Relembre papéis de Juca de Oliveira na TV, de 'O Clone' a 'Avenida Brasil'

Na TV, deu vida a personagens marcantes, como João Gibão, em “Saramandaia” (1976); o doutor Augusto Albieri, em “O Clone” (2001); e o protagonista de “Nino, o Italianinho” (1969).

SÃO PAULO, SP – O ator Juca de Oliveira, morto na madrugada deste sábado (21), construiu uma carreira que transitou com destaque entre o teatro, a televisão e os seriados. Na TV, deu vida a personagens marcantes, como João Gibão, em “Saramandaia” (1976); o doutor Augusto Albieri, em “O Clone” (2001); e o protagonista de “Nino, o Italianinho” (1969).

Em “Saramandaia”, João Gibão é um vereador que propõe mudar o nome da cidade após ter uma revelação em sonho. Ao longo da trama, descobre-se que ele usa um colete para esconder asas nas costas, além de possuir o dom da premonição.

Já em “Nino, o Italianinho”, interpretou um jovem carismático que chega ao Brasil aos 15 anos ao lado do tio. Após trabalhar duro, torna-se dono de uma mercearia e conquista a simpatia de todos ao seu redor.

Outro trabalho de destaque foi “O Semideus” (1973), no qual viveu Alberto Parreiras, antagonista de Hugo Leonardo (Tarcísio Meira), presidente de uma empresa que acaba vítima de uma conspiração arquitetada por seus inimigos, que o substituem por um sósia.

Em “Fogo sobre Terra” (1974), interpretou Pedro Fonseca, também conhecido como Pedro Azulão. A trama acompanha o reencontro de dois irmãos separados na infância, em meio a disputas pela construção de uma barragem e pelo amor da mesma mulher.

Na novela “Espelho Mágico” (1977), deu vida a Jordão Amaral, um dramaturgo divorciado que, enfrentando dificuldades financeiras, passa a trabalhar como jornalista e publicitário. Ex-marido de Leila (Glória Menezes) e pai de Beatriz (Lídia Brondi), ele escreve a novela “Coquetel de Amor”, estrelada pela ex-mulher, por quem ainda é apaixonado.

Em “Pecado Rasgado” (1978), interpretou Renato, um executivo viúvo e bem-sucedido e pai de Cris (Nádia Lippi), que se envolve com Teca (Aracy Balabanian), psicóloga da filha. O personagem ocupa a vice-presidência de uma joalheria pertencente à cunhada, que nutre por ele uma paixão obsessiva.

Em “O Clone”, viveu o doutor Augusto Albieri, cientista responsável por clonar Lucas (Murilo Benício) após a morte de seu irmão gêmeo, Diego. A experiência resulta no nascimento de Léo, por meio de inseminação artificial.

Em “Avenida Brasil” (2012), deu vida a Santiago, pai de Carminha, figura central em um passado marcado por crimes e manipulações.

Já em “Flor do Caribe” (2013), interpretou Samuel Schneider, sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que escapou dos campos de concentração, mas carrega os traumas da perda dos pais. Décadas depois, ainda convive com as marcas do passado ao lado da esposa Lindaura (Ângela Vieira) e da filha Ester (Grazi Massafera).

Mais tarde, em “O Outro Lado do Paraíso” (2017), deu vida ao advogado Natanael Montserrat, personagem poderoso e envolvido em conflitos familiares.

Relembre papéis de Juca de Oliveira na TV, de 'O Clone' a 'Avenida Brasil'

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