Autor: REDAÇÃO

  • Morre aos 55 Sophie Kinsella, autora dos livros 'Becky Bloom'

    Morre aos 55 Sophie Kinsella, autora dos livros 'Becky Bloom'

    Ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro em 2022. A autora, no entanto, só tornou o diagnóstico público no ano passado, dizendo que queria dar a seus familiares tempo para se acostumarem ao “novo normal”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Sophie Kinsella, nome artístico de Madeleine Sophie Wickham, morreu aos 55 anos.

    Ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro em 2022. A autora, no entanto, só tornou o diagnóstico público no ano passado, dizendo que queria dar a seus familiares tempo para se acostumarem ao “novo normal”. Na ocasião, ela disse estar “muito bem no geral” apesar do cansaço e brincou que sua memória estava “ainda pior do que era antes”.

    A notícia da morte foi divulgada pela família. Em comunicado postado no Instagram da autora, seus familiares escreveram: “Ela faleceu em paz e seus últimos dias foram repletos de seus amores: família, música, aconchego, Natal e alegria”.

    Não conseguimos imaginar como será a vida sem sua luz e amor à vida. Apesar da doença, que ela enfrentou com coragem inimaginável, Sophie se considerava verdadeiramente abençoada por ter família e amigos maravilhosos, e pelo sucesso extraordinário de sua carreira como escritora. Comunicado da família de Sophie Kinsella

    Sua obra mais famosa é a série de livros que começou com “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”. Suas obras venderam mais de 50 milhões de cópias e foram traduzidas para mais de 40 idiomas.

    Morre aos 55 Sophie Kinsella, autora dos livros 'Becky Bloom'

  • Comissão da Câmara aprova perda de mandato de Carla Zambelli

    Comissão da Câmara aprova perda de mandato de Carla Zambelli

    Caso ainda será votado no plenário da Casa nesta quarta-feira (10), onde são necessários 257 votos; deputada, presa na Itália, foi condenada pelo STF por invadir sistema com ajuda de hacker

    (CBS NEWS) A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a perda de mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), que está presa na Itália, onde aguarda uma decisão sobre a extradição ao Brasil.

    O placar foi de 32 votos a favor da perda de mandato e 27 contrários. O caso ainda deve ser analisado nesta quarta pelo plenário, que tem a última palavra —são necessários 257 votos para que a perda de mandato seja confirmada.

    O PL indicou voto a favor de Zambelli. Já o PT, PSOL, PSB, PP, União Brasil e Solidariedade se posicionaram contra.

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta terça (9), para surpresa dos líderes partidários, que pautaria o caso de Zambelli no plenário no dia seguinte. Ele também decidiu que, até o recesso na próxima semana, a Casa vai decidir a respeito das cassações de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Alaxandre Ramagem (PL-RJ) e Glauber Braga (PSOL-RJ).

    No âmbito da CCJ, o União Brasil passou a trabalhar pela cassação de Zambelli, substituindo cinco membros favoráveis à deputada por nomes contrários.

    Nos bastidores, o apoio de partidos do centrão à perda de mandato foi entendida como uma maneira de compensar a cassação de Glauber, que é dada como certa e deve ser votada no plenário nesta quarta. Dessa forma, na avaliação de aliados de Motta, haveria um equilíbrio nas decisões.

    Derrotado na votação, o relator do caso, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), divulgou seu parecer, na semana passada, a favor de Zambelli, mas um pedido de vista (mais tempo para análise) adiou a votação para esta semana.

    Garcia diz esperar reverter o resultado no plenário e avalia que os argumentos contra Zambelli foram pessoais e não técnicos. A parlamentar é criticada sobretudo pelo episódio em que perseguiu armada um homem em 2022.

    Após a derrota de Garcia, o deputado Cláudio Cajado (PP-BA) foi nomeado relator e apresentou um novo parecer pela perda de mandato.

    A deputada participou de forma remota, e seu filho estava presente na comissão. “A justiça que eu peço hoje é a justiça para que o Parlamento continue sendo honrado. […] Eu fui a primeira pessoa que levantou a voz contra a ditadura do Supremo Tribunal Federal”, disse.

    A análise na CCJ envolve a condenação de Zambelli, em maio, à perda de mandato e a dez anos de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por invadir o sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) com ajuda do hacker Walter Delgatti Neto, que também foi condenado.

    “A deputada Carla Zambelli foi condenada sem provas”, disse Garcia, de maneira exaltada. De acordo com o relator, o único embasamento do STF é o depoimento de Delgatti Neto, que foi considerado mentiroso compulsivo pela Polícia Federal.

    “Nós estamos abrindo um precedente gigantesco contra essa Casa de outras ações que poderão ocorrer no STF seguindo essa mesma cartilha, […] mantendo em sigilo as provas, não permitindo acesso a ninguém”, afirmou o deputado.

    Em outras ocasiões, Garcia disse que o processo não garantiu ampla defesa e que havia sinais de perseguição política por parte do STF.

    O relator disse estar “colocando a sua vida na assinatura do relatório” e se dirigiu aos colegas tentando convencê-los. “Hoje é a Carla Zambelli, amanhã pode ser Vossa Excelência. […] É necessário darmos um basta”, disse.

    O advogado de defesa de Zambelli, Fabio Pagnozzi, participou da sessão e disse que a fala do relator contemplou boa parte do que ele diria. Ele admitiu, porém, que a deputada não deve voltar da Itália tão cedo e, portanto, não terá condições de exercer o mandato.

    “Ela espera não ser cassada para poder abrir mão do seu mandato com dignidade”, disse o advogado.

    Posição de deputados

    Fernanda Melchionna (PSOL-RJ) afirmou que a extrema direita quer rever a decisão do STF e que a Câmara segue gastando verba pública com uma deputada que não pode exercer mandato por estar presa. “Quem está pagando essa conta?”, questionou.

    Já o deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA) apresentou um voto em separado pela perda de mandato.

    Nesta quarta, Garcia apresentou um novo relatório à CCJ, mas não cabem novos pedidos de vista. O relator manteve a opinião a favor de Zambelli e enfatizou pontos que haviam sido contestados por deputados do PT e do PSOL.

    Ele responde ao argumento de Pereira Jr. de que Zambelli não poderia manter o mandato por ter sido condenada a uma pena de dez anos, o que implica necessariamente na perda de seus direitos políticos.

    Segundo o relator, no entanto, cabe à Câmara a última palavra “para proteger e dar a garantia de que, tornando-se público e evidente a perseguição política, tenha essa Casa a prerrogativa final de decidir”.

    “Se a lógica for que o plenário da Câmara suspende decisão judicial criminal, aí o crime organizado vai invadir ainda mais a Câmara e o Senado. O precendente é perigosíssimo, não contra os parlamentares, mas contra a Constituição Federal”, rebateu Pereira Jr.

    Outro argumento é o do líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), que pediu ao STF a suspensão do rito na CCJ. No entendimento do petista, a condenação à perda de mandato pela corte deveria ter sido acatada de imediato pela Câmara, o que Motta não fez.

    “O rito adotado foi com base na Constituição e no regimento interno. Motta acertou ao enviar o caso à CCJ”, rebateu Garcia.

    Motta havia dito inicialmente que a Mesa da Câmara homologaria a ordem do STF imediatamente, mas recuou após pressão do PL e mandou o caso para a CCJ em junho.

    Desde então, a comissão ouviu depoimentos de testemunhas indicadas pela defesa de Zambelli e da própria deputada, que participou de forma remota.

    Ela fugiu do país, passando pela Argentina e Estados Unidos antes de desembarcar na Itália. Depois de cerca de dois meses foragida, Zambelli foi presa na Itália no fim de julho.

    Segundo a acusação, Delgatti emitiu uma ordem de prisão falsa contra Alexandre de Moraes e disse ter feito isso a pedido da deputada. Zambelli diz que não ajudou a redigir o documento falso e que soube da invasão do CNJ pelo hacker somente depois dos fatos, ao receber dele os arquivos fraudados.

    Comissão da Câmara aprova perda de mandato de Carla Zambelli

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  • Sauditas preparam investida por Salah em meio a crise no Liverpool, diz TV

    Sauditas preparam investida por Salah em meio a crise no Liverpool, diz TV

    (UOL/FOLHAPRESS) – Afastado do Liverpool após reclamar publicamente do técnico Arne Slot por ficar no banco, Mohamed Salah pode trocar a Inglaterra pelo futebol árabe.

    A Liga Saudita monitora a situação do atacante egípcio e prepara uma nova investida para o caso de ele não seguir no Liverpool. A informação é da emissora inglesa Sky Sports.

    Al-Hilal e Al-Ittihad, principais clubes da Arábia Saudita nos últimos anos, já demonstraram interesse pelo jogador. O Al-Ittihad chegou a fazer uma proposta verbal de 150 milhões de libras, cerca de R$ 1,1 bilhão, em 2023.

    Nesta terça-feira (09), o Liverpool visitou a Inter de Milão sem Mohamed Salah entre os relacionados. A equipe venceu os atuais vice-campeões da Europa por 1 a 0.

    Após a partida, o meio-campista Szoboszlai disse que os jogadores não vão influenciar na decisão do clube sobre Salah.

    O Athletico manifestou interesse em Arboleda (São Paulo), que é o atleta mais antigo do tricolor paulista

    Folhapress | 15:36 – 10/12/2025

    Sauditas preparam investida por Salah em meio a crise no Liverpool, diz TV

  • Roubo do Louvre não foi evitado 'por 30 segundos', aponta inquérito

    Roubo do Louvre não foi evitado 'por 30 segundos', aponta inquérito

    Responsável pela investigação aponta falhas de segurança que impediram policiais de prender ladrões de joias; em outubro, 4 homens levaram joias avaliadas em 88 milhões de euros do museu, em ação que durou 8 minutos

    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – Por uma questão de 30 segundos poderia ter sido evitado o roubo das joias do Museu do Louvre, ocorrido em outubro. É o que afirmou o responsável pelo inquérito sobre a segurança do museu, Noël Corbin, em audiência no Senado francês nesta quarta (10).

    Segundo ele, “os agentes ou policiais teriam podido impedir a fuga dos ladrões” se não tivesse havido uma demora na transmissão da informação: “Os agentes disseram que havia uma tentativa de roubo, mas sem dizer onde.” Por isso, os policiais não chegaram a tempo à Galeria de Apolo, por onde o Louvre foi invadido.

    Eles fugiram em duas scooters. Os quatro foram presos nas semanas seguintes, mas as joias até hoje não foram encontradas.

    Corbin afirmou ter ficado surpreso com as falhas de segurança do Louvre reveladas pelo inquérito. “É um lugar tão icônico que ninguém pensa que possa ser tão frágil. Descobri um encadeamento de fragilidades”, afirmou.

    O inquérito descobriu uma auditoria de segurança feita em 2019 pela joalheria Van Cleef and Arpels, apontando que a Galeria de Apolo era um ponto vulnerável do Louvre.

    Na próxima semana, o Senado ouvirá o diretor do museu na época da auditoria, Jean-Luc Martinez, para saber por que aparentemente não foi tomada nenhuma medida para resolver o problema apontado pelo estudo.

    Roubo do Louvre não foi evitado 'por 30 segundos', aponta inquérito

  • Lula e Trump tiveram conversas construtivas sobre comércio, diz representante dos EUA

    Lula e Trump tiveram conversas construtivas sobre comércio, diz representante dos EUA

    Jamieson Greer afirma, porém, que nem todos os problemas foram resolvidos e que há coisas que brasileiros ‘podem fazer’ para alcançar mais concessões nas tarifas

    O Representante Comercial dos EUA (USTR, em inglês), Jamieson Greer, sinalizou nesta quarta-feira, 10, que houve avanço nas negociações comerciais com o Brasil, ao participar de sessão de perguntas e respostas em evento do Atlantic Council.

    Segundo ele, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Donald Trump, dos EUA, tiveram “conversas construtivas sobre o comércio recentemente”, citando como exemplo a inclusão do Brasil nas isenções tarifárias sobre cacau e café.

    Greer ponderou que nem todos os problemas foram resolvidos, mas que há coisas que os brasileiros “podem fazer” para alcançar mais concessões em relação a tarifas.

    “O Brasil é um bom parceiro para os EUA, mas também é um competidor, principalmente na agricultura”, disse, ecoando comentários feitos na véspera. “Eles possuem muitas barreiras tarifárias e não-tarifárias para bens americanos, e o presidente Trump também se preocupa sobre outras questões de política externa”.

    Entre as preocupações, Greer citou o que chamou de legislações “utilizadas como arma” contra empresas de tecnologia, “ordens secretas de investigação” contra empresas e indivíduos americanos sem detalhes públicos e prisão arbitrária de americanos. O representante comercial, contudo, não apresentou provas das acusações.

    “A segurança nacional é muito importante para nós. Queremos ter uma relação econômica melhor com o Brasil, só assim poderemos discutir concessões”, ressaltou.

    Questionado sobre a China, Greer descartou preocupações com o acordo comercial com Pequim, afirmando que autoridades americanas trabalham para descobrir “o que os chineses querem dos EUA” e quais bens podem ser comercializados sem danos para a segurança dos EUA. O representante disse ainda que vê maior equilíbrio no comércio de bens de consumo e de itens de baixa tecnologia, defendendo que “não há inconsistências” nas novas políticas.

    Lula e Trump tiveram conversas construtivas sobre comércio, diz representante dos EUA

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  • Athletico faz sondagem por Arboleda, zagueiro do São Paulo

    Athletico faz sondagem por Arboleda, zagueiro do São Paulo

    (UOL/FOLHAPRESS) – Em meio à reformulação do elenco para a disputa da Série A de 2025, o Athletico intensificou a busca por um zagueiro experiente para atender às demandas do técnico Odair Hellmann. Entre os nomes analisados internamente, um dos que ganhou força nos últimos dias foi o do equatoriano Robert Arboleda, titular do São Paulo e considerado um dos líderes do elenco são-paulino.

    Segundo apurado, o departamento de scout do Furacão identificou Arboleda como um defensor que reúne características valorizadas pelo clube: imposição física, liderança e regularidade em alto nível. A partir disso, a direção do Furacão iniciou uma consulta inicial para entender as condições de uma eventual negociação.

    SÃO PAULO DEMONSTRA RESISTÊNCIA EM VENDER

    Inicialmente, o São Paulo conta com Arboleda em seu planejamento para a próxima temporada e não pretende se desfazer do equatoriano. No início de 2025, o Grêmio tentou contratar o zagueiro equatoriano, sinalizando com uma oferta de cerca de US$ 5 milhões, em uma proposta que ainda incluía a compensação da dívida referente à compra do atacante Ferreirinha. Mesmo diante de um pacote financeiro considerado relevante, a diretoria tricolor recusou a investida e reiterou o desejo de manter o defensor.

    Arboleda, que tem contrato até dezembro de 2027, chegou ao São Paulo em 2017, adquirido do Universidad Católica do Equador. Aos 34 anos, o zagueiro completou 45 jogos com a camisa do São Paulo na temporada de 2025, com 4 gols marcados.

    Dieguinho e Vitinho agradaram ao técnico Dorival Júnior nas oportunidades que teve nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro e devem voltar em campos nas próximas partidas

    Folhapress | 14:24 – 10/12/2025

    Athletico faz sondagem por Arboleda, zagueiro do São Paulo

  • Lula avalia vetar projeto que reduz pena de Bolsonaro e participantes de atos golpistas

    Lula avalia vetar projeto que reduz pena de Bolsonaro e participantes de atos golpistas

    A proposta aprovada na Câmara vem sendo duramente criticada pela sociedade, que é contra anistia e redução de penas contra os condenados pela tentativa de golpe

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Colaboradores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que a tendência é que o projeto que beneficia condenados por participação em atos golpistas, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja vetado de forma integral.

    Durante solenidade no Palácio do Planalto, sem mencionar o texto aprovado na madrugada desta quarta (10) pela Câmara dos Deputados, Lula disse estar “muito tranquilo com o que está acontecendo no Brasil”.

    “Essa desavença da Câmara é própria da democracia, a gente estava desabituado a isso. Este país está mudando para melhor, pode ter certeza”, afirmou o petista, sem citar o caso do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), retirado à força da cadeira do presidente da Casa por policiais legislativos.

    Nesta quarta, a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria das Relações Institucionais) procurou ministros e dirigentes partidários questionando o voto de seus correligionários em favor da proposta que beneficia Bolsonaro.

    Esses aliados lembram que o presidente já tinha se manifestado contrário à proposta em setembro, em meio à pressão encabeçada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) pela redução de pena do ex-presidente.

    À época, a direção do PT se manifestou contra a proposta. O posicionamento seguiu orientação expressa do presidente. Já em setembro, Gleisi enfatizava que o governo se opunha à proposta, dizendo que essa era a posição de Lula.

    “Nossa posição, do governo, do presidente Lula, sempre foi clara: nós somos contra a anistia, votamos contra o requerimento de urgência. Se tiver um projeto de anistia, nós votaremos contra, assim também como um projeto de redução penas. Achamos que o processo [contra Bolsonaro] está em andamento STF, foi feito dentro das regras processuais, não há por que mexer no processo agora”, afirmou a ministra.

    Em favor do veto, os aliados do presidente ressaltam que o PL também beneficia condenados por prática de outros crimes, além dos atentados de 8/1.

    Como mostrou a Folha, o projeto de lei pode ter impacto sobre outros criminosos, com uma progressão mais rápida de regime para pessoas consideradas culpadas por coação no curso do processo, incêndio doloso e resistência contra agentes públicos, entre outros crimes, de acordo com estudo técnico de três partidos.

    Apesar dessa pré-disposição do presidente pelo veto integral, aliados recomendam calma ao presidente. Há quem defenda que se espere uma manifestação do STF (Supremo Tribunal Federal) acerca do projeto, embora a articulação tenha contado com aval de ministros da corte.

    Além disso, interlocutores do presidente alegam que o governo tem obtido vitórias no Congresso Nacional, com a aprovação de projetos de interesse do Executivo. Outro argumento é o de que o presidente não quer contrariar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em meio à negociação do nome de Jorge Messias para o STF.

    Lula avalia vetar projeto que reduz pena de Bolsonaro e participantes de atos golpistas

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  • Uber e 99 veem regulamentação ilegal e desistem de serviço de motoapp em SP

    Uber e 99 veem regulamentação ilegal e desistem de serviço de motoapp em SP

    Empresas representadas pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) previam retomar o serviço ainda esta semana, mas regras sancionadas pelo prefeito de SP são chamadas de ‘proibitivas, ilegais e inconstitucionais’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Uber e a 99 não vão mais começar a prestar o serviço de motoapp nesta quinta (11), como haviam comunicado anteriormente.

    A desistência da operação acontece após sanção do prefeito Ricardo Nunes da lei que regulamenta o serviço na capital paulista. A Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), que representa as empresas, enviou comunicado hoje anunciando a desistência — ao menos por enquanto.

    A lei é “uma regulamentação ilegal e que funciona como uma proibição”, diz a nota da Amobitec. Ao UOL, o diretor da associação, André Porto, disse que a regulação vai “tirar o direito de milhões de pessoas em São Paulo à mobilidade, e prejudicar motociclista”.

    Uber e 99 não descartam acionar a Justiça por conta da lei municipal. Porto explicou que as empresas estudam medidas para apontar “os fortes indícios de descumprimento de uma decisão judicial”.

    “A regra irá privar o direito de milhões de paulistanos à mobilidade e de milhares de motociclistas ao trabalho, diferentemente do que ocorre com os demais brasileiros que já contam com os benefícios do serviço em todo o País. A legislação não regulamenta o serviço de motoapp na cidade de São Paulo, mas impede o seu funcionamento ao reunir exigências impossíveis que extrapolam os limites legais”, disse a Amobitec.

     

    Uber e 99 veem regulamentação ilegal e desistem de serviço de motoapp em SP

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  • CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

    CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

    O texto original da PEC é de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que previa o fim da escala 6×1 e uma jornada de 36 horas semanais; a nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148 de 2025 é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS)

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. Agora, o tema segue para plenário do Senado.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148 de 2025 foi incluída na pauta da CCJ como matéria “extra”, sem aviso prévio, e aprovada por votação simbólica. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a PEC foi relatada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).

    O relator explicou que a PEC reduz, já no primeiro ano após a aprovação do texto, a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Durante os quatro anos seguintes, haveria uma redução de uma hora de trabalho, por ano, até chegar às 36 horas semanais. 

    “São mais de 150 milhões de brasileiros que se beneficiarão com esta PEC, considerando os trabalhadores, considerando as famílias e considerando quem contrata também, porque vai movimentar a economia, vai mudar a realidade social deste país”, disse Rogério Carvalho. 

    Em seu parecer, o relator na CCJ argumentou que a jornada de 6×1 está associada ao aumento dos riscos de acidentes em razão do cansaço, por diminuir a qualidade do trabalho e por causar danos a saúde, prejudicando o bem-estar do trabalhador.“No Brasil, as redes sociais têm sido tomadas nos últimos meses por manifestações contrárias à jornada 6×1, considerada exaustiva pelos trabalhadores. Nesse sentido, foi criado o Movimento Vida Além do Trabalho, com o objetivo de alterar a legislação para assegurar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”, escreveu Carvalho em parecer.  

    Extra-pauta

    A votação da PEC como extra-pauta foi criticada pelo senador da oposição Eduardo Girão (Novo-CE), que disse que queria ter tido a oportunidade de pedir vista para analisar a proposta e fazer contribuições ao texto.

    “Se fazer isso, na véspera de um recesso, tirando esse direito do parlamentar de pedir vista. Me sinto violentado por essa atitude. Eu sei que teve audiência pública sobre o assunto, mas precisava ter o direito regimental de pedir vista. A única coisa que eu posso dizer é que vamos tentar, lá no Plenário, ver se é possível fazer uma audiência pública para melhorar o projeto, porque tudo pode ser melhorado”, afirmou o senador cearense.

    O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), respondeu que não é incomum a inclusão de matérias extra-pautas na Comissão, destacando que o tema foi debatido em audiência pública.

    “Eu lamento vossa excelência não ter participado de três audiências públicas que nós fizemos e vossa excelência não compareceu em nenhuma delas. Nós tínhamos o compromisso, inclusive com o senador Paulo Paim, de votar [a PEC] ainda este ano”, respondeu.

    Câmara

    A Câmara dos Deputados também discute o tema na subcomissão especial dedicada a analisar a escala 6×1. Na semana passada, ao apresentar o parecer, o deputado Luiz Gastão (PSD-CE) rejeitou o fim da escala 6×1 e propôs a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. 

    O relator na Câmara alegou que seu texto foi a saída “possível” dentro da realidade econômica das empresas brasileiras e da elevada informalidade do mercado de trabalho.

    “[A PEC original] poderia acarretar sérias consequências econômicas adversas, tais como queda na produção, redução da produtividade e elevação dos índices de desemprego”, afirmou Luiz Gastão.

    O relatório lido na última quarta-feira (3) na subcomissão da Câmara modificou o texto original da PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que previa o fim da escala 6×1 e uma jornada de 36 horas semanais.

    CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1 e prevê jornada de 36h semanais

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  • Último romance de Preta Gil, O Kanalha dedica prêmio à cantora

    Último romance de Preta Gil, O Kanalha dedica prêmio à cantora

    O Kanalha venceu o prêmio de axé/pagodão do ano com o hit “O Baiano Tem o Molho” no Prêmio Multishow

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Kanalha venceu o Prêmio Multishow de axé/pagodão do ano e dedicou o troféu a Preta Gil. Ele venceu o prêmio com o hit “O Baiano Tem o Molho”.

    O Kanalha subiu ao palco e fez uma série de agradecimentos, mas dedicou o prêmio à filha de Gilberto Gil: “Sou um cara formado por mulheres e, com certeza, elas vão concordar de dedicar esse prêmio não só para a minha família, mas para uma mulher que me ensinou muito a ser forte, a ter fé, a ter perseverança”.

    “Dedico esse prêmio a Preta Gil, e com certeza as mulheres da minha família estão representada”, disse O Kanalha.

    O cantor foi o último romance de Preta. Os rumores de um affair começaram em janeiro de 2024, foram confirmados pela cantora e os dois passaram a trocar elogios nas redes sociais: “Sem dúvidas, uma das pessoas mais f** que existe nesse mundo. Te amo. Obrigado por todos os conselhos e puxões de orelha (risos). Que a nossa amizade seja indestrutível”, escreveu o músico no Instagram.

    Ele foi à premiação usando um colar com o rosto de Preta Gil. Em entrevista a Splash no tapete vermelho, O Kanalha relembrou o romance: “A Preta me salvou de muita coisa. Eu achei que nem existia mais amor e ela conseguiu reacender luzes na minha vida. Me fez ser forte para poder estar aqui hoje, trabalhar bastante, ter muita fé para poder continuar lutando”.

    “Ela é reflexo de guerreira, uma mulher potente. Muito disso ela deixou não só para mim, mas para as pessoas próximas dela. Me sinto honrado de ter feito parte disso, também. hoje, com certeza, ela estaria muito feliz me vendo aqui”, disse O Kanalha.

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