Autor: REDAÇÃO

  • Glauber Braga é retirado à força após ocupar a Mesa Diretora da Câmara

    Glauber Braga é retirado à força após ocupar a Mesa Diretora da Câmara

    Parlamentar decidiu protestar na Câmara e foi agredido por outros parlamentares de direita e extrema-direita; Hugo Motta teria ordenado tirar sinal da ‘TV Câmara’ e impediu o trabalho da imprensa no local

    Nesta terça-feira (9), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou a líderes partidários e para imprensa que a Câmara votaria a perda de mandato dos deputados Carla Zambelli (PL-SP), Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Glauber Braga (PSOL-RJ). No entanto, o caso chamou a atenção, já que Zambelli e Ramagem foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal e Glauber recebeu o ‘mesmo tratamento’, sendo que o deputado do PSOL apenas se envolveu em uma confusão após ser hostilizado por um militante de extrema-direita.

    Glauber Braga (PSOL-RJ) decidiu protestar e sentou na Mesa Diretora da Câmara, no entanto acabou sendo retirado à força do local e foi agredido por outros parlamentares e por força policial. Hugo Motta (Republicanos-PB) determinou o esvaziamento do plenário, impedindo a imprensa de entrar no local.

    “A única coisa que eu pedi ao Hugo Motta foi que ele tivesse comigo 1% tratamento que teve com aqueles deputados que sequestraram a Mesa Diretora da Câmara”, declarou Gauber se referindo aos parlamentares bolsonaristas que protestaram contra prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em agosto. Na ocasião, Hugo Motta foi intimidado e impedido de sentar na cadeira de presidente da Câmara.

    O presidente da Câmara vem sendo duramente criticado por impossibilitar os trabalhos da imprensa e por tirar sinal da ‘TV Câmara’ durante a confusão. Depois das agressões contra Glauber, Hugo Motta afirmou que não ordenou a saída da imprensa do plenário da Câmara e nem a retirada do sinal da TV Câmara.

    Glauber denuncia Emendas Secretas

    Vale lembrar que Glauber Braga (PSOL-RJ) entrou na mira de Hugo Motta e parlamentares de direita e extrema-direita após denunciar o uso de ‘emendas secretas’ ou ‘emendas pix’ que estariam sendo usadas sem registros do uso de verba pública.

     

    Glauber Braga é retirado à força após ocupar a Mesa Diretora da Câmara

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  • Botafogo é condenado no CAS por dívida na contratação de Thiago Almada

    Botafogo é condenado no CAS por dívida na contratação de Thiago Almada

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Botafogo foi condenado na Corte Arbitral do Esporte (CAS) pela dívida com o Atlanta FC referente à contratação do meia Thiago Almada. A decisão é que o clube tenha que pagar o valor na íntegra, com correção. O valor original devido é de US$ 21 milhões.

    Se não pagar, o clube fica sujeito a transfer ban. O Botafogo informou que “continuará adotando todas as medidas legais cabíveis no caso”.

    Almada atualmente defende o Atlético de Madri.

    COMO DEVERIA SER O PAGAMENTO NA ORIGEM

    A transferência de Almada ao Botafogo teve um valor total de US$ 21 milhões. Mas com um fluxo de pagamentos específico, a cada três meses, estendendo-se até 30 de setembro de 2026. A maioria das parcelas seria de US$ 2 milhões (R$ 11 milhões), mas as duas primeiras seriam de US$ 3 milhões (R$ 16,7 milhões).

    A primeira deveria ter sido paga cinco dias úteis após o certificado de transferência internacional do jogador chegar ao Brasil, em julho de 2024.
    O Botafogo já tinha uma condenação na Fifa e por isso a questão chegou ao CAS.

    TEM DINHEIRO?

    Em nota, a SAF Botafogo disse que “John Textor, acionista majoritário da SAF Botafogo, apresentou propostas de financiamento aos demais sócios da Eagle Football Holdings para cobrir o pagamento de todas as pendências existentes do Botafogo junto à FIFA, bem como o orçamento para contratações de jogadores na janela de transferências de janeiro e para o restante da temporada de 2026”.

    Na versão alvinegra, “Textor possui recursos totalmente garantidos para esses itens e espera obter a cooperação e a aprovação desses orçamentos por parte de um conselho da Eagle amistoso e cooperativo”.

    O contexto atual no Botafogo é de dúvidas sobre o futuro por causa das disputas judiciais envolvendo Textor e a Eagle. Recentemente, o clube social também entrou com ação na Justiça tentando garantir repasses da SAF para manutenção do próprio Botafogo (SAF e associativo).

    Oposição ao presidente Julio Casares conquistou uma nova força dentro do Conselho Deliberativo do São Paulo, tornando-se proprietária do segundo maior grupo

    Folhapress | 17:23 – 09/12/2025

    Botafogo é condenado no CAS por dívida na contratação de Thiago Almada

  • Leonardo comemora alta hospitalar e brinca: 'Não foi dessa vez'

    Leonardo comemora alta hospitalar e brinca: 'Não foi dessa vez'

    Cantor disse que passa bem depois de ficar internado tomando soro após um quadro de gastroenterite, e ainda deu detalhes dos sintomas: ‘Tive que correr para o hospital’

    LONDRINA, PR (UOL/CBS NEWS) – Após receber alta médica na manhã desta terça-feira (9), Leonardo, 62, explicou o motivo de ter sido internado na segunda-feira (8).

    O cantor foi diagnosticado com um quadro de gastroenterite, que provocou uma descompensação intestinal. “Fala, gente! Acabei de chegar em casa, graças a Deus. Tive uma gastroenterite, caganeira. Desidratei, deu câimbra nas minhas pernas, tive que correr para o hospital. Tomei soro”, detalhou ele, em vídeo publicado nos stories de seu Instagram.

    Leonardo agradeceu o carinho dos fãs e brincou com a situação. “Estou em casa, tá beleza, e logo mais à noite estarei em um leilão beneficente. Obrigado pelo carinho. Não foi dessa vez, não.”

    A assessoria do músico deu mais detalhes do tratamento médico que lhe foi ministrado. “O cantor foi submetido à hidratação venosa com solução fisiológica, além de passar por uma série de exames, tendo apresentado melhora significativa, resultando na liberação médica”, afirmou sua equipe, em comunicado divulgado no mesmo espaço.

    Leonardo comemora alta hospitalar e brinca: 'Não foi dessa vez'

  • PL da Dosimetria pode reduzir regime fechado de Bolsonaro para 2 a 4 anos

    PL da Dosimetria pode reduzir regime fechado de Bolsonaro para 2 a 4 anos

    Relator fala em prisão por 2 anos e 4 meses em regime fechado, mas período dependerá de trabalho e estudo e de interpretação pelo STF; proposta proíbe somatória de crimes e diminui punição de quem atuou em contexto de multidão; ex-presidente seguiria condenado a mais de 20 anos

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O novo parecer do projeto de lei de redução de penas para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, protocolado nesta terça-feira (9) pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), pode diminuir o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em regime fechado para 2 anos e 4 meses, segundo o relator e parlamentares de oposição.

    A depender da interpretação, porém, o texto pode levar a uma redução menor, para algo entre 3 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses em regime fechado. Eventual redução para o patamar esperado pela oposição dependerá da remição da pena, ou seja, de Bolsonaro reduzir seu tempo preso por meio de trabalho ou estudo.

    Com a condenação atual, o tempo em regime fechado é estimado entre 6 anos e 10 meses a pouco mais de 8 anos.

    A proposta será votada nesta terça no plenário da Câmara dos Deputados, segundo o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). O parecer foi protocolado em seguida, após meses de negociação. A oposição desistiu de propor uma emenda ao projeto para anistiar de forma ampla e irrestrita todos os condenados pelos atos golpistas, em troca do apoio do centrão à redução de penas.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo STF por cinco crimes, como líder da trama golpista. Outros sete réus foram condenados a penas que vão de 2 a 26 anos de reclusão. Além deles, centenas de pessoas foram punidas pelos atos do 8 de Janeiro.

    O parecer protocolado por Paulinho unifica os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, aplicando apenas a pena daquele que é maior. Com isso, no caso de Bolsonaro, seria descartado o crime de abolição violenta do Estado democrático de Direito (6 anos e 6 meses de prisão). Restariam ainda 20 anos e 9 meses de prisão.

    A legislação prevê a possibilidade de progressão de regime, para que o condenado com bom comportamento possa migrar para o semiaberto ou aberto após um tempo. O projeto fixa que, nesses casos, o regime de progressão será após o cumprimento de um sexto da pena, não mais um quarto.

    Com as mudanças feitas pelo projeto, a progressão ocorreria após 3 anos e cerca de 4 meses.

    O relator, no entanto, diz que a redução será maior. “Dá mais de 3 anos, mas depois tem a remição de penas, e cai para 2 [anos e] 4 [meses”, disse Paulinho à Folha de S.Paulo, sem detalhar como ocorrerá. O projeto determina que a remição poderá ocorrer mesmo em regime domiciliar.

    Advogados, no entanto, apontam que a redução pode ser menor, já que o texto pode ser interpretado de forma a ampliar a pena por golpe de Estado entre 1/6 e 2/3, a depender da interpretação do juiz -neste caso, o STF (Supremo Tribunal Federal).

    Com isso, o tempo de prisão iria para algo entre 21 anos e 10 meses e 25 anos e 1 mês. Com a progressão, poderia chegar a 4 anos e 2 meses antes de migrar para o semiaberto.

    O projeto pode ter efeito maior sobre outros condenados pela trama golpista.

    Além de impedir a somatória das penas e o tempo para progressão de regime, o texto permite a redução das penas entre 1/3 e 2/3 quando os crimes forem praticados “em contexto de multidão”, como foi o caso das centenas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que depredaram as sedes dos três Poderes.

    Para esta redução de penas, no entanto, o condenado ou réu não pode ter praticado ato de financiamento ou exercido papel de liderança para a tentativa de golpe de Estado.

    Com a aprovação do projeto, o centrão afirma que ficará mais fácil de convencer Bolsonaro a apoiar a candidatura presidencial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na sexta (5), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se colocou como candidato, mas depois sinalizou que seu “preço” seria a aprovação da anistia. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele recuou e disse que sua candidatura é “irreversível”.

    O projeto, caso aprovado pela Câmara, ainda precisa passar pelo Senado Federal e depois ter o aval do presidente Lula (PT), que pode vetá-lo. Deputados de esquerda se insurgiram contra a proposta e defenderão que o petista vete o texto.

    PL da Dosimetria pode reduzir regime fechado de Bolsonaro para 2 a 4 anos

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  • Trump pressiona, e Zelenski agora admite eleição com lei marcial

    Trump pressiona, e Zelenski agora admite eleição com lei marcial

    Ucraniano pede que EUA e Europa deem garantias de segurança para o pleito, tentando obrigar um compromisso com o tema; Kiev deve apresentar versão revisada do plano de paz nesta 3ª, enquanto Putin vem avançando no campo de batalha

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, admitiu pela primeira vez que pode convocar eleições gerais no país mesmo com a lei marcial a que seu país está submetido desde a invasão russa de 2022, mas exigiu garantias de segurança dos Estados Unidos e aliados ocidentais para isso.

    O ucraniano está sob intensa pressão dos Estados Unidos para fazer concessões territoriais à Rússia e chegar a uma trégua no conflito. Em entrevista nesta terça-feira (9), o presidente Donald Trump voltou a criticar a posição legal de Zelenski, cujo mandato terminou em maio de 2024.

    “Eles não têm uma eleição há muito tempo”, disse. “Sabe, eles falam sobre democracia, mas chega um ponto em que já não é mais uma democracia”, completou o americano, que no começo do ano chamou Zelenski de “ditador sem eleições”.

    É um ponto de pressão dos russos, com o presidente Valdimir Putin levantando a questão da legitimidade de Zelenski sempre que pode. A Constituição da Ucrânia, contudo, não permite pleitos durante lei marcial.

    O ucraniano disse que pedirá ao Parlamento para encaminhar uma saída legal para que isso ocorra de 60 a 90 dias, mas apenas se houver as tais garantias de segurança de estrangeiros. Não ficou claro se ele contempla a realização com a guerra ou algum tipo de trégua.

    Na prática, ele quer com isso forçar Trump a se comprometer com o tema de forma mais ampla, algo que até aqui o americano não fez. Kiev quer a presença de tropas ocidentais, a adesão à Otan ou algum mecanismo equivalente a isso em termos de proteção caso haja um cessar-fogo, visando dissuadir os russos de voltar a atacar.

    Putin já rejeitou quaisquer opções que não incluam a neutralidade militar do vizinho, e chegou a dizer que a própria Rússia daria garantias ao lado dos ocidentais, uma proposta algo kafkiana que chegou a avançar nas negociações abortada em 2022.

    Zelenski está acuado militarmente e politicamente, com um escândalo de corrupção tendo derrubado nomes importantes de seu governo. No caso de Andrii Iermak, o chefe de gabinete, a perda foi irreparável: ele era visto como o operador do presidente e estava à frente da revisão da proposta de paz que Trump apresentou como um prato feito cheio de ingredientes ao gosto do Kremlin, no fim de novembro.

    Iermak chegou a participar da primeira reunião para revisar os termos do acordo, que foram de todo modo rejeitados pela Rússia, mas agora o ex-ministro da Defesa Rustem Umerov está a cargo do trabalho. Ele passou o fim de semana com negociadores americanos em Miami, mas não há uma saída clara.

    Isso passou a pressão para o lado de Zelenski, após Putin endurecer com os enviados de Trump no Kremlin e rejeitar quaisquer concessões sobre suas demandas: conquista territorial e neutralidade militar de Kiev à frente.

    No fim de semana, Trump disse estar “um pouco decepcionado” com Zelenski, ignorando que Putin não cedeu igualmente. Na segunda (8), após encontrar-se para pedir ajuda dos aliados europeus, o ucraniano voltou a dizer que não poderia ceder território aos russos.

    Segundo o jornal britânico Financial Times, o republicano quer uma resposta nos próximos dias. Depois de uma visita à Itália, onde encontrou-se nesta com terça o papa Leão 14 e com a premiê Giorgia Meloni, Zelenski afirmou que deve apresentar nesta quarta (10) a mais recente revisão do plano.

    Ele disse que “está pronto para uma trégua se os russos quiserem” e disse que os ataques ao sistema energético são prova de que isso vai ocorrer. Ele também afirma que quer discutir “em alto nível”, ou seja, com Trump, “nas próximas duas semanas”.

    O fato é que, com os avanços russos nas últimas semanas no leste e sudeste ucranianos, ninguém sabe se Putin topará concessões que não sejam totais -em junho, ele havia colocado no papel a demanda de controle das quatro regiões que anexou ilegalmente em 2022.

    Hoje, Kiev ainda domina cerca de 20% de Donetsk (leste), embora sua posição esteja precária. Nesta terça, uma semana depois de Putin anunciar a conquista do estratégico centro logístico de Pokrovsk, o comandante das Forças Amadas da Ucrânia, Oleksandr Sirskii, disse que “retirou suas tropas cerca de 5 km a 7 km ao norte” da cidade para poder abastecê-las.

    Sirskii diz que ainda tem algumas unidades na cidade, mas nem os blogueiros militares ucranianos consideram isso factível. Ainda nesta terça, mais um vilarejo caiu em mãos russas, mas na província vizinha de Dnipropetrovsk.

    Trump pressiona, e Zelenski agora admite eleição com lei marcial

  • Oposição a Casares se une e forma novo grupo no Conselho do São Paulo

    Oposição a Casares se une e forma novo grupo no Conselho do São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A oposição ao presidente Julio Casares agora é dona do segundo maior grupo do Conselho Deliberativo do São Paulo.

    A reportagem apurou que, no último sábado, opositores a Casares se reuniram em uma galeria na Avenida Paulista e oficializaram a união dos três grupos que compunham a oposição em um só, o STP (Salve o Tricolor Paulista).

    O evento contou com a participação de importantes figuras do cenário político tricolor. Os ex-diretores de futebol do clube Marco Aurélio Cunha e Kalef Joao Francisco estavam presentes, além de Miguel Sousa, coordenador da oposição.

    NÚMEROS

    A ideia da oposição é fazer frente à Coalização -grande conglomerado de grupos que dá sustentação à gestão de Casares.

    O STP conta com cerca de 41 conselheiros, ficando à frente de importantes grupos da situação, como o Legião, liderado pelo ex-diretor de futebol Carlos Belmonte, e do MSP (Movimento São Paulo), ambos com 40.

    O maior grupo do Conselho segue sendo o Participação, com 53 conselheiros. Um deles, o ex-diretor do departamento de futebol Vinícius Pinotti, cotado atualmente como presidenciável opositor ao sucessor de Casares nas eleições de dezembro do ano que vem.

    APOIO A CASARES

    Membros da situação e próximos ao presidente garantiram à reportagem que o mandatário são-paulino segue prestigiado entre seus partidários. Casares conta com o apoio da grande maioria do Conselho do clube, incluindo dos grupos de Pinotti e Belmonte, que também formam a Coalizão.

    Em entrevista ao De Primeira, do Canal UOL, na última quarta-feira, Belmonte afirmou que seguirá apoiando a gestão em 2026 e despistou sobre as chances de ser candidato a presidente como opositor.

    A gestão do time do Morumbi vem sendo alvo de críticas da torcida, que tem organizado protestos nas últimas semanas em meio aos resultados recentes ruins em campo. O São Paulo terminou o Campeonato Brasileiro em 8° lugar -derrotado na última rodada pelo Vitória, que se salvou do rebaixamento-, e com campanhas pouco animadoras na Copa do Brasil e Libertadores.

    Nani Chemello, da Rádio Inferno, foi confrontada e constrangida por Bernabei, lateral do Colorado: “O Bernabei se sentiu no direito de tirar meu fone de ouvido e gritar ‘fala agora, fala agora’”

    Folhapress | 16:36 – 09/12/2025

    Oposição a Casares se une e forma novo grupo no Conselho do São Paulo

  • Homem que agarrou Ariana Grande é expulso de show de Lady Gaga na Austrália

    Homem que agarrou Ariana Grande é expulso de show de Lady Gaga na Austrália

    Jovem entrou em estádio com peruca e bigode falsos; influenciador Johnson Wen, de 26 anos, conhecido como Pyjama Man, ficou famoso por tentar abordar celebridades

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O influenciador australiano Johnson Wen, de 26 anos, conhecido como Pyjama Man, foi expulso momentos antes do início de um show da cantora Lady Gaga na cidade de Brisbane, na Austrália, nesta terça-feira (9). Ele ficou conhecido por ser ter abordado Ariana Grande de forma abrupta durante uma estreia de “Wicked: Parte 2”, mas já é célebre por abordar diversas celebridades.

    “Fui expulso do show da Lady Gaga! O show não começa antes das 20h. Os fãs que chegaram cedo estavam me vaiando”, ele publicou em sua conta no Instagram, com emojis de risadas.

    De acordo com relatos dos fãs na internet, Wen tentou entrar no estádio usando um disfarce, com peruca e bigode falsos. Ele foi retirado pela segurança da cantora americana, que está na estrada com a turnê “The Mayhem Ball”, referente a seu último disco, lançado no ano passado.

    Há cerca um mês, Wen agarrou a atriz e cantora Ariana Grande no tapete vermelho da estreia do filme “Wicked: Parte 2”, no qual ela atua, em Singapura. Ele pulou uma cerca e correu em direção à protagonista do longa.

    Vídeos que viralizaram mostram Wen tentando abraçar Ariana Grande -visivelmente surpresa- com o braço, enquanto sua colega de elenco Cynthia Erivo corre para protegê-la.

    No mês passado, um tribunal da cidade condenou o jovem a nove dias de prisão. Ele depois foi deportado e banido do país asiático por perturbar a ordem pública. Ele também já se envolveu em incidentes parecidos com gente como Katy Perry e The Weeknd.

    Homem que agarrou Ariana Grande é expulso de show de Lady Gaga na Austrália

  • STF nega pedido para Fux julgar 'núcleo 2' do plano de golpe; 'absurdo', reage Moraes

    STF nega pedido para Fux julgar 'núcleo 2' do plano de golpe; 'absurdo', reage Moraes

    Defesa do general Mário Fernandes apresentou questão de ordem na abertura do julgamento dos réus do ‘núcleo de gerência’ da trama golpista; relator rejeitou e foi acompanhado por todos os demais ministros da Primeira Turma

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, por unanimidade, um pedido para o ministro Luiz Fux participar do julgamento do “núcleo de gerência” (núcleo 2) do plano de golpe, iniciado nesta terça-feira, 9.

    Logo no início da sessão, o advogado Marcus Vinicius de Camargo Figueiredo, que representa o general Mário Fernandes, um dos réus no processo, reiterou o requerimento, que já havia sido apresentado ao STF por escrito.

    Se o pedido fosse aceito, a sessão precisaria ser adiada, o que bagunçaria o calendário definido pela Primeira Turma para concluir os julgamentos da trama golpista ainda em 2025.

    Fux é o único que vinha votando a favor dos réus. Ele pediu transferência para a Segunda Turma do STF e não vai mais participar das decisões relacionadas ao plano de golpe. Quando solicitou a mudança, o ministro se colocou à disposição para votar nos processos da trama golpista.

    O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, afirmou que o pedido “não tem a mínima pertinência”. Ele já havia negado monocraticamente um requerimento semelhante apresentado pela defesa de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência, que também é réu na ação penal do núcleo 2.

    “Além de protelatório, chega a ser absurdo o pedido de que um ministro da Segunda Turma faça parte de um julgamento na Primeira Turma”, criticou Moraes.

    “Nenhum ministro pode estar presente e fazer parte das duas Turmas ao mesmo tempo. Isso é tão óbvio que causa espanto ter sido pleiteado. Talvez pelo fato dos eminentes advogados que pleitearam não terem o costume de atuar no Supremo Tribunal Federal.”

    O relator argumentou que, desde a transferência de Fux, a Primeira Turma já analisou 672 processos sessões virtuais e presenciais.

    O regimento interno permite o funcionamento das Turmas e do plenário mesmo sem a composição completa.

    Se for aprovado pelo Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, nomeado pelo presidente Lula para a vaga em aberto no STF, vai compor a Primeira Turma. A votação da indicação deve ficar para 2026.

    “Uma vez empossado o novo membro e pegará o julgamento do momento em que estiver”, acrescentou Moraes.

    Esse é o primeiro dia de julgamento do núcleo 2. Também foram reservadas sessões nos dias 10, 16 e 17 de dezembro para a deliberação dos ministros.

    STF nega pedido para Fux julgar 'núcleo 2' do plano de golpe; 'absurdo', reage Moraes

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  • ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

    ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O último domingo ficou marcado por protestos contra o feminicídio e a violência contra a mulher nas ruas do Brasil. Algumas mulheres da imprensa esportiva, no entanto, vivenciaram problemas ao longo da jornada derradeira do Campeonato Brasileiro.

    Nani Chemello, da Rádio Inferno, viveu momentos de tensão no Beira-Rio, em Porto Alegre. Após a confirmação da permanência do Internacional na Série A, ela foi confrontada e constrangida por Bernabei, lateral do Colorado.

    “O Bernabei chega para falar comigo, só que eu não imaginei que ele mexeria no meu fone, ele tira e grita no meu ouvido, bota o fone no meu ouvido, sai para o outro lado, vira para trás e fala de novo: “fala agora”. Ele veio querer provocar e, de certa forma, me intimidar. Me senti desrespeitada no meu ambiente de trabalho, ele não tem direito de mexer no meu equipamento e gritar no meu ouvido. E aí, por ter falado do assunto, tem muita gente me chamando de oportunista, dizendo que eu quero aparecer mais que o Inter. Mas, sendo bem sincera, o que eu espero é uma retratação aí pública do Bernabei para que todas as pessoas que estão me ofendendo entendessem ele errou”, disse Nani Chimello, ao UOL.

    Em Santos, Aline Gomes estava realizando um “ao vivo” pela CazéTV nos arredores da Vila Belmiro. Ela teve o microfone puxado e se machucou, assim como seu cinegrafista, por um torcedor do Peixe.

    “Eu não sei porque acontece isso, sabe? Eu não sei se tem certas pessoas dentro da mídia esportiva, da imprensa, dos jogadores, enfim, da torcida. Eu não sei se eles se sentem ameaçados por nós, que a gente está conquistando um espaço que sempre foi majoritariamente masculino. E nesta hoje em dia a gente tá chegando mais, não só trabalhando, mas opinando. Enfim, em qualquer área envolvendo futebol, as mulheres estão crescendo cada vez mais”, disse Aline Gomes, ao UOL.

    O QUE ACONTECEU DEPOIS?

    Os desdobramentos foram de suma importância para garantir a segurança das profissionais. Tanto Nani quanto Aline receberam o apoio dos respectivos clubes, torcidas organizadas e companheiros jornalistas.

    No caso da gaúcha, contudo, faltou a retratação de Bernabei. Até o momento da publicação desta reportagem, não houve qualquer tipo de comunicado.

    O agressor de Aline e seu cinegrafista não foi identificado. Segundo a repórter, ele utilizava um uniforme de uma torcida organizada do Santos.

    “Como se espalhou ali entre a direção do Inter, após a coletiva, o D’Alessandro, o André Mazucco e o Jorge, que é do jurídico do Inter, vieram falar comigo e me pediram desculpas pelo acontecido, disseram que o atleta estava errado, que ele não devia fazer isso e que em nome do clube eles estavam pedindo desculpas e que conversariam com ele internamente sobre o assunto”, disse Nani.

    “Ele ainda tomou cuidado de passar por pelo lado onde não estava a câmera e ele passou muito rápido. Então infelizmente a gente não consegue identificar com tanta clareza quem é. O Santos entrou em contato comigo também, eu achei bem legal, assim como uma das organizadas do Santos. Eles estão tentando identificar o cara”, complementou Aline.

    GOSTO AGRIDOCE

    Passado o susto, Nani disse que recebeu inúmeras mensagens de carinho, embora alguns torcedores ainda tenham ficado do lado do atleta. Esse fato, para ela, desanima.

    “A repercussão acabou sendo muito maior do que eu imaginava, muito, muito, muito mesmo, assim. E por conta dessa repercussão eu ganhei muitas mensagens positivas, mas eu recebi e estou recebendo muitas mensagens ofensivas e eu estou evitando ver as publicações que estão sendo feitas sobre o caso, porque os comentários”, explicou.

    O ano ainda reservou outros casos de violência e intimidação contra mulheres na mídia esportiva. Em novembro, a repórter Duda Dalponte, da TV Globo, teve seu cabelo puxado durante a cobertura do AeroFla para a final da Libertadores.

    Outros dois casos marcantes também ficam na memória. Renata Medeiros, da Rádio Gaúcha, foi insultada por um torcedor do Internacional: “Sai daqui, sua pu%$”. Três dias depois, Bruna Dealtry, do Esporte Interativo, sofreu uma tentativa de beijo de um torcedor do Vasco antes de jogo da Libertadores.


    ‘Fui desrespeitada’: Fim do Brasileirão é marcado por ataques a jornalistas

  • Defesa de Filipe Martins diz que Cid é culpado e controlou narrativa da PGR na trama golpista

    Defesa de Filipe Martins diz que Cid é culpado e controlou narrativa da PGR na trama golpista

    Advogado de Fernando Oliveira, que integrou Ministério da Justiça, nega influência sobre PRF; julgamento inclui blitzes da PRF, Punhal Verde e Amarelo e minuta do golpe

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – As defesas do núcleo da trama golpista composto por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que tinham cargos estratégicos negaram, nesta terça-feira (9), a participação em irregularidades durante o segundo turno nas eleições de 2022 e após a derrota para Lula (PT) na eleição.

    Eles se manifestam à Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) após a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que reiterou o pedido de condenação dos réus do núcleo.

    Os principais réus do procesos são o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, o general Mário Fernandes e o ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência Filipe Martins. Além deles, outros três réus são julgados no processo.

    Filipe Martins foi presencialmente à sessão de julgamento desta terça. Ao se manifestar para os magistrados, seu advogado, Jeffrey Chiquini, atribuiu ao tenente-coronel Mauro Cid a responsabilidade pela tentativa de golpe de Estado. Também disse que ele controlou a narrativa das acusações.

    Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro e fez uma delação premiada que ajudou a fundamentar a denúncia contra os réus dos processos.

    “Filipe Martins foi preso por uma viagem que não fez -por culpa de Mauro Cid-, foi denunciado por uma minuta que não existe -por culpa de Mauro Cid- e é será julgado por reuniões que não participou -por culpa de Mauro Cid”, disse o advogado.

    Martins, que foi assessor internacional de Bolsonaro, foi preso no início de 2024 após a PF identificar que o nome dele constava na lista de passageiros que embarcariam com destino aos EUA na comitiva presidencial. O documento foi encontrado em mídia de Mauro Cid.

    No dia 14 de julho de 2025, entretanto, Cid afirmou ao Supremo que Martins não constava na lista final de passageiros do voo que levou Jair Bolsonaro aos Estados Unidos depois que o ex-presidente perdeu as eleições.

    Segundo Gonet, Martins “contribuiu para a elaboração do decreto que romperia com as estruturas democráticas do país”, a chamada “minuta do golpe”.

    “Participou, também, da apresentação do documento a representantes das Forças Armadas, com o objetivo de angariar apoio militar para a pretendida derrubada institucional.”

    Chiquini disse que “condenar Filipe Martins é condenar na palavra de Mauro Cid, que não tem credibilidade”. “Mauro Cid criou a minuta golpista, a minuta é dele, ele escreveu a minuta do golpe e ele apresentou a minuta do golpe aos comandantes”, afirmou o advogado.

    O núcleo julgado pelo Supremo também trata do tema das blitze da Polícia Rodoviária Federal no segundo turno das eleições de 2022. Inicialmente, as investigações sobre esse tema eram feitas separadamente pela Polícia Federal, mas a PGR decidiu que deveria entrar na ação principal sobre a tentativa de golpe.

    A defesa de Fernando de Sousa Oliveira (ex-integrante do Ministério da Justiça) também negou as acusações contra seu cliente. Oliveira ocupou um cargo no ministério quando o órgão era comandado por Anderson Torres, que foi condenado no núcleo principal da trama golpista.

    Seu advogado, Guilherme de Mattos Fontes, afirmou que Oliveira não tinha uma posição hierárquica para interferir nas ações da Polícia Rodoviária Federal durante o segundo turno das eleições e que não há prova de vínculo entre ele e o ex-diretor Silvinei Vasques.

    Ainda se manifestarão as defesas de Fernandes, de Marcelo Costa Câmara (ex-assessor da Presidência) e de Marília Ferreira (ex-integrante do Ministério da Justiça).

    Do grupo, o general da reserva Mário Fernandes tem uma das situações mais complicadas no Supremo.

    A Polícia Federal encontrou com o militar documentos com planejamento do assassinato de Lula e do vice Geraldo Alckmin (PSB), com uso de armas militares ou envenenamento em evento público, além de Moraes.

    No interrogatório no STF, o general afirmou que o arquivo “Punhal Verde e Amarelo”, encontrado no seu computador, se tratava de “pensamentos digitalizados” e que nunca foi compartilhado com ninguém.

    Fernandes foi questionado se confirmava a existência do documento e respondeu de forma positiva, mas argumentou que era uma análise do momento do país.

    Os réus, disse Gonet em sua manifestação, “foram responsáveis por gerenciar as principais iniciativas da organização criminosa”.

    “É evidente a contribuição decisiva que proporcionaram para a caracterização dos crimes denunciados, valendo-se de suas posições profissionais relevantes e conhecimentos estratégicos”, afirmou.

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