgia na coluna, o que agravaria o desconforto. Segundo a sister, o acúmulo de noites mal dormidas e a falta de alimentação adequada intensificaram o quadro, dificultando até tarefas simples, como provar roupas.

    Diante do relato e das diversas reclamações de fãs nas redes sociais, a equipe do programa optou por interromper o castigo de forma provisória para garantir a recuperação das participantes. Mais cedo, a produção já havia solicitado atendimento médico para a jornalista.

    O castigo do monstro havia sido imposto por Solange Couto, vencedora da prova do anjo realizada na sexta-feira (27). Na dinâmica, os participantes precisaram derrubar estruturas infláveis enquanto conduziam carrinhos, e a atriz garantiu a liderança da prova ao somar 112 pontos.

    Direção suspende castigo do monstro de Ana Paula e Milena no BBB 26 após apelo do público

  • 'Tem que virar a página da desconfiança com Michelle e Tarcísio', diz Flávio Bolsonaro nos EUA

    'Tem que virar a página da desconfiança com Michelle e Tarcísio', diz Flávio Bolsonaro nos EUA

    Em entrevista no Gaylord Texan Resort, ele afirmou que está feliz com a ida do pai para casa. Como a Folha de S. Paulo mostrou, com a prisão domiciliar autorizada a Jair Bolsonaro, membros do PL e integrantes da pré-campanha de Flávio afirmaram que, com Bolsonaro em casa, Michelle influenciaria ainda mais as decisões políticas dele.

    ISABELLA MENON
    DALLAS, EUA (CBS NEWS) – O senador e pré-candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou que é preciso “virar a página da desconfiança com Tarcísio [de Freitas] e Michelle [Bolsonaro]”, durante evento nos Estados Unidos. Ele participa do Cpac (Conservative Political Action Conference), maior evento conservador dos EUA.

    Em entrevista no Gaylord Texan Resort, ele afirmou que está feliz com a ida do pai para casa. Como a Folha de S. Paulo mostrou, com a prisão domiciliar autorizada a Jair Bolsonaro, membros do PL e integrantes da pré-campanha de Flávio afirmaram que, com Bolsonaro em casa, Michelle influenciaria ainda mais as decisões políticas dele.

    Alguns aliados de Flávio criticam a ex-primeira-dama por não ter embarcado em sua campanha. Enquanto parte dos bolsonaristas diz acreditar que a preponderância dela sobre Bolsonaro pode agravar esse racha na família, outros afirmam que, pelo contrário, Bolsonaro agora poderá agir como ponte e recompor o diálogo entre a mulher e o filho. Também disseram que a medida intensificará a participação do pai nas articulações do filho.

    Flávio nega qualquer problema com a madrasta, chamou os supostos problemas familiares de “falsa narrativa” e disse que também trabalhou para que o pai fosse transferido para a prisão domiciliar. “Ele vai estar muito mais bem cuidado em casa com a Michelle, com a família, com profissionais de saúde.”

    “Essas falsas narrativas, como se a Michelle quisesse uma coisa e eu outra, não procedem. A gente está alinhado no mesmo princípio de evitar o desastre que seria o Brasil ter mais quatro anos governados pelo PT. Não tem absolutamente nada que possa acontecer para ter alguma mudança com relação à minha pré-candidatura”, disse ele.

    Ele também afastou a possibilidade de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), “volte para o jogo”. O nome de Tarcísio apareceu ao longo do ano passado como possível alternativa para a disputa da Presidência, indicado por Bolsonaro. No entanto, o ex-presidente indicou Flávio para a campanha.

    Sobre a relação com o pai, Flávio disse que, caso vença, o pai “não tem condições de assumir um cargo, mas, se Deus quiser, ele vai subir a rampa junto comigo em 2027”. “Vai ser sempre alguém que eu vou consultar para tomar decisões, mas o candidato sou eu.”

    Sobre outros cargos, como vice e ministro da Fazenda, evitou citar nomes. E aproveitou para criticar o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), dizendo que, em um eventual governo, vai escolher uma pessoa que “entenda de economia e infinitamente melhor do que ele.

    Segundo ele, o Brasil vai sofrer “uma profunda modernização de toda a sua máquina pública” se ele vencer as eleições.

    “Nós vamos promover tesouradas [sem especificar quais] para que possamos desburocratizar, revogar normas regulamentadoras, revogar essa série de decretos que existe aí para atravancar os empreendimentos que só causam insegurança jurídica.”

    Em relação à segurança pública e à pressão que ele e Eduardo têm feito para que o PCC e CV sejam designados como organizações terroristas pelos EUA, ele disse que não vai pedir para que o Trump faça a classificação. “Não vou pedir para o Trump designar ninguém, eu vou designar PCC e CV como terroristas. Já que o Lula não teve coragem de fazer.”

    O governo Lula (PT) evita a classificação por receio de que ela possa deixar empresas brasileiras e o sistema financeiro nacional expostos a sanções unilaterais dos EUA. Por outro lado, a direita critica a atuação do governo brasileiro e afirma que ele faz lobby a favor das facções criminosas.

    Em meio ao escândalo do caso Master, o senador negou que tente silenciar o assunto e disse que fala sobre ele “todos os dias”. Entre os nomes citados no caso está o ex-chefe da Casa Civil da gestão Bolsonaro, Ciro Nogueira.

    Flávio disse que Jair Bolsonaro não esteve com Vorcaro “que eu saiba” e disse que, em um eventual mandato, vai focar no combate à corrupção e disse que o escândalo é uma “conta do PT”.

    Em discurso na semana passada, Lula se referiu ao caso Master como “ovo da serpente” deixado pela gestão Bolsonaro. A cúpula do governo julga não ter nada a ver com o escândalo, mas avalia que a fraude tem causado desgaste à imagem da atual gestão.

    Flávio e Eduardo participam juntos de uma palestra durante o Cpac neste sábado (28). Esta é a terceira viagem do pré-candidato à presidência aos Estados Unidos neste ano. Depois da agenda em Dallas, ele segue nos próximos dias em solo americano para uma agenda que não foi divulgada.

    'Tem que virar a página da desconfiança com Michelle e Tarcísio', diz Flávio Bolsonaro nos EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política