Autor: REDAÇÃO

  • Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    BRUNO RIBEIRO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) confirmou que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), indicou seu irmão Flávio para disputar a Presidência no ano que vem e criticou a reação negativa do mercado ao anúncio.

    “O mercado está muito bem, quase 15% ou mais de 15% de juros. E, quando você traz algum nome que possa reduzir essa margem de lucros, é lógico que o mercado fica preocupado. O mercado está preocupado com o dinheiro, não está preocupado com o público”, afirmou.

    O dólar fechou em disparada de 2,33% e a Bolsa caiu 4,30% nesta sexta-feira (5), após a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu o filho Flávio, senador do Rio de Janeiro pelo PL, como seu candidato presidencial nas eleições de 2026.

    Carlos, que estava em São Paulo para receber uma homenagem da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) com o deputado federal Mário Frias (PL-SP), disse não ter detalhes sobre a indicação do irmão.

    “Eu só sei que meu pai decidiu e a gente vai apoiar. E é por aí, mas detalhes eu não posso dar para vocês porque, infelizmente, eu não tenho informação”, disse.

    “Fiquei sabendo pelo advogado do meu pai que meu pai deu essa decisão lá de Brasília”, completou.

    O vereador disse que não está preocupado com reações negativas à indicação do irmão por parte dos partidos do centrão. “Não estou preocupado com o centrão, não. O que o Bolsonaro decidir está decidido”, afirmou.

    Ele chamou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de amigo e disse que estarão juntos.

    “Eu tenho certeza de que o Tarcísio é um aliado nosso, é um amigo nosso, e acho que, se tiver algum problema -ou se tiver, acredito que não tenha-, todo mundo vai se alinhar para uma linha como o Tarcísio”, afirmou. “Deixo um grande abraço para ele.”

    O governador era cotado para receber a indicação de Bolsonaro para concorrer à Presidência, embora diga que tentará a reeleição em São Paulo.

    Antes da entrevista, durante o evento, ao fazer seu discurso de agradecimento, Frias disse que a indicação de Flávio era uma notícia “muito importante” e cobrou união da direita ao redor do senador.

    “O recado [com a indicação] é o seguinte: união, sim, desde que seja em torno de Jair Bolsonaro”, disse.
    Irmão do vereador, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi tratado como “exilado político que merece todo o nosso apoio” no início da cerimônia, durante discurso do deputado estadual Gil Diniz (PL).

    Pouco antes de o evento começar, cerca de 20 estudantes fizeram um protesto contra a concessão da homenagem ao vereador, gritando frases contra a anistia a Jair Bolsonaro.

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

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  • Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

    Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

    O Governo da Rússia anunciou a rescisão de três acordos de cooperação em matéria de defesa, assinados entre 1989 e 2000 com Portugal, Canadá e França.

    A decisão foi formalizada por meio de um decreto emitido pelo primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin, na sexta-feira, citado pela agência de notícias oficial russa TASS.

    O documento afirma que a decisão inclui o tratado entre Rússia e Portugal para cooperação militar, assinado em 4 de agosto de 2000, além de um acordo de 1989 entre a antiga União Soviética e o Canadá, e um protocolo de 1994 com a França.

    O governo argumentou que os três acordos perderam relevância estratégica no contexto atual e, por isso, foram rescindidos simultaneamente, sem qualquer consideração sobre possíveis substitutos ou mecanismos alternativos de cooperação.

    A ordem governamental também determina que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia é responsável por notificar formalmente Portugal, Canadá e França sobre a decisão, a fim de concluir o procedimento diplomático necessário.

    Segundo o decreto, essa notificação constitui a etapa final para o encerramento definitivo dos acordos.

    A revogação dos pactos reflete o crescente afastamento da Rússia em relação ao Ocidente em questões de segurança e cooperação técnica.

    Em julho, Mishustin já havia rescindido um acordo de cooperação técnico-militar com a Alemanha, acusando Berlim de adotar uma “política abertamente hostil” e uma “postura militarista cada vez mais agressiva”.

    Portugal e França apoiam um plano apresentado pela Comissão Europeia para direcionar a Kyiv receitas provenientes dos cerca de 235 bilhões de euros em ativos russos congelados na União Europeia (UE).

    Na sexta-feira, o embaixador russo na Alemanha, Serguei Nechayev, alertou que o uso de ativos soberanos russos congelados na Europa para financiar a Ucrânia terá “consequências significativas” para a UE.

    “Qualquer transação com ativos soberanos da Rússia sem o consentimento do país seria um roubo. E é evidente que o roubo de fundos estatais russos terá consequências de longo alcance”, afirmou Nechayev.

    A Ucrânia tem recebido ajuda financeira e militar dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país em 24 de fevereiro de 2022.

    Os aliados de Kyiv também impuseram sanções a setores-chave da economia russa, numa tentativa de reduzir a capacidade de Moscou de financiar o esforço de guerra na Ucrânia.

    A ofensiva militar russa em território ucraniano mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939–1945).

    Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

  • Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

    Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

    O que poderia ser apenas mais um dia e mais uma onda surfada por Carlos Burque acabou se tornando um momento de aflição. O surfista brasileiro viveu, na última quarta-feira, um daqueles sustos que a gente leva para a vida inteira.

    Tudo aconteceu em Portugal. O experiente surfista, de 58 anos, foi atingido por uma onda gigante na Nazaré, arrastado pelo mar e resgatado pela equipe de salvamento. As imagens das ondas — que você pode ver na galeria acima — mostram bem a força impressionante do mar.

    O resgate, descrito como dramático por algumas testemunhas, contou com ação decisiva dos brasileiros Lucas Chumbo, campeão de ondas gigantes da Nazaré, e Willyam Santana, especialista na modalidade. Toda a operação foi filmada pela equipe e pela câmera que Burque carregava consigo.

    Carlos Burque não perdeu a consciência enquanto esteve debaixo d’água, mas passou por dificuldades por ter sido levado muito fundo. O surfista demorou algum tempo para acionar o colete inflável que o levaria de volta à superfície. Após ser retirado do mar, recebeu atendimento imediato dos bombeiros na areia e foi transportado para o hospital.

    Já recuperado do susto, Burque foi entrevistado pelo portal brasileiro UOL Esporte e revelou que nunca sentiu tanta necessidade de respirar.

    “Foi o meu pior momento, com certeza. Eu nunca senti tanta vontade de respirar. Você perde muita oxigenação. O corpo entra em estado de emergência e você fica só sobrevivendo. Mas eu respondia a tudo. Quando o Lucas me perguntou como eu estava, eu disse: ‘Estou mal, me leva para a praia’”, relatou, lembrando o momento em que não conseguiu acionar o colete.

    “Fui muito fundo. A pressão da profundidade nos pulmões, junto com o colete expandido e todas aquelas roupas de borracha, dificultou muito a minha respiração. Quando eu subi, não tive tempo para recuperar. Já veio a segunda onda”, continuou, relembrando o processo de resgate.

    “Eu me lembro de tudo. Lembro que, em certos momentos, quando o Lucas me pega, eu já não tinha energia para acompanhar. Quando ele me pega e nós caímos de novo, tudo entrou no automático na minha cabeça. Eu nunca senti tanta vontade de respirar. Depois que tiraram meu colete na praia, parecia que eu tinha nascido de novo. Meu pulmão estava apertado, eu queria respirar e não conseguia. É uma sensação muito ruim”, reforçou.


    “Eu queria fazer umas imagens e, desde a primeira onda que o Lucas me puxou, eu estava com a câmera na boca filmando para um lado e para o outro. Nessa onda, quis fazer uma imagem de frente. Quando caí, continuei segurando com as duas mãos para não perder a câmera. Por isso demorei para acionar o dispositivo, o cilindro. E quando acionei, demorei para subir, porque fui muito fundo”, contou.

    “O que aconteceu foi excesso de confiança. Essas imagens são boas, mostram a intimidade do esporte. Mas hoje eu me pergunto: até onde vamos para fazer uma boa imagem? É justo pensar nisso. Eu acho ótimo registrar imagens, trabalho com isso há muito tempo, sempre fiz. Me sinto confortável pilotando e filmando, surfando e filmando. Mas hoje eu me questiono sobre isso”, finalizou.

    Veja na galeria acima as imagens do processo de resgate.


    Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

  • Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

    Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

    O embaixador russo na Alemanha, Serguei Nechayev, avisou hoje que a utilização de ativos soberanos russos congelados na Europa para financiar a Ucrânia terá “consequências consideráveis” para a União Europeia (UE).

    “Qualquer transação com ativos soberanos da Rússia sem o consentimento do país seria um roubo. E é evidente que o roubo de fundos estatais russos terá consequências de longo alcance”, afirmou Nechayev, em comunicado, num momento em que Berlim e Bruxelas tentam convencer a Bélgica a apoiar o plano.

    O diplomata argumenta que a reputação internacional da União Europeia “pode ser destruída”, prevendo “processos judiciais intermináveis” e um “caminho para a anarquia jurídica” que, em sua visão, colocará em risco os alicerces do sistema financeiro global, afetando primeiramente a própria Europa.

    A Comissão Europeia apresentou um plano para direcionar a Kyiv receitas provenientes dos cerca de 235 bilhões de euros em ativos russos congelados na UE, dos quais 210 bilhões estão depositados na câmara de compensação Euroclear, com sede na Bélgica.

    No entanto, Bruxelas enfrenta resistência do governo belga, que teme consequências legais e financeiras para a Euroclear caso a UE avance com o mecanismo.

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, viaja nesta noite à Bélgica para tentar convencer o seu homólogo, Bart De Wever, dos méritos da proposta europeia.

    Porém, a visão do Kremlin é bastante diferente e, segundo o embaixador russo em Berlim, a intenção de recorrer aos ativos congelados apenas demonstra que a UE não dispõe dos “recursos consideráveis” necessários para manter apoio militar prolongado a Kyiv.

    Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

  • Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

    Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

    O barco alvo de um ataque duplo por parte das forças armadas dos Estados Unidos em águas internacionais no Caribe, em 02 de setembro, acompanhava um navio com destino ao Suriname, avançou a CNN.

    De acordo com a emissora norte-americana, o almirante Frank Bradley afirmou, em uma audiência privada com duas comissões do Senado — a Câmara Alta do Parlamento — que a lancha navegava ao lado de um navio maior que seguia para o Suriname.

    Segundo fontes que pediram anonimato, Bradley argumentou que, de acordo com relatórios dos serviços de inteligência, é possível que o navio maior estivesse transportando drogas com destino final aos Estados Unidos.

    A administração do presidente Donald Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, estão enfrentando críticas devido a essa operação, na qual 11 pessoas morreram.

    Na semana passada, o jornal Washington Post revelou que dois sobreviventes do primeiro ataque, que estavam agarrados à embarcação em chamas, foram mortos em um segundo ataque autorizado por Hegseth.

    Na quinta-feira, o congressista democrata Jim Himes afirmou que o ataque matou “marinheiros náufragos” após assistir a um vídeo do Pentágono exibido aos membros do Congresso.

    Segundo Himes, o vídeo mostrava “dois indivíduos claramente em perigo, sem qualquer meio de transporte, que foram mortos pelos Estados Unidos”.

    De acordo com as Forças Armadas, o barco foi atingido quatro vezes: a primeira dividiu a embarcação ao meio, e as outras três mataram dois sobreviventes que tentavam se agarrar a uma parte do barco antes de ele afundar.

    O almirante Frank Bradley relatou que, antes do segundo ataque, os sobreviventes acenaram com um objeto no ar, mas não ficou claro se estavam se rendendo ou pedindo ajuda.

    Desde setembro, o Exército norte-americano já realizou pelo menos 22 ataques aéreos contra embarcações, principalmente no Mar do Caribe, que resultaram em 87 mortes — sem apresentar qualquer prova de ligação dessas pessoas ao narcotráfico.

    Nesta semana, a família de um pescador colombiano denunciou uma possível “execução extrajudicial” perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, relacionada a outro ataque ocorrido no Oceano Pacífico, em setembro.

    Os Estados Unidos realizaram, na quinta-feira, mais um ataque aéreo no Pacífico contra uma embarcação supostamente utilizada por traficantes de drogas, matando quatro pessoas, segundo anunciou o Exército norte-americano.

    Trump declarou, na quarta-feira, que as operações militares em torno da Venezuela vão “muito além” de uma campanha de pressão contra o presidente Nicolás Maduro, e insistiu que “em breve” poderão começar operações terrestres semelhantes às que vêm sendo realizadas em águas internacionais.

    Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

  • Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Mariana Goldfarb, ex-companheira de Cauã Reymond, contou que sofreu uma relação abusiva, mas sem revelar o nome da pessoa a quem se referia.

    A nutricionista Mariana Goldfarb gravou uma campanha para o Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência psicológica e acabou compartilhando seu próprio relato.

    O portal Metrópoles informa que a ex-companheira de Cauã Reymond já havia usado as redes sociais para falar sobre relações abusivas e agora se tornou o rosto dessa campanha, na qual detalha sua experiência como vítima, mas sem mencionar nomes.

    “Percebi que estava em uma relação abusiva, acho que desde muito cedo, mas eu não sabia nomear. A violência psicológica não deixa marcas visíveis, mas, ao mesmo tempo, agora, olhando para trás, consigo ver, sim, a violência psicológica se transformando no meu corpo em formas de queda de cabelo, olho tremendo, falta de apetite, doenças como a anorexia”, começou dizendo.

    “Essa tortura psicológica aparece através do tratamento de silêncio, que é insuportável. Tudo serve para te desestabilizar e é tudo sobre controle. E acho que dói muito também perceber que não é amor, e acho que nunca foi amor. É tudo sobre poder, dominação e controle”, destacou.

    “Eu nunca sabia o que viria, era sempre pisar em ovos e sempre muito exaustivo fazer de tudo para que o dia terminasse bem — e não vai terminar”, acrescentou, confessando ainda que “começou a beber muito”.

    “Vamos procurando subterfúgios para anestesiar a dor. Também ouvi muito das minhas amigas e do meu círculo familiar que aquilo estava errado, porque era visível. Já não era mais eu. Meu brilho tinha desaparecido, porque parece que tem alguém na sua jugular sugando tudo. Você vai diminuindo”, relembrou.

    “A partir do momento em que você tem uma rede de apoio, fica mais difícil te manipular. Se você vai cortando essas pessoas que são tão importantes para você, que te lembram quem você é, fica muito mais vulnerável. E isso também é outra coisa, porque nenhuma amizade presta. Todas são ruins, invejosas, estão com ciúmes ou querem ser você. É isso que você ouve. Nenhuma presta, sua família também não presta. Há um jogo psicológico muito forte de culpa e vitimização”, continuou.

    “Ouvi muito: ‘Por que você não sai? Por que você não termina?’ E eu entendo, porque foi só depois de viver isso que percebi que não é só um ‘por que não sai’. Não é uma relação saudável, não é simples sair. Existe uma dependência que acaba surgindo também. O problema dessa relação é que ela mexe com a sua identidade, com a forma como você se enxerga no mundo, com a maneira como você é. Quando você já não sabe quem é, quando sua identidade foi aniquilada, é como se virássemos um zumbi”, explicou.

    “O problema de ouvir, durante muito tempo, que você não é capaz, é que você acaba acreditando nisso. Chega um momento em que ou você sai ou morre. Sua alma morre. E não só sua alma: muitas mulheres, de fato, morrem. Às vezes começa com a violência psicológica e vai aumentando. E achamos que não vai acontecer conosco, mas acontece. Eu consegui sair num momento em que eu tinha só mais 5% de oxigênio. Ou eu usava aqueles 5% naquele momento, ou ali eu ia morrer; tudo em mim ia morrer”, desabafou.

    “Consegui sair nesse último suspiro. Ou era ali que eu saía, ou ficaria ali para o resto da vida, ou algo mais sério aconteceria. Demorei muito tempo para conseguir me separar porque requer muita coragem, não é pouca. Não vou mentir e dizer que é fácil. Eu demorei anos”, admitiu.

    E deixou ainda alguns conselhos: “A saída existe, é possível, não é utópica. Tanta gente conseguiu, por que você não vai conseguir? Não ignore os sinais, não ache que esse é o único tipo de relação possível, porque não é. Relação saudável existe. Se você está em um lugar que te diminui, que te aperta, saia. Porque não existe nada mais importante que a sua vida”, ressaltou.

    “O personagem muda, mas a dinâmica da relação permanece. Por isso é tão importante entender o que está acontecendo, o que está se passando, para que o padrão mude. Que o fulano jogar o controle em você, jogar uma garrafa de água, bater a porta com força, gritar absurdos, fazer tratamento de silêncio, te diminuir, ter ciúmes excessivos, te controlar, te podar — nada disso é normal”, concluiu.

     
     
     

     
     
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  • Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    A Netflix anunciou esta quinta-feira, dia 5, a compra da Warner Bros (dona da HBO Max) por cerca de 82 bilhões de dólares. Com esta aquisição, a Netflix também adquire todo o catálogo de filmes e séries pertencente à empresa.

    A Netflix anunciou nesta sexta-feira, dia 5, que chegou a um acordo com a Warner Bros para comprar a empresa, o que significa que, caso o negócio seja aprovado, irá adquirir os estúdios de televisão e cinema, além do serviço de streaming concorrente, o HBO Max.

    Isso também significa que, pelos 82 bilhões de dólares em que o negócio está avaliado, a Netflix passará a deter todo o catálogo da Warner Bros — que inclui algumas das melhores séries de TV já lançadas ao longo dos anos e também sagas de filmes que moldaram a cultura pop como a conhecemos.

    Vale destacar que, para que o negócio seja concluído, ainda é necessária a aprovação das agências reguladoras dos EUA e de outros territórios, portanto, nada está garantido ainda.

    Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

  • Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    O Village People encerrou a cerimônia do sorteio do Mundial2026, que aconteceu em Washington DC. Ao som de “YMCA”, Donald Trump não se inibiu e mostrou os seus já habituais passos de dança.

    Já não é novidade que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é fã dos Village People, especialmente da música “YMCA”. Foi justamente essa música que encerrou a cerimônia do sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizada nesta sexta-feira, em Washington, D.C.

    Com a música tocando, Donald Trump não se conteve e exibiu os já habituais passos de dança que o caracterizam, divertindo quem estava ao seu lado, como Melania Trump e o presidente da FIFA, Gianni Infantino.

    O primeiro-ministro do Canadá e a presidente do México também estavam sentados ao lado do líder norte-americano.

    A música “YMCA”, vale lembrar, esteve presente em vários comícios do republicano durante a campanha para as eleições presidenciais do ano passado.

    No dia de sua posse, em 20 de janeiro de 2025, ele fez, inclusive, o que já está sendo chamado de “Dança do Trump”.

    Vale recordar que o presidente dos Estados Unidos recebeu o primeiro Prêmio da Paz da FIFA durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026, uma distinção recentemente criada.

    A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

  • Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

    Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

    Após o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, realizado nesta sexta-feira nos Estados Unidos, o técnico Carlo Ancelotti voltou a ser questionado sobre a possível presença de Neymar na seleção brasileira. Sem se comprometer, o treinador afirmou que só definirá a lista de convocados em maio, deixando em aberto a participação do craque do Santos no Mundial.

    “Eu entendo muito bem que vocês estão interessados em Neymar. Quero ser claro: estamos em dezembro, e a Copa do Mundo é em junho. Quando eu convocar a equipe, vou escolher em maio. Se Neymar merecer estar na Copa do Mundo, ótimo. Se estiver melhor que outro jogador, vai jogar. Eu não tenho dívida com ninguém”, declarou Ancelotti em entrevista coletiva em Washington.

    O Brasil será cabeça de chave do Grupo C, que contará com Marrocos, Escócia e Haiti. O técnico de Marrocos, Walid Regragui, afirmou que a seleção brasileira pode ser mais forte com Neymar em campo. Ancelotti respondeu com cautela, reforçando que ainda não há definição sobre quem estará na lista final.

    “Se falamos de Neymar, temos que falar de todos os jogadores. O Brasil pode estar com Neymar ou sem Neymar, assim como com outros atletas. A lista definitiva será feita após a Data Fifa de março”, afirmou o treinador.

    Ao comentar o sorteio, Ancelotti ressaltou que o Brasil terá um desafio difícil logo na primeira fase da Copa. Ele destacou o bom desempenho recente de Marrocos, semifinalista em 2022, e elogiou a Escócia e o Haiti.

    “Respeitamos muito os rivais. Marrocos vem de grandes resultados, Escócia foi muito bem nas Eliminatórias da Europa, e o Haiti chega pela segunda vez a uma Copa do Mundo. Todos merecem respeito”, disse.

    A estreia do Brasil será contra Marrocos, em 13 de junho. Na segunda rodada, a seleção enfrenta a Escócia, no dia 19, e fecha a fase de grupos contra o Haiti, em 24 de junho. A Fifa ainda não confirmou os estádios e horários das partidas, que serão divulgados neste sábado. Segundo Ancelotti, essas informações serão fundamentais para a preparação da equipe.

    “Precisamos saber onde jogaremos para planejar bem. Acredito que não teremos problemas climáticos como em 1994. O futebol evoluiu e provavelmente jogaremos à noite, não ao meio-dia com 40 graus”, avaliou.

    O planejamento da CBF prevê um amistoso no Brasil antes da viagem aos Estados Unidos. Para Ancelotti, a despedida diante da torcida será importante para dar confiança ao grupo.

    “É importante se despedir do Brasil. Queremos chegar aos Estados Unidos em um bom ambiente. Começar a preparação na Granja e fazer um último jogo amistoso no Brasil é fundamental”, afirmou.

    A Copa do Mundo 2026 começa em 11 de junho, com México x África do Sul no Estádio Azteca. A final será em 19 de julho, nos Estados Unidos.

    Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

  • 7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

    7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

    Trabalho da FGV aponta que taxa para público nessa faixa etária é maior do que média geral; índice de saída de homens foi maior do que o de mulheres, e o de brancos maior do que pretos e pardos

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgado nesta sexta-feira (5) aponta que 68,8% dos beneficiários do Bolsa Família que tinham entre 11 e 14 anos em dezembro de 2014, e 71,25% dos que tinham entre 15 e 17 anos, deixaram o programa até outubro de 2025. A taxa de saída dos beneficiários sem recorte de idade foi de 60,68% no mesmo período.

    O estudo Filhos do Bolsa Família: Uma Análise da Última Década do Programa usou dados do governo federal. A pesquisa acompanhou famílias inscritas no Cadastro Único e cruzou dados de identificação entre 2014 e 2025.

    O estudo também consultou o RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) para identificar a inserção dos ex-beneficiários no mercado formal de trabalho.

    “Nas famílias, os recursos são sempre escassos e no governo não seria diferente. Saber que os filhos de Bolsa Família não necessariamente estarão presentes no Bolsa Família do futuro diz um pouco sobre a sustentabilidade do programa”, afirmou o pesquisador e economista Valdemar Pinho Neto, coordenador do estudo.

    A taxa de saída dos que eram crianças ou adolescentes (entre 6 e 17 anos) foi maior nos domicílios urbanos (67,01%) do que nos rurais (55,46%). Os que trabalham com agricultura tiveram taxa de saída menor (53,73%) do que em outras atividades (69,73%).

    “O objetivo desses programas de transferência de renda é tirar da fome, e tirar da fome é o começo. Depois que tira da fome, como mostra o estudo da FGV, há uma condição melhor para que as pessoas possam estudar, trabalhar, empreender e, com isso, superar a pobreza”, afirmou o ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) no evento de apresentação da pesquisa, na sede da FGV, no Rio de Janeiro.

    Ainda na faixa etária entre 6 e 17 anos, em 2014, 79,40% dos que deixaram o programa tinham na pessoa de referência em casa, como pais, mães ou avós, alguém empregado com carteira assinada.

    Outros 65,54% tinham referência em pessoas que trabalhavam por conta própria, 57,51% eram tutelados por empregados sem carteira e outros 52,35% por pessoas que trabalhavam sem remuneração.

    Os pesquisadores preveem que a segunda geração de filhos de beneficiários do Bolsa Família -os netos dos beneficiários originais- poderão ter mais chance de mobilidade social, a depender de fatores como o acesso ao emprego e o tipo de vínculo.

    “Quanto maior a qualidade do emprego da pessoa de referência, maior a emancipação dos seus filhos com relação ao programa. O que a gente pode esperar é que se o cenário for de maior qualificação dos vínculos de trabalho ao longo do tempo, os filhos dessas pessoas no futuro também vão ter maior propensão a sair, e não depender de programas de transferência de renda, ou qualquer outro programa”, disse Pinho Neto.

    Crianças e adolescentes sob tutela de alguém que tinha ensino médio completo tiveram taxa de saída maior (69,94%) do que quem não tinha o ensino fundamental completo (57,59%), segundo o estudo.

    A taxa de saída foi maior entre homens (71,46%) do que entre mulheres (55,86%). No recorte de cor ou raça, foi maior entre brancos (71,78%) do que entre pretos (63,78%), amarelos (63%), pardos (61%) ou indígenas (44%).

    Nesta semana o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados que apontam que as parcelas da população brasileira que viviam em condições de pobreza e extrema pobreza caíram em 2024 pelo terceiro ano consecutivo. A taxa de extrema pobreza atingiu 3,5% e a taxa de pobreza marcou 23,1% no ano passado.

    O IBGE associou a nova redução a dois fatores: o processo de recuperação do mercado de trabalho e a manutenção do pagamento de benefícios sociais como o Bolsa Família.

    A queda dos números, contudo, não eliminou a existência de disparidades regionais e de cor ou raça no país.

    7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

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