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  • Estudo revela que mais de 150 mil mortes por covid-19 não foram contabilizadas nos EUA

    Estudo revela que mais de 150 mil mortes por covid-19 não foram contabilizadas nos EUA

    Cerca de 840 mil mortes por covid-19 foram registradas em certidões de óbito em 2020 e 2021 nos Estados Unidos; resultados das pesquisas foram publicados na revista Science Advances

    O número inicial de mortes pela pandemia de covid-19 foi muito maior do que a contagem oficial dos Estados Unidos, de acordo com um novo estudo que destaca grandes disparidades nos óbitos não contabilizados.

    Cerca de 840 mil mortes por covid-19 foram registradas em certidões de óbito em 2020 e 2021. No entanto, um grupo de pesquisadores – utilizando uma forma de inteligência artificial – estima que, nesse período, até 155 mil mortes teriam ocorrido fora dos hospitais e ficado sem reconhecimento. Isso significa que cerca de 16% das mortes pela doença não teriam sido contabilizadas nesses anos.

    Os resultados, publicados na quarta-feira, 18, na revista Science Advances, são semelhantes às estimativas de outros estudos sobre mortes durante a pandemia naquele período. Mas, na nova pesquisa, os autores tentaram determinar exatamente quais mortes teriam ficado de fora dos registros oficiais.

    A resposta: provavelmente, os mortos não contabilizados eram hispânicos e negros, morreram nos primeiros meses da pandemia e moravam em certos estados do Sul e Sudoeste – incluindo Alabama, Oklahoma e Carolina do Sul.

    Seis anos após a pandemia de coronavírus ter se alastrado pelos EUA, as barreiras ainda persistem para muitas das mesmas pessoas, afirma Steven Woolf, pesquisador da Virginia Commonwealth University que não participou do estudo.

    “Pessoas marginalizadas continuam morrendo em taxas desproporcionais porque não têm acesso a cuidados médicos”, diz ele.

    Acesso não foi o único desafio

    Embora os pacientes hospitalizados fossem rotineiramente testados para covid-19, muitos dos que adoeceram e morreram fora dos hospitais não foram testados – frequentemente porque os testes domiciliares não estavam disponíveis no início da pandemia, afirma uma das autoras do estudo, Elizabeth Wrigley-Field, da Universidade de Minnesota.

    Em algumas partes do país, as investigações de óbitos são conduzidas por legistas que nem sempre possuem formação especializada. Além disso, algumas pesquisas sugerem que opiniões partidárias podem influenciar a decisão da pessoa doente ou de seus familiares de realizar o teste para covid-19 e a realização de testes post-mortem para o coronavírus pelos legistas. De fato, alguns legistas relataram que familiares os pressionaram para que a covid-19 não fosse listada como causa da morte.

    “Nosso sistema antiquado de investigação de óbitos é um dos principais motivos pelos quais não conseguimos obter números precisos, principalmente fora das grandes áreas metropolitanas”, afirma Andrew Stokes, da Universidade de Boston, autor principal do artigo.

    Contagem de mortes foi afetada pela política

    Os dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) contabilizam mais de 1,2 milhão de mortes por covid-19 nos Estados Unidos desde o início da pandemia, no começo de 2020. Mais de dois terços dessas mortes relatadas ocorreram em 2020 e 2021.

    A contagem tem sido alvo de debate há muito tempo, devido a alegações falsas nas redes sociais de que o número de mortes estaria inflado. Para piorar a situação, o presidente Donald Trump, em agosto de 2020, retuitou uma publicação que afirmava que apenas 6% das mortes relatadas eram, de fato, causadas pela covid-19 – publicação que o Twitter posteriormente removeu.

    Com certeza houve outras causas de morte durante a pandemia. Por exemplo, pessoas não infectadas morreram de outras condições médicas porque não conseguiam atendimento em hospitais sobrecarregados com pacientes com covid-19. Pessoas com dependência química morreram de overdose como resultado do isolamento social e da perda de acesso ao tratamento. Outros estudos que estimaram o número real de mortes durante a pandemia levaram esses óbitos em consideração.

    Mas Stokes e seus colaboradores queriam se concentrar nas mortes de pessoas infectadas pelo coronavírus. Eles usaram aprendizado de máquina para analisar as certidões de óbito de pacientes infectados que morreram em hospitais e, em seguida, usaram padrões observados nesses registros para avaliar as certidões de óbito de pessoas que morreram fora dos hospitais e cujas mortes foram atribuídas a doenças como pneumonia ou diabetes.

    A compreensão dos cientistas sobre os pontos fortes e fracos da pesquisa com uso de aprendizado de máquina ainda está em evolução, mas Woolf considera o uso que a equipe fez dessa tecnologia “intrigante”.

    *Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.

    Estudo revela que mais de 150 mil mortes por covid-19 não foram contabilizadas nos EUA

  • Asteroide Ryugu contém bases do DNA e reforça hipótese sobre origem da vida

    Asteroide Ryugu contém bases do DNA e reforça hipótese sobre origem da vida

    A informação foi divulgada na revista científica Nature Astronomy e reforça a hipótese de que os elementos essenciais à vida podem ter origem no espaço

    Pesquisadores identificaram, pela primeira vez, a presença simultânea das cinco bases nitrogenadas que compõem o DNA e o RNA em amostras do asteroide Ryugu. Os resultados foram publicados em artigo na revista científica Nature Astronomy e reforçam a hipótese de que os elementos essenciais à vida podem ter origem no espaço.

    As análises foram realizadas a partir de material coletado pela missão japonesa Hayabusa2, que trouxe à Terra fragmentos do asteroide em condições consideradas praticamente livres de contaminação terrestre. Nas amostras, os cientistas detectaram adenina, guanina, citosina, timina e uracila, moléculas fundamentais para o armazenamento e a transmissão de informações genéticas.

    Segundo o estudo, as substâncias identificadas não têm origem biológica, mas resultam de processos químicos naturais ocorridos no ambiente espacial. A descoberta indica que compostos orgânicos complexos podem se formar em asteroides e, potencialmente, serem transportados para planetas por meio de impactos.

    Os pesquisadores também observaram diferenças na composição química quando compararam o material de Ryugu com o de outros corpos celestes analisados anteriormente. Isso sugere que cada asteroide pode apresentar uma história química própria, influenciada por fatores como temperatura, presença de água e exposição à radiação.

    Embora os resultados não comprovem a existência de vida fora da Terra, o estudo fortalece a hipótese de que os “blocos fundamentais” da vida são amplamente distribuídos no Sistema Solar. A partir desse cenário, cientistas consideram que parte dos ingredientes necessários para o surgimento da vida na Terra pode ter sido entregue por asteroides ao longo da formação do planeta.

    A pesquisa integra um conjunto crescente de evidências na área da astrobiologia, que busca compreender como moléculas orgânicas complexas se formam e evoluem fora da Terra. Os autores destacam que novas análises, incluindo amostras de outros asteroides, podem ampliar a compreensão sobre a origem química da vida.

    Asteroide Ryugu contém bases do DNA e reforça hipótese sobre origem da vida

  • Hugo Souza é convocado para seleção após corte de Alisson por lesão

    Hugo Souza é convocado para seleção após corte de Alisson por lesão

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, foi convocado pelo técnico Carlo Ancelotti para os amistosos contra França e Croácia, neste mês de março. Ele substitui Alisson, do Liverpool, que se machucou e foi cortado.

    O Liverpool e a CBF ainda não informaram qual foi a lesão sofrida por Alisson. O brasileiro foi titular e disputou todo o jogo que terminou na vitória do Liverpool sobre o Galatasaray por 4 a 0, na quarta-feira, pela Champions League.

    Hugo se junta a Ederson e Bento na seleção. O goleiro do Corinthians se apresentará a Carlo Ancelotti e à sua comissão técnica após disputar o jogo de domingo, contra o Flamengo, pelo Brasileirão.

    O chamado vem horas após o goleiro lamentar ter ficado de fora da lista original. Ele comentou a ausência após o empate por 0 a 0 com a Chapecoense, ontem, pelo Brasileirão.

    “Eu vinha sendo convocado antes, claro que a gente cria esperança. Mas isso me dá mais motivos para trabalhar, para dar o meu melhor, evoluir, crescer. Eu estava com a família ali e o que eu falei junto com todo mundo foi que teria que trabalhar mais do que antes. E é isso que minha cabeça pensa realmente, meu coração está em paz. Fazer o meu melhor aqui no clube para que, se Deus quiser, eu possa realizar o meu sonho. Todo mundo sabe que é um sonho estar lá na Copa do Mundo, e eu vou trabalhar muito, vou me dedicar muito para que aconteça e o importante é que, se der certo ou errado, a minha parte seja feita e é isso que eu me preocupo em fazer”, disse Hugo Souza.

    Ancelotti havia explicado a ausência de Hugo no dia da convocação, na última segunda-feira. O treinador destacou que a posição de goleiro não está 100% fechada.

    “Não tem posição 100% fechada. Como eu disse, a evolução é contínua em cada jogo para cada atleta. Mas pensamos que Alisson, Bento e Ederson são os melhores nesse momento”, disse Ancelotti.

    Com a convocação de hoje, Hugo entra para a lista dos únicos jogadores que estiveram presentes em todas as convocações de Ancelotti na seleção. Nas outras, no entanto, ele havia sido chamado de primeira -foi cortado dos amistosos contra Tunísia e Senegal, na Data Fifa passada, por lesão.

    A seleção brasileira vai enfrentar França e Croácia nos Estados Unidos na última Data Fifa antes da convocação oficial para a Copa do Mundo. Os jogos ocorrem nos dias 26 e 31 de março, em Boston e Orlando, respectivamente.

    O atacante custou quase R$ 200 milhões ao RubroFlamengo somando luvas, impostos e comissões. Ex-Atlético de Madri, ele chegou com o rótulo de “contratação mais cara da história do clube”, algo que parece ter lhe gerado um peso

    Folhapress | 13:45 – 20/03/2026

    Hugo Souza é convocado para seleção após corte de Alisson por lesão

  • Moro e Deltan tentam 'reviver farsa da Lava Jato' com ajuda da Globo

    Moro e Deltan tentam 'reviver farsa da Lava Jato' com ajuda da Globo

    Deltan Dallagnol e Sergio Moro estão propagando tese de Gerson Camarotti, da GloboNews, de que Vorcaro ascendeu com desmonte da Lava Jato. Banco Master foi criado em 2019 e ganhou força no governo Bolsonaro, quando o ex-juiz era ministro da Justiça

    Com as eleições presidenciais se aproximando, a internet e imprensa estão sendo tomadas por narrativas para mexer com a imagem do governo Lula, que pelas pesquisas é o favorito para ser reconduzido ao cargo, além de fazer a oposição crescer nas pesquisas. No últimos dias vazamentos seletivos de uma ala da Polícia Federal (PF) foram jogados para a população para mexer com a opinião pública.

    Nas redes sociais, o ex-juiz Sergio Moro (PL-PR) e o ex-procurador e deputado cassado Deltan Dallagnol (Novo) decidiram se juntar a TV Globo, que vem sendo acusada de propagar ataques contra o governo Lula, e estão defendendo uma tese de Gerson Camarotti, analista política da GloboNews, que tenta ligar a ascensão de Daniel Vorcaro ao que ele classifica como “desmonte da Lava Jato”.

    Em seguida, Sergio Moro compartilhou a tese nas redes afirmando que Daniel Vorcaro ascendeu pelo vazio deixado pela operação: “O desmonte da Lava Jato abriu os portões do inferno para a volta da roubalheira sem pudor”, disse. A tese do jornalista da TV Globo foi prontamente compartilhada por Deltan Dallagnol nas redes sociais.

    No entanto, Moro ignorou o fato que teve aval do Banco Central de Roberto Campos Neto para criar o Banco Master em 2019, quando ele era ministro da Justiça do então governo Jair Bolsonaro.

    No X (antigo Twitter), internautas rebateram publicações de Moro sobre o assunto, classificando a Lava Jato como ‘farsa’ e relembrando que na época da operação, a emissora carioca teria ‘usado’ o juiz para criar narrativas negativas contra o Partido dos Trabalhadores. Um internauta relembrou entrevista com ‘bajulação’ de Camarotti para Moro, defendendo a Lava Jato: “A Globo acha que esquecemos que eles tentaram usar a Lava Jato para afundar o PT. Tanto é, que o Valdemar Costa Neto estava envolvido na operação, mas apenas citam a esquerda. Valdemar é líder do PL, partido de Bolsonaro, no qual Moro se filiou”, disse um.

    “Você é aliado do mesmo grupo político que acabou com a Lava-Jato, está se fazendo de besta senador?”, questionou outro. O mais triste para mim é ver o senhor senador ao lado justamente das pessoas, ou melhor, da família que promoveu esse desmonte. Sei que busca preservar capital político e apoio, mas ao se aliar aos Bolsonaros você destruiu sua história. Sua covardia foi maior. Lamentável”, destacou internauta.

    Globo usa filho para desgastar Lula

    O advogado Marco Aurélio Carvalho, que atua na defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou que a TV Globo está retomando os velhos métodos da Lava Jato e usa a imagem do filho para desgastar o presidente Lula, que tentará seu quarto mandato no Palácio do Planalto nas eleições de outubro, onde provavelmente Flávio Bolsonaro (PL) estará entre os candidatos.

    Em entrevista à ‘Revista Fórum’, Carvalho comentou a edição da noite anterior do Jornal Nacional, que dedicou boa parte do telejornal para exibir reportagem baseada a partir de “uma coincidência entre repasses de Antônio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’, à empresa de uma amiga de Lulinha e pagamentos feitos por ela para uma agência de viagens.

    Horas depois, Flávio Bolsonaro, que criticou a emissora muitas vezes a chamando de ‘GloboLixo’, compartilhou em suas redes a reportagem na íntegra, mostrando um alinhamento com a emissora.

    O advogado destacou que como a oposição não tem um projeto para o país, que a emissora então armou uma estratégia para bater no governo de outra forma. Para ele, a Globo se associar ao bolsonarismo, remete aos tempos ‘tenebrosos’ da Lava Jato, quando a força tarefa comandada por Sergio Moro (PL-PR) e Deltan Dallagnol (Novo-PR) – candidatos de Flávio Bolsonaro ao governo do Estado e ao Senado no Paraná – mantinha uma rede de relacionamentos com jornalistas da mídia liberal para fabricar narrativas contra Lula.

    “A Globo está tentando desgastar o governo atingindo a imagem do filho do presidente para novamente, de uma forma absolutamente inadequada, retomar o tema da corrupção”, afirmou Carvalho.

    Segundo ele, o método usa novamente vazamentos seletivos, escoados por agentes de Estado, incluindo dentro da Polícia Federal, para abastecer a narrativa na mídia liberal, que está alinha ao bolsonarismo. O advogado antecipou à Fórum que está entrando com representação na Justiça para pedir investigações sobre esses vazamentos.

    “Nós estamos representando a Polícia Federal para pedir apurações rigorosas em relação a esses vazamentos seletivos, que são sempre descontextualizados e sugerem coisas que efetivamente não aconteceram”, disse.

    Moro e Deltan tentam 'reviver farsa da Lava Jato' com ajuda da Globo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Morre Chuck Norris, lenda dos filmes de ação, aos 86 anos

    Morre Chuck Norris, lenda dos filmes de ação, aos 86 anos

    Ator Chuck Norris morreu aos 86 anos, nesta quinta-feira (19), depois de ter sido hospitalizado de emergência no Havaí. A notícia foi confirmada através de uma publicação que foi feita em nome da família no Instagram

    Morreu o ator Chuck Norris, aos 86 anos, depois de ter sido hospitalizado no Havaí. O astro dos filmes de ação teria falecido na manhã de quinta-feira (19), como a família confirma em uma publicação que foi feita no Instagram. 

    “É com profunda tristeza que a nossa família comunica a morte repentina do nosso querido Chuck Norris na manhã de ontem [quinta-feira]”, começaram escrevendo na nota divulgada esta sexta-feira.

    “Embora o nosso desejo seja manter as circunstâncias em sigilo, saibam que ele estava rodeado pela família e em paz”, acrescentaram. 

    “Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, ele era um marido dedicado, um pai e um avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família. Viveu a sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Através do seu trabalho, disciplina e bondade, inspirou milhões de pessoas no mundo inteiro e deixou um impacto duradouro em muitas vidas”, pode ainda ler-se na mesma publicação. 

    “Embora estejamos de coração partido, somos profundamente gratos pela vida que viveu e pelos momentos inesquecíveis que tivemos a bênção de compartilhar com ele. O amor e o apoio que recebeu dos fãs no mundo inteiro significaram muito para ele, e nossa família é verdadeiramente grata por isso. Para ele, vocês não eram apenas fãs, eram amigos. Sabemos que muitos souberam da sua recente hospitalização e somos muito gratos pelas orações e pelo apoio que lhe enviaram”, disseram ainda, terminado com um pedido de privacidade neste momento difícil. 

    “No meio da dor desta perda, pedimos gentilmente privacidade para a nossa família neste momento.” Veja a publicação na íntegra:

     
     
     

     
     
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    Um post compartilhado por Chuck Norris (@chucknorris)

    Vale destacar que quando foi noticiada a hospitalização do artista de emergência, apesar de não terem sido divulgados detalhes sobre o motivo da internação, fontes alegavam que o ator “estava bem, de bom humor”, como relata o TMZ. 

    Chuck Norris morre dias depois de ter celebrado os 86 anos de vida, no último dia 10 de março. Na ocasião, o ator deixou uma mensagem na sua página de Instagram assinalando a data especial. 

    “Eu não envelheço. Eu evoluo. Hoje completo 86 anos! Nada como um pouco de diversão em um dia ensolarado para nos sentirmos jovens. Sou grato por mais um ano, pela boa saúde e pela oportunidade de continuar a fazer o que amo. Obrigado a todos por serem os melhores fãs do mundo. O apoio de vocês ao longo dos anos significou mais para mim do que jamais poderão imaginar. Que Deus abençoe vocês”, escreveu na legenda da compartilha que fez na época, como o Fama ao Minuto já tinha recordado quando noticiou o seu internamento. 

    Morre Chuck Norris, lenda dos filmes de ação, aos 86 anos

  • Delcy troca todo o comando militar da Venezuela após demitir ministro da Defesa

    Delcy troca todo o comando militar da Venezuela após demitir ministro da Defesa

    Desde a captura de Maduro, a Venezuela passou por transformações até então impensáveis. Sob pressão de Washington, Delcy anunciou mudanças na economia, extingiu programas sociais do chavismo e indicou nomes de confiança para o alto escalão

    (CBS NEWS) – A líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, substituiu na quinta-feira (19) todos os integrantes do alto comando militar do país, um dia após demitir o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, que esteve à frente das Forças Armadas chavistas durante mais de uma década.

    A troca representa mais uma das mudanças em curso desde a captura de Nicolás Maduro na operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro. Desde então, Delcy vem removendo figuras de confiança do ditador, incluindo militares, pilar do chavismo.

    Delcy indicou novos nomes para os oito cargos que compõe a cúpula. Os indicador terão “firme compromisso e lealdade patriótica de garantir a soberania, a paz, a estabilidade e a integridade territorial”, escreveu a líder interina em suas redes sociais.

    A saída de Padrino, que era próximo de Maduro, era de certa forma esperada já que sua permanência no cargo era vista como uma forma de garantir a estabilidade. Ele foi substituído pelo major-general Gustavo González López.

    Ex-chefe do serviço de inteligência, o Sebin, González López foi nomeado como comandante da Guarda Presidencial logo após a captura de Maduro. Na época, a decisão foi interpretada como uma manobra para neutralizar a influência do ministro do Interior, Diosdado Cabello, que representa hoje a maior ameaça a Delcy dentro do regime.

    González López formou-se na Academia Militar em 1982. Depois, comandou a 5ª Divisão de Infantaria da Selva e a Milícia Bolivariana, uma força paramilitar criada para controlar dissidentes. Ele começou a trabalhar com Delcy como chefe de assuntos estratégicos da estatal petrolífera PDVSA, cargo que ela anteriormente supervisionava como ministra da Energia.

    Desde a captura de Maduro, a Venezuela passou por transformações até então impensáveis. Sob pressão de Washington, Delcy anunciou mudanças na economia, extingiu programas sociais do chavismo e indicou nomes de confiança para o alto escalão.

    Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, há um movimento de afastamento e apagamento da figura de Maduro por parte do atual regime. Delcy promoveu uma reforma da lei de hidrocarbonetos para abrir o setor de petróleo a empresas estrangeiras, assim como uma lei de anistia para os presos políticos.

    Ainda assim, a Organização das Nações Unidas denunciou na semana passada que o aparato repressivo da Venezuela permanece intacto. O regime sempre negou violações dos direitos humanos contra a sociedade civil e a oposição política, bem como as acusações de corrupção dentro das Forças Armadas.

    Delcy troca todo o comando militar da Venezuela após demitir ministro da Defesa

  • Samuel Lino deixa rótulos para trás e vive fase artilheira pelo Flamengo

    Samuel Lino deixa rótulos para trás e vive fase artilheira pelo Flamengo

    (UOL/FOLHAPRESS) – Samuel Lino, enfim, parece ter deixado seus rótulos para trás e recuperado a confiança. Em fase artilheira no Flamengo, tem sido peça importante para o técnico Leonardo Jardim e foi aplaudido pelos mais de 62 mil torcedores ao ser substituído na vitória por 3 a 0 sobre o Remo, ontem, no Maracanã.

    O atacante custou quase R$ 200 milhões ao RubroFlamengo somando luvas, impostos e comissões. Ex-Atlético de Madri, ele chegou com o rótulo de “contratação mais cara da história do clube”, algo que parece ter lhe gerado um peso.

    Após um início empolgante, ele caiu de rendimento e viu as cobranças e a concorrência aumentar, sendo preterido em muitos momentos pelo ex-técnico da equipe Filipe Luís.

    Porém, este ano o Flamengo contratou Lucas Paquetá, que custou cifras ainda maiores e ocupou o posto. E a mudança, aparentemente, deixou Samuel Lino mais leve.

    Os dribles voltaram a sair e bola passou a entrar. Nos últimos cinco jogos, por exemplo, fez três gols e deu uma assistência, sendo que quatro destas partidas foram já sob o comando do novo técnico, Leonardo Jardim.

    “É muito bom fazer o gol para ajudar a equipe a chegar a mais uma vitória. Depois de uma temporada de muitas conquistas, não começou como esperávamos. A gente sabia que iríamos nos recuperar e as vitórias iriam acontecer, mas aconteceu a mudança. Mudou a intensidade, disse Samuel Lino, ao Premiere.

    Após a vitória sobre o Remo, o português revelou uma orientação tática dada aos pontas que pode ter ajudado a Samuel Lino a ingressar nesta fase artilheira.
    “Temos preocupação, não só com o Lino, mas com todos os pontas. Hoje foi o Araújo. O Cebolinha entrou. Já jogou o Paquetá, o Plata também, o Carrascal. Tínhamos uma preocupação de preenchimento da área. Quanto mais jogador colocamos na área, temos chance de a bola cair nos nossos pés. Se vamos pensar que só o atacante entra na área, uma equipe do Flamengo que cria muito, vamos enfrentar quatro adversários contra um nosso. Procuramos que os jogadores preencham a área. O Lino vem percebendo isso. O Araújo já estava por dentro. O rebote cai nos pés dele (Luiz Araújo) porque estava na área, se não estivesse encostado na linha, não teria feito o gol (o terceiro sobre o Remo). É uma ideia mais coletiva, não só para o Lino”, afirmou Jardim.

    Meio-campista elogia o compatriota e afirma que o craque brasileiro seria bem recebido na Juventus, destacando que a Serie A pode ser um destino atrativo em um possível retorno ao futebol europeu

    Notícias ao Minuto | 07:25 – 20/03/2026

    Samuel Lino deixa rótulos para trás e vive fase artilheira pelo Flamengo

  • Dólar abre em alta nesta sexta acompanhando tendência no exterior

    Dólar abre em alta nesta sexta acompanhando tendência no exterior

    Às 9h11, a moeda norte-americana subia 0,36%, cotada a R$ 5,2351. Na quinta-feira (19), o dólar fechou em queda de 0,49%, a R$ 5,217, em pregão marcado pela volatilidade, com o impacto das decisões de juros do Copom e do Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA), além do preço do petróleo, no radar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (20), acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, com os desdobramentos da guerra no Oriente Médio novamente no foco dos investidores.

    Às 9h11, a moeda norte-americana subia 0,36%, cotada a R$ 5,2351. Na quinta-feira (19), o dólar fechou em queda de 0,49%, a R$ 5,217, em pregão marcado pela volatilidade, com o impacto das decisões de juros do Copom e do Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA), além do preço do petróleo, no radar.

    O comportamento da moeda norte-americana acompanhou o do exterior, onde o índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, recuou 1,08%. O movimento da tarde contrastou com o da manhã, quando o dólar chegou a R$ 5,313, em alta de 1,34%, em meio à aversão global ao risco.

    A Bolsa, por outro lado, encerrou o dia em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos.

    O pregão foi marcado por novos capítulos do conflito no Oriente Médio. Na madrugada, o Irã respondeu a ataques de Israel e dos EUA com bombardeios a instalações de energia em países da região.

    A escalada impactou o petróleo, fazendo com que ele ultrapassasse seu maior nível em mais de uma semana, chegando a US$ 119 por barril. Ao longo do dia, porém, a cotação do Brent, referência global, perdeu força e encerrou o pregão a US$ 108,65, em avanço tímido de 1,18%, o que reduziu a busca por ativos de segurança e favoreceu os mercados acionários.

    Declarações de um funcionário da Casa Branca, que disse que os EUA não estão considerando uma proibição de exportação de petróleo, influenciaram a mudança de direção do Brent. A informação de que Israel está ajudando os EUA a retomar navegações pelo estreito de Hormuz também ajudou a acalmar o mercado.

    Para Bruno Botelho, chefe da mesa de câmbio e sócio da ONE Investimentos, o dia foi marcado por um movimento típico de ajuste após um choque externo. “A disparada inicial veio com a piora do cenário internacional, principalmente pela escalada das tensões no Oriente Médio, e as decisões do Fed e do Copom reduziram o diferencial de juros.”

    Segundo ele, o movimento perdeu intensidade ao longo do pregão. “O quadro reforça um ambiente de elevada volatilidade, com o câmbio reagindo rapidamente a eventos externos, mas ainda encontrando suporte nos juros elevados e no fluxo doméstico.”

    A instabilidade global se refletiu nos juros futuros, que chegaram a disparar, mas recuaram ao longo do pregão. As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), que medem a expectativa do mercado em relação ao futuro das taxas Selic e CDI (usado como referência para remunerar investimentos), subiam em bloco.

    Às 17h, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13.63%, com queda de 10 pontos-base ante o ajuste de 13,73% da sessão anterior (na máxima, o avanço chegou a 25 pontos). Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,84%, com queda de 6 pontos-base em relação aos 13,90% anteriores -abaixo do pico de 14,19%, quando chegou a subir 29 pontos-base.

    O mercado de juros futuros segue pressionado porque a alta recente do petróleo pode reacender a inflação no Brasil, o que tende a levar o Copom (Comitê de Política Monetária) a manter os juros elevados por mais tempo, com uma postura mais cautelosa.

    Na decisão da última quarta, o colegiado do Banco Central reduziu a Selic para 14,75% ao ano e confirmou o plano traçado no encontro anterior, em janeiro, quando sinalizou a intenção de iniciar a redução de juros em março. Foi a primeira queda sob a gestão de Gabriel Galípolo.

    Mas o comitê não antecipou quais serão os seus passos futuros e deixou a próxima decisão em aberto, citando “forte aumento da incerteza”. Evitou até mesmo palavras como “redução” ou “cortes” e optou por mencionar ciclo de “calibração” da política de juros. A ideia do Copom é ter mais clareza da profundidade e da extensão do conflito no Oriente Médio antes de definir os movimentos seguintes.

    Às vésperas do encontro, cresceu no mercado financeiro a aposta de uma redução menor de juros no primeiro movimento, de 0,25 ponto percentual, diante da disparada dos preços do petróleo. Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, o consenso era de corte de 0,5 ponto percentual

    No exterior, o conflito também foi mencionado pelo Fed (Federal Reserve). O banco central dos EUA citou que os desdobramentos do conflito no Oriente Médio na economia dos Estados Unidos são “incertos”.

    O Fed optou por manter a taxa de juros inalterada na faixa de 3,5% e 3,75%, como amplamente esperado pelos mercados. No comunicado que acompanhou a definição, o banco central afirmou que não haverá cortes na taxa de juros se não houver progresso na inflação, indicando que, embora tenha havido avanço no processo desinflacionário, ele não se encontra no “ritmo desejado”.

    A declaração foi vista como “hawkish” pelos operadores -agressiva na política de juros, no jargão-, o que minou a atratividade de ativos de risco.

    “Esse é um dos fatores que também pressionam o real hoje. Além disso, apesar de o Copom ter adotado um tom mais cauteloso, especialmente em relação ao conflito no Oriente Médio, a trajetória de redução de juros no Brasil diminui o diferencial de taxas, o que contribui para uma piora no cenário doméstico”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Diante da volatilidade, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos -um de dólar à vista e outro de swap cambial reverso, equivalente à compra de dólares no mercado futuro-, com oferta de US$ 1 bilhão em cada operação. A medida busca aumentar a liquidez em momentos de estresse.

    Dólar abre em alta nesta sexta acompanhando tendência no exterior

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Trump mobiliza mais tropas e amplia ação no estreito de Hormuz

    Trump mobiliza mais tropas e amplia ação no estreito de Hormuz

    Via de escoamento de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, Hormuz é o quintal estratégico de Teerã, que o militarizou, provavelmente colocando minas em trechos importantes para obrigar os navios que autoriza a passar a usar uma rota que passa por suas águas

    (CBS NEWS) – Apesar de ter negado a intenção de enviar soldados para uma ação terrestre no Irã, o presidente Donald Trump mobilizou mais forças capazes exatamente disso ao enviar um segundo grupo expedicionário de fuzileiros navais para o Oriente Médio.

    A flotilha com três navios de guerra carregando 4.000 marinheiros, 2.500 deles fuzileiros para ações em terra, deixou o porto de San Diego (Califórnia) na mesma quinta-feira (19) em que Trump descartava as “botas no solo” –na mesma fala, contudo, disse que não contaria à imprensa se tivesse outra ideia.

    O destino do grupo liderado pelo navio de desembarque anfíbio USS Boxer foi revelado inicialmente pelo site americano Newsmax, sendo confirmado de forma anônima a diversos meios de comunicação. A Marinha dos EUA não comentou.

    Na semana passada, Trump já havia deslocado do Japão outro grupo similar, liderado pelo USS Tripoli, que já se aproxima da região. A viagem do grupo do Boxer pode demorar qualquer coisa de 10 a 15 dias.

    Com isso, haverá 5.000 soldados treinados para operações terrestres, o que é insuficiente para uma invasão com fins de derrubar o regime teocrático que resiste após quase três semanas de bombardeios iniciados pelos EUA e por Israel. Em 2003, a invasão do Iraque envolveu 20 navios do tipo.

    Como disse o próprio premiê Binyamin Netanyahu na quinta, “uma revolução não se faz pelo ar”, necessitando de um “componente terrestre”. Se ele crê ser possível derrubar o regime com uma força reduzida, isso não se sabe.

    Há duas leituras mais imediatas para a concentração. Primeiro, que, na verdade os EUA estão improvisando um reforço no seu poderio aeronaval, dado que cada um dos grupos expedicionários leva cerca de 20 caças de quinta geração F-35B, a versão dos fuzileiros que pode decolar de forma vertical.

    O envio dos F-35B ajudaria a suprir a falta que o porta-aviões USS Gerald R. Ford fará, dado que o maior navio de guerra do mundo está deixando o mar Vermelho rumo à Grécia, onde passará talvez uma semana fazendo reparos após um incêndio a bordo não relacionado ao combate.

    Com isso, ficou na região apenas o porta-aviões USS Abraham Lincoln e suas cerca de 90 aeronaves, talvez 65 delas de ataque.

    A segunda hipótese é de que Trump quer ter na mão a opção de uma ação terrestre limitada no golfo Pérsico, algo extremamente arriscado, mas não impossível dado o desenho em curso da guerra.

    Nesta semana, o Pentágono confirmou que está acelerando os ataques a instalações costeiras e ativos navais de pequeno porte do Irã no estreito de Hormuz, o gargalo marítimo no centro da grande crise energética que a guerra trouxe ao mundo.

    Via de escoamento de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, Hormuz é o quintal estratégico de Teerã, que o militarizou, provavelmente colocando minas em trechos importantes para obrigar os navios que autoriza a passar a usar uma rota que passa por suas águas.

    Para agravar a situação, o ataque de Israel à fatia iraniana do maior campo de gás do mundo levou a uma retaliação da teocracia que destruiu parte da infraestrutura da commodity no maior produtor global, o Qatar.

    Trump negou ter participado da ação, o que Netanyahu confirmou e ninguém acreditou. Seja como for, a divergência entre os parceiros na guerra ficou para o público, e o americano disse que Israel não mais atacaria.

    Ao mesmo tempo, o presidente dos EUA disse que explodiria o campo se o Irã voltasse a atacar instalações de gás do Qatar. O chanceler iraniano respondeu que retaliaria se o seu campo fosse atacado novamente. E por ora a situação se estabilizou, com os preços do gás e do petróleo ainda altos, mas não na disparada de quinta.

    Segundo o Pentágono, aviões de ataque aproximado A-10 Warthog estão sendo empregados e helicópteros AH-64 Apache, ambas armas que são usadas quando há alguma segurança de que sistemas antiaéreos estão desabilitados.

    Eles voam baixo e devagar, caçando alvos menores. Isso sugere uma tentativa de degradar ainda mais a rede militar do Irã em Hormuz, que tinha ao menos 16 bases principais. Uma delas foi bombardeada nesta sexta (20).

    Esses ataques poderiam ser a preparação para o emprego de tropas em pontos da costa de Hormuz ou para a tomada da ilha de Kharg, mais acima no golfo Pérsico, que é o terminal de embarque de quase toda a produção petrolífera do Irã.

    Ambas as ideias soam, para analistas militares, bastante arriscadas porque o Irã, mesmo bastante enfraquecido pelas semanas de bombardeios, retém uma capacidade de lançamento de mísseis e drones considerável, como se vê todos os dias em Israel e nos vizinhos do golfo.

    Desembarcar fuzileiros em pontos costeiros ou em Kharg é uma coisa; manter a posição é outra. Mas aparentemente Trump quer manter essa carta à disposição, até para aumentar a pressão política sobre a teocracia.

    Trump mobiliza mais tropas e amplia ação no estreito de Hormuz

  • Internautas criticam direção do BBB 26 após diversas lideranças repetidas

    Internautas criticam direção do BBB 26 após diversas lideranças repetidas

    Nova liderança de Cowboy gera críticas nas redes e dentro da casa, com público apontando favoritismo e previsibilidade no jogo. Internautas questionam dinâmica das provas e repetição de vencedores, enquanto participantes demonstram insatisfação com o rumo do reality

    (CBS NEWS) – A quarta liderança de Alberto Cowboy no BBB 26 (Globo) não foi bem recebida pelos moradores da casa mais vigiada do Brasil nem pelos internautas, que expressaram decepção com o resultado. Segundo o público, o jogo está previsível e cansativo.

    O mineiro e Jonas Sulzbach, juntos, somam sete semanas na liderança, o que significa que eles venceram 70% das provas do líder até o momento. O elenco, que começou com 25 participantes, só teve outros três nomes diferentes no quarto do líder: Babu Santana, Maxiane Rodrigues e Samira.

    Nas redes, fãs do programa chegaram a insinuar que o diretor do reality, Rodrigo Dourado, estaria manipulando a edição para favorecer os brothers. Internautas apontaram que, pouco antes da última etapa da disputa, Cowboy foi chamado para trocar seu microfone e as câmeras foram cortadas. Fãs especularam que, naquele momento, ele poderia ter recebido informações privilegiadas.

    Uma usuária do X (antigo Twitter) também apontou que, antes da disputa, Cowboy comentou que a rodada final poderia contar com mochilas, um carrossel e barulho. Todas as afirmações se provaram verdadeiras.

    Além disso, espectadores também usaram a matemática para afirmar que as chances de o veterano acertar os números premiados em tão pouco tempo eram quase nulas. Os três finalistas tinham que achar duas das quatro bolsas premiadas entre 30 opções.

    Na segunda rodada, Jordana e Cowboy escolheram, cada um, um número premiado, com a advogada acertando antes de seu aliado. O veterano, porém, selecionou outra opção correta na rodada seguinte, vencendo a prova em menos de cinco minutos.

    Outros comentários nas redes também apontam que as diversas lideranças seguidas dos aliados estão “estragando” o programa, que fica repetitivo e previsível, com sempre as mesmas pessoas emparedadas, na xepa e no desafio do Barrado no Baile.

    Internautas criticam direção do BBB 26 após diversas lideranças repetidas